Paula* e Fred na Europa Central

FacebookLinkedInEmailShare

Paula*, o Danúbio e Pest

Paula*, o Danúbio e Pest

Nossa querida Paula Asterisco* e seu personal maridão, o Fred, fizeram uma linda viagem mês passado pelo filé da Europa Central: Budapeste, Viena, Cesky Krumlov, Praga e Berlim.

(Pessoal, anote aí esse itinerário: a ordem dos fatores altera, sim, o produto, e para mim esta é a seqüência perfeita, tanto em termos de deslocamento quanto em, digamos, modo de servir os pratos.)

Praga

Praga

Paula* e Fred foram atrás conferir as dicas da comunidade — tem dica minha, da Marcie, do Arnaldo, da Paula Bicudo, da Cristina, da Majô… — e se deram muitíssimo bem. E, evidentemente, também fizeram seus belos achados, que agora compartilham com os trips lá no Condomínio da Majô :-)

Cesky Krumlov

Cesky Krumlov

Para ir direto aos posts:

Paula* e Fred em Budapeste

Paula* e Fred em Viena (dicas para ir a Cesky de trem e van via Linz)

Paula* e Fred em Cesky Krumlov (dica para ir a Praga de ônibus fretado)

Paula* e Fred em Praga

Paula* e Fred em Berlim

Paula* e Fred em Paris

FacebookLinkedInEmailShare

170 comentários para “Paula* e Fred na Europa Central”

  1. Olá.
    Estou indo para Vienna, Budapeste e Croacia sendo 2 dias em Vienna , 3 em Budapeste e depois vou para Croacia. Quem tiver dicas de roteiros nestas cidades agradeço, por enquanto só tenho a passagem e o ingresso do show do U2 360 em Vienna dia 30, preciso de dicas de hospedagem, deslocamento de vienna para Budapeste e de Budapeste para Dubrovinick(Croacia)e locais para se visitar, restaurantes, etc..POR FAVOR enviem o que tiverem, pois estou sem tempo de pesquisar. Me comprometo de depois deixar dicas bem legais aqui…
    valeu

    1. http://www.viajenaviagem.com/2009/06/hoteis-bbb-em-praga-e-budapeste/

      http://www.viajenaviagem.com/2007/09/viena-pra-dani/

      http://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar/

      Dubrovnik: há avião direto de Viena. De Budapeste você precisa fazer conexão em Viena ou Zagreb.

      Não há trem para Dubrovnik. A estação mais próxima é Ploce, a duas horas de ônibus. A outra é Split, a 4 horas de ônibus.

      O trem de Budapeste a Zagreb leva 6 horas. De Zagreb a Dubrovnik são 11 horas de ônibus. (Sim, o Leste Europeu é grande e você não fez nem a etapa zero da sua pesquisa, que é olhar no mapa.)

      Viena para Budapeste: 3 horas de trem. Leia os links do post. Aliás, leia MUITO antes de perguntar de novo. Você quer muitas respostas sem ter feito nenhum esforço de pesquisa antes.

      Sem tempo para pesquisar, recomendo procurar um agente de viagem.

    2. A viagem do Edu já aconteceu, mas espero que ele tenha seguido a dica de conhecer Dubrovnik. Aliás, serve para todo mundo. É a cidade mais linda que conheço. Eu atravessei pela Italia para lá chegar, mas como vale à pena circular a cidade pelo alto de sua fortaleza. As pessoas são bonitas, a cidade encantadora e, acredite, o vinho Croata é muito bom (afinal, quem não sabe fazer vinhos na Europa?).

  2. OLá Paula. Adorei suas dicas e agradeço por ter colocado no site. Gostaria de saber quantos dias você ficou em cada lugar, estou planejando ir com emu marido em 01/11/2010 para Viena, budapeste, Berlim e Praga, como você fez. Obrigada. Cris.

  3. Olá Ricardo!
    Eu e minha mulher (Cristina da mensagem anterior) faremos Budapeste, Viena, Praga e Berlim em Nov/2010. Alguma dica da parte aérea Brasil-Budapeste e Berlim-Brasil?Obrigado!

    1. Passagens internacionais com escalas = faça via agente de viagem.

  4. A Tap voa para Budapeste com conexão em Lisboa e há o voo de volta de Berlim com 2 conexões. Tente simular no site (multi- city)da companhia pra ter ideia.

  5. Obrigado Ricardo e Georgia! Voltarei a fazer o q sempre fiz: “passagens internacionais com escalas = agente de viagem“!!!

  6. Olá Ricardo!Li no blog dicas de bate-volta a partir de Praga e Viena. Uma questão foi a possibilidade de deixar as malas nas estações de trem. Os armários têm capacidade máxima padronizada? Alguma dica de volume de bagagem para Budapeste, Viena, Praga e Berlim de trem? Obrigado!

  7. Sobre o comentário anterior: uma mala de bordo ou um modelo um pouco maior podem ser guardados nos armários das estações de trem das grandes cidades da Europa?Obrigado!

    1. Nem todas tem guarda-volumes. Pesquise antes. (palavras-chave: o nome da cidade, rail station, locker, left luggage, baggage storage)

      1. Valeu!

  8. Olá pessoal estou programando uma viagem de 32 dias no ano que vem 15 dias na Alemanha , vou alugar carro e estava pensando em fazer um cruzeiro pelo Danubio, Amsterdã e depois uns dias em Paris. Vocês tem dicas do cruzeiro (viena-budapeste)?

  9. Paula / Fred…adoramos as “dicas” estamos indo para Viena e Budapeste mas será agora no inverno Natal e Ano Novo…estamos em dúvida quanto ao transporte de translado onibus ou trem..tentei fazer reservas por aqui mas sempre da erro no meio do caminho..acho que tudo bem comprar direto lá não!?…

    1. Compre ao chegar.

  10. Ricardo

    Pensamos em ir de trem de Praga até Budapeste. Olhei no site da DB, mas aparece um monte de nome de estação quando coloco o nome Berlin, tipo Berlin Hbf. Como saber qual escolher? Poderia dar uma dica?

    1. Olá, Andrea! Você deve escolher a estação em função do seu destino final (a mais próxima do seu hotel, por exemplo).

      E hbf quer dizer Hauptbanhof (estação central).

  11. Riq/Bóia… como sofri prá achar informação na época, queria colocar aqui um pouco mais de Cesky, que coloquei esta semana no ar. http://devoltaoutravez.wordpress.com/2011/02/14/cesky-krumlov/

    E como sempre: valeu pelo site
    Abraço,

    1. Alex

      Na nossa programação pretendemos ir de Viena a Cesky no final do dia ou fim da tarde, dormir em Cesky e aproveitar e só depois ir a Praga.Vc acha que é muito tempo? Da pra fazer em um dia e ja ir pra Praga?

  12. Caro Ricardo, em uma outra viagem que fiz com minha esposa (um giro pela Itália, França e Inglaterra)consultei seu blog e as dicas foram excelentes e muito úteis!! Grande serviço. Agora estamos planejando outra viagem, mas gostaríamos de conhecer Budapeste, Praga, Viena e Alemanha (em especial Munique e Berlim). Vc poderia dizer qual a melhor ordem, digamos assim, das cidades? Por onde começar e terminar? E claro, se há algum outro lugar nesse trecho que não se deve deixar passar. Obrigado desde já!

    1. Olá, Adriano! Aqui quem fala é a Bóia, assistente do Ricardo Freire nas caixas de comentário ;) Sua dúvida está no Perguntódromo! Volte aqui para checar as respostas!

      1. Adriano,

        ñ fiz esse roteiro, mas conheço algumas das cidades citadas… de qq forma, tenho uma sugestão:
        praga > (dresden) > berlim > munique > (salzburg) > viena > budapeste

        1. todos os trechos de trem

      2. Eu fiz Viena, Budapeste, Praga e Dresden e funcionou bem.
        Para o seu roteiro, penso ser razoável Berlim, Dresden, Praga, Viena e Budapeste. Munique fica fora de mão.

        1. Concordo com esta sugestão!

    2. Adriano, o Riq sugeriu o seguinte sobre esse seu roteiro:

      “Faça Budapeste-Viena-Praga-Berlim-Munique. Compre a passagem aérea chegando em Budapeste e voltando de Munique. Os trechos internos faça de trem. Leve agasalho, não vai estar superfrio mas você ainda vai pegar um friozinho (tipo 12 graus de vez em quando).”.

      http://www.viajenaviagem.com/2009/09/paula-e-fred-na-europa-central/comment-page-1/#comment-64069

      1. Adriano,
        Concordo com a ordem das cidades sugeridas pela Wanessa. Como já comentado outras vezes, deixe Praga (a mais bonita) para visitar depois de Budapeste/Viena.

    3. Adriano, quando estive em Praga em 2009 fiquei hospedada no B&B THE BRIDGE qualidade 3 estrelas, bem central, e café da manhã excelente, e preço excelente, e em Budapeste fiquei no Budavar Pension Budapest, situado no lado de Buda, bem central, e preço excelente, café da manhã bom, so não tem elevador.

  13. Adriano, como já dito pela Wanessa e ratificado pela Lu, acho que a ordem sugerida é perfeita. Eu mesma fiz essa viagem exatamente nessa ordem Budapeste – Viena – Praga – Berlim (só não visitei Munique). O Riq havia dito que essa ordem era a melhor, na opinião dele, e eu adorei. Não alteraria a ordem que foi fundamental para que eu curtisse todas as cidades sem sentir nenhum “downgrade” em relação ao roteiro. (fiz todos os trechos de trem, entrando de avião em Budapeste e saindo de Berlim) Boa Viagem!

  14. Adriano, como já dito pela Wanessa e ratificado pela Lu, acho que a ordem sugerida é perfeita. Eu1 fiz essa viagem exatamente nessa ordem Budapeste – Viena – Praga – Berlim (só não visitei Munique). O Riq havia dito que essa ordem era a melhor, na opinião dele, e eu adorei. Não alteraria a ordem que foi fundamental para que eu curtisse todas as cidades sem sentir nenhum “downgrade” em relação ao roteiro. (fiz todos os trechos de trem, entrando de avião em Budapeste e saindo de Berlim) Boa Viagem!

  15. Adriano, em outubro de 2009 fiz uma viagem muito parecida com a que você quer fazer. Minha sequência foi a mesma que o Ricardo sugeriu aqui. Comecei por Munique (reserve um dia para ir conhecer Neuschwanstein), depois Budapeste (fui de trem a noite. reservei uma cabine para minha noiva e eu, saímos de munique as 23hs00 e chegamos em Budapeste as 9hs00. Não deixe de ir no Mememnto Park. Tente um hotel no lado Buda, ficamos no lado Peste e não foi muito legal. Se for no lado Peste, tente ficar perto da Chain Bridge, que é a mais conhecida e tem hoteis melhores, na minha opinião). Depois de Budapeste, Viena. Ah Viena…. (não vá ao Museu Freud, muito fraco. Gaste seus EUR nos museus, na opera e castelos). Saimos de Viena e fomos para Praga (sensacional!!!! se ficar na Václavské nám?stí, ou Praça Venceslau, solicite quartos virado para os fundos, a praça é um pouco barulhenta a noite). Depois de Praga, fomos para Berlim (ficamos no lado oriental, que é muito moderno). Fizemos tudo de trem. Não tivemos problemas e a pontualidade é sensacional. Não esqueça de reservar seus lugares, principalmente se for 1ª classe.

  16. Bruno, sugere algum outro hotel em Praga? e em Viena? Estou pra la em Maio. Agora a duvida da gente é se ficamos so um dia em innsbruck e salzburg e mais um ou dois dias em Cesky Krumlov. Pelo que vi nao tem tanto para fazer nessas cidades. Se fizermos isso, ficarmos um dia em cada, Ficara sobrando 1 ou 2 dias da nossa programacao que poderiamos encaixar em Praga, Viena ou Munique, sendo que Munique serao dois dias e os outros 3 dias.

  17. Preciso de dicas para hospedagem em Munique ( 1 a 3/4/2011 ), e quais os lugares imperdíveis.Alguem tem alguma informação sobre a cidade Bad Boll, onde estarei em treinamento comercial por 4 dias?
    Aguardo indicações

    1. Olá, Elaine! Procure dicas de hotéis em Munique neste post mesmo, nos comentários anteriores, e nos posts da categoria:
      http://www.viajenaviagem.com/category/munique

      Uma grande fonte de dicas do que fazer em Munique é o blog Alemanha por que não:
      http://www.alemanhaporquenao.com/

      Já tentou consultar o site de Bad Boll?
      http://www.bad-boll.de/

  18. Voces acham que vale mais a pena ficar dois dias em Cesky Krumlov ou acrescenter 1 dia a Viena, que deixei com três?

    1. Olá, Andrea! Você vai usar melhor este dia a mais em Viena!

  19. Paula, adoro suas dicas e comentarios, sãao excelentes. Vou fazer o roteiro Varsovia,Cracovia, Viena, Praga e Berlim. Você poderia enviar-me planejamentos para esses lugares? Obrigada Neusa

  20. Riq e Bóia, deixei neste post um comentário enorme (e cheio de links) sobre minha última viagem. Deve ter ido pro poço…

    1. Olá, Wanessa! Dei uma busca no poço e não havia nada em seu nome lá… o comentário pode ter sido sugado… :-(

      1. Ok, vou mandar de novo, dividido em duas partes pra garantir!

  21. Acabei de voltar de uma viagem com o roteiro Budapeste – Viena – Praga e, como não estou atualizando meu blog, vou deixar as dicas por aqui mesmo.

    Roteiro
    Fiquei 4 noites em Budapeste, 4 em Viena e 5 em Praga. A Budapeste, eu tinha ido ano passado, mas a viagem foi interrompida por um problema de saúde, então, quis começar do zero. Com 3 dias inteiros, ainda faltou tempo para ver algumas coisas, mas acho que isso se deve ao meu ritmo de viagem, que tende mais para o lento. Em Viena, também achei que 3 dias inteiros foi pouco. Eu adoro visitar museus e fotografar a arquitetura da cidade, e Viena oferece muito disso! Muita gente inclui um dia a mais para fazer um passeio a Bratislava, mas eu passaria esse quarto dia em Viena mesmo. Em Praga, tive quase 5 dias inteiros, pois meu vôo de volta era só às 19:50h, e achei que o tempo foi suficiente para explorar bem a cidade.

    Passagem internacional
    Comprei as passagens aéreas com agente de viagem (pagando uma taxa extra por isso) pela Iberia, saindo de Recife para Budapeste e a volta de Praga para São Paulo, sempre com conexão em Madri. Talvez por a Malev Hungarian e a Czech Airlines serem membros da aliança One World, como a Iberia, as conexões oferecidas eram muito melhores do que as das companhias da Star Alliance. Já li muita critica à Iberia, mas a única coisa que fez falta foi um sistema de entretenimento individual. No resto, não deixou a dever à TAM e à TAP, outras empresas com que já voei para a Europa.

    Deslocamentos internos
    Fiz todos de trem. De Budapeste para Viena, deixei para comprar a passagem dois dias antes da viagem e não encontrei das mais baratas (13 euros). Como tinha de chegar a Viena com hora certa, comprei a mais cara mesmo, na primeira classe. Se eu tivesse maior flexibilidade, ainda teria encontrado a passagem na segunda classe para outros horários no dia pretendido. A compra teve de ser feita na Keleti Station, pois a MAV (http://www.mav-start.hu/english/index.php), empresa que explora os trens na Hungria, ainda está implantando a venda pela internet (eu consegui ver os preços, mas não deu para concluir a compra on line).
    De Viena para Praga, comprei a passagem pela internet. O tutorial do Riq (http://www.viajenaviagem.com/2010/12/viena-a-praga-de-trem-como-comprar-passagem-pela-internet/) é perfeito.

    Transporte na chegada e saída dos aeroportos e estações de trem
    Em Budapeste, usei o shuttle Minibusz (http://www.airportshuttle.hu/en), contratado no próprio espaço da retirada das bagagens no aeroporto (também dá para contratar já no saguão de desembarque). O transfer é feito em vans, mas o número de passageiros é bem razoável. Ano passado, já tinha usado esse serviço reservando pela internet, e funcionou direitinho. Para ir à estação Keleti, fui de táxi, pedido na recepção do hotel.
    Na chegada a Viena, usei o metrô, de acordo com as orientações deixadas pelo Riq aqui no VnV (http://www.viajenaviagem.com/2010/12/estacoes-de-trem-de-viena-ligeiramente-fora-de-mao/). Mesmo carregando mala e tendo de fazer uma conexão no metrô, foi muito tranqüilo, pois todas as estações tinham elevador/escada rolante. Ainda assim, na hora de ir embora, preferi pegar um táxi, por causa do peso da mala, que aumentou consideravelmente depois dos livros comprados nas lojas dos museus…

    Aqui cabe um aparte: eu tenho problema com malas. Não consigo fazer mala leve de jeito nenhum! Mas dessa vez, houve uma circunstância agravante, que foi ter planejado uma mala “ligeiramente” inadequada para a temperatura que estava fazendo. As médias de temperatura do http://www.weather.com me induziram a pensar que estaria bem mais frio do que efetivamente estava. Então, já em Budapeste, percebi que não iria precisar de várias peças de roupa. Em situações normais, eu simplesmente abandonaria algumas no hotel, mas aquelas eram peças das quais eu não podia me desfazer, já que aqui no Nordeste, onde eu moro, não se adquire com facilidade roupa de frio! A solução foi mandar um pacote de roupa pelos correios pra casa. Postei em Budapeste e ainda estou esperando chegar, mas foi uma mão na roda (se chegar mesmo!).

    Voltando ao assunto do shuttle: como a chegada a Praga ia ser à noite, preferi não arriscar e contratei pela internet o serviço que o Riq sugeriu (http://www.viajenaviagem.com/2010/12/chegando-e-saindo-de-praga-prague-airport-tranfers-recomendo/). Funcionou tudo à perfeição, igualzinho está no post. Quando vi de longe o cartaz laranja, nem precisei ler o meu nome pra reconhecer o motorista que me esperava! Devia ter contratado logo a volta para o aeroporto, mas deixei pra depois, fiquei sem acesso à internet e, quando me lembrei do assunto, não tinha mais tempo. Aí, morri no transfer oferecido pelo hotel, que foi ótimo, mas um pouco mais caro do que o da chegada.

  22. Continuando (1)…

    Transporte público
    Usei bastante o metrô em Budapeste e Viena. Em Praga, um pouco menos, mas também usei. Nas duas primeiras, logo que cheguei, adquiri tickets de 72 horas. A compra foi feita nas máquinas das estações de metrô, com cartão de crédito (ou VTM). Todas têm opção de vários idiomas, de modo que ninguém precisa entender húngaro pra comprar. Com o bilhete na mão, é só validar no primeiro uso em uma maquineta na entrada do metrô ou dentro dos trams e ônibus, para marcar o horário em que o ticket começou a ser usado.
    Em Budapeste, na porta de TODAS as estações de metrô, havia fiscais conferindo a validade dos tickets de TODOS os passageiros. Nos trams, ao contrário, nunca vi fiscais. Uma vez, um desses fiscais tentou me aplicar uma pegadinha (eu acho que foi isso). Pegou meu ticket, me levou até a máquina de venda de bilhetes e pediu que eu apontasse o tipo que eu tinha comprado. Mas não havia a opção de ticket de 72 horas! Falei que não era nenhum daqueles, já preocupada, e ele disse que estava tudo ok. Assim eu descobri que nem toda máquina vende esse tipo de bilhete.
    Em Viena e Praga, não vi nenhuma fiscalização, foi tudo na base da confiança mesmo, mas eu não gostaria de pagar (ou de não pagar) pra ver o que acontece com quem é pego sem ticket válido…
    Ainda sobre Praga, como não planejava usar tanto o transporte público, comprei bilhetes simples ou de 24 horas quando foi necessário.
    Todas as informações sobre transporte público podem ser encontradas em:
    Budapeste – http://www.bkv.hu/en
    Viena – http://www.wienerlinien.at/
    Praga – http://www.dpp.cz/en/

    Hotéis
    Quando vou escolher hotéis, procuro o que tem a melhor localização dentro da faixa de preço que estou disposta a pagar e com o nível de conforto que espero. Sempre fico na faixa dos 100,00 euros pra baixo.
    Em Budapeste, minhas pesquisas me mostraram que a hotelaria é bem barata e por isso, ao invés de economizar, resolvi escolher um hotel mais confortável, ainda dentro da minha faixa de preço.
    Fiquei no Opera Garden Hotel & Apartments (http://www.operagardenhotel.hu/). Para mim, a localização era muito conveniente, pois a minha programação incluía uma apresentação na Ópera e outra no Teatro Thália, que também fica nessa região, e eu pude ir caminhando desde o hotel. Também é um hotel conveniente para quem pretende ir ao Conservatório de Música (Zeneakadémia ou Franz Liszt Academy of Music). O hotel fica em uma rua de pedestres e a área é bastante tranqüila. Dá para fazer vários passeios a pé ou usar a estação Opera do metrô. Minha reserva foi feita pelo Booking.
    Outra localização que achei boa para ficar em Budapeste é na região próxima à Deak Ferenc Ter, onde fica a principal estação de metrô, que conecta três linhas, e à Vorosmarty Ter, por causa da facilidade de transporte e dos restaurantes e cafés por perto. É grande a oferta de hotéis ao longo da Váci utca (rua de pedestres com bastante comércio), mas acho que só vale a pena ficar nos que estão no começo dessa rua, que é na Vorosmarty Ter.

    Ao contrário de Budapeste, em Viena, a hotelaria é beeem cara! Estava difícil conseguir um hotel com diária de até 100,00 euros dentro do Innere Stadt, que é a parte que concentra a maioria das atrações da cidade. Fiz uma reserva do tipo que podia cancelar sem ônus no Booking e continuei procurando, até que, mais ou menos um mês antes de viajar, encontrei uma oferta do tipo 4 noites pelo preço de 3 no Hoteis.com e reservei o Austria Trend Hotel Rathaus (http://www.austria-trend.at/hotel-rathauspark/en/). A localização não foi perfeita, porque essa região, apesar de bem próxima da Universidade de Viena, “morre” nos fins de semana e não tem muita oferta de restaurantes à noite. Isso muda um pouco nos dias de semana. Mesmo sem muito movimento, a região é segura, e usei a estação de metrô (Rathaus) à noite sem problemas. Deve ser ótimo ficar lá no final do ano, quando o mercado de Natal funciona na praça da Prefeitura (Rathaus).

    1. Continuando (2 – ainda sobre os hotéis)…

      Em Praga, os preços são intermediários. A dificuldade de escolher vem do fato de que a oferta de hotéis é muito grande, e todos parecem iguais. O ponto de referência para a localização da hospedagem é a Ponte Carlos, que corta o Rio Vltava. A maioria dos hotéis se situa em Stare Mesto (cidade velha), mas resolvi seguir a dica do Riq e procurar um hotel em Mala Strana, do “outro lado do rio”. E ainda bem que segui essa dica! Mala Strana é um emaranhado de ruelas antigas, que parecem ainda não ter sido “descobertas” por ninguém e permitem que você passeie com calma por um cenário de filme (de filme mesmo, já que “Amadeus” teve cenas gravadas ali). E tudo isso a um pulo de Stare Mesto, região da cidade que também é linda e que dá ótimos passeios (mas pra isso ninguém precisa se hospedar lá, no meio daquela muvuca toda!). Também existem muitos hotéis em Nove Mesto (Cidade Nova), perto da Praça Venceslau. Mas eu acho que também não teria gostado de ficar nessa região, que é muito comercial e – impressão minha – não deve ter muita graça à noite. Enfim, decidida a ficar em Mala Strana, peguei aqui no VnV mesmo a dica do hotel Kampa Garden (http://www.kampagarden.cz/en/), que é simples (com preço compatível), mas a dois passos da Ponte Carlos. Reservei pelo Hoteis.com, que tinha o melhor preço na época.

  23. Continuando (3)…

    Passeios
    Além do VnV, usei os seguintes blogs na montagem dos meus roteiros:
    mikix
    big-trip
    dicasroteirosviagens
    viaggio-mondo
    drieverywhere

    Usei também esses relatos de viagem que achei pelo Google no fórum do Fodor’s: http://www.fodors.com/community/europe/yks-trip-report-11-days-of-art-nouveau-in-vienna-budapest-spring-2009.cfm
    http://www.fodors.com/community/europe/yks-trip-report-to-vienna-with-a-24-hr-stop-in-london-nov-2006.cfm

    1. Continuando (4)…

      Queria deixar umas dicas para quem quer aproveitar a – intensa – programação cultural, que é uma característica das três cidades, e que foi o foco da minha viagem.
      Tanto em Budapeste, quanto em Praga, e principalmente em Viena, é possível assistir a maravilhosos concertos de música clássica, óperas e balés. Mesmo para quem não gosta especialmente desse tipo de apresentação (ou para quem nunca foi a uma), quer lugar melhor no mundo pra tentar? E, se não gostar do espetáculo, dá para apreciar os belos teatros por dentro. Então, é aproveitar a oportunidade!

      Em Budapeste, a Ópera é conhecida pela boa relação custo benefício: ótimos espetáculos e preços baixos. Assisti lá à minha primeira ópera, que foi “As Bodas de Fígaro”, de Mozart. Eu nunca gostei de “ouvir” ópera, mas, ao vivo, a coisa é bem diferente, achei emocionante! O espetáculo tinha uma montagem bem tradicional – diferente da apresentação que vi em Praga – e foi uma iniciação perfeita nesse gênero. O site da Ópera (www.opera.hu) encaminha para o um site de venda de ingressos (www.jegymester.hu), onde dá pra comprar tickets para muitas outras atrações.
      Fui ver também “Carmem”, da Compañia Antonio Gades, que estava participando do Festival de Primavera de Budapeste. Foi difícil conseguir o bilhete, estava esgotado em alguns sites de vendas de ingressos, então, precisei recorrer a uma agência. Usei os serviços da Vienna Ticket Office (http://www.viennaticketoffice.com/home_en.php). Localizei a agência pelo Google e comprei no escuro, sem referências do serviço. Troquei alguns e-mails com uma funcionária para acertar detalhes da compra e, mesmo tendo achado o atendimento muito sério, fiquei apreensiva até retirar o ticket na bilheteria do Teatro Thália, mas deu tudo certo. Claro que paguei uma comissão, mas o valor foi razoável, e o espetáculo valeu muito a pena! Eu poderia ter também entrado em contato com o hotel para tentar conseguir esse ingresso, mas ainda estava meio indecisa sobre a escolha da hospedagem, por isso, não usei essa alternativa.
      Ainda pesquisei sobre concertos de música clássica, mas não daria para encaixar na minha agenda. Descobri que a principal sala de concertos de Budapeste, que é a da Zeneakademia ou Franz Liszt Academy of Music (http://www.lisztakademia.hu/), está fechada para reformas atualmente. Outras opções são o Kodály Centre (http://www.kodaly-inst.hu/main.html) e o Palace of Arts (http://mupa.hu/en).

  24. Continuando (5)…

    Em Viena, é difícil até mesmo desviar da oferta de apresentações de música clássica, principalmente em frente à Stephansdom e no Hofburg. Mas eu preferi evitar os espetáculos montados apenas para turistas. Fui ver o balé “Don Quixote”, encenado na Ópera. Minha cadeira era praticamente no teto do prédio, mas era o único tipo de ingresso disponível cerca de um mês antes da viagem, quando organizei minha programação, e achei que valia a pena. É claro que existia a opção dos “stand tickets”, para uma sala onde as pessoas assistem aos espetáculos de pé (sobre o assunto, recomendo a leitura deste relato: http://www.fodors.com/community/europe/yks-trip-report-11-days-of-art-nouveau-in-vienna-budapest-spring-2009.cfm#comment-5648492). Mas como minha “agenda” exigia que eu fosse à Ópera em Viena no mesmo dia em que viria de Budapeste, não tinha tempo de chegar cedo, por volta das 16:00h, 17:00h, para guardar um lugar, por isso resolvi comprar o ingresso mesmo para uma cadeira mal localizada. E o espetáculo foi tão lindo que o desconforto não prejudicou a experiência. A compra foi feita no site da Ópera mesmo (http://www.wiener-staatsoper.at).
    Também fui assistir a um concerto de música clássica no Musikverein (http://www.musikverein.at). Não consegui ver a Filarmônica de Viena, que é a mais conceituada das orquestras da cidade. Tive de me “contentar” com a Orquestra Sinfônica de Viena! Quem fizer questão de ver a Filarmônica (http://www.wienerphilharmoniker.at), tem de entrar em contato por telefone uma semana antes da data da apresentação para comprar um dos ingressos restantes (a venda não é feita pelo site) ou apelar para os stand tickets.
    Outra boa sala de concerto em Viena é a Konzerthaus (http://konzerthaus.at/events/), mas não deu tempo de ir. Várias igrejas também promovem concertos de música clássica. Uma que fiquei com vontade de ir foi a Karlskirche. Para quem gosta de música sacra, o Vienna Boys’ Choir se apresenta nas missas da capela do Hofburg.

    1. Continuando (6ª parte e última!)…

      Enfim, Praga. Aqui a oferta de concertos também é enorme, mas a cidade não tem tanta “tradição” no assunto quanto Viena, então, é mais fácil conseguir os ingressos, e os preços são mais baixos. Para se informar num lugar só sobre todas as opções, ao lado da entrada para a Igreja de Nossa Senhora Diante de Tyn, fica uma lojinha de CDs chamada Via Musica, que tem um painel com folhetos de todos os espetáculos, não só de música clássica, mas também de jazz.
      Programei uma ida à Ópera (http://www.opera.cz/en/) para ver um balé. Dei a sorte de ver a estréia da montagem local de “Giselle”, que foi uma apresentação arrebatadora, com direito a muitos aplausos em cena aberta. Na hora da compra, o site da Ópera redireciona para o http://www.bohemiaticket.cz, que vende ingressos para outros espetáculos também.
      Vi ainda “A Flauta Mágica”, de Mozart, numa versão modernizada. A história dessa ópera é tão fantasiosa que um cenário e um figurino um pouco atualizados não fizeram mal nenhum. E poder ouvir a tão famosa ária da Rainha da Noite ao vivo… não tem preço! O espetáculo era montado pelo Naródni Divadlo (Teatro Nacional tcheco – http://www.narodni-divadlo.cz/), que tem vários prédios (é bom conferir exatamente em qual teatro vai ser o espetáculo, pois quase perdi o início da apresentação por ter ido pro local errado!). No meu caso, a apresentação aconteceu no Estates Theatre, local em que Mozart em pessoa regeu a estréia em Praga de outra de suas criações, a ópera Don Giovanni. Para compra de ingressos, o site do Naródni Divadlo redireciona para o http://www.ticketportal.cz.
      Faltava conhecer o Teatro Negro de Praga, que é tão típico da cidade. Eu já tinha passado pela porta de uma infinidade de locais com apresentações desse gênero, mas não tinha ficado realmente interessada em assistir a nenhuma delas, todas me parecendo apenas “pra turista”. Pois eu devia ter me conformado à minha condição (de turista, afinal!) e ter ido ver um desses espetáculos. Mas resolvi inovar e ver o Lanterna Magika (www.laterna.cz/en/), que também faz parte do Teatro Nacional. Era a estréia da montagem “Legends of Magic Prague”, mas eu tenho de confessar que não gostei. Nem sei explicar o motivo de não ter gostado, talvez não tenha entendido a coisa, mas acho que não fui a única, porque pessoas sentadas ao meu lado não retornaram após o intervalo… Comprei o ingresso no teatro mesmo, cerca de uma hora antes da apresentação (foi um dos últimos lugares).
      Nessa noite, eu poderia ter escolhido ir a um concerto de música clássica: ou ver a Orquestra Filarmônica Tcheca (www.ceskafilharmonie.cz ) se apresentar no Rudolfinum ou uma orquestra de câmara no Smetana Hall, na Casa Municipal. Esse segundo, eu gostaria de ter ido nem que fosse só para conhecer a sala de concertos, que é linda.
      Só para dar uma idéia da facilidade de comprar ingressos em Praga: Joshua Bell iria tocar com a Filarmônica cinco dias mais à frente – ah se eu ainda estivesse lá… – e ainda havia tickets disponíveis para essa apresentação, o que não aconteceria em Viena de jeito nenhum! Aliás, em Viena, tinha visto uma reportagem sobre a estréia da ópera Anna Bolena, em que um monte de gente muito fina, vestida para a apresentação de gala, exibia em vão as notas de euro em busca de um bilhete! Assistiram debaixo de chuva, num telão montado na rua…

      Sobre os preços dos ingressos: como adiantei, em Viena, paga-se sempre mais do que em Budapeste e em Praga (mas é assim em todos os aspectos, Viena realmente não é uma cidade barata). Mas há ingressos para todos os bolsos, começando com os stand tickets, que custam apenas alguns euros. Em alguns casos, paguei menos do que os preços dos ingressos de espetáculos voltados somente para turistas que, segundo vi, não são exatamente baratos…

      Recomendo muito para quem vai viajar para essas cidades aproveitar essa programação cultural tão ampla. Eu acabei fazendo uma maratona de teatros e óperas, o que só deixou a minha viagem ainda mais inesquecível!

      1. Obrigadissíssimo, Wanessa!!!!

      2. Wanessa, você postou um verdadeiro guia de Budapeste, Viena e Praga.
        Estou pretendendo ir em abril/2012. Vou seguir suas dicas bem direitinho.
        Obrigada por falar da questão mala X clima, pois também sou do Nordeste (Recife).
        Muito grata,
        Anne.

  25. Trips, help!!!!!!

    Estou indo em outubro para uma viagem bucólica e queria ver se alguém tem uma sugestão.
    Ficarei 17 noites, sendo mais provável:
    5 em Colmar (base para a Alsácia)- trem para Munique
    4 em Munique (um dia para Neuschwanstein)
    8 Praga (já fui)e arredores.

    MInhas opções são:
    Ir de trem de Munique a Praga (trem direto) e, de lá, fazer bate-e-volta para Karlovy Vary e Cesky Krumlov e, se der, Karlstein (esse é pertinho).

    Como as viagens a partir de Praga são um pouco longas para day trip, pensei em quebrar um pouco as distâncias dormindo no meio do caminho.
    Posso ir de trem para K. Vary, dormir lá, seguir para Praga e fazer day trip para Krumlov.
    Se eu pegar outra rota posso sair de Munique, passar 1 noite em Salzburg, uma noite em Krumlov e seguir para Praga fazendo depois a day trip para K. Vary.
    Ou, ainda, dormir em K. Vary e em Krumlov…
    Acho que com 8 noites todas as possibilidades são viáveis.
    Alguém já fez algo parecido? Ou recomenda mais tempo em alguma dessas cidades?
    Alguém pode opinar?
    Obrigada!

    Georgia

    1. Quando fui, fiz uma excursao de 1 dia para Cesky Krumlov que passou rapidamente tambem por Ceske Budejovice. Fiquei com muita pena de nao ter ficado mais tempo em Krumlov, talvez se tivesse dormido la seria ideal, porem a cidade e’ pequena.

      Karlstejn, vale muito a pena ir, e da’ para fazer em pouco mais que uma manha, lembro que pegamos um trem bem cedo de Praga, e voltamos por volta das 13:30, e nao sou do tipo de pessoa que apenas “checa” (hahaha na Republica Tcheca) os lugares, tiro muitas fotos, e gosto de ler as coisas. Mas claro que a lingua impediu de ir mais profundamente.

      Conforme o post da Wanessa, vale muito a penas ver um concerto de musica classica em Praga, e eu recomendaria tambem compositores locais: Dvorak e Smetana. Mozart tambem vale pois ele morou um bom tempo la’ :D

    2. Oi Georgia! Agora me lembrei que ainda não editei tuas fotos naquele post de Bergen, desculpa!

      Olha só — esta página lista todas as possibilidades de chegada a Cesky:
      http://accommodation-cesky-krumlov.castleview.cz/from-linz-salzburg-or-vienna.html

      Como é o day-trip mais exaustivo pra fazer a partir de Praga, acho que se é pra dormir no caminho, esse é o lugar!

      Eu iria de trem de Munique a Linz (2h20) para chegar a tempo de pegar uma das vans das 13h (costuma ser o último horário das companhias, pelo que está naquele apanhado; dá uma checada nos links).

      1. Oi Riq!
        Só agora vi a sua resposta.
        Vou checar tudo e posto aqui depois.
        Nao se preocupe com as fotos. ;)

    3. Já que sua viagem é bucólica, eu adicionaria um dia em München para ir a Garmisch-Parternkischen.

  26. Obrigada Philipp!

    1. Agora encontrei o que queria já ter postado antes:

      http://www.youtube.com/watch?v=_jWQqW6MEso&feature=related
      http://www.youtube.com/watch?v=ATl-c5zpaow

      Este é o clássico Má Vlast de Smetana. Se puder assistir algo aqui vale a pena:
      http://en.wikipedia.org/wiki/Municipal_House

      Boa viagem!

  27. Georgia,

    acho que vale sim parar em algum dos dois lugares. Se decidir conhecer Salsburgo, realmente seria interessante dormir em C. Krumlov. Mesmo a cidadezinha sendo pequena, como muita gente faz o bate-e-volta, a noite tudo fica mais vazio, contribuindo pro lado bucólico da sua trip!

    Se resolver ir por Karlovy Vary, reserve um período do dia para ir conhecer Loket! São 20 minutos de onibus entre as cidades e Loket é lindinha demais! Cidade murada com castelo localizada no cotovelo de um rio. :) Bucolico também, não?

  28. Georgia,

    C. Krumlov é pequeninha, dá p/ conhecer o básico em um dia, mas ela é o tipo de cidade em que a pessoa sempre quer ficar mais, passear com calma. Como o bate-e-volta a partir de Praga é puxadinho, vale mais à pena dormir. Você não vai se arrepender. Mas se decidir fazer o bate-e-volta, vá de ônibus pela Student Agency (super confortável, o tempo até que passa rápido).

    5 noites p/ a Alsácia é bastante, e a não ser que você queria se especializar nas cidadezinhas e vilarejos, dá pra tirar uma noite ou duas e remanejar p/ outro lugar…

    Incluir Salzburg é uma ótima idéia!

    1. Oi Evelyn!
      Obrigada por responder.
      Estava em dúvida mesmo sobre os dias na Alsácia. A primeira noite é a da chegada, então não conta. Estava pensando se 4 dias inteiros seriam demais ou não. O problema é que todas as cidades que procuro no google são lindas… ms tb são muito parecidas… Bom saber da sua impressão. Pelo que vc viu das distâncias, vc acha que dá pra pegar uma bike e fazer uns passeios entre cidades próximas?
      Sobre o trecho MUnique-Praga, pensei em passar 1 dia/noite em Salzburg, ir para Krumlov (devo chegar no fim do dia) e passar a noite e o dia seguinte e seguir para Praga no final do dia.
      De Praga posso fazer uma day trip para K. vary (ou até ficar e passar a noite).
      Vc foi a K. vary e Loket? Como irei no outono ( e os dias não são longos), acho que fica inviável ir de Praga – K. Vary -Loket – Praga no mesmo dia. O que vc acha?
      Chegou a visitar Karlstein? Valeu a viagem?
      Obrigada pela ajuda!!!

      1. Georgia, desculpa responder pergunta que não foi pra mim, mas eu fiz exatamente esse roteiro (Praga – K. Vary – Loket – Praga) em um dia, no meio do inverno.

        Loket é pequenininha e a distância entre as cidade é bem curta!

        1. Carla, eu tinha deixado um comentário pra vc mas sumiu…vou repetir!
          Obrigadíssima por responder à minha pergunta. Inicialmente eu não tinha percebido que Carla C é a mesma do madeincarla e do “jardim secreto”. Eu adoro esse seu post!!!!!!Quando fui a Praga não consegui encontrar o jardim mas vou procurar melhor dessa vez.
          Nessa viagem Praga -k Vary -Loket-Praga vc acha que posso comprar os tickets na hora ou tenho que comprar com antecedência?
          Vou passear pelo seu blog e perguntar mais umas coisinhas por lá, tá bom?
          Obrigada!

          1. Georgia,

            também fiquei fascinada pelo “jardim secreto” descrito por Carla no blog dela, e apesar de a pergunta não ter sido p/ mim, vou responder.

            O nome do jardim é Vrtba, e fica na mesma rua da igreja do Menino Jesus de Praga (saindo da igreja, siga pela rua à esquerda, acho que a pessoa não chega a andar nem um trecho inteiro e já está no jardim – entrada discreta).

            1. Evelyn! Muito obrigada de novo! Dica preciosíssima!

  29. André e Carla, obrigada pelas dicas!
    Vi num outro post que a Evelyn estava indo para a K.Vary e Loket. Vou aguardar uma dica de deslocamento.

    1. E aqui nesse link você vê os horários!

      http://jizdnirady.idnes.cz/vlakyautobusy/spojeni/?lng=e

      1. Carla, obrigadíssima pela dica! Sabe que eu demorei muito mais que o necessário para entender que a Carla C era a mesma Carla do madeincarla, a Carla do “jardim secreto”? Adorei aquele post! O blog todo está lindo. Aliás, vou tomar sopa de alho em homenagem à sua foto da sopa!
        Olha só, já andei vendo alguns horários nesse site. Pra essa viagem Praga -K. Vary -Loket- Praga eu teria que, necessariamente, comprar os tickets com antecedência, ou posso comprar na hora?
        Carla, uma outra perguntinha: eu ouvi de um amigo que passou um mês rodando pela Rep. Tcheca que no interior se fala pouquíssimo o Inglês, que normalmente quem fala uma outra língua, fala Alemão, tornando um pouquinho mais difícil a viagem para o turista. Vc sentiu isso? Ou vc fala Tcheco? Só sei falar dobrý den… e olhe lá…
        Vou passear lá pelo blog e vou te perturbar um pouquinho, tá?
        Obrigada!

    2. Oi, Georgia!

      Quando fui à Alsácia, era inverno (dias curtos!!!). Mesmo assim, deu tempo p/ tudo, porque as cidades são pequenininhas.

      Strasbourg – 1 dia ou 1 dia e meio, no máx.
      Colmar – 1 dia no máaaximo. Dá inclusive p/ fazer junto c/ Riquewhir, sem pressa.
      No terceiro dia, se vc já tiver ido a Riquewhir, dá p/ ir a outras cidadezinhas ou repetir as coisas que mais lhe agradaram. Mas tudo com tranquilidade, sempre apreciando!

      Entre Colmar e Riquewhir tem um ônibus que passa por vilarejos LINDOS. Só a viagem já vale, porque é muito linda. Acredito que seja maravilhoso fazer esse percurso de bike, parando onde der vontade… Mas como não fiz pedalando, não tenho como lhe dar infos mais precisas.

      Pegue informações sobre os horários do ônibus no centro turístico de Colmar. Eles dão uma tabelinha impressa… Atenção porque na baixa estação os horários são bem mais restritos (não sei no outono como é…).

      O básico de Salzburg você tb faz em um dia, mas ela merece NO MÍNIMO uma noite, senão duas!

      Infelizmente não consegui ir a K. Vary, porque não deu tempo – só passei 5 noites em Praga (minha primeira vez). Como vc vai passar mais dias, o passeio vai ser super viável. Apesar de não ter ido, acredito que seja melhor faze bate-e-volta a partir de Praga, p/ evitar pinga-pinga em hotel.

      Carla C, que me ajudou bastante na época com o roteiro, como vc pôde ver nos comentários, me garantiu que dava tempo fazer Praga/K. Vary/Loket/Praga no mesmo dia. Entre no blog dela,o Made in Carla, é inspirador!!!!! Peguei 1 trilhão de dicas lá!!!!

      Também não fui a Karlstein, então não posso ajudar muito nessa sua dúvida… Mas olhe no Made in Carla!

      De qualquer forma, sua viagem será linda, porque com essa seleção de cidades, é impossível um roteiro ficar ruim!!!

      1. Evelyn, muito obrigada pela ajuda. Mesmo!!!!! Vou reduzir uma noite na Alsacia e redesenhar meu roteiro. Suas dicas foram precisosas.
        Obrigada!

  30. Olá Georgia,

    Sugiro passar no mínimo um dia em Salzburg, mas na viagem entre Munique e Salzburg visite também o Königssee, no parque nacional de Berchtesgaden, bem na divisa da Alemanha com a Áustria.

    É muito bonito, e é provável que em outubro você já pegue um pouco de neve no alto das montanhas.

    Saindo de manhãzinha de Munique, você passa o dia na região, e segue viagem no final do dia para Salzburg.

    Neste link você encontra todas as informaçoes:

    http://www.alemanhaporquenao.com/search/label/Berchtesgadener%20Land

  31. Obrigada, Marcelo! Vou voltar lá no blog pra perturbar a Angela mais um pouquinho.

  32. Trips, estou com dificuldade de achar hotel em C. Krumlov. As resenhas no booking estão muito ruins, mesmo para hotéis estrelados. O engraçado é que o único 5 estrelas tem nota pior que alguns 3 estrelas. Acho que o meu maior problema é que estarei com bagagem (vou a Krumlov entre Salzburg e Praga)e não acho um hotel razoável com elevador. Nas resenhas sempre vejo narrow stairs. Alguém dá uma luz? Obrigada!

  33. De Salzburg peguei um transfer door-to-door para Cesky Krumlov neste link http://www.shuttlebus.cz. Reservei com 3 ou 4 dias de antecedência e foi ótimo (90 Euros 2 pessoas).
    Em Cesky Krumlov fiquei no hotel Dvorak, que fica do ladinho do rio. Achei difícil procurar hotel em Cesky, tudo muito velhinho. Mas este me atendeu muito bem e eu fiquei uma noite lá.
    Peguei o ônibus da Student Agency para Praga e foi bem tranquilo. Comprei pela internet 1 mês antes.

  34. Ola

    Estou indo para Praga em abril/2012 e depois Munique onde ficarei 6 dias.

    Peço um dica como e a melhor maneira para ir de Praga a Munique, peço tambem uma ajuda de passeios bate e volta que vale a pena a realizar em Munique.

    Desde ja agradeço a todos

    Renato

    1. Olá, Renato!

      De Praga a Munique se vai de trem. Compre com 60 dias de antecedência.

      Leia:
      http://www.viajenaviagem.com/2011/07/vai-por-mim-trem-na-europa/

      Leia sobre Munique e bate-voltas:
      http://www.viajenaviagem.com/category/munique

  35. Ola Boia obrigado pela dica.

    Peço mais umas dicas, se alguem poderia me dizer se com o idioma ingles consigo me comunicar bem em Praga e Munique e se estas cidades são seguras.

    Grato e um feliz 2012 a todos.

    1. Olá, Renato! Você consegue, sim! Estude sobre as cidades antes, para já chegar familiarizado. Pegue dicas aqui:
      http://www.viajenaviagem.com/2010/09/nao-falo-ingles-posso-viajar-ao-exterior-mesmo-assim/

  36. Boa noite estou em SP – Capital , tenho uma viagem para Lisboa e Praga alguem poderia me informar onde consigo fazer o cambio de CZK ( coroa republica checa )

    grato

    1. Olá, Renato! Você está comentando sobre trocar coroas tchecas no Brasil? Não faça isso, você vai perder dinheiro. Use o seu cartão de banco para fazer um saque no caixa automático quando chegar em Praga.
      http://www.viajenaviagem.com/2011/08/a-melhor-moeda-para-levar-para-o-exterior-seu-cartao-do-banco/

  37. Obrigado Boia, pela dica

Comentódromo