Sudeste Asiático pra Mirella

Wat Arun, Bangkok

Wat Arun, Bangkok

A Mirella e o Kiko do Mikix já estão de malas prontas novamente: no fim do ano vão fugir do frio do Canadá para dar um giro pelo Sudeste da Ásia.

As passagens de ida e volta estão compradas, e o roteiro, mais ou menos definido. Eles estão agora fechando hotéis (procuram 3/4 estrelas, na faixa de 150 dólares, escorregando aqui e ali até 200) e querem os pitacos da tripulação.

Estas são as escalas e os hotéis finalistas:

Hong Kong (6 noites) – Lan Kwai Fong Hotel

Kuala Lumpur (4 noites) – Traders Hotel, JW Marriott ou Ascott (dúvida : ficar em Chinatown ou perto das Petronas Towers?)

Siem Reap (5 noites) – Angkor Village

Krabi ou Phuket ou ??? (9 noites) – a escala na praia na Tailândia é a que mais suscita dúvidas; por enquanto o escolhido é o Ao Nang Orchid Resort, em Krabi

Bangkok
(5 noites) – Pathumwan Princess ou Royal Orchid Sheraton

Então, trips? À caixa de comentários!

81 comentários para “Sudeste Asiático pra Mirella”

  1. Meus pitacos:

    Acho 6 dias em Hong Kong potencialmente muito tempo demais (mas sou suspeito, porque não curti muito HK e não gosto muito de China em geral; meu sonho de consumo é Xangai). Mas não descartaria uma ou duas noites em Macau…

    Fiquei no Angkor Village numa fase mais pobrezinha e adorei adorei adorei.

    Como disse na outra caixa de comentários, estudaria a Dri Setti, a Rachel Verano e o Travelfish.org de cabo a rabo pra escolher uma praia bem especial na Tailândia. Quanto mais eu leio sobre lá, mais convenço da frase que ouvi do Washington Olivetto há uns 15 anos (”Phuket é Porto de Galinhas deles”). E não era elogio… Tem tanta praia espetacular por lá que acho pena acabar em resort. Também não precisa ser nos beach shacks da Dri, hehe, mas o Travelfish sempre traz os mais confortáveis também.

    http://viajeaqui.abril.com.br/blog/achados/

    http://viajeaqui.abril.com.br/blog/viajar-bem-barato/

    http://www.travelfish.org

  2. Oi Riq,
    Como sempre vc é demais… o itinerario ainda pode ser mudado, então vou pesquisar melhor sobre HK (se bem que estava contando com esse periodo para dar um tapa no jet lag).
    Vem cá… vc acha o Angkor Village muito fraquinho? Mesmo o quarto Deluxe?
    Meu problema com hotel é o maridex… ele é mais chatinho com isso :)
    Como é alta temporada estou me rebolando p/ achar coisa bacana dentro do meu budget (que nem é lá muito pequeno, né?!).
    Obrigada!!!! Vou aguardar mais pitacos…

    1. Magina, eu adorei o Angkor Village num tempo em que o hotel, e não eu, era mais pobrezinho. Na verdade eu era playboy e não sabia :mrgreen:

      Agora que o hotel ficou mais bacana só pode estar melhor!

      1. Creio que com o orçamento disponivel , qualquer hotel entre 150 e 200 verdinhas é mais do que ótimo em Siem Reap.A localização é importante : a estrada para os templos ou aeroporto não tem graça nenhuma. Ficar perto do canal e do mercado é bem mais antropológico :lol:

    2. Macau é do ladinho de HK. Fica a 1 hora de barco rápido!
      http://www.macautourism.gov.mo/pt/info/get2macau.php

  3. Hong Kong: eu terminei visitando o Aquário (lógico, hehehe) e gostei bastante. Foi um passeio inusitado, pq fica do outro lado da ilha, é interessante. Sai um pouco do eixo escadas rolantes-Victoria’s Peak (q é bacaninha, vale a pena pela vista q eu acho espetacular). HK parece um Rio de Janeiro condensado visto do alto. #viajeinamaionesepravariar

    Mas concordo com o Riq: 6 dias acho mto. Ficaria uns dias em Macau tb, p/ curtir o bucolismo português na Ásia. :)

    No Jurássico do meu blog, escrevi sobre esses 2 destinos:

    http://www.interney.net/blogs/malla/2005/02/15/china_capitalista_hong_kong/

    http://www.interney.net/blogs/malla/2005/02/18/china_portuguesa_macau/

    1. OI Lucia,
      Esqueci de te agradecer… vou ler seus posts.
      Vou tentar me organizar no final de semana, pois o pessoal passou tanta dica bacana :)
      bjs

  4. Mirella, estive no Royal Orchid Sheraton em 2007 e a experiência foi agradável, apesar de ser um hotel bastante impessoal. Vale muito a pena os Towers Rooms, com zona de check in dedicada,quartos renovados, melhor serviço e um lounge que serve simpáticos cafés da manhã e “evening cocktails” interessantes – Na altura consegui uma boa tarifa no
    http://www.asiarooms.com/
    O transporte do barco do hotel para o metro é agradável,muito “colonial”; sabe a passeio gratuito. A localização não é muito interessante,tirando o prazer de ficar nos inúmeros terraços do hotel a olhar para o movimento fascinante do rio. A água da piscina é fria, uma pena.
    Dá para conhecer bem a cidade usando o esquema barco-metro.

    1. Também gostei muito de ficar à beira-rio. É prático para ir aos templos. (Mas menos prático para ir à “cidade”, né?)

      1. Entao acho que vou fechar o Sheraton… se bem que a Sylvia que recomendou o P Princess… :)
        Obrigada.

        1. O que pretendes fazer por lá ?
          Compras tb ? Fica no PPPrincess acima do 10°andar , num ape luxo , por mais dois tostões .Não tem erro!
          Euzinha, na minha insanidade particular prefiro o PP a qualquer Sheraton, Hilton , ou o que for.

    2. O chatinho de ficar junto ao rio é que não dá pra sair pra dar uma voltinha , não tem nada pra ver ou fazer.

  5. Em Kuala Lumpur eu fiquei no SOl Melia, que eh rede, mas se nao em engano 4 estrels, num preco OTIMO (coisa de mesmo de 100 dolares) literalmente em frente ao shopping “World Trade” e do lado de uma estacao do Monorail, ha 5 minutos das Petronas Towers.

    Eu recomendaria mil vezes ficar perto das Torres, pois achei China town meio barra pesada, e little India idem.

    Em Bangkok fiquei no Prince Palace, que fica no centro da Bangkok entre a parte historica (q ficamos no primeiro dia e nao gostamos) e o centro financeiro. O Hotel tem 4 ou 5 estrelas, e tambem conseguimos um preco otimo on line – o hotel em si eh maravilhoso, e o Spa da penthouse, com a vista do distrito financeiro de Bangkok imperdivel!

    Quanto as ilhas eu concordo com o Riq, e achei Puket E Koh Samui o Porto de Galinha e Cbo Frio do Sudoeste Asiatico…
    Acabamos mudando os planos no meio da viagem e fomos pra Ko Panghan (tambem ilha preferida da Dri Setti). Ficamos num resort ma-ra-vi-lho-so na veira de uma praia particular, e num bangalo foferrimo! Nao lembro o preco, mas tb foi cosia de menos de 100 dolares – Cocohut Resort.

    Eu recomendaria uma passada no meu blog, mas esta fora do ar ha uns dias e ainda estou na luta com o servidor!!

    Bjs
    Dri Miller

    1. Oi Dri,
      Legal… vou ver esses hoteis que vc recomendou.
      Ah… quanto as ilhas na Tailandia, pelo que entendi ( http://www.travelfish.org/weather_fish.php ) o lado do Ko Panghan tem mais chuva em Janeiro que o lado do Andaman Sea (especialmente perto de Krabi), pois estava pensando em ficar em algum lugar por aquelas bandas… nao necessariamente em Ao Nang, mas em algum lugar mais autentico, mas nao muito chopana ahahah…
      Jah li varias coisas do seu blog, incluisve vou fazer aquele passeio de um dia no floating market.
      Obrigada pelas dicas… se lembrar de mais, me avisa :)
      bjs

  6. Em Bangkok tem que ficar no Phranakorn-nornlen! Best Choice do Trip Advisor, muito estiloso com um banho maravilhoso! Fora do padrão grande rede de hotel. E com os funcionários mais prestativos que já encontramos.
    Em Phuket ficamos no Novotel, em Phi-Phi no Holiday Inn e em HK no Novotel em Causeway Bay.

    1. Obrigada… vou olhar esses hoteis.
      :)

  7. Fui pro poço com BKK E Siem Reap ..
    Em Kuala , o Traders tá na minha lista a séculos por ter vista Petronas ;-)

    1. Sylvia, salvaste o texto antes? Acho que o comentário foi pro çaiberespaço… deve ter sumido na manutenção do servidor… :mad:

      1. Não salvei não :(

  8. Ia esqueçendo a coisa mais importante pra não esqueçer de ter na mão em BKK : agasalho prá encarar aircom a 15 graus em tudo que é lugar ;-)

    1. Esse choque térmico é que é complicado… Recomendo muita vitamina C ou complexos vitamínicos.

  9. Que inveja…

    =)

    Em Siem Reap:

    5 dias é bom. Fiquei 4 e teria ficado mais um se soubesse que era tão legal. Não deixem de fazer o “passeio” de balão, para ver Angkor Wat de cima. Fiquei no hotel http://www.thevillasiemreap.com/. É ótimo e barato (e olha que não fiquei no quarto mais caro), mas me parece que vocês querem algo mais confortável.

    Em Bangcoc:

    5 dias me parece demaaais, mas eu sou suspeito pra falar. Aproveitem muito os shoppings da região de Siam Square. Bangcoc é ótima pra estourar o cartão de crédito. Mas deixem pra comprar a mala extra por lá, ali pela Khao San Road, porque é uma pechincha.

    Boa viagem!

    1. Pra mim, a maior pechincha de BKK é o MBK http://www.mbk-center.com/en/ , com alguns andares de quase tudo por até 5 USD , de quinquilharias e tudo mais.No térreo e nos ultimos andares tem ótimas opções de comida( inclusive só saladas, o que é uma raridade na cidade). Para ver tudo é preciso uns 3 dias de 4 horas cada um , e se o objetivo for se jogar nas compras, fique hospedada no Pathumvan , que tem uma entrada restrita a hóspedes , dentro do shopping.
      Para chegar, use o sky-train parada National Stadium e passe por dentro da mega-store Tokyu.

      1. O MBK é enorme mesmo e cheeeio de bugigangas. Mas tem meio uma cara de 25 de Março, não? =)

        Preferi os outros, mais bonitos, organizados e até com loja da Lamborghini (da qual, infelizmente, não me tornei cliente).

        1. É um camelódromo com ar condicionado e tuuudo o que existe de tramboco no planeta ( incluisive o que ainda ninguem viu ).

  10. A 1 anos estive em Phuket. Ficamos no Kata Beach Resort http://www.phuket.com/katabeach/ e amamos. Esta praia é mais tranquila que Patong, mas mesmo assim oferece uma boa infra-estrutura de restaurantes, lojinhas.

    De Phuket pode-se fazer belos passeio como para a ilha “James Bond”, Ko Phi Phi, etc.

    1. Vou dar uma olhadinha… as ilhas esta sendo meu maior suplicio. :)
      Abs

  11. O Traders em Kuala tem apes com vista para as Petronas .
    Sem duvida, deve ser um must must :D

    1. Vou olhar o precinho dele novamente e o Sol Melia que a Dri comentou… mas pelo menos decidi que vou ficar perto do Petronas.
      Obrigada Sylvia..
      Agora estou na duvida cruel sobre Bangkok e as ilhas…
      Abs

  12. Se puder ajudar: fiquei nos hotéis recomendados em novembro de 2007.
    Em Hong Kong,fiquei no BP International: http://www.bpih.com.hk/ Uma estrela no Frommers, n° 38 no Tripadvisor. O preço: 96,00 (ou 122 por um quarto com vista). A localização é legal (mas não excelente), mole de ir em todo lugar. O custo-benefício é bem bom, apesar de vários grupos de escoteiros. Não deixe de ir em visitar o Buda enorme que tem em uma ilha próxima: é super bucólico, com vistas lindas. O único problema de ir a Macau é o ferry (que balançou muito pro meu gosto, e desistimos de ir).
    Em Siem Reap, ficamos no Angkor Village por 89 dólares. O hotel é lindo. O problema, segundo meu marido: o banheiro é junto com o quarto de hotel, dividido apenas por uma parede que não encosta no teto, e não tem box, então fica difícil de esquentar o banheiro (e faz um frio bem razoável cedinho, antes de sair para os templos); e os bichos tropicais esquisitos. Não deixe de ir jantar no hotel que a Sylvia recomenda, que tem um restaurante delicioso.
    Bankok: sinceramente, qualquer coisa acima de dois dias é muuuuuuuito. Depois de Angkor, os templos da Tailândia ficam super fake – dourados e com brilhinhos, e muito mais novos. Vá para Chiang Mai, ou passe mais tempo nas praias, que é melhor. Ficamos no Pathumwan Palace que a Sylvia indica, que é mesmo super bem localizado, fácil de ir nos templos (porque a estação de metrô é do lado). O hotel é ótimo, só achamos munhequice deles regularem a internet.
    Phuket é legal por Kho Phi Phi – achei Patong meio cidade demais pro meu gosto. Não perca tempo com Phuket City, que é horrorosa. Em Kho Phi Phi, ficamos no Phi Phi Island Village, e gostamos muito. Acabamos não indo nas visitas de barquinho (já deu pra perceber que odiamos barquinhos, né?)
    Não sei nada de Kuala Lumpur…
    Espero ajudar!

    1. Que coisa Dani , a gente adoora BKK . Ficaria uma semana tranquilo :) ( quer dizer, já ficamos uma semana e eu ficaria mais uma com uma montanha de coisas novas pra fazer)

      1. Quando eu fui, há quase uma geração (oh! velhice!), ainda não tinha nem skytrain…

    2. Valeu Dani,
      Alias me baseei muito nas dicas do post de 2007… E tem varias coisas que jah estao na listinha do que fazer. Vou repensar a quantidade de dia em Bangkok, vc eh a segunda pessoa que diz sobre isso… ia deixar Chiang Mai para uma proxima oportunidade, pois jah tem muito voo no meu itinerario e estava evitando isso… vou ver o que faco ainda esse final de semana.
      Obrigada pela dica de hotel em Phi Phi.
      Alias, obrigada por TODAS as dicas…
      Abs

      1. Ich… soh vi agora o comnetario da Sylvia sobre coisas p/ fazer em BKK, acho que vou deixar como esta entao ehehhe…
        Estava pensando em ateh fazer um curso de culinaria… serah que eh muito “american way of travelling”?
        Abs

        1. Vais adorar um curso tailandes !
          Ao menos o de cortes de frutas :)
          Ocorre que com aquele caldeirão de calor , não dá pra passar o dia na rua , então é preciso mais dias ..

        2. Eu acho ótimo :-)

          E Ayutthaya de barco também deve ser massa.

            1. Opa!!! Já foi p/ o roteiro…
              Obrigada!

        3. Mirella, eu fiz um curso de culinária lá e adorei! O meu eu fiz em Chiang Mai, foi esse aqui: http://www.thaicookeryschool.com/ Foi ótimo, que eles foram no mercado com a gente (o que é sempre legal), e mostraram os temperos, os legumes, as coisas esquisitas (aprendi que eles adoram comer pão com recheio tipo de lingüiça e leite condensado, ergh!, e que flor de banana é iguaria). Se você gosta de cozinhar, recomendo. Humm, já está me dando uma fominha…
          De todo jeito, não deixe de trazer os temperos de lá, são baratos e valem como uma super recordação (eu sempre trago tempero de onde visito). Com a recomendação da Sylvia, trouxe até curry em pasta (dura um tempão no congelador) – prefira os mais esquisitos, que você não acha aqui, ou os ingredientes dos pratos que você mais gostar.

          1. Oi Dani… que legal! Não tinha pensando em trazer especiarias eehehe… vou colocar na listinha, ainda mais sendo Bangkok minha ultima cidade, vou poder aproveitar e encher a mala :)
            Quanto ao curso de culinaria, estava pensando nesse aqui: http://www.thaihomecooking.com/ vi revisões super bacana dessa mulher… e parece ser bem informal! Mas vou ver o seu também..
            Estou tão empolgada com essa viagem!
            Abs

            1. Ops… o seu foi em Chiang Mai, pulei essa parte na leitura! :)

  13. Esse post está ótimo! Cheio de comentários pedaçudos! Vou guardar tudinho e ficar antenada nos relatos da Mirella na volta… ;)

    1. Nem fala Paula… estou aqui delirando com as dicas :)
      Acho que esse post vai ser um complemento ao post de 2007 que tambem esta cheio de dicas especiais (Santo Riq e tripulacao).
      Abs

  14. OI Mirella!!

    Bem, eu acho 5 noites tempo demais em Siem Reap. Fiquei lá 2 dias e meio e foi suficiente para conhecer os principais templos de Angkor. Se quiser conhecer bem, 3 noites é o ideal.

    Se quiser conhecer mais à fundo sobre os templos, depois dá uma olhadinha no meu blog.

    Phuket fiquei também 3 noites, mas achei pouco. Acho que merecia mais… Fiquei no Patong Merlin, um resort fantástico! Não deixe de fazer o passeio à Phi Phi Island e à Pang Nga, a ilha do James Bond.

    Em Bangkok, fui até Ayutthaya, que foi a primeira capital da Tailândia e é super legal! É pertinho, dá para ir e voltar no mesmo dia (em excursão, vc vai de ônibus e volta de barco pelo rio Chao Pra, super interessante!).

    Bem, é isso! Espero ter ajudado!

    Abraços,

    Fê Viaggio Mondo

    1. Oi Fe,
      Obrigada pelas dicas…
      Como sou doente p/ conhecer Angkor acho que vou querer ficar um pouquinho mais tempo, por isso dos 5 dias, alias estou pensando em pegar um guia, vi recomendado no travelfish (que nao tenho agora aqui comigo).
      Adorei essa ideia de voltar de Ayutthaya de barco…
      Quanto as ilhas continuo meio sem saber o que fazer, o pessoal fala que Phuket eh muito disneyland. Mas vou ter 9 dias, o que deve ser suficiente p/ ficar em pelo menos dois lugares… e sentir um pouquinho de cada coisa!
      Obrigada pelas dicas… vou lah no seu blog assim que sair do trabalho :)
      Abs

  15. Mirella , quais são tuas duvidas quanto ao litoral ?

  16. Onde e quanto tempo ficar em cada lugar ?
    Creio que podes reservar as 2 primeiras noites e deixar o resto pra resolver lá .. durante a semana deve ser tranquilo,fim de semana é que deve lotar .

    1. Oi Sylvia,
      Minha questão é onde ficar… terei 9 dias para gastar.
      Leio, leio e continuo sem saber que local optar como base. Vi que Phuket e Krabi são lotados e na época que estou indo deve estar mais cheio do que nunca. Porem, quero um lugar que tenha restaurantes e outras opções por perto (mas sem aquela muvuca doida com boates e hard-core party, pois não faz nosso estilo e hotel barulhento é a pior coisa que existe pra gente – eu sei, somos chatinhos! ;) ).
      Estava falando com o Kiko agora na volta p/ casa e pensamos em ficar uns 4 dias em algum lugar de facil acesso aos passeios (Phi Phi, James Bond e afins) e 5 dias num pedacinho de paraíso, tranquilo, lindo e bacana!
      Vi que vc mencinou de ficar em Phi Phi, fico preocupada.
      Vc sugeriu de bookarmos 2 dias de hoteis e depois se arranjar por lá, será que rola, memso na alta temporada?
      Como vai ser nossa primeira experencia no Sudeste Asiatico (Cingapura não conta, né?!), fico com receio de um monte de coisa…
      Valeu!

      1. Sei que este momento é complicado , a gente quer o melhor possivel , mas quer saber a verdade ?
        Tudo é fantastico no sul da Tailandia , e se a duvida for assim cruel ;-) procura videos no youtube .
        Se queres uma cidadezinha como base , tens que optar entre Patong e Ao Nang . Escolha um hotel que não fique no meio da muvuca e faça passeios diários. Dormir em PhiPhi é super ! Podes escrever para uns dois ou tres atacadistas , com tuas datas e planos em mãos para saber como são as reservas de ultima hora . Confere se não tem festas nem feriado , e durante a semana sempre vais ter opções diversas pra escolher. Se quiseres me mandar por email, ou twitter , te ajudo no planejamento.

        1. Oi Sylvia, não tenho seu e-mail… então entro em contato no twitter :)
          Estive viajando no final de semana e agora vou organizar todas essas informações p/ ver se já consigo fechar as passagens internas e alguns hoteis… nesse meio tempo, vou tuiando, tá?!
          Obrigada por todo apoio :)
          Abs

  17. Com 150 dólares na Ásia dá para conseguir muito mais que um hotel 3 estrelas. Recentemente pesquisei o Renaissance Kuala Lumpur Hotel (Marriott) e levei um susto (bom!) quando vi R$158 reais a diária no hoteis.com (Santo Íbis ficaria com vergonha). Ásia é o paraíso
    PS: Sheraton Imperial Kuala Lumpur tem uma das melhores avaliações no TripAdvisor, com diária a partir de R$142 no hoteis.com. Fica 1km das torres e 2km da Chinatown. Quero ir para Malásia AGORA!

    1. Acho que preciso começar a olhar os preços nesses sites… POr enquanto estava vendo os preços somente nos sites dos hoteis e no booking.com – e sempre incluo o valor das taxas extras. Mas tudo que vejo e gosto esta caro (risos!), claro que um hotel na mesma categoria em NYC custaria $350, mas mesmo assim, né?!
      Vou olhar esse Sheraton p/ as datas que quero ir… Mas acho que estou inclinada a ficar o Traders.
      Obrigada!

      1. Olha estes aqui, que costumam ter ótimas ofertas
        http://www.sawasdee.com/
        http://www.hotelthailand.com/

  18. Oi Mirella!

    Me lembrei de uma coisa! Quem sabe vc não coloca uns dias no Laos, numa cidade próxima à Angkor chamada Luang Prabang? Ela é tombada como Patrimônio Mundial pela UNESCo e dizem que é linda! Eu fiz de tudo para tentar ir, mas não conseguí mais dias no meu trabalho… Meus amigos que foram simplesmente amaram e me mostraram fotos incríveis do lugar. Existem vôos desde Bangkok ou Angkor Wat pela Bangkok Airways http://www.bangkokairways.com . Depois dá uma checada… derrepente vc fica umas 3 noites lá!

    Bjos!

  19. Sobre Phuket, lá realmente é meio Disney… estas cidades construídas para turista. Mas acho que estando lá, vale muito à pena ir. Dormir em Phi Phi Leh também vale à pena e parece que tem resorts interessantes. Krabi nao fui, mas amigos meus que foram me disseram que lá é tuuudo de bom e super exclusivo. A infra-estrutura parece bem melhor e tem mais cara de paraíso do que Phuket.

    Bem, é isso…

    Bjs

  20. Encontrei online , o meu mapa impresso
    http://www.phuket-maps.com/patong-beach-large-map.htm?279,310
    O trecho menos muvucado era entre Prabaramee Road e Swatdirak .

    Em Krabi, se optares por Railay , podes tentar o Rayavadee , ou outro desde que fique do lado esquerdo ( Railay Bay ou Village) . Confere no tripadvisor os ultimos coments para ver se algum está em reforma .
    Ao Nang , necessita de uma super pesquisa pra evitar o barulho dos barcos no pier. Mas os resorts na Tailandia costumam ser bem silenciosos.
    Railay é pra ficar ali e descansar , não faz sentido ficar zanzando :D

    1. Uia… sensacional!!!
      Vou pesquisar… tinha visto um resort no Railay e pelo que li disseram que vários barquinhos param na praia durante o dia e fica aquele barulhão… mas preciso me informar melhor!

  21. Ola Mirella,
    Eu nao recomendo Phuket…se eu fosse voce, ficaria em Krabi com certeza! Pode ficar em Ao Nang que e mais cheio (mas nem se compara a Phuket) mas tem varios restaurantes e os passeios tambem sao faceis de conseguir…eu fiquei em Ao Nang mas pegava um Long Boat para Railey Beach todos os dias porque a praia em Ao Nang nao e muito legal…mas Railey Beach e uma delicia…
    Phuket na minha opiniao e meio sujo, mas eu fui pra la antes do Tsunami e dizem que agora melhorou… (nao sei)
    O problema maior de Phuket (pra mim)- mas tambem de toda Tailandia e a prostituicao, ai…tem muito gringo andando pra la e pra ca com menininhas mais novas, travesti, tem varias boates (Patong e um horror!!)…
    Fui pra Krabi esse ano em Janeiro e la e lindo…e tem opcao de varios restaurantes tambem…
    Fiquei no http://www.aonang-paradise-resort.com/
    O hotel nao e na praia mas e bem pertinho de onde voce pode pegar os long-boats….a cama era dura mas o quarto era novinho porque nos escolhemos o quarto deluxe…cafe da manha era bem simples…
    Eu moro pra essas bandas…se quiser mais alguma ajuda so pedir…
    Graziela

    1. Com certeza vou entrar em contato… Obrigada!!!!
      Vou organizar todas essas informações e tentar me reestruturar e depois entro em contato… não tenho seu e-mail… o meu é: mikix10@XXXXgmail.com (tire os XXXX antes do gmail).
      Abs

      1. Te mandei um email…qualquer coisa, so entrar em contato…

  22. Discordo da opinião lá de cima da Fê Costta, fiquei 4 noites em Siem Reap e acharia sem problemas o que fazer em mais um dia, isso depende o quanto gosta de ruínas. Quanto a hotel fiquei no Hotel de La Paix http://www.hoteldelapaixangkor.com/index.php descoberto no Hot List da Conde Nast e gostei muito.

  23. OI Mirella, adorei Luang Prabang, é um lugar encantador, com templos maravilhosos, monges por toda esquina, não é a toa que foi considerado em revistas um dos destinos top 10 do mundo….na minha opiniao, vale a pena dimininuir dias em Bangkok e Hong Kong para incluir Luang. Bangkok e Hong Kong são cidades muito interessantes, mas grandes, ja Luang é aquele tipo de cidade que vc vai descobrindo a pe…Viajei para a Indochina em dezembro de 2007 contratando um tour aqui no Brasil. A operadora local foi a exotissimo, http://www.exotissimo.com, excelente e de 1 linha. Não mexeria nos dias em Siem Reap. Os Templos de Angkor são impressionantes, vimos 18 em tres dias e não cobrimos nem a metade…quando tiver um tempinho, se não conhece, de uma olhadinha no site http://www.theangkorguide.com. Visitar os templos com chofer e guia foi extremamente proveitoso, rendeu muitissimo (sabe aquele dinheiro em viagem super bem gasto). Nosso guia falava espanhol perfeitamente(foi estudar em Cuba e sobreviveu ao regime)e era muito simpatico Ung Phanavudh – phanavudh2000@yahoo.com.ar 855-92902213 . Se ainda nao fechou o hotel em Siem Reap, sugiro cotar um pacote (hotel e passeios, inclusive se for o caso com Luang Prabrang) com a exotissimo ou outras empresas. Em Siem Reap, tambem gostamos muito do passeio de barco a Tonle Sap Lake. E adoramos experimentar o amok em varios restaurantes para descobrir qual era o mais gostoso

  24. A proposito, em Luang, ficamos no Sala Prabang, gostamos muito.

    http://www.salalao.com/Salaprabang/Content/Prabang_welcom.htm

  25. Em Ao Nang fiquei no Priceville resort bem em frente a praia, ótimo, pequeno e super tranquilo, fique no segundo andar nos quartos deluxe, saõ ótimos com hidro e tudo mais, além de se ocorrer uma Tsunami vc vai estar segura rsrsrsrr. Ao Nang é muito melhor que Krabi e dizem muito mais tranquilo que Pukhet.
    Em PhiPhi fiquei no PhPhi Villa , ótimos bangalos.
    Fique o máximo de tempo nessa regiaõ da tailandia, fiquei uma semana nas praias e achei pouco.

    http://www.aonangprinceville.com/

    http://www.phiphivillaresort.com/

  26. Aqui a materia que escrevi para a extinta revista Minha Viagem :
    Tailândia: um misto de cultura, arte e sabores
    Sempre pensamos em conhecer a Ásia e como já conhecíamos boa parte da cultura ocidental chegou a hora de desbravar a tão exótica e falada cultura oriental. Saímos do Rio com a Air France em janeiro de 2007 e fizemos uma parada de alguns dias em Amsterdam para quebrar um pouco a viagem. Desembarcamos no aeroporto de Bangkok, Suvarnabhumi, eu e minha mulher e já na chegada nos deparamos com um aeroporto hightech, recém-inaugurado e gigantesco. Já havíamos contratado daqui do Brasil, com dicas de um site que costumamos pesquisar antes de nossas viagens (www.virtualtourist.com) uma guia, Nok, que iria nos esperar no aeroporto e nos guiar pelas movimentadas ruas da cidade.Ela nos recepcionou no aeroporto com um taxista amigo seu cobrando 400 bath (moeda local), o equivalente a U$10 para nos levar direto ao Manhattan Hotel, um bom hotel 3* localizado na Sukhumvit Road próximo a soi (saída) 15.
    Atualmente, a mesma guia cobra 700 bath por um dia inteiro de trabalho, que vale a pena pois ela faz com que você economize muito seu dinheiro, não deixando ninguém lhe cobrar mais do que o justo nas suas compras – na Tailândia ainda existe o sistema de barganha nas compras na maioria dos lugares. Não se preocupem muito com dinheiro na Tailândia, tudo é muito barato pois ficamos sabendo que um mochileiro consegue sobreviver dignamente com apenas U$15 por dia, U$7 para alugar uma vaga em uma guesthouse e com o restante ele almoça, janta e se locomove.
    Ao primeiro contato com as ruas caóticas nos assustamos um pouco, mas estávamos com a guia justamente para ganharmos tempo, utilizando todos os tipos de transportes públicos. Bangkok situa-se às margens do Chao Praya River que serpenteia toda a cidade, por isso tínhamos uma vasta opção de meios de transporte. A princípio optávamos sempre por táxi que era muito barato (uns 40 min equivalem a uns R$6) e que possuía ar-condicionado pois o calor era intenso, mas ao perceber que o trânsito não andava saltávamos do táxi e encarávamos um tuk-tuk, espécie de moto com cabine atrás, que andam como loucos por entre os carros e o trânsito. Algumas vezes o trânsito era tão pesado que nem os tuk-tuks tinham como passar, daí fugíamos a pé uns dois ou três quarteirões e pegávamos um barco no rio que corta a cidade. Em Bangkok também existe o BTS, uma espécie de metrô de superfície com ar-condicionado e super rápido mas que infelizmente ainda não cobre toda a cidade. A multidão e o trânsito a princípio te assustam mas depois você vai se acostumando pois o povo é muito simpático e a cidade é uma mistura de templos centenários com prédios de arquitetura de alto luxo.
    Visitamos vários templos e nossa primeira visita foi a Wat Arun ( Wat quer dizer templo em tailandês), um templo todo ornamentado com cacos de cerâmica, pratos, xícaras e outros utensílios. 20 bath a entrada. Pegamos o BTS em direção ao centro e depois um barco no píer Tha Tien pois o templo fica na margem oposta do rio próximo ao centro da cidade, por isso do alto dos pagodes (como são chamados os templos na Ásia), da para se ver boa parte de Bangkok. De lá voltando para o mesmo pier fomos andando até What Pho, o mais antigo e maior templo da cidade onde se encontra o maior Buda dourado e deitado da Tailândia assim como a melhor escola de massagem tailandesa. Ao entrar nos templos somos obrigados a tirar os sapatos e nos portarmos de maneira respeitosa. Mulheres com ombros descobertos e homens de bermuda não são admitidos, caso você seja pego de surpresa pode alugar um tipo de sarongue na entrada para cobrir os ombros ou as pernas. Aproveitei nesse dia e dentro do templo entrei em uma pequena fila onde um monge bem idoso benzia as pessoas com uma flor de lótus banhada numa água sagrada. Foi um privilégio !!! Saímos deste templo e partimos para o que eu considero uma das mais bonitas construções arquitetônicas que havia visto, o palácio real Wat Phra Kaew, onde atualmente é a residência oficial do rei, venerado em seu país. Talvez a monarquia mais bem aceita em todo o mundo, tanto que fotos do rei e sua família são espalhadas e adoradas por toda a Tailândia em grandes outdoors. Wat Phra Kaew é de uma beleza gritante. Tudo muito limpo e harmonicamente planejado. Não tem como descrever tamanha beleza.
    Curtimos a noite de Bangkok indo ao Siam Niramit Show http://www.siamniramit.com , imperdível, que retrata toda a cultura e história da Tailândia em um espetáculo de música e dança que não deixa nada a desejar a nenhum show da Broadway. Optar pelo show sem o jantar é a melhor escolha pois o buffet não vale a pena. Experimentamos também um jantar em uma tradicional embarcação de arroz reformada, o Loy Nava http://www.loynava.com , que passeia pelo rio ao anoitecer de onde podemos visualizar todos os templos as margens do rio iluminados. Como éramos um casal escolhemos dois cardápios distintos, um de comida tailandesa e outro de frutos do mar, muito bem servidos e acompanhados de perto pelo proprietário, um inglês muito simpático que nos deu muitas informações ao longo do passeio. Reservamos daqui, mas ao chegarmos lá nossa guia achou caro, então ela fez outra reserva que saiu muito mais barato do que pagaríamos pela Internet.
    Em Bangkok tivemos a oportunidade de visitar muitos outros lugares:
    - a mansão de verão da realeza (Vimanmek Teak Mansion), situada no Dusit parque, a maior casa de madeira do mundo, que é toda refrigerada e fica dentro de um parque em cima de um lago por onde a realeza pode entrar na casa por barco;
    - o Chatuchak Weekend Market, mercado gigantesco ao ar livre onde se encontra de tudo desde comidas, roupas, artesanatos e animais vivos, mas que só abre nos finais de semana. Lá é um ótimo lugar para experimentar as iguarias da culinária tailandesa desde os tradicionais insetos fritos até o delicioso Pad Thai, o meu prato preferido, que consiste em noodles (macarrão feito de arroz), camarão, tofu, castanha de caju, legumes cortados a Juliana, brotos de feijão, ovos mexidos e um delicioso molho de peixe que custava a bagatela de 20 baht, o equivalente a R$1. Vale a pena experimentar de tudo, se por acaso lhe derem um prato trocado, pois o som em tailandês confunde muito, simplesmente experimente e se não gostar peça outro, pois é muito barato. A melhor comida Tailandesa é a de rua, pois tudo é muito fresco e preparado na sua frente com extrema higiene onde até o gelo é filtrado;
    - a tradicional Khao San Road, rua de destino de todos os mochileiros do mundo onde se encontra de tudo e onde você pode contar e ouvir muitas aventuras de todos que já desbravaram a Tailândia. Lá se encontra a maioria das guesthouses, mas se você deseja procurar por uma mais barata evite as que estão na rua principal, procure em ruas próximas que sai ainda mais barato. Lá é o ponto final do ônibus que sai do aeroporto, então não tem erro;
    - o PatPong district, uma rua onde em casas noturnas de portas abertas para quem quiser ver, mulheres seminuas se exibem em cima de balcões . Se você quiser ver um pouco mais, o tradicional PingPong show, basta subir ao segundo andar das casas e você, como dezenas de outros casais de turistas poderá ver o que as tailandesas conseguem fazer com suas genitálias. Fumam, lançam bolinhas de ping pong à distância (daí o nome do show), assopram velas, tocam instrumentos musicais e até abrem garrafas de refrigerantes (detalhe, a tampinha não é de rosca);
    - os shoppings, onde as compras são imperdíveis com preços inacreditavelmente baratos, portanto vá de malas vazias nesta viagem. O MBK é um shopping mais completo onde você encontra de tudo, mas se o seu objetivo é eletrônicos vá ao Panthip Plaza, um shopping com 5 andares com tudo que você possa imaginar de produtos eletrônicos.Caso queira lojas de grife, seu destino é o WTC.
    Contratamos um taxista amigo de nossa guia para conhecermos Ayuthaya, capital da Tailândia entre 1350 e 1767, que fica a 86km de Bangkok e hoje faz parte da UNESCO. Ele nos cobrou 2000 baht (os dois) por um dia inteiro de programa, mas se você quiser ir de excursão vai encontrar várias com preços a partir de 1500 baht por pessoa indo de ônibus, trem e podendo até voltar de barco pelo rio, mas aí o tempo vai ser mais curto e você não vai conseguir ver tantas coisas, pois o barco volta às 15:00h. Com suas ruínas destruídas pelo tempo e pela invasão dos Burmeses (atual Myanmar) que deceparam todas as estátuas de Budha como sinal de desrespeito e humilhação, Ayuthaya lembra muito os templos de Angkor no Camboja, só que em menor proporção. Passamos o dia inteiro por lá conhecendo mais de 12 sítios arqueológicos onde a maioria dos templos é feito de pedras e tijolos, todos muito bem conservados. Na volta visitamos Bang Pa In Palace, uma das residências do rei de beleza única.
    Chegou a hora de irmos a Kanchanaburi, que fica as margens do rio Kwai onde se encontra a ponte reconstruída do filme do mesmo nome. A ponte do Rio Kwai surgiu a partir da Segunda Guerra Mundial quando da guerra entre japoneses e ingleses. Partimos bem cedo com outra guia (Tong) que possuía carro por volta das 6:00h da manhã, pois pretendíamos visitar antes o mercado flutuante em Saduak, onde se vende tudo em pequenos barcos pelo rio e onde comemos a melhor banana frita de nossas vidas. Os barcos e as comidas são de um colorido intenso. As frutas são praticamente as mesmas das nossas, mas com uma textura diferente e muito mais doces. Não deixem de experimentar as mangas, mangostins, jambos e rambutans. Vocês não vão se arrepender. Partimos para Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno mais conhecido como Tiger Temple, um templo budista onde monges criam tigres desde filhotes com cereais, leite e frango cosido onde se pode alimentar os filhotes e passear com os maiores na coleira. Se você quer alimentar os filhotes fique atento ao horário pois eles são alimentados somente às 12:00h enquanto os maiores saem para passear depois de alimentados às 12:00h e 17:00h. Foi fantástico tudo o que passamos por lá e vai ficar para sempre na memória como animais daquele tamanho se comportavam de maneira tão dócil. De lá, almoçamos em Kanchanaburi, passamos pela ponte do Rio Kwai e visitamos o cemitério da Segunda Guerra pensando em ir a Erawan Falls ver as cachoeiras mas o tempo já estava escasso para nossa volta.
    Bangkok foi uma experiência incrível mas tínhamos que partir para o norte, mais precisamente Chiang Mai a cidade murada e das aventuras, onde fomos de avião pois a distância era muito grande. Pegamos um vôo da Thai Airways, excelente companhia com atendimento impecável. Lá nos esperava outro guia para nossos passeios. Nos hospedamos no Suriwongse Hotel, um 3* que valeu a pena, pois a noite fervilhava no Night Bazaar bem a nossa frente, mas nada que interferisse no nosso sono. Conhecemos todos os templos dentro da cidade murada e uma escola de preparação para monges. Chiang Mai é a cidade dos monges onde se encontram as principais escolas budistas. Encontramos muitos monges durante todo o caminho, pois todo tailandês tem que passar pelo menos um período de sua vida servindo como monge e abdicando dos prazeres materiais, somente depois desse período ele decide se continua ou não seu caminho religioso.
    Em Chiang Mai se situa um dos principais templos da Tailândia, Wat Phra That Doi Suthep, a 15 kms do centro no alto das montanhas. Conta a lenda que o o local foi escolhido por um elefante branco que levava um ossso do ombro de Buda em suas costas e que faleceu de fadiga no local após a subida sendo construído ali o templo fundado por monges budistas. Ao chegar lá suba de elevador, vale o preço (30 baht), e deslumbre de uma vista incrível. Você vai se deparar com um enorme Chedi dourado onde se guardam relíquias sagradas e centenas de sinos ao redor do templo que dizem que se você tocá-los lhes trará boa sorte. Lá também se encontra a residência de inverno da família real. Ao descer, dá para arriscar os 306 degraus de uma escada em formato de dragão.
    Pong, nosso guia, nos levou para um trecking de elefante em um parque nacional, o Mae Tang Elephant Park. O uso dos elefantes para trabalho de força na Tailândia está proibido, mas alguns ainda burlam a lei. Os que pararam com o abuso e maus tratos agora os utilizam para transporte de turistas, cobrando uma taxa para os elefantes não morrerem de fome. Sentimos que os elefantes eram bem tratados ao contrário de outros centros que havíamos visto anteriormente, por isso decidimos fazer o passeio que durou uma hora e meia passando por rios, florestas e vales. Antes do passeio vimos um show com os elefantes jogando bola, tocando instrumentos e até pintando quadros com frases escritas por eles que são vendidos no final. Na volta pegamos uma jangada de bambu e descemos o rio até o ponto inicial do passeio.
    No dia seguinte acordamos de novo bem cedo para irmos ao Golden Triangle, região produtora de ópio em que o rio em forma de Y faz divisa da Tailândia com Laos e Myanmar. Cruzamos de barco o rio até uma pequena vila já no Laos, só para colecionar em nosso passaporte mais um carimbo de entrada e adquirir moedas daquele país para minha coleção. A viagem ao Golden Triangle foi muito cansativa, mas valeu a pena pela visita a alguns templos durante o caminho e por termos parado para visitar as tribos de refugiados de Myanmar. Lá conhecemos as mulheres girafas com aqueles longos pescoços envoltos em aros de metal que são aumentados a cada ano. Dizem que anteriormente os utilizavam para se proteger do ataque de tigres (que atacam no pescoço), enquanto outros dizem que utilizam apenas como adorno e como modo de subsistência pois ganham a vida cobrando para serem visitadas. Sabíamos que existiam crianças nas tribos, desde cedo elas também utilizam os aros no pescoço, então levamos uns stickers de presente, mas qual foi nossa surpresa ao perceber que elas não sabiam do que se tratava. Tirei um adesivo e colei na mão de uma das crianças para ver que aquilo possuía cola e depois colei em um papel. Minutos mais tarde, ao olharmos para trás vimos que elas tinham coberto todo o rosto e braços com os adesivos, como se enfeitando para uma festa. Foi uma cena curiosa vê-las se divertindo daquele modo.
    De Chiang Mai pegamos um vôo a noite para não perder tempo viajando durante o dia e fomos para a parte sul da Tailândia, mais precisamente as praias. Chegamos no paraíso, mas um pouco preocupados pois a tsunami havia devastado tudo há alguns anos atrás. Encontramos tudo em perfeito estado e só percebemos que tinha acontecido algo porque alguns coqueiros haviam sido replantados e se encontravam pequenos em relação aos outros. Chegamos em Krabi e nos hospedamos em um hotel de frente para a praia na região de Ao Nang, isso sempre atento às placas para onde deveríamos correr caso acontecesse novamente uma tsunami. Mas tudo transcorreu perfeitamente conforme havíamos planejado. No primeiro dia contratamos um longtail boat, barco bem longo e motorizado, e percorremos durante o dia inteiro várias ilhas e suas praias fantásticas, só fazendo snorkel e curtindo o visual maravilhoso. As águas são de um verde cristalino tão intenso que me levou a fazer mergulho com cilindro. O fundo do mar é indescritível, de uma coloração nunca visto, encontrei todas as nuances de cores possíveis em recifes e peixes. Lá é a região do peixe palhaço, o famoso ”Nemo” que se encontra em qualquer lugar nadando por entre as anêmonas e que pode ser visto mesmo de snorkel. Há muito o que fazer nessa região, passeios pelas ilhas, mangues, cavernas, escaladas e curtir as praias, dentre elas Railey Beach onde a maioria dos turistas vão e onde se encontram excelentes hotéis. Não deixe de fazer massagens quando estiver por lá, ao sair da praia vários centros de massagem te esperam na orla e por um preço irrisório. O lugar é deslumbrante, gostaria de ter ficado mais tempo nesta região. As ilhas do Mar de Andaman são paradisíacas, tanto que o filme “A Praia” foi filmado lá. Depois de alguns dias pegamos a barca e fomos para PhiPhi, a tão famosa ilha e por lá ficamos durante quatro dias em um bangalô no PhiPhi Villa Resort. Vale a pena passar alguns dias por lá hospedado, curtindo as praias e a noite em excelentes restaurantes. Pude conversar com alguns nativos que perderam tudo durante a tsunami, que nos mostraram fotos da tragédia e contaram algumas histórias, mas apesar da dor e com a ajuda internacional conseguiram reconstruir suas vidas. PhiPhi é composta de duas ilhas, PhiPhi Don onde você pode se hospedar e PhiPhi Ley onde se encontra Maya Bay, local do filme, sendo uma das praias mais bonitas que já vi e que fomos duas vezes: a primeira no horário de almoço, alugando um longtail boat, dica de amigos, onde encontramos “A Praia” vazia e podemos curtir todo aquele paraíso como se fosse só nosso; na segunda vez foi em uma excursão em um barco grande, onde parávamos em várias ilhas, mas “A Praia“ já não era mais a mesma, uma orla de turistas havia desembarcado no paraíso. Nessa excursão que durava o dia inteiro, os mais velhos voltaram para a ilha em outro barco e nós, mais jovens, esperamos com uma boa música e uma boa cerveja tailandesa o pôr do sol, onde conhecemos um brasileiro e um português que moram em Macau, além de uma australiana que já morou no Brasil e que falava português fluente. Formamos um grupo e curtimos os últimos dias no paraíso com muito sol, cerveja, esportes, aquela comida fantástica e as festas à noite com shows pirotécnicos e a bebida sendo servida em balde. Isso mesmo, chutamos o balde no final de nossa viagem.
    Tailândia foi um misto de experiências mas acima de tudo foi um banho de cultura, fizemos novos amigos e vamos guardar na memória para sempre tudo que aprendemos por lá. É um país que eu voltaria facilmente.

    Informações adicionais.
    Onde Ficar :
    Bangkok – Manhattan Hotel – 13 Sukhumvit Soi 15 – próximo a Nana Station – de U$20 a U$40 http://www.hotelmanhattan.com/index.html Chiang Mai – Suriwongse Hotel – 110 Changklan Road, Muang no centro em frente ao Nigth Bazaar http://www.agoda.com/asia/thailand/chiang_mai/suriwongse_hotel.html U$26
    Ao Nang – Ao Nang Priceville Resort – 164 Moo 2 Muang, Krabi 81000 em torno de U$100 http://www.aonangprinceville.com/ PhiPhi – Phi Phi Villa Resort – em torno de U$90 http://www.phiphivillaresort.com/

    Shopping : Pantip Plaza – Fica no distrito de Pratunam, próximo a Embaixada da Indonésia.
    MBK – pegue o BTS e salte na estação W1 do Estádio Nacional – http://www.mbk-center.com/en/index.asp WTC – pegue o BTS e salte na estação Chilton. http://www.centralworld.co.th/ Chatuchack Weekend Market – pegue o BTS e salte na última estação, Morchit

    Ondeir : Wat Arun – entrada 20 bath Grand Palace/ Wat Phra Kaew – entrada 200 bath, mas dá direito a entrar também na Vimanmek Teak Mansion Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno (Tiger Temple) – Você pode pegar um ônibus no terminal da estação sul em BKK pagando 100 bath para Kanchanaburi e depois um outro ônibus 8203 para Sai Yok 25 bath e pedir para saltar no templo.Vai gastar cerca de 4 horas para chegar lá. http://www.tigertemple.org/Eng/ Wat Phra That Doi Suthep – Dá para ir de tuk tuk, uns 50 bath, e pedir para te esperarem na volta. Entrada 30 bath para subir de elevador. Mae Tang Elephant Park – http://www133.pair.com/pnward/Maetang_Elepha/index.html Sian Niramit Show – http://www.siamniramit.com
    Loy Nava Dinner – http://www.loynava.com/
    Contato com os guias :
    Nok – guia em BKK, não possui carro. nan_ke80@yahoo.co.uk
    Tong – guia em BKK e para cidades próximas, pois possui carro. pornpitcha@yahoo.com
    Pong – guia em Chiang Mai e para cidades próximas com carro. guidepong@yahoo.co.th

    Dicas :
    - Viaje de malas vazias, pois tudo é muito barato;
    - Fábricas da Nike e Adidas são na Tailândia, assim como da Nikon;
    - Se quiser comprar seda lá é o local, até mesmo para fazer roupas sob medida que saem 1/3 mais baratas que no Brasil;
    - Um pouco de cuidado na compra de eletrônicos pois há muita falsificação; – Ao levar dólares, procure levar notas de 100 pois valem mais na hora da troca e preferencialmente notas novas; – Barganhe sempre pois o preço inicial é na maioria das vezes cinco vezes mais que o preço justo;

    - O melhor Pad Thai que comi pelo incrível que pareça, não foi na rua e sim em um bar australiano, o Gooliver, acompanhado de um arroz servido dentro do abacaxi com farofa de castanhas.

    – Visite Maya Bay entre 11:00 h e 14:00 h quando as companhias de turismo não estão na ilha.

    Fernando C. Ramos & Maria Luiza Salles Vieira
    Rio de Janeiro

    1. Fernando,

      Adorei suas dicas sobre a Tailândia! Ajudou muito no meu planejamento!

      Você também foi ao Camboja e Vietnan? Tem dicas desses lugares?

      1. Neste Post o Pessoal da dicas de hospedagem na Asia Incluindo Camboja.

        http://www.viajenaviagem.com/2010/08/volta-ao-mundo-hoteis-testados-na-asia-voce-tem-dicas/

      2. Oi Bheatriz, minha dicas do Camboja estao aqui: http://mikix.com/?cat=132
        Nao fui ao Vietnan :)

  27. Tailândia: um misto de cultura, arte e sabores
    Sempre pensamos em conhecer a Ásia e como já conhecíamos boa parte da cultura ocidental chegou a hora de desbravar a tão exótica e falada cultura oriental. Saímos do Rio com a Air France em janeiro de 2007 e fizemos uma parada de alguns dias em Amsterdam para quebrar um pouco a viagem. Desembarcamos no aeroporto de Bangkok, Suvarnabhumi, eu e minha mulher e já na chegada nos deparamos com um aeroporto hightech, recém-inaugurado e gigantesco. Já havíamos contratado daqui do Brasil, com dicas de um site que costumamos pesquisar antes de nossas viagens (www.virtualtourist.com) uma guia, Nok, que iria nos esperar no aeroporto e nos guiar pelas movimentadas ruas da cidade.Ela nos recepcionou no aeroporto com um taxista amigo seu cobrando 400 bath (moeda local), o equivalente a U$10 para nos levar direto ao Manhattan Hotel, um bom hotel 3* localizado na Sukhumvit Road próximo a soi (saída) 15.
    Atualmente, a mesma guia cobra 700 bath por um dia inteiro de trabalho, que vale a pena pois ela faz com que você economize muito seu dinheiro, não deixando ninguém lhe cobrar mais do que o justo nas suas compras – na Tailândia ainda existe o sistema de barganha nas compras na maioria dos lugares. Não se preocupem muito com dinheiro na Tailândia, tudo é muito barato pois ficamos sabendo que um mochileiro consegue sobreviver dignamente com apenas U$15 por dia, U$7 para alugar uma vaga em uma guesthouse e com o restante ele almoça, janta e se locomove.
    Ao primeiro contato com as ruas caóticas nos assustamos um pouco, mas estávamos com a guia justamente para ganharmos tempo, utilizando todos os tipos de transportes públicos. Bangkok situa-se às margens do Chao Praya River que serpenteia toda a cidade, por isso tínhamos uma vasta opção de meios de transporte. A princípio optávamos sempre por táxi que era muito barato (uns 40 min equivalem a uns R$6) e que possuía ar-condicionado pois o calor era intenso, mas ao perceber que o trânsito não andava saltávamos do táxi e encarávamos um tuk-tuk, espécie de moto com cabine atrás, que andam como loucos por entre os carros e o trânsito. Algumas vezes o trânsito era tão pesado que nem os tuk-tuks tinham como passar, daí fugíamos a pé uns dois ou três quarteirões e pegávamos um barco no rio que corta a cidade. Em Bangkok também existe o BTS, uma espécie de metrô de superfície com ar-condicionado e super rápido mas que infelizmente ainda não cobre toda a cidade. A multidão e o trânsito a princípio te assustam mas depois você vai se acostumando pois o povo é muito simpático e a cidade é uma mistura de templos centenários com prédios de arquitetura de alto luxo.
    Visitamos vários templos e nossa primeira visita foi a Wat Arun ( Wat quer dizer templo em tailandês), um templo todo ornamentado com cacos de cerâmica, pratos, xícaras e outros utensílios. 20 bath a entrada. Pegamos o BTS em direção ao centro e depois um barco no píer Tha Tien pois o templo fica na margem oposta do rio próximo ao centro da cidade, por isso do alto dos pagodes (como são chamados os templos na Ásia), da para se ver boa parte de Bangkok. De lá voltando para o mesmo pier fomos andando até What Pho, o mais antigo e maior templo da cidade onde se encontra o maior Buda dourado e deitado da Tailândia assim como a melhor escola de massagem tailandesa. Ao entrar nos templos somos obrigados a tirar os sapatos e nos portarmos de maneira respeitosa. Mulheres com ombros descobertos e homens de bermuda não são admitidos, caso você seja pego de surpresa pode alugar um tipo de sarongue na entrada para cobrir os ombros ou as pernas. Aproveitei nesse dia e dentro do templo entrei em uma pequena fila onde um monge bem idoso benzia as pessoas com uma flor de lótus banhada numa água sagrada. Foi um privilégio !!! Saímos deste templo e partimos para o que eu considero uma das mais bonitas construções arquitetônicas que havia visto, o palácio real Wat Phra Kaew, onde atualmente é a residência oficial do rei, venerado em seu país. Talvez a monarquia mais bem aceita em todo o mundo, tanto que fotos do rei e sua família são espalhadas e adoradas por toda a Tailândia em grandes outdoors. Wat Phra Kaew é de uma beleza gritante. Tudo muito limpo e harmonicamente planejado. Não tem como descrever tamanha beleza.
    Curtimos a noite de Bangkok indo ao Siam Niramit Show http://www.siamniramit.com , imperdível, que retrata toda a cultura e história da Tailândia em um espetáculo de música e dança que não deixa nada a desejar a nenhum show da Broadway. Optar pelo show sem o jantar é a melhor escolha pois o buffet não vale a pena. Experimentamos também um jantar em uma tradicional embarcação de arroz reformada, o Loy Nava http://www.loynava.com , que passeia pelo rio ao anoitecer de onde podemos visualizar todos os templos as margens do rio iluminados. Como éramos um casal escolhemos dois cardápios distintos, um de comida tailandesa e outro de frutos do mar, muito bem servidos e acompanhados de perto pelo proprietário, um inglês muito simpático que nos deu muitas informações ao longo do passeio. Reservamos daqui, mas ao chegarmos lá nossa guia achou caro, então ela fez outra reserva que saiu muito mais barato do que pagaríamos pela Internet.
    Em Bangkok tivemos a oportunidade de visitar muitos outros lugares: – a mansão de verão da realeza (Vimanmek Teak Mansion), situada no Dusit parque, a maior casa de madeira do mundo, que é toda refrigerada e fica dentro de um parque em cima de um lago por onde a realeza pode entrar na casa por barco;
    - o Chatuchak Weekend Market, mercado gigantesco ao ar livre onde se encontra de tudo desde comidas, roupas, artesanatos e animais vivos, mas que só abre nos finais de semana. Lá é um ótimo lugar para experimentar as iguarias da culinária tailandesa desde os tradicionais insetos fritos até o delicioso Pad Thai, o meu prato preferido, que consiste em noodles (macarrão feito de arroz), camarão, tofu, castanha de caju, legumes cortados a Juliana, brotos de feijão, ovos mexidos e um delicioso molho de peixe que custava a bagatela de 20 baht, o equivalente a R$1. Vale a pena experimentar de tudo, se por acaso lhe derem um prato trocado, pois o som em tailandês confunde muito, simplesmente experimente e se não gostar peça outro, pois é muito barato. A melhor comida Tailandesa é a de rua, pois tudo é muito fresco e preparado na sua frente com extrema higiene onde até o gelo é filtrado;
    - a tradicional Khao San Road, rua de destino de todos os mochileiros do mundo onde se encontra de tudo e onde você pode contar e ouvir muitas aventuras de todos que já desbravaram a Tailândia. Lá se encontra a maioria das guesthouses, mas se você deseja procurar por uma mais barata evite as que estão na rua principal, procure em ruas próximas que sai ainda mais barato. Lá é o ponto final do ônibus que sai do aeroporto, então não tem erro;
    - o PatPong district, uma rua onde em casas noturnas de portas abertas para quem quiser ver, mulheres seminuas se exibem em cima de balcões . Se você quiser ver um pouco mais, o tradicional PingPong show, basta subir ao segundo andar das casas e você, como dezenas de outros casais de turistas poderá ver o que as tailandesas conseguem fazer com suas genitálias. Fumam, lançam bolinhas de ping pong à distância (daí o nome do show), assopram velas, tocam instrumentos musicais e até abrem garrafas de refrigerantes (detalhe, a tampinha não é de rosca);
    - os shoppings, onde as compras são imperdíveis com preços inacreditavelmente baratos, portanto vá de malas vazias nesta viagem. O MBK é um shopping mais completo onde você encontra de tudo, mas se o seu objetivo é eletrônicos vá ao Panthip Plaza, um shopping com 5 andares com tudo que você possa imaginar de produtos eletrônicos.Caso queira lojas de grife, seu destino é o WTC.
    Contratamos um taxista amigo de nossa guia para conhecermos Ayuthaya, capital da Tailândia entre 1350 e 1767, que fica a 86km de Bangkok e hoje faz parte da UNESCO. Ele nos cobrou 2000 baht (os dois) por um dia inteiro de programa, mas se você quiser ir de excursão vai encontrar várias com preços a partir de 1500 baht por pessoa indo de ônibus, trem e podendo até voltar de barco pelo rio, mas aí o tempo vai ser mais curto e você não vai conseguir ver tantas coisas, pois o barco volta às 15:00h. Com suas ruínas destruídas pelo tempo e pela invasão dos Burmeses (atual Myanmar) que deceparam todas as estátuas de Budha como sinal de desrespeito e humilhação, Ayuthaya lembra muito os templos de Angkor no Camboja, só que em menor proporção. Passamos o dia inteiro por lá conhecendo mais de 12 sítios arqueológicos onde a maioria dos templos é feito de pedras e tijolos, todos muito bem conservados. Na volta visitamos Bang Pa In Palace, uma das residências do rei de beleza única.
    Chegou a hora de irmos a Kanchanaburi, que fica as margens do rio Kwai onde se encontra a ponte reconstruída do filme do mesmo nome. A ponte do Rio Kwai surgiu a partir da Segunda Guerra Mundial quando da guerra entre japoneses e ingleses. Partimos bem cedo com outra guia (Tong) que possuía carro por volta das 6:00h da manhã, pois pretendíamos visitar antes o mercado flutuante em Saduak, onde se vende tudo em pequenos barcos pelo rio e onde comemos a melhor banana frita de nossas vidas. Os barcos e as comidas são de um colorido intenso. As frutas são praticamente as mesmas das nossas, mas com uma textura diferente e muito mais doces. Não deixem de experimentar as mangas, mangostins, jambos e rambutans. Vocês não vão se arrepender. Partimos para Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno mais conhecido como Tiger Temple, um templo budista onde monges criam tigres desde filhotes com cereais, leite e frango cosido onde se pode alimentar os filhotes e passear com os maiores na coleira. Se você quer alimentar os filhotes fique atento ao horário pois eles são alimentados somente às 12:00h enquanto os maiores saem para passear depois de alimentados às 12:00h e 17:00h. Foi fantástico tudo o que passamos por lá e vai ficar para sempre na memória como animais daquele tamanho se comportavam de maneira tão dócil. De lá, almoçamos em Kanchanaburi, passamos pela ponte do Rio Kwai e visitamos o cemitério da Segunda Guerra pensando em ir a Erawan Falls ver as cachoeiras mas o tempo já estava escasso para nossa volta.
    Bangkok foi uma experiência incrível mas tínhamos que partir para o norte, mais precisamente Chiang Mai a cidade murada e das aventuras, onde fomos de avião pois a distância era muito grande. Pegamos um vôo da Thai Airways, excelente companhia com atendimento impecável. Lá nos esperava outro guia para nossos passeios. Nos hospedamos no Suriwongse Hotel, um 3* que valeu a pena, pois a noite fervilhava no Night Bazaar bem a nossa frente, mas nada que interferisse no nosso sono. Conhecemos todos os templos dentro da cidade murada e uma escola de preparação para monges. Chiang Mai é a cidade dos monges onde se encontram as principais escolas budistas. Encontramos muitos monges durante todo o caminho, pois todo tailandês tem que passar pelo menos um período de sua vida servindo como monge e abdicando dos prazeres materiais, somente depois desse período ele decide se continua ou não seu caminho religioso.
    Em Chiang Mai se situa um dos principais templos da Tailândia, Wat Phra That Doi Suthep, a 15 kms do centro no alto das montanhas. Conta a lenda que o o local foi escolhido por um elefante branco que levava um ossso do ombro de Buda em suas costas e que faleceu de fadiga no local após a subida sendo construído ali o templo fundado por monges budistas. Ao chegar lá suba de elevador, vale o preço (30 baht), e deslumbre de uma vista incrível. Você vai se deparar com um enorme Chedi dourado onde se guardam relíquias sagradas e centenas de sinos ao redor do templo que dizem que se você tocá-los lhes trará boa sorte. Lá também se encontra a residência de inverno da família real. Ao descer, dá para arriscar os 306 degraus de uma escada em formato de dragão.
    Pong, nosso guia, nos levou para um trecking de elefante em um parque nacional, o Mae Tang Elephant Park. O uso dos elefantes para trabalho de força na Tailândia está proibido, mas alguns ainda burlam a lei. Os que pararam com o abuso e maus tratos agora os utilizam para transporte de turistas, cobrando uma taxa para os elefantes não morrerem de fome. Sentimos que os elefantes eram bem tratados ao contrário de outros centros que havíamos visto anteriormente, por isso decidimos fazer o passeio que durou uma hora e meia passando por rios, florestas e vales. Antes do passeio vimos um show com os elefantes jogando bola, tocando instrumentos e até pintando quadros com frases escritas por eles que são vendidos no final. Na volta pegamos uma jangada de bambu e descemos o rio até o ponto inicial do passeio.
    No dia seguinte acordamos de novo bem cedo para irmos ao Golden Triangle, região produtora de ópio em que o rio em forma de Y faz divisa da Tailândia com Laos e Myanmar. Cruzamos de barco o rio até uma pequena vila já no Laos, só para colecionar em nosso passaporte mais um carimbo de entrada e adquirir moedas daquele país para minha coleção. A viagem ao Golden Triangle foi muito cansativa, mas valeu a pena pela visita a alguns templos durante o caminho e por termos parado para visitar as tribos de refugiados de Myanmar. Lá conhecemos as mulheres girafas com aqueles longos pescoços envoltos em aros de metal que são aumentados a cada ano. Dizem que anteriormente os utilizavam para se proteger do ataque de tigres (que atacam no pescoço), enquanto outros dizem que utilizam apenas como adorno e como modo de subsistência pois ganham a vida cobrando para serem visitadas. Sabíamos que existiam crianças nas tribos, desde cedo elas também utilizam os aros no pescoço, então levamos uns stickers de presente, mas qual foi nossa surpresa ao perceber que elas não sabiam do que se tratava. Tirei um adesivo e colei na mão de uma das crianças para ver que aquilo possuía cola e depois colei em um papel. Minutos mais tarde, ao olharmos para trás vimos que elas tinham coberto todo o rosto e braços com os adesivos, como se enfeitando para uma festa. Foi uma cena curiosa vê-las se divertindo daquele modo.
    De Chiang Mai pegamos um vôo a noite para não perder tempo viajando durante o dia e fomos para a parte sul da Tailândia, mais precisamente as praias. Chegamos no paraíso, mas um pouco preocupados pois a tsunami havia devastado tudo há alguns anos atrás. Encontramos tudo em perfeito estado e só percebemos que tinha acontecido algo porque alguns coqueiros haviam sido replantados e se encontravam pequenos em relação aos outros. Chegamos em Krabi e nos hospedamos em um hotel de frente para a praia na região de Ao Nang, isso sempre atento às placas para onde deveríamos correr caso acontecesse novamente uma tsunami. Mas tudo transcorreu perfeitamente conforme havíamos planejado. No primeiro dia contratamos um longtail boat, barco bem longo e motorizado, e percorremos durante o dia inteiro várias ilhas e suas praias fantásticas, só fazendo snorkel e curtindo o visual maravilhoso. As águas são de um verde cristalino tão intenso que me levou a fazer mergulho com cilindro. O fundo do mar é indescritível, de uma coloração nunca visto, encontrei todas as nuances de cores possíveis em recifes e peixes. Lá é a região do peixe palhaço, o famoso ”Nemo” que se encontra em qualquer lugar nadando por entre as anêmonas e que pode ser visto mesmo de snorkel. Há muito o que fazer nessa região, passeios pelas ilhas, mangues, cavernas, escaladas e curtir as praias, dentre elas Railey Beach onde a maioria dos turistas vão e onde se encontram excelentes hotéis. Não deixe de fazer massagens quando estiver por lá, ao sair da praia vários centros de massagem te esperam na orla e por um preço irrisório. O lugar é deslumbrante, gostaria de ter ficado mais tempo nesta região. As ilhas do Mar de Andaman são paradisíacas, tanto que o filme “A Praia” foi filmado lá. Depois de alguns dias pegamos a barca e fomos para PhiPhi, a tão famosa ilha e por lá ficamos durante quatro dias em um bangalô no PhiPhi Villa Resort. Vale a pena passar alguns dias por lá hospedado, curtindo as praias e a noite em excelentes restaurantes. Pude conversar com alguns nativos que perderam tudo durante a tsunami, que nos mostraram fotos da tragédia e contaram algumas histórias, mas apesar da dor e com a ajuda internacional conseguiram reconstruir suas vidas. PhiPhi é composta de duas ilhas, PhiPhi Don onde você pode se hospedar e PhiPhi Ley onde se encontra Maya Bay, local do filme, sendo uma das praias mais bonitas que já vi e que fomos duas vezes: a primeira no horário de almoço, alugando um longtail boat, dica de amigos, onde encontramos “A Praia” vazia e podemos curtir todo aquele paraíso como se fosse só nosso; na segunda vez foi em uma excursão em um barco grande, onde parávamos em várias ilhas, mas “A Praia“ já não era mais a mesma, uma orla de turistas havia desembarcado no paraíso. Nessa excursão que durava o dia inteiro, os mais velhos voltaram para a ilha em outro barco e nós, mais jovens, esperamos com uma boa música e uma boa cerveja tailandesa o pôr do sol, onde conhecemos um brasileiro e um português que moram em Macau, além de uma australiana que já morou no Brasil e que falava português fluente. Formamos um grupo e curtimos os últimos dias no paraíso com muito sol, cerveja, esportes, aquela comida fantástica e as festas à noite com shows pirotécnicos e a bebida sendo servida em balde. Isso mesmo, chutamos o balde no final de nossa viagem.
    Tailândia foi um misto de experiências mas acima de tudo foi um banho de cultura, fizemos novos amigos e vamos guardar na memória para sempre tudo que aprendemos por lá. É um país que eu voltaria facilmente.

    Informações adicionais.
    Onde Ficar : Bangkok – Manhattan Hotel – 13 Sukhumvit Soi 15 – próximo a Nana Station – de U$20 a U$40 http://www.hotelmanhattan.com/index.html Chiang Mai – Suriwongse Hotel – 110 Changklan Road, Muang no centro em frente ao Nigth Bazaar http://www.agoda.com/asia/thailand/chiang_mai/suriwongse_hotel.html U$26 Ao Nang – Ao Nang Priceville Resort – 164 Moo 2 Muang, Krabi 81000 em torno de U$100 http://www.aonangprinceville.com/ PhiPhi – Phi Phi Villa Resort – em torno de U$90 http://www.phiphivillaresort.com/
    Shopping : Pantip Plaza – Fica no distrito de Pratunam, próximo a Embaixada da Indonésia.
    MBK – pegue o BTS e salte na estação W1 do Estádio Nacional – http://www.mbk-center.com/en/index.asp WTC – pegue o BTS e salte na estação Chilton. http://www.centralworld.co.th/ Chatuchack Weekend Market – pegue o BTS e salte na última estação, Morchit
    Onde ir : Wat Arun – entrada 20 bath Grand Palace/ Wat Phra Kaew – entrada 200 bath, mas dá direito a entrar também na Vimanmek Teak Mansion Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno (Tiger Temple) – Você pode pegar um ônibus no terminal da estação sul em BKK pagando 100 bath para Kanchanaburi e depois um outro ônibus 8203 para Sai Yok 25 bath e pedir para saltar no templo.Vai gastar cerca de 4 horas para chegar lá. http://www.tigertemple.org/Eng/ Wat Phra That Doi Suthep – Dá para ir de tuk tuk, uns 50 bath, e pedir para te esperarem na volta. Entrada 30 bath para subir de elevador. Mae Tang Elephant Park – http://www133.pair.com/pnward/Maetang_Elepha/index.html Sian Niramit Show – http://www.siamniramit.com Loy Nava Dinner – http://www.loynava.com/
    Contato com os guias: Nok – guia em BKK, não possui carro. nan_ke80@yahoo.co.uk Tong – guia em BKK e para cidades próximas, pois possui carro. pornpitcha@yahoo.com Pong – guia em Chiang Mai e para cidades próximas com carro. guidepong@yahoo.co.th
    Dicas : – Viaje de malas vazias, pois tudo é muito barato; – Fábricas da Nike e Adidas são na Tailândia, assim como da Nikon; – Se quiser comprar seda lá é o local, até mesmo para fazer roupas sob medida que saem 1/3 mais baratas que no Brasil; – Um pouco de cuidado na compra de eletrônicos pois há muita falsificação; – Ao levar dólares, procure levar notas de 100 pois valem mais na hora da troca e preferencialmente notas novas; – Barganhe sempre pois o preço inicial é na maioria das vezes cinco vezes mais que o preço justo; – O melhor Pad Thai que comi pelo incrível que pareça, não foi na rua e sim em um bar australiano, o Gooliver, acompanhado de um arroz servido dentro do abacaxi com farofa de castanhas. – Visite Maya Bay entre 11:00 h e 14:00 h quando as companhias de turismo não estão na ilha.

    Fernando C. Ramos & Maria Luiza Salles Vieira
    Rio de Janeiro

  28. Informações adicionais.
    Onde Ficar : Bangkok – Manhattan Hotel – 13 Sukhumvit Soi 15 – próximo a Nana Station – de U$20 a U$40 http://www.hotelmanhattan.com/index.html Chiang Mai – Suriwongse Hotel – 110 Changklan Road, Muang no centro em frente ao Nigth Bazaar http://www.agoda.com/asia/thailand/chiang_mai/suriwongse_hotel.html U$26 Ao Nang – Ao Nang Priceville Resort – 164 Moo 2 Muang, Krabi 81000 em torno de U$100 http://www.aonangprinceville.com/ PhiPhi – Phi Phi Villa Resort – em torno de U$90 http://www.phiphivillaresort.com/
    Shopping : Pantip Plaza – Fica no distrito de Pratunam, próximo a Embaixada da Indonésia.
    MBK – pegue o BTS e salte na estação W1 do Estádio Nacional – http://www.mbk-center.com/en/index.asp WTC – pegue o BTS e salte na estação Chilton. http://www.centralworld.co.th/ Chatuchack Weekend Market – pegue o BTS e salte na última estação, Morchit
    Onde ir : Wat Arun – entrada 20 bath Grand Palace/ Wat Phra Kaew – entrada 200 bath, mas dá direito a entrar também na Vimanmek Teak Mansion Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno (Tiger Temple) – Você pode pegar um ônibus no terminal da estação sul em BKK pagando 100 bath para Kanchanaburi e depois um outro ônibus 8203 para Sai Yok 25 bath e pedir para saltar no templo.Vai gastar cerca de 4 horas para chegar lá. http://www.tigertemple.org/Eng/ Wat Phra That Doi Suthep – Dá para ir de tuk tuk, uns 50 bath, e pedir para te esperarem na volta. Entrada 30 bath para subir de elevador. Mae Tang Elephant Park – http://www133.pair.com/pnward/Maetang_Elepha/index.html Sian Niramit Show – http://www.siamniramit.com Loy Nava Dinner – http://www.loynava.com/
    Contato com os guias: Nok – guia em BKK, não possui carro. nan_ke80@yahoo.co.uk Tong – guia em BKK e para cidades próximas, pois possui carro. pornpitcha@yahoo.com Pong – guia em Chiang Mai e para cidades próximas com carro. guidepong@yahoo.co.th
    Dicas : – Viaje de malas vazias, pois tudo é muito barato; – Fábricas da Nike e Adidas são na Tailândia, assim como da Nikon; – Se quiser comprar seda lá é o local, até mesmo para fazer roupas sob medida que saem 1/3 mais baratas que no Brasil; – Um pouco de cuidado na compra de eletrônicos pois há muita falsificação; – Ao levar dólares, procure levar notas de 100 pois valem mais na hora da troca e preferencialmente notas novas; – Barganhe sempre pois o preço inicial é na maioria das vezes cinco vezes mais que o preço justo; – O melhor Pad Thai que comi pelo incrível que pareça, não foi na rua e sim em um bar australiano, o Gooliver, acompanhado de um arroz servido dentro do abacaxi com farofa de castanhas. – Visite Maya Bay entre 11:00 h e 14:00 h quando as companhias de turismo não estão na ilha.
    Fernando C. Ramos

  29. Como só Deus sabe quando vou escrever post sobre minha futura viagem ao Sudeste Asiatico… gostaria de recomender o site http://www.agoda.com para reserva de hoteis, os preços estão imbatíveis. O Agoda faz parte do Priceline e é mais especializado na Asia. S
    e mais alguem já reservou com eles e puder dividir a experiência seria legal :)
    Abs

  30. Oi Gente,
    Estou passando aqui para agradecer todas as dicas que me passaram. Como sempre minha vida turistica fica bem mais fácil com a ajuda do comandante e dos tripulantes do VnV :)
    Obrigada!!!!!

  31. Riq, estamos planejando nossa viagem a Tailandia para outubro, porém após longa pesquisa na web, não encontrei uma coisa:

    Qual a melhor maneira de ir para Bangkok? melhor custo benefício?

    Tenho milhas da TAM, vale a pena usar?

    um abraço

    Paulo Futami

    1. Normalmente não vale a pena usar milhas só até o meio do caminho, não — a não ser que você consiga uma tarifa muito muito muito baixa numa cia. européia ou asiática entre a Europa e a Tailândia. Caso você tenha milhas para todo o percurso, pode tentar com a TAM e suas associadas na Star Alliance (Thai, United, South African, Singapore), assim que a TAM for sacramentada como membro efetivo, o que deve ocorrer mês que vem.

      O melhor custo x benefício depende do que você quer fazer no caminho. Se você está interessado em alguma das escalas possíveis (Califórnia, Johanesburgo, Europa ou Dubai), o melhor custo x benefício é o da rota que faz essa escala. Senão, é a rota mais barata que você conseguir com a conexão menos cansativa. É uma passagem que sem dúvida eu compraria com um agente de viagem pesando todas as possibilidades.

      Acredito que a rota mais curta seja via Johanesburgo. Faça simulações em http://www.expedia.com .

      1. Esse é o caminho mais curto , sim : GRU-JNB
        Cansativo até não mais poder é JNB-BKK , faça qualquer coisa para conseguir assentos só de duas pessoas.
        ( além do nº de horas de voo , tem o mega-jet lag )
        Este voo tem o maior numero de pax além do peso que já vi , é impossivel compartilhar bancos de tres ou quatro pessoas.
        Para mim ,a melhor cia para o trecho a Singapore ,depois a
        Thai e Malaysian .

  32. Pessoal,

    Alguem foi a Bangkok nos últimos meses?

    Como esta a situação?

    Tinha programado para ir em outubro, porém já estou desistindo!!!

    abs e obrigado,

    1. A situação lá não está bolinho mesmo.

      O site para acompanhar a evolução dos acontecimentos é http://www.travelfish.org .

    2. Ola Paulo,
      Eu estava lá em Janeiro e deu tudo certo… a situação já estava delicada, mas não vivenciei nada de anormal ou dessa violência toda que esta acontecendo nomomento.
      Como o Riq disse, a situação está delicada… Já pensou em outros destinos lá mesmo no Sudeste Asiatico? Gostei tanto de lá, um mês não foi o suficiente para ver tudo.

    3. Oi Paulo,

      Se vc le italiano o site do Ministerio das Relaçoes Exteriores da Italia costuma dar noticias atualizadas sobre a situaçao dos paises do mundo a fim de prevenir os turistas.

      Sobre a Tailandia, o site diz que parece que situaçao està em vias de normalizaçao e cita quais as provincias que ainda estao sob o estado de emergencia.

      http://www.viaggiaresicuri.it/index.php?thailandia

  33. Ola Mirella,

    Estou pensando em conhecer Cambodja e Vietnã, vc acha que vale a pena atravessar o mundo e não conhecer a Tailandia neste momento?

    O que acha?

    obrigado,

    1. O problema não é a Tailândia, é Bangkok. Nas ilhas você certamente não terá problemas. Em Bangkok é que andou havendo conflitos de rua — um shopping chegou a ser tomado.

Comentódromo