Argentina: Salta (la linda) nas dicas do Pato (el económico)

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Tente viajar na janela da frente, no andar de cima

Segundo capítulo de uma série. Texto e fotos: Ernesto (o Pato Econômico) e Cibele.

De ônibus para o norte

Os pontos mais curiosos da jornada de Córdoba para o norte da Argentina são a Villa Carlos Paz, com seu cuco gigante, e as primeiras duas horas de viagem onde as serras compõem uma bela paisagem. Depois a vista fica muito semelhante, e começa a ficar monótona …

Para apreciar melhor as paisagens, procure comprar com um pouco de antecedência, para conseguir o piso “arriba”;  peça para ficar na primeira fileira do ônibus de 2 andares.

Nós fizemos a nossa primeira escala na cidade de La Rioja, a capital das azeitonas. A cidade tem um centro bonitinho, mas nada de excepcional, e ficamos no Gran Hotel Embajador, com diária de 50 reais. A cidade não tem nada de especial, e paramos apenas porque estávamos cansados de viajar após 6 horas.

CatamarcaA segunda parada já foi num lugar mais bonito: Catamarca (”povo pequeno”, em língua aimara), uma pequena cidade  situada entre duas montanhas — Ancasti à direita, Ambasto à esquerda.

A cidade tem uma simpática praça, ótimos sorvetes e é uma boa oportunidade de conhecer uma típica cidade do interior da Argentina. Ficamos no Hotel Ancasti, um 3 estrelas recém-renovado, por 110 reais.  Recomendo.

Em Catamarca contratamos um passeio para a Serra de Ancasti, onde há um belo mirante da região.

Serra de Ancasti, Catamarca

TucumánFizemos uma última parada em San Miguel de Tucumán, que é uma das poucas cidades interessantes do caminho.

Ali foi decretada a independência da Argentina. Se você tiver tempo, valeria a pena pernoitar e conhecer os belos prédios do começo do século passado na praça 9 de Julio, incluindo o Museu da Independência, que merece uma visita.

Mas no fim das contas, eu acho que teria sido melhor ir direto para Salta…

Salta

Salta, la linda

O norte da Argentina, perto da fronteira com  a Bolívia, é a parte deste pais menos conhecida pelos brasileiros. Há muito para conhecer, como as vinícolas de Cafayate, a serra de Cachi, o trem das nuvens, os salares, as lagoas com dezenas de flamingos e o passeio que fizemos à Quebrada de Humahuaca. Se você tiver tempo, pode ir ao Atacama, numa rota mais curta e mais econômica do que ir via Chile.  Tal como a Patagôna, este é um lugar de paisagens diferentes e cores mágicas, que fazem desta uma paisagem distinta, que merece ser desbravada.

A bela cidade de Salta já existia desde o tempo das culturas pré incaicas e se desenvolveu como um centro de produção agrícola para a região mineira de Potosí, permanecendo até hoje como uma cidade próspera e muito agradável, fazendo valer seu apelido de La Linda.

Dentre suas atrações há o Museu de Arqueologia da Alta Montanha, com as múmias descobertas em uma escavação de um sacrifício ritual. O clima seco e frio conservou as pequenas crianças num espetáculo ao mesmo tempo mórbido e fascinante. É impressionante como, passados mais de 500 anos, os corpos ainda parecem viver. O museu é muito bem montado, e contém todos os objetos encontrados pelos arqueólogos nos túmulos, além de exibir um vídeo muito interessante sobre a expedição que descobriu esta relíquia. Na mesma praça está o museu histórico da cidade que também merece uma visita. Depois você pode pegar um táxi e ir até o teleférico, onde há uma bela vista do lugar.

Salta tem ótimos restaurantes, mas um que eu fui e recomendo,  e se você curte um daqueles lugares antigos e familiares, onde os garçons velhinhos cumprimentam os clientes antigos, é o Jovi Dos, na Rua Balcarce 601.  Nele você vai comer muitíssimo bem, provar um vinho maravilhoso, e a conta para um casal não vai passar dos 60/70 reais.

A cidade em geral é bem barata, tudo custa pouco mais do que a metade do que em Buenos Aires. Uma corrida de táxi, por exemplo, raramente passa de 5 reais, e a média é de módicos 3 reaizinhos….  Uma cidade bem ao gosto do Pato Econômico.

As empanadas são um capítulo à parte, com as de carne picante na faca, gorgonzola, e queijo. Há diversas casas, cada uma delas afirmando ser a melhor empanada. Com 15 reais, seu estômago sairá feliz com quantas empanadas você agüentar e uma Cerveja Quilmes Grande bem gelada.

Ficamos no recomendadíssimo Patios de Lerma, dica da Daniela de Natal, um hotel boutique muito charmoso e bem cuidado, com uma deliciosa banheira de hidromassagem no solário, onde você pode curtir um pôr do sol e relaxar seus pés apos um dia de caminhada.  Peça para ficar na parte reformada do hotel, onde os quartos são melhores. O preço, para pagamento em dinheiro é de 150 reais por casal, com um café da manhã caprichado, e internet grátis.  Eu olhei vários outros hotéis, e de longe este é o que tem a melhor relação custo x benefício da cidade.  Como opção mais econômica, se você chegar tarde da noite de ônibus, indico o Hotel Continental, perto da rodoviária, com diárias de 100 reais. Há também vários albergues com diárias a partir de 20 reais.

Do lado do Patios de Lerma fica a estação do Trem das Nuvens, e as ruas ao lado do hotel são uma espécie de Puerto Madero ferroviário, com uma grande concentração de bares, casas noturnas e de música folclórica, tornando o lugar perfeito para um jantar, ou um passeio noturno.

Salta à noite

Também vale a pena visitar o Museu do Trem, que conta a fascinante conquista do homem contra a natureza que deu origem a uma das mais belas ferrovias do mundo, o Tren a las Nubes, que chega 4.200 metros de altura, com 29 pontes, 21 túneis, 13 viadutos — e 2 zig-zags, onde o trem é virado para logo a seguir ser reengatado na direção certa. É um projeto ambicioso do começo do século passado, que deveria unir a Argentina ao Chile; um sonho nunca concluído.

Uma dica interessante, especialmente se você tiver tempo, ou puder planejar com antecedência, é procurar uma vaga no trem cargueiro com o encarregado do museu, o simpático José Stauer, que também é ferroviário, pois trabalha como maquinista dos trens de carga. Ele não cobra nada pela “carona”, mas com certeza uma gorjeta generosa é justa e bem vinda. Você pode entrar em contato com ele pelo e-mail amigodeltren@hotmail.com, ou pelo celular 0387 154064412.

A viagem “normal” pelo trem das nuvens custa 120 dólares, e pode ser reservada pelo site trenalasnubes.com.ar, com saídas as quartas e sábados.

No domingo, perto do hotel e da estação, há uma feira de artesanato, onde vale a pena provar os doces locais, comprar as esculturas de madeira, e os broches com mini-arranjos de flores secas, que nunca tinha visto em outros lugares.

Há vários passeios que se podem fazer a partir de Salta, como Cafayate e Humahuaca, em excursões de dia inteiro em vans, com preços que variam entre 60 e 80 Reais. Você também pode alugar um carro, ou pesquisar nas várias agências de turismo que se localizam na Calle Buenos Aires. Foi por lá que escolhemos pegar uma excursão de dia inteiro seguindo o trem das nuvens e para o Salar, por 100 reais, após uma pechincha patáulica básica.

Leia também:

Pato Econômico no norte da Argentina, parte 1: Córdoba e arredores

Pato Econômico no norte da Argentina, parte 3: Purmamarca, Quebrada de Humahuaca e Laguna de los Pozuelos

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38 comentários para “Argentina: Salta (la linda) nas dicas do Pato (el económico)”

  1. Oi Riq, estive em Salta em 2007 e a cidade é incrível. Pena que fica longe de Buenos Aires. Leivei umas 21h de ônibus. Abs e veja os relatos no blog http://essemundoenosso.wordpress.com/2007/02/03/de-volta-a-civilizacao-salta/

  2. Cadê os nossos amigos para comentarem? Migararm todos?

  3. Beleza Ernesto , já gravei Salta no caderninho .
    O povo da bóia certamente está aproveitando o feriado e retorna a todo vapor na segunda feira.

  4. é isso aí, Salta no caderninho djá. Aliás, dizem meus amigos argentinos que Salta e Jujuy estão entre as grandes belezas do país. Gotta go. ;)

  5. Faço parte do Couchsurfing e essa semana hospedei um argentino de Salta, ele eh guia turistico la, me mostrou fotos lindas! Agora com o endosso do Pato deu ainda mais vontade de conhecer!

  6. Ernesto, assim o caderninho de viagens a serem feitas não acaba nunca :mrgreen: Me deu uma vontade LOUCA de comer empanada…

  7. Nossa passagem por Salta foi meio tumultuada (bela desculpa para voltar, não?) ;)

  8. Nossa passagem por Salta foi meio tumultuada (bela desculpa para voltar, não?) ;)

  9. Nossa, empanadas e banheira de hidromassagem, quantos bons motivos pra conhecer Salta :-) Brincadeira,nao conhecia essa parte da Argentina, parece bem interessante. Vai pra lista dos “to go”.

  10. Ernesto
    Estou chegando agora a pouco de uma pousada pé na areia na Vila de Porto de Galinhas. Amanhã vou ler com bastante atenção sua dicas, pois cobrei-as de vç logo após o carnaval e pretendo conferir Salta ainda êsse ano.

  11. Que vom que adorou a sua viagem , nós também !

    1. Daniela

      Obrigado pela dica do Hotel, foi otima!

  12. ¡Salta, salta la rana!

    Linda cidade e espectacular paisagem!

  13. Irei a Córdoba na próxima semana. Serão 11 dias na cidade e arredores. Levo REAIS ou DÓLARES ? Como está o câmbio no interior argentino ?

    1. Nas recomendações finais do terceiro post da série, o Pato recomenda não levar reais para o interior da Argentina, pela dificuldade de trocar.
      http://www.viajenaviagem.com/2010/04/siga-o-pato-purmamarca-humahuaca-e-laguna-pozuelos/

      Se você chegar por Ezeiza, leia este post:
      http://www.viajenaviagem.com/2009/10/chegando-em-buenos-aires-transfer-e-dinheiro/

      Se você chegar pelo Aeroparque ou direto em Córdoba, leve dólares ou saque em pesos direto no caixa automático direto da sua conta brasileira.

      1. Brigada. Levarei mitad mitad.

    2. Dorty

      Especificamente na Cidade de Córdoba, ´há na praça Central uma Agencia de Cambio que paga uma cotação correta para o Real. Mas, eu acosnelharia voce a ter pelo menos a metade em dólares que se convertem em qualquer ponto e são fácilmente aceitos no comércio.

      1. Então como irei somente a Córdoba – onde ficarei hospedada – e arredores posso levar REAIS ? Voce lembra a cotação ? Qual a agência ?

        1. Não lembro da Agencia, mas era bem na Praça Central da Cidade. A cotação para Reais, que eu perguntei, era bem proxima do Banco de La Nacion do Aeroporto de Ezeiza. Mas, como as coisas mudam, eu acho mais prudente levar dólares, que são facilmente trocáveis em qualquer lugar.

          1. Entendido. Brigadaaaaaaaaaaaa.

  14. Galera,

    sou o hospede argentino de CS (Couchsurfing) da Schna(ider Ferreira). Alias de ficar muito agradecido a ela por ser tao aconchegante, tb valorizo que ela tenha gostado das fotos de Salta.

    Gente, acho que vcs vao gostar de Salta (a cidade e a provincia toda). Lá tem, como as dicas do Pato falam, paisagens inciveis, vinícolas, boa gastronomia, charme nos bons hoteis e passeios e a calidez da gente simples e de bom coraçao.

    Se vcs precissarem de alguma ajuda ou mais alguma informaçao, me falam:
    horalvarez@gmail.com

  15. Oi Pato, também fiquei no Patios de Lerma e gostei muito, mas vale alertar que alguns quartos não têm janelas externas e o barulho dos corredores pode incomodar. A 100 m do hotel está a loja de vinhos “La Estación” com ótimas opções de vinhos de altitude de pequenas vinícolas da região e boa consultoria para a compra.

  16. Oi pessoal,
    Vou para Salta em Maio e esse post só me fez perceber que fiz a escolha certa em ir para lá!

    Por acaso alguem já ficou em algum hostel por lá??

  17. Caro Pato,

    Suas dicas foram preciosas, nos ajudaram muito em nossa viagem. Gostaria somente de corrigir uma parte do seu relato sobre o hotel Patios de Lerma. O hotel foi todo reformado há 2 anos, não há parte antiga. Sem sombra de dúvida, é o melhor custo/benefício de Salta, um charme mesmo.
    Fizemos muitos passeios e economizamos cerca de 120 dólares porque fechamos tudo com uma única agência, a Volca Higueras ( http://www.volcanhigueras.com.ar ). O dono é uma simpatia e os guias muito agradáveis. Um deles, que nos levou ao Cafayate em uma viagem de 2 dias, chama-se Hasan (hasanasrala@hotmail.com)e estava abrindo uma agência também. Ele é novo, divertido e muito educado. Vale a pena o contato.

    1. Obrigado por ter ajudado nossos amigos do VNV.

  18. Olá Pato.
    Adorei o seu relato e fiquei com vontade de conhecer o norte da Argentina também. A pluna tem saída de Curitiba para Córdoba a bons preços. Estou pensando em ir até Córdoba e de lá de ônibus até Salta. Quantos dias vc acha necessário para conhecer bem Salta? E Córdoba vale a pena pelo menos uma pernoite?
    Abraço

    1. Estou meio atrasado,mas quem sabe sirva para alguem.

      1 dia em Cordoba é sufuciente,mas voce pode ir para General Belgrano, e ficar mais alguns dias. Outra alternativa é pegar pequenas excursões em Cordoba. Salta é pequena, e em 2 dias completos da para passear, ver os mueus, e ir ao teleférico.

  19. Acabamos de chegar de Salta, fizemos toda a Quebrada de Humauaca e o Deserto do Atacama, com carro pequeno, alugado em Salta. Foi uma viagem muito legal, paisagens incríveis, boa comida, bons hotéis (exceto em San Pedro do Atacama, ficamos no maior hotel, porém sem estrutura para atender a demanda, que era pequena, café da manhã tardio, falta de manutenção, canos de água se romperam e ficamos sem água por muitas horas, principalmente água quente, lá é bastante frio nessa época do ano, a noite e pela manhã, a temperatua pode ser abaixo de zero. Em Tilcara ficamos na Pousada Rio Tanpu Mayu, simples, mas de um bom gosto e um bom atendimento que fazem inveja a qualquer bom hotel, Fernando o gerente é uma pessoa muito gentil e muito prestativo, estão de parabens pelo atendimento, simples, humilde até, mas muito cordial. Em Salta o Hotel Puzuelo é excelente, toalhas magníficas, cama excelente, tudo de bom e com vista panorâmica para a cidade. Recomendo que façam o trecho Purmamarca – San Pedro do Atacama, sempre com outros companheiros de viagem e de preferência com carros grandes, é um trecho desolado no sentido próprio da palavra, lindo mas extremamente árduo e avassalador, tem deserto, neve, tempestade de areia com ventos de mais de 100 km por hora, não há combustível, mesmo em Susques, tem posto mas não há combustível todos os dias, às vezes por muitos dias, só em Tilcara e Passo de Jama o abastecimento é garantido, por tanto olho no combustível pessoal para não ficarem em apuros, pois são trechos muito longos e árduos, sem nada nem ninguém para socorrer. O carro sofre muito nas subidas, ás vezes a velocidade não passa dos 40 devido aos fortes ventos e a altitude, não recomendamos ninguém ir sózinho, é muito arriscado, viagem sempre em comboio para sua segurança. Espero ajudar e não assustar, pq vale muito a pena conhecer essa parte da América do Sul.

  20. Graças ao relato do Pato, me decidi por Salta e Jujuy(Mendoza fica para um próximo verão). É legal fazer Cachi, Calfayate, Trem das Nuvens e Salar, com base em Salta e depois ir para Tilcara. A partir de Tilcara tem van/excursão para conhecer Quebrada de Humauaca e Laguna de Ponzuelo? . Purmarmaca eu conheceria na volta para Salta. O que vocês acham? Teriam mais algumas sugestões de passeio? Penso em ficar uns 10 dias na região. Obrigada.

    1. Isabel, no meu caso a primeira base foi Salta, onde fiquei dois dias. De Salta fui de carro alugado para Tilcara, cidade que é uma excelente base para toda a Quebrada de Humahuaca, tanto porque tem uma boa estrutura de hospedagem e de comida quanto porque é relativamente equidistante das outras cidades que integram a Quebrada. A Quebrada de Humahuaca justifica pelo menos três dias inteiros, com o ideal sendo quatro ou cinco, se você gosta de natureza árida.

      Depois, sempre de carro alugado, fui de Tilcara diretamente para Cafayate, para a qual sugiro pelo menos dois dias inteiros (vinícolas e atrações próximas) ou três se você pretender fazer passeios mais distantes/demorados (Parque Nacional Los Cardones e/ou Ruinas de Quilmes).

      De Cafayate voltei para Salta, onde fiquei mais um dia inteiro antes de voltar para o Brasil. Acho que três dias inteiros em Salta estão de bom tamanho.

      Se eu fosse refazer essa viagem hoje eu teria comprado meu voo de ida diretamente para Jujuy (e não para Salta), que fica mais perto de Tilcara. Alugaria um carro em Jujuy e já do aeroporto iria direto para Tilcara, onde ficaria quatro dias inteiros conhecendo a Quebrada de Humahuaca (só fiquei três dias inteiros e por isso não tive tempo de ir a Iruya, que dizem ser linda mas o acesso é ruim e demorado, o que torna necessário um dia só para ela). De Tilcara desceria direto para Cafayate (isto é, repetiria o que fiz) e quando voltasse de Cafayate ficaria quatro dias em Salta. Ou seja, daria uma ordem mais lógica à viagem. Entraria por Jujuy (por ser mais perto da Quebrada de Humahuaca) e sairia por Salta, passando por Cafayate.

    2. Eu acho que a partir de Ticlara só tem onibus de linha, ou taxi. A cidade é bem pequena.

  21. Obrigada PêEsse. Mas eu vou sozinha e por isso não vou alugar carro. Acho muito arriscado. A minha dúvida em relação a Tilcara é se lá tem operadoras que façam excursões pela Quebrada e o salar. Você tem essa informação?

    1. Isabel, infelizmente não vou poder ajudá-la. Já cheguei na Quebrada de Humahuaca de carro, então nem fui atrás de informações sobre transporte público ou passeios.

  22. Então terei que reservar mais dias em Salta e S.S. Jujuy para fazer os passeios a partir daí e só depois ir pingando no coletivo de Tilcara/Humauca/Iruya. Valeu. Obrigada Ernesto e PêEsse.

  23. Isabel, eu adorei Tilcara e também estava de carro. Nos hospedamos no ótimo Las Terrazas e os atendentes faziam bem o papel de concierge, uma idéia é ligar para lá e pedir a indicaçao de alguma agência. http://www.lasterrazastilcara.com.ar
    Purmamarca tem mais estrutura.

  24. Falando de Iruya, gostei mais das lindas paisagens do caminho, que própriamente da cidade. Mas se prepara, a estrada é assustadora, curvas fechadas, meia pista, abismos e motoristas intrépidos
    .

  25. Pessoal, uma dica interessante é ao invés de alugar um carro e fazer tudo sozinho, locar o que os argentinos chamam de remises: um motorista que em seu carro ou em carro da agencia fica por sua conta por um período combinado, com preço (baixo!) acertado antes. Para dois casais dividindo a despesa tem ótima relação custo/benefício – R$25,00~R$40,00/pessoa para um dia inteiro de passeios – houve dia de rodarmos quase 600km. Em Salta há o Fabián (cel 0387-155958990) que conhece bem toda a região e nos atendeu muito bem em novembro passado. O Hotel Patios de Lerma, em Salta, também foi imbatível, agregando bom restaurante, interessante localização e bons serviços.

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