Coluna social: Terraço Itália
Recapitulando: a conVnVenção tinha sido marcada para aproveitar a vinda da Carla Portilho, de Niterói, para um congresso em São Paulo. Tanta gente falou que ia, que animou a Meilin a pegar a ponte aérea também.

Às vésperas do encontro, porém, o lugar ainda não tinha sido definido. Quando vi que iam mais de vinte pessoas, argumentei que dessa vez, em vez de ir a um restaurante onde todos ficassem sentados, talvez fosse melhor a gente escolher um bar onde desse para ficar de pé e circular.

Acabei sugerindo o lugar que vinha me vindo à cabeça desde o início — o Terraço Itália — e o pessoal, uêba, aprovou. O Ernesto sugeriu que alguém fizesse uma reserva.
A Emília ligou, e disseram que o Terraço não aceitava reservas para o ambiente do bar (que era o que nos interessava), exceto para eventos fechados.
O que eles não explicaram é que justo naquela noite haveria um evento fechado no bar.
Quando cheguei, um pouco atrasado, depois das nove, levei um choque ao saber que não dava para ir ao bar.
“Mas… mas…. mas…. deve ter um pessoal….”, tentei argumentar.
“É o grupo do Viaje na Viagem?”, perguntou a hostess. Foi quando me dei conta de que, definitivamente, não somos mais virtuais. “Eles estão no restaurante dançante“.

E lá estavam mesmo, em pé, ao redor de umas três mesas, junto à janela, e na beiradinha da pista de dança. Ficaríamos ali até depois da meia-noite, criando um ambiente de coquetel entre os comensais sentadinhos e os casais bailantes.
O som estava meio alto e a luz, meio baixa (prejudicando a devida apreciação do álbum de fotos da viagem do Ernesto e da Cibele à Namíbia!), mas ainda assim o papo rolou animadíssimo, com grupos se fazendo e desfazendo e todo mundo conversando com todo mundo. Como sempre, se falar de viagem rendesse milhagem, cada um teria acumulado umas 200 mil milhas só naquela noite.
Para você definitivamente ligar os nomes e nicks aos comentaristas e blogueiros, aí vão as fotos da conVnVenção devidamente legendadas. Aproveito para já incluir um disclaimer (desreclamador?): não, as pessoas não são vermelhas nem desfocadas na vida real; é a minha câmera, com ASA 1.600, e na minha mão, que transforma todos em colorados honorários.

O Ernesto não levou a Cibele e a Emília foi sem o Marc, mas o Beto subiu a serra com a queridíssima Teté.

De repente apareceu uma luz de serviço, e eu aproveitei para registrar a Lena, o Jorge, a Carla e o Ernesto.

Quatro estreantes em conVnVenções: a Lucia Malla, o Paulo Futami com a Ana, e o Edson, que mora no Rio, estava a trabalho em Sampa e aproveitou para aparecer. Voltem sempre!

Se não estivesse tão escuro, você reconheceria mais rápido: a Emília, a Carla2 e a Mô Gribel.

Salvem simpatias: a Rogéria, a Carla2 e a Liciana.

Liciana de novo, agora com o Nick e a Flavia Penido.
Iluminados pelo flash da câmera do Beto (obrigado!), a Lucia, a Patsy, a Meilin, este que vos posta e a Karinissima.

Momento praia: a Rogéria (que volta para Santos todo fim de semana), a Meilin (que veio do Rio), o Beto e a Teté (santistas full-time).

A Carla, num momento David Letterman.

A Patsy e a Lucia não parecem amigas de infância? Pois são!

A Emília e a Carla não parecem amigas de infância? Pois estão se tornando!

A Ana também tirou muitas fotos.
Inclusive essa, da Lucia comigo — dá para ver que é a minha câmera, né?
Passeio na sacada: a Rogéria, a Carla, a Karina (colega de universidade e de congresso da Carla) e a Flavia.
E no final não é que ainda teve uma mini-sessãozinha de autógrafos? Pessoal, da próxima vez eu prometo fazer dedicatórias mais inspiradas…
Se mais gente postar relatos da noite, publico aqui.
Como este engenhoso vídeo editado pela Mô Gribel a partir de fotos de celular:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Z_wpBqQveXM]
A Lucia Malla também fez um post repleto de gentilezas (brigadjim, Lucia) e de fotos em que os personagens estão muito mais reconhecíveis
Oba! O Beto também postou seu relato da noite. Vão lá e reparem num recurso incrível da câmera dele: todo mundo emagrece, e só eu engordo. P’sonante!
E olha só — a Ana e o Paulo também subiram um post no blog novo deles!
A Meilin demorou, mas também postou.
E o Ernesto mandou fotos do elenco quase completo:

A próxima conVnVenção ainda não está marcada. Mas provavelmente vai ser a primeira em que a tripulação vai fazer, junta, o que mais gosta: viajar. Bora pra Santos?









Valeu turma. Como sempre uma reunião de pessoas muito animadas, e de alto astral. Bem vindos os novos viajantes, e que venham ainda mais! Espero que todos tenham gostado!
Como sempre…é um grande prazer conversar com todos e ter a presença do Riq. Muito obrigada!
E nos vemos em Santos…
Aliás…olha essa Mô. Que mulher habilidosa!
Que bacana!!
Assim ficamos conhecendo as pessoas que tanto nos ajudam!
Parabéns a todos!
Muito legal , na próxima eu vou !!!!!
Espero que seja em Santos ….
Djilícia ver, recordar, viver estes momentos!
A noite foi super agradável, apesar de ter saído com a garganta doendo de tantar concorrer com a banda para poder falar com as pessoas.
Obrigada, Sandra, pela pastilha, veio em boa hora!
Mô, mesmo arrasada, como estava, caprichou e ainda deu tratos a bola fazendo este vídeo.
A todos obrigada “pelo” compartilhar.
Riq, o elo forte que tornou possível essa corrente.
Bj no coração
Ah, a noite foi 1000!
Mas foto de celular, paisagem, a noite, mesmo com 3.2 é pedir demais… 
Comandante não sabe, mas nós ainda esticaaaaamos até o Joakin’s e nos acabamos em hamburgueres!
Mancada, não fotografei, mas estava a trupe carioca quase toda em peso – Carla, Karina, Lúcia, a XX (eu tava cansada, me perdoa, mas esqueci seu nome) – mais eu, Emília e a Carla2.
E quanto ao vídeo, tosqueira, né?
PS: as fotos do Ernesto estavam lindas!!!! Mesmo sem luz para ver direito. Um espetáculo!
Já vou correndo procurar uma ponte aérea pra Santos
Muito bacana o encontro de vocês! Parabéns a todos pela mobilização, organização e motivação. Parabéns ao Riq por atrair tanta gente interessante ao seu redor e, consequentemente, torná-las conhecidas entre si e estabelecerem novas amizades. Fico feliz por ver isto, e, ainda que voando de Milão a SP, pensei em todos e neste belo evento.
Eu não sei se vocês se recordam da ConVnVenção que eu havia sugerido para OUTUBRO, no Rio de Janeiro, que poderia ser a bordo do Laurindo Pita, um belo passeio pela Baía de Guanabara, com direito a almoço no Porcão Rio´s ou, também interessante, no Forte de Copacabana, com direito a café da manhã na Colombo.
É provável que eu tenha que adiar minha viagem de outubro à Ásia (Bangkok e Cingapura) mas, mesmo que não, adoraria organizar este evento no Rio, com a ajuda de outros cariocas e fluminenses. Que tal?
E ai Arnaldo ?
Fala pra mim de Istanbul depois de Dubai .. c-h-o-c-a-n-t-e- !?
ahhhhhhh que tudo ! Que fotos deliciosas. Fiquei com inveja, juro ! Todos com caras felizes. E essa vista ? As fotos ficaram lindas !!
Mas o que mais gistei no post foi a expressao “casais bailantes”
Primeira viagem do Viaje na Viagem pra Santos? Que lindo! Vou preparar o meu terno bege, avisar o prefeito e contratar uma bandinha. Teté vai até de laquê no cabelo. Quando vocês chegarem, vão ver que beleza.
As fotos do Riq ficaram ótimas sem flash. Só agora percebi que perdi a vista do terraço.
Foi muito bom pra nós também.
Oi,
Acompanho você desde o início do outro blog. Navego pelos menos uma vez por semana
Em maio fiquei uma semana em Paris e uma entre: Londres, Bruges, Amsterdã e Bruxelas. “Bati pernas” por estas cidades seguindo suas dicas e a de outros blogueiros . Imprimi e levava para seguir os roteiros.
Em novembro queremos ir para Los Angeles, São Francisco, etc… (duas pessoas).
Quero umas dicas. Acha que Las Vegas vale, ou é mesmo muito brega? E os parques ecológicos? Vou gastar muito?(hotéis até US 100. Seria bom um roteiro com CVC, Agaxtur…?
Ola,
Cada conVnVenção es mais numerosa. Pura delicia vivir un momento así.
Parabéns por el encuentro y las risas.
Beijos.
Ai, que vontade! E a vista é linda desse lugar! Tem umas fotos que parece que vocês estão voando…
Dida:
Não gasta pacote pra essa região não. Vocês vão pegar um frio danado, mas vale a pena alugar um carro (essencial em todo o roteiro, exceto em San Francisco, onde é uma amolação) e sair passeando. Os parques da Califórnia são MARAVILHOSOS. O Yosemite, principalmente. O problema é que com neve, algumas estradas (da face leste do parque, em cima das Rockies) fecham. Mas vale de mais!!! O Grand Canyon também é imperdível (mas se fosse pra optar por um só, eu ficava com Yosemite). Las Vegas vale se você encarar como uma brincadeira, uma Disney para adultos. É tudo absolutamente fake, e é engraçado por causa disso. Tem gente que fica deprimido por conta dos cassinos (e dos velhinhos no soro jogando nas maquininhas), mas tem muita coisa legal. Conhecer os hotéis, restaurantes ótimos (buffets a preço de banana), e shows fantásticos – o Cirque du Soleil tem sempre no mínimo quatro shows na cidade. Os preços dos hotéis são razoáveis: se você ficar em hotéis de rede, mais simples, os preços começam em 60 dólares, até uns 90. Pra ficar em hotéis mais arrumadinhos, uns 100 dólares resolvem (as grandes cidades, San Francisco e Los Angeles, tendem a ser mais carinhas). Dê mais detalhes – quantos dias, o que querem fazer, preferências – que a gente dá mais palpite!
Que inveja desse encontro! [;)] Tô impressionado com a vista… É um vexame nunca ter ido ao Terraço.
Arnaldo, achei ótima a idéia do encontro no Rio em outubro… Conte comigo! Se puder coincidir com a semana da feira da ABAV melhor ainda!
Abraços a todos!
Foi o máximo esse encontro. Conhecer ao vivo as pessoas que lemos e com quem escrevemos compartihando sonhos… é uma delícia. Eu amei!! E que venha Santos – com trilha!
Publiquei um pequeno post do evento também. Só hoje consegui sentar no computador para escrever, desde quinta. Por que Sampa é sempre uma agitação sem fim? heheheheh!!
Ricardo, parabéns por ter organizado a festa mais viajante da blogosfera brasileira!
SYLVIA, Dubai é legal, vale muito a pena, especialmente se vc tiver grana pra ficar num hotel super-hiper emiresco (jamais eu ficaria no Burj Al Arab, que achei lindo por fora e kitsch por dentro), mas no Madnat Jumeirah, um espetáculo: http://www.madinatjumeirah.com/the_resort/)
Gostei de tudo, da segurança, dos contrastres, da simpatia do povo (indiano, porque árabe é minoria) e da receptivodade. Tanto que retornaria, sem dúvidas, numa época menos quente, talvez desta próxima pra ficar na área de Jumeirah.
Mas ISTAMBUL é o seguinte: CHO-CAN-TE! Maravilhosa, indescritível. Fui muito feliz nesta viagem, tanto em Dubai quanto em Istambul. Mas nesta última, peguei uma guia de fala espanhola e rodamos em lugares onde turistas nunca vão, além dos mais manjados turisticamente falando. NENHUMA gota de chuva! Foi demais!
BRUNO, se você vier à feira da ABAV em outubroe, vamos trocar e-mails e contato, para nos encontrarmos e falarmos de hotelaria e turismo, OK? Te convido para um café-da-manhã, combinado?
Grande abrãço a todos, especialmente aos PRIVILEGIADOS que foram à ConVnVenção!
DIDA M, eu sou conhecedor e expert em Parques Nacionais americanos, notadamente os da Califórnia, Utah, Colorado, Wyoming e Arizona. E também em Las Vegas, tema de algumas matérias minhas no meu blog. estou à sua disposição para lhe dar dicas e sugestões, ainda que no inverno eu nunca recomende passeios pelos parques. Todavia, pode perguntar que se estiver ao meu alcance, será um prazer ajudar.
Arnaldo, não sei quanto aos parques de cânion e os de outros estados, mas eu estive no parque de Yosemite e no das Sequóias, na Califórnia, no inverno, e a paisagem é linda!!!! Nas Sequóias, parecia q eu estava num filme do Lord of the Rings, cheio de brumas. As fotos ficaram fenomenais, bem diferentes das q eu tinha visto pela internet. Eu recomendaria, Dida M… apesar do frio congelante e de ter q usar correntes nos pneus dos carros, para não deslizar no gelo.
Arnaldo, eu já estava para comentar antes esse tua frase sobre o Burj Al Arab. Fiquei feliz porque eu já tinha essa opinião mesmo sem ter entrado no dito cujo
Tô muito curioso sobre essa Istambul off-circuitão — mas take your time!
E quanto à conVnVenção na Baía da Guanabara, é verdade, você já tinha feito essa proposta desde que aconteceu o primeiro encontro aí no Belmonte do Flamengo. Vamos fazer, sim!
Dida, fora de Nova York ainda dá para encontrar hotéis de 100 dólares nos Estados Unidos. Jogue as datas e as cidades no TripAdvisor http://www.tripadvisor.com e você acha.
(Em San Francisco uma ótima rede charmosa & barata é a Joie de Vivre, http://www.jdvhotels.com )
Eu não iria a Las Vegas, mas se você está no espírito deve ser muito divertido. E dá pra dar uma chegadinha no Grand Canyon.
Sobre a Califórnia, leia este post:
http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/07/20/california-de-carro-pra-ana/
Arnaldo, Riq… Eu jantei no Burj al Arab e também achei aquilo um delírio e árabe novo rico. Tive uma reunião com um dos representantes da cadeia que me disse muito empolgado que os quartos tinham TV de plasma, computador com internet… Fiz a egípcia, né? Pelo preço isso não deveria ser falado numa reunião como algo top.
Não gostei do restaurante com aquários, achei cafoníssissíssimo. E o restaurante com vista… Hmmm… Ok a vista é linda. Kkkkk.
Dubai tem melhores opções de hotéis boutiques do que o Burj. Até mesmo porque entre o Burj e o Jumeirah vizinho, prefiro o segundo. Mas não estou a fim de desembolsar 600 euros por noite (preço neto).
Como o Arnaldo falou, o Madinat Jumeirah é muuuuuuuuuuuito mais charmoso, adorei. Sem falar dos spas e dos souks. Deliciosos.
KARINÍSSIMA, eu fui, digamos, elegante, na minha definição de impressão acerca do Burj Al Arab. Achei pra lá de cafona, over, extra-hiper e, com toda sinceridade, extremamente pretensioso, ainda que emiresco (não encontro outro termo para definir a espetaculosidade das coisas construídas pelo homem em Dubai..). O hotel é algo magnífico, digno de ser comparado às coisas mais bonitas feitas no mundo, em termos de arquitetura. mas por fora. Só por fora. Por dentro é muito cafona. Tive o privilégio de encontrar, olhem só!, um casal de jovens brasileiros paulistas em Dubai e coincidentemente fiszemos o mesmo ralie no deserto e estabelecemos uma ” amizade” porque eles amam o Rio de janeiro e combinamos de sairmos juntos na próxima vez que vierem ao Rio. eles foram jantar pra comemorar aniversário dela, e disseram que acharam tudo lindo, magnífico, mas extremamente cafona.
Minha impressão do complexo do Madnat Jumeirah foi radicalmente oposta: pra ter uma idéia, os três hotéis têm diárias a partir de 1500 dólares! E o souq Madinat Jumeirah, com suas lojas e diversos restaurantes, ainda que mais pra estilo Las vegas que Dubai, me encantaram e deixaram vontade de retornar.
Mas Dubai é MUITO quente, extremamente quente, absurdamente quente no verão: sensação térmica de 48 graus, o que torna qualquer saída na rua, complexa e necessária proteção. Em nenhum lugar encontrei água fria nas torneiras: as frias são quentes, as quentes são pelando! E o mar, disse o casal, é mais quente do que fora dele! Estar num complexo como o Jumeirah é como estar num oásis no deserto… Além de requintado, é bonito.
RIQ, o cirtuito off que fiz não foi nada demais, apenas peguei um barco não turístico pra atravessar o Corno de Ouro e o Estreito de Bósforo, tipo Rio-Niterói, saltamos num bairro residencial, viemos de carro até duas colinas no lado asiático, com bela vista do lado europeu de Istambul, especialmente de Sultanahmet, cruzamos as duas ponets pencils magníficas que cruzam o bósforo e ligam o lado asiático ao europeu, coisas que quase nenhum turista faz. Conheci o lado residencial popular e chic do lado asiático, além, é claro, do lado histórico. explorei bem Istambul nos quatro dias. E, finalmente, fiz o que vc já fez uma vez, a adorável “loucura” de me hospedar no Four Seasons, uma experiência inesquecível, absolutamente deliciosa, com direito àquele traslado aeroporto-hotel que vc conhece! Vai ter matéria fartamente ilustrada sobre isso, claro!
LUCIA MALLA, concordo com vc. em relação à beleza da paisagem no inverno, não apenas no Yosemite, mas no Kings Canyon e Sequoias e todos os parques do Arizona , Colorado e Utah, mas acho extremamente desconfortável viajar no inverno e dif~´icil caminhar pelas trilhas com neve e frio….
Ir ao Grand Canyo a partir de Las Vegas não é ir ao Grand Canyon efetivamente, mas ao final dele. \dá rpa etr uma idéiazinha, ams não é um passeio que eu recomende estando em Las Vegas, por ser meio distante e não se ver aquilo que fica nos lados norte e sul do parque, no lado do Colorado.
Uau, que cenário!
Deve ter sido mesmo memorável esse, com perdão do trocadilho, encontro nas alturas.
Lindas fotos, linda vista, lindos todos vcs! Essa conVnVenção parece ter sido mesmo o uó, pena que eu perdi… na próxima tô dentro, hein?
Adorei as inovações cinéfilas da Mô e também tô aguardando ansiosamente os relatos de Istambul do Arnaldo!!!
[...] povo que foi ver a vista no Terraço Itália, quinta, 23 de agosto, sabe que isso só tem no Brasil. Ô povo pra gostar duma esfregação. A gente só percebe isso [...]
Beto, onde você sugere que seja a reunião em Santos?
Existe inveja boa sim e eu to morrendo com ela
Acho que já tinha passado por aqui antes, mas tlz não tenha dado a devida atenção, sorry, um sacrilégio, hoje tirei meu dominguinho de folga, que não são muitos, para viajar um pouquinho nos relatos do blog. Vou aproveitar vcs todos juntos e pedir uma ajuda. Estou programando uma viagem para Abril de 2008, ela começou bem normalzinha de carro pela Espanha, mas meu namorado deu uma pirada e me propôs algumas outras voltinhas: Barcelona (optei só por ela e dispensei Madri, acertado?), Paris, Londres e a dúvida Amsterdam ou Praga, acho que para as duas fica muito apertado, vou ficar 1 mês viajando mas pra essa viagem só dispomos de 15 dias. Não vamos em excursão, já fizemos Itália esse ano sozinhos e deu super certo, a saída é de Lisboa ou Porto, pensamos no trem mas desistimos, quem anda de trem pela Europa atualmente? caro e demorado demais, apesar de adorar, na Itália valeu muito a pena, mas longas distâncias nem pensar. Bom espero conselhos de quem puder.
Para vc um agradecimento a parte, seu trabalho é uma delícia. Parabéns.
Beijinhos a todos, Ricardo desculpa usar o todos, mas pelo que vi a sua caixinha de comentários é total parte do blog
Aww, que lindo post, lindas fotos e a vista é de chorar, né? Adorei ver você, finalmente, e minha querida amiga (ainda virtual) Lucia Malla. Teu blog sempre me inspirou aqui de longe e apesar das minhas visitas, agora parcas, continuo fã. Sou de Santos, e PRECISO saber quando vai ser esse próximo encontro pra tentar pegar meu autógrafo com dedicatória pessoalmente, Ricardo. Não tenho ido ao Brasil faz 2 anos- já tô roxa.
Adorei esse post e todos nas fotos parecem ser gente boníssima. Daqueles de bater deliciosos papos. Abraços.
Daniela , muito dificil esta opção: ou Amsterdam ou Praga.
Ambas são fantasticas e sem nenhuma semelhança , mas o
numero de dias que dispões é que vai determinar o teu roteiro
pois precisas no minimo tres dias inteiros para Praga e digamos
que com boa vontade e planejamento podes visitar Amsterdam em
dois dias inteiros.
Como é proximo de Londres e Paris , talvez seja mais conveniente
Amsterdam para vcs otimizarem o roteiro de 15 dias
Daniela, 5-5-5 ou 4-6-5 em Barcelona, Paris e Londres já seria reeeedooondinho. Fazendo 4-4-4 sobram, teoricamente, 3 dias para Praga ou Amsterdã. Mas lembre-se de que você vai perder, na melhor das hipóteses, meio dia para deslocamento, se os horários dos vôos disponíveis colaborarem e não houver atrasos. E três dias em meio em Paris ou Londres é pouco pouco pouco…
Quanto ao trem: a Europa inteira continua andando de trem, Daniela. Só não nessas distâncias enormes, que foram realmente feitas para andar de avião. Essa viagem que você fez de trem pela Itália, por exemplo, continua sendo melhor feita pelos trilhos, mesmo.
Riq
Eu vou te mandar algumas fotos! Quem quiser é so pedir que eu mando…
Arnaldo : Bela viagem, aguaradamos os post, eu disse que voce ia gostar de Istambul! Aguardo voce semana que vem!
Olha, o que eu dei de risada naquela 5a feira…fora o que eu me senti “nerd” chegando no Terraço Itália pra encontrar um monte de gente que eu conheço, mas não conhecia né?
Foi divertidíssimo, adorei, gente!!
Mas e agora? Santos ou Rio? Ou vai ter as duas? Não entendi…
Ernesto, vai lá no post da Muamba e me dá uma ajuda, porque não sei se falei tudo certinho…(às vezes me atrapalho um pouco com processo civil…)
Dida: eu fiz Los Angeles – San Francisco de carro há vários anos atrás, e é uma viagem deliciosa. Eu fui até Vegas e…confesso que fui querendo o-di-ar, estava pronta pra odiar mas não odiei não..´. Aquilo é meio Hebe Camargo City, mas é tão tão over que fica engraçado…E eu aprendi a jogar craps – sempre quis saber como funcionava aquilo quando via o pessoal jogando nos filmes. Mas dependendo do tempo que vc tem, talvez não valha a pena…
Beijos
Riq, 700 mil visitaaaaaaaasss!!!!
Já tinhas visto??
P-A-R-A-B-É-N-S !!!!!
Um brinde
Eu adorei o encontro! Apesar de ter chegado no final, fiquei pouco, mas valeu! Foi muito divertido como sempre!!!! ( Peguei duas fotinhas aqui para colocar no meu blog!!)
eeeei, quando é que vai ter uma conVnVenção na Bahia, hein…..
Que beleza, parece que a noite foi mesmo tudo de bom!
Legal essa interação real-virtual!!!!
2 “fins de” atrás, apenas 2, estava aí, num bate e volta pro casamento de um amigo… quase!
Um dia dá certo, e compareço a um VnV!
Mais uma noite FLASH, com direito até àquela musiquinha do KC & Sunshine Band – “keep it coming love, keep it coming love…”!!
Então vamos em outubro? Em Santos ou no RJ?
Tava ótima a noite! A vista estava realmente muito limpa, não é toda noite que fica claro assim pra gente ver até a Lua.
Amanhã, coloco algumas fotos também no GiraMundo.
Ricardo, a Tati e a Clara ficaram felizes com a dedicatória. Muito simpático. Cheguei em Ilhabela com presentinho. Valeu!
Enquanto a ala feminina se enchia de hamburgueres no Joakins, eu comia sozinho no BurDog…
Mais uma vez foi um prazer encontrar todo esse time de primeiríssima. Bacana conhecer os novos amigos e eu fecho a próxima seja no Rio ou em Santos.
Oi, gente, estou de volta em casa depois de dias excelentes em São Paulo – e um vôo de volta tranqüilíssimo, rápido e pontual! Esse comentário vai ficar enorme, mas vamos lá… ADOREI participar desse super encontro, foi maravilhoso bater papo com todos ao vivo – estamos todos virando amigos de infância, não é mesmo?
Quero também aproveitar para agradecer a todos pelas dicas quentíssimas que vocês nos deram! Eu e a Carina queríamos aproveitar os dias depois do congresso para conhecer um pouco mais de Sampa, mas nossas expectativas foram – e muito! – superadas. Na 6a.f. de manhã (ainda não totalmente recuperadas da noitada de 5a., com direito a esticada, como revelou a Mô), nos mudamos para o Ibis Paulista, porque a gente não agüentava mais se atropelar naquele espaço mingüado do F1… Foi uma escolha sensata em termos de custo-benefício – ficamos mais bem instaladas e muito bem localizadas!!!
Pra vocês terem uma idéia do que andamos fazendo: fomos ao Museu da Língua Portuguesa, passeamos pelo Centro e pela Liberdade, caminhamos pelos Jardins e por Higienópolis, fomos à Vila Madalena no sábado à noite… Riq e Flavia, fomos 6a.f. ao Bar do Léo – e amamos, a dica foi quentíssima, obrigada!!!
Infelizmente não tenho registros para publicar no blog, porque a bateria da minha câmera acabou e o carregador ainda está perdido na mudança!
De resto, que venham agora outros encontros – e esse do Rio promete!!! Tou dentro, e podem contar comigo para ajudar a organizar!
Riq, ficou super bacana o meu “momento David Letterman”!!!
Que legal! Foi quase todo mundo!
E que lugar lindo este, gente. Fiquei babando com o slyline da cidade de fundo nas fotos.
Galera, muito obrigado pela acolhida e pela noite muito legal. Espero que haja uma próxima no Rio em breve e será um prazer ficar rouco de novo de tanto papear.
Puxa vida, não tenho nenhuma foto para agregar aos relatos…esqueci a câmera, pode?
Acho que ainda não me dei conta que realizei o sonho do blog próprio, como diria o Riq
Carla, você fez o circuito paulicéia quase que inteiro! E o tempo estava super bom, vocês deram sorte…
Grande prazer em conhecê-la, moça, e à Meilin também! Agora ficamos mal-acostumados e vocês vão ter que vir em todas a partir de agora
Emilia , já és a minha amiga de infancia mais antiga
Eu nem sei o que significa uma camera fotográfica
Meninas, onde vcs foram na Vila Madalena sábado? E como foi o estudo sociológico no bar do Léo?
Podem começar a contar…
Sylvia…o pessoal já me conhece: eu sou uma mulher ‘analógica’. Mas sabe que eu me surpreendi mexendo no Wordpress? Na verdade achei que fosse apanhar muito mais
E você, quando nos dará a honra da companhia?
Meninas, vcs estão todas por aí?
Emília, sabe que eu acho graça nessa história das fotos, todo mundo fotogrando, eu também nem me liguei nisso, mas fotos não faltaram.
Flávia, vc chegou no seu outro compromisso daquela noite? Duvido…
Aliás, esse jeitinho do “podem começar a contar…” é a sua cara mesmo.
Liciana, o Ricardo é testemunha que já era meia noite passada quando, ao telefone, eu pedia perdão de joelhos pelo atraso…só porque eu cheguei à uma da manhã num treco que começava às 9:00?
Fui sim. Eu não só “tinha que”, como queria muito ir. Eu faço parte de uma ONG que se dedica a uma comunidade quilombola perto de Paraty (aliás uma praia ma-ra-vi-lho-sa, Cambury das Pedras), e 5a era o lançamento de um livro sobre a comunidade…
Dancei atééé…sexta feira é que foi dureza…hehehe
Pros hipongos de plantão (sim, apesar do tamanho da necessaire e do secador de cabelos, eu tenho um lado hipongo…), taí o link: http//www.povosdamata.org.br/
Ri muito com vc e com o Nick !! Tava muuuuito divertido! Ah! Todo mundo fala que quando lê alguma coisa escrita por mim dá pra me ver falando, porque eu escrevo como eu falo e não ponho vírgula nos lugares “teoricamente” corretos…hehehe
Vou sair correndo daqui, senão amanhã tô lenhada, como dizem os baianos…
Gente querida,
Quero dizer que simplesmente AMEI o meu debut nos encontros! Como disse a alguns, foi o máximo ver esses nominhos todos aí em cima ganharem carinhas de verdade.
Depois da tensão da chegada “Mas hoje o bar está fechado… Você não estaria indo para a Festa do Cupido???” (hahaha…), tudo correu às mil maravilhas. Encontros, brindes, conversas, risadas e mais risadas. (Acreditam que passei a sexta toda rouca?) Só faltou mesmo a banda ter ensaiado a trilha do blog. Melhor providenciarmos o CD do Celso Fonseca pra eles.
Agradeço a acolhida tão carinhosa dos “veteranos” e a você Riq, pelo passeio na sacada, pelas fotos lindas, pela renovação do autógrafo e pela inspiração de sempre.
Contem comigo na próxima. Santos, Rio, anywhere.
Beijos (novos) amigos!
Flavia, o Bar do Léo é mais até do que um estudo antropológico, é uma experiência cultural completa!!! E que chope, hein?
Chegamos lá por volta das 4 da tarde – sem almoço! – e fomos ficando, ficando, beliscando um canapé aqui, um pastelzinho ali… Valeu demais mesmo! No sábado seguimos a dica do Riq de rumar pra Aspicuelta – lá chegando, demos uma volta básica pra escolher um barzinho que estivesse movimentado o suficiente pra ser bacana, mas não tão cheio a ponto de termos que suportar muita espera. Ficamos no São Bento, e me pareceu uma boa escolha – só fiquei com pena de não ter mais noites para experimentar outros…
O encontro foi um sucesso, hein. E para os que não foram ainda pudemos aproveitar com esse excelente post.
Como ainda não inventaram uma forma do tempo se tornar analógico
é assim : ou aqui ou lá .
Emilia
Como estou feliz “aqui” , e como o “lá ” ( desconhecido) não me seduz
ainda , vou ficando por “aqui ”
Se e quando me mandarem catar coquinho vou pensar numa alternativa
para o “aqui” , e vou me lembrarcom carinho da tua sugestão
Sylvia, dá pra mandar o manual?
Como diria o Diogo ( cadê esse menino que tá sumido?) hahahaha
Beto , é pra Emilia que entendeu tudinho viu ?
Também adorei e as fotos ficaram lindas! Muito legal a Meilin ter vindo do Rio especialmente para a noite, e o Beto e a Teté que já tinham vindo da outra vez.
Carmen, você foi mencionada na noite. Fazia um tempinho que você não aparecia e queríamos saber se você ainda andava pelo Nordeste!
Lena,
Hubiera sido para mí un placer inmenso poder asistir a esa conVnVenção mais eu estaba en un lugar perdido, en la zona del Matarraña (España), llorando al recordar a praia de Ponta de Mangue e otras mais.
En el Nordeste estuve desde el 27 de Julio al 10 de Agosto, el resto de vacaciones sin “computador”.
El hotel Miramar Maragogi estuvo muy bien, después de todo. El personal y servicio del hotel hacían olvidar cualquier inconveniente.
Al principio me dieron un “bangaló”, pero yo lo cambié rápidamente por un “cuarto” aéreo enfrente del mar sin “vizinhos”. El cuarto era tranquilo con unas vistas al mar inmejorables.
La comida, en el Miramar, estaba bien, não como en el siguiente hotel Pontal de Ocaporá en Porto de Galinhas.
Ahora eso sim, en Porto de Galinhas comí muy bien en varios restaurantes, se lo he de decir a os Destemperados, ya que me acordé de ellos muchas veces.
Carmencita, que bom que você está de volta!!!
Mari Campos,
Obrigada.
Riq e meus novos amigos!
Nossa noite não poderia ter sido melhor!
)
Depois so susto da chegada (eu até cheguei a pensar “será que desistiram do Terraço e foram pra outro lugar??”), tivemos uma noite inesquecível , com risadas e muita conversa! Emília, Mô e Lucia Malla, vcs são show! Ernesto, realmente é uma pena que nãa vá a California em nov com a gente… mas tudo bem, vc indo na frente é garantia de boas dicas!
E Riq, obrigada pelo recado na agenda… podexá que vamos, literalmente, dar uma esticadinha naquelas cadeironas no gramado lá no Baiano com direito a caipirinha!
Uma abraço a todos!!!
Ana e Paulo Futami (os japinhas, pra quem não lembra…
))
ADOREI todos que conversei…e pode confirmar a gente na próxima!
Riq
Voce recebeu as fotos? Quem quiser é so escrever em pvt que eu mando.
Abraços a todos
Recebi, sim, Ernesto, obrigado! Ainda não deu tempo de editar, mas até à noite eu acrescento uma das fotos do time inteiro ao post
ARNALDO, adorei o termo “emiresco”. Gozado é que para nós a coisa é extremamente cafona. Meu primo é líbio de background palestino e vive em Dubai e acha aquilo muito bonito, de extremo bom gosto. Né? Kkkkkk Então tá então. Segundo ele, aquelas fontes frenéticas são o supra sumo do bom gosto. Então tá então kkkkk.
Já o Madinat Jumeirah… Aquilo é um sonho, mesmo. Porque o complexo recria um ambiente e você entra num mundo de faz de conta arabesco. Esse sim vale a pena. Adoro aqueles barquinhos para circular pra lá e pra cá, pena que seja exclusividade dos hóspedes.
E sim, Dubai é extremamente quente. Mas em alto verão eu estava lá de calça social e terninho e ainda passei frio. Calma, gente, não tô louca. O Arnaldo pode confirmar: todos os estabelecimentos tem refrigeração. Táxis e até mesmo as bodeguinhas paquistanesas que eu adorava.
Tão quente que achei sofrido ir pra praia. Acabei optando, como boa paulistana, a passear pelos “xópis” da cidade. Só o Carrefour do Mall of Emirates dava um post: tanto tempero, roupas típicas e barbies com abbaye por preço de banana. Uma de-lí-ci-a.
O que é pvt?
Lena… deve ser “private”
KARINÍSSIMA, os barquinhos não são exclusividade dos hóspedes. Vc. paga uns dirhans e pode fazer o percurso, e vale muito a pena, creia! Bem, o Madinat reconstituiu um souq deles, o Old Souq, de Deira, é é bem diferente de imaginar o que em Las Vegas fizeram com Veneza e Paris. Os árabes reproduziram algo DELES, diferentemente dos amiricanos, que montaram um cenário, bacana, por sinal, mas europeu.
Eu vi o Carrefour do Mall of Emirates de fora, da entrada de dentro do shopping, porque é grande demais, ams muito bacana visitar um hiper-mercado árabe de primeiro mundo. O que mais gostei nesse shopping foi a praça de alimentação, fast food árabe e ocidental, mas com a maioria dos frequentadores de origem árabe, vestidos a caráter. Muito bacana.
TUDO o que é fechado é refrigerado, seja o mais rico hotel, seja o mais pupular boteco em Deira. E é um choque eterno sair desses lugares hiper refrigerados para o ambiente externo: sempre embaçam os óculos e as câmeras. A água se condensa que temos que esperar uns dez minutos até ambos “pegarem” a temperatura ambiente de novo e os podermos usá-los.
Posso fazer uma pergunta bem burra, Arnaldo?
O que é Deira? No seu blog está assim: DUBAI (Deira) e DUBAI (Burj Dubai). São partes diferentes da cidade?
MÔ GRIBEL, nenhuma pergunta é burra se quem escreveu (EU!) não foi suficientemente claro e bem informativo, ou seja não explicou bem. Vamos lá:
DUBAI é o nome do EMIRADO; DEIRA é o de um BAIRRO de DUBAI, assim como BURJ DUBAI, outro bairro de Dubai.
O termo “burj” quer dizer “do lado de”. Então, Burj Dubai, “Lado de Dubai”. Não seria errado dizermos, então, “Burj Deira”, mas isso não é usado.
Por que “lado” (burj) Dubai, se, afinal, TUDO é Dubai? Porque originalmente o território de Dubai (quando era um lugarejo) era à beira-mar). Hoje Dubai se divide em UM lado e OUTRO lado do Dubai Creek. À direita (lado do deserto, fica DEIRA; à esquerda, Burj Dubai).
Há outros bairros, como Jumeirah, Jebel Ali, entre outros, ou mesmo Al Murraqabat, um sub-distrito de Deira, onde fiquei.
Nestes dois mapas por cujos links abaixo você poderá ter acesso, é possível compreender a situação geográfica de Dubai.
DUBAI (Google Map)
http://maps.google.com/maps?f=q&hl=pt-BR&geocode=&q=dubai&sll=37.0625,-95.677068&sspn=40.59616,95.800781&ie=UTF8&ll=25.266121,55.364571&spn=0.18132,0.374222&z=12&om=1
DUBAI (em PDF)
http://www.dubaitourism.ae/MAP/DubaiMap.pdf
Espero ter respondido, abraços,
Arnaldo.
Riq e viajantes,
Adorei conhecer vcs e ficamos aguardando a próximo convnvencào, a Ana esqueceu de falar que tb esticamos, porém foi lá no terraço mesmo, tomamos mais um vinho e comemos por alí até as 2hr.
um abraço a todos
Paulo
Ahhhhhhhhhh tá!!!!
Obrigada, Arnaldo, eu estva confusa, não sabia se era outra cidade, bairro ou alguma coisa parecida.
Muito gentil vc ter explicado!
Sexta ia pedir as novidades da convençao, mas achei que estavam na recuperaçao!! Vi que nao me enganei!!
Viva a todos, belo encontro!! Existe inveja boa ??? Se existir, garanto que fiquei!!!
Mô… Deira é a coisa mais tudo de bom de Dubai: lojanças cheias de coisanças bem baratas. Comprei tanto tecido, cacareco indiano, maquiagem e lembrancinhas por 1/10 do preço.
Todo dia quando finalizava o trabalho, meu primo Ashraf me ligava e perguntava:
- Ai Karina, o que vamos fazer?
- DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA! DEIRA!
Mas, lógico, sou uma muambeira em potencial e adoro atacados. Mas garimpando achei muita coisa boa e linda. Existe até um Souk indiano que AI MAMÃE, enchi metade de uma mala com tanto cacareco.
Kkkk alguém quer comprar um sári? Kkkk, sorry Riq, eu sou muito sacoleira!!!
ARNALDO… COOOOOOMO ASSIM EU PODERIA PAGAR E ANDAR DE BARQUINHO??? KKKKKKKK Morri. Tô bege, homem. Como vou explicar isso pras minhas lombrigas, agora?
Ok. Vou ter que voltar.
Concordo contigo: o mundo do faz de contas arabesco “orna” porque eles recriam um ambiente árabe. E eles são, oras, árabes. Por mais emiresco que sejam as reconstruções, tudo fica impecável. Sempre almoçava no Toscana, um daqueles restaurantezinhos e lembro até de ter tomado cerveja italiana com um amigo jordaniano – e o os dois são muçulmanos, abafa!
Ai que saudades, ai que saudades. Ler teu blog dá uma sensação tão booooooooooooooa
Vou aproveitar a deixa emiresca para dar mais uma opinião..zinha
sobre a breguice oriente-medio & sudeste da ásia .
Nós aqui que apreciamos e nos deleitamos com o jeito-Báli – de ser
vamos sempre detestar a over dose de mármores , dourados , vermelhos
e azuis e misturanças que doem na alma .
O país campeão que conheço é o Cambodia , com o povo mais doce do
planeta e com as ambientações mais bregas que já vi na vida.
Ser rústico ( e bronzeado de sol )no Oriente Medio e no Sudeste da Asia é sinonimo de pobreza
( de dinheiro e de espirito ) ;
riqueza, progresso , pujança é sinonimo
de ouro , muito ouro em tudo ( e tudo que combina com ouro )
Kariníssima, minha mulher ficou absolutamente fascinada com os “ouros” de Dubai, não apenas os do souq do ouro, mas da lojas perto do souk dos tecidos (indianos, fabulosos, vendidos a metro!) e um shopping do ouro perto do souq do ouro.
Sim, perto de um restaurante italiano (não o que vc citou, que estav em reforma) na parte aberta (externa) do Madnat Jumeirah, você paga pra fazer um passeio de abra naquele riozinho do Madnat, dando uma volta lindíssima pelo complexo, vendo os hotéis e jardins que não são vistos de outros ângulos, amenos que se hoespede num dos três emirescos hotéis…
Vais ter que voltar!
Tou preparando pra publicar uma matériazinha sobre o madnat Jumeirah com direito a passeio de abra!
Karinissima,

… que o que vale é o que gostamos e boa!
Eu nasci cacarequenta e maleira (sacoleira é pouco), consigo encher as malas nas viagens de … coisa nenhuma!
Tão esquisito como os lugares que vou ou escolho ir (tem quem me ache absolutamente sem noção por ter ficado 3h dentro do zoo em BsAs), são as coisas que eu trago. A começar por 5 castiçais de uma liqui no Chile, estojos do mickey, lenços, lenços e mais lenços. Enfim…
Adorei! Porque eu achei que fosse a única…
Sylvia, eu a-do-ro um mármore!
Não conheço absolutamente nada do oriente médio, sudeste da ásia e nem mesmo para europa eu já fui. Porém eu confesso que acho – pelo que vi em fotos, não só do Arnaldo, mas também de um amigo que mora lá – Dubai o must da breguice.
Por outro lado, eu acho que até a breguice é interessante, desde que se entenda os hábitos e cultura dos povos, exatamente como vc explicou de maneira muito bacana.
Agora, pra falar de estilo, mesmo eu sendo ‘especialista’, acho que é tudo tão tão tão, em muitos momentos, mas tão tão tão…pessoal, subjetivo, temporal…
É isso Mô , cada um na sua
Mas olha ai hem , eu não malhei marmore, não malhei ouro , nem
cor vermelha nem cor azul nem nada … malhei a misturança,
a overdose, o exagero que dói na alma dos ocidentais minimalistas
que desejam simplificar .
Nada contra de quem goste de complicar , de misturar doses cavalares
do que quer que seja , mas.. não conte comigo pra isso tá ?
Mô e Kariníssima: contem comigo quando forem encher as sacolas de quinquilharias!!! Aliás, Mô, adorei sua definição: maleira, porque sacoleira é pouco
Sylvia:
AINDA sobre a breguice, gostaria de explicar que NÃO achei Dubai brega, apenas o INTERIOR do Burj Al Arab.
Quando eu usei o termo “kitsch” para definir o que acho do Burj al Arab, me referia EXCLUSIVAMENTE a este. Em NENHUM momento me referi a DUBAI como sendo de mau gosto, porque de fato não tive esta impressão, ao contrário.
O “efeitismo” exageirado – notadamente no uso de cores fortes com o ouro, desenhos exageirados e maneirismos de efeito para despertar sentidos de admiração, ou choque, no expectador.
Isso é que me impressionou mal, ou seja copiar a si mesmo exageirando exageiradamente o exageiro. Não se trata de achar bonito ou feio, que é questão de gosto pessoal, algo que respeito profundamente, mas da vulgarização do gosto, da mediocrização do estilo.
Segundo definição da Wikipédia, Kitsch é um “Princípio de Inadequação: desvio em relação à finalidade, tamanho (abridores de garrafa gigantes), falsificação de materiais (flores de plástico), estilos contextos (anjos barrocos de gesso, para estantes) figurações em objetos utilitários (pêra de cristal, como baleiro). Funções secundárias que acabam suplantando a função principal, funções múltiplas em um único objeto. A inexistência de uma relação do tema com a estrutura geral da obra. “
Sou um admirador do luxo com conteúdo e classe e concordo com uma das máximas do inteligentíssimo Joãozinho Trinta: “Pobre gosta de luxo, intelectual é que gosta de pobreza!”.
Gosto MUITO do luxo, mas com conteúdo, não o luxo brega, gratuito. É preciso ter muito cuidado, muita cultura, muito bom-gosto para colocar dourados, azuiz, vermelhos, colunas dóricas, aquários marinhos, cascatas, fontes, luzes colorias, efeitos sonoros TODAS juntas sem que aparentem ser bregas.
Coisas bregas, cafonas ou kitsch: anjos barrocos de gesso, para estantes, pêra de cristal, como baleiro, cartões de namorados perfumados, pinguins de geladeira, almofadas com desenho de lábios, terços saturados de imagens, canetas com mulheres nuas, paisagens havaianas ou indianas de fundo (se não forem no havaí nem na Índia), anões de jardim, esculturas de cobras cobras, esqueletos de plástico fluorescentes, insígnia de partidos políticos em chaveiros, definições como “ Manhatan do Oriente”, Veneza Brasileira”, Valdick Soriano, Nelson Ned, discurso de Miss, Odair José, Gretchen, pagode romântico, breganejo, bregaxé, a “modernidade” da Era Collor, o “funk carioca”, o forró-brega, Rita Cadillac, Wando…
A fachada do Burj Al Arab é um explêndido exemplo de bom gosto, comparável ao Guggenheim de Bilbao, por exemplo, maravilhoso desenho de Frank O. Gehry.
Aquilo que é original, ainda que não esteja em acordo com o MEU gosto pessoal, eu respeito. Exemplo: decoração chinesa. O que não curto é a cafonice explícita e intencional, especialmente a desprovida de conteúdo.
Em tempo: ADOREI Dubai!
Oh, Arnaldo, eu tinha entendido que era o interior do Burj.
Aliás, o meu comentário não foi por causa do seu não…
Continuo dizendo que a definição de bonito, feio, brega, cafona, seja lá qual for, é pessoal, por isso eu respeito mesmo a opinião de todos, pois o que é legal para mim, pode não ser até para mais ninguém.
E nem estou falando mal de Dubai, deve ser super interessante, ainda que eu ache o estilo ‘emiresco’ um tanto over e cansativo para mim. E olha que eu nem sou muito chegada a minimalismos…
A propósito, adoro pingüins de geladeira…
Riq e pessoal,
Empolgamos na idéia de lançar um blog…
Qdo der um tempinho entra pra ver os 1os posts.
Espero que gostem!
Abraços
Ana e Paulo Futami
http://vivelavie.wordpress.com
Karinissima e Mô
Vcs me fizeram um pouco mais feliz hoje… achei que fosse a única que enche a mala (grande e de mão) com tranqueiras que além de frágeis são pesadas…
O Paulo reclama até a morte das minhas manias…
Sou arquiteta, então tudo que vejo de diferente que seja bacana eu pego e compro… e sobrapro Paulo… sempre…
E Mô, concordo contigo que beleza se define no contexto. Um anão de jardim por exemplo, se é feito dele um baquinho com a concepção de Phillip Starck se torna super “in”…
Ah, tô me sentindo entre amigas com essas confissões consumistas! O narguilé gigante e o tapete que acabei de trazer do Marrocos DENTRO DA MALA são apenas pequenos exemplos se comparados com o meu must da muamba: um lustre enorme, todo rococó, que trouxe de Buenos Aires. Detalhe: vim de lá até São Paulo com as pernas para cima, quase gangrenando, já que estava com aquele trambolho nos meus pés. Não cabia no bagageiro e eu não ia despachar de jeito maneira! Era de vidro… pelo menos até chegar na minha casa, quando desembrulhei o mimo e descobri que era de acrílico… hahaha… Mas valeu. Meu quarto ficou lindo com ele!
Rogeria, como diz a Sylvia, malas vazias na ida!!! Sempre!!!
Certeza! Nem que tenha que sair com a mesma roupa em todas as fotos! Hahaha…
Meninas, dêem um pulinho aqui: http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/04/16/enquete-da-semana-berimbaus/
Tem um post aqui do Ricardo chamado Berimbau que é impagável.
Vocês vão gostar.
Mô, adorei! Tô até conformada com o meu lustre agora. Suas histórias são hilárias! As canecas, as taças e, hahaha, os donuts.
Arnaldo, eu tava falando do interior.
Por fora é lindo e o Jumeirah Beach completa o cenário com o formato onda.
Agora, quando você fala “falsificação de materiais (flores de plástico), estilos contextos (anjos barrocos de gesso, para estantes) figurações em objetos utilitários (pêra de cristal, como baleiro)” parece que você estava descrevendo as casas dos meus parentes dessas bandas, kkkk. Eu sei, é a cultura deles, não vou implicar com isso. Acho até interessante. Não estou julgando, gente, apenas comentando.
O mais sensacional foi quando entrei em uma Tok & Stok da vida lá em Dubai. Vi as tais frutas de cristal, bonecas de porcelana (Arnaldo, tu viu a fixação das árabes por boneca de porcelana?), abajures com enfeites de querubins etc. Essa ostentação “emiresca” é bem típica.
Vou te contar um causo que acho que a maioria das pessoas que já foram pra Índia vão concordar.
A família do meu namorado (ele é paquistanês) é muito bem posicionada na sociedade. Têm uma casa boa mas os móveis são simplérrimos, quase espartanos. Maaaas… Para mostrar o status… Eles tem um mega ultra über gigante lustre dourado com cristais.
Na maioria das famílias indianas e paquistanesas o tal lustre dourado com cristalzança é um símbolo de status tão forte como o Audi na garagem.
A coisa é tão absurda que, ao folhear um jornal imobiliário em Karachi, vi fotos de apartamentos luxuosos na frente da praia: os apartamentos eram espartanos, feios até. Mas tinham um mega lustre dourado com cristais na sala.
Sabendo disso, comprei um daqueles bichinhos de cristal bem bobinho e levei pra sogra. Parecia que eu havia comprado um diamante raríssimo, ela ficou apaixonada por aquilo. Fiquei emocionada e me odiei pelos pensamentos cafagestes tipo “ai que breguinha”. Ali, naquele contexto, era lindo. Acabei achando lindo.
Quando fiquei no Serena, em Gilgit, o hotel era simples. Mas todos nós sabemos que a cadeia Serena é de hotéis confortáveis 5 estrelas. Mas eles tinham um mega lustre de crystal no hall. Super luxo por 80 dólares. Coisas que só o Paquistão faz pra você
Mô, Sylvia, Mari, Ana Paula, Rogéria: adorei o conceito de não ser sacoleira porque mala é maior. Tal qual a Mô sou cacarequenta de nascimento e “pioração” adquirida.
Meu primeiro cacareco de carregamento imprático foi uma máscara em Veneza cheeeia de penas que carreguei na mão dentro de ferries, ôibus e trens europeus.
Carreguei um hard case Takamine até o Paquistão, também. Meu namorado é músico nas horas vagas e me pediu um case original Takamine (que trabalho) que levei daqui. Coloquei meus sapatos lá dentro e despachei. Mas quando tive que embarcar em Dubai no Terminal 2 do aeroporto (o horror! o horror!), tive que carregar tudo na mão pelas milhares terminais de Raio X.
Minha vingança foi maligna pois minha mãe encomendou um tapete afegão que ele vai trazer enrolado agora, kkkk. É grande, difícil de carregar e pesado. Woohoo!!!
Hehehe, Ana Paula… Se você visse meu quarto iria ver na prática como combinei tanta coisa diferente! Tudo que é tranqueira que vou catando nas viagens ficam expostas no meu quarto: relógio em forma de mesquita que ganhei no Paquistão, uma lhama de 20 centímetros que trouxe do Peru, as Barbies com roupas indianas e árabes, chapéus, luminária chinesa, meus bangles indianos, sapatinhos turcos…
Concordo contigo super: “beleza se define no contexto. Um anão de jardim por exemplo, se é feito dele um baquinho com a concepção de Phillip Starck se torna super “in”…”
Agora quero achar aquelas lampadinhas chinesas que vem em fio tipo lampadinhas de árvore de natal…
Pode ser cafona, mas eu viajo um pouquinho antes de dormir vendo cada detalhe. Se é over? É demais… Kkkkkk!
Kariníssima,
Pelo menos o que vc citou tá tudo ali, Oriente, Ásia… se vc visse meu quarto… nem comento… tem um bonequinho do Store of Knowledge (que vc molda como quiser) segurando uma máscara mini dessas de Veneza… uma beleza… fora as pantufas em forma de sapatinhos holandeses que eu simplesmente AMO! Isso é over… mas me faz mais feliz!
Qto às lamparinas, vc pode encontrar na Liberdade… eu já coloquei uma vez provisoriamente que ficou prasempremente! hahahaha
Gde beijo e please, me chama de Ana… postei errado!
KARINÍSSIMA também é cultura! Valeu…
Arnaldo:
Já que eu não quero voltar de Dubai como a Karissima, querendo voltar de novo, me explica: tem jeito de entrar no Burj Al Arab, pra ver o negócio por dentro? Eu estava assitindo um programa no Travel & Living, e eles disseram que antigamente se pagava 100 USD por uma visita ao hotel – mas que agora SÓ OS HÓSPEDES podiam entrar. Procede?
Eu sou uma sacoleira frustrada – tudo por conta do marido, que me poda nas coisas (e fica perguntando mil vezes: mas o que você vai fazer com isso mesmo?) e eu acabo desisitindo de comprar as coisas (pelo menos as grandes). Mas eu SEMPRE trago coisas de cozinha, e temperos são a minha perdição. Normalmente é leve, fácil de trazer (fora o cheiro), e você revive a viagem toda vez que cozinha. Marrocos, definitivamente, cheira a cominho (o pacote que deixou as minhas roupas com esse cheiro ajudou na impressão). Mas eu lembro até hoje de um pilão de temperos, snif, que não me deixaram trazer – só porque, snif, o negócio era de mármore, snif, e já estávamos com sobrepeso… Eu vou morrer culpando o meu marido por não ter deixado eu trazer meu pilãozinho…
Dani, eu também sempre trago temperos, pelo mesmo motivo que vc. O que mais me marcou, no entanto, não foi o cominho do Marrocos e sim a páprica (muuuuuuuuuuuuuuito diferente) da Hungria.
Daniela, entra no site do hotel e faz uma reserva para jantar ou almoçar.
Esse era o caminho mais em conta para visitar ( não sei se ainda vale)
Dani,
Ouvi dizer que pagam 50 USD para entrar. Arnaldo, como se faz pra entrar? 100 USD é mooooita cousa. É por isso que essa arabança é rica!
Eu não paguei porque meu primo tinha as gambiarras dele com a turcaiada local (o chefe dele emprestou a credencial para explicar melhor, kkkkk), logo, não tenho a menor idéia.
E sorry, Dani. Você VAI QUERER VOLTAR. É inevitável, Dubai é uma delícia e deixa gostinho de quero-mais kkkkk. Mas entre no Burj e ande nos barquinhos do Madinat Jumeirah, please.
Ana,
Vou procurar as lampadinhas, thanks pela dica. Pra enrolar na cabeceira da minha cama, vai ficar um xuxu. E eu ADOOOOOOOOOOOOORO as pantufas dos clogs holandeses. São lindas!
E, confesso, adoro coisas over.
Ok, gente, vou trabalhar agora. Beijos!
Daniela Siqueira, só há três maneiras de entrar no Burj Al Arab, não sendo empregado ou convidado: 1- hospedando-se, 2- com reserva para o Restaurante, 3 – pagando por um tour guiado pelo hotel.
Eu sugiro um passeio pelo Madinat Jumeirah (já tem matéria sobre ele no meu blog), ver um Burj Al Arab de fora.
Evidentemente que se eu pudesse ficaria num dos hotéis do complexo Jumeirah (exceto no Burj Al Arab), ou seja, no Mina A’ Salam, no Al Qasr ou no Dar Al Masyaf, mas eles são caríssimos (preços que começam em US$ 1.650,00).
Para quem for lá, recomendo depois de passear pelo interior do Souq Madnat Jumeira e fazer o passeio de “abra” pelos canais do complexo, seguir pelo “boardwalk” que liga o Burj Al Arab ao Madnat Jumeirah.
Lá no blog você pdoerá compreender bem como é o complexo, porque além de ilustrado com fotos, há links e mapas.
Ah, estamos, eu e minha mulher, com vontade de retornarmos a Dubai!
O Arnaldo não apenas bloga ao vivo (e com catchiguria!) como ainda tira dúvidas on line como ninguém!
Por falar em sacoleiro (ou maleiro, que soa melhor), já fui, não sou mais.
Mas tem apenas UM lugar no mundo que para mim não dá pra não se querer trazer TUDO na mala, pagar excesso conscientemente e despachar bagagem extra: os souqs de Fez e Marrakech. Nunca vi uma reunião de produtos – e não me refiro a artesanato apenas, que é um dos mais espetaculares do mundo, pra meu gosto, excepcional em todos os materiais, couro, madeira, metal, vidro, cerâmica e tecido – como especiarias, roupas, bijouterias e tudo mais.
Além de ser um dos lugares mais impressionantes que já visitei, porque foi um dos únicos em que TODOS os meus sentidos funcionaram a 1000 simultaneamente – uma orgia para o olfato, audição, paladar, tato e visão – é como sair do século 21 e ingressar no 15 apenas atravessando-se uma das “Babs” (portas de entrada) dos souqs das cidades imperiais do Marrocos….
Arnaldo, você foi ao centro de produção de cerâmica de Fez? Cada peça maravilhosa… Quase fiquei louca, queria trazer um contêiner de coisas! Fora todo o resto, tanto lá quanto em Marrakech a “precinhas” ótimas! Duro é agüentar os “how much do you want to pay?”, “good price for you, my friend!” Hahaha…
Rogéria, é isso mesmo! Tirando a extenuante e desagradável maneira de estabelecer preços das coisas, os souqs de Fez e Marrqkech são das coisas mais lindas que já tive o privilégio de conhecer na vida.
O depoimento da Karinissima merece um post!
Fez????? *olhinhos brilhando* ARNALDO, ROGÉRIA, thanks pela dica. Se eu levo minha mãe junto, acho que voltamos com conteiner. Vocês não a-cre-di-tam o que a turca lôca da minha mãe (que é a melhor pessoa para se viajar pois é a pessoa mais engraçada e alto astral que conheço) inventou:
CARLA, EMÍLIA… Vocês lembram daqueles “toritos” (tourinhos, não Doritos) quer ficavam em cima das casas em Vale Sagrado, Cusco e comarcas adjacentes no Peru?
ADIVINHEM o que a minha mãe RODOU a cidade pra comprar? É… Cusco – Lima – São Paulo com um casal de toritos e outros badulaques de argila pesadíssima pra colocar em cima do quisque e fazer a peruana.
ROGÉRIA, não chegava a ser um lustre em vidro (parabéns, sua coragem me inspirou a ser ainda mais ousada nos carregamentos)… Mas deu trabalho pra fingir que a mala de mão estava levíssima quando fizemos o check-in. Imagina se desconfiassem do peso daquilo? Acho que a aeronave voaria meio torta, até.
Pior era a minha mãe: “Kaká, faz cara de quem tá carregando isopor!” kkkkk.
LUCIA, tem mais coisa que preciso postar. Só falta tempo. Mas falando assim você me deixa tooda orgulhosa, brigaduuu.
Karina, eu trouxe dois toritos, eram bem fofos…comprei em um sítio perto de Sillustani, um sítio arqueológico perto de Puno. O dono do sitiozinho devia ser parente do guia: ele mostrou a casa típica, serviu uma batatinha cozida e um queijinho deliciosos e depois mostrou os toritos. Foi tudo tão simpático que eu trouxe um parzinho
Falando em tranqueiras: eu sou super espartana com compras, não tenho muita paciência e não gosto de reservar nem dinheiro nem tempo para a atividade. Mas tem algumas coisas que atraem os meus olhinhos: brincos, echarpes e cia. e cerâmicas…é difícil me conter para não comprar muitos berimbaus.
Na Costa Rica quase fiquei louca com a cerâmica chorotega, acabei trazendo dois vasos pequenos (um deles acabou trincando, mas não dá nem para perceber). Agora de Bonito eu trouxe um tamanduá em cerâmica dos kadiwéus e um jacaré simpaticíssimo (não me lembro de qual tribo era a cerâmica) que estava implorando para que eu o levasse para casa
Bom dia, tripulação, acabei de subir umas fotos do nosso encontro, estão lá no meu buteco.
A propósito, tem um monte de eventos de tango aí em Sampa, e algumas pessoas pediram pra eu repassar as informações. Quem quiser, manda um email pra meyguia @ uol com br
Já que esse post tá bombando, vou deixar um recado aqui pra quem quiser se divertir um pouco: http://destemperados.blogspot.com/2007/08/uma-noite-agitada-no-la-barra.html
O Hugo veio de BH praticamente só pra visitar a casa e não se arrependeu…
Tem participação do Amaury Jr. e tudo mais
Pessoal, na próxima viagem vamos despachar como carga desacompanhada!!
Demora um pouquinho, mas se vocês enviaram no começo da viagem às vezes conseguem chegar aqui e depois de um mês já terem todas as coisinhas aqui para liberar. Tem empresas especializadas e sai mais barato do que pagar excesso de bagagem para a cia aérea.
Pode-se optar por via aérea, mas esse é rápido mas bem mais caro, e por via maritima que dependendo do lugar demora 2 ou 3 meses para chegar, porque as empresas esperam para consolidar todas as cargas e fazer um lote apenas!
Karinissima, você é cômica! Precisamos um dia combinar uma viagem de compras, nem que seja no Paraguai. Eu, você, a Mô, a Ana, a Mari… haja bagageiro pra tanta disposição consumista.
E, pelo o que você contou da sua mãe, seu caso é genético. Hehehe… Tô desconfiando que o meu também seja. Meus pais foram a Caruaru agora em junho para curtir a festa de São João (diga-se de passagem, divertidísssima – estive lá há 2 anos atrás) e não resistiram às famosas produções locais. Mas, ao invés de comportarem-se como turistas normais, trazendo pequenos caboclinhos de barro, animaram-se com a farta variedade e os precinhos convidativos e trouxeram caixas e mais caixas daquelas esculturas enooooormes. A casa deles está infestada delas, parece até um show room do Mestre Vitalino. Hahaha… Até hoje me pergunto como conseguiram trazer tanta coisa e tudo chegar intacto!
Rogéria, eu topo o shopping tour!
Agora o lance do show room do Mestre Vitalino me fez rolar de rir sozinha
EMILIA, que inveja que tenho de pessoas como você. Kkkk. Como diz meu namorado, eu já viajo pensando no que eu vou comprar lá. E imagina como não fico louca no meio da bazarzança dos destinos que escolho? Ainda escrevo um post sobre o dia que decidi comprar uma burka.
PATSY, que informação preciosa. Vou procurar me informar.
Thanks!
ROGÉRIA, não inventa indiada que minhas lombrigas ficam atiçadas. Eu nunca fui ao Paraguay e tenho certeza que iria encher o carro de muamba.
CARUARU??? Estava planejando passar o ano novo no Récife com a famiglia, mas as passagens já estão caras e meu sonho de Caruaru se foi.
Aliás, kkkkkkkkk, “show room do Mestre Vitalino” foi sensacional.
Meninas, quando eu voltar do Paquistão vou fazer um mega-bazar, tá? Já tô vendo o Riq me expulsar daqui por praticar muambança e comércio no blog dele.
Sorry, Riq.
Me-ni-nas: lembrei de uma cena muito surreal no aeroporto de Dubai. Estava lá eu despachando minhas duas malas de 32 kg cada e o árabe do check in estava com cara de poucos amigos. Uma mala deu 33 kg e a outra, 31, exatamente. Juro, se tivesse ensaiado, não conseguiria distribuir o peso entre as malas desse jeito.
Pois bem, não é que ele me fez tirar o 1 kg a mais pra enfiar na outra mala?
Tive que abrir a mala mais pesada e tirei duas latonas de 500 gramas cada de mix castanhas árabes e morri de vergonha. E não ia ter jeito de enfiar essas latas na outra mala que já estava com o zíper prestes a estourar e eu não queria nem saber, que cuidasse disso já no Brasil.
Eu, que sempre escondo as malas de mão na hora do check-in (hehehe), disse que não havia jeito de enfiar, que ficaria com elas na mão.
Ele disse que de jeito nenhum as latas iam caber na minha bolsa.
- Sem problema, então. Vou comer tudo agora! – disse. Fiz a egípcia e sumi dali.
Lóóóógico que na hora de entrar no avião me deram aquele pito, que tive que despachar uma mala de bordo e fiz cara de “ah jura, eu não sabia que não posso carregar tanta coisa na mão”.
A eterna filosofia brasileira de dar jeitinho, de ser “John Armless”… Né? Ok, eu sei, é muito feio.
Mas as duas latas chegaram aqui e a turcaiada viveu feliz pra sempre com a castanhança
Eêêê!
Duas resoluções importantíssimas para 2008, meninas: a Sylvia tem que começar um blog e a Kariníssima tem que escrever um livro!!!!
E, claro, vamos organizar logo esse shopping tour com a Kariníssima de guia que eu já tô me matando de rir antecipadamente!!!
Karinissima, a-do-rei a idéia do bazar paquistanês! Pode mandar ver. Na hora de fazer as comprinhas por lá, pede tudo em dobro pra depois revender pra suas amiguinhas do blog! Já vou começar a guardar uns trocos!
Só voltei agora da Grécia e adorei ver as fotos do pessoal. Vamos ver se quando eu for para o Brasil fazemos outra dessa!!
Bjos a todos!!
Hmmm…estou lou-ca para ver as tuas fotos de lá, Marcio!
Já estou até me preparando psicologicamente para não comprar uma passagem para lá no impulso
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