“A mais feia que você jamais vai amar”
São Paulo é a protagonista da seção “36 horas em…” do caderno de viagem do New York Times deste fim de semana.
O repórter Seth Kugel, que arranha o português e costuma fazer boas matérias sobre o Brasil, mais uma vez acerta na mosca. Como não gostar de uma matéria sobre São Paulo que abre com a frase “Esta deve ser a cidade mais feia e perigosa que você jamais vai amar”?
O roteiro do Seth começa na tarde de sexta, com a Estação da Luz, o Jardim da Luz, a Pinacoteca (nada sobre o Museu da Língua Portuguesa, entende-se…) e um chopinho no Bar Léo. De lá, jantar e música ao vivo no Bar Brahma, na esquina da Ipiranga com a São João onde alguma coisa aconteceu no coração do Caetano.
O sábado começa com um café da manhã na Galeria dos Pães da Estados Unidos, seguido de uma visita ao Masp e de um passeio pela recém-reformada rua Oscar Freire, para tomar café no Santo Grão e ver as vitrines de lojas como a Osklen.
O jantar é por ali mesmo nos Jardins, no Rodeio, a mais paulistana das churrascarias. De lá, um táxi (exageradamente calculado em 25 a 30 reais; não deve dar mais do que 15) para a Vila Madalena, para botecar no Salve Simpatia ou no Feitiço da Vila.
O domingo começa com a missa com canto gregoriano no Mosteiro de São Bento. Depois é só despencar até o Mercado Municipal para um megapastel de bacalhau no Hocca Bar (e não o mega-sanduba de mortadela do Bar do Mané, da minha foto), e pegar um táxi (aí sim, de 30 reais, digo eu) para encerrar o fim de semana com uma água-de-coco no Ibirapuera.
Em linhas gerais, um óóóótimo roteiro, absolutamente factível. E o que é melhor: sem contratempos de trânsito (principalmente se você se hospedar na região da Paulista, para os lados da Consolação).
Se me pedissem para procurar pêlo em ovo, eu tiraria o Bar Brahma (acho fraco) e o Rodeio (é bacana, mas acho que para um gringo valeria mais a pena ir a um rodízio top), e incluiria os dois mirantes mais espetaculares — e complementares — da cidade: o do Terraço Itália, na primeira noite, e o do bar Skye, do hotel Unique, na segunda. Ah, sim: e wouldn’t bother com o Ibirapuera, sobretudo num domingão em que vai haver mais gente do que árvores.
Clique aqui para ler a matéria completa, com fotos e links e tudo mais.
E olha que coincidência — eu tenho uma segunda coluneta na Época, que é publicada nas semanas em que a colunona não sai. É uma tripinha de título “6 Horas”, com sugestões para aproveitar uma janela de tempo livre numa cidade qualquer do mundo. Pois justo essa semana as minhas “6 Horas” se passam em São Paulo, e são praticamente idênticas às seis primeiras horas do roteiro do Seth, da Estação da Luz ao Bar Léo (só que incluindo o Museu da Língua Portuguesa, claro).
A propósito… só agora me dei conta de que esqueci de agradecer à Carla Portilho, que me ajudou a fazer as “6 Horas em Lima” da coluna que foi publicada na quinzena passada. Obrigadíssimo, Carlinha!




Taí um assunto que eu tenho alguma experiência… fazer turismo pra gringos em São Paulo.
Passo o ano recebendo gringos, de quase todas as nacionalidades mas especialmente ingleses e americanos e costumo indicar programas diferentes conforme o gosto de cada um. Eu me sinto com um dever cívico de mostrar a eles que há muita coisa legal nesta cidade.
E dá super certo, normalmente eles chegam na primeira vez sozinhos e desacompanhados, querem chegar na segunda e ir embora na sexta.
Quando meu roteiro funciona, eles voltam acompanhados e passam o fim de semana aqui…
Se o gringo ou gringa chega acompanhado, eu mando o acompanhante direto para os Jardins, tome um táxi para a Oscar Freire e fique rodando lá. Eles adoram a Livraria da Vila e os cafés da Alameda Lorena. (eu também hehehe)
Programas culturais do tipo MASP, Pinacoteca, centro velho, etc, só funcionam com os europeus ou não-americanos. Se eu percebo que não rola, eu nem insisto.
O único problema é que não consigo mudar o endereço da hospedagem deles e isso complica muito. Eles precisam usar o GrandHyatt da Berrini. Então preciso explorar outros pontos. A Casa da Fazenda no Morumbi é o típico almoço pra gringo (ohhh, so unexpected!!!). Por esses lados, acho um programão super bom também a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano para um chá da tarde…
O bar do Skye está em todos os meus roteiros. O Bar des Arts é perto pra mim e eles adoram também. Quando dá, a gente sai cedo pra pegar o final da tarde lá. O restaurante Bela Sintra é outro que nunca me dei mal em levar alguém.
Se o gringo for jovem e quiser algo parecido com balada, eu mando para o Na Mata Café.
Jantar no Carlota está na lista de favoritos de todo mundo. Eles acham o máximo. (eu também). O problema é que nem sempre dá pra fugir do trânsito pra quem sai da região onde eles ficam.
Gringos em geral são super Flex. São todos movidos à álcool.Precisam apenas de boas caipirinhas e as das churrascarias são sempre programa dois em um que faz sucesso com todos, menos com os indianos… Lá eles se esbaldam com a carne e com a caipirinha e sempre no jantar, eu é que não aguento não. Normalmente eles vão embora daqui sonhando com a carne e frutas que comeram aqui.
Jardineira Grill, pra mim, é a melhor de SP. Eles já mostram o desenho do boi em pedaços com o nosso corte e traduzido. Fácil, fácil e eles adoram a caipirinha.
Eu tenho um amigo gringo que adorou o Hortifruti, acredita?
Em geral, qualquer bar de mesa pra fora é programão pra eles, porque eles não conhecem esse tipo de bar. Um pulo a um bar-tipo-carioca (como vc batizou) em Moema ou Campo Belo já resolve pra quem está hospedado para os lados da Zona Sul.
Tem o roteiro de loja de sapatos de Moema e joalherias pra mulheres ou maridos que querem levar presentes…
E os fanáticos por futebol adoram a “Roxos e Doentes”. E já decidi, desde a última Convnvenção que vou começar a levá-los no Terraço Itália… acho ótima idéia mesmo…
Sensacional, Gira
São Paulo sem um domingo na Liberdade, é como se a viagem não tivesse sido completa. Principalmente a confeitaria Itikiri, Ikitiri…algo assim. De fazer qualquer japonês ficar de olhos arregalados!
É Itiriki, Tamara. Os donos são chineses de Taiwan. Vale a pena experimentar o pobá — uma espécie de milk-shake de chá verde com bolotas de tapioca.
http://dicasp.com.br/detalhe_lugar.aspx?nome=Bakery+Itiriki&id=ad36bbd0f313d010VgnVCM1000000b0417ac____
De nada, Riq, quando precisar de uma mãozinha é só pedir…
Mas, como eu não cheguei a ver a Época da semana passada, vou te pedir um favorzinho – você posta o texto aqui ou me manda por email pra eu ler?
Foi da semana retrasada. Vou ver se acho a revista aqui pra escanear.
Agora, sobre SP: gente, com toda a sinceridade, essa última vez que estive em Sampa foi a primeira em que eu acho que, como diz o Riq, finalmente “entendi” a cidade… E tudo por causa das dicas que vocês me deram antes e durante a minha estada. Eu ia muito a SP quando era criança, porque tinha família na cidade, depois perdi o hábito, fui desencantando… Mas dessa vez, vim pra casa já com vontade de voltar – e isso, no vocabulário de quem tem um blog chamado Idas e Vindas, é um ótimo sinal!!!
Oba, obrigada!!!
Ih, Carla… agora eu sei porque eu não agradeci. É que não entregaram a revista e eu acabei não comprando na banca… Vou te mandar o texto por email… (daí eu espero você publicar a sua parte de Lima lá e dou um post-chamada aqui, com a nossa obra a quatro mãos…)
Eu que já sou fã de um chá verde…
Acho que já esta na hora de fazer outra visitinha a SP!
IT may be the ugliest, most dangerous city you’ll ever love = Deve ser a cidade mais feia e perigosa que voce possa vir a amar.
“A mais feia que você jamais vai amar”, nao faz nenhum sentido…
Esta em cartaz nos EUA o filme Manda Bala, impedido por Jader Barbalho de ser lancado no Brasil, ja que documentaristas nao possuem a mesma protecao legal que Jornalistas. Vamos pressionar para que possamos ver essa obra prima no Brasil, melhor documentario no Festival de Sundance 2007. http://www.mandabala.com/
Um outro programa que os gringos curtem em SP – claro os que gostam de natureza – e ver o Parque da Cantareira, onde ainda se veem macacos soltos e ha uma bela vista de SP.
Observer, “jamais” nem sempre quer dizer “nunca”; também significa “em qualquer tempo”.
Do Houaiss:
3 algum dia, alguma vez, em algum tempo
Ex.: se jamais se lembrar de mim, escreva-me
O sentido da frase do Seth Kugel é afirmativo, não especulativo (”pode vir a…”). Para eliminar a ambigüidade, o melhor seria simplesmente tirar o “jamais”. Mas eu acho mais poético — como “a coisa mais gostosa que eu jamais provei”.
Combinado! “Obra a quatro mãos” é chique, hein?
Sim, claro… mas escrever “A mais feia que você jamais vai amar” fica feio e perigoso como Sao Paulo.
Adoro o seu trabalho e estou esquecendo o portugues…
Em tempo: assino embaixo da tradução de “ever” como “jamais”! Às vezes as pessoas estranham porque é um sentido de “jamais” menos comum…
Eu acho que a tradução deveria ser:
A cidade mais feia e perigosa que você vai sempre amar.
No meu entendimento da reportagem o autor apesar de reconhecer todos os problemas da cidade quer dizer que há muitas coisas legais para se fazer nela e apesar dos problemas você vai amar conhecê-la.
Concordo com o Observer.
Quem sabe assim: Poderia estar sendo a cidade mais perigosa e feia que você poderia vir a estar amando.
Olha só, PatSal: e pensar que eu saí da propaganda só para não precisar aturar pitacos nos meus textos!
Desculpe-me, leio seus textos desde sua coluna na época e sempre fui muito fã de tudo que tinha a assinatura Ricardo Freire.
No momento que publiquei o comentário minha intenção era ajudar pois realmente achei e ainda acho que a tradução foi equivocada.
Esse foi o primeiro comentário que publiquei aqui, nunca o tinha feito antes apesar de sempre acompanhar o blog mas prometo não mais fazê-lo, mas como sou fã dos seus textos irei continuar os acompanhando tudo que vier a publicar.
Sinto muito pelo mal-entendido. Nao queria dar nenhum pitaco, so achei q o titulo nao ficou suficientemente claro, mas quem sou eu pra faze-lo, certo… Eu sou somente um observador e pelo visto deveria ter permanecido como tal. Saludos de Miami.
Obrigado pela compreensão. Eu admito que essa deva ser a frase mais esquisita que eu jamais escrevi, talvez por ser uma das construções mais difíceis que eu jamais precisei traduzir. Prometo que esse será o título mais polêmico que vocês jamais lerão aqui no VnV.
Minha Nossa Senhora do Colesterol! Essa foto tá um escândalo! É meu sonho de consumo faz um tempão. Pra me infartar de saudade e fome, é só acrescentar à foto uma mozzarella, bem salgadinha e fatiada bem fininha…. e uma coca cola bem geladinha! Mmmmm,
Judiou, Riq… judiou. Quer matar um expatriado faminto por mortadela?
Abração…
PS: Riq, never say ever again
Brincadeirinha, viu?
Sou uma daquelas leitoras-caladas. E sei que não tem nada a ver com o tópico. Mas vocês poderiam me dar dicas de praias no Ceará que não sejam as de sempre Jeri, Canoa Quebrada, Fortaleza… Tem algum canto tipo a ser descoberto?
melina, eu sou uma admiradora de TODAS as praias do Ceará e tem uma que eu foi em junho e gostei muito é Lagoinha, a outra que fui e gostei é Mundaú. Estas praias são novas para mim, mas já tem algum tempo que amigos me falam super bem de lá, então não seria “um canto a ser descoberto” como vc escreveu, mas deixo aqui minha sugestão.
Melina, as praias que se destacam pela paisagem são essas mesmo, Jeri, Canoa, Lagoinha, Mundaú. A paisagem de Canoa continua até Icapuí, o primeiro vilarejo a leste, onde há uma pousada interessante, a http://www.casa-do-mar.com . Antes de Jeri há Icaraizinho de Amontada, e passando Jeri, Tatajuba. Procure por Jericoacoara, Tatajuba, Canoa Quebrada e Icapuí no menu da direita, e você vai ver fotos.
Você vai se surpreender com Canoa Quebrada; a maioria das pessoas faz bate-e-voltas de Fortaleza, mas a vila oferece muito para quem ficar alguns dias. É praticamente “um canto a ser descoberto”.
Melina , Canoa é uma delicia !
Dá uma olhada nas opções de hospedagem:
http://www.portalcanoaquebrada.com.br/canoa_quebrada_pousadas.htm
( A Lua Estrela é super simples mas hiper bem localizada , a dois passos
da muvuca mas sem barulho e com uma vista de tirar o folego )
Quando estivemos lá o Beach Flat estava em construção mas pareceu
uma boa opção . Se fores fora da alta estação e de feriados/fim de semana o melhor é não reservar e escolher lá mesmo .
Heeelp!
Off, off topic, eu preciso de uma ajuda! Como todo mundo já percebeu, pelas milhares de dicas que já me deram, estamos indo pra uma viagem-meio-em-torno-do-mundo em novembro. Meu problema agora é a bendita ilhinha de Ko Phi Phi, na Tailândia. Vamos pra Phuket, e queremos passar pelo menos duas noites em Ko Phi Phi – tivemos até que mudar nossa passagem aérea, por conta dos horários de balsa, e agora ficamos cinco noites na região (uma em Phuket, na chegada, por conta do horário da balsa; duas em Ko Phi Phi, e depois duas em Phuket). A Sylvia – brigada! -sugeriu ficar em Patong, em Phuket. Meu problema agora são os hotéis (como sempre).
Na ilha, eu tinha escolhido o bonitinho http://www.ppisland.com/index.htm , super bem cotado no TripAdvisor, e no Frommers, e até citado no site da Condé Nast Traveller. O preço do quarto mais barato é muito razoável, 6500 baths, o que dá uns 206 dólares. Agora eles me avisam que não têm vaga – bem, têm, mas só no bangalô chique, por *41.600,00* baths – o que dá 1.300 e coquinho dólares. Aí, não dá, né? Pleeeease, alguém sugere alguma coisa? Sylvia, onde você ficou?
Em Patong, achei o Amari Coral Beach Resort ( http://www.amari.com/coralbeach/ ) por simpatissíssimos 135 dólares, reservando com antecedência. Bem falado no Trip. Algum palpite?
Obrigadíssima pela ajuda!
As acomodações com melhor relação custo x conforto x benefício em Canoa são as da ala nova da pousada Tranqüilândia Village — os chalés “superiores”, que têm seu próprio solário.
http://www.tranquilandia.it
A LuaEstrela http://www.luaestrela.com e a Oásis do Rei http://www.oasisdorei.com.br têm mais ou menos a mesma localização da Tranqüilândia, mas são um pouquinho mais rústicas.
Na descida para a praia, gosto da Dolce Vita http://www.canoa-quebrada.it/ e da Luna Rosa http://www.todomundo-prod.com/lunarosa.html .
Riq, Elisa e Sylvia, obrigadíssima pelas dicas… Já entendi que é pra eu ir pra Canoa! Estou pensando em ficar uns dias em Fortaleza, a maior parte da viagem em Canoa e depois quero estender pra Mundaú. Vale a pena? E as outras praias ali de Trairi, são bacanas? Tem pousadas legais por lá? Brigada mesmo, gente
Melina, vamos começar do começo
Quantos dias você vai ficar no Ceará? Você já foi a Jeri? Em que época você vai?
Daniela, não sei se na suas pesquisas você já topou com o Travelfish. É uma espécie de Freire’s do Sudeste Asiático, feito com tecnologia de hoje. O João Paulo de Portugal já me mandou parar tudo e fazer igualzinho a eles, e duas ou três vezes por dia eu fico vontade de seguir esse conselho.
A página dos hotéis de Phi Phi está aqui. E, sim, a primeira escolha deles é a mesma sua…
http://www.travelfish.org/accommodation/thailand/southern_thailand/krabi/ko_phi_phi/all
A propósito, aí vai o que eles acham de Patong:
http://www.travelfish.org/location/thailand/southern_thailand/phuket/patong_beach
Riq estou no poço com 2 aqui
Ainda não chegou no poço, não, Sylvia… Tinha cinco lá, nenhum era teu.
Riq, achei demais esse link do travelfish, eu tô com o João Paulo, acho que você poderia fazer isso fácil numa versão brasileira… vc conhece a costa toda…
Aqui tem mercado doméstico forte, então na versão brasileira teria que usar dois idiomas.
Riq,
Gostei da coluna do repórter Seth Kugel. Se eu fosse pra Sampa pela primeira vez iria curtir o roteiro. Concordo contigo, as churrascarias tem que ser as tops.
Gira, uma dica para se livrar dos gringos pelo resto do dia e a noite. Feijoada com caipirinha no Dinho’s ou no Bolinha. Deixe os caras bem a vontade.
Depois é só deixá-los no hotel porque eles não aguentarão reunião, palestra, encontros, etc,….
Abs!
Sylvia, chegaram mais spams ao poço mas nenhum é teu… já tô preocupado
Obrigada pela dica, Riq – meu computador até surtou de tanta janelinha que eu abri no Travelfish.
Brigada, Sylvia!
Agora o problema é que estou desanimando de Patong (se bem que o hotel que eu olhei é meio afastado da muvuca). Blé, deixa eu abrir todas as janelinhas de novo!
PS: Modestamente, estou achando que essas mensagens do poço são pra mim
Pois é Dani , vamos lá de novo !!
pois era ( espero ainda ser ) a dois passos da praia e uma quadra
Patong : é muvuca e ainda acho que é o melhor lugar para ficar dois
dias pois as outras praias são muito tranquilas, é pra quem quer pegar
praia e acho que não é o caso de vcs
Eu faria assim : a primeira noite antes de Phi Phi , e neste roteirão que
aliás é volta-ao-mundo sim ! vcs vão estar exaustos , será altissima
estação vão ter zilhões de pessoas .. blábláblá .. o melhor é ficar num
hotel pros lados do pier de embarque para o barco do outro dia e recarregar as baterias para os looongos dias de passeios bate-volta .
Depois de Phi Phi , voltando para Phuket eu iria para Patong , e ficaria
no lado direito da praia logo logo depois da muvuca ( mas não na ponta )
para poder caminhar um pouquinho só e estar junto dos restaurantes e
tudo mais .
Em paises exoticos nos sempre fazemos o impossivel para nos hospedar
em hoteis com muita cor local, de preferencia em cabanes no terreo,
no meio de jardins ( nada de hoteis altos com elevador etc ) pois isso tem em qualquer lugar .
A nossa cabana de Phuket foi levada pelo mar mas reconstruiram e
ficou igualzinha como era ..olha aqui
http://www.clubandaman.com/en3/content/view/2/2/
Olha o Lotus Village room , uma dilicia !!! e no meio de jardins de sonho.
Se eu fosse ficar só dois dias em Phuket voltaria a ficar neste mesmo lugar.
antes do agito . Tinha um “atalho” que a gente pulava uma cerquinha e
entrava no bungalow direto da rua .. tudo di bom !!
Em Phi Phi Don procura ficar perto do pier onde chegam os barcos
( é a vila de phiphi don ) .
Pq é volta ao mundo sim! ? Pq o conceito não é rodar toda a linha do equador ou passar por todos os continentes e sim atravessar o
oceano Atlantico e Pacifico
Eba! Fui olhar no trip advisor e está beleeza ( vou me dar uma medalha

( se o Zé permitir ) de cacifadora de hoteis já que avaliações de hospedes
era um delirio quando reservei o Club Andaman a sete anos atrás ..)
Quarto lugar em 95 hoteis em Patong está mais que ótimo
http://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g297930-d308906-Reviews-Club_Andaman_Beach_Resort-Patong_Phuket.html
Oi, Riq! Tenho 15 dias pra gastar por lá. (Espero que eu não tenha demorado muito pra responder!)
E quando você vai, Melina? É a sua primeira vez no Ceará?
Ricardo, foi um dos melhores posts que jamais li…
Vou falar o mais eufemisticamente possível o que falei uma vez defendendo São Paulo ardorosamente: São Paulo é comparável àquelas mulheres beeem feinhas que saem com um caras lindos, e ninguém entende porque. Até a hora em que um cara sai com ela e vê o que São Paulo tem…hehehe…got it babe?
E eles falaram até do bar do Leo!!! Mas além do Skye e do Terraço Itália, faltou um restaurante estilo moderninho, Spot, Ritz – e um lugar idem para dançar, como o Vegas (cuja localização, em si só, já é outro estudo antropológico. Aliás, São Paulo É um verdadeiro estudo antropológico…)
Mês passado esteve aqui um funcionário graduado do NYTimes a trabalho, e ele ficou impressionado com a quantidade de coisas que São Paulo tem, com o preço astronômico dos restaurantes (isto vindo de um novaiorquino de alto poder aquisitivo) e…pasmem vcs…com o verde. Ele nunca imaginou que São Paulo tivesse tanta área verde (sic) como ele viu…
Agora quando à matéria: eu adoro essas hipérboles americanas – Daslu is such a luxuirous place that people often arrive by helicopter was a little bit too much, don’t you think so?
Voltei mais cedo do feriado, nossa, a cidade está deliciosa né?
Dani , complementando Phuket :
Se o pier de saida ainda for em Chalong fica aqui uma sugestão para
a primeira noite
http://www.sixsenses.com/evason-phuket/accommodation.php
http://www.tripadvisor.com/ShowUserReviews-g293920-d301974-r8467899-Evason_Phuket_Resort_and_Spa-Phuket.html
Mas podes ficar em qualquer lugar da ilha .. em 30 / 40 min vcs estão
no pier .. aliás pros lados do aeroporto tb tem uma opção :
http://www.phuket.com/naithonburi/
e ganha de presente uma praia óootima e um deslocamento super rapido na chegada
http://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g293920-d599577-Reviews-Naithonburi_Beach_Resort-Phuket.html
Melina,
Eu não deixaria de ir a Jericoacoara numa primeira ida ao Ceará. E não deixaria de voltar a Jericoacoara se tivesse 15 dias para ficar na praia no Ceará.
Jeri hoje é um lugar mais bacana do que há 10 anos, com melhores condições de hospedagem e alimentação, e um público mais legal. Se você olhar os anúncios das operadoras de turismo de massa que saem no jornal de domingo, não vai ver pacotes anunciando Fortaleza + Jeri no alto da relação, como acontecia uns 5 anos atrás.
Com 15 dias para gastar no Ceará, eu ficaria entre 5 e 8 dias por lá — a temporada mais larga seria para ficar também uns dois dias em Jijoca, na Pousada do Paulo
http://www.jericoacoara.tur.br/pousadadopaulo 88/3669-1181,
e um ou dois em Tatajuba, na Santa Maria, 88/9925-7444.
Deixaria Jeri para o fim, porque é o destino de praia mais bacana do Ceará, e se você gostar demais, tudo vai parecer menor depois.
A outra semana ou 10 dias eu dividiria entre Fortaleza (ou praias próximas, como Lagoinha e alguma de Trairi) e Canoa.
Mas veja bem: qualquer praia que não se chame Jeri ou Canoa vai ter vida social próxima do zero nos dias de semana. É para descansar ou fazer kite ou windsurf, e viver vidinha de vilarejo do interior.
Lagoinha está a 100 km a oeste de Fortaleza, Mundaú a 140 km a oeste, Canoa Quebrada 160 km a leste. Dá para ir de ônibus, de carro alugado ou de passeio bate-volta organizado.
Jeri está a 330 km a oeste. Vá de ônibus.
Sylvia,
Já fui direto no seu hotel de Patong – e pra minha tristeza, não tem mais bangalôs pras minhas datas, só quartos comuns… Que ódio! Até nos consolidadores, só tem quarto no prédio principal, no 2° ou 3° andar
O povo do Phi Phi Village me acenou com um quarto comprável, dias 11 a 13/12, então lá vou eu mudar tudo de novo: ficamos em Phuket, por duas noites (vou continuar procurando a cabaninha da Sylvia, quem sabe alguém desiste, ou então ficar no Amari Coral Beach mesmo); passar dois dias em Ko Phi Phi no hotel isolado, mas lindinho; e voltar um dia pra Phuket, antes de voltar de avião. Vou ver se acho um hotel perto do aeroporto, ou da balsa, (que o meu vôo pra Dubai sai cedinho)… Estou quebrando cabeça com essa Tailândia, ufa! (e eu achei tãaaao bunitinhas as cabaninhas da Sylvia…)
Tá bom, agora eu falo que a minha viagem é volta ao mundo mesmo!