CouchSurfing: já ouviu falar?
Era uma vez um americano chamado Casey Fenton que descolou uma passagem baratinha pra Islândia. Com a passagem na mão, caiu na real: e se ele passasse o fim de semana inteiro sozinho em Reykjavík num hotel gélido ou num albergue sem-graça?
Casey teve então a idéia de mandar um spam — um spam! em pleno 2002 — para 1.500 estudantes islandeses perguntando, na cara dura, se nenhum deles queria receber um estudante americano para passar o fim de semana.
Não é que o cara conseguiu váááárias ofertas de pouso na faixa, e passou um fim de semana animadíssimo?
Isso fez com que ele tivesse a idéia de organizar um site em que todo mundo pudesse repetir a sua experiência, só que sem a parte do spam.
Surgiu então o CouchSurfing.com, uma espécie de Orkut do viajante, só que levado às últimas conseqüências. Hoje já são 160.000 couchsurfers no mundo inteiro.
Surfar em sofás é seguro? Aparentemente, sim. Os participantes (tanto os que oferecem pouso, quanto os que só querem se hospedar) são avaliados e referendados constantemente, para aumentar a confiabilidade.
Eu só vim a saber do CouchSurfing ano passado, porque o “frugal traveler” do New York Times, o Matt Gross, fez uma volta ao mundo se hospedando praticamente só em sofás da rede.
Você conhece alguém que participe? Já ouviu alguma história sobre este ou outros sites de hospedagem na faixa, como o Hospitality Club?




Não sou adepto disso, mas esse sofá pareceu bem bacana.
Que coisa de maluco esse CouchSurfing!
Oi Ricardo! Eu sou membro do Global Free Loaders (www.globalfreeloaders.com), me cadastrei qndo morava em Foz do Iguaçu mas nunca recebi ninguém através dele, por falta de pedidos, não por falta de disposição. Tambem fui membro do Hospitality Club (http://www.hospitalityclub.org) mas me descadastrei pois dividia apt com umas amigas que nao eram afim de receber viajantes, através desse site qndo as pessoas pediam acomodação eu dizia que naquele momento nao podia mas sempre os convidava para tomar uma cerveja qndo estivessem na cidade, conheci gente de todo canto!
Sou membro tbem do Virtual Tourist (www.virtualtourist.com) que não é especifico para esse propósito e sim dividir dicas de lugares que vc já foi, mas conheci viajantes que faziam perguntas no fórum de Foz do Iguaçu e convidei um casal pra ficar na minha casa em Foz. Foi super legal e sou amiga deles ate hoje!
Acho a idéia interessante, mas não sei, não… Sempre fico com a pulga atrás da orelha com essas coisas, com um medo danado de entrar numa roubada…
Nossa, que legal! Queria ter peito e cara de pau. A ideia eh excelente.
Rapaz, também teria medo… Já li sobre isso na web, mas infelizmente não lembro onde. Freud explica, como já tive receio na época que vi sobre isso, meu cérebro não registrou…
Ricardo
Acho que é complicado colocar alguem comopletamente desconhecido em casa… Mas, tem algo que eu nunca experimentei, e já vi em vários guias: voluntários que levam voce para passear, em várias Cidades como Buenos, Nova York, algúem já fez? gostou?
Esse esquema aí não é para mim não. Primeiro porque prefiro ficar num hotel baratinho a me hospedar na casa de alguem. Fico muito sem graça e pouco à vontade na casa dos outros.
Segundo pelo fato de que realmente não teria corajem de abrigar um estranho na minha casa. O mundo hoje está muito perigoso e isso para mim é deixar a porta escancarada para o perigo.
Eu sou cadastrada no Hospitality Club há pouco mais de 1 ano. Não recebo ninguém em casa, mas existe a opção de estar disponível apenas para mostrar sua cidade ou região, que é o que eu faço. Muita gente hospeda visitantes em casa, pelo que eu já vi. MAs o conceito de ‘casa’ varia, muitas vezes as pessoas disponibilizam um espaço no quintal pra pessoa armar sua barraca, etc. É um pessoal bem mochileiro mesmo, eu até gosto de mochila, mas prefiro um albergue.
Como moro em Salvador, essa é a época que mais recebo emails do HC. Até hoje, as pessoas foram sempre muito amáveis. Às vezes só precisam de informação pra não chegar ‘desavisadas’ na cidade…. é bem interessante.
Mas é preciso estar atento também. De vez em quando aparece um povo meio estranho no perfil da gente… mas o pessoal que é fiel à filosofia do site é bem solidário e há um espaço onde você pode opinar sobre a pessoa, então quando alguém não usa os contatos como deve é logo reportado. Já vi um caso assim. Mas dá pra perceber quem tem outras intenções.
No fim das contas, eu recomendo, é bem divertido!
É genial e na prática o sofá é oferecido ao hospede em troca
de pequenos serviços ( passar o aspirador, retirar o lixo..) mas
acima de tudo fazer compania para pessoas idosas /solitárias.
Para nós latinos é complicadissimo!
Se andar na rua é sinonimo de um susto por minuto imaginem
um hospede no sofá de casa…
No dia em que acharmos natural e passarmos a albergar estranhos,
o nosso país e o nosso cérebro farão parte do primeirissimo mundo.
Sylvia terei que discordar de você em gênero, número e grau, imagina se fosse tão simples assim. Pessoas são pessoas em qualquer primeiro ou segundo ou terceiro mundo. Gosto muito de conhecer pessoas, conversar, trocar experiências, mas depois cada um no seu canto. Não simpatizo com a idéia de receber e nem tão pouco de ser recebida em casa de pessoas estranhas. Confesso: O meu cerébro não está apto para aceitar essas experiências e fazer parte do 1º mundo, agora para o Brasil falta muito mais do que albergar…
Muito legal os comentários, pois confirmaram um fenômeno cultural de que há muito suspeitava. Aqui na Alemanha é super normal alugar quartos, sofá, o que quer que seja, dentro da própria casa, para entranhos mesmo. Quando eu cheguei aqui, sempre pensava que era uma loucura, mas depois me acostumei com a idéia… Acho que é típico brasileiro mesmo achar isso bem estranho!
Sylvia, onde você leu sobre o lance de fazer compania a pessoas idosas/solitárias?! A grande maioria das pessoas que se cadastra para hospedar são jovens (nao necessariamente de idade, mas de espirito) mente aberta, como disse a Adriana, desconheço essa caracterisitica que vc citou…
Depois amanhecem sem um rim e reclamam…
Rosa, certamente não me fiz entender pois quando falei
“…o nosso país e o nosso cérebro farão parte do primeirissimo mundo.”
dizia que quando um país nos proporciona condições de albergar
(vide post do Alesandro) é pq as condições de segurança , estabilidade
etc etc etc permitem que a gente aceite vivenciar coisas antes impensáveis
Lea, conheço alguns que dormiram em sofás tendo como condição
fazer compania ao dono do mesmo ( norte da Europa) que nem
eram idosos, mas queriam compania
Creio que cada um estabelece suas condições..
Mais info em
http://en.wikipedia.org/wiki/CouchSurfing
http://www.couchsurfing.org/
Alessandro, alugar uma cama é mesmo um esquema usual e faz parte
da cultura.Aqui até chamamos pensão,
e muitos fazem isto para aumentar
a renda e/ou ter compania ( como ai).
Hospedar-gratuitamente um total desconhecido , no sofá da tua casa
requer uma generosidade destemida que aqui no Brasil pode ser
facilmente taxada de insanidade.
Nossa que loucura isso!! Estou recebendo a brasileirada a cada 15 dias aqui em Amsterdam sem me cadastrar em nenhum site. Imagina cadastrado!!!
Abs!
Marcio
http://ajanelalaranja.blogspot.com/
Beto
Ai vai o sumário da idéia para o próximo filme de terror
( só que desta vez vai se passar em New York e não
no litoral do Brasil) e não vai ter nenhum cucaracho no elenco.
O gajo vai dormir e acorda com uma cicatriz nas costas
e nem faz idéia de como aconteçeu
( um chumaço de algodão com formol
chapou a criatura na noite anterior)
Tudo começou quando se inscreveu num site de hospedagem gratuita…
É por isso que o filme Turistas é ambientado no Brasil…. porque será que o país escolhido não foi a Bélgica?
Pronto… parece que o tema do post mudou….
Assunto polêmico esse, hein!
Hoje eu estou um velho chato e não teria saco nem para receber, nem para me hospedar. Mas se houvesse isso na minha viagem-mochilão de 22 anos atrás, eu iria aproveitar MUITO.
Concordo, Ricardo. A idéia é ótima…
Ric, BINGO!
Se fosse em 1975/80 eu não pensava , ia direto.
A minha filha de 22 diz que nem pensar.
Pq que é que é que a gente fica assim hem?
Tolerancia zero com desejo milhão de flanar por outas nivens…
Ô, pessoal, quando eu finalmente terminar o meu bendito doutorado e puder alugar um apê por 1 mês inteirinho em Buenos Aires, Nova York ou Paris, eu ofereço o meu sofá – ou o quarto de hóspedes, quem sabe? – pra vocês, Ok? Sem paranóia…
Gente, pode ser que eu dê uma sumida a partir de amanhã, porque estou decolando para Buenos Aires às 7 da manhã. Mas vou dar notícias, mesmo que curtinhas, todo dia lá no Idas e Vindas ( http://idasevindas.wordpress.com ). Conto com a visita de vocês!
Tou dentro!
Sylvia: é isso mesmo, e eu conheco aqui (na Alemanha) vários velhinhos que alugam “o sofa” para ter companhia mesmo…
E Riq, tbem vejo da mesma forma: quando eu fiz mochilao, faria na boa isso, mas hoje…sei nao…
Mas já aluguei/emprestei o sofá daqui de casa SIM, sem conhecer a pessoa… Sem problema nenhum de seguranca…
Cara adorei seu blog. Eu adoro viaja, curto dicas e tudo o que acontece nesse mundo a fora. Eu assisti o amazing race… muito bacana mesmo.
Se cuida
Eu nunca tinha ouvido falar nessa modalidade de hospedagem, mas achei super-bacana. Minha primeira reação ao ler o texto foi: Oba! vou me inscrever e receber gente em casa e também poder viajar bem baratinho!! Mas depois de ler todos os comentários, vi que sou muito desencanada mesmo – nem tinha pensado no perigo.
Eu já fiz coisas semelhantes, como hospedar o amigo do amigo ou me hospedar na casa do primo da amiga – sempre sem conhecer. Mas aí tem uma referência, né? Acho que no Brasil quem mais se aproxima disso é o baiano, sempre super-hospitaleiro, e que hospeda sem conhecer, só porque é amigo da tia do primo do vizinho….
Fiquei triste em perceber como nós, brasileiros, estamos tão assustados/acuados por causa da violência que vivemos todos os dias. Todos gostamos da idéia, mas temos medo porque partimos do princípio que se vacilarmos, seremos vítimas de pessoas mal-intencionadas, e que essas pessoas estão só na espreita aguardando essa oportunidade…
Sylvia, até mesmo só com brasileiros, eu pensaria não duas, mas muitas vezes antes de participar, digamos, dessa aventura. Convivência com familiares já não é fácil: levanta a tampa do vaso, dar descarga (mesmo que seja só o 1), lava as mãos, não deixa roupas e sapatos espalhados no meio da casa, olha a hora de voltar para casa, caramba são muitas coisinhas do dia a dia que se cada um não fizer a sua parte, no final seu dia estará o caos. Esses aspectos de bons modos, educação, criação, me preocupam tanto quanto o receio de ser roubada ou qualquer outra coisa. Acho que penso asssim pela minha idade, como alguns tripulantes, e pela criação e educação de três filhos, que é prazeroso, mas não é nada fácil. Tivesse menos uns vinte anos, talvez tivesse outro modo de pensar. Como já disse o Arnaldo, em outro momento aqui no blog, com o tempo ficamos mais exigentes. Ou neuróticos… sei lá.
Riq : 1 – Eu tinha visto de passagem outros Amazing Race e gostei muito deste porque é quase uma viagem ver São Paulo (Sao Paolo ?) como uma
metrópole desenvolvida na TV. 2 – CoachSurfing – Mais uma vez voce acertou : depende da idade e além dela, da disponibilidade de dinheiro pois quando a verba pra viagem é boa, é óbvio que tudo que faz parte dela (inclusive a hospedagem) é proporcional.Ah! E tem também quem viajará com voce. Fica meio difícil de imaginar voce, sua esposa e sua filha dormindo num big sofá !! 3 – Só pra abusar um pouco : Acabei de ler a VT sobre o Caribe e vi que voce indicou alguns hoteis em St Martin . Eu gostaria de saber se os melhores custos/benefícios estão lá ou se vão sair na edição especial outros hotéis pois estou querendo fechar a minha viagem de julho pra lá e não gostaria de ter uma surpresa desagradável ao descobrir alguns hoteis mais indicados ( O La Samanna vale o quanto custa ?).
Eduardo, eu não gastaria dinheiro no La Samanna, não. A praia onde ele está é bonita e vazia, protegida numa área residencial, mas não é aquela praia do Cariiiibe que a gente procura.
Na matéria da VT a gente privilegiou os pacotes mais em conta. Você está indo de pacote ou avulso? Se estiver indo de pacote, qual a operadora? Me conte e eu te ajudo.
Riq, eu quero ir de pacote e pela Nascimento. Eu tirei uma lista dos hotéis que estão no site da agência ( são 8 em St Martin e 6 em St. Marteen) mas não tenho idéia se algum desles é melhor que o Maho Beach ( que é um deles). E eu queria ficar numa praia ( é óbvio ) e ao mesmo tempo, perto de algum lugar agitado . O carro é indispensável e pelo que eu li, nem saudades de congestionamento eu vou ter. E furacão ? Julho está ou não na zona de perigo ? Parece brincadeira mas acho que é quinta vez que planejo uma viagem pra lá e sempre acontece alguma coisa !
Rick
Sempre leio seu blog( já a mais de 1 ano),gosto bastante já faz parte de minha rotina diaria e agora resolvi aproveitar que estavam falando sobre maquinas digitais e gostaria de perguntar uma coisa sobre as cameras digitais,tenho uma Sony Cibershot e quando fotografo salvo em CD normal , as fotos e consigo ver no DVD normalmente mas os filmes não consigo ver nada e então salvei em um CD/DVD ai consigo ver mas a imagem fica toda sem foco,horrivel igual quando no computador (Windows media player) coloca para visualisar a tela inteira, totalmente sem foco a imagem.
será que pode me ajudar,gostaria de saber se é possivel assistir os filminhos da maquina digital em DVD e se for o que estou fazendo de errado.
desde já agradeço. um abraço.
Eduardo,
O auge dos furacões vai de meados de agosto a meados de outubro, mas não é impossível de rolar um em julho, não. O lado bom disso é que os americanos tiram o time de campo e os preços caem…
Olhei agora os hotéis do site da Nascimento dos tarifários fly & drive. Nenhum tem os preços de julho ainda, então não sei quais preços que te deram.
Do lado holandês, eu NÃO ficaria no Great Bay nem no Divi Divi LIttle Bay (são as praias próximas a Philipsburg, que é a mais sem-graça das cidadezinhas da ilha), nem no POrt de Plaisance (praia maizomenos, lugar difícil de sair e de chegar), nem no Westin Dawn Beach (a praia é boa mas nem tanto, e está longe das cidadezinhas francesas). Sobram o Maho Beach (bom custo x benefício, os boeings pousando, uma muvuquinha-pra-turista em torno do cassino na porta, só não esperem um resort de primeiro time do Brasil) e o The Cliff at Cupecoy, que é um flatão paulistano, fica numa praia bonita (e não se preocupe, o trecho nudista e gay fica do outro lado da falésia) e bem localizada (perto de Mullet Bay, a melhor praia-família, e já na divisa com o lado francês, na costa certa).
Dos hotéis do lado francês, o melhor localizado para ficar perto do movimento é o Beach Plaza, que fica no cantinho de Marigot, a capital francesa. O hotel é simples, os quartos são meio antiguinhos, mas o custo-benefício é bom. Daí vêm os hotéis direto em Orient Beach, e o Alamanda é o mais bacana.
Sugestão: por que você não faz o St Maarten + St. Barth (Maho Beach + La Banane)? Acho mais negócio do que investir no La Samana…
Riq, obrigadaço pela consulta ( ou melhor pelo checkup). Acho a tua sugestão ( com St Barth) muito boa e vou dar mais uma pesquisada mas , aproveitando um pouquinho mais : quantos dias em cada uma ?
Edu, a Nascimento tem um pacote e tudo, de cinco dias em St Maarten e dois dias na outra. Como os vôos não são fretados, acho que dá pra negociar quatro em St Maarten e três em St Barth…
Engracado ler esse post agora, pois estou hospedada numa casa em Galway, Irlanda, via couchsurfing! O sistema eh muito legal e estou viajando um mes na Europa por conta dele. A grande vantagem, alem de econimizar dinheiro, eh conhecer gente do mundo inteiro e como eh a rotina de um morador de cada cidade. Recomendo!
Eu sou membro do Hospitality Club (www.hospitalityclub.org) ha quase 2 anos e simplesmente adoro o site. Ja recebi 4 pessoas nesse periodo e nunca tive problemas, alias, sempre tive boas experiencias e nas longas conversas com meus hospedes pude viajar um pouco sem sair de casa.
Ja fiquei na casa de estranhos na Europa tambem e nao tive problemas.
A melhor coisa para mim sobre ficar na casa das pessoas eh ter a oportunidade de conhecer os habitos e costumes de um povo que normalmente nao teriamos oportunidade se ficassemos em um hotel ou albergue.
Meus amigos,
Sou couchsurfer desde 2004 e não posso dizer melhor deste projecto.
A única coisa que vos posso dizer é que exprimentem.
Vão adorar !!!
Deêm uma olhadela no meu perfil e vejam os amigos que tenho or esse mundo fora …
http://www.couchsurfing.com/profile.html?id=4OPRXK
Quero ver todo mundo se registando
João Martins ( W123 )
Portugal
Pessoal,
Entendo o medo de hospedar estranhos ou ser hospedado por eles. Mas agir sempre na defensiva é uma atitude imatura; é preciso que se lembre que viver sempre foi perigoso, estranho e absurdo, mas que também proporciona momentos mágicos. Disso tratam toda a literatura, toda a filosofia; enfim, todos os conhecimentos e artes que nossa espécie já produziu. É preciso que se aprenda a entender o absurdo, a lidar com o perigo, e a não ter medo do que é estranho. Momentos mágicos acontecerão se não andarmos a todo tempo tentando fugir de possíveis desastres. Se proteger da chuva é bom, mas se molhar nela também. Viver numa redoma mental é uma das piores prisões. Cair no maniqueísmo primeiro x países periféricos é outro reducionismo a ser evitado, pois se corre o risco de se cair no tom fatalista-conformista-colonizado ao qual estamos acostumados e no qual fomos criados. O cinismo contemporâneo gera cada vez mais o ensimesmamento. Vivemos aprisionados no nosso ego, crendo que o investimento em nós mesmos é nossa liberdade: pode ser uma grande prisão. Estamos presos dentro de um ideário capitalista e vivemos e achamos natural e imutável essa ordem do toma-lá-dá-cá. A idéia de abrir sua porta – sem pedir NADA em troca – a estranhos é uma idéia fantástica que foge desse sistema de trocas capitalistas que rege tudo (inclusive as relações humanas, se vocês pararem para pensar). É perigoso, há que se admitir, mas onde não há perigo?
Sou voluntário do projeto Couchsurfing. Proponho que quem não conhece o projeto acesse o “site” e o investigue. É de bom tom falar se evitar falar sem idéias pré-concebidas. A nous la liberté.
Tres bien!
O couchsurfing é muito legal….
Sou membro de ambos HospitalityClub e CouchSurfing. Recentemente me juntei a um pessoal mais doido ainda, os TravelBuddies que dividem viagens pelo mundo afora.
Por exemplo, você está na Espanha sozinho e quer ir pra Catalunha, então acha alguém que também vai fazer o mesmo itinerário e vão juntos.
Pessoal já conheci 9 países pelo CS, se não fossepor ele eu não teria condições financeiras de fazer isso. O CS ainda é confiável, mas como muita gente têm entrado recentemente, bem…
OI. EU QUEORO PARTICIPAR DESTE COUCHSURFING. O QUE EU DEVO FAZER? QUERO OFERECER A MINHA CASA E TAMBÉM QUERO SER HOSPEDADO EM OUTROS LUGARES TAMBÉM.
eu gostaria de hospedar pessoas pessoas da europa ou estados unidos, e outros, aqui na amazonia, pesquizadores, pessoas, interessadas em meio ambiente, estudantes ou formados, faser intercambio.Comentario,gostei muito da ideia, e maravilhoso, conhecer o mundo ,pra quem ainda nao conhece a amazonia, estou aqui, para recepciona-los, sou uma lady meia idade,gosto da natureza e sou feliz muito feliz,ja viajei pra varios paises, e bom quando temos alguem pra nos receber, bem vindos, a casa e sua, me procure, lady da selva lady marianne brasil
oie!! tb disponibilizo minha casa e meu sofá moro em Ribeirão Preto-sp!!
Amei todas as dicas !quero aderir!
Sou casada e nos cadastradamos no couchsurfing faz pouco tempo, sou de SPaulo mas moro na Alemanha. Já troquei mensagem com pessoas de várias partes do mundo, todas me pareceram cultas e sinceras, até tem um caso curioso de um rapaz da Islandia que acabei descobrindo no couch que fala português, pois morou no brasil alguns meses, acho isso tao bacana, como pode né, alguém de terras tao geladas falar nosso idioma, achei incrível!!!
Hoje estou recebendo um Inglês aqui na minha casa em Berlin, ele já esteve na casa de outra garota aqui, parece confiável, vamos ver…
E parem de pensar coisas negativas, sei que nao é fácil viver no mundo atual com tanta violência, mas se ficarmos pensando nessas coisa só vai atrair o negativo, vamos semear coisas positivas.
Aguardem cenas dos próximos capitulos…
Paz a todos!
eu gostaria de saber um pouco mais sobre este tipo de ospedagem
Oi Ricardo! Já sabia e acho super legal. Mas, o que está me interessando muito,no momento,é troca de casa/apto. Vi isso no filme “O Amor não Tira Férias” e adorei a idéia. Eu e meu marido viajamos todos os anos para a Europa e eu nunca havia comentado com ele por achar que ele não gostaria da idéia. Não é que gostou? Você sabe de algum site confiável que tenha esta proposta???
Morando no Rio de Janeiro, acredito que seria +/- fácil encontrar
alguém disposto a trocar de endereço conosco por algum tempo. Acho super interessante e adoraria experimentar com,quem sabe, 2 semanas na Toscana!!! Aguardo notícias! Um abraço e parabéns pelo blog.
http://www.trocacasa.com
Olá!
Conheci o site há quase 2 anos quando estava fazendo intercâmbio no EUA – site muito popular por lá! No noite de ano novo de 2009 para 2010 tive a minha primeira experencia, morava na fronteira com o Canadá e fui sozinha passar uns dias em Vancouver. A noite foi de pura diversão, desde que cheguei senti-me bem recebida. Fiz otimos amigos naquele fim de semana que tenho contato até hoje. Depois viajei mais pelos EUA sempre como Csurfer, o que sempre foi otimo para fazer amigos, ter uma visão diferente da cidade, ter um contato direto com o nativo.
Quando voltei ao Brasil comecei a hospedar pessoas do mundo todo, até hoje já recebi mais de 60 pessoas no meu apartamento, conheci mais de 100 csurfer, e fiquei hospedada em mais de 30 lugares.
Conheci pessoas incriveis, que nunca vou esquecer, que me ensinarão lições valiosissímas, pessoas que foram bondosas comigo quando eu precisei. Para mim, é muito mais que uma ‘hospedagem gratuita’ – Csurfer para mim é uma forma de vida.
Vi o post sobre couchsurfing e tive que vir conferir! No Brasil essa idéia nunca passaria pela minha mente, mas. Morei em Barcelona por 5 meses, me cadastrei na comunidade e me encantei com a hospitalidade virtual e a real, é claro! A primeira frase: “esse não é um site de encontros e relacionamentos amorosos” ou algo do tipo. Resumindo. Hospedei 1 Alemão cordial e um Húngaro Baladeiro. Morava com mais 3 pessoas e sempre conciliamos. Os hóspedes durmiram no sofá, fizeram turismo, viramos amigos ( O húngaro até veio pro Brasil nos encontrar) e recomendo pra quem quer se conectar na Europa. Existem formas de assegurar, através das redes de comentários. A comunidade possui embaxadores oficiais em cada país… Na próxima viagem a Europa, com certeza vou tentar um dias! Vale a dica!
Eu faço parte do COuch surfing e adoro. Estou desde 2007 e tenho o selo de pioneira, já hospedei muitos no Rio, e hospedo agora no norte, onde muitos vem atras da Amazonia, um barato, uma verdadeira respirada na alma, quando não podemos nos deslocar, eles trazem a viagem até nós. Bastante seguro, precisa testar.