Paulo Nogueira em Praga

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praga

O grande jornalista Paulo Nogueira está passando uma temporada em Londres como correspondente da Época. Sorte nossa: desde fevereiro ele mantém um blog saboroso, o Diário do Centro do Mundo, no site da revista. Pois outro dia ele deu um pulinho em Praga, e resumiu suas impressões num post magistral, que me não resisto a surrupiar quase inteiro:

Praga tem o melhor e o pior que uma cidade pode ter. É de uma beleza capaz de fazer um homem frio ficar embargado. Você pode ouvir boa música clássica qualquer tarde numa das várias igrejas em torno da Ponte Carlos, andar enlevado pelo histórico bairro judeu e depois comer, por um terço do que se paga em Londres ou Paris, no modesto U Mecenase, um restaurante de 400 anos, um prato típico local –  pequenos pedaços de carne recheada com bacon e flambada em brandy, acompanhados de croquetes de batata – que faz você agradecer a Deus por ter nascido com boca. De repente irrompe na rua um carro antigo alugados para turistas, e depois outro, e você dá passagem na calçada a jovens em patinetes motorizados, e um bonde avança silencioso — e Praga então compete em esplendor com Paris.

Mas.

Mas ao mesmo tempo Praga surpreende pela grosseria tão freqüente mesmo em pessoas que deveriam ter ao menos uma simpatia profissional: gente que lida com turistas. Guias e motoristas de excursão rudes, motoristas de táxi que sequer respondem a um bom dia e podem dar uma volta absurda para tirar mais dinheiro de você, balconistas que parecem estar fazendo um favor a você numa compra: tudo isso é bem mais comum do que deveria ser numa cidade belíssima como Praga.

Você pensa no início que deu azar em pegar alguém num mau dia, mas depois situações parecidas de grosseria vão se repetindo, e repetindo, e repetindo. É, provavelmente, uma herança da ocupação russa pós-Guerra. Foram mais de 40 anos sob as botas do stalinismo soviético, e quando pareceu que ia soprar uma brisa em 1968 os tanques russos trouxeram uma borrasca a Praga. Ainda hoje se vê o preço da longa temporada stalinista em Praga na rispidez quase que onipresente na cidade.

Ainda assim, como escrevi no Twitter no saguão do bom aeroporto de Praga, com todos os defeitos, Praga é tão linda que uma vez não basta.

Você tem que voltar.

Para além de uma bela definição de Praga, acho o texto do Paulo útil para compreender o fascínio que os lugares podem suscitar, mesmo quando não são perfeitos. Troque as qualidades e os defeitos de Praga pelas do Rio, pelas de Salvador ou de qualquer cidade interessante do planeta que não seja propriamente suíça, e é provável que, apesar de tudo, você também ache que “tem que voltar”.

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37 comentários para “Paulo Nogueira em Praga”

  1. Eu também tive a mesma impressão quando fui pra Lituânia.

    Só fui entender um pouco dessa permanente grosseria dos cidadãos locais depois que visitei o museu que contava a história do país.

    O que esse povo passou sob o regime comunista soviético não foi nada fácil. Ainda mais se pararmos para pensar que não faz tanto tempo assim.

    Explica mas não justifica. Mas cabe a nós viajantes sempre ver o lado bom das coisas como o Paulo.

  2. Como são diferentes as experiências de cada um: eu absolutamente não senti nada disso em Praga. Ao contrário todos muito gentis, disponíveis, prestativos. Na verdade o único lugar onde senti essa sequela da repressão comunista foi em Budapest, agora no começo do ano.

  3. Engraçado, Marcie, acho que dei sempre sorte. Eu nunca fui tão bem tratada pelos locais quanto em Praga e Budapest, há dois anos atrás.O que corrobora a sua afirmação de que “são diferentes as experiências de cada um”.

  4. Faço minhas as palavras da Marcie em relação à simpatia do povo de Praga. Acho que, com exceção de um taxista que fez cara feia por um motivo que não me lembro (algo em relação às nossas bagagens), em Praga o restante do pessoal foi sempre muito atencioso e prestativo, tanto no hotel como nas atrações. Aliás, eu cheguei em Praga vindo de ?eský Krumlov e, sem avisar (ou pelo menos sem avisar em uma língua compreensível), de última hora o ônibus resolve parar lááááá longe, mas lááááá longe mesmo, no comecinho de Praga, onde os táxis não passavam por absoluta falta de mercado para eles. Eu, claro, não estava preparado para aquilo porque meu ponto (previsto, confirmado, estudado) de parada era outro. Tive primeiro que descobrir como, de onde haviam nos largado, se chegava no metrô, depois em que estação eu estava etc. Uma vez no metrô, quando ainda estava me ambientando, veio um senhor super simpático dizendo (em inglês) para eu não descuidar de minhas malas e perguntando para onde nós queríamos ir. Conversou bastante, deu dicas etc. e nos ensinou com exatidão impressionante onde nós estávamos e como deveríamos fazer para chegar na estação do nosso hotel. Foi aí, inclusive, que nos surgiu a idéia de andar sempre com algum pequena lembrancinha do Brasil, para sempre que alguma boa alma for decisiva em nossas viagens, agradecer presenteando com esse discreto souvenir. Ainda não implementamos o projeto mas em princípio vamos comprar alguns desses bottons/pins http://www.botonautas.com.br/index.php?option=com_virtuemart&page=shop.browse&category_id=59&Itemid=100032 e andar sempre com uns cinco deles para manifestar nossa gratidão sempre que alguém nos tirar de algum perrengue ou contribuir com uma maneira especial.

    Mas, voltando ao assunto, Praga é linda, é especial, é apaixonante, é encantadora. Na primavera, então… Seu único defeito é não ser aqui em Buenos Aires… :-)

    Mudando rapidinho de assunto: se, agora em junho, vocês tivessem da noite de uma quarta à manhã de uma terça (dependendo do tempo e da forma de deslocamento, isso pode dar até quatro dias inteiros no destino) livres para viajar, para onde iriam? Vale qualquer lugar acessível com milhas.

    1. Chapada dos Veadeiros (deve ser o mais fácil pra você: Brasília + 300 km).

      http://viajeaqui.abril.ig.com.br/blog/107253_comentarios.shtml?5881928

      Paraty (Rio + 250 km)

      Belém (via Brasília ou Fortaleza).

      Lençóis Maranhenses.

    2. que idéia mais simpática!

    3. Aprendi, desde cedo, com meu saudoso pai, que não se deve ter preconceitos.
      Não é possível rotular Praga, Paris, Roma ou qualquer outra cidade como isto ou aquilo.
      Os franceses costumam ser vistos como antipáticos, mas basta um “Bon jour” para abrirem o mais simpático dos sorrisos. Ano passado uma jovem parisiense guiou-me por três pisos da Gare Saint Lazarre para mostrar-me o trem que deveria tomar.
      Dos romanos não guardava boas recordações até que me hospedei no Crowne Plaza Rome-St Peter’s hotel (Via Aurélia Ântica) e encontrei uma recepcionista romana que mais parecia soteropolitana, na cor, beleza e simpatia. Só faltou cantar “aquarela do Brasil” para nos bem atender (minha esposa e eu).
      Outra cidade em que motoristas de táxi e recepcionistas de hotéis não são, digamos, tão simpáticos é Tel Aviv. Emocionei-me, no entanto, com a atenção e cortesia do segurança do hotel (Mercure Tel Aviv- Rua Ben Yeudah). Duas pistolas na cintura, enorme como quase todos os israelenses e um coração do mesmo tamanho, chegou a cercar táxi no meio da rua, em plena hora do rush e perdeu dez minutos para explicar ao motorista (que milagrosamente não falava inglês) aonde íamos.
      Conhecer alguma coisa do idioma (pelo menos um toda raba, mérci ou equivalente), sorrir e comportar-se como os nativos do lugar, sempre ajudam em qualquer parte do mundo, mas não se pode esquecer quem em todos os lugares vamos encontrar pessoas simpáticas, amáveis e honestas e também gente irascível, mal educada e desonesta o que, necessariamente, não quer significar que todas as pessoas comportam-se da mesma maneira.

  5. A única cidade que visitei sem me preparar foi Roma (uma amiga que ia me receber cancelou de última hora e fiquei na mão) e fiquei como um turista desavisado. Achei a grande maioria do povo extremamente grosseiro — do garçon ao balconista de qualquer local. Mas confesso que frequentei os locais mais procurados por turistas… Talvez se tivesse me preparado melhor não teria passado por isso. Mesmo assim causou uma primeira impressão horrível. Devo visitar a Itália de novo mas não vou incluir Roma, o estrago já foi feito.

    Mas o inverso também acontece. Quando fui à Alemanha pela primeira vez esperava encontrar um povo super frio e acabei encontrando pessoas super simpáticas em quase todas as cidades que visitei. Sempre tento incluir a Alemanha nas férias pela Europa. Abs!

  6. Concordo com os comentários acima: Também fui bem tratado nos dois dias que fiquei lá no Natal de 2007: http://laedevolta.com.br/blog/2008/01/20/bela-praga/

    Do post, concordo com a primeira parte. Praga é linda e deixá-la também me deixou com muita vontade de voltar.

    No mais, estas impressões, para mim, deixam evidente o outro lado também. Enquanto lá estive, escutei de muitos cidadãos a reclamação de que Britânicos se comportam muito mal em Praga (ouvi a mesma reclamação em Cracóvia, dois destinos com vôos muito baratos a partir de Londres). Como esperar bom tratamento se a recíproca não é verdadeira?

    Não estou dizendo que o Paulo Nogueira, pessoa na qual nem o trabalho conheço, tenha sido desrespeitoso nos dias em que lá esteve. Ele pode ter tido azar mesmo ou eu (e os demais que aqui falaram) sorte.

    1. Pelas tuitagens do Paulo, acho que o que deixou a pior impressão foram os taxistas, sempre prontos a dar uma enganada básica. Essa é uma reclamação recorrente tanto em relação a Praga quanto a Budapeste.

      1. Bom, sobre os taxistas não posso falar. Sou adepto do transporte público. ;)

      2. oi, riq

        não são apenas os taxistas. também comerciantes em geral, guias e motoristas de ônibus de excursão são frequentemente
        rudes em praga.
        mas é uma puta cidade.
        abração

        paulo

  7. Oi, Riq
    Oi, Marcie

    Realmente me chamou a atenção a grosseria autoritária de tantas pessoas em Praga, incluídas as que teoricamente deveriam ter ao menos simpatia profissional: guia de excursão, balconistas, comerciantes.
    Pedi um táxi diretamente no hotel na hora de seguir para o aeroporto. Era um jovem simpático, diferente dos demais. Antes que eu tocasse no assunto, ele disse que taxistas, guias e motoristas de excursões etc etc são um velho problema em Praga. Ele disse que há muitos ciganos búlgaros lá dirigindo táxi. E embora jovem tocou na questão do comunismo: ninguém passa impunemente por 40 anos de stalinismo.
    De resto, gostei do ponto do Riq: você perdoa os defeitos nas cidades com as quais vai com a cara, da mesma forma que releva os defeitos das pessoas de que gosta — exceto em casos extremos, dos quais a meu ver os piores envolvem traição.
    Abraços

    Paulo

    1. Honrado pela visita, Mister!

      E desculpe o mau jeito — seu comentário ficou preso no sistema desde o meio-dia (horário do patropi).

  8. Riq, vc viu meu feedback de Tiradentes? Ficou ruim deixar lá?

    1. Ficou sensacional! E deixar lá é perfeito — fecha o círculo total. O post fica definitivo, enciclopédico; obrigadíssimo!

  9. Eu costumo relacionar minhas experiências de viagens com as sensações vividas nesses momentos. Fui para Londres esperando encontrar um povo muito frio e fui surpreendida. Todos foram muito solícitos quando contávamos que a cia. aérea tinha perdido todas nossas bagagens… Foi uma viagem muito bacana e sem dúvida, Londres ocupa um lugarzinho especial nas minhas memórias de viagens. :)

  10. Acabei de voltar de Praga e confesso que nas primeiras 2 horas eu já queria ir embora. As mulheres na estacao de trem , onde tentamos em vao buscar uma informacao, pareciam saidas dos escitorios da KGB. Super grossas, mal educadas, e mesmo sentadas em baixo da placa que dizia “International information” nao entendiam nada de ingles e só queriam te tirar da frente.
    Na saida da estacao de trem, caimos no golpe do taxi ( que raiva), tudo tao obvio, mas o que fazer no meio do nada, sem ninguem que fale ingles, e sem a menor ideia de onde ir? O taximetro nao parava, parecia que virava a cada segundo. Pagamos por uma corrida de 10 minutos, o mesmo que pagamos por um taxi do hotel que nos levou até o aeroporto na saida( 40 minutos). A sensacao melhorou qdo chegamos no hotel, onde o pessoal era extremamente simpatico e realmente cuidava da gente.
    Fora isso, Praga é linda, maravilhosa; acho que uma das tops viagens que todos devem fazer um dia.

  11. Adorei Praga e nao tive problemas com grosserias, pelo contrario, todos sempre foram muito prestativos e amigaveis. Quanto aos taxis de Praga, eles sempre foram famosos por cobrar quantias absurdas aos turistas, tem uma historia que ate o prefeiro de Praga se disfarcou de turista (com sotaque e tudo) e pediu uma corrida ate o castelo de Praga e foi cobrado uma quantia absurda! Ao que parece nada mudou, porem em qualquer comunidade de viajantes voce encontra reclamacoes sobre os taxis de Praga, e’ so’ pesquisar antes de ir.

  12. Aqui vai a historia do Prefeiro de Praga disfarcado de turista na BBC news.
    http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/4175143.stm

  13. Eu amei Praga. Só conheci o que Praga tem de melhor, mesmo com toda a dificuldade do idioma. Pretendo voltar, em breve.

  14. Às vezes penso que as cidades imperfeitas são como belezas não muito óbvias. São muito interessantes. Na Itália teve um ou outro episódio como esse, mas nada que me impedisse de me apaixonar pelas cidades.

  15. AMOOOOOOOOOOO Praga……. bem + do que Paris……..

    Ok!! podem me chicotear.. estou pronta.. :p

    Amo o povo.. a cidade.. arquitetura.. os parques.. e é claro, a cerveja baratérrima..

    Praga é o lugar que vou sempre que estou indecisa.. é meio idiota ir 14x ao mesmo lugar, em 2 anos e meio.. mas o que posso fazer se là me sinto bem..

    =)

  16. estive com meu marido em Praga ano passado (aproveitando dicas daqui do blog – obrigada a quem indicou o hotel U Zlateho Stromu! http://zlatystrom.com/hotel-en )para um casamento de amigos (ela francesa e ele norueguês morando em SP) e realmente só não gostei dos táxis….mas também só usamos pra chegar e ir embora pro aeroporto!!! no mais andamos muuuito a pé – afinal a cidade é linda, né? – e de bonde! que demais o bonde! eu quero morar onde tem um bonde assim….usamos o metrô bastante ,também, pois tínhamos amigos numa perifa da cidade bem realismo socialista, onde ia ter um festival de graffiti.
    Dá pra notar que os tchecos ainda não se acostumaram muito com o turismo internacional, não existe muito profissionalismo, mas boa vontade.
    No metrô, quando perguntamos em inglês onde se pegava a linha amarela, o guarda gesticulando expressivamente para a direita disse “tomorrow!”….quer dizer, inglês zero boa vontade dez…

  17. Das cidades que eu conheço na Europa, incluindo Budapeste, mas não Praga, onde eu achei o atendimento pior foi em Madri. E o melhor, em Londres, ainda que o pessoal de Budapeste (e do sul da Alemanha) também fosse muito simpático.

  18. É, preciso voltar a Praga.

    Mas dessa vez combinarei o pgto do %&#@ do taxista antes. E tentarei não confundir as duas estações de trem – por 5 segundos não perdemos o trem para Veneza, um sufoco.

  19. Andre, nao é sempre que adianta combinar o preço antes. Tentamos combinar e todos diziam “o preço é o marcado no taximetro”. Ta bom entao, só nao contavam que o taximetro é mexidissimo. Depois eu descobri que o meu hotel tinha serviço pra buscar no aeroporto ou na estacao de trem a um preço super honesto. De resto, ninguem precisa de taxi pra ir a lugar algum em Praga.

  20. Gostei de Praga e não tive problemas ou grosserias com as pessoas, mais ainda não havia muito turismo…

  21. Ainda não fui, mas gostaria de ir.

  22. Adorei Praga, é lindíssima, mas com um péssimo atendimento ao turista. Tive problemas desde a chegada, porque o receptivo nao nos esperou, a guia da excursao era muito grossa e o pessoal da portaria do hotel idem. Na saída do salão de café havia um cartaz avisando que se alguem saísse levando qualquer alimento teria de pagar por ele, me senti vigiada pela KGB. Apesar de todos esses transtornos e vários outros, Praga vale a pena ser visitada.

  23. Pessoal, em 2006, estivemos em Praga. Chegamos de trem. Fomos bem tratados e orientados no centro de informação, localizado fora da estação. Seguimos de ônibus para o centro histórico; tive uma dúvida no trajeto, perguntei e me responderam bem.
    A seguir, os dados da nossa hospedagem: http://www.hotelsprague.cz (sítio de empresa tradicional, fotos, câmera na cidade, etc.). Por ele, fiz a reserva no Hotel Kampa Garden; foi, para nós, à época, a melhor localização e diária. O pagamento foi feito no final da estada. Descobri pela revista “Viagem e Turismo” que indicou um outro lotado: Penzion Usuteru. Daí, cheguei ao que reservei. Ou seja, desta vez, o escolhido não saiu do Frommer’s. Ele está com uma classificação muito boa no TripAdvisor – 82 de 662 hotéis. Ótima recepção e atendimento. Ficamos em um amplo apartamento. Pela localização – próximo da Ponte Carlos, fizemos tudo a pé. Não posso, por isso, comentar sobre ônibus de turismo. No próprio hotel, solicitamos e acertamos o valor do táxi para o aeroporto. Correu tudo bem.

  24. Estive, graças a Deus, 2 vezes em Praga e nao senti qualquer hostilidade dos locais. Obvio que nem todos eram sorridentes, mas serios e profisionais, sim. Os taxistas realmente sao um caso a parte: eles modificam o taximetro dependendo do passageiro e voce pode acabar pagando em uma corrida mais do que pagaria em Paris, ou qualquer outra cidade mais cara por um trecho similar. Mas eles nao sao realmente necessarios: da para ir a todos os lugares a pe, de bonde, ou metro.
    Mas discordo do que foi dito a respeito de Praga nao ter se recuperado do dominio sovietico. Ela é, sim, uma cidade tao europeia ocidental quanto qualquer outra.
    Ja Budapeste…esta cidade, sim, parece aina viver sob a cortina de ferro.

  25. Riq e trips, aproveitando o post. Alguém indica hotéis BB em Praga e Budapeste. Irei em dezembro. Estive pesquisando e encontrei o Hotel Chopin em Praga, muito bonitinho. Alguém conhece? Obrigada

  26. [...] o Marcelo Galvão elogiou a agência HotelsPrague.cz e a Mariana Martins agradeceu a indicação do Slatystrom, que [...]

  27. Eu estive em Fevereiro em Praga (em pleno inverno) e não tenho do que reclamar da hospitalidade dos tchecos, somente os supermercados são muito lotados e os caixas sempre estão acelerados devido o grande números de clientes na fila

  28. Estive em Praga no Abril de 2010 com minha esposa e com mais dois amigos e de todas as cidades que visitamos foi a que mais nos encantou. Certa vez eu li o seguinte comentário: o melhor de Praga é se perder em Praga!! Não perca essa dica quando vc estiver lá!

    Reservamos o hotel Hotel Kampa Garden 3* ,limpinho, arrumadinho e muito bem localizado, num parque tranquilo a dois passos da Ponte Carlos IV. Dependendo de como você faz a reserva, pode ter desconto com o pagamento à vista. Peça essa informação. E se possível, também peça um quarto com vista para o canal de Diabo.

    o site de hotel: http://www.kampagarden.cz/

    Fizemos o tour com a Tania Sochorova – foi ótimo, bem explicado e nada de correria. Além de nos encantarmos com a cidade maravilhosa, também ficamos conhecendo um pouco mais da história deste lindo país. Tania é muito inteligente e fala muito bem portugues. Foi uma experiência enriquecedora. Ela falou muito sobre a época de comunismo. Entrar em contato com Tania é fácil – escrever um email: amazon@volny.cz ou entrar no site dela: http://www.guia-em-praga.com.br

    outra dica:
    Nunca trocar dinheiro nas casas de câmbio WESTERN UNION e CHECK POINT espalhados pelo centro. Eles trocam 1 € por 17 – 19 coroas. O valor oficial é 1€ por 25 coroas tchecas.

  29. Uma dica importante (não sei se já foi dada antes). Os metrôs de Praga são ótimos e fáceis de se locomover, mas além de comprar o ticket em máquina automática nas estações, você precisa validá-lo.
    Ninguém menciona isso e como as entradas dos metrôs não possuem controle ( as catracas estão abertas e parece que ninguém controla) você pode ser pego no meio dos tuneis de interligação em blitz por amostragem e se não tiver o ticket validado paga-se uma multa de 30 Euros na hora ou vai para uma delegacia…. Eu tinha o ticket pago, mas desconhecia a necessidade de validá-lo e fui pego na blitz. Por mais que argumentasse com os fiscais, não teve saída a não ser pagar a multa.

    Uma dica super agradável: fazer o Tour com um Segway, é super super com guias universitários.

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