Alerta: cuidado com sua câmera, sua bolsa e suas compras em Buenos Aires
Ontem, no post em que em pedia dicas de lojas de fotografia em Miami, falei sobre o meu assalto em Buenos Aires, quando um trombadão arrancou a câmera da minha mão em Palermo Soho (Soler entre Borges e Gurruchaga) e seguiu na garupa de uma moto que estava à sua espera mais adiante.
Pois bem: nada menos do que cinco seis pessoas diferentes relataram casos semelhantes, sofridos ou presenciados por elas. (Isso que o post sequer falava de segurança no título. E era feriado no Brasil, o que diminui bastante a audiência.)
Ao contrário do que acontece no Brasil, não parece haver violência nem ameaça com armas; mas existem quadrilhas que sabem aproveitar nossos momentos de distração. Atualização: o Henrique menciona um arrastão na calle Florida sofrida por um grupo onde estava a sua irmã.
Não é o fim do mundo: apenas temos que atualizar o arquivo Buenos Aires no nosso mapa de preocupações. Temos que tirar Bs. As. da categoria “muito mais seguro que o Brasil” e colocar na categoria “tomar todas as precauções de praxe”.
Quais sejam: não usar câmera em lugares não-movimentados; não desgrudar da bolsa em restaurantes e bares; acomodar as sacolas de compras embaixo da mesa, e não ao lado da cadeira.
Se você alugar apartamento, use TODAS as chaves fornecidas pela imobiliária, dando duas voltas na fechadura. Em hotéis, use o cofre para os documentos.
Pela cara de paisagem que fizeram os policiais enquanto eu prestava minha denúncia, não acredito que eles estejam se mexendo para combater isso, não.




Acabei de mostrar esta matéria e comentários sobre Bs As a um amigo que veio aqui pedir informações sobre pontos turísticos etc (tá indo prá lá passar 10 dias) e o mesmo saiu satisfeito com o que viu relatado aqui.Me garantiu ter cuidado.
tenho algumas amigas argentinas de Buenos Aires e qnd eu conto essas histórias, elas falam bastante sobre o perigo da cidade. E qnd estou com ela viajando, é a própria que tá sempre me falando “fecha a bolsa”, “não mostra a carteira”, “esconde isso”
uma pena…
http://facilidadesviagensbobagens.blogspot.com/
Já que o post fala de segurança, vale ficar atento também ao golpe dos taxistas. Vc dá uma nota alta para pagar a corrida, o cara pega o seu dinheiro, troca por uma nota falsa sem vc perceber e te devolve dizendo que a nota é falsa. Isso aconteceu com uma conhecida minha.
Aconteceu comigo também, apesar de tomar todas as precauções (não dar dinheiro grande, andar com dinheiro sempre trocado, etc). Me senti uma boba. O taxista trocou minha nota de $20 por uma grosseiramente falsificada e disse que a minha é que era falsa. Dica: reparei pelo relato de meus amigos que também foram vitimas do mesmo golpe que acontece normalmente à noite, quando fica até mais dificil você ver que o cara está trocando a sua nota.
Fui para Buenos Aires em março, fiquei cinco dias e tentaram nos roubar na rua Florida.Segundo os comerciantes, existem várias quadrilhas formadas principalmente por imigrantes(peruanos, paraguaios e outros)que comunicam-se por rádios e seguem os turistas desatentos esperando o momento para roubar. Não exponha máquinas fotográficas e muito cuidado com as sacolas, principalmente se comprar jaquetas de couro e sapatos, itens mais visados pelos meliantes. Quando comprar esses itens, leve-os urgente ao hotel e vá de táxi. O correto é comportar-se como se estivesse em uma capital como São Paulo(rua vinte e cinco de março etc…). Nada de muitos sorrisos e atenção redobrada com mochilas, bolsas, malas e qualquer item de valor.Observe como os argentinos se comportam na rua Florida.Carregue junto ao corpo seus pertences, e dinheiro coloque em bolsas(estilo porchete)embaixo da camisa. Não saque dinheiro em local ermo, prefira sacar em bancos de avenidas movimentadas e até as 18 hs porque depois as chances de ser assaltado aumentam muito pois o efetivo da polícia local diminui muito. Quanto aos taxistas, realmente existem muitos desonestos. São 44.000 taxistas em Buenos Aires, se fizer amizade com algum que atender bem, peça seu telefone e solicite para suas outras viagens dentro ou fora de B.A. Quando chegar ao aeroporto, procure uma empresa de remis. São condutores autônomos que você já paga a corrida para a empresa no aeroporto, fato que diminui as chances de receber notas falsas.Troque suas notas comprando em bons estabelecimentos, como cafés(HAVANNA), supermercados, farmácias etc…..E há muito tempo que a rua Florida deixou de ser um local de boas compras. Os brasileiros descobriram as compras em B.A. e encareceu tudo. Faça compras onde os argentinos compram; nos outlets da av Córdoba e no bairro conhecido como El Once que é equivalente ao Brás em São Paulo. Qualquer dúvida, meu e-mail é samjfs@hotmail.com.
E com algum cuidado, é possível ter uma ótima estada em Buenos Aires.
Bem, pelas dicas fica claro que não vale esse ônibus,além, é claro, da questão do seguro saúde…estive por lá nas férias de julho de 2010 e li tudo aqui antes, tranquilo, sem ocorrências e andei no mêtro e a noite no centro e em Palermo…mas, fatalidades acontecem…como já mencionei antes, tive uma valise roubada em Vancouver, em um país supostamente tranquilo, o Canadá…
Quando estive em BsAs tomei todos os cuidados,cheguei até a parar meu passeio e entrar em lojas encarando quem estava me seguindo,presenciei um assalto pela manhã na FloridaLevei dinheiro e só paguei o taxí com trocados,fui na neura,sem jamais parar para falar com ninguém que me abordou oferecendo algo,tenho certeza que fiz uma ótima escolha.
Onde tem “gente” tem maldade, não da pra confiar,eles nos vêem como trouxas mesmo.
Não quero polemizar, apenas orientar.

Se você teve a infelicidade de ter sua carteira de identidade roubada em Bs.As., e não tem outro documento válido para a imigração, faça o seguinte:
1. NÃO corra para o Consulado Brasileiro. Neste momento não vai adiantar em nada.
2. Calma, o Consulado vai lhe ajudar, mas tudo no seu tempo.
3. No dia certo, o Consulado dará, na HORA, e de graça um documento de retorno para o Brasil, super bonito, colorido e que passará tranqüilamente pela imigração argentina. Porém, esse documento é valido por APENAS 3 DIAS CORRIDOS. Então faça os cálculos, aproveite a semana e apareça no consulado só nos últimos dias da sua viagem.
4. A primeira coisa a ser feita, depois de cancelar os cartões de crédito e chorar um pouco, é procurar uma delegacia para fazer o Boletim de Ocorrência. Sem B.O. o consulado não emite o tal documento!
5. Agora, aqui vai uma dica policial: cada delegacia (comisaria) atende apenas a sua área de atuação. Se você foi roubado na Florida, você deve registrar o caso na delegacia que atende a Florida e não a que há em Palermo. E se você foi roubado no metrô, há uma própria para o Subte, que eu não tenho a menor idéia onde seja…
6. O curioso é que a delegacia que você pensa ser a mais próxima do roubo, pode não ser a responsável por aquele lugar, o que pode obrigar o infeliz turista a uma peregrinação por comisarias.
7. Duas alternativas para não ter mais este perrengue: ou você diz foi roubado defronte ao consulado (dica do próprio consulado) e ai a delegacia na rua de traz (Suipacha) é responsável por aquele lugar (deve ser o ponto com a criminalidade mais alta, já que todos os brasileiros fazem isso! ?), ou vá para a dica 8.
8. Entre em qualquer delegacia, a qualquer hora, e diga que perdeu os documentos. Não sabe onde, nem quando. Você fará um Comunicado de Extravio, pagará 10 Pesos pelo documento, e tudo se resolverá em questão de minutos.
9. Dois dias antes de voltar para casa, leve os o B.O. no consulado e pegue o seu papel de retorno. Se você tiver outro documento (carteira de motorista, CREA, OAB) ajuda MUITO, principalmente se estiver sozinho, para provar que você realmente é brasileiro. Só falar português fluentemente não serve… Senão, alguém terá que testemunhar que você é brasileiro, ou pedirão um fax da sua certidão de nascimento, e aí complica.
Claro que sempre continua valendo a máxima: vá com dois documento! O principal (passaporte ou CI) fica em segurança no hotel e o reserva (motorista ou CI, se tiver passaporte) você usa no dia a dia. E vai precisar de um documento sempre que for pagar com cartão de crédito! Ah, o Consulado fica no final da 9 de Julio, perto da praça San Martin, e está aberto até as 15 horas (segunda-sexta).
Boa sorte a todos e sem neuras!
Uma dica que eu sempre dou a amigos que vão viajar é: escaneiem cópias nítidas das primeiras folhas do passaporte, de cartões de crédito e outros documentos e deixem isso acessível no seu próprio email. Não custa nada, e ajuda a acelerar a resolução de eventuais perrengues.
Quem não tem scanner pode simplesmente tirar uma cópia fotográfica com a máquina e guardar o arquivo no email. É uma medida muito simples, mas altamente eficiente.
A dica dos dois documentos é ótima. A delegacia do Subte fica numa das estações do metrô roxo, em Abasto (não consigo lembrar o nome!).
Muito cuidado no metro: o novo golpe é vomitar no vagão, todo mundo fica com nojo, abre um clarão e os comparsas aproveitam que todo mundo tá distraído pra roubar a carteira de lugares acessíveis. Aconteceu conosco, um saco porque se perde um monte de tempo nos trâmites.
Minha mulher e eu (temos 70 anos) fomos “aliviados” de nossos relógios com violência física durante nossa última estadia em Buenos Ayres (1a semana de junho). Fomos agarrados e roubados em presença de testemunhas em muito maior número que os bandidos. Nem assim, esboçaram a menor ajuda. Me lembro de uma senhora chamando aos gritos o marido de covarde. Duas esquinas mais longe, dois policiais não viram, ou fingiram não ter visto nada de “anormal”. Disseram nos que “era assim mesmo”, que a culpa era nossa por não ter deixado os relógios no hôtel, e que não adiantaria nada uma queixa na delegacia.
Conclusões: não adianta mais ir a Buenos Ayres para encontrar na capital argentina o mesmo clima que no Rio ou em São Paulo: agressões, passividade da população, ineficácia da polícia. A cidade vive ainda de uma fama de civilização e civilidade há muito substituida por um clima sulamericano de favelas e violência. Basta um brasileiro sintonizar um canal de notícias da TV local para se sentir em casa.
Uma pena.
Uma pena
Estou em Buenos Aires, é uma pena, o clima de tensão aqui em Buenos Aires tá pior que em SP. Quando escurece é uma paranoia. Tem uma cadeia que funciona 24 horas aqui que coloca grades para ficar aberta 24 horas, coisa que nunca vi em São Paulo. Andei no ônibus pela primeira vez e na volta do meu caminho o motorista passou por cima de alguma coisa e duas mulheres caíram no chão do ônibus e elas estavam sentadas, nem acreditei pois nunca vi isso em São Paulo. As coisas modernas aqui são ruins, os Fast Foods, Saunas, Metro (Subte), serviço de hotel que acaba a energia inesperadamente, que isso!! Que medo dessa cidade. B.A. é uma ilusão. Em São Paulo eu ainda consigo tirar a camera e tal, aqui em B.A. é mto perigoso. Tem jovens que andam a noite, cuidado com eles, pois muitos estão envolvidos com drogas. Também a polícia fechou uma rua do centro aqui não sei o porquê. O negócio aqui tá tenso.
Nossa, tenho 29 anos e vou pela primeira vez ficar em Buenos Aires dia 13 ao dia 17, pouquissimos dias, mas vou sozinha e fiquei assustada. Está tão violento assim? Vou ficar em um hotel na frente do Obelisco, depois que ví a matéria tentei mudar para a região Recoletá, mas não dava mais, tinha que ser com 5 dias de antecedência, essa região, do obelisco é muito ruim? Estava pensando que iria andar a pé, conhecer a região mas pelo visto serei escrava de serviço de taxi, certo? Fiquei bem assustada…
Táxi apenas para chegar e sair do hotel a noite. De dia a região é movimentada. No final de semana fica um pouco deserta.
Todo os cuidados que tomaria em qualquer grande cidade.
Estive em Buenos Aires, entre 8 a 16 de julho/2011, fiquei encantada com a cidade, mas fui roubada, perdi a graça rapidinho
o roubo foi na florida nem senti, foi algo tão rápido que você men sente, eles são muito porfissional, acho que existe escola em B.A.O mas interessante era o café da manha, quando os brasileiros se juntam falando dos roubos de suas perdas.Não valeu a pena, pois é muita tensão: quando se compra, cuidado no trouco: dinheiro falso ou faltando dinheiro são de uma agilidade inclivél, na florida lugar de ladrão, os taxis dão mil voltas para chegar no seu destino. só valeu o duti free.
Também fui furtada na calle Florida. Dei bobeira, pois sou super ligada, afinal, moramos no Brasil, que não é o país mais seguro do mundo. Ainda por cima eu era um alvo meio fácil: mulher e desacompanhada. Realmente, a gente nem percebe. Só notei quando entrei num lugar para comer. Mas sei até quem foi. Isso no meu segundo dia. Fiquei chateada, claro, mas não tive outros incidentes depois, graças a Deus.
Só não sei o que vêem de tão especial na tal calle Florida. Sério. Se eu soubesse que era daquele jeito nem teria ido. Maior programa de índio.
**Não vá a Calle Florida** é o próximo mantra para BUE.
Faça de conta que esta rua não existe, troque pela Santa Fé
Pois é, Sylvia… Estivemos em BsAs ano passado, a rua supermovimentada à noite, luzes e lojas abertas. Resolvi levar meus pais pra comer no café Los Imortales e encontramos uma cena deplorável: lixo, lojas fechadas, gente estranha, luzes apagadas.
Acabamos jantando em Puerto Madero mas nem lá eu me senti tranquila.
Foi muito desapontadora esta nossa última viagem. Fomos roubados no subte (antes era nosso meio de transporte favorito) já no primeiro dia, um balde de água fria.
Es verdad, yo vivo en Bs. As. hace muchos años y la calle Florida no es tan bonita como antes, ahora hay mayor cantidad de arrebatos (hurtos), mucha cantidad de gente que no permite que uno recorra tranquilo, conflictos por los “manteros” que venden sus productos en la calle, como mejor opción está Av. Santa Fe como dices, aunque puede tener precios mas caros. Es una linda ciudad, pero hay que estar alerta, tener cuidado y no exhibir objetos de valor: relojes, carteras, celulares, cámaras.
Estive em Bs.As. em abril e, como eu já tinha lido tudo e mais um pouco sobre os golpes, não nos aconteceu absolutamente nada. Dinheiro e cartões, só por baixo da roupa. Dava trabalho toda vez que precisava pagar as coisas, mas vale a pena. Minha namorada saía sem bolsa, e eu ia agarrado na bolsa da minha câmera (uma Sony H50 que não cabe no bolso). Como eu estive antes em El Calafate, aproveitei lá todas as chances de conseguir notas pequenas, que usei nas poucas vezes em que andamos de táxi, portanto nenhum espertinho tentou nos enganar com notas falsas. Na Florida não demos nenhuma vacilada, também. E não só não nos aconteceu nada, como também não presenciamos nenhuma situação com gente perto de nós. Minha impressão é que nem sempre você precisa ser mais esperto que o ladrão — basta ser mais esperto que os outros turistas.
Cheguei em Buenos Aires domingo passado dia 7 e estava tudo correndo bem. Até que hoje tive minha câmera roubada na praça do Obelisco! Perdi até a vontade de sair de casa. Sorte que quarta já volto pro Brasil!
O cara simplesmente veio de bike e arrancou a câmera da minha mão. Mto ligeiroo!
Fica a dica!
Beijos
Estava com minha namorada tirando umas fotos na praça San Martí e apareceu um sujeito meio mal encarado se oferecendo para tirar uma foto nossa com a minha câmara. Recusei com educação mas o cara insistiu muito. Queria de todo o jeito que tirássemos a tal foto. Demos as costas e fomos embora dali. Depois soubemos que esses espertalhões costumam pegar a câmera para tirar a foto e simplesmente fogem correndo.
É tanto relato ruim que dá vontade de desistir. Vou a Buenos Aires dia 18/10 e volto dia 26/10, estou pensando em não ir mais. Quero passear e não ficar estressado.
Olá, Marcio! É bom ficar alerta, mas isso não quer dizer que todo turista volte com histórias ruins para contar. Temos aqui, entre os leitores do site, uma comunidade grande de verdadeiros fãs da cidade.
Ok Boia, obrigado pela resposta, sempre gentil.
Na volta eu te conto com o foi.
salutos.
Como na natureza , mimetizar pode ser a palavra chave para reduzir as possibilidades de cair-na-cadeia-alimentar dos trombadinhas.
Ou seja, quanto menos chamar a atenção , melhor.
Chamar a atenção É SE DESTACAR , é estar diferente do grande grupo.
Se temos um biotipo diferenciado e não podemos mudá-lo ,devemos ao menos cobrir o corpo com coisas que não chamem atenção e é lógico,
treinar a mudez , ficar de bico fechado em locais sabidamente pega-turistas.
Trocando em miúdos :
No transporte, na Florida, nos pontos turisticos , fale baixo e o minimo em portugues;deixe em casa as bermudas, o tenis de academia , o boné, a mochila e se for fazer compras, recuse as sacolas das lojas e coloque tudo numa embalagem reutilizável.
Ah ! a gente sabe que está tudo certinho quando algum local pede uma informação
Sei de todos esse problemas da cidade, é uma cidade grande como Rio e SP.
Eu já fui lá 2 vezes no total passei mais de 20 dias na cidade não fui assaltado apesar de terem tentado assaltar minha mãe uma vez mas ela estava sozinha de manha cedo não tinha quase ninguém na rua, porem por sorte tinha dois policiais ela falou com eles e eles foram procurar o cara.
Acho que tem que tomar cuidado como tomo aqui no Rio, mas se for sair com medo é pior, eu saio como saio aqui no Rio sem medo só presto atenção como sempre faço, em lugares cheios de mais deixo a carteira (só com trocados ou pouco dinheiro, o dinheiro mesmo é em “pochete” debaixo da blusa) no bolso da frente e fico com a mão sempre perto do bolso, não paro perto de multidões como em alguns showzinhos(Tango por exemplo) que vi algumas vezes pela Florida quando passei lá.
Recomendo não irem na Florida nada de interessante e muito movimentada, só presta para ter pessoas te enchendo o saco oferecendo um monte de coisa que não quer e ainda ficar tenso ao invés de relaxar e aproveitar a viagem.
Peguem Taxi que tenham telefone de alguma companhia de Taxi nele isso é bem visível, sempre fiz isso e nunca tive problemas com Taxi lá.
Concordo. Calle Florida é o maior programa de índio. Fui lá pq sempre ouvi falar muito, mas o que os brasileiros vêem naquela rua? Sério, o que ela tem de especial? Fiquei sem entender. E como fui furtada lá, acabei ficando com uma péssima impressão.
A crise econômica está transformando Buenos Aires numa cidade violenta. Fui furtado recentemente e na delegacia vi argentinos, bolivianos, brasileiros e colombianos registrando queixas de assaltos e furtos.
Li neste e em outros blogs que a orientação do consulado brasileirao é a de dizer que os documentos, carteiras, compras foram perdidas, devido à burocracia da polícia argentina.
Tentei telefonar para o Consulado Brasileiro inúmeras vezes e ninguém atendeu as chamadas. Sorte que entrei na Argentina com meu Passaporte e no roubo não o perdi.
Miguel:
onde e a que horas aconteceu seu furto?
Caramba!
Estou quase desistindo da viagem a BA.
Estava pensando em passar 7 dias em Fev/2012 com minha esposa e 2 filhas (10 e 2 anos), mas, pelos comentários aqui estou pensando seriamente em desistir.
Alguém me ajude a tomar essa decisão, por favor!
Aguardo comentários a favor ou contra!
Obrigado.
Olá, Marcelo! Este é um post especifico que naturalmente acaba atraindo todos os problemas havidos. Para ver o lado positivo de Buenos Aires, acesse a caixa de comentários da página principal:
http://www.viajenaviagem.com/americas/buenos-aires-ricardo-freire
Marcelo, A Bóia tem razão: o post atrai esse tipo de comentário. Eu mesma fui furtada lá, mas porque dei bobeira.
Depois disso não tive outros incidentes, andei bastante a pé e me senti mais segura nas ruas de lá do que nas das grandes capitais aqui do Brasil. Acho que depende do lugar onde você anda. A calle Florida eu não recomendo.
Pra você que vai com criança pequena as calçadas são largas, ótimas para caminhar, rebaixadas nas esquinas, sem carros estacionados nelas; dá pra usar carrinho tranquilamente, coisa que aqui é bem complicado de fazer, por exemplo. Tem várias praças conservadas, arborizadas, com brinquedos. Ótimos programas para adultos e crianças, muitos deles gratuitos. Se quiser dicas do que fazer com as crianças, tem um blog só sobre isso, o Buenos Aires para niños.
MARCELO, vai tranquilo.
Venho aqui para dar um alerta aos amigos viajantes que pretendem conhecer Buenos Aires. Eu e meu noivo, na noite em que chegamos, resolvemos passear pelas redondezas do nosso hotel, localizado na Recoleta. Haviam alguns pubs e barzinhos, mas nem todos estavam abertos pois era uma terça-feira, quando um rapaz perguntou se queríamos conhecer a boate (club) com direito a dois drinks, disse que era um lugar familiar, frequentado por casais… Pagamos cerca de R$70,00 cada um, quando subimos nos deparamos com mulheres nuas com peitos mega siliconados, me senti em um filme de quinta categoria!!! Na mesma hora descemos e pedimos o nosso dinheiro de volta, pois havíamos sido enganados… Chegaram vários caras estranhos e nos expulsaram!!! Eu chorei horrores e o leão de chácara ficou com pena de mim e me devolveu parte do dinheiro, mas alertou para que não falássemos nada para ninguém!!! Nossa, depois rendeu boas gargalhadas, mas foi um grande susto!!!
Sem querer julgar, mas sim alertar: pagar antes de entrar numa boate desconhecida, sem referências confiáveis, é correr um risco desnecessário.
Antes ainda do risco de cair numa cilada, é arriscado simplesmente porque o local pode ser “familiar” ou “bem frequentado” mas naquele momento n~´ao estar legal, estar baixo astral.
Na Argentina, no Brasil, em qualquer, acho q
Sem querer julgar, mas apenas alertar: pagar antes de entrar numa boate desconhecida e sem referências é correr um risco desncessário.
Não precisa nem ser uma cilada desonesta.
Antes de tudo, há simplesmente o risco de se pagar adiantado e não querer ficar no local, porque o ambiente é ruim, ou está vazio, baixo astral, música chata etc.
Em Buenos Aires, no Brasil, em qualquer lugar.
Si en Buenos Aires te ofrecen ir a una boate, se trata de un local nocturno, en general con prostitutas o acompañantes femeninas, para beber algo, o bailar, no son locales para ir con la familia. Coincido con el comentario de Diosísio.
Obrigado a todos pelas preciosas dicas.
Estou indo para BA domingo para ficar 4 dias com minha esposa.
Entendo que estar atento é básico, sempre é bom relembrar.
Em abril estivemos em Paris e fomos abordados em dois lugares diferentes (um deles a uma quadra da Champs Elisées) em tentativas de golpes. Para minha sorte estava atento e consegui sair numa boa. Mundo globalizado é isto – pilantra infiltrado em todos os lugares. Abs a todos
Gente, vou a Buenos Aires uma ou duas vezes por ano e fiquei chocado com os comentários que li hoje aqui.
Lá é MUITO mais tranquilo que o centro de São Paulo , Rio ou Salvador. Se alguém der bobeira na 25 de março, na Cinelândia ou no Pelourinho têm muito mais chance de perder a carteira, relogio e máquina fotográfica que em BAs.
É só tomar lá o mesmo cuidado que tomariamos em nossas capitais e ler as dicas aqui do blog. Evitando a Florida 99% do risco de algum inconveniente acaba. Passeiem em Palermo, Recoleta, faça compras na av Santa Fé…Tenho certeza que todos voltarão maravilhados !
Voces gostam da Rua Direita em São Paulo?, se sim vão a Florida. Querem preços bom produtos com qualidade vão a Rua Aguirre
Também acho a Florida a maior perda de tempo. Fora aqueles caras chatos te aporrinhando a paciência para vender show de tango e passeios ao Tigre. Um saco!
Sobre o assunto em pauta, estou escrevendo neste momento de BsAs, após ter passado parte da tarde na feira de San Telmo. Ao sair do café Havana da Plaza Dorrego, quase fui atropelado por um casal que, aparentemente, havia acabado de furtar algum incauto dentro da cafeteria. Lembrei do relato da Leilane Neubarth, há duas semanas atrás, na GloboNews, sobre sua experiência de ser furtada num restaurante acima de qualquer suspeita, por uma grávida. Justamente uma grávida e um homem de muletas saíram muito apressadamente daquele café, como se estivessem fugindo mesmo.
Bem,
Voltei ontem de Buenos Aires. Não fui assaltada e consegui andar a pé por lá uns 7km de distância do meu hotel até o Jardim Japonês. Fui a quase todos os lugares que eu programei (só não consegui ir a todos, porque eu só fiquei por lá uns 4 dias e evitava ficar na rua até depois das 18hrs, pois eu estava sozinha e essa foi minha 1ª experiência de viajar pro exterior). Talvez por eu ter passado pouco tempo por lá e acabei não dando essa chance, mas cuidado com os vendedores e com os funcionários dos restaurantes. Não gosto e não costumo fazer compras, portanto sou totalmente leiga quanto a checar a qualidade de algum produto. Não hesitem em examinar o produto (no caso do couro, se alguém tiver alguma noção de como identificar se é ou não, peguem, cheirem e embaixo observem se é peludinho ou se tem um bom pano costurado nele) uma senhora tentou empurrar pra mim uma bolsa que imita couro que por dentro tinha costurado um tecido que era de material tnt, coisa vagabunda que aqui no Brasil custaria uns 10 reais e que ela estava vendendo por 60 pesos = 20 reais, esse foi 1 dos produtos que vendiam numa lojinha em Puerto Madero, nem era vendedora de rua. Procurem comprar nos shoppings, eu fui pra Galeria Pacífico (SHOW!!!!). Na rua basta tomar os mesmos cuidados que aqui no Brasil, não chamar muita atenção, não carregar tanta coisa na rua e se tiver muita sacola nas mãos (evite portar sacolas de qualquer loja nas ruas, foi o que a mesma vendedora da bolsa vagabunda me disse) volte pro local onde estiver se hospedando de ônibus, a passagem custa $1,25 mas tem que pagar só em moeda e não esquecer de pegar o tíquete depois de inserir as moedas numa máquina que tem dentro do ônibus. Pesquise no google maps todos os lugares que desejar visitar e imprima o mapa com as direções e ver quais ônibus pegar pra ir nos mesmos e onde ficam os respectivos pontos dos “busões”. Não confio nos táxis (nem daqui e nem de lá) e não tomei coragem pro metrô.
Continuação…
Se for tomar um vôo pra ir e voltar, cuidado com a Webjet e as empresas sulamericanas que não sejam brasileiras (exceto a Webjet), pois eles cobram pelo consumo de lanches e bebidas no vôo e em dólares! Fiquei p… da vida, nem tinha comprado um lanche pra levar no vôo e só descobri no avião que eles faziam isso. O motivo pra ter cuidado nos restaurantes é que eles costumam omitir certas informações que mais tarde a continha te informa. Em Caminito (onde ficam as casas coloridas), que fica no bairro de La Boca, almocei num restaurante em que eles cobram pela toalha que cobre a mesa, nunca vi isso até aquela ocasião, e os garçons não são de esclarecer qual é o acompanhamento (que não passava de pão e manteiga) o que deixa o prato mais caro. Tem que ser chato e perguntar tudo, TUDO. Me hospedei no Unique Madero Hotel que fica na Calle Chile 80, Puerto Madero, BA, Ar. Cuidado também com os recepcionistas, antes de consumir qualquer coisa (até no uso da internet) perguntem o preço. Nesse hotel em que estive uma garrafa de água NACIONAL argentina custava o equivalente a +/- 6 reais aqui. Uma garrafa de água francesa lá custa o equivalente aqui a 14,23 reais!!! A internet custa lá 14 dólares (ao menos nesse hotel, né). Na recepção (não todos) tinha um careca de óculos, um nojo de pessoa. A recepção do traslado do aeroporto até o hotel tinha me garantido que no próprio hotel eles trocavam o dinheiro, chegando no hotel pedi que trocassem uma das notas de 100 pesos e o cara disse que eles só tinham notas grandes, dei uma “chorada” e ele me disse que eles não eram um banco (tomei um fora do recepcionista). No check out sempre checar a conta e o troco, se sobrar dinheiro, pois aquele careca além de irônico é sonso também, tentou me dar o troco errado (posso ter sido ludibriada pelos vendedores e pelos garçons, mas não permitiria que esse cidadão me passasse a perna também, HAM). Bem, não sei se em todos os hotéis de lá isso ocorre, mas nesse aí aconteceu. O quarto era ma-ra-vi-lho-so e o banheiro também, um brinco. O café da manhã era rico só não tinha almoço nem jantar (nem mesmo tinham um restaurante nesse lugar pra pagar pelo almoço ou jantar, tinha que percorrer 2 quarteirões pra comer e beber alguma coisa). Esse pacote foi feito pela CVC em parceria com essa TipGroup na Argentina, não achei grande coisa não, mas adorei andar por Buenos Aires. Lá é mais arborizado que aqui no Rio e praticamente em todo lugar que olhar encontrará algum monumento ou prédio histórico, um colírio arquitetônico pros olhos (eu, pelo menos, adorei).
Estávamos nos programando para conhecer B A em maio/12. D E S I S T I M O S !!
Olá, Maia! Não é intenção do Comandante fazer campanha contra Buenos Aires. Muito pelo contrário: entre os tripulantes do Viaje na Viagem há muitos fãs da capital argentina e este é um dos destinos com mais informação disponível no site. Há alguns cuidados que devem ser tomados, mas não nos entenda mal
Maia, BsAs não é diferente de nenhuma grande cidade Brasileira. Sinceramente, achei até mais segura que algumas… Um olho no peixe e outro no gato… Não perca a oportunidade de conhecer Buenos Aires, vale muito a pena! Me permito te indicar o relato da minha viagem de 2010. http://www.viajenaviagem.com/americas/buenos-aires-ricardo-freire/comment-page-05/#comments
Oi!! Se você desistir do passeio à BsAs baseado em relatos de pequenos furtos contra turistas desista também de Paris,Nova Iorque, Barcelona, Roma, Los Angeles… Infelizmente este tipo de situação existe em todo mundo… E, note que na imensa maioria dos casos não existe violência física, apenas os momentos de distração. E lembre que a experiência negativa motiva muito mais comentários do que as experiências positivas… ainda mais em um post específico sobre isso. Quando o turista baixa a guarda, o problema existe. Não dá pra imaginar que BsAs é tão segura quanto a Suécia ou Noruega, mas desistir de uma viagem por isso me parece exagero.
Voltei de Buenos Aires domingo passado e antes de viajar li quase todos os comentários desse post e estava morrendo de medo. Me hospedei em um hotel na recoleta, duas quadras da Santa Fé, com tudo que precisava perto, supermercado, farmácia, restaurantes etc. Só andei de taxi, e claro que tive o cuidado de só pagar em notas pequenas (até porque, a única vez que não tinha outra e paguei com uma de 100 o taxista reclamou muito) e foi super tranquilo, sempre foram bem rapidos e somente uma vez senti que não fui pelo caminho mais rapido, o que resolvi facilmente abrindo um mapa e seguindo o caminho que o taxi estava fazendo (fiz isso quase todas as vezes, andava com mapa na bolsa e ia seguindo as ruas que passava, depois de já ter analizado o caminho antes de sair do hotel). Achei a cidade muito tranquila e fácil de andar. Andei muiito a pé, e até na Florida que todo mundo fala não achei nada demais, claro que tenho a famosa sindrome de paulista de andar agarrada na bolsa, mas não vi nada de suspeito em nenhum dos 5 dias que passei lá. Viajei com meus pais e meu irmão mais novo e todos adoramos a cidade e tudo que ela tem que oferecer. Claro que algumas pessoas acabam tendo azar e sofrendo alguns imprevistos chatinhos, mas isso tem em qualquer cidade do mundo, é só ficar atenta e com um pouco de sorte a viagem será ótima e sem nenhum tipo de problema.
Irei para BA em março/2012 e como vou ficar somente 02 dias gostaria de saber onde devo comprar pois pelos relatos aqui, na rua Florida não tem nada demais e sendo assim não queria gastar meu tempo atoa. E quanto ao show do Senhor Tango alguém que foi recentemente pode me dar dicas do preço se vale a pena mesmo, se devo comprar com antecedencia.Desde já agradeço.
Olá, Daniela! Leia este roteiro; tem compras, tem tango, tem tudo o que você precisa saber.
http://www.viajenaviagem.com/2012/01/primeira-viagem-um-fim-de-semana-em-buenos-aires/
Ola, estou em Buenos Aires com meu noivo e ontem aconteceu um fato extremamente desagradável. Fomos jantar no Cabana de las lilas e, saindo do restaurante, pegamos um taxi ali em frente. O taxi andou dois semáforos e quando vi o taxímetro estava em 15 pesos. Eu disse ao taxista que ele havia esquecido de serra o taxímetro e ele teimou que os 300 metros que tínhamos andado era aquele valor e começou a gritar conosco. Pedimos para ele parar porque íamos descer do taxi e ele nao parou, tivemos que descer correndo quando ele parou em outro sinal. Começamos a caminhar e do nada aparece o taxista tentando agredir meu noivo, que, por sinal, tem 2 metros dee altura. Começamos a correr e ele a nos perseguir de taxi, até que entramos num hotel, contamos a situação ao recepcionista e ele nos deixou ficar lá aguardando o taxista sumir. Usando vimos que ele havia desaparecido, pedimos taxi pelo telefone e viemos para nosso hotel. Quando chegamos aqui percebi que a camisa de meu noivo estava toda ensanquentada nas costas e descobrimos que o bandido do taxista havia furado as suas costas com a chave do carro. Agora imaginem o pânico que estamos vivendo aqui!!!! Nao vejo a hora de voltar ao Rio de Janeiro!!!!
Eu, minha esposa e nosso filho de três anos fomos na terça passada (14/02/2012) para Bs As. Apesar de ser minha terceira viagem para lá, li TODOS os comentáro deste post. Pois bem, o stress começou no taxi que pegamos no Aeroparque (como recomendado, na saída doméstica). No pedágio já estava em quase 50 pesos. Discuti com o motorista e paguei 50 em nosso destino final, na Av. de Mayo. Mas o pior aconteceria no final da tarde. No subte passamos por uma situação em que várias pessoas faziam parte do teatro: Um ambulante comum carrinho enorme, “senhoras” atrapalhadas, etc. Na hora de descermos, eu com o filho no colo e uma grande confusão de modo que só liberaram a passagem depois do apito, quando as portas fechariam. Saldo: nossa máquina fotográfica que estava em um bolso dianteiro com botão foi roubada. Só depois do ocorrido nos demos conta de que era toda uma cena armada, envolvendo várias pessoas. Após esta experiência, já no primeiro dia, percebemos outras situações semelhantes.
Além desta situações, o clima é constante de insegurança: em muitas lojas é obrigatório deixar sacolas e bolsas na entrada e há seguranças por todo o lado, criando constrangimento e mostrando o quanto há roubo. Não presenciamos nenhuma situação de violência, como a relatada acima, mas mesmo com todas as precauções não dá para se sentir a vontade. Fizemos muitos programas e passeios legais, mas ficou esta impressão do primeiro dia da viagem muito forte em nós.
Acabei de voltar e não tive problemas. Levei pouco $ na carteira, já que a maioria ficava na doleira. Deixei documentos do cofre do hotel e andei com cópias, troquei o $ no comércio, sempre prestando atenção para a aparência das notas e testando com aquelas canetas que detectam dinheiro falso. Usei sempre trocado nos táxis, andava com a bolsa na frente do corpo e prestava atenção ao andar na rua. Durante a viagem toda basicamente fiquei entre Recoleta e Palermo, teoricamente bairros mais seguros. Sem dor de cabeça, curti muito a viagem, bastou ser prevenida. Acho que vale ir sem medo, pra poder curtir. E eles podem ser malandros, mas nós somos brasileiros.
Pessoal
Já fui algumas vezes para BsAs mas sempre utilizei taxi, Gostaria de saber se realmente vale a pena utilizar o subte (Metro) em BsAs… estarei hopedado na Recoleta e será a primeira vez da minha esposa.
Nos comentarios, parece que é pior que o metro de SP, que o negocio parece a Sé no horario de pico…
Abraços.
Caco,
O metro em BsAs é antigo, e realmente cheio em horários de pico. Mas para pequenos deslocamentos, vale a pena, sim, utilizá-lo.
Só repare que na Recoleta não tem metrô!!!
Abs.
Cheguei ontem de BA após 8 maravilhosos dias nessa lindíssima cidade que visitei pela quarta vez. Não houve sequer uma situação de insegurança que me fizesse sentir medo ou sentimento parecido. Obviamente que não ostentei jóias, nem exibi dinheiro em público, além de outros pequenos detalhes que chamam atenção dos bandidos em qualquer lugar do mundo. Por isso o que posso afirmar com minhas experiências na capital argentina é : vá e seja feliz, não há motivo para ter medo. Aqui no Brasil, em qualquer cidade por onde passo, sinto-me absurdamente mais receosa que em Buenos Aires. Voltem depois aqui e nos contem.
Eliane, sou do grupo. Passamos 10 dias em Bs As e não vimos nada, absolutamente nada que fizesse com que nos sentísemos inseguros. Andamos por San Telmo, puerto Madero, Recoleta, Palermo Soho e Botânico, e, em todos estes lugares nos sentimos muito segura. Em Palermo e Recoleta andamos à noite e me senti mais segura que em Juiz de Fora. Tem senhores e senhoras passeando de mãos dadas, passendo com cachorros, jovens casais e pessoas sozinhas pelas ruas. Idosos de bengala passeando sozinhos à noite. Nos sentimos muito tranquilos. Na feira de San Telmo tomamos muito cuidado: bolsa colada ao corpo e uma parte do dinheiro e os documentos C.I. na doleira, na cintura, por dentro da roupa.
Se estiverem jantando em um restaurante peçam para o garçom chamar um táxi! Não peguem táxi na rua à noite! É perigoso como em qualquer lugar do mundo! Pode ser um assaltante, um louco, um golpista.
Bom eu e uma amiga tivemos nossas cameras tiradas de dentro de nossas bolsas, em uma balada, enquanto estávamos distraidas com nossos ficantes. Achei absurdo, pois se tratava de uma balada supostamente bem frequentada, nunca tive problemas no Brasil desse tipo, perdi todas as minhas fotos da viagem que fiz na semana passada.. então #fikdik para quem estiver indo, deixem suas cameras em casa, quando sairem para balada…
Voltei ontem depois de 7 dias em Buenos Aires. Apesar de estar insegura após ler todos os posts posso afirmar que não me senti amedrontada em nenhum momento. Fiquei na Recoleta,andei por todos os lados, San telmo, Palermo, Puerto Madero e até na Florida (para comprovar que está mesmo decadente) e não vi nada demais. Claro que é preciso os cuidados básicos, mas não deixe de ir. Andei bastante de táxi e tive sorte. Quanto ao desembarque no Aeroparque preferi seguir a sugestão de outros viajantes e contratei o Gustavo Laviero (gustavolaviero@hotmail.com) para nos buscar e levar ao aeroporto. Ele cobra 140 pesos ida e volta, mas vc tem a segurança de chegar tranquilo com alguém de confiança.
Atenção na Catedral … enquanto eu caminhava pelos corredores, minha esposa (grávida) esperava sentada a poucos metros do altar. Depois, ela me contou assustada que dois sujeitos sentaram no banco detrás, um pela direita perguntando as horas, enquanto o da esquerda tantava furtar a bolsa da camera!!! felizmente, ela teve a sorte e o reflexo de agarrar as coisas e sair calmamente à minha procura. Contei ao policial que fica na entrada sobre o ocorrido, ele disse que esse golpe acontece com frequencia no local. Enfim, para evitar aborrecimentos, não tire os olhos da familia e de seus pertences. Abs