St. Maarten / St.-Martin pro EduLuz
Já faz uns sete meses que o EduLuz me perguntou: “Mas afinal, vale a pena ir pra St. Maarten?”. Trata-se de uma pergunta que, de lá para cá, adquiriu importância para muito mais gente, devido à boa oferta de pacotes — e até de vôos charter, nas férias –que fizeram dessa ilhota do Caribe um destino repentinamente tão viável quanto Aruba, República Dominicana, Cuba ou Cancún.
E a minha resposta é: vale, sim. St. Maarten / St.-Martin tem uma bela coleção de praias, gastronomia de bom nível e preços que dá pra encarar sem muito susto. Mas não é um lugar para ficar parado: a hotelaria não é o forte da ilha, então não pense em férias plácidas, dessas de não sair da praia do resort. O bacana é alugar um carro e, mesmo tendo que enfrentar um trânsito florianopolitano, saracotear pelaí.
Muito se fala sobre os “dois lados” da ilha, mas na vida real a divisão é irrelevante. Não há sequer uma guarita na fronteira: apenas uma placa que saúda a sua entrada na parte francesa. Para facilitar as coisas, o inglês é a língua quase-oficial do lado holandês – e, pasme, também é falado fluentemente por quase todo mundo no lado francês. Só a moeda é que muda: em Sint Maarten os preços aparecem em dólar (o troco, porém, pode vir em florins antilhanos), enquanto em Saint-Martin os valores são expressos em euros (mas o dólar é aceito normalmente).
Bora dar uma volta na ilha? (Clique aqui para ver o mapa do Frommer’s.)
O aeroporto internacional fica no lado holandês, não muito longe da “fronteira” com o francês. E a primeira praia interessante fica logo nos fundos da pista: é Maho Beach.

Ali a diversão é fotografar os Boeings tirando fino da praia para pousar. No canto esquerdo da prainha fica o Sunset Bar, onde um quadro negro (pintado numa prancha de surf) informa os horários previstos de aterrissagem dos aviões maiores, e os alto-falantes captam as instruções da torre de comando.
No canto direito fica o Sonesta Maho Beach Hotel, oferecido em diversos pacotes; o hotel está um pouquinho envelhecido, mas as instalações não comprometem e a localização é ótima — além da praia com jatos que fazem ventinho na sua cabeleira, você tem à porta o centro comercial de Maho Village, com cassino, lojas e restaurantes, que não são nada demais mas quebram o galho naquela noite em que você não quer pegar carro para jantar.

Continuando na direção norte em 5 minutinhos (de carro; uns 15 ou 20, a pé) você dá na melhor praia do lado holandês: Mullet Bay, com águas calmíssimas, perfeita para levar crianças. Depois que os hotéis da área foram destruídos (há uns dois furacões), o lugar virou um parque – é lindo.

A praia seguinte, Cupecoy, está passando por um “boom” imobiliário, com vários condomínios tipo flat (”condos”) em construção; mas nada disso abala os nudistas (gays, no canto esquerdo; casais hétero, no canto direito) que há tempos se bronzeiam ao pé dessas falésias. Um dos “condos” mais novos, o The Cliff, é oferecido no pacote mais caro da Nascimento.

Passando Cupecoy – e sem sequer uma placa para avisar – você entra no lado francês. Da estrada não dá para perceber, mas este trecho tem o metro quadrado mais valorizado da ilha. As duas primeiras praias ficam escondidas por casas de milionários, mas têm vielinhas para acesso ao público (e pequenos estacionamentos).

A primeira (acima) é Baie Longue, onde fica o cinco-estrelas La Samanna (quer saber? não encontrei a praia tão azul-caribe quanto aparece no site do hotel, não; mas de todo modo, se é para torrar uma fortuna em hotel, eu escolheria uma ilha mais, ahn, exclusiva).

A praia seguinte é Baie aux Prunes (acima), também deliciosamente pouco freqüentada.
Para alugar uma espreguiçadeira nessa região, porém, você vai precisar achar a prainha de Baie Rouge.
Vamos continuar pela estrada. Você vai passar pela Baie Nettlé, que não é muito interessante no quesito praia mas tem um ou outro hotel grandinho, como o Mercure (que fica do lado de “dentro” da estrada, à beira da lagoa Simpson) e shoppingzinhos de beira de estrada.
Quando o trânsito ficar muito, muito ruim, você sabe que está se aproximando de Marigot, a capital do lado francês.
A beira-mar de Marigot não faria feio em qualquer vilarejo não muito famoso da Côte d’Azur; tem uma marina charmosa, cafés no calçadão e um shopping classudo (o West Indies).

Quem quer ficar a uma distância caminhável do centrinho de Marigot (e, assim, poder fazer todos os dias o footing mais gostosinho da ilha), a melhor opção é o Beach Plaza, um dos hotéis mais em conta dos pacotes. Dois bons lugares para comer em Marigot: na hora do almoço, um camarão com arroz-e-feijão (preparados juntos, como no baião-de-dois) no Enoch’s (Front-de-Mer de Marigot, tel. 05-90-87-50-69); para jantar, a cozinha francesa adaptada às Antilhas do Le Bistro Nu, das fotos abaixo (rue de Hollande, tel. 05-90-87-97-09; reservar).
Nas manhãs de quarta e sábado rola um mercadinho pega-turista no calçadão; eu não perderia a praia por causa dele, mas se o dia estiver nublado… por que não?

A praia em si não é o forte de Marigot; mas saindo da cidade, um pouquinho antes de chegar a Grand-Case você pode dar uma entradinha na Baie de Friars, que tem um barzinho agradável na areia.
Bem. Marigot pode ter lá seus restaurantes, mas a capital gastronômica da ilha fica a meia horinha pela estrada: é Grand-Case, uma antiga vila de pescadores que bem poderia estar, sei lá, no litoral da Normandia.
Ali o barato (em todos os sentidos) é comer num dos restaurantes rústicos com varandas debruçadas na praia, os “lolôs”; experimente a cozinha criativa do La Case à Rhums (56 Boulevard de Grand-Case, tel. 05-90-27-63-66).
Descendo pelo leste você chega à praia de Baie Orientale – ou Orient Beach, como é mais conhecida até pelos franceses.

Nos anos 80, esta era uma praia selvagem e de difícil acesso; por isso, foi adotada por nudistas. A fama e a especulação imobiliária, no entanto, colocaram a praia no mapa, e hoje Orient Beach é a mais movimentada da ilha, com muitos hotéis novos (todos baixinhos), como o Alamanda e o Esmeralda, e um clube de praia ao lado do outro — um dos mais animados é o Kontiki.

Mas o canto direito continua reservado ao nudismo, com um resort e quiosques de praia que dá para freqüentar sem roupa.

Como venta muito, o mar de Orient Beach é meio batido; querendo águas cristalinas, procure a linda praia de Le Galion, ali pertinho (fotos abaixo).
O que nos traz, então, à parte menos interessante da volta à ilha. De Orient Beach à capital holandesa, Philipsburg, há pouca coisa a ver – a não ser a placa da divisa, perto de Dawn Beach.

A propósito, Dawn Beach é uma praia pequena (fotos abaixo) que tem um grande hotel, também oferecido em pacotes. Trata-se do Westin, que foi recentemente renovado e hoje é o hotel mais moderno/atualizado da ilha. Mas como eu prefiro o eixo da outra “costa” (Maho-Mullet-Marigot-Grand Case), acho o lugar meio fora de mão.

Mais 15 minutos e você chega à capitalzinha holandesa. Philipsburg é onde aportam os navios de cruzeiro, e por isso tem aquele ar pré-fabricado que encanta os turistas americanos.
Muitos passam seu dia na ilha sem sair dali. A praia é bonita (para quem não se importa de avistar os naviozões tão pertinho) e há um calçadão com lojas, bares e restaurantes (que meio que morre à noite, quando os cruzeiros batem em retirada). Um dos restaurantes mais recomendáveis fica no canto esquerdo da beira-mar, já no caminho do porto: é o Green House (Bobby´s Marina, tel. 542-2941).
Para muitos visitantes de um dia só, a maior atração da ilha são as lojas duty-free, quase todas localizadas na ruazinha de trás da praia.

A baía onde está Philipsburg se chama Great Bay, e no final dela fica o hotel mais em conta dos pacotes da CVC: o Sonesta Great Bay. Eu cacifaria a (pequena) diferença para ficar no Sonesta de Maho Beach, porque esse de Great Bay só está perto mesmo de Philipsburg — e mesmo assim, de carro.
Passando Great Bay vem Little Bay, uma prainha com três hotéis (um deles, o Divi Resort, oferecido em alguns pacotes). Little Bay costuma receber ônibus de cruzeiristas que querem passar o dia na praia sem vista para o navio de onde saíram. É boazinha, mas também tem — na minha visão — o inconveniente da localização.
Terminando o nosso tour da ilha, a gente passa pela região de Simpson Bay — que é residencial à beira-mar mas cuja estrada funciona como o mais importante corredor comercial do lado holandês (o trânsito fica beem lento). Mas a praia é bonitinha.

Gostou do passeio? Pois não tente fazer num dia só: o trânsito não deixa.

Três fatores causam os engarrafamentos: 1) o entroncamento da estrada que liga Philipsburg ao aeroporto com a estrada que liga Philipsburg a Marigot sem passar pelo aeroporto; 2) a hora do rush vespertino; 3) a abertura da ponte elevadiça sobre o canal da Lagoa Simpson, um pouquinho antes de Marigot, que ocorre tanto em horários pré-determinados quanto em horários aleatórios, quando um dos iatões ou naviozinhos que estão ancorados por lá (a lagoa é um porto natural) paga para entrar ou sair fora do horário.

E se você vai passar a semana, aproveite para fazer incursões bate-e-volta a duas ilhas sensacionais: a sofisticada St.-Barth (US$ 89 e 40 min. num catamarã que joga muito, e entre US$ 40 e US$ 180 em 25 min. de teco-teco) e a paradisíaca Anguilla, (US$ 26 e meia hora de barco — saídas de Marigot a cada meia hora – e entre US$ 70 e US$ 140 em 15 min. de teco-teco).
Leia tudo sobre St.-Barth clicando aqui; já a viagem a Anguilla vale para passar uma tarde ensolarada em Shoal Beach, essa praia feiosinha das fotos aí embaixo:



























Auela primeira foto ali em cima parece uma montagem..
é incrivel ! FANTASTIQUE
Que presentão hem Edu ?
Esta tua viagem vai ser demais ! Divirtam-se !!
Dica de um caipira;
Estou assistindo Getaway, no Discovery Travel & Living, no canal 57.
É beeem bacana…
Vc vai de Bruges pra Torino, de Toledo pra Portofino, pra Estonia…
É muito legal…
Pra quem só tem viajado via don Ricardo Freire, é um prato cheio
Eu NÃO TENHO esse canal, Zé Maria
Pois providencie urgentemente.
Tem tudo a ver com as coisas que vc acredita, tanto gosta e compartilha com a gente!
Aqui em casa eu pego pelo Sky/Directv.
É show de bola…
Pra variar um pouco…um youtube do Zé!
Uma das músicas mais lindas que conheço.
Pra vc e seus navegantes.
Baseado no seu
http://www.youtube.com/watch?v=oVv–k7uR-Y
Essas fotos com os rasantes dos boeings estão SENSACIONAIS! E as últimas, das praias, me deram uma saudade enoooooorme da Tailândia…
Oi Ricardo, sou apaixonada pelo seu blog mas nunca deixei nenhum comentário…agora porém, gostaria de uma ajudinha: pretendo ir com minha irmã para Buenos Aires pela primeira vez, e gostaria de algumas dicas, já que não temos muita experiencia nesse campo. Qual a melhor época? Onde ficar? opções economicas, se possível, já que somos estudantes e não dispomos de tanto tutu assim…rs
Abração
Carol.
A foto do boeing sobre a praia me lembrou o primeiro episódio de Lost -só não tinha as pessoinhas embaixo acenando…
Riq, tô perdida, é mais um lugar que entra para a minha lista, que não pára de crescer… aiaiai
Que delicia, Riq
Tava com uma “saudade” disso tudo!!
Carol
A dica mais economica e boa para ficar em Bs. As, é o Hotel Splendid, que é limpo e no centro. Não espere nada muito espetacular, mas no preço é imbativel. Cerca de 90 pesos ( não dolares ) o duplo http://www.hotel-splendid.com.ar , na Rivaldavia 950.
Estou igual a Carol 2, também na listinha, que só cresce … só cresce…
Essas fotos de Shoal Beach, o que que é isso!!!!!!! Esse dia horrível, com chuva e vendo essas fotos, tô viajando mesmo!
Será que nesse final de ano tem Easy Cruise? Curti o esquema, viu ?
Ainda não tem nada no site, Miguel… esse ano tá com jeito de não rolar, não.
Pois é, mas pelo que vi a programação só vai até Outubro…ou vem coisa nova, ou eles voltam pra lá…
Resta saber como foi a rentabilidade do negócio na empreitada caribenha…
Voltei ! E vamos ao resumo de Sts Martin/Maarten : achei a ilha bem bacana com uma cara do nosso litoral (por exemplo Santos) só que, é óbvio, com o mar do Caribe o que é um tremendo up-grade. A parte holandesa é mais verdadeira e ao mesmo tempo, mais suja e bagunçada excetuando-se Philipsburg que é pré-montada pra que os cruzeiristas ( leia-se americanos) se divirtam a vontade com as compras dos seus ¨berimbaus¨enquanto a parte francesa é mais bonita e muito mais charmosa. Louve-se os supermercados onde são encontrados produtos franceses dutyfree a preços espetaculares ( queijos, vinhos, etc). Vamos lá:
Praias – A melhor é a Orient Beach com uma infra de primeira, mar caribenho mesmo e deu até pra dar uma passeada de para-sail. A Isle Pinel também é muito boa. Uma pequena travessia de barco e voce vai a uma praia com infra boa também e água com cor e transparencia similar a Polinésia. Anse Marcel,Maho e Mullet Bay também valem a visita. Grand Case é outro caso pois além de bonita tem a qualidade de ter um padrão gastrônomico excelente.
Restaurantes – La Vie en Rose ( Marigot) – excelente ; Le Chanteclair (marina Port Royal – Marigot) – excelente; La Case au Rhuns (Grand Case e dica do Riq ) – excelente e com uma vista do mar de tirar o fôlego.
Passeios – tem que alugar um carro e passear a vontade apesar da confirmação de que o trânsito é realmente indigesto principalmente em horários de pico. Butterfly Farm é um lugar pra conhecer o ciclo de vida e tirar um monte de fotos das borboletas. O Fort St Louis(Marigot) fica em Marigot e além de saber um pouco da história voce tem uma vista magnífica da baia de Marigot.
O Hotel Beach Plaza (Marigot) é o que o Riq falou: localização, o que no final acaba sendo útil pois passear a pé em Marigot a tarde é reconfortante.
Tenho certeza que a viagem seria incompleta se não existesse a extensão a St Barth. ( Leia a continuação no post sobre St Barth).
Valeu, Eduardo! (Eu ia botar a Isle Pinet no meio do texto — não fui, mas tinha boas referências — mas acabei esquecendo…)
Caro Eduardo,
Você chegou a ir até Anguilla? e como vc programou sua viajem, fez com alguma operadora de turismo/pacoye ou por conta própria? Vou me casar em maio e uma das nossas possibilidades é passar a lua-de-mel em St Martin.
Ghsp, dá para fazer por conta própria na boa.
Há ferries de meia em meia hora saindo de Marigot, na parte francesa da ilha. Custa 34 dólares por pessoa ida e volta. A viagem dura 20 minutos.
http://www.anguillaguide.com/article/articleview/67/1/82/
Chegando em Anguilla vai haver um monte de táxis à espera dos passageiros. As corridas são tabeladas. A tabela mudou agora — tem um sistema complicado de zonas — mas pelo que eu entendi, do porto a Shoal Bay vai dar 24 dólares cada perna. Combine um horário para irem buscar.
(Eu ficaria o dia inteiro em Shoal Bay.)
A pegadinha é que, como você sai e volta pela parte francesa de St.-Martin, você vai precisar de visto francês. Aproveite para passar um dia também em St.-Barth; vale muito a pena.
http://www.ambafrance.org.br/perguntas+.htm#08
Ghsp ( é seu nome ?) o negócio foi o seguinte: eu já havia planejado esta viagem umas tres vezes e em todas aconteceu alguma coisa. Ou prioridade ou furacão e aí eu resolvi ir de vez em setembro do ano passado. Acabei fechando o pacote fly-drive com a Nascimento Turismo ( Tatiana Gonzales), escolhi os hotéis com consultas do Riq e no site deles ( http://www.nascimentoturismo.com.br) sendo que o Beach Plaza hotel em St Martin vale mesmo pela localização já que você pode ir andando até a marina e ao centro que é bastante bonitinho. Se você for a St Barth pra ficar mais do que um dia, o hotel Le Guanahani é caro mas é o ideal prá lua de mel. Banque um pouco a mais mas fique nos bangalôs com vista pro mar que são imperdíveis. E quanto aos carros, alugue jipes 4×4 porque lá tem ladeira aos montes e como voce vai andar bastante de carro, as vistas das praias compensam bastante. Como eu fiquei 5 dias em St Martin e 4 em St Barths, acabei não indo pra Anguilla pela mais absoluta falta de tempo mas Shoal Bay é a praia mais agitada e a mais bonita. Resumindo : se fosse a minha lua de mel, eu daria prioridade pra ficar um pouco mais de tempo em St Barths e eu tivesse um daqueles presentes coletivos de casamento, aí é que eu iria pra lá mesmo! Se tiver alguma outra dúvida, é só perguntar !
Riq,
Você viu? Esta temporada, tem fretamento para St. Maarten saindo de BH e Brasília…
; )
Olá, Ricardo!
Entrei no seu blog pela primeira vez hj e estou espantanda do quanto que ele é bom, bem farei uma viagem para st maarten em fev/2008 e a minha duvida atual é se lá precisa de alguma carteira especial para dirigir, vamos alugar carro na thrifty rental car, acho que é isso, fiz a reserva para 7 dias, vou ficar uma semana em st maarten e estou ainda montando o meu roteiro de viagem, acredito que connseguirei bastante ideias por aqui. Logo mais volto com outras dúvidas, desde já agradeço e o parabenizo por esse site.
Um abraço
Fernanda
oiiii…achei bem legal as dicas de st.maartin, estou indo na proxima semana,,estou na duvida se alugo carro ou não!!!!!algém pode me ajudar.,a comunicaçao é facil???? um abraço.
Adorei estas dicas de St.Maartin, eu gostaria de saber se tem alguma comunidade, ou pessoas brasileiras residindo lá. Pretendo passar uma longa temporada por lá e gostaria de me encontrar com brasileiros.
Olá, gostei das dicas de viagem para St. Maartin mas não me convenci que é um lugar muuuuuuito bacana.
Tenho uma filha de 3 anos. Dá para aproveitar bem?
Qto. as compras, vale muito a pena, se iguala ou compara com Miami?
Quem puder responder, agradeco!
Cara, estou louco para conhecer esta ilha. mas preciso de uma informação importantíssima: Tem muitas crianças na ilha? Acontece que tenho uma filha de dois anos e gostaria de leva-la. Sei que ficarei um pouco limitado, como ir aos cassinos, por exemplo. Mas vale a pena mesmo assim? Abs, Leandro
Prezados:
Gostaria de saber se o lugar é excelente para um periodo de lua de mel, realmente compensa ? Qual sera o custo total em 7 dias de viagem, incluindo tudo, hotel parte aerea, passeios, comida, etc ?
[...] ver se essa é mesmo sua praia, dê uma lida nos relatos de viagem do Arnaldo e do Riq, para o mesmo lugar, e tire suas [...]
Olá Edu, sou fã do seu blog. Estou programando uma viagem para St. Maarten / St.-Martin daqui a um ano, pretendo passar a minha lua de mel na ilha. Estou olhando pacotes FLY & DRIVE, mas como faço para conseguir a autorização para dirigir em St. Maarten / St.-Martin ? Os restaurantes (normais) qual o valor da refeição para duas pessoas ? obrigado . Ricardo F
Se quiser, faça uma carteira internacional de motorista, mas é uma firula. Dá para comer bem a partir de 40/50 dólares por casal — menos se você for em lugares mais simples.