No te acuestes a dormir sin comer un pocorrucho de Maní

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Risoto de beterraba do Maní

Taí um restaurante aonde eu preciso voltar: o Maní, de Helena Rizzo (colorada? gremista?) e Daniel Redondo.

Fui só uma vez, e ainda por cima com uma missão específica. Foi durante um júri do Prêmio Paladar, e era minha obrigação pedir um mix de tubérculos (aipins e mandioquinhas e carás e inhames) que eu jamais teria pedido como prato principal (como acompanhamento, talvez).

O certo é que todo mundo que vai fala maravilhas; é um dos restaurantes que estão acontecendo em São Paulo. Imagine uma comida cheia de bossa tipo D.O.M. num ambiente alto astral tipo Carlota. É por aí. (As referências são um elogio, gente. Daqui a pouco o Mani também vai ser uma.)

Quem esteve lá recentemente foi o EduLuz e a Débora. O Edu fez um ótimo post no seu Da Cachaça Pro Vinho, com direito a fotos de todos os pratos (esse daí de cima é o risoto de beterraba).

Dá um pulinho lá no DCPV para ficar com água na boca.

Na volta, de sobremesa, curta aqui comigo El Manisero, clássico cubano com o meu canto favorito de todos os tempos, Bola de Nieve.

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2 comentários para “No te acuestes a dormir sin comer un pocorrucho de Maní”

  1. Riq, e a sobremesa foi boa mesmo. Bola de Nieve/”Jabuticaba” !

  2. Maní está há tempos na lista para ser conferido. Mas também tem o Eñe, o Arturito, o Chou…Sempre uma dificuldade escolher.

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