Última pergunta do ano do Palco HSBC: ‘Feliz Natal’ é sinônimo de ‘Boas compras’?

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A pergunta que fecha esta fase do Palco HSBC se encaixa direitinho no que você está vivendo neste momento.

Para você, o que se comemora no Natal? A chegada do fundador do cristianismo ou do décimo-terceiro?

É preciso ter religião para celebrar o Natal? Ou a data religiosa dedicada ao deus Consumo?

Afinal – como é o SEU Natal?

Conte pra gente e ajude a fechar com festa esta bela série de textos que estamos escrevendo a centenas de mãos.

Quer saber o que achamos da tecnologia durante nossas viagens? Embaixo do vídeo eu conto.

Oba! Conflito!

A pergunta “É possível viajar desplugado?” nos encontrou finalmente em campos opostos.

De um lado, os que entendem que férias de verdade são aquelas em que conseguimos escapar da escravidão dos aparelhinhos.

“É perfeitamente possível e necessário. Eu viajo livre, leve, solta e totalmente desplugada. Vou resistir até quando puder” (Rosa/DF).

“Faço questão de deixar toda a traquitana tecnológica em casa – para viver uma vida diferente daquela que a gente vive todo dia” (Bernadette/RJ).

“Tento sempre que posso. Adoro a sensação de desconexão que certos lugares permitem, principalmente ecodestinos – sobra mais tempo para curtir o local, a paisagem, bem nos moldes slow travel. Ao se desconectar, a gente realmente descansa. São férias no conceito mais simples e literal” (Lucia/EUA).

“É altamente recomendável. Só levo celular (que não atendo) para servir de despertador e ouvir MP3. E raramente vou a um cybercafé. Laptop, nem pensar” (Arthur/RJ).

“É o que sempre faço! Gosto de imergir completamente onde estou, deixando todo o resto pra trás. Isso já me rendeu férias maravilhosas” (Marcelo/PR)

Mas não é porque você se desconecta nas férias que vai deixar de se plugar antes de viajar.

“Na minha religião não existem férias de verdade se eu estiver plugada, seja ao computador, seja ao telefone. Agora, preparar as férias desplugada hoje em dia é absolutamente impossível!” (Carla/RJ).

De repente existe um meio-termo: você pode se desligar da rotina e dos problemas, mas estar ligado no que a tecnologia pode ajudar na viagem:

“Desplugado das pessoas que você deixou em casa, sim. Agora: planejar e viver sua viagem sem estar conectado à  internet acho meio difícil” (Luiz/SP)

Conectar e coçar, é só começar?

“É possível, até que você viaje plugado pela primeira vez” (Tiago/SP).

Para alguns de nós, viajar online é um fato da vida.

“Carrego o notebook para aonde for, mesmo que isso não seja motivo de orgulho” (Alessandro/SP)

“Viajar desconectada? Nem sabia que existia essa opção…. :lol: ” (Marcie/EUA)

O fato é que muita gente que viaja plugada não faz isso por obrigação, não.

“É possível, mas será que tem a mesma graça? Todo mundo acha que viajar plugado é não relaxar, ficar lendo email do trabalho e ficar preocupado com os problemas da ‘vida normal’. Mas viajar plugado permite compartilhar as emoções e descobertas da viagem com muito mais gente e em tempo real. Eu viajo plugada e adoro!” (Elisa/RJ)

“É possível, sim. Mas não é tão divertido. Com um bom celular, acesso à internet ou mesmo um netbook, você pesquisa lojas, restaurantes, pega dicas, orientações, mapas, tudo com muito mais facilidade. Melhor que ficar perguntando em toda esquina…” (André/DF)

“Acho que é possível sim, mas estar plugado ajuda a economizar muito tempo, dinheiro e evitar aborrecimentos” (Leandro/RJ).

No fim das contas, a gente pode até resistir à tecnologia, mas ela estará aonde quer que a gente vá.

“Possível é, assim como é possível viajar sem reservas, ssem roteiro, sem destino. Tudo é uma questão de opção, escolha pessoal, gosto, desejo, personalidade.  Todo mundo sabe que o futuro está na Internet (e não apenas o das viagens). E também que que nem todos os serviços e ferramentas estão online, mas trata-se de uma simples questão de tempo, técnica e sobrevivência. Todas as pessoas do planeta estarão conectadas e tudo tão rapidamente quanto aumenta a velocidade da conectividade. Tudo será online e wi-fi, quer se goste, queira ou não. Tudo será planejado em nome da mobilidade e da conectividade.  Tudo isso o que presenciamos terá um crescimento tão espantoso e veloz quanto não pudemos imaginar. A velocidade da evolução não pode ser avaliada por nós, leigos: aquilo que vemos e usamos hoje ainda é tão pequeno e tão lento que o que está por vir será tão rápido e abrangente que nos surpreenderá. Viajar desconectado? Sim, claro que é possível, mas…” (Arnaldo/RJ)

No meio de todas as contribuições, encontrei um comentário que, depois de ler todos os argumentos, acredito que resume o assunto:

“O pior é que é possível” (Zé Maria/SP).

Feliz Natal, pessoal!

O PalcoHSBC e eu agradecemos imensamente a participação de todos vocês neste projeto!

E não se esqueçam de responder à última pergunta. Desta vez vai ser direto aqui na caixa de comentários mesmo. Soltem o verbo!

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20 comentários para “Última pergunta do ano do Palco HSBC: ‘Feliz Natal’ é sinônimo de ‘Boas compras’?”

  1. Feliz Natal Riq e tripulação!!!! Que seja feliz mesmo, pra todos nós! E um ano novo lindo, cheio de paz, saúde e muuuuuitas viagens que é o que a gente gosta!

    E que a tecnologia esteja sempre do nosso lado pq não existe nada melhor do que compartilhar nossas experiências e conhecer esse pessoal sensacional, que não teria sido possível sem a nossa internet de cada dia!

    beijão a todos! Feliz 2010!

  2. Deixo aqui meus votos de que todos os tripulantes, comentaristas, leitores e espectadores deste fabuloso palco VnV tenham um Natal e um Novo Ano espetaculares, como jamais tiveram, plenos de saúde, paz, harmonia, sucesso, ganhos e encontros.

    Que os donos do palco tenham tudo isso e mais uma tempo para viajarem, muito mais espaço para ganharem dinheiro, extremamente mais saúde, gigantescamente mais harmonia, incomensuravelmente mais felicidades.

    Que 2010 seja mesmo um SHOW!

    Felicidades a todos!

  3. Riq, responde aqui mesmo? Pra mim não tá aparecendo o banner. :) !

    1. Essa última não tem banner não. É aqui na caixa de comentários mesmo!

      1. uia, eu respondi no banner errado, então? humpf

  4. Ah!, um SEGUNDO voto para o novo ano:

    “Que em 2010 TODOS nós possamos viajar com METADE das malas e o DOBRO do dinheiro!”

    Este também é um bom voto, não?

  5. Eu sempre reclamo a beça em dezembro: que é um mês horrível, que as pessoas só querem fazer compras e que já perderam a noção do que é o Natal, que São Paulo fica uma selva nesse mês, todo mundo alucinado, trânsito caótico, pouquíssima gentileza e espírito de coletividade, etc, etc. Esse ano fiz as mesmas reclamações, mas tive meu troco ao ver o rosto da minha filhinha quando ela olhou as meias na janela cheias de pacotes e ficou maravilha comos os “Pesentes do Papai Él” e com a “Arvore du Natal”. Ali eu reconheci o verdadeiro espírito do Natal, nos olhos de uma criança, que não está preocupada com o presente em si, mas com a magia que a data significa, e acreditei que apesar de todo caos, de todo o consumismo desenfreado, de toda a falta de coletividade, ainda existe a esperança de um mundo melhor, com pessoas melhores.
    E que está em nossas mãos ensinar o que é certo, o que significa ajudar os outros, o que significa fazer o bem e ser feliz, na época do Natal e em todo resto do ano!
    Nem sei se respondi a pergunta toda, mas para mim, esse já foi o melhor Natal de todos, porque eu ganhei de presente a felicidade da pessoinha que mais amo no mundo!

    FELIZ NATAL PRA TODOS!

  6. Eu fui criada em uma família religiosa, e esse sempre foi o sentido do Natal na minha casa. Hoje em dia, embora eu não seja uma pessoa religiosa no sentido estrito da palavra, continuo vendo a festa por um ângulo mais espiritual do que material – me agrada a reunião da família, o estar junto compartilhando a ceia… Por mais que haja presentes, principalmente para as crianças, acho importante enfatizar que o maior presente é a convivência com as pessoas que amamos… ;-)

    Aproveito para desejar a todos um Feliz Natal e um excelente 2010! :D

  7. Natal … me deixa triste esta loucura consumista, apesar de adorar dar presentes!Na realidade, gostaria que as pessoas se doassem mais, dessem menos presentes materiais e mais de si mesmo ao outro.Mais tempo para olhar o outro e entender do que realmente ele está precisando …..O sentido do Natal tem a ver com o presente que a humanidade ganhou com a vinda de um ser iluminado, os presentes dos reis magos só fizeram parte da festa porque havia ali um ser iluminado!Sejamos iluminados e sejamos O presente para quem amamos.A todos um FELIZ NATAL!!!!

  8. Natal para a minha família sempre foi um momento de festa e folias gastronômicas. Mas esse ano o Natal será mais um momento de reflexão do que de grandes alegrias.

    Aproveitando o momento, queria desejar a todos os amigos da comunidade VnV um FELIZ NATAL e que 2010 seja um ano repleto de boas surpresas, ótimos momentos, lindas viagens e saúde, paz e alegrias!

  9. Não curto muito o Natal e acho chata essa correria insana para fazer compras. Geralmente, faço as minhas 1 mês antes. Gosto mesmo é de fazer umas comidinhas para a ceia!
    Pra mim, Natal e Reveillon são momentos de reflexão. Esse ano o Natal deve ser um pouco diferente por conta de minha sobrinha.
    Queria aproveitar para deixar um abraço e votos de FEliz 2010 para todos: Riq, trips e leitores!
    2009 foi um ano particularmente difícil , mas foi ótimo conhecer alguns de vocês. Espero revê-los e conhecer os demais na conVnVenção de abril!
    Um carinhoso abraço,

  10. Natal! Quantas recordações felizes! Sempre começava com a Família toda indo à missa e depois todos na casa dos meus pais para a ceia. Mantenho essa tradição até hoje: vamos todos (marido, filhos e agregados) à missa de Natal e depois ceiamos em casa com a troca de presentes e muitos abraços e beijos. Sempre lembramos dos queridos que já não estão mais aqui e damos muitas risadas dos acontecimentos nos Natais anteriores.
    Riq, respondendo a pergunta do Palco HSBC, Feliz Natal é sinônimo de Boas Compras, Boas doações, Confraternização e Reflexões.
    Como o Riq e os trips foram os responsáveis por horas e horas, dias e meses muito felizes para mim, só tenho a agradecer.
    Para todos desejo “UM DESLUMBRANTE 2010″.

  11. O que é o Natal?

    Quando eu era menino o Natal era Papai Noel. Talvez um pouco mais que isso. Além da crença no bom velhinho, o Natal significava reunião em família. O centro dela era minha casa e ali havia tudo o que há para se comemorar o Natal: árvore, sapatinhos, enfeites, presépio, enfeites estilizados, música, comida e…presentes! Tive a sorte de termos sido criados acreditando em cartinhas a Papai Noel. Nós as escrevíamos e as entregávamos ao papai, não o Noel.

    De noite mamãe nos colocava, eu e meus dois irmãos, pra dormirmos. Não tínhamos o luxo de hoje, um quarto pra cada filho, sequer suítes havia. Éramos três no mesmo quarto. Não conseguíamos dormir cedo, é claro, ansiosos e esperançosos de ouvir os passos de Papai Noel. Éramos crianças, portanto não aguentávamos ir muito além de 10, 11 da noite. Meia noite, conforme determinava a tradição em casa, papai nos acordava sabíamos que era a hora de pegarmos os presents que Papai Noel havia deixado em nossa árvore. Todos arrumadinhos com os respectivos sapatinhos em cima.

    Eu achava estranho que apenas crianás colocassem sapatinhos, adultos nunca! Por que? Acreditava em Papai Noel, desacreditando. Sempre fui cético em relação ao que não é real, pausível, científico, comprovável. Cedo eu questionava as crenças. Assim, muito cedo eu quetionara a existência do bom velhinho, e meu irmão mais velho me dera a notícia bombástica: “Arnaldo, preciso te dizer uma coisa: Papai Noel não existe!”. Em vez de esmurrar a cara do meu irmão por ter dito tamanha blasfêmia, o surpreendi: “Eu já sabia, Papai Noel é o papai, e os brinquedos ele compra na Casa Estrela!” (*)

    Eu que já não era lá muito afeito às crendices populares ou impopulares, não acreditava mesmo em forças sobrenaturais, alma do outro mundo, mula sem cabeça, curupira, saci pererê, fadas e santos, passar a não crer em Papai Noel foi consequência nada traumática.

    Passados tantos anos em tentei fazer o mesmo com meu filho, e consegui. Até uns cinco anos ele acreditou em Papai Noel e, como não tinha irmãos, seus primos mais velhos trataram de lhe contar a verdade. Sem traumas, porque afinal também começava a achar aquela história toda muito implausível.

    Do ponto de vista fundamental, Natal significa a comemoração do nascimento de Cristo. A Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi só em meados do Século IV d.C. que começaram a festejar o nascimento do Menino Jesus, quando o Papa Júlio I fixou a data no dia 25 de Dezembro, sabe-se lá porque, já que não se conhece a verdadeira data do Seu nascimento.

    Apesar de milhões de pessoas festejarem o Natal, boa parte delas não conhece o seu significado, mas isso também não é lá tão importante, porque o ato de festejá-lo, em si, para mim é o que de fato importa: a essência do Natal é a reuniÃo de amigos e familiares, são momentos de reflexão e união de pessoas afastadas, de amizades reconciliadas, de troca de afetos, de paz e serenidade, de troca de agardos (presentes) de alegrias, de confraternizações e, para mim a mais importante, época em que nos tornamos mais solidários com os pobres ou os que nada têm.

    Nada me faz mais feliz do que pegar todos os anos nos Correios uma ou duas cartinhas mandadas por crianças inocentes ao Papai Noel, eleatoriamente, e comprar o presente que elas pediram. Já foram bicicletas, simples bonecas, bolas de futebol, roupas, caminhõezinhos e até mesmo material escolar! (que crincá sensacional é essa que pede material escolar pra Papai Noel?!?)

    Nada me agrada mais que promover uma festa de Natal para as criançs num orfanatos que ajudo a manter durante o ano. Um deles pago a conta mensal de luz e de telefone. Noutro, vejam só!, pago o consumo de papel higiênico (!) (vocês nÃo imaginam o que essa crainçada consome de papel higiênico. Noutro, visto as 24 crianças de um orfanato paupérrimo, compro os presentinhos de Natal e contribuo com os alimentos para a ceia. E isso é nada. É absolutamente nada. É menos que nada do que eu poderia fazer. Eu mesmo lamento que não seja assim tão solidário no resto do ano….

    (*) a antiga loja de brinquedos que havia na Av. Ataulfo de Paiva, no Leblon, Rio de Janeiro, onde hoje há um edifício, defronte ao Shopping Rio Design Leblon. A loja era um paraíso!

    P.S. ADORO dar presentes. DETESTO receber.

    1. Arnaldo, escrevi ontem sobre esse tema de não acreditar em papai noel e ter que manter a mentirinha com os irmãos menores. Sai sexta :-)

  12. Para mim o Natal, assim como qualquer outra data dessas de calendário, serve para estar próxima das pessoas que amo. Mesmo que essa proximidade às vezes não possa ser física. Não entra nenhuma religião nesse contexto.Entra apenas o sentimento que tenho pelas pessoas de que gosto.
    Sim, compro um monte de presentes (vou comprando ao longo do ano – nem morta alguém me pega numa loja em dezembro!), eu adoro presentear, achar aquela coisinha especial que vai colocar um sorriso num rosto de alguém.
    E nem vou mencionar minha coleção de Papais Noéis – acho que vocês já ouviram esse assunto à exaustão…. :wink:

  13. Legal, neste caso é a história ao contrário, os mais velhos escondendo a verdade dos mais novos. Esses irmãos mais velhos podem ser mesmo uns bacanas ou uns &%*#$ da @#$%#!

  14. Feliz Natal não necessariamente significa boas compras, mas eu não me importo com o mega volume de presentes e compras na época do Natal, não.
    Cada um com o seu credo, respeitando as leis e a natureza, tudo ok.
    Faça uma doação do que não vai usar mais, recicle as embalagens e seja feliz.
    O trabalho, a saúde e a felicidade de muita gente depende do giro da economia. Se o Natal puder ser um catalisador disto, que assim seja!

    1. Falou e disse, Jorge !!!!

  15. Super atrasada porque em Imbassaí e Costa do Sauípe não consegui me conectar. Pedia nome de usuário e senha, eu não sabia que o vnV estava de recesso para o nascimento do site!!! Mas faço questão de participar: Eu amo o Natal, com ou sem compras. As compras para mim tem o sentido de manter e gerar empregos para milhares de pessoas. E Natal tem um sentido muito especial de doar. Não importa o tamanho do presente, se vou dar ou receber, o sorriso de satisfação compensa tudo!!!

  16. Sim, é sinônimo de boas compras que deveriam durar o ano inteiro porque é um momento de sensibilidade em que lembramos que alguém precisa de alguma coisa muito mais do que nós e que nós podemos doar. Coisas pequenas que tem valor inestimável para quem pouco tem. É uma demostração de amor e generosidade que deveríamos cultivar sempre.

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