Enquete da semana: berimbaus

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Atire a primeira mala de mão o turista que nunca comprou um berimbau.

Não, não: não ache que você ficou fora dessa só porque resistiu bravamente a comprar um arco-e-flecha de capoeirista nos mercados-modelo da vida. Esse meu berimbau é metafórico.

Qualquer coisa que você compra no impulso e depois se revela um trambolho para carregar durante toda a viagem é um berimbau.

Por exemplo. Adquiri meu primeiro berimbau na minha primeira viagem sozinho. Foi há mais ou menos uns três séculos. Eu tinha 15 anos e estava numa excursão à Disney. Eu morria de remorso de estar lá, quando minha irmãzinha de 8 anos tinha ficado em Porto Alegre. Então, na primeira lojinha em que entrei na primeira manhã na Disney, comprei meu primeiro berimbau: uma Minnie enorme, praticamente do tamanho da minha irmãzinha. Carreguei a Minnie aquele dia inteiro na Disney, e depois no ônibus pra Miami e finalmente no avião para o Brasil. Põe berimbau nisso.

Meu berimbau mais pesado foi um jogo de 6 pratos de porcelana pintados a mão comprados na fábrica em Vietri, na Costa Amalfitana. Eles viajaram com a gente à Sicília, a Malta, a Paris e Amsterdã. Sempre sentadinhos no colo, como bebês-berimbau.

     pratos401.jpg

Agora é a sua vez. Conta pra gente sobre os seus piores berimbaus. E como eles se comportaram durante o resto da viagem até chegar em casa.

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117 comentários para “Enquete da semana: berimbaus”

  1. Riq, :-)
    Acho que nao da para chamar seu bebe-berimbau de berimbau!! Os pratos sao lindos!!! Eu carregaria com o maior prazer!!
    Os berimaus que comprei foram para meu pai: primeiro um livro ENORME do Michelangelo em Miaimi. Depois uma garrafinha de Murano, com Grappa de Brunello, comprada em Siena. Esta eu poderia chamar tb de bebe-berimbau!! Ele amou! Nunca tomou, nem abriu; considerava uma joia; ainda a tenho guardadinha na cristaleira.
    Uma vez, ele me pediu que fosse a uma feira na França e procurasse por uma balança romana. E disse que não teria como carregá-la e ouvi a respostâ: “Joga fora algumas roupas e me traz a balança”!! Ainda bem que ele não tinha o hábito de viajarç seria o rei dos berimbaus!!
    Ah, já ia esquecendo. Perto da lagoa de Jacumã, no RN, uma prima me fez comprar um coco, esculpido na forma de uma cabeça, com pinga dentro. Mas a condição que eu coloquei para comprá-lo foi que ela carregasse pelo resto da Viagem (incluindo Pipa e Noronha!!)

  2. Claudio,

    Ainda bem que a viagem deles não era a mesma! :)
    PS: vc já viu como bacalhau fede?? rs Ela deve ter impregnado o avião! rs

  3. Bom, acho que meu berimbau foi resolver trazer camarão na mala de mão de São Luis do Maranhão. Coloquei a mala no compartimento de bagagem e no meio da viagem começou a vazar aquela água de camarão na cabeça da passageira sentada a minha frente, hahaha. Mas Graças a Deus, ela deve se perguntar até hoje de onde veio aquele cheiro maldito de peixe da sua roupa quando chegou em casa :)

  4. Meu primeiro berimbau também foi na Disney. Um Dumbo gigantesco que eu tive que no final comprar uma mala nova só pra comportar a tralha.
    O segundo foi na minha primeira vez em Buenos Aires, onde resolvi comprar varias garrafas de vinho e depois tive que carregar o peso pra Montevidéo e Punta!!

  5. Estou impressionado com a quantidade de berimbaus que estão viajando pelo mundo.

    No meu caso, o pior aconteceu durante a lua de mel porque eu e minha esposa estávamos com duas malas grandes e pesadas, e durante a viagem compramos uma rede enorme (daquelas reforçadas para duas pessoas), 1 tapete grande, 3 tapetes pequenos, presentes para os familiares, uma caixa grande de enfeite e outros itens menores.

    Para piorar as malas já estavam no limite do peso e não queriamos pagar excesso de bagagem e por isso iríamos tentar levar rede, tapetes, caixa, presentes, etc. como bagagem de mão.

    Nossa sorte foi que no aeroporto de Maceio encontramos um atendente da Tam que ajudou a levar as malas para o check in e convenceu o cara a despachar 9 quilos de bagagem extra sem pagar nada.

    Foi a salvação porque mesmo assim ainda levamos um monte de coisa na mão, tanto que na chegada em BH, como aquelas inúmeras sacolas em cima do avião, os passageiros passavam e falavam: “um monte de gente esqueceu bagagem aqui”.

    E nós respondíamos: “ninguém esqueceu não, é tudo nosso”.

  6. Ha ha ha. Pessoal, essa enquete tá saindo mais engraçada que a encomenda… :) :) :)

  7. Acabei de lembrar de um narguilé que comprei na Turquia. De vidro, veio numa caixa, embrulhado em jornal e plástico-bolha. O pior é que eu não usei ele ate hoje.

  8. Riq, mudando de pau pra cavaco…

    Lembra da notícia daquele resort no Brasil que iria abalar a capital da Jordania? Ficou sabendo de mais alguma coisa?

    Fique curioso! ;)

  9. Bruno, não sei se li na imprensa ou se me contaram no Txai que o Mr. Aman não acha graça no litoral brasileiro. Que se sair alguma coisa, seria na Amazônia…

  10. Nossa!!!!!!Meu “berimbau”, foi uma Panela de barro, com tampa em forma de galinha…”ENORME” …… achei que minha mãe ia adorar!!!!Carreguei aquilo por todo o nordeste……..e minha mãe……não deu a menor bola….e nunca usou!!!!.

  11. Meu último berimbau foram vários saquinhos de polpa de frutas exóticas congeladas,trazidas dentro do avião,presas ao assento do passageiro da frente,embrulhadas somente em jornal e plástico,já que não consegui um isopor…Com o atraso dos vôos fiquei rezando para aquele monte de polpa congelada não derreter e inundar o avião,rs,rs

  12. Ricardo, há pouco escutei sua crítica sobre as 7 maravilhas do mundo. Gostaria de parabenizá-lo primeiro pela redação do texto e segundo pela pertinência. Nossos governantes precisam entender que o Brasil necessita de senso de urgência, não vai ser Pan nem 7 maravilhas do mundo que vão reduzir a sensação de descaso do governo com os brasileiros. Sou fã de seu programa, parabéns! Um abraço, Carolina.

  13. Eu já carreguei berimbau alheio.

    1 – Levei uma panela de pressão (!) pro Chile…encomendas desagradáveis.

    2 – Já levei um cobertor de lã andina que deve pesar uns 10 kg, porque meu pai disse que eu passaria frio na Cordilheira…hahahaha

    3 – Comprei uma prancha se surf no exterior, e trouxe de avião…O detalhe é que eu não surfo…

  14. Antigamente, sempre trazíamos algum artesanato, mas quase sempre quebrava ou rachava, hoje evito ao máximo e faz um tempio que não trago berimbaus. Mudando de assunto, mas aproveitando o gancho do Bruno, sabe como anda a mudança de rede do Tropical Cataratas?

  15. Gente, isso é uma verdadeira antologia do berimbau rs

    Sylvia, adoro sua praticidade, se o livro é seu, você arranca as páginas e pronto.

    Mô, quase morri de rir com sua família de berimbaus e seu berimbau gastronômico-fujão.

  16. posso sugerir outra lista tipo berimbau -as coisas que pedem pra gente levar ou trazer ( é um pacote pequeno não vai dar trabalho….)e que sempre viram um berimbau -quem coseguiu escapar de alguma roubada?

  17. Majô:
    Sabe aquela cara de interrogação com um olhar de pena?
    É assim que me olham quando arranco paginas e coloco
    um grampo, ou sublinho com o que tiver na mão.
    Mas afinal livro serve pra que ?
    Pra usar ou pra decorar a prateleira ?
    E sabes, eu adoro pegar os pedaços para usar de novo,assim como adoro saber que aquela havaiana rodou meio mundo,
    ou que aquela mala velha visitou lugares incriveis .
    Houve um tempo que eu era apaixonada por brechós, e
    ficava imaginando por onde deveria ter passado aquele
    casaco que estava pendurado.
    Os ” berimbaus” e tudo mais só tem sentido quando utilizados.

  18. Majô, ainda acho que a Paty e o berimbau-bacalhau é insuperável!! :)
    Também tenho o berimbau-madame. A 1a vez que fui para o exterior eu comprei uma frasqueira. Isso, com alcinha, preta, de couro, fecho com cadeadinho e tudo.
    Foi o meu maior mico, pois assim que cheguei no aeroporto, percebi que aquela tralha ia me azucrinar a viagem inteira. Dito e feito! Claro que ela não cabia na mala, e só deus além de mim sabe o quanto eu tava ridícula carregando aquela porcaria.
    Só faltou a máscara para dormir e as pantufas… :S

  19. O maior berimbau da minha vida foi qdo viajei com meus pais, ainda pqna para o Nordeste. Meu pai sismou com um facão de uns 80cm, todo decorado com sementes, escamas de pacu e rabos de tatu (!!!) e que tinha na ponta um bico de tucano (falso, não se preocupem !!!)…

    Imaginam a cena?!?!? Despachar não dava, era mto delicado, td “colado” com durepox e levar como bagagem d mào tbm não, afinal, era uma arma…

    Foi lá com o piloto na cabine !!! :D Mas continua pendurado na sala de casa, aquele bico de tucano cutucando a cabeça d qm não presta atenção !!!

    Dei mta risada com o bacalhau e os talheres !!!

  20. No século passado, num vôo de Salvador para São Paulo, meu marido saiu correndo pela pista do aeroporto com um ENORME vaso de cerâmica Marajoara. O motivo da correria foi que não tinham lugares marcados: chegou, sentou e nós, grávidos do 1º filho, queríamos sentar juntinhos. O vaso??? No 1º Natal enchi de terra e plantei o pinheirinho todo enfeitado. Após o Dia de Reis, ao tirar a árvore o vaso quebrou…..snif.

  21. TEnho uma história parecida com a da Karla.
    Durante uma viagem para João Pessoa, minha mãe atormentou alguns parentes procurando um raio de uma pánela de barro.
    Visitamos alguns mercados mas a velha não se contentava com nenhuma.
    Num gesto de suprema delicadeza, uma prima ofertou uma panela na hora de irmos embora.
    Minha mãe, do alto de sua sabedoria e arrogância me disse para deixar aquela “porcaria” lá no hotel mesmo.
    Indignada, trouxe a panela no meu colo o tempo todo.
    Aguentei bronca de meus pais e zombaria de meu marido.
    Cheguei em casa com cara de vitoriosa por não ter deixado quebrar meu troféu.
    Enchi de água e coloquei para ferver (como mandava as instruções locais)…
    A bichinha tava furada…
    Molhou todo o meu fogão e foi parar no lixo. Não tive compaixão nem para transformá-la em vaso.
    Bjs,

  22. Sylvia,

    Concordo com você. Cada vez mais, acho que é preciso dar utilidade às coisas. Praticar o desapego. Não vai mais usar, dá para alguém que precisa. Quantas de nós guardou o vestido de 1a. comunhão(mofando no armário). A roupa que está apertada, pra quando emagrecer, não sabe quando. 200 copos no armário que você jamais vai conseguir usar todos, e por aí vai. Portanto, concordamos os “berimbaus” que não vai usar, dá para alguém que os utilize.

  23. E ai né Majô, vamos aprendendo que o melhor
    que podemos fazer é adquirir menos e viver mais.
    Um dia vamos aprender de verdade que a regra
    do ” um é melhor ” é o maximo !!

  24. Sylvia,

    Sabedoria chinesa :)

    Mô,

    Pode ir lá na comunidade VNV colocar esses micos todos rs.
    Isto está a melhor que qualquer peça de besteirol !! :)

    Também morri de rir com o “berimbau bacalhau” da Paty e os 3 faqueiros da mulher do Jorge

  25. Dei muita risada com todos os berimbaus por aqui.
    Eu também trouxe, com 15 anos, um urso GIGANTESCO da Disney, que teve que vir no colo. Já trouxe outras coisas também que juro que no meio da viagem eu tinha vontade de jogar no lixo. Mas quando eu compro uma coisa que eu realmente quero, depois fico tão feliz com ela que até me esqueço o trabalho que deu pra carregar, por isso, fora o urso, não estou me lembrando de mais nenhum. Minha Mãe e minha Tia são totalmente malucas. Já trouxeram TUDO dos Estados Unidos, incluindo aparelho completo de jantar (um pouco na mala de cada um), faqueiro, mesinhas, até um móvelzinho de pendurar na parede. Fora vários abajours que a cúpula tinha que vir na mão. mas tudo valeu super a pena!

  26. Meu maior berimbau foram 4 cartazes gigantes da Coca-Cola dos anos 50 que compramos em Paris e que nos acompanharam de carro pela França até a Espanha, de trem até Portugal e de avião de volta ao Brasil. Eles foram desmontados e embalados em um embrulho gigante de papelão. Em St Paul de Vence nosso carro, que estava estacionado numa área onde haveria uma feira pela manhã, foi rebocado com eles dentro e posteriormente recuperado. No trem, tiveram que ficar em um lugar especial devido ao tamanho. Chegando aqui, foram devidamente emoldurados. Alguns estão aqui em casa e outro está em um antiquário em São Paulo.

  27. Na realidade, tenho dois para contar: meu e de minha cunhada.
    Morei no interior de Pernambuco por uns anos, e lá come-se peru como comemos frango, ou seja, quase todos os dias. Era vizinha de uma senhora simples, mas adorável, que também simpatizou comigo. No dia em que nos mudamos de lá, tivemos que dormir em Recife, para o vôo no dia seguinte para Brasília. A vizinha aparece em casa com um peru morto, embalado em saco plástico, para presentear-me. Não podia recusar. Para ficar mais fácil o transporte, coloquei-o em uma sacola térmica; chegando no hotel, coloquei na geladeira; carreguei-o na manhã seguinte pelo aeroporto, avião, etc. Melhor da história: os pés do peru ficavam de fora (imaginem a cena!!!).
    A da minha cunhada, comprou, no Alto do Moura, em Caruaru, um conjunto completo para feijoada (pratos, panelas, travessas, etc), de barro (cerâmica), obra dos discípulos do Mestre Vitalino. Mas já imaginaram o peso daquilo? E o trabalho para carregar, levando em conta que viajaram de avião? Resumo da ópera: arrependeu amargamente, pelo cuidado para que nada quebrasse.

  28. Olha…eu não sei qual é o vencedor do embate: a estória do bacalhau da Paty ou a do peru da Helenice…(muitos risos)…
    Os pés do peru pra fora…ai, ai, ai…essa eu queria ver…

  29. Ôo Emilia , esperamos que estes relatos sejam
    historias e não estorias ; rsrsr
    Eu tb não sei qual é a melhor, mas me diverti um monte !

  30. Você tem razão, Sylvia…mas mesmo que fossem ‘estórias’ mesmo seriam bem engraçadas de qualquer maneira…

  31. Silvia e Emilia, no meu caso são verídicas, e quando surge algum assunto de nossa passagem pelo NE, o que mais fazem, meus filhos e meu marido, é caçoarem do inusitado da cena. Mas eu não podia falar para ela que era complicado transportar aquilo, afinal a senhorinha tinha paixão por mim e meus filhos. e aquele ato, para ela, era como se estive me presenteando com a coisa mais cara do mundo. O pior da história foi a empregada da minha cunhada não saber fazer peru… passar o que passei e ver como ficou… incomível. Mas Emília, quem viu a cena também riu, ou segurou para não rir. Beijos.

  32. Majô, merecem prêmios!! :)
    Berimbau de Ouro – bacalhau
    Berimbau de Prata – faqueiros
    Berimbau de Bronze – o peru
    Menção Honrosa – a sogra
    Concorda? rs
    Ah, nem vem! Lá na comunidade eu tenho cara de normal! :) rs

  33. Helenice,

    Hahaha Você quase me matou de rir, eu achei que os causos tinham acabado, mas lá vem mais :)

    Mô, :) :) :)
    Mô rrendo de rir outra vez. Esse resultado, demais :) . Mas, pensando bem você não acha que o bacalhau dá empate técnico com o peru ?
    Olha, se você não colocar esses causos no forum dos micos da comunidade do VNV, eu vou fazer copy/paste e vou mandar brasa com o seu causo da frasqueira. :) :D

    Sylvia e Emilia,
    Histórias ou estórias, seja lá o que for, acho que está sendo o post do ano !! É bom patentear, Riq :)

  34. correção de post para enquete.

  35. Majô, falando sério.
    O Berimbau Bacalhau é insuperável! Além de tudo, aquilo fede demais!! rs
    A divisão de faqueiros é tipicamente surto feminino..rs
    Infelizmente como viajo sozinha, meus berimbaus são todos meus, só meus! Não que isso seja uma coisa, digamos, boa…rs
    Eu te empresto a minha frasqueira, quer? :) :) :)
    Aliás, eu to dando ela!! É sua! Presente pra vc! :)
    Ou se preferir, faremos a premiação oficial e damos a frasqueira pra menina do bacalhau que eu já nem me lembro mais quem era! :) :) :)

  36. Ai ai…mas eu me divirto aqui! :)

  37. Mô, acho melhor concordar com você porque eu tô rindo sem parar, e outra, acho que quem sabe você pode dar como brinde no dia da premiação que por sua vez, poderia ser no dia da con VNV nacional.
    Não sei se alguém acha uma boa idéia.

  38. Mas minha gente, o melhor da vida é rir. Faz um bem danado.

  39. Mô, Sylvia e Emilia,

    Vocês não estão achando estranho o silêncio do comandante.

  40. Helenice:
    A-do-re-i a historia do peru com as penas pra fora do pacote.
    E me lembrei que um dia recem casada, resolvi convidar uns amigos pra jantar. Peguei um livro de receitas e resolvi fazer um perú ( é claro que eu não tinha a menor noção de que o livro
    era apenas um guia, era preciso saber fazer ( e eu não sabia
    naaada)). Um dos ingredientes era vinho branco.
    Como eu só tinha vinho tinto resolvi substituir por algo
    menos colorido e coloquei duas canecas de whisky.
    O perú foi pra historia como : o-perú-bê-ba-do
    Incomível !
    E eu nunca mais fui pra cozinha arriscar .

  41. Helenice,

    Lendo de novo pra mim, você foi hors concours ! :)

  42. Tava trabalhando, Majô…

    E Sylvia, com esse peru no whisky inventaste o peru escocês muito antes do chester!!!

  43. Meu berimbau metafórico foram várias caixas de alfajores Havana, comprados em Buenos Aires. Eu sempre faço “propaganda” e acabo ganhando de todos os amigos que vão lá. Inventei de retribuir e carreguei esse peso morto por toda a viagem… Agora, eu já peço: não me tragam alfajor Havana…rs
    Em uma viagem anterior a Buenos Aires, meu marido enlouqueceu com os preços dos vinhos argentinos premiados e comprou 16 garrafas de vinho e uma mala nova pra colocá-las…Vieram espalhadas no meio das roupas, sendo 2 na minha bolsa de mão. Por milagre, chegaram todas inteiras. Pior é que eu não bebo…rs

  44. Gente, eu sou uma pessoa “social” (rsrs) e minha regra número um é jamais incomodar ninguém que esteja viajando comigo, isso inclui as pessoas que eu não conheço. :(
    Meu berimbau-bacalhau não fedeu nem um pouquinho. Ele estava super embalado em filme plástico, congelado, várias camadas de jornal e mais plástico intercalados. O peso dele quase dobrou por causa da embalagem que meu pai fez. Fora isso, ele estava congelado, o que diminui significativamente o cheiro. E, acho que vcs não prestaram atenção, mas eu mandei o bacalhau no porão do avião (e não na cabine comigo), pq isso é uma técnica sabiamente desenvolvida por brasileiros que moram em lugares onde uma comidinha normal não é tão fácil de ser encontrada. Quando vc congela alguma coisa e põe no porão do avião, como a temperatura durante o vôo chega a 50 graus negativos e se mantém muito baixa em todo o trajeto, ela permanece congelada até o fim da viagem. Foi assim que ele chegou na Turquia: perfeitinho e sem aquele fedor terrível. O problema é que estes cachorros de alfândega são treinados pra farejar quantidades mínimas de substâncias suspeitas mesmo que elas estejam disfarçadas, o que eu acho muito certo, mas que quase me deixou sem meu bacalhauzinho.
    Bjs pra galera!

  45. Em uma viagem a Santiago do Chile comprei uma girafa de madeira enorme linda para dar de presente para minha mãe que uma vez tinha visto uma numa agencia de viagens e havia se encantado.
    O problema? eu estava viajando de mochila (mochilinha pra ser exata), sozinha e parando em albergues, andando de onibus… foi uma alegria vigiar a girafa a viagem inteira e quase não dormir no vôo pra cuidar que ninguém encostasse nela.
    No final das contas tudo valeu a pena com a alegria da minha mãe ao receber o presente.

  46. Paty,

    A interpretação do bacalhau fedorento foi minha! :)
    Mas pelo pacote de risadas criado na sua situação na alfândega, ainda acho que você merece o troféu.
    Eu realmente adorei o seu berimbau! :)
    Ah, vai, a frasqueira é bonitinha! Vc vai gostar do prêmio! :)
    Se não, dá pra Majô…rs…ela vai a-do-rar ganhar! :)

  47. Jah sei qual vai ser o cardapio da Convencao Nacional do VNV…
    Bacalhau Turco da Paty e Peru Pernambucano da Helenice na cabeca!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!…Claro, convidada de honra, a Sogra do Jorge :)

  48. Gargalhadas, Claudio! :)
    Não esquece que tem premiação e que a/o vencedora/o leva a minha frasqueira! :)

  49. Rindo…virou ‘vencedorO’….eh, pressa de escrever bobagem… :)

  50. Estava ate triste de nao ter uma historinhinha pra contar, eu procuro comprar roupas com mais bolsos pra nao ter que carregar nem bolsa, mas lembrei de uma, certo dia o rapaz que estava fazendo check in do meu lado despachou uma jaca para a Jordania, pelo inusitado da coisa todos que estavam perto começaram a palpitar sobre qual a melhor maneira de levar a tal da jaca…no fim o rapaz pegou a jaca, colocou numa caixa de papelao, fechou e mandou assim mesmo, ele disse que era uma encomenda da sogra, ate hoje imagino a condiçao que chegou a “frutinha” la.

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