Charada da sexta: sem pistas

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

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Desta vez, numa tentativa (provavelmente vã, mas, enfim...) de diminuir as chances do Alessandro, a charada vai sem dicas.

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Só vou dizer que eu não conhecia este lugar, que acabou se revelando um dos ................. mais interessantes de .............................. .

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Alguém se habilita?

69 comentários

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Mira Harari
Mira HarariPermalinkResponder

Oi eu to espamntada com o conhecimento da turma e as lembranças ótimas que tabém tenho de Santos -o pior é que eu fiui neste museu logo que abriu mas estava meio desorganizado, com os arquivos em caixas e o bondinho parado.. qdo. vi as fotos tbém pensei no bondinho de Santa Tereza ou de Tirdentes bjs Mira

Sandra Mello
Sandra MelloPermalinkResponder

Emilia, Carol e Majô:
Acredito q o prazer da viagem a Santos comece na estrada. Seja na Imigrantes, hoje uma grande avenida q liga SP a baixada, seja pela Anchieta, que tomando cuidado é estrada repleta de lindas paisagens.
Lá embaixo não tem nenhum passeio especial, não.
Andar e apreciar o calçadão, tomar um sorvete sentado nos banquinhos, apreciar a beleza do pôr do sol...
E é claro, a bolsa do café, a igreja do Valongo, o Orquidário - na divisa de Santos com S. Vicente, o Aquário.
Nunca encontrei um restaurante assim, notável, mas sempre gostei de ir no Bar e Mar. Não sei se ainda é aceitável.
E um restaurantezinho bem gostosinho e prático é o q fica na frente da Bolsa do Café, não me lembro o nome, mas fica na esquina da frente mesmo.
Se pudesse ser chata, falaria para tomarem cuidado com o pastel da Carioca. É famoso. O Covas encomendava dúzias de pastéis. Cansei de ver Procuradores levarem pastéis para casa. Também cansei de ver baratinhas passeando no local...
Bjs,

Ricardo Freire

Sandra, você acredita que eu nunca comi no Rancho da Empada? Mas eu tinha vontade de ir desde o tempo em que o lugar era um trailerzinho na Sena Madureira.

Para quem nunca ouviu falar:
http://www.ranchodaempada.com.br/

Majô
MajôPermalinkResponder

Sandra,

Só a Bolsa do Café pra mim já vale o passeio, mas como não moro em Sampa, fica mais longinho. Acho que a Imigrantes engarrafa muio no fim de semana.

Majô
MajôPermalinkResponder

faltou completar a frase - não é ?

Majô
MajôPermalinkResponder

Sandra,

Falando em baratinhas, se você entrar na cozinha da grande maioria dos restaurantes, você não come.

Diogo
DiogoPermalinkResponder

Majô, podemos contar com a tua presença amanhã, na Con VnV enção?!

--> dizem que tem duas coisas que a gente não come após tomarmos conhecimenti: a cozinha de restaurante!

Diogo
DiogoPermalinkResponder

Já que ninguém perguntou qual é a segunda coisa, eu não vou responder então wink

Sandra Mello
Sandra MelloPermalinkResponder

Majô:
O pior foi saber através de uma amiga minha, que meu ex-restaurante-preferido tinha sido fechado pela Vigilância Sanitária. Em Santos, mesmo.
rsrs.
Agora tem um buffet infantil instalado no local...

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Qual é a segunda, Diogo? (rsss...)
Adoro as empadas do Rancho da Empada, mas nunca comi as doces. Vale a pena experimentara de palmito que é uma coisa...só não vale estar em dieta!
Sandra, realmente, só de descer a serra já começa um passeio a Santos.
Tem alguns passeios legais a pé pelos marcos históricos na serra, só não me lembro a agência que faz esse roteiro.
Na última vez que desci fui ao Mar e Bar, não é aquele que fica em São Vicente, perto da Ponte Pênsil? Estava gostosa a comida, sim.
Só sinto não ter experimentado descer a serra pela antiga estrada de Santos (eu prefiro as curvas, da estrada de Santos, onde eu posso esquecer...)

Majô
MajôPermalinkResponder

Diogo,
Eu adoraria !! Sei que eu ia dar muita risada com você e a Sylvia. Masss, eu já disse pensem forte que de repente eu me materializo na frente de vocês rsrs
Não tô com essa bola toda, passar algumas horas do domingo em POA, cadê o helicoptero ?

Mas, TIREM FOTOS !!!!! Claro, além de vocês, também dos sofás na calçada chiquérrimos que a Sylvia falou.

Sandra,
Inclua nisso os restaurantes chiques. Moramos em Ipanema muitos anos, num ponto residencial ótimo. Nosso ilustre prefeito, alguns anos depois modificou o zoneamento daqueles quarteirões todos para turístico, e aos poucos as casas em volta de nosso prédio viraram restaurantes, todos muito chiques por sinal. Passamos a ter problemas com, nem te conto, camundongos. Devido à origem do problema, passamos a ter que visitar as cozinhas desses restaurantes e óbvio pela falta de asseio e pelo lixo que os restaurantes deixam de madrugada na calçada, vira tudo um playground de ratos.
Justiça seja feita, havia um restaurante alemão com ótimo chopp, o Alpino no Jardim de Alah e tinha um cozinha impecável limpa. O dono, Sr. Herbert expontaneamente, levava qualquer cliente para visitá-la.
Há alguns restaurantes hoje em dia que têem a cozinha envidraçada, como o do Alex Atala, mas acho que são poucos.

Beto
BetoPermalinkResponder

Sou de Santos, portanto posso garantir:
1) Os pastéis do Carioca (praça Mauá, ao lado da Prefeitura) são pura lenda de santistas; fritos em gordura suspeita, falta higiene sim; e tenho inúmeros testemunhos de desarranjos, inclusive deste que vos escreve. Portanto, não caiam nessa.
2) Passear no Centro de Santos é melhor nos dias de semana, pois é quando tudo funciona; vale pelo conjunto arquitetônico (ainda mal cuidado, mas em lenta recuperação); e pela história do café (bem representada pelo prédio da Bolsa Oficial do Café, onde funciona um pequeno e interessante museu e uma cafeteria bem charmosa).
3) Para comer, no Centro, somente até o almoço do sábado, tem o Café Paulista, o mais antigo e melhor restaurante da cidade, bem em conta e supertípico do período em que o café transformou Santos na segunda praça financeira do Estado (isso já passou, faz tempo). Como sugestão, peçam a Garoupa à Guanabara (o lombo do peixe grelhado sobre um arroz de palmito), mas podem arriscar nas sugestões do dia. Tudo sem luxo, é um restaurante voltado para quem trabalha nas redondezas, um pouco barulhento e não tem ar condicionado. Mas é típico. Talvez, único.
4) É também durante a semana que o passeio de bonde é mais legal, porque a Cidade (é assim que chamamos o Centro) está cheia de gente e, se estiverem com sorte, poderão sentir o perfume do café torrado que exala das empresas de classificação do produto, para exportação. O bonde sai da praça Mauá, durante todo o dia (inclusive sábados e domingos), e faz um passeio de 15 minutos, mostrando o principal do conjunto arquitetônico mais interessante.
5) Para aproveitar o dia, vale um passeio pela orla, até o Aquário Municipal na Ponta da Praia. É simples, mas é divertido e o visual da orla naquele trecho é lindo, principalmente no fim de tarde (o sol se põe no lado oposto da baía), e deve ser curtido a bordo de um coco verde gelado.
6)Se quiserem um restaurante de praia, vão ao Armazém, na rua da Paz, bairro do Boqueirão, a uma quadra do Canal 3 (vocês sabem, a cidade é cortada por 7 canais, projetados pelo eng.sanitarista Saturnino de Brito, no começo do século, para acabar com as epidemias que infernizavam a cidade). Nessa mesma rua da Paz, tem o melhor chope de Santos, no Bar do Heinz, que está sempre lotado. Se você for um pouco mais alternativo, na ruazinha que tem em frente ao Heinz está um pub chamado Badovic, com chope Brahma da melhor qualidade.
7) O melhor de Santos é a tranquilidade proporcionada por uma cidade pequena, bem urbanizada, razoavelmente segura (em comparação com Sampa e os municípios vizinhos da Baixada), boa de andar a pé e de bicicleta. Boa pra fazer uma con VNV enção...

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Santos

Eu realmente acho uma Cidade simpatica para um passeio despretensioso e relaxante, pelos motivos que voce falou....

Tem passeios de barco para o forte, o orquidário, que tem um zoologico com gaiolas onde se entra dentro e se fica junto com os pássaros, o charmoso teleferico do monserat. A unica pena, é que não há hotéis baratos e bons. Ou alguem conheçe um para indicar?

Helenice
HelenicePermalinkResponder

Tão sensacional quanto a charada foi a matéria no Turista Urbano. Riq, sua caraterização de imigrante estava simplesmente fantástica.
Agora, falando em Pousada Ibirapuera, o Celso estará de férias em maio (com reforma e tudo mais). Indicou-me a Pousada do Serrote.
Beijos.

Ricardo Freire

Ha ha, Helenice, não ficou bem explicado, mas aquelas roupas são de lá mesmo, para quem quiser tirar fotos de época num estudiozinho próprio para isso.

Tem certeza de que você quer ir em maio? Maio ainda e meio chuvosinho por lá...

Não conheço a Pousada do Serrote. Antes de fechar, compare os preços com a Jeribá, que tem uma localização ótima (só não é pé-na-areia porque está meio em cima de um barrancozinho) e não é das mais caras.

E evite a Blue Jeri -- lá você é o turista-que-não-tem-grana-pra-ficar-no-Mosquito-Blue.

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Riq, eu fiquei na Blue Jeri nesta virada de ano (foi o melhor custo-benefício que encontrei dos meus orçamentos). Não tem nem comparação com o Mosquito Blue, são duas coisas bem diferentes, mas não me senti discriminada não...rss....
As duas coisas que destacaria como negativas são: falta de área de 'living' (são só quartos e as duas piscininhas) e a área do café da manhã que é pequena.
O quarto que eu peguei era ótimo, um dos maiores, e a piscininha no topo, apesar de pequena, tem um visual lindo, tanto que em alguns dos dias nós vimos o pôr-do-sol lá mesmo, ao invés de subir a duna.
Dá para usar a área de praia do Mosquito Blue, o que fizemos só em um dos dias. Nos outros nós preferimos ficar no Clube dos Ventos, o lugar tem um astral meio gringolândia, mas bem mais bacana.

Ricardo Freire

Emília,

Fiquei na Blue Jeri ano passado em setembro. Reservei duas noites por telefone. Me pediram o número do cartão de crédito para debitar a primeira noite antecipadamente.

Tudo bem.

Daí cheguei às 16h30 na pousada, vindo do ônibus de Fortaleza. Chego na recepção, e a recepcionista me pede de novo o cartão de crédito... para debitar a segunda noite.

Jeri estava cheia? A pousada estava cheia? Nada. Isso é claramente procedimento de quem já viu muita gente abandonar a pousada no meio da estada.

Mas onde está a maquininha do cartão de crédito? No Mosquito Blue, claro. E quem disse que eu posso subir no meu quarto, largar a mala, sair correndo pra duna pra ver o pôr-do-sol?

Nada. Tenho que esperar a impávida recepcionista pegar o meu cartão de crédito, ir até o Mosquito Blue para debitar a minha noite seguinte. Não preciso dizer que demorou séculos e que perdi aquele pôr-do-sol. Tudo bem que já era o meu 15o. pôr-do-sol em Jeri, mas podia ter sido o meu primeiro, concorda?

No dia seguinte, fui pegar praia no Mosquito, para testar o restaurante e o atendimento ao hóspede da pousada-satélite. Descobri que o hóspede da pousada-satélite não tem regalia nenhuma. Não pode botar os gastos na conta: tem que saldar na hora. E ainda ouvi TRÊS vezes a frase: "Mas não pode usar a piscina, hein?". Sendo que eu não perguntei, nem ameacei, nem sequer olhei de esguelha para a piscina.

E pra piorar tudo achei o café da manhã fraco e as instalações da pousada bem inferiores ao que o site dá a entender.

Resumo: adoro o Mosquito Blue, faço a maior propaganda, mas achei a Blue Jeri um lixo. Fora de temporada, pelo mesmo preço dá para ficar em pousadas muito mais simpáticas e freqüentar o restaurante do Mosquito sem ser tachado de pobre.

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Puxa vida, Riq, que zica...acho que dei sorte, além também de não ter os olhos tão treinados para ver os detalhes (em férias a gente acaba relevando também algumas coisas).
Entendo perfeitamente a tua aversão à pousada. Para mim estava ok (como falei, falta charme, não tem cara de lugar gerido pelo dono), mas também eles não deram mancada.
O atendimento lá na Mosquito eu não gostei porque eu cheguei cedo para a praia e eles ainda estavam servindo o café da manhã, não tinha ninguém para atender. Por isso a debandada para o Clube dos Ventos (eu achei aquele trecho da praia mais simpático para banhos também).
Da próxima vez, vou ficar na Vila Calango, haha! (Posso sonhar, né? wink )

Ricardo Freire

Emília, apesar de gostar do Mosquito, eu também sou mais a prainha do Clube dos Ventos smile

E eu não acho que eu tenha dado azar na Blue Jeri, não: eu dei sorte de chegar do jeito, no dia e na hora certos para perceber que aquilo é só um side-business caça-níqueis do Mosquito Blue (um hotel do qual eu gosto e continuo recomendando). Tenho certeza de que o meu dinheiro teria sido melhor investido numa pousada que seja o negócio principal do seu dono...