Paris pra Meilin

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A Meilin está pedindo dicas de Paris, pra onde ela vai agora em novembro.

Bom. Eu costumo recomendar, antes de mais nada, três comprinhas.

1) Um Paris par arrondissement, livrinho mágico de bolso que faz você achar facinho qualquer endereço de Paris, e diz qual é a estação de metrô mais próxima;

2) O Pariscope da semana — é a inspiração dos guias da Folha e do Estadão, sai todas as quartas e custa menos de 1 euro. Traz toda a programação da semana na cidade e é o melhor souvenir que você pode trazer de Paris.

Essas duas coisas podem ser compradas na livraria do desembarque do aeroporto. Já a próxima precisa ser encomendada já, para dar tempo de fazer as reservas.

3) Um Petit Lebey 2007 des Bistrots Parisiens, um guia sensacional para achar bistrozinhos bacanas, tanto tradicionais, quanto regionais, quanto modernos. Encomende o seu na Amazon.fr.

Algumas coisas que eu não deixaria de fazer, na primeira ou em qualquer uma das viagens subseqüentes:

• Tomar uma sopa de cebola (”Une gratinéee, s’il vous plaît”) no Pied de Cochon, de madrugada (o restaurante, uma instituição cívico-brega-chic, não fecha nunca);

• Pedir ostras no La Coupole ou em qualquer outra das brasseries da cidade (a mais bonita é a Julien);

• No mínimo tomar um aperitivo no Train Bleu, na Gare de Lyon, o mais lindo restaurante não-caríssimo do mundo;

• Dar uma passadinha no bar do Hôtel Amour, em Pigalle;

• Levar um cartão de crédito com chip para poder alugar uma bicicleta no Vélib (tem uma estação a cada 300 metros);

• Ir ao cinema! Quase todos os filmes que você perdeu estão em cartaz, neste momento, em Paris — nem que seja num microcineminha do Quartier Latin, só às terças, na sessão das 11 da manhã;

• Entrar na fila para uma casquinha de sorvete Berthillon na île Saint-Louis;

• Ir ao novo museu Quai Branly só para falar mal da coleção;

• Ir ao Quai d’Orsay para babar na parte de mobiliário;

• Passar numa feira de rua;

• Comprar a baguette mais cara numa padaria nota 10;

• Percorrer um mercado de pulgas;

• Ler de cabo a rabo o Conexão Paris, da Maria Lina.

Outros posts aqui do VnV que podem ser úteis:

Hotéis maneiros, não careiros: Paris

Paris: hotéis bon marché

Bate-e-volta: de Paris a Reims

Vale do Loire pra Mariana

Paris para quem não gosta de Paris (eu na VIP, 2001)

Paris: o gourmet de 30 dólares (eu na Viagem & Turismo, 2001)

E você? Que dica de Paris pode dar pra gente? A caixa de comentários está aí pra isso. Allez-y!

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99 comentários para “Paris pra Meilin”

  1. Sir Freire.
    Aproveitando que cet aocm a mão na massa e dando dica pra todo mundo…vc aconcelha ficar fora de veneza? ou ja que veneza e veneza e melhor “investir’ num hotel na ilha mesmo?

  2. Acho q a melhor dica de Paris, Riq já deu em outro “post”.

    Caminhar por lá sem obrigação de ir a lugar nenhum. Simplesmente, aproveitar a belíssima cidade e seus encantadores programas.

    Adorei isto!
    Bjs,

  3. Bem lembrado Sandra !
    Aliás, cidades ótimas para “se perder ” caminhando ( nos bairros
    certos ) alem de Paris são : Praga , Amsterdam , e a Italia inteira !

  4. Oi Riq…
    Adorei o post…
    Tudo que estou querendo…
    Ai que tudo!!
    Abçs

  5. Bom, eu amo Paris… e sou grande fã de museus. O que para muitos é lerê, para mim é um grande prazer!

    Em Paris para uma segunda ou terceira vez, sugiro alguns museus que ficam fora do circuitão tradicional: o Carnavalet, no Marais, que conta a história de Paris através de salas arrumadas de forma cronológica, com pinturas, mobiliários e documentos de época; o Marmotan, com uma incrível coleção de uns 50 quadros de Monet, que fica mais afastado do centro; a Orangerie, pertinho do Louvre, com as Ninféias, grandes painéis pintados por Monet, que ficam dispostos em duas salas ovais e te transportam para outra dimensão; o Grévin, com arte oriental, bem diferente do que se costuma ver em Paris (almocei no restaurantinho do museu e comi um prato tailandês ótimo).

    Boia viagem!

  6. Ops, boa viagem.

  7. Gente, eu nem preciso consultar outro lugar pra fechar minha viagem…

    Que post perfeito!!!!

    Ô Ricardo, quando é que sai um post exclusivo sobre Madri, hein?

    Bom, minha dica de PAris… eu fui no show do Moulin Rouge e achei muito legal, mas não gostei do jantar oferecido. Depois soube que há uma opção sem o jantar, 40 euros mais barata.

  8. Ê que fase boa de viagens, mulher!
    Só não se esqueça de colocar muitas fotos para nós (aliás, não vejo a hora de ver o post de San Andrés…)
    Sobre Paris…acho que o Beaubourg é a tua cara (qualquer relação com o teu post do CACI não é mera coincidência :-D ) E também o Quartier Latin, que eu acho um dos lugares mais legais para bater perna.
    Minhas dicas são um pouco batidas: relaxar na Place des Vosges (e passear pelo Marais, dando uma olhada nas lojinhas bacanas) e Jardin du Luxembourg (aproveitando para visitar o Musée Cluny). Eu ficaria também de olho nos concertos que rolam, é um programinha noturno super bacana. Eu recomendo os de música medieval do Cluny, é só dar uma olhada na página deles (http://www.musee-moyenage.fr/)
    E vou te dar minha dica de sempre: vá passear no Canal Saint-Martin, de preferência num domingo, quando eles fecham as ruas e o pessoal sai com bicicletas e carrinhos de bebê para passear.
    Se eu fosse você ficaria com os seus dotes de perdigueiro mais apurados para descobrir fornadas de deliciosos pain-au-chocolat :mrgreen:

  9. Ricardo,
    Quando vc faz 2 posts super adrenalíticos (?) sobre Roma e Paris, simultameamente… Um não tira a ‘força de comments’ do outro?
    Sei lá, minha opinião.

  10. Eu só estive em paris uma vez e rapidinho. Vinha de volta de Caracas a Madri, e tivemos conexao em Paris, entao decidimos passar pelo menos o fim de semana, ja que eu nao conhecia. Como a grana estava mais que curta, ficamos num Formula 1 baratinho e longinho, mas sem reclamar porque ate que funciona direitinho para o que se propoe. E com apenas dois dias, a opçao foi nao ir a nenhum museu, e simplesmente caminhar, caminhar e caminhar. Andamos muitissimo, e foi uma forma deliciosa de fazer uma visita rapida a Paris pela primeira vez. Para comer? Baguette com qualquer queijo maravilhoso ou algum tailandes/chines de 5 euros o prato. Os luxos ficam pra proxima viagem, mas Paris é gostoso até sem nenhum dinheiro no bolso…

  11. Minha primeira dica sempre é andar e se perder.
    Sentar para tomar um café na calçada para ver a vida passar que é programa de parisiense.
    Museu d’Orsay o meu preferido :)
    Museu Marmotan http://www.marmottan.com/ que tem o maior acervo de Monet e é pouco conhecido.
    No domingo ir às pontes do Sena para ver como o parisiense se diverte, e
    tomar sorvete Bertilloon, humm dilicia. Ainda no domingo, a Missa às 18:00 na Notre Dame, linda com órgão maravilhoso e cantada. Para todos os credos.
    Passear no Jardim de Luxemburgo.
    Mais e mais, a lista pode ser muito longa. ;)

  12. Além da baguette, é obrigatorio também o pain au chocolat e o croissant aux amandes (eu adoro!).

    Para uma primeira vez em Paris, a minha dica (caso vc queira subir na Torre Eiffel), é chegar bem cedinho para não pegar fila. Tem coisa demais para ver/fazer em Paris e é bom otimizar o tempo.

    Os museus são de graça no primeiro domingo do mês, mas cuidado pq as vezes a fila é enorme. Dê preferencia aos museus menos conhecidos.

    Um lugar muito bacana que eu recomendo para uma segunda vez é a mesquita de Paris e logo em seguida, tomar um cha de menta na casa de cha atras da mesquita. A gente se sente no Marrocos! Detalhe = a mesquita não é aberta para visitas na sexta.

    Riq, ja que vc falou do la Coupole, o chocolate quente de la é uma delicia. Para dar uma esquentada durante o passeio, não ha nada melhor. :-)

    Abraços!

  13. Puxa, cheguei tarde, as melhores dicas já estão aí…. Bom, Meilin, opção é que não vai faltar, né? ;) No quesito comilanças, curto também uma boa crepe au fromage (tem uma barraca perto do McDonalds-Sorbonne que é a melhor!!!). Se vc estiver com uns euros de reserva, faça uma reserva pra o brunch do Hôtel de Crillon no domingo: por 66 euros, uma refeição estrelada no Michelin, absolutamente inesquecível, regada à Taittinger, no salão em que Maria Antonieta tinha aulas de piano!
    E, depois, dá-lhe caminhadas sem rumo em Paris para queimar as calorias! :mrgreen:

  14. Ja tem tantas dicas…. Eu acrescentaria o Instituto Arabe, e um parque cujo nome nao me lembro, mas esta nos passeios a pe do guia da Folha. Sugiro tambem uma refeicao num restaurante Vientanamita.

  15. Nossa, esse post ainda vai ser muito útil para o fim da minha viagem!!! Amei Paris e quero termina meu ano fora por lá.

    Como a Mari Campos falou, as melhores dicas já estao aí. Complementando os museus mais desconhecidos que a Jurema mencionou, sugiro o do Picasso (meu artista favorito, junto ao Monet!!!) que também fica mais afastado (http://www.musee-picasso.fr/index.html).

    Passando pelas cidades que vc menciona, nao tem como ser ruim, mas fica aqui meu desejo por uma ótima viagem!!!

    Abracos!

  16. Tem 2 restaurantes que o Michelin classifica como “Bib Gourmand” (bom e acessível), que sao otimos! O Épi Dupin fica no 6eme, muito perto do metro Sévres Baylone. O Severo, que fica no metro Mounton Duvernet ( acho que era no 14eme, mas nao tenho certeza); melhores steaks de Paris.
    Comida otima, por 30 euros o casal. Os Épi Dupin fica lotado, e precisa de reserva.

  17. Viva! Paris para mim também!

    obrigado à todos.

  18. Gente, um programa que já tá na minha agenda e parece ser bem interessante na Mesquita de Paris é aproveitar os hammans. Tem também o Le Bain du Marais… spas tudo de bom.

    Pesquei uma matéria na Viagem e Turismo de fev/2005. O link original é esse:
    http://viagemeturismo.abril.com.br/edicoes/112/supertour/conteudo_59839.shtml

  19. Oi! Como já falaram, só andar por Paris já faz um bem danado. Gosto muito do Musée de Cluny (Moyanne Agê): as tapeçarias da Dama e o Unicórnio valem a pena. Gostei da Saint Chapelle, especialmente, no final da tarde quando a iluminação dos vitrais parece ser melhor.
    O que eu NÃO faria: subir a torre da Notre Dame. São trezentos e muitos degraus estreitos, em mão dupla, com um mundo de gente indo e vindo… Achei que não valeu a pena.
    Ah! Uma coisa que me irrita na Europa – e me irritou particularmente em Paris em todas as vezes que estivesse lá – são os turistas orientais (já que eu não consigo saber quem é chinês, japônes, etc…). Vc acha que eles são educados? Podem até ser no país deles, mas fora… Em uma das vezes que estive em Versailles precisei fazer o maior escândalo na fila para entrar, pois um asiático que estava na minha frente estava “guardando o lugar” para mais de 40 pessoas! Fique atenta!
    Última dica:gosto muito das tortinhas de frutas do Brioche Dorée (tem em tudo quanto é canto). Nada do outro mundo, mas muito bom. Lembre-se porém que os doces por lá não são tão adocicados quanto os nossos.
    Abraços,

  20. Restaurante Mon viel ami http://www.mon-vieil-ami.com na ile st louis, peça um jareet de vitel muito bom, restaurante lwww.epidupin.com/lieu.php outro bistro espetacular, tomar unm drink no restaurante do museu george pompidou com uma vista linda.

    abs

    Paulo

  21. Outra dica pra Meilin, ir à Grande Epicerie de Paris http://maps.google.com/maps?hl=pt-BR&um=1&ie=UTF-8&q=la+grande+epicerie+de&near=Paris,+France&fb=1&view=text&latlng=48849860,2323351,7193084227481050149 Tudo o que você imagina em gastronomia tem. Patés, queijos, pães, frutas maravilhosas, chás, chocolates, nham

  22. E aí Mari, sábado tem bolo ? :lol:

  23. tem sim!!!! vem!!! :mrgreen:

  24. Querida Marizinha, eu ADORARIA !!!!!!
    Vamos cantar o parabéns virtual pra Mari no sábado, dia 13.
    Vai comandante, providencia um bolo pro niver da Mari :mrgreen:

  25. O Museu Rodin, para quem gosta de esculturas, é demais. Nem que seja só para ir até o jardim e ver o Pensador.

    Faça a festa nas boulangeries e não deixe passar a oportunidade de provar o sorvete Berthillon.

    Afe, tem tanta coisa pra fazer por lá que é até difícil recomendar só algumas…

  26. Mas uma dica do que NÃO fazer: ir à Eurodisney. Eu, particularmente, não gostei. Acho que foi castigo por deixar de ir a museus para ver o Mickey…

  27. Xiiiii já falaram tudo!!!

    O fim de tarde do alto da torre é interessante, mas se a fila deixar. Nada de ficar horas de pé esperando.

    Opa, niver da Mari

  28. A Meilin tá que tá esse ano!

  29. Se você for dar aquela esticadinha até Versailles, pode ir de trem por sua conta que é tranqüilo. Na volta, a integração com o metrô é pros lados da Torre Eiffel, então dá pra engatar um programa no outro – e subindo ao fim da tarde dá pra ver a cidade se iluminando.

    Hospedagem: fiquei num hotelzinho barato e correto, mas nos limites daquela espécie de “rodoanel” que cerca o centro expandido da cidade (”Périphérique” – em francês tudo parece bacana!).

    Complicado… 15 minutos à pé até a estação do metrô mais próxima (sempre tem alguma estação próxima!), mais outro tanto sacolejando até chegar na região-alvo do dia. Nenhuma grande crise, claro, mas numa próxima vou tentar alguma coisa mais central.

  30. Vai no Louvre?

    Eleja algum(s) tema/época/estilo/escola/técnica de sua preferência pra dedicar seu tempo: é simplesmente impossível percorrer TODO o museu com a devida atenção às obras.

    Não se esqueça de verificar, antes da entrada, se estas salas estão abertas no dia. A maioria das salas/sações fecha em algum dia da semana, em esquema de rodízio.

    Cuidado com o horário de entrada: eles não têm problemas em te vender um ingresso no fim da tarde, mesmo que 10 minutos depois os guardas comecem a varrer as pessoas pra fora. Veja antes qual o horário em que as salas começam a fechar.

  31. Do alto da “La Samaritaine” tem a melhor vista grátis de Paris.

    E no subsolo tem um ótimo supermercado! Aliás, pra uma noite especial, passe lá e capriche em pães, queijos, água e vinho, e se esbalde no seu quarto de hotel! :-)

    Pra comer à noite, no Quartier Latin tem vários pequenos restaurantes lado a lado, com preços razoáveis e freqüentados por grupos de estudantes da região.

    Há um certo preconceito com o passeio de barco no Sena – mas eu fiz e adorei! Foi no último dia, uma espécie de “resumo” de tudo onde você já passeou… Pegue um no fim da tarde – por exemplo, após sair do museu d’Orsay, que fecha cedo. Leve na sua mochila uma garrafinha de vinho e sanduiches de brie na baguete e seja feliz! (Sim, fuja do passeio com jantar.)

  32. Transporte: não sei se ainda existe, mas havia um passe de uso ilimitado para o sistema de transporte urbano de Paris (Carte Orange). Mão na roda – mas a validade era fixa a partir de um dia específico (tipo “1 semana a partir de 2a-feira”), confira antes de comprar.

    Pra circular na cidade, o metrô é impressionante, tem linhas e estações pra todos os lados! Mas sempre que puder prefira os ônibus, que te dão de brinde as ruas da cidade. E pros lados do Marais tinha (2001) uns ônibus com uma “varandinha” nos fundos, mais legal ainda. ;-)

  33. Acho que a única coisa que posso acrescentar seria a dica do Etap Le Villete para os menos abonados. Fica dentro da cidade, está a 3min andando do metro e no inicio desse ano eu paguei 52 euros num quarto triplo com banheiro!!!

  34. Reforçando a “não dica” da Rogéria…
    Perde tempo na Eurodisney não.
    Vale a pena não!!.

  35. Concordando com a Adriane Lima e o Fabio sobre programas superturísticos com jantar (can-can, bâteau-mouche, tango em Buenos Aires) — sempre que der, tente escapar do jantar.

  36. Riq, tripulacion, mes amis, vous êtes supérbes! Merci beaucoup, du coeur!!!!! bisous :-D

  37. Meilin,

    Viajando a trabalho, na época da KPMG, descobri o Hotel de l’Abbaye, na Rue Cassete, pertinho de Saint-Germain des Près. Desde então, este se tornou o meu hotel preferido na Cidade-Luz… :D

    Ricardo, vc conhece esse hotel?

    1. Esse é o hotel onde fico quando não alugo apê. Adoro! Pequeno, charmoso, super bem localizado, atendimento personalizado. E desde o ano passado, estão servindo almoço e jantar – a pagamento, e com um cardápio pequeno mas muito interessante: uma saladinha, uma sopinha, uma omelete, sanduiche – perfeito para quando você não tem mais energia pra sair.

  38. Estive em Paris há poucos dias e o tempo não estava muito bom. Resultado: tinha pensado em fazer vários passeios na rua, mas tive de trocá-los por dias nos museus, já que não gosto nada de andar na chuva. Voltei ao Louvre, da forma sugerida aqui, escolhendo as coleções e visitando-as com calma.

    Quando o sol apareceu, aproveitei para passear por Saint Germain, Quartier Latin e Marais. São lugares deliciosos! Marquei no mapa os pontos que gostaria de visitar nesses bairros (que escolhi principalmelmente com base nas informações do Conexão Paris), mas sem fixar um roteiro muito rígido.

    Acho que o melhor de Paris é não ter muitos planos, decidir o que dá vontade de fazer no dia mesmo. Apenas caminhar pelas ruas da cidade já é muito bom!

  39. O passe do ônibus vale a pena, 1,80 euros. Fábio, o ônibus que você diz descoberto é toda a parte de cima, é um passe turismo. Paga acho que 25 euros e desce e sobe durante o dia quantas vêzes quiser.

    Não deixe de ver os monumentos à noite iluminados, parece outra cidade.

    Esse brunch que a Mari falou no Crillon, hummm deve ser mesmo dos deuses.

  40. Blogueiros de todas as tribos,
    na qualidade de companhia da Meilin em mais essa aventura, agradeço, especialmente ao comandante, pelo post e pelo carinho (Riq, você não faz idéia de como minha sorellina ficou emocionada!), e pelos comentários de toda a comunidade. Espero em breve conseguir me organizar melhor para circular com mais freqüência por esse espaço tão bacana!
    Beijos

  41. Compartilho aqui as dicas que a Maria Lina me passou:
    - ruas do Marais
    - Rue Saint Honoré (virou o ponto quente da cidade. Tudo começou com a loja Colette e o Hotel Coste)
    - margens do Sena domingo, na parte pedestre no nível do rio, na frente do Louvre (só se estiver com sol)
    - tomar um café no Café Marly do Louvre
    - Grande Epicerie de Paris do Bon Marché
    - entrar nos onibus normais, não os de turistas, e ficar passeando de onibus (se estiver fazendo frio)
    Aproveitem pois começo a fazer isso no domingo!
    Bjs.

  42. Meilin, todas as dicas são ótimas e eu acrescento comprar uma caixinha com macarrons na Ladurée, de Saint Germain, quase ao lado do Les Deux Magots e subir até o Sena ziguezagueando(?) pelas ruas de Saint Germain até o Boulevard Saint Michel. Apreciar a vista do Arco do Triunfo no final da tarde. Beaubourg e jantar cedo no Georges, ultimo andar, delicioso, cool e com uma vista daquelas.

  43. Indico um passeio pelo Marché aux Puces de Antigüidades da Porte de St. Ouen e almoço na Guinguette Chez Louisette que fica no Mercado Vernaison (existem varios outros mercados na mesma rua), com direito a todo um repertorio de chansons françaises, cantadas ao vivo e sempre acompanhadas de no minimo um acordeon, no melhor estilo “bonne franquette”. Apesar dos preços serem em geral bem salgados, é possivel descobrir objetos bacanas com preço honesto como toalhas de mesa, guardanapos e colchas bordados à mão, talheres e serviços de porcelana unicos. Eu adoro ir num sabado ou domingo de manhã e ja fiz varios bons negocios por la. Pra um super jantar($$$) num restaurante estrelado, indico o Grand Véfour, a sala é maravilhosa, comida impecavel, serviço idem, atemporal. Le tout Paris ja passou por la, incluindo Bonapart, Joséphine e Victor Hugo.

  44. Todas as vezes que fui a Paris
    visitei a Capela da medalha Milagrosa (tenho o endereço em casa, se alguem quiser) por falar em igreja, visitem a igreja de San Suplice só para conferir o código Da Vinci) deitem e rolem no gramado do Jardim de Luxemburgo, a noite, a partir das 21,h sentem-se na mureta de Trocadero para ver aquela Torre iluminada, tambem podem se ´perder´ pelas ruas la de trás da ´Sagrado Coração´ etc etc etc
    Noredy

  45. a proposito voces sabiam que a Samaritaine fechou

  46. não querendo ser chato EURO não tem plural
    1 euro
    50 euro
    n milhões de euro

  47. Rue Mouffetard !!!!! Uma das ruas mais antigas de Paris, dos tempos romanos e com algumas casas do século XII. Tem bistrôzinhos gostosos e de manhã um interessante mercado aberto (adoooro mercados !)

    Também tem a Mesquita (Mosqueé) de Paris ! Linda linda !

  48. sorvete de nougat da Berthillon… hummmmmmmm :)

  49. Noredy foi mais rápido mas junto a ele o meu lamento: a Samaritaine fechou. :(
    Quase morri de decepção quando estive lá, há 3 meses. Não pela loja em si, mas pelo terraço e a super vista que perdemos.
    Não querendo ser do contra, mas eu recomendo SIM a subida à torre. Tudo bem que dá para ter vistas panorâmicas de vários outros pontos da cidade, mas o fato de estar lááá na pontinha da torre não tem preço. Eu nunca peguei muita fila pra subir.
    Visite as lojinhas descoladas do Marais, são demais.

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