New Orleans pra Renatinha

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

New Orleans

A Renatinha vai passar o Natal em New Orleans e pediu dicas. Eu estive por lá nessa mesma época, só que em... 1989, quando eu nem pensava em escrever sobre viagem e a internet colaborativa não estava sequer prevista pela ficção científica.

Pelo que leio por aí, de lá pra cá Bourbon Street, o ponto focal do charmoso French Quarter (Vieux Carré), descambou para um biritódromo permanente, com clima de micareta americana. Mas eu não me deixaria deter por isso, não. A arquitetura é linda e o ambiente da cidade é totalmente diferente de tudo o que você vai achar nos Estados Unidos.

É o lugar que eu mais identifico com o Brasil. (Tenho uma teoria que pertencemos culturalmente a um continente que começa na Louisiana, inclui também Cuba-Haiti-República Dominicana e continua pela costa brasileira até... bom, não vou dizer até onde porque quem ficar de fora vai me xingar.)

A comida é espetacular -- desde que você não tenha nojinhos e curta uma pimenta. Eu voltaria a New Orleans só pra comer.

Quando fui, adorei o passeio de bonde ao Garden District, cheio de mansões de época. Peguei também um passeio a uma "antebellum plantation house" -- como são chamadas as casas-grandes construídas antes da Guerra da Secessão. Totalmente "E o vento levou".

E você? Que dicas de New Orleans tem a dar pra Renatinha? Como sempre, a caixa de comentários é toda ouvidos.

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76 comentários

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Gustavo - Viajar e Pensar

Também estive em New orleans pré Katrina.
Fui em Dezembro, próximo ao Natal, era muito, Frio mesmo, tinha um vento como o Vento Sul aqui de Floripa vindo do Mar/Rio/Lago geladíssimo.
Gostei do passeio no Rio, que nos leva para as Plantation, antigas fazendas dos Sulista, total "E o Vento levou" como o Riq comentou.
Veja o filme ou leia o livro O Juri, do John Grisham,
Me hospedei no French Quatier, próximo a Bourbon st, acho que é uma boa dica.
Imagino que muito da estrutura da cidade mudou, mas esta parte Histórica e sobrevivente de muitos anos e furacões ainda são os pontos forte da cidade.
Não deixe de ir num show do Preservation Hall, clima Jazz total.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Riq, a sua teoria tem tudo a ver! Esses lugares são unidos culturalmente pela influência africana - são os lugares das Américas que mais dependeram do trabalho escravo, ou seja, onde a influência africana mais se fez notar na música, na comida, nas artes em geral... wink

Clarissa Donda

Fui para lá num momento Pós-Katrina e recomendei a meus pais, que voltaram de lá tem duas semanas...

Honestamente, é minha cidade preferida dos EUA (talvez porque é a que menos se parece com o resto dos EUA)...

Katrina fez muitos estragos, mas o Quarteirão francês, que é a parte boêmia, não foi afetado. Dá para curtir bastante.

Comidas: Adorei a culinária de lá, chamada Cajun. É bem apimentada, mas saborosa. Eu passei o reveillón lá em 2009, e comemos nosso primeiro almoço do ano num restaurante chamado The Court of the Two Sisters. Era um esquema buffet e todos os pratos eram deliciosos, com destaques para tudo o que era frutos do mar (especialmente crab). Adorei o atendimento e tinha ainda música instrumental ao vivo, embora não sei se isso só acontece em datas festivas. Tocaram até "ela é carioca"!
Outra coisa típica lá é o Praliné. É um doce - meio enjoativo na minha opinião - mas que faz parte da cultura lá.. O mais clássico é da Aunt Sally's. Bem charmosinha a loja e as embalagens.

Artesanato - Lá tem várias ruelas com muitas lojinhas de artesãos que esculpem, pintam quadros e fazem outras obras de arte super diferentes. Meio carinhas, mas gostoso para passear e encher os olhos de coisas bonitas.

Noitadas - Fui no reveillón, o que nao é muita referência... As ruas estavam lotadas e a cidade era pura festa. Mas à noite, em especial de quinta a sábado, tem vários barzinhos onde é possível dançar ao som de um bom jazz e acompanhado de uma ótima cerveja.

Passeios - tem o bondinho (clássico! bonitinho!) e o de barco pelo Mississipi. Não fui nesse, mas algumas pessoas que já foram falaram que é meio sem graça

Música - Além do show do Preservation Hall, como o Gustavo falou, durante o dia você encontra vários músicos sentados nas calçadas (alguns excelentes!) tocando um jazz de primeiríssima qualidade.. assim, na rua! Vale a pena.
Teve um documentário há alguns anos chamado "Playing for a Change" em que os organizadores pegaram músicos de vários lugares do mundo e sincronizavam suas vozes e ritmo para formar uma versão fantástica de músicas famosas. Uma delas é a "Stand for me", e muitas das contribuições vieram dos músicos de rua de New Orleans. O link dessa música é http://www.youtube.com/watch?v=Us-TVg40ExM&feature=player_embedded#!

Muito legal para entrar no clima de Jazz.

Ludmila
LudmilaPermalinkResponder

Minha dica é ir comer num restaurante chamado Irene's. Sensacional!! Precisa fazer reserva ou esperar na fila. Estive lá no Halloween de 2009 e foi engraçadíssimo!! Fizémos também um passeio pelos mangues para ver jacaré que achei bem interessante pois vai até o lugar de ônibus e passa pelos arredores de Nola. É isso aí!!

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

A região do "countryside" a sudoeste de New Orleans é bem legal, e para explorá-la bem, é necessário carro. Há algumas fazendas antigas, e uma paisagem muito interessante. A área a sudeste já não é tão bonita porque dominada por instalações petrolíferas, estaleiros etc.

Sydney Maciel
Sydney MacielPermalinkResponder

Estive em New Orleans por três dias na semana passada, e concordo plenamente com a colocação do Freire a respeito do grande continente cultural a que pertencemos e que começa na Louisiana!
Alí música, gastronomia, misticismo, possuem características bem próprias, parecendo um outro país, aliado a uma atmosfera festiva e muita receptividade!
Guardadas as proporções, a Bahia deles, cheia de um certo charme francês. Resultado: apaixonante!

Chegando: Se estiver viajando sozinha aconselho pegar o Aiport Shuttle (reservas: www.airportshuttleneworleans.com ou dirija-se diretamente ao balcão na área 6 do desembarque), atualmente o valor é USD20 (ida ou volta) ou USD38 (ida e volta). Leva você do aeroporto à porta do seu hotel.
A partir de duas pessoas já se pode ser viável pensar num taxi, e grupos podem compartilhar uma van.

Recomendo procurar um hotel no French Quarter, e você estará minutos a pé de quase todas as atrações.
Durante a noite a Bourbon Street fica fechada para carros e durante o dia, a paralela Royal Street fica parcial mente fechada para que músicos e bandas se apresentem no meio da rua mesmo.

Frutos do mar, principalmente ostras, têm grande oferta, a região é uma das poucas nos EUA, onde a comida tem um tempero característico. Pratos que experimentei: Gumbo (arroz branco, com feijão, suavemente picante, lembra nossa feijoada.
Entre os sanduíches destaco Muffuletta e o PO-Boy, dependo da sua fome, talvez seja melhor dividir com alguém.

Outro simpático diferencial é o fato de ser permitido beber na rua, facilitando a atividade nômade-etílico-musical, principalmente nas noites da Bourbon St.

Beber: variedade e quantidade, de cervejas a frozen drinks, passando por coquetéis a base de rum , vodka , tequila... Porém o drink mais tradicional é o Hurricane, saboreado preferencialmente no Pat O'brien.

Como minha estadia foi curta, me deleitei apenas trilhando as ruas do French Quarter, optei por não aderir a nenhum tour ou passeio, com exceção do passeio de Barco a vapor, que fiz, mas não recomendo, por ser longo e um pouco monótono.

Feliz Natal em ritmo de jazz!

Renatinha
RenatinhaPermalinkResponder

Oi Riq e tripulação do VnV, muito obrigada pelas dicas. Vocês são realmente maravilhosos.

Abusando mais um pouquinho, vocês indicariam algum hotel?

Sydney estou indo com meu marido, mas não pensei em alugar carro e devo ficar 3 dias também. Vocês acham que dá pra nos virar a pé?

bjuuussss e muito obrigada smile

Ernesto, o pato

Simulei no hotwire.com , e tem hoteis nesta epoca a partir de 70 dolares no French Quarter, que é onde voce deve ficar se não quiser alugar um carro.

Me lembro tambem que a cidade tinha um aquario, e um cassino flutuante, mas não sei como ficou isto depois do furacão;

Bruno
BrunoPermalinkResponder

Vou dar minhas impressões de minha visita em 2007:

-restaurantes: todo mundo já falou que come-se muito bem - os bares de ostras do centro são todos muito parecidos e muito bons. Agora, para algo realmente diferente, sugiro dois lugares:
Commander´s Palace, numa linda mansão no belíssimo Garden District, já várias vezes votado um dos melhores restaurantes dos EUA (e hoje em dia comer nos EUA é mais barato que no Brasil, ainda mais no sul...);
K-Paul- mais perto, em pleno French Quarter, é o restaurante do chef Paul Prudhomme, também muito conhecido (fica bem perto da Napoleon House, onde simpatizantes da época planejaram uma maneira de roubar Napoleão de Santa Helena e levar para ali - hoje é um agradabilíssimo restaurante com um pátio interno, famoso pela Mufuletta-sanduíche típico de New Orleans)

-Noite: além do Preservation Hall que é tudo o que falam mesmo, vale muito a pena, recomendo o bairro de Faubourg Marigny --> é o local dos mais descolados, com diversos pequenos bares e restaurantes nas acanhadas ruazinhas... dá pra ir a pé, com um pouco de pique -é só seguir a Royal ou a Decatur St até o fim

-Atrações: o Aquário ainda existe (vi um post acima perguntando), mas toda cidade nos EUA tem o seu, então nunca acho algo muito característico;
sugiro os cemitérios negros no bairro de Tremé, que ainda aludem um pouco ao voodoo, como o St. Louis no. 1;
passear a esmo pelo French Quarter, principalmente a Royal St e ir para a Bourbon só se você também gosta da Passarela do Álcool em Porto Seguro;

tem também um Katrina Tour- Riq, deixo aqui até uma sugestão de um bom tópico que seria sobre Turismos de Tragédias (como campos de concentração e extermínio, prisões)- o porquê de gostarmos tanto, o que aprendemos com isso, o que trazemos de volta... enfim gera boas discussões, acho-
aqui pode-se argumentar que tem empresas faturando dinheiro com o sofrimento alheio, visto que você não sai de dentro da van quase nunca para interagir com os locais nos bairros mais afetados- mas mesmo assim, apesar de eu odiar esse tipo de passeio, acho que aprendi e refleti muito durante o passeio, que passa em lugares realmente impressionantes (ainda mais quando você se lembra que está nos EUA, que sempre passa aquela idéia de tão organizado e civiilizado)- já faz 3 anos, muita coisa deve ter mudado, mas do jeito que muitos bairros estavam na época (e já eram 2 anos após o Katrina), duvido que não haja mais nada a ser visto...

Em relação a hotéis, não posso dar muitas dicas, porque fui num congresso e meu hotel era do lado do Centro de Convenções... mas lembro que na Bourbon Street numa região mais tranqüila, gostei muito de um hotel histórico chamado Lafitte Guest House- muito charme e personalidade- mas não sei como é ficar lá.

Abraços a todos

yara cynthia
yara cynthiaPermalinkResponder

News Orleans é um tema que sempre me apaixonou. Para mim, desde adolescente, fanática por ragtime, blues e jazz, sempre foi a cidade objeto do desejo. Como o Bruno, a minha primeira também foi uma viagem corporativa. Mas, nada mal. Melhor do que uma convenção no Casa Grande Guarujá. A segunda, foi espetacular.
Resolvi, de um estalo, passar o carnaval por lá. Queria conhecer o tal do Mardi Grá.
Pessoas, é imperdível. Muita gente, muitas atrações musicais durante dia e noite, paradas - isso mesmo, paradas - escolares que se misturam com "escolas de jazz" que levam para a avenida todos os tipos de pessoas. As mais variadas e divertidas. Homens, mulheres, gays, lésbicas... vale tudo e de um tudo um pouco.É uma cidade onde a homofobia passa longe.
Mas, o interessante, é a maneira de flertar: quando alguém se interesse por você, lhe oferece um colar. Tudo muito elegante. Como fui na era pré Katrina e, claro, era bem mais jovem, voltei para casa com muitos colares.
Foi divertido. Não me casei nem me apaixonei por ninguém, mas aconselho: quer passar um carnaval ouvindo música da melhor qualidade, comendo maravilhosamente bem e se despindo de qualquer preconceito a respeito do conservadorismo americano, vá a News Orleans e "show the breast".

Renatinha
RenatinhaPermalinkResponder

Que legal, pessoal. New Orleans está em nossa lista a muito tempo, mas nunca tivemos oportunidade de conhecer.
Sempre viajamos no Natal e Ano Novo, e este ano, após uma decisão de passar o Reveillon em Orlando com amigos, pensei que era a vez de passar um Natal nos EUA no mínimo diferente. Estava na vez de New Orleans. Comecei as buscas básicas pela Internet, em sites, portais e claro, no VnV, e confesso que não encontrei muita coisa. Foi aí que postei uma pergunta aqui no blog. Esperava um ou outro comentário, mas fiquei super feliz quando vi uma chamadinha no Twitter, com uma página inteirinha dedicada à minha viagem. E aqui está. Dicas super legais, com todo carinho e generosidade que só a tripulação de um site tão bacana poderia dar. Sentia que seria uma viagem especial, e agora tenho certeza, graças a vocês.
Prometo que na volta, se o Riq permitir, passo meu relato de um Natal especial em ritmo de Jazz (né Sydney).
Beijos e muito obrigada smile

Ricardo Freire

Conte sim, please!

Leandro
LeandroPermalinkResponder

No Brasil, a grande cidade que mais se compara (em termos de clima no inverno) com Nova Orleans é Porto Alegre (a última em média é um pouco menos fria). Em Nova Orleans as médias ficam em torno de 18ºC (máximas) e 7ºC (mínimas) no mês de dezembro. Menos provável, mas também pode acontecer, de pegar 0ºC(noite) e 25ºC(dia), para saber que roupas levar espere chegar perto e olhe a previsão, dica fundamental para cidades subtropicais no inverno.

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Estive em New Orleans em Junho de 2002, pré-Katrina, mas não deixaria de:
- comer algo da culinária Cajun - eu comi no Pat O-Brien (já recomendado pelo Sidney) e gostei do ambiente.
- tomar um café diferente que é tradicional lá, mas que eu achei bem forte - alguém lembra o nome e o local famoso para? rsrs
- Na Bourbon Street, tomar um drink num tubo de ensaio e ouvir jazz maravilhoso no "Own in a bow" (algo assim).

Claudia Beatriz - Aprendiz de Viajante

Em Nova Orleans a boa na época de Natal é visitar o lobby do Hotel Roosevelt e tomar um drink no Sezarac Bar... essas são as dicas que um local me deu de lá.

Renatinha
RenatinhaPermalinkResponder

Pessoal, um pouquinho dos bastidores do planejamento dessa viagem que acho legal compartilhar com vocês.

A decisão pelo Natal em New Orleans partiu depois de um convite para passar o Reveillon em Orlando e também da interferência do francês Jáque!

Já que íamos para Orlando, pela 5 vez, porque não aproveitar para passar o Natal em algum lugar diferente. Foi aí que lembrei de New Orleans.

Mas a passagem para Miami já estava comprada, então, decidimos resgatar algumas milhas que tínhamos na Continental e usar em trechos internos nos EUA. Já fizemos isso outras vezes, e sempre de forma super fácil (mais fácil que Gol, TAM, etc) e direta, pela Internet.

Porém dessa vez tivemos uma surpresa. Depois de escolher os voos, checar a quantidade de milhas e confirmar, chegou a hora de colocar o cartão de credito para pagamento da taxa de $ 20.

Erro no site. Tentei outras vezes e o erro persistia. Comecei a perceber que as milhas necessárias (12.500 por trecho) só apareciam quando eu estava logada em Ingles. Em portugues os voos não estavam disponíveis.

Liguei no 0800 da Continental (que é atendido somente em Ingles) e comecei novamente o processo junto com a atendente. E mais uma vez erro na hora que colocava o Cartão de crédito. Resultado: Fui informada que a Continental não aceitava mais cartões de crédito brasileiros.

Simplesmente eu disse que se eles não aceitavam cartões de outros países, principalmente Brasil, então porque disponibilizavam o programa de milhagem para passageiros internacionais.

Não precisei falar mais nada.. estava justificado. Mais uma tentativa e me pediram para ligar no outro dia para efetivar a reserva.

Infelizmente a peregrinação continuou, pois quando liguei no outro dia minha reserva tinha expirado, os voos não estavam mais disponíveis e os que estavam disponíveis exigiam o dobro de milhas.

Mais uma vez, expliquei, disse que a reserva tinha sido feita e não efetivada porque eu estava no Brasil e achava isso um absurdo.

Com isso consegui as passagens nos voos que eu queria e com as milhas corretas, ou seja, a metade.

Bom em resumo, vale a pena insistir, buscar nossos direitos de consumidores, mesmo fora do Brasil. Dá um pouquinho de trabalho, mais diferente daqui, nos EUA eles reconhecem quando um cliente tem razão.

Outra coisa que percebi é que infelizmente, cada vez mais, os cartões de crédito brasileiros estão sendo recusados em sites internacionais sad

Luciana Bordallo Misura

Renata, os cartões brasileiros são aceitos no site da Continental sim, eu que faço reservas pra minha mãe com o cartão dela e hoje mesmo reservei uma passagem pra março do ano que vem com o AMEX brasileiro dela. Inclusive o site da Continental pede que você especifique o Billing Country e quando você coloca Brasil, eles convertem já tudo pra Real. A transação só não é autorizada em tempo real, leva umas 24h pra ser aprovada, mas a reserva é feita. E a Continental tem número no Brasil com atendimento em português, sei porque a minha mãe já usou (a gente praticamente só viaja Continental).

Luciana Bordallo Misura

Olha aqui os números no Brasil:

0800 702 7500 (Fora de São Paulo)

(11) 2122 7500 (São Paulo)

CarlaZ
CarlaZPermalinkResponder

Nossa que estranho, eu usei muito minhas milhas da Continental pra voar dentro dos Estados Unidos e não tive problemas, inclusive pagando com cartão brasileiro, não sei se mudou alguma coisa...

Esse número que a Luciana passou de Sao Paulo da continental tem um ótimo atendimento. Pelo menos comigo sempre foram super prestativos e resolveram meus problemas.

nelma
nelmaPermalinkResponder

Estivemos em New Orleans pos Katrina, acho que fazem uns 3 anos.
Ficamos num hotel no French Quarter, Provincial, escolhi pelo Trip Advisor e gostamos, era numa rua fora da muvuca, senão ninguem dorme... Meio velho, mas acho que os hoteis do French Quarter sao assim mesmo. Preferimos ficar lá pelo "clima".
Fizemos o tour Katrina e como o Bruno já disse, fiquei meio constrangida no inicio - tipo "curiosidade"por tragedia, mas meu marido fez questão de ir, e no final fiquei profundamente impressionada. Só vendo para acreditar...
O passeio pelo rio é uma fria, nem perca tempo. Mas o aquário é muito bonito e vale mesmo a pena.
Adoramos a mufuletta - tipo de sanduiche. E não deixe de provar o bred pudding - pudim de pão - que não tem nada a ver com o nosso. É muito bom mesmo!!!
Sem esquecer os Beignets do Cafe du Monde, que não nada de tao especial, mas faz parte... E o café que eles servem é de chicórea, bem interessante tambem.
Nao fizemos o tour pelas mansões, mas assim que desembarcamos, pegamos o carro no aeroporto e fomos passar a primeira noite numa dessas mansões, no caso a Oak Alley Plantation. http://www.oakalleyplantation.com/
Adoramos, vários filmes foram feitos por lá.
Fizemos as reservas pela internet.
Voce tem razão quanto ao problema de reservas com cartão de crédito brasileiro. Mas já notei que as reservas que faço do Brasil, não tem problema com o cartão, mas quando já estou nos EStados Unidos a coisa complica. No caso de hotéis, eu ligo direto para o hotel ou para a rede hoteleira, explico que o site não aceita o cartão, e eles aceitam. Como voce bem disse, eu gostaria de saber o motivo...
Voce vai adorar New Orleans!
E antes que eu me esqueça, fiz tambem um tour à pé pelo French Quarter, que é de graça. Achei na internet, mas não sei aonde.
Voce sabe como é, a gente olha em tanto lugar para programar a viagem, que no final nem sabe onde pegou a dica!! Mas o Trip Advisor é uma grande fonte.
Um abraço e boa viagem, Nelma

Renatinha
RenatinhaPermalinkResponder

Legal Nelma, já anotei todas as dicas... Reservei o hotel no French Quarter pelo Trip Advisor também. Se for bom, conto na volta wink
bejos...

Luciana Bordallo Misura

Estou amando as dicas, acabei de reservar uma viagem pra lá em janeiro e vim logo aqui olhar o que tinha de bom pra fazer smile

Bruna Cazzolato Ribeiro

Oi pessoal,

Assim como a Renata, irei conhecer NO pela primeira vez. No reveillon.
Estou com um guia de lá, mas peguei várias dicas também pois acredito que sempre valem a pena!
Assim que voltar, posto dicas que vi por lá também!
Abraços

Douglas
DouglasPermalinkResponder

Estou indo no final de janeiro com minha esposa. Apenas uma dúivda: vale a pena alugar carro em NO? gostaria de ficar num hotel em French Quartier (os hotéis tem vaga para carro ou não compensa alugar carro)? outra dúvida: li na internet que o estado da Louisiana em alguns estabelecimentos devolve o imposto pago sendo tax free as compras nessas lojas, é verdade?

Ricardo Freire

Para ficar na cidade, ainda mais se hospedando no French Quarter, carro é totalmente desnecessário. Você pode alugar carro para fazer passeios às redondezas.

Sobre devolução de sales tax:
http://www.louisianataxfree.com/portugal-refund.html

Luciana Bordallo Misura

Estou aqui de olho se a Renata voltou pra dizer como foi...nós vamos pra lá amanhã! smile

Luciana Bordallo Misura

Voltamos ontem, adoramos a cidade e Riq, concordo com você que me lembra o Brasil, mais precisamente a Bahia. Acho que NO está para os EUA como a Bahia pro Brasil.

Estava mais frio que o normal segundo os locais, temperatura por volta de 10 graus. Pegamos dois dias de sol e um nublado, felizmente a previsão de chuva não se concretizou.

O preço do táxi é tabelado do aeroporto pro French Quarter, $33 pra duas pessoas.

Ficamos em dois hotéis diferentes: o primeiro, o Omni Royal Orleans no French Quarter que reservei pelo Priceline e foi a maior roubada, o quarto que eles colocaram a gente dividia parede com o elevador e era barulho de cabos e freios de elevador 100% do tempo, não conseguimos dormir e depois de muito reclamar no dia seguinte conseguimos que eles deixassem a gente fazer check-out (já que as reservas do Priceline não permitem cancelamento e eles disseram que não tinham outro quarto a princípio, no final disseram que não iam mudar a gente de quarto a não ser que a gente pagasse mais). Acabamos nos mudando pro J.W. Marriott que fica na Canal Street, que faz a divisa do French Quarter com downtown usando nossos pontos de fidelidade. O hotel é excelente e a localização é boa, você atravessa a Canal Street e está no French Quarter.

Seguindo a sugestão de vocês, fizemos um plantation tour. Visitamos Oak Alley Plantation e Laura Plantation, gostamos bastante do passeio mas a minha dica seria alugar um carro e fazer o passeio por conta própria ao invés de contratar um tour. É fácil dirigir até lá e teria sido mais legal fazer no nosso tempo, ao invés de ter que sair cedíssimo com a empresa do tour e ter que passar mais rápido do que a gente gostaria pela Oak Alley, e não poder almoçar onde a gente gostaria (o restaurante que nos levaram pelo tour era uma porcaria). Enfim, o passeio é nota 10, mas se fosse fazer de novo alugaria um carro.

Fomos a um show no Preservation Hall, e com certeza foi o ponto alto da viagem, amamos. Eu tinha visto num site de New Orleans pra crianças que é um dos poucos lugares onde crianças são bem vindas a esses shows de jazz, então foi pra lá mesmo que nós fomos. A Julia também curtiu, mesmo não aguentando ficar muito tempo. Vale lembrar que lá dentro não se vende bebida e comida, algumas pessoas na fila não sabiam e quando nos ouviram comentando decidiram sair da fila e jantar antes de entrar (ah, e pode comprar bebida e levar lá pra dentro, se quiser).

Não fizemos o tour Katrina, não vi áreas destruídas pelo furacão, tudo o que vimos estava em boas condições.

Já conhecíamos comida cajun e gostamos bastante, me lembra a comida da Bahia wink Adorei os sanduíches po'boy e provamos até jacaré (parece frango mesmo). Os beignets do Café du Monde é que são overrated, mas enfim, faz parte.

Fizemos um passeio de bondinho, passando pelo Garden District, bem legal e super baratinho. Não fizemos o passeio de barco no Mississipi já que todo mundo disse que era longo e monótono.

Adoramos as bandas tocando na rua pelo French Quarter, minha filha amou.

Entramos por acaso na catedral durante uma missa no domingo de manhã e foi interessante, tinha um coral cantando e estavam tocando o órgão, a igreja lotada, super bonita por dentro.

As casas que vendem coisas de voodoo parecem até as lojas que vendem material para candomblé que já vi no Rio.

Fizemos um passeio que achei interessante: Mardi Gras World. É um barracão onde são construídos os carros alegóricos do carnaval de lá. Eles começam o tour com um filme sobre o Carnaval, tem umas fantasias pra gente experimentar e tirar fotos, depois explicam o processo de design e construção dos carros e te levam pro barracão onde tem carros em diversos estágios de construção, e o pessoal lá trabalhando neles. Bem legal, não sei se as escolas de samba no Rio ou SP oferecem esse tipo de passeio, pelo que eu me lembre no Brasil eles fazem os carros todos em segredo...Ah, e em New Orleans cada bloco não faz os seus próprios carros, essa empresa que opera o Mardi Gras Wolrd faz carros pra vários blocos.

Vou fazer posts detalhados lá no blog com as fotos e todas as dicas em breve smile

CarlaZ
CarlaZPermalinkResponder

Nossa, quando vc falou no twitter que estava odiando o hotel eu ia mandar um tuite falando...fica no Omni que eu fiquei e adorei!
Fui ver no google e eu fiquei no outro Omni, o Crescent, que é atravessando a Canal Street vindo do French Quarter, deve ser perto do seu segundo hotel. Esse Omni que vc ficou nao aceitava meu plano fidelidade do Omni, era chique...
No fim me dei bem então wink

Luciana Bordallo Misura

Carlinha eu juro que até agora estou sem entender como esse Omni Royal Orleans é um hotel 4 estrelas. O quarto que a gente ficou obviamente deve ser o pior do hotel inteiro, mas daria no máximo 2 estrelas pra ele (comparando com o 3 estrelas que ficamos em Chicago reservado pelo Priceline também, esse quarto do Omni não chegava nem perto!). Os funcionários eram super metidos, quando a gente reclamou parecia que estávamos reclamando de um palácio, porque o hotel deles obviamente era a 8a maravilha do mundo e como assim a gente queria ir embora...fala sério!! Eu tentei 3 vezes mudar de quarto e conversar amigavelmente, liguei pro Priceline e pedi pra eles ligarem pro hotel e nada. Só consegui resolver quando finalmente fui lá na recepção pessoalmente e dei um ataque, falando que eles estavam nos forçando a passar uma outra noite sem dormir com uma criança pequena, que aquele quarto nem deveria existir (e não podia existir MESMO, tinha que ser usado como um local de armazenar roupas de cama ou material de limpeza, jamais como um quarto). Enfim, não sei como são os outros quartos, mas o que a gente ficou era 2 estrelas no máximo e não ficaria nele nem de graça! Nunca tinha ficado em nenhum hotel Omni, e depois dessa experiência horrível foi a primeira e última vez...

CarlaZ
CarlaZPermalinkResponder

Bom, eu "morei" no Omni de Houston por 6 meses e é um hotel muito bom apesar dos funcionários serem péssimos! Eram simpáticos e quase prestativos e eu já conhecia todos...mas arranjavam confusão com diárias, entregas, mudança de quarto e qualquer tipo de reclamação...mas depois de tanto tempo lá eu já sabia como funcionava tudo e dava o caminho das pedras pra eles.
Quando fiquei no Omni de New Orleans levei um susto pela qualidade dos funcionários! Tinha pedido pro povo de Houston fazer minha reserva (mas os espetros fizeram so pro primeiro dia) e consegui resolver lá mesmo, foram prestativos com dicas de restaurantes, estacionamentos, passeios e realmente muito simpáticos...
O quarto era menor do que o normal...
Outras pessoas que foram, depois da minha ida, pro Omni de New Orleans tiveram problemas com reserva, tiveram que pagar na hora mesmo tendo direito a diária grátis, pediram cama de solteiro e tinha de casal... Essas coisinhas...e quando lembrei disso achei melhor não recomendar...
Eu ainda tenho umas diárias grátis então tenho que aproveitar wink em NY já to com Omni reservado.

Mariana "de Toledo" _ @merel

É um dos meus sonhos conhecer New Orleans. Obrigada por compartilhar! smile Quero ver as fotos!

Ricardo Freire

Me avise quando publicar pra eu linkar!!!!

Ricardo Freire

Vou ver se acho um texto em que eu falo da Bahia da mundo. Que encontrar a Bahia de cada lugar é garantia de uma viagem bacana. Nesse texto, New Orleans era a Bahia do Zestazunidos.

Mariana "de Toledo" _ @merel

Tem no livro, não tem? Virou regra pra mim smile

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Luciana
muito legal seu relato! Eu fui nesse Mardi Gras World - obrigada por me lembrar o nome do barracão! (2002, tem tempo...)

PermalinkResponder

[...] [...]

Renatinha
RenatinhaPermalinkResponder

Pessoal, desculpe a demora em postar a volta da minha viagem, mas aí vai um complemento do post completíssimo da Luciana.

Fiquei no French Quarter também, na Bourbon Street. O Hotel foi o Royal Sonesta (http://www.sonesta.com/royalneworleans/) e apesar de estar em plena Bourbon Street, o quarto era bem silencioso e o hotel bonito e bem localizado.

A Bourbon Street é divertida, cheia de bares, baladas, mas também Bordeis.... Muitos.. Por isso, com criança recomendaria algum hotel na Canal Street (Mariott, Hilton, etc) ou algum em outras ruas do French Quarter, como por exemplo a Royal Street que tem vários hoteis bacanas.

Infelizmente ir no Natal não foi a melhor opção com relação a restaurantes... a maioria fecha nos dias 24 e 25 e somente restaurantes dos hoteis funcionam e alguns outros bem turísticos, perto do Mississipi. Mas ainda assim conseguimos ir no Pat O Brien, comer as muffulettas, po boys, arroz e feijão, etc.... Talvez não nos melhores restaurantes, mas com certeza muito gostosos também.

Quanto a passeios, contrariando as sugestões, fizemos o passeio no Rio Mississipi... e até que foi divertido!! Não sei se era aquela vontade de ver de pertinho a roda d'agua, ou ouvir as musicas tocadas por um orgão a vapor, mas valeu a pena... o percurso não é lá essas coisas, mas matamos a vontade de navegar no barco que sempre vemos em filmes e desenhos animados...
Fizemos também o passeio de bondinho pelo Garden District... Baratinho, fácil de pegar e passa pela principal rua do Garden District, com suas mansões maravilhosas.. Só tem que prestar atenção porque é o bondinho Verde da linha St. Charles.

Infelizmente não tivemos tempo (eram só 3 dias) de fazer o Plantation tour.. ficou para a próxima visita que com certeza faremos.

Uma dica legal para o Preservation Hall é comprar os ingressos especiais antecipados. Descobri por acaso, e só chegando lá percebi a vantagem.
O Ingresso normal custa $12, e não tem como comprar antecipadamente. A única maneira de entrar é ficar em uma fila enorme (na época que eu fui), de pelo menos 1 hora, correndo o risco de assistir a apresentação em pé ou nem conseguir entrar.
Porém para cada apresentação existem 4 lugares reservados, que são vendidos pela Internet. O preço é $25, o dobro, porém sem a necessidade de pegar a fila, e ter os melhores lugares reservados. No site, procure por BIG SHOT SPOT. Não achei caro e valeu a pena. segue o Link porque não é muito facil de encontrar pelo site:
http://preservationhall.com/tickets/
Vale lembrar que são só 4 ingressos por apresentação.. então é bom planejar com um pouco de antecedência.

Em resumo, nos apaixonamos por N'walins, pela musica, pela comida, pela capacidade de recuperação da cidade.
Com certeza vamos voltar outras vezes...

PedroHN
PedroHNPermalinkResponder

Será que vale a pena ir de carro de Miami para N.O. Estou pensando em ir para Miami, de lá alugar um carro e passar uma semaninha em N.O. Vou só e meu inglês é ruim...será que vou sofrer? Qual seria a melhor época, estou pensando em setembro ... mas não é a época dos furacões? Quero ir numa data que não seja férias dos gringos.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Pedro!

Antes de pensar numa viagem de carro, procure sempre ver qual é a distância a ser coberta. O Google Maps e o Via Michelin informam. De Miami a New Orleans são 1.400 km. O seu inglês fraco é o menor dos problemas grin

Os americanos dizem que foram eles que inventaram o avião. É um invento bastante disseminado por aquelas bandas, experimente! mrgreen

FlaviaHC
FlaviaHCPermalinkResponder

Delicioso este post! Vou passar o Reveillon em New orleans com meu marido e filho de 10 anos. Ja estamos com passagens e hotel reservados. Alguem ja foi p/ la nesta época? Na noite de Ano Novo temos intençao de ver a queima de fogos no Jackson Square e depois dar uma caminhada sem rumo pelas ruas do French Quartier,para ouvir boa música, alguem sugere algo diferente?
Crianças nao podem entrar nos bares de Jazz mesmo acompanhada dos pais?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Flavia! Subimos sua pergunta para o Perguntódromo. Se alguém der pitaco, a resposta aparecerá aqui.

Pelo que dizem neste fórum do TripAdvisor, se o estabelecimento tiver licença de venda de álcool como "bar", menores de 18 anos não podem entrar. Mas se a licença de venda de álcool tiver sido emitida na categoria "restaurante", podem.

http://www.tripadvisor.com/ShowTopic-g60864-i34-k2771175-Places_teenagers_can_t_go-New_Orleans_Louisiana.html

Lembre-se que a Preservation Jazz Hall não vende álcool e portanto é perfeitamente viável para levar crianças.

FlaviaHC
FlaviaHCPermalinkResponder

Puxa! Mto obrigada!

Dri
DriPermalinkResponder

Não fui no reveillon, mas todos os bares com Jazz no French Quarter tem uma fiscalização bem restrita em relação a entrada de menores de idade... E concordo com o Renato, achei o clima meio "pesado" (eu adorei, mas acho que se tivesse 10 anos talvez me sentisse intimidada).

Oscar | MauOscar.com

Flávia

Estivemos em New Orleans as vésperas do Mardi Gras, que creio ser uma muvuca parecida com o Ano Novo.. Os Bares sempre exigem o ID para entrar, logo como a Bóia falou, onde não for restaurante seu filho de 10 anos não vai conseguir entrar.. A Bourbon Street depois das 22:00- 23:00 fica bem complicada para crianças.. A medida que o nivel etilico das pessoas aumenta, maior a baderna e mais estranhas ficam as coisas por lá.. Não chega a ser perigoso, mas não consideraria um ambiente legal para menores de 16 anos.
Apesar de tudo a cidade é um barato.. Não parece os EUA e a comida é absolutamente fantástica

Depois da uma espiadinha nos Posts que já escrevi sobre a cidade

http://mauoscar.com/category/america-do-norte/estados-unidos/louisiana/new-orleans/

FlaviaHC
FlaviaHCPermalinkResponder

Muito obrigada por todas as dicas!
Ja deu p/ ter uma boa idéia do q esperar.
Inclusive já achei uma agencia de babystter por lá recomendada pelos usuarios do tripadvisor, para poder sair uma noitezinha sem criança. Qdo voltar conto aqui como foi.
Abç a todos

Renato
RenatoPermalinkResponder

Eu passei o Reveillon in New Orlean anos atras e achei meio pesado, as mulheres mostram os seios em plena rua para receber "beads"; voce ve muita gente bebada rolando pelas ruas, nao e' um bom ambiente para levar criancas.

FlaviaHC
FlaviaHCPermalinkResponder

BOm saber! Obrigada. Talvez veja a queima de fogos e volte para o hotel. Deixo o french quartier p/ outra noite...

Luca
LucaPermalinkResponder

Dá pra subir no perguntódromo, boia?
Pretendo ir de Miami a New Orleans em dezembro e dirigir é uma possibilidade, mas só se existirem umas duas cidades legais para parar. Pretendo fazer o trajeto em dois ou três dias. Lugares onde um dia inteiro seja suficiente e eu possa dormir e seguir viagem. Alguém já fez isso? Sugere algo?
Muito obrigada.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Luca! A Claudia Beatriz do Aprendiz de Viajante viajou recentemente do Texas à Flórida de carro, passe lá:

http://www.aprendizdeviajante.com .

De New Orleans a Miami são 1.500 km, em dois dias você vai ver apenas estrada, em três dias pouco mais do que isso. Só faça essa viagem nesse tempo curto se o que você curte mesmo é asfalto.

Dri
DriPermalinkResponder

Bóia, tenho a impressão que a viagem a qual vc se refere foi feita pela Lu Misura, que agora é colaboradora do Aprendiz de Viajante...

FlaviaHC
FlaviaHCPermalinkResponder

Tbem pensei nesta ideia mas desisti rapidinho. Preferi ir de aviao. Peguei um voo que sai de fort laudardale p/ New Orleans baratinho pela sothweast airlines. E mais barato do que o gasto com combustivel.

Alessandra A. Bornancin

Muito legais as dicas! Vou no início de janeiro com a minha mãe e pegaremos um navio saindo de lá p/ algumas praias do Caribe.
Estou preocupada pq minha mãe tem mais idade (70 anos, apesar de não parecer!). Será que pessoas desta faixa etária frequentam os bares (mais cedo, logicamente)?
Tb queria saber se alguém se hopedou no Comfort Inn French Quarter ou no Holiday Inn French Quarter. Os preços deles são medianos...
E quanto ao espanhol? Dá prá falar? Meu inglês está meio enferrujado!
Obd!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alessandra! Nos Estados Unidos os idosos têm vez.

Leia o que falam no Booking desses hotéis:
Holiday Inn French Quarter, Comfort Inn Downtown (não localizamos nenhum Comfort Inn no French Quarter, você deve estar enganada).

Fabricio Caixeta Andriani

Eu estou morando e estudando aqui em Nova Orleans, estou aqui a um pouco mais de um mês e tô achando aqui muito parecido com minha Bahia. Vou aproveitar algumas dicas que eu ví aqui, valeu.

Se alguém vier para cá em 2013 me avisa.

Aconselho ir na Frenchman Street, não é tão agitada quanto a Burbon, mas para quem quiser ver Jazz e Blues é uma boa.

Marli
MarliPermalinkResponder

Fabricio

qual o mês que os festivais de blues estão acontecendo em N. Orleans
Queroplanejar minha viagem!!!
grata

Thaís
ThaísPermalinkResponder

Olá, pessoal!
Estava preparando uma viagem de Nova Iorque para São Francisco, em julho. Mas São Francisco não deu certo e agora pretendo fazer uma espécie de loucura. Sair de Nova Iorque sozinha, tomar um trem pra Filadélfia e da Filadélfia seguir numa viagem de 28 horas de trem para Nova Orleans... e ficar lá por uns 5 dias.
Adorei todas as dicas de viagem que li nos comentários anteriores. Mas tenho duas perguntas: vocês acham que essa é uma viagem tranquila pra se fazer sozinha? alguém aí já viajou por essa linha Crescente New York-New Orleans da Amtrak?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Thaís! Viagens longas de trem não têm o romance que você acredita que tenham. É extremamente aborrecido e cansativo. Essa viagem de trem só faria sentido se você fosse parando pelo caminho e pernoitando nas cidades mais interessantes. New Orleans é sensacional; vá de avião.

@bernarducs
@bernarducsPermalinkResponder

Tô pensando em ir pro New Orleans Jazz & Heritage Festival, próximo ano, que são duas semanas de shows, dia e noite, contando com músicos e bandas de lá, quanto de fora (esse ano tem Patti Smith e Bruce Springsteen, por exemplo. E o Magari Lord da Bahia estará por lá, que coisa!). Acontece no Fair Grounds, o jóquei da cidade. É pago, mas pelas atrações e quantidade delas (6h de música/dia) vale a pena. Fora o que acontece pela cidade nesses dias. Acontece em Maio, semana após ao French Quarter Festival. Quer dizer, dá pra tirar um mês de férias lá, só pela música.

Há ainda outros festivas como Satchmo SummerFest (agosto, 3 dias, pelas ruas) http://www.fqfi.org/frenchquarterfest/schedule/

Crescent City Blues & BBQ Festival (em outubro) http://www.jazzandheritage.org/blues-fest/

e outros tantos http://www.neworleansonline.com/neworleans/festivals/musicfestivals/index.html

quem estiver a fim de planejar viagem e trocar info pra 2014, bernarducs@hotmail.com

Thiago
ThiagoPermalinkResponder

Pessoal, estou indo para new orleans em setembro pretendo ficar 3 dias, gostaria de saber com alguém que já foi se 3 dias é o suficiente para conhecer a cidade, pontos turísticos? Eu sou um fã de Jazz então gostaria de poder aproveitar o máximo.

Desde de já agradeço

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Thiago! Não temos conteúdo organizado de New Orleans. Veja dicas e referências entre os comentários anteriores!

Marco Pereira
Marco PereiraPermalinkResponder

Reveillon em New orleans. Quais as dicas para a grande noite? Estamos indo no final de 2013 em família (2 casais e 2 adolescentes).Por favor me ajudem no roteiro.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marco! Não temos nenhum feedback de réveillon na cidade. Vamos compartilhar sua pergunta no Perguntódromo; havendo resposta, aparecerá aqui.

De todo modo, o réveillon na cidade parece ser bem animado mesmo para os que não gastam os tubos reservando um jantar de Réveillon. Tem fogos em Jackson Square e depois basta passear por Bourbon Street e a festa está garantida:
http://www.neworleanscvb.com/articles/index.cfm?action=view&articleID=6490&sectionID=41

New Orleans é um dos raros lugares nos Estados Unidos em que é permitido beber na rua, então é mais fácil agüentar o frio.

Luca
LucaPermalinkResponder

Marco,
Passei o reveillon lá este ano. Houve uma queima de fogos na jackson square, animada, mas sem muvuca. Todos os hotéis fazem festas particulares. As festas, porém, são bem diferentes das nossas: começam oito da noite e terminam 21h smile. E estão muito mais para um jantar formal do que para uma balada com bateria com escola de samba. Por outro lado, custam apenas 100 e poucos dólares. Eu tive um menu de quatro pratos num restaurante, vi os fogos na Jackson Square e depois fui pra um show de uma banda de rock numa boate.
Houve uma certa dificuldade em pegar taxi na ida ao Quarter, se puder se hospedar por lá, melhor. E compre uma máscara e muitos beads!

Larissa
LarissaPermalinkResponder

Luca qual boate você foi? Estou morando pertinho de New orleans! Cheguei aqui a 1 mes estou conhecendo td ainda rsrs, meu Reveillon esse ano vai ser l[a estou pesquisando e lendo os comentarios de todos adorando. Cara nao curto Jazz nem Blues, curto pop, rock e musica eletronica. Fazer o q eu kkkkk mas sou do tipo que esta na chuva e pra se molhar entao se for o q tiver a gente abraçaa a cultura e vai.

Larissa
LarissaPermalinkResponder

Vou morar aqui a trabalho ate maio de 2016.

Luca
LucaPermalinkResponder

Ops, as festas terminam 1h da manhã.

Aldema Menini Mckinney

Chegamos hoje a New Orleans. Viajamos de carro desde Chicago. com muitas " paradas" pelo caminho. Logo estaremos publicando textos e fotos.

Bianca Dib
Bianca DibPermalinkResponder

Olá Bóia!

Vou passar uns dias em Chicago e de lá vou dar uma esticada pelo mesmo período para ( aí reside a dúvida):
NYC - que já fui várias vezes mas sempre tem muito o que fazer e ainda a conhecer - ou Nova Orleans, que nunca fui e parece interessante.
Nova Orleans vale a pena realmente?
Se puderem me ajudar...
Obrigada!
Abçs ????????????

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Bianca! Na opinião do Ricardo Freire é uma cidade espetacular, mas não é uma unanimidade.

ina
inaPermalinkResponder

Estive com meu marido em New Orleans em setembro, AMAMOS! É uma experiência, só estando lá para ver, sentir... De dia e de noite há muitas coisas p fazer... à noite recomendo a Frenchman Street, no final do French Quarter, onde rolam os melhores shows. Sem esquecer do Preservation Hall. Ficamos hospedados no Cotton Exchange, pertíssimo do French Quarter, bom, barato e com um café da manhã muito gostoso (omeletes, linguiça, waffles...rs)De dia, além de passear pelo Quarter, fomos ao Garden District, aos Tours das plantations e dos pântanos para ver os alligators. O rio Mississippi em noite de lua cheia é lindo... fica azulado (por isso o chamam de Nilo azul...). Enfim, é uma cidade incrível.

Sabryna
SabrynaPermalinkResponder

Alguém aqui já passou vivenciou o carnaval de New Orleans?