Budapeste-Viena-Praga: use a receita da Wanessa

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Palácio Hofburg, Viena

A querida pessoense Wanessa Lima, dona do excelente blog Cadernos de Viagem, acabou de voltar de um tour cultural por Budapeste, Viena e Praga. E, como não está sobrando tempo para atualizar o blog, decidiu presentear os leitores do Viaje na Viagem com o completíssimo relato da viagem, com todos os detalhes mastigadinhos para quem quiser usar. Olha só que maravilha. Vai pela Wanessa:

Acabei de voltar de uma viagem com o roteiro Budapeste – Viena – Praga e, como não estou atualizando meu blog, vou deixar as dicas por aqui mesmo.
Roteiro
Fiquei 4 noites em Budapeste, 4 em Viena e 5 em Praga. A Budapeste, eu tinha ido ano passado, mas a viagem foi interrompida por um problema de saúde, então, quis começar do zero. Com 3 dias inteiros, ainda faltou tempo para ver algumas coisas, mas acho que isso se deve ao meu ritmo de viagem, que tende mais para o lento. Em Viena, também achei que 3 dias inteiros foi pouco. Eu adoro visitar museus e fotografar a arquitetura da cidade, e Viena oferece muito disso! Muita gente inclui um dia a mais para fazer um passeio a Bratislava, mas eu passaria esse quarto dia em Viena mesmo. Em Praga, tive quase 5 dias inteiros, pois meu vôo de volta era só às 19:50h, e achei que o tempo foi suficiente para explorar bem a cidade.
Passagem internacional
Comprei as passagens aéreas com agente de viagem (pagando uma taxa extra por isso) pela Iberia, saindo de Recife para Budapeste e a volta de Praga para São Paulo, sempre com conexão em Madri. Talvez por a Malev Hungarian e a Czech Airlines serem membros da aliança One World, como a Iberia, as conexões oferecidas eram muito melhores do que as das companhias da Star Alliance. Já li muita critica à Iberia, mas a única coisa que fez falta foi um sistema de entretenimento individual. No resto, não deixou a dever à TAM e à TAP, outras empresas com que já voei para a Europa.
Deslocamentos internos
Fiz todos de trem. De Budapeste para Viena, deixei para comprar a passagem dois dias antes da viagem e não encontrei das mais baratas (13 euros). Como tinha de chegar a Viena com hora certa, comprei a mais cara mesmo, na primeira classe. Se eu tivesse maior flexibilidade, ainda teria encontrado a passagem na segunda classe para outros horários no dia pretendido. A compra teve de ser feita na Keleti Station, pois a MAV (http://www.mav-start.hu/english/index.php), empresa que explora os trens na Hungria, ainda está implantando a venda pela internet (eu consegui ver os preços, mas não deu para concluir a compra on line).
De Viena para Praga, comprei a passagem pela internet. O tutorial do Riq (http://www.viajenaviagem.com/2010/12/viena-a-praga-de-trem-como-comprar-passagem-pela-internet/) é perfeito.
Transporte na chegada e saída dos aeroportos e estações de trem
Em Budapeste, usei o shuttle Minibusz (http://www.airportshuttle.hu/en), contratado no próprio espaço da retirada das bagagens no aeroporto (também dá para contratar já no saguão de desembarque). O transfer é feito em vans, mas o número de passageiros é bem razoável. Ano passado, já tinha usado esse serviço reservando pela internet, e funcionou direitinho. Para ir à estação Keleti, fui de táxi, pedido na recepção do hotel.
Na chegada a Viena, usei o metrô, de acordo com as orientações deixadas pelo Riq aqui no VnV (http://www.viajenaviagem.com/2010/12/estacoes-de-trem-de-viena-ligeiramente-fora-de-mao/). Mesmo carregando mala e tendo de fazer uma conexão no metrô, foi muito tranqüilo, pois todas as estações tinham elevador/escada rolante. Ainda assim, na hora de ir embora, preferi pegar um táxi, por causa do peso da mala, que aumentou consideravelmente depois dos livros comprados nas lojas dos museus…
Aqui cabe um aparte: eu tenho problema com malas. Não consigo fazer mala leve de jeito nenhum! Mas dessa vez, houve uma circunstância agravante, que foi ter planejado uma mala “ligeiramente” inadequada para a temperatura que estava fazendo. As médias de temperatura do http://www.weather.com me induziram a pensar que estaria bem mais frio do que efetivamente estava. Então, já em Budapeste, percebi que não iria precisar de várias peças de roupa. Em situações normais, eu simplesmente abandonaria algumas no hotel, mas aquelas eram peças das quais eu não podia me desfazer, já que aqui no Nordeste, onde eu moro, não se adquire com facilidade roupa de frio! A solução foi mandar um pacote de roupa pelos correios pra casa. Postei em Budapeste e ainda estou esperando chegar, mas foi uma mão na roda (se chegar mesmo!).
Voltando ao assunto do shuttle: como a chegada a Praga ia ser à noite, preferi não arriscar e contratei pela internet o serviço que o Riq sugeriu (http://www.viajenaviagem.com/2010/12/chegando-e-saindo-de-praga-prague-airport-tranfers-recomendo/). Funcionou tudo à perfeição, igualzinho está no post. Quando vi de longe o cartaz laranja, nem precisei ler o meu nome pra reconhecer o motorista que me esperava! Devia ter contratado logo a volta para o aeroporto, mas deixei pra depois, fiquei sem acesso à internet e, quando me lembrei do assunto, não tinha mais tempo. Aí, morri no transfer oferecido pelo hotel, que foi ótimo, mas um pouco mais caro do que o da chegada.
Transporte público
Usei bastante o metrô em Budapeste e Viena. Em Praga, um pouco menos, mas também usei. Nas duas primeiras, logo que cheguei, adquiri tickets de 72 horas. A compra foi feita nas máquinas das estações de metrô, com cartão de crédito (ou VTM). Todas têm opção de vários idiomas, de modo que ninguém precisa entender húngaro pra comprar. Com o bilhete na mão, é só validar no primeiro uso em uma maquineta na entrada do metrô ou dentro dos trams e ônibus, para marcar o horário em que o ticket começou a ser usado.
Em Budapeste, na porta de TODAS as estações de metrô, havia fiscais conferindo a validade dos tickets de TODOS os passageiros. Nos trams, ao contrário, nunca vi fiscais. Uma vez, um desses fiscais tentou me aplicar uma pegadinha (eu acho que foi isso). Pegou meu ticket, me levou até a máquina de venda de bilhetes e pediu que eu apontasse o tipo que eu tinha comprado. Mas não havia a opção de ticket de 72 horas! Falei que não era nenhum daqueles, já preocupada, e ele disse que estava tudo ok. Assim eu descobri que nem toda máquina vende esse tipo de bilhete.
Em Viena e Praga, não vi nenhuma fiscalização, foi tudo na base da confiança mesmo, mas eu não gostaria de pagar (ou de não pagar) pra ver o que acontece com quem é pego sem ticket válido…
Ainda sobre Praga, como não planejava usar tanto o transporte público, comprei bilhetes simples ou de 24 horas quando foi necessário.
Todas as informações sobre transporte público podem ser encontradas em:
Budapeste – http://www.bkv.hu/en
Viena – http://www.wienerlinien.at/
Praga – http://www.dpp.cz/en/
Hotéis
Quando vou escolher hotéis, procuro o que tem a melhor localização dentro da faixa de preço que estou disposta a pagar e com o nível de conforto que espero. Sempre fico na faixa dos 100,00 euros pra baixo.
Em Budapeste, minhas pesquisas me mostraram que a hotelaria é bem barata e por isso, ao invés de economizar, resolvi escolher um hotel mais confortável, ainda dentro da minha faixa de preço.
Fiquei no Opera Garden Hotel & Apartments (http://www.operagardenhotel.hu/). Para mim, a localização era muito conveniente, pois a minha programação incluía uma apresentação na Ópera e outra no Teatro Thália, que também fica nessa região, e eu pude ir caminhando desde o hotel. Também é um hotel conveniente para quem pretende ir ao Conservatório de Música (Zeneakadémia ou Franz Liszt Academy of Music). O hotel fica em uma rua de pedestres e a área é bastante tranqüila. Dá para fazer vários passeios a pé ou usar a estação Opera do metrô. Minha reserva foi feita pelo Booking.
Outra localização que achei boa para ficar em Budapeste é na região próxima à Deak Ferenc Ter, onde fica a principal estação de metrô, que conecta três linhas, e à Vorosmarty Ter, por causa da facilidade de transporte e dos restaurantes e cafés por perto. É grande a oferta de hotéis ao longo da Váci utca (rua de pedestres com bastante comércio), mas acho que só vale a pena ficar nos que estão no começo dessa rua, que é na Vorosmarty Ter.
Ao contrário de Budapeste, em Viena, a hotelaria é beeem cara! Estava difícil conseguir um hotel com diária de até 100,00 euros dentro do Innere Stadt, que é a parte que concentra a maioria das atrações da cidade. Fiz uma reserva do tipo que podia cancelar sem ônus no Booking e continuei procurando, até que, mais ou menos um mês antes de viajar, encontrei uma oferta do tipo 4 noites pelo preço de 3 no Hoteis.com e reservei o Austria Trend Hotel Rathaus (http://www.austria-trend.at/hotel-rathauspark/en/). A localização não foi perfeita, porque essa região, apesar de bem próxima da Universidade de Viena, “morre” nos fins de semana e não tem muita oferta de restaurantes à noite. Isso muda um pouco nos dias de semana. Mesmo sem muito movimento, a região é segura, e usei a estação de metrô (Rathaus) à noite sem
Em Praga, os preços são intermediários. A dificuldade de escolher vem do fato de que a oferta de hotéis é muito grande, e todos parecem iguais. O ponto de referência para a localização da hospedagem é a Ponte Carlos, que corta o Rio Vltava. A maioria dos hotéis se situa em Stare Mesto (cidade velha), mas resolvi seguir a dica do Riq e procurar um hotel em Mala Strana, do “outro lado do rio”. E ainda bem que segui essa dica! Mala Strana é um emaranhado de ruelas antigas, que parecem ainda não ter sido “descobertas” por ninguém e permitem que você passeie com calma por um cenário de filme (de filme mesmo, já que “Amadeus” teve cenas gravadas ali). E tudo isso a um pulo de Stare Mesto, região da cidade que também é linda e que dá ótimos passeios (mas pra isso ninguém precisa se hospedar lá, no meio daquela muvuca toda!). Também existem muitos hotéis em Nove Mesto (Cidade Nova), perto da Praça Venceslau. Mas eu acho que também não teria gostado de ficar nessa região, que é muito comercial e – impressão minha – não deve ter muita graça à noite. Enfim, decidida a ficar em Mala Strana, peguei aqui no VnV mesmo a dica do hotel Kampa Garden (http://www.kampagarden.cz/en/), que é simples (com preço compatível), mas a dois passos da Ponte Carlos. Reservei pelo Hoteis.com, que tinha o melhor preço na época.
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Usei também esses relatos de viagem que achei pelo Google no fórum do Fodor’s: http://www.fodors.com/community/europe/yks-trip-report-11-days-of-art-nouveau-in-vienna-budapest-spring-2009.cfm
http://www.fodors.com/community/europe/yks-trip-report-to-vienna-with-a-24-hr-stop-in-london-nov-2006.cfm
Queria deixar umas dicas para quem quer aproveitar a – intensa – programação cultural, que é uma característica das três cidades, e que foi o foco da minha viagem.
Tanto em Budapeste, quanto em Praga, e principalmente em Viena, é possível assistir a maravilhosos concertos de música clássica, óperas e balés. Mesmo para quem não gosta especialmente desse tipo de apresentação (ou para quem nunca foi a uma), quer lugar melhor no mundo pra tentar? E, se não gostar do espetáculo, dá para apreciar os belos teatros por dentro. Então, é aproveitar a oportunidade!
Em Budapeste, a Ópera é conhecida pela boa relação custo benefício: ótimos espetáculos e preços baixos. Assisti lá à minha primeira ópera, que foi “As Bodas de Fígaro”, de Mozart. Eu nunca gostei de “ouvir” ópera, mas, ao vivo, a coisa é bem diferente, achei emocionante! O espetáculo tinha uma montagem bem tradicional – diferente da apresentação que vi em Praga – e foi uma iniciação perfeita nesse gênero. O site da Ópera (www.opera.hu) encaminha para o um site de venda de ingressos (www.jegymester.hu), onde dá pra comprar tickets para muitas outras atrações.
Fui ver também “Carmem”, da Compañia Antonio Gades, que estava participando do Festival de Primavera de Budapeste. Foi difícil conseguir o bilhete, estava esgotado em alguns sites de vendas de ingressos, então, precisei recorrer a uma agência. Usei os serviços da Vienna Ticket Office (http://www.viennaticketoffice.com/home_en.php). Localizei a agência pelo Google e comprei no escuro, sem referências do serviço. Troquei alguns e-mails com uma funcionária para acertar detalhes da compra e, mesmo tendo achado o atendimento muito sério, fiquei apreensiva até retirar o ticket na bilheteria do Teatro Thália, mas deu tudo certo. Claro que paguei uma comissão, mas o valor foi razoável, e o espetáculo valeu muito a pena! Eu poderia ter também entrado em contato com o hotel para tentar conseguir esse ingresso, mas ainda estava meio indecisa sobre a escolha da hospedagem, por isso, não usei essa alternativa.
Ainda pesquisei sobre concertos de música clássica, mas não daria para encaixar na minha agenda. Descobri que a principal sala de concertos de Budapeste, que é a da Zeneakademia ou Franz Liszt Academy of Music (http://www.lisztakademia.hu/), está fechada para reformas atualmente. Outras opções são o Kodály Centre (http://www.kodaly-inst.hu/main.html) e o Palace of Arts (http://mupa.hu/en).
Em Viena, é difícil até mesmo desviar da oferta de apresentações de música clássica, principalmente em frente à Stephansdom e no Hofburg. Mas eu preferi evitar os espetáculos montados apenas para turistas. Fui ver o balé “Don Quixote”, encenado na Ópera. Minha cadeira era praticamente no teto do prédio, mas era o único tipo de ingresso disponível cerca de um mês antes da viagem, quando organizei minha programação, e achei que valia a pena. É claro que existia a opção dos “stand tickets”, para uma sala onde as pessoas assistem aos espetáculos de pé (sobre o assunto, recomendo a leitura deste relato: http://www.fodors.com/community/europe/yks-trip-report-11-days-of-art-nouveau-in-vienna-budapest-spring-2009.cfm#comment-5648492). Mas como minha “agenda” exigia que eu fosse à Ópera em Viena no mesmo dia em que viria de Budapeste, não tinha tempo de chegar cedo, por volta das 16:00h, 17:00h, para guardar um lugar, por isso resolvi comprar o ingresso mesmo para uma cadeira mal localizada. E o espetáculo foi tão lindo que o desconforto não prejudicou a experiência. A compra foi feita no site da Ópera mesmo (http://www.wiener-staatsoper.at).
Também fui assistir a um concerto de música clássica no Musikverein (http://www.musikverein.at). Não consegui ver a Filarmônica de Viena, que é a mais conceituada das orquestras da cidade. Tive de me “contentar” com a Orquestra Sinfônica de Viena! Quem fizer questão de ver a Filarmônica (http://www.wienerphilharmoniker.at), tem de entrar em contato por telefone uma semana antes da data da apresentação para comprar um dos ingressos restantes (a venda não é feita pelo site) ou apelar para os stand tickets.
Outra boa sala de concerto em Viena é a Konzerthaus (http://konzerthaus.at/events/), mas não deu tempo de ir. Várias igrejas também promovem concertos de música clássica. Uma que fiquei com vontade de ir foi a Karlskirche. Para quem gosta de música sacra, o Vienna Boys’ Choir se apresenta nas missas da capela do Hofburg.
Enfim, Praga. Aqui a oferta de concertos também é enorme, mas a cidade não tem tanta “tradição” no assunto quanto Viena, então, é mais fácil conseguir os ingressos, e os preços são mais baixos. Para se informar num lugar só sobre todas as opções, ao lado da entrada para a Igreja de Nossa Senhora Diante de Tyn, fica uma lojinha de CDs chamada Via Musica, que tem um painel com folhetos de todos os espetáculos, não só de música clássica, mas também de jazz.
Programei uma ida à Ópera (http://www.opera.cz/en/) para ver um balé. Dei a sorte de ver a estréia da montagem local de “Giselle”, que foi uma apresentação arrebatadora, com direito a muitos aplausos em cena aberta. Na hora da compra, o site da Ópera redireciona para o http://www.bohemiaticket.cz, que vende ingressos para outros espetáculos também.
Vi ainda “A Flauta Mágica”, de Mozart, numa versão modernizada. A história dessa ópera é tão fantasiosa que um cenário e um figurino um pouco atualizados não fizeram mal nenhum. E poder ouvir a tão famosa ária da Rainha da Noite ao vivo… não tem preço! O espetáculo era montado pelo Naródni Divadlo (Teatro Nacional tcheco – http://www.narodni-divadlo.cz/), que tem vários prédios (é bom conferir exatamente em qual teatro vai ser o espetáculo, pois quase perdi o início da apresentação por ter ido pro local errado!). No meu caso, a apresentação aconteceu no Estates Theatre, local em que Mozart em pessoa regeu a estréia em Praga de outra de suas criações, a ópera Don Giovanni. Para compra de ingressos, o site do Naródni Divadlo redireciona para o http://www.ticketportal.cz.
Faltava conhecer o Teatro Negro de Praga, que é tão típico da cidade. Eu já tinha passado pela porta de uma infinidade de locais com apresentações desse gênero, mas não tinha ficado realmente interessada em assistir a nenhuma delas, todas me parecendo apenas “pra turista”. Pois eu devia ter me conformado à minha condição (de turista, afinal!) e ter ido ver um desses espetáculos. Mas resolvi inovar e ver o Lanterna Magika (www.laterna.cz/en/), que também faz parte do Teatro Nacional. Era a estréia da montagem “Legends of Magic Prague”, mas eu tenho de confessar que não gostei. Nem sei explicar o motivo de não ter gostado, talvez não tenha entendido a coisa, mas acho que não fui a única, porque pessoas sentadas ao meu lado não retornaram após o intervalo… Comprei o ingresso no teatro mesmo, cerca de uma hora antes da apresentação (foi um dos últimos lugares).
Nessa noite, eu poderia ter escolhido ir a um concerto de música clássica: ou ver a Orquestra Filarmônica Tcheca (www.ceskafilharmonie.cz ) se apresentar no Rudolfinum ou uma orquestra de câmara no Smetana Hall, na Casa Municipal. Esse segundo, eu gostaria de ter ido nem que fosse só para conhecer a sala de concertos, que é linda.
Só para dar uma idéia da facilidade de comprar ingressos em Praga: Joshua Bell iria tocar com a Filarmônica cinco dias mais à frente – ah se eu ainda estivesse lá… – e ainda havia tickets disponíveis para essa apresentação, o que não aconteceria em Viena de jeito nenhum! Aliás, em Viena, tinha visto uma reportagem sobre a estréia da ópera Anna Bolena, em que um monte de gente muito fina, vestida para a apresentação de gala, exibia em vão as notas de euro em busca de um bilhete! Assistiram debaixo de chuva, num telão montado na rua…
Sobre os preços dos ingressos: como adiantei, em Viena, paga-se sempre mais do que em Budapeste e em Praga (mas é assim em todos os aspectos, Viena realmente não é uma cidade barata). Mas há ingressos para todos os bolsos, começando com os stand tickets, que custam apenas alguns euros. Em alguns casos, paguei menos do que os preços dos ingressos de espetáculos voltados somente para turistas que, segundo vi, não são exatamente baratos…
Recomendo muito para quem vai viajar para essas cidades aproveitar essa programação cultural tão ampla. Eu acabei fazendo uma maratona de teatros e óperas, o que só deixou a minha viagem ainda mais inesquecível!

Fiquei 4 noites em Budapeste, 4 em Viena e 5 em Praga. A Budapeste eu já tinha ido ano passado, mas a viagem foi interrompida por um problema de saúde, então quis começar do zero. Com 3 dias inteiros, ainda faltou tempo para ver algumas coisas, mas acho que isso se deve ao meu ritmo de viagem, que tende mais para o lento. Em Viena, também achei que 3 dias inteiros foi pouco. Eu adoro visitar museus e fotografar a arquitetura da cidade, e Viena oferece muito disso! Muita gente inclui um dia a mais para fazer um passeio a Bratislava, mas eu passaria esse quarto dia em Viena mesmo. Em Praga, tive quase 5 dias inteiros, pois meu vôo de volta era só às 19h50, e achei que o tempo foi suficiente para explorar bem a cidade.

Passagem internacional

Comprei as passagens aéreas com agente de viagem (pagando uma taxa extra por isso) pela Iberia, saindo de Recife para Budapeste e a volta de Praga para São Paulo, sempre com conexão em Madri. Talvez por a Malev Hungarian e a Czech Airlines serem membros da aliança One World, como a Iberia, as conexões oferecidas eram muito melhores do que as das companhias da Star Alliance. Já li muita cíitica à Iberia, mas a única coisa que fez falta foi um sistema de entretenimento individual. No resto, não deixou a dever à TAM e à TAP, outras empresas com que já voei para a Europa.

Deslocamentos internos

Fiz todos de trem. De Budapeste para Viena (3 horas de viagem), deixei para comprar a passagem dois dias antes da viagem e não encontrei das mais baratas (13 euros). Como tinha de chegar a Viena com hora certa, comprei a mais cara mesmo, na primeira classe. Se eu tivesse maior flexibilidade, ainda teria encontrado a passagem na segunda classe para outros horários no dia pretendido. A compra teve de ser feita na Keleti Station, pois a MAV, empresa que explora os trens na Hungria, ainda está implantando a venda pela internet (eu consegui ver os preços, mas não deu para concluir a compra on line).

De Viena para Praga (4h45 de viagem), comprei a passagem pela internet. O tutorial do Riq é perfeito.

Transporte na chegada e saída dos aeroportos e estações de trem

Em Budapeste, usei o shuttle Minibusz, contratado no próprio espaço da retirada das bagagens no aeroporto (também dá para contratar já no saguão de desembarque). O trânsfer é feito em vans, mas o número de passageiros é bem razoável. Ano passado, já tinha usado esse serviço reservando pela internet, e funcionou direitinho. Para ir à estação Keleti, fui de táxi, pedido na recepção do hotel.

Na chegada a Viena, usei o metrô, de acordo com as orientações deixadas pelo Riq aqui no VnV. Mesmo carregando mala e tendo que fazer uma conexão no metrô, foi muito tranqüilo, pois todas as estações tinham elevador/escada rolante. Ainda assim, na hora de ir embora, preferi pegar um táxi, por causa do peso da mala, que aumentou consideravelmente depois dos livros comprados nas lojas dos museus…

Aqui cabe um aparte: eu tenho problema com malas. Não consigo fazer mala leve de jeito nenhum! Mas dessa vez, houve uma circunstância agravante, que foi ter planejado uma mala “ligeiramente” inadequada para a temperatura que estava fazendo. As médias de temperatura do Weather.com me induziram a pensar que estaria bem mais frio do que efetivamente estava. Então, já em Budapeste, percebi que não iria precisar de várias peças de roupa. Em situações normais, eu simplesmente abandonaria algumas no hotel, mas aquelas eram peças das quais eu não podia me desfazer, já que aqui no Nordeste, onde eu moro, não se adquire com facilidade roupa de frio! A solução foi mandar um pacote de roupa pelos correios pra casa. Postei em Budapeste e ainda estou esperando chegar, mas foi uma mão na roda (se chegar mesmo!).

Voltando ao assunto do shuttle: como a chegada a Praga ia ser à noite, preferi não arriscar e contratei pela internet o serviço que o Riq sugeriu. Funcionou tudo à perfeição, igualzinho está no post. Quando vi de longe o cartaz laranja, nem precisei ler o meu nome pra reconhecer o motorista que me esperava! Devia ter contratado logo a volta para o aeroporto, mas deixei pra depois, fiquei sem acesso à internet e, quando me lembrei do assunto, não tinha mais tempo. Aí, morri no trânsfer oferecido pelo hotel, que foi ótimo, mas um pouco mais caro do que o da chegada.

Transporte público

Usei bastante o metrô em Budapeste e Viena. Em Praga, um pouco menos, mas também usei. Nas duas primeiras, logo que cheguei, adquiri tickets de 72 horas. A compra foi feita nas máquinas das estações de metrô, com cartão de crédito (ou VTM). Todas têm opção de vários idiomas, de modo que ninguém precisa entender húngaro pra comprar. Com o bilhete na mão, é só validar no primeiro uso em uma maquineta na entrada do metrô ou dentro dos trams e ônibus, para marcar o horário em que o ticket começou a ser usado.

Em Budapeste, na porta de TODAS as estações de metrô, havia fiscais conferindo a validade dos tickets de TODOS os passageiros. Nos trams, ao contrário, nunca vi fiscais. Uma vez, um desses fiscais tentou me aplicar uma pegadinha (eu acho que foi isso). Pegou meu ticket, me levou até a máquina de venda de bilhetes e pediu que eu apontasse o tipo que eu tinha comprado. Mas não havia a opção de ticket de 72 horas! Falei que não era nenhum daqueles, já preocupada, e ele disse que estava tudo ok. Assim eu descobri que nem toda máquina vende esse tipo de bilhete.

Em Viena e Praga, não vi nenhuma fiscalização, foi tudo na base da confiança mesmo, mas eu não gostaria de pagar (ou de não pagar) pra ver o que acontece com quem é pego sem ticket válido…

Ainda sobre Praga, como não planejava usar tanto o transporte público, comprei bilhetes simples ou de 24 horas quando foi necessário.

Todas as informações sobre transporte público podem ser encontradas em:

Budapeste – BKV

Viena – Wiener Linien

Praga – DPP

Hotéis

Quando vou escolher hotéis, procuro o que tem a melhor localização dentro da faixa de preço que estou disposta a pagar e com o nível de conforto que espero. Sempre fico na faixa dos 100 euros pra baixo.

Em Budapeste, minhas pesquisas me mostraram que a hotelaria é bem barata e por isso, ao invés de economizar, resolvi escolher um hotel mais confortável, ainda dentro da minha faixa de preço.

Fiquei no Opera Garden Hotel & Apartments. Para mim, a localização era muito conveniente, pois a minha programação incluía uma apresentação na Ópera e outra no Teatro Thália, que também fica nessa região, e eu pude ir caminhando desde o hotel. Também é um hotel conveniente para quem pretende ir ao Conservatório de Música (Zeneakadémia ou Franz Liszt Academy of Music). O hotel fica em uma rua de pedestres e a área é bastante tranqüila. Dá para fazer vários passeios a pé ou usar a estação Opera do metrô. Minha reserva foi feita pelo Booking.

Outra localização que achei boa para ficar em Budapeste é na região próxima à Deak Ferenc Ter, onde fica a principal estação de metrô, que conecta três linhas, e à Vorosmarty Ter, por causa da facilidade de transporte e dos restaurantes e cafés por perto. É grande a oferta de hotéis ao longo da Váci utca (rua de pedestres com bastante comércio), mas acho que só vale a pena ficar nos que estão no começo dessa rua, que é na Vorosmarty Ter.

Ao contrário de Budapeste, em Viena, a hotelaria é beeem cara! Estava difícil conseguir um hotel com diária de até 100 euros dentro do Innere Stadt, que é a parte que concentra a maioria das atrações da cidade. Fiz uma reserva do tipo que podia cancelar sem ônus no Booking e continuei procurando, até que, mais ou menos um mês antes de viajar, encontrei uma oferta do tipo 4 noites pelo preço de 3 no Hoteis.com e reservei o Austria Trend Hotel Rathaus (. A localização não foi perfeita, porque essa região, apesar de bem próxima da Universidade de Viena, “morre” nos fins de semana e não tem muita oferta de restaurantes à noite. Isso muda um pouco nos dias de semana. Mesmo sem muito movimento, a região é segura, e usei a estação de metrô (Rathaus) à noite sem

Em Praga, os preços são intermediários. A dificuldade de escolher vem do fato de que a oferta de hotéis é muito grande, e todos parecem iguais. O ponto de referência para a localização da hospedagem é a Ponte Carlos, que corta o Rio Vltava. A maioria dos hotéis se situa em Stare Mesto (cidade velha), mas resolvi seguir a dica do Riq e procurar um hotel em Mala Strana, do “outro lado do rio”. E ainda bem que segui essa dica! Mala Strana é um emaranhado de ruelas antigas, que parecem ainda não ter sido “descobertas” por ninguém e permitem que você passeie com calma por um cenário de filme (de filme mesmo, já que “Amadeus” teve cenas gravadas ali). E tudo isso a um pulo de Stare Mesto, região da cidade que também é linda e que dá ótimos passeios (mas pra isso ninguém precisa se hospedar lá, no meio daquela muvuca toda!). Também existem muitos hotéis em Nove Mesto (Cidade Nova), perto da Praça Venceslau. Mas eu acho que também não teria gostado de ficar nessa região, que é muito comercial e – impressão minha – não deve ter muita graça à noite. Enfim, decidida a ficar em Mala Strana, peguei aqui no VnV mesmo a dica do hotel Kampa Garden, que é simples (com preço compatível), mas a dois passos da Ponte Carlos. Reservei pelo Hoteis.com, que tinha o melhor preço na época.

Passeios

Além do VnV, usei os seguintes blogs na montagem dos meus roteiros:

Mikix

Big Trip

Dicas e Roteiros de Viagens

Viaggio-Mondo

DriEverywhere

Usei também esses relatos de viagem que achei pelo Google no fórum do Fodor’s:

11 days of art nouveau in Vienna and Budapest

Trip report to Vienna

Queria deixar umas dicas para quem quer aproveitar a – intensa – programação cultural, que é uma característica das três cidades, e que foi o foco da minha viagem.

Tanto em Budapeste, quanto em Praga, e principalmente em Viena, é possível assistir a maravilhosos concertos de música clássica, óperas e balés. Mesmo para quem não gosta especialmente desse tipo de apresentação (ou para quem nunca foi a uma), quer lugar melhor no mundo pra tentar? E, se não gostar do espetáculo, dá para apreciar os belos teatros por dentro. Então, é aproveitar a oportunidade!

Em Budapeste, a Ópera é conhecida pela boa relação custo benefício: ótimos espetáculos e preços baixos. Assisti lá à minha primeira ópera, que foi “As Bodas de Fígaro”, de Mozart. Eu nunca gostei de “ouvir” ópera, mas, ao vivo, a coisa é bem diferente, achei emocionante! O espetáculo tinha uma montagem bem tradicional – diferente da apresentação que vi em Praga – e foi uma iniciação perfeita nesse gênero. O site da Ópera encaminha para o um site de venda de ingressos onde dá pra comprar tickets para muitas outras atrações.

Fui ver também “Carmem”, da Compañia Antonio Gades, que estava participando do Festival de Primavera de Budapeste. Foi difícil conseguir o bilhete, estava esgotado em alguns sites de vendas de ingressos, então, precisei recorrer a uma agência. Usei os serviços da Vienna Ticket Office (). Localizei a agência pelo Google e comprei no escuro, sem referências do serviço. Troquei alguns e-mails com uma funcionária para acertar detalhes da compra e, mesmo tendo achado o atendimento muito sério, fiquei apreensiva até retirar o ticket na bilheteria do Teatro Thália, mas deu tudo certo. Claro que paguei uma comissão, mas o valor foi razoável, e o espetáculo valeu muito a pena! Eu poderia ter também entrado em contato com o hotel para tentar conseguir esse ingresso, mas ainda estava meio indecisa sobre a escolha da hospedagem, por isso, não usei essa alternativa.

Ainda pesquisei sobre concertos de música clássica, mas não daria para encaixar na minha agenda. Descobri que a principal sala de concertos de Budapeste, que é a da Zeneakademia ou Academia de Música Franz Liszt está fechada para reformas atualmente. Outras opções são o Centro Kodály e o Palácio das Arts.

Em Viena, é difícil até mesmo desviar da oferta de apresentações de música clássica, principalmente em frente à Stephansdom e no Hofburg. Mas eu preferi evitar os espetáculos montados apenas para turistas. Fui ver o balé “Don Quixote”, encenado na Ópera. Minha cadeira era praticamente no teto do prédio, mas era o único tipo de ingresso disponível cerca de um mês antes da viagem, quando organizei minha programação, e achei que valia a pena. É claro que existia a opção dos “stand tickets”, para uma sala onde as pessoas assistem aos espetáculos de pé (sobre o assunto, recomendo a leitura deste relato. Mas como minha “agenda” exigia que eu fosse à Ópera em Viena no mesmo dia em que viria de Budapeste, não tinha tempo de chegar cedo, por volta das 16h, 17h, para guardar um lugar, por isso resolvi comprar o ingresso mesmo para uma cadeira mal localizada. E o espetáculo foi tão lindo que o desconforto não prejudicou a experiência. A compra foi feita no site da Ópera mesmo.

Também fui assistir a um concerto de música clássica no Musikverein. Não consegui ver a Filarmônica de Viena, que é a mais conceituada das orquestras da cidade. Tive de me “contentar” com a Orquestra Sinfônica de Viena! Quem fizer questão de ver a Filarmônica, tem que entrar em contato por telefone uma semana antes da data da apresentação para comprar um dos ingressos restantes (a venda não é feita pelo site) ou apelar para os stand tickets.

Outra boa sala de concerto em Viena é a Konzerthaus, mas não deu tempo de ir. Várias igrejas também promovem concertos de música clássica. Uma que fiquei com vontade de ir foi a Karlskirche. Para quem gosta de música sacra, o Vienna Boys’ Choir se apresenta nas missas da capela do Hofburg.

Enfim, Praga. Aqui a oferta de concertos também é enorme, mas a cidade não tem tanta “tradição” no assunto quanto Viena, então, é mais fácil conseguir os ingressos, e os preços são mais baixos. Para se informar num lugar só sobre todas as opções, ao lado da entrada para a Igreja de Nossa Senhora Diante de Tyn, fica uma lojinha de CDs chamada Via Musica, que tem um painel com folhetos de todos os espetáculos, não só de música clássica, mas também de jazz.

Programei uma ida à Ópera para ver um balé. Dei a sorte de ver a estréia da montagem local de “Giselle”, que foi uma apresentação arrebatadora, com direito a muitos aplausos em cena aberta. Na hora da compra, o site da Ópera redireciona para o Bohemia Tickets, que vende ingressos para outros espetáculos também.

Vi ainda “A Flauta Mágica”, de Mozart, numa versão modernizada. A história dessa ópera é tão fantasiosa que um cenário e um figurino um pouco atualizados não fizeram mal nenhum. E poder ouvir a tão famosa ária da Rainha da Noite ao vivo… não tem preço! O espetáculo era montado pelo Naródni Divadlo (Teatro Nacional tcheco), que tem vários prédios (é bom conferir exatamente em qual teatro vai ser o espetáculo, pois quase perdi o início da apresentação por ter ido pro local errado!). No meu caso, a apresentação aconteceu no Estates Theatre, local em que Mozart em pessoa regeu a estréia em Praga de outra de suas criações, a ópera Don Giovanni. Para compra de ingressos, o site do Naródni Divadlo redireciona para o Ticket Portal.

Faltava conhecer o Teatro Negro de Praga, que é tão típico da cidade. Eu já tinha passado pela porta de uma infinidade de locais com apresentações desse gênero, mas não tinha ficado realmente interessada em assistir a nenhuma delas, todas me parecendo apenas “pra turista”. Pois eu devia ter me conformado à minha condição (de turista, afinal!) e ter ido ver um desses espetáculos. Mas resolvi inovar e ver o Lanterna Magika, que também faz parte do Teatro Nacional. Era a estréia da montagem “Legends of Magic Prague”, mas eu tenho de confessar que não gostei. Nem sei explicar o motivo de não ter gostado, talvez não tenha entendido a coisa, mas acho que não fui a única, porque pessoas sentadas ao meu lado não retornaram após o intervalo… Comprei o ingresso no teatro mesmo, cerca de uma hora antes da apresentação (foi um dos últimos lugares).

Nessa noite, eu poderia ter escolhido ir a um concerto de música clássica: ou ver a Orquestra Filarmônica Tcheca se apresentar no Rudolfinum ou uma orquestra de câmara no Smetana Hall, na Casa Municipal. Esse segundo, eu gostaria de ter ido nem que fosse só para conhecer a sala de concertos, que é linda.

Só para dar uma idéia da facilidade de comprar ingressos em Praga: Joshua Bell iria tocar com a Filarmônica cinco dias mais à frente – ah se eu ainda estivesse lá… – e ainda havia tickets disponíveis para essa apresentação, o que não aconteceria em Viena de jeito nenhum! Aliás, em Viena, tinha visto uma reportagem sobre a estréia da ópera Anna Bolena, em que um monte de gente muito fina, vestida para a apresentação de gala, exibia em vão as notas de euro em busca de um bilhete! Assistiram debaixo de chuva, num telão montado na rua…

Sobre os preços dos ingressos: como adiantei, em Viena, paga-se sempre mais do que em Budapeste e em Praga (mas é assim em todos os aspectos, Viena realmente não é uma cidade barata). Mas há ingressos para todos os bolsos, começando com os stand tickets, que custam apenas alguns euros. Em alguns casos, paguei menos do que os preços dos ingressos de espetáculos voltados somente para turistas que, segundo vi, não são exatamente baratos…

Recomendo muito para quem vai viajar para essas cidades aproveitar essa programação cultural tão ampla. Eu acabei fazendo uma maratona de teatros e óperas, o que só deixou a minha viagem ainda mais inesquecível!

Lindo, Wanessa! Muitíssimo obrigado em nome de todos os leitores!

Leia também:

Cadernos de Viagem, de Wanessa Lima

Todas de Budapeste no Viaje na Viagem

Todas de Viena no Viaje na Viagem

Todas de Praga no Viaje na Viagem

508 comentários

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Leda
LedaPermalinkResponder

Olá!!!Estou angustiada,pois não consigo comprar passagem de trem de Budapeste para Viena.Só aparecem através de um site brasileiro que é caríssimo.....Por favor me ajude.Abraços e estou no aguardo.Leda

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Leda! Compre ao chegar em Budapeste.

Cleide
CleidePermalinkResponder

Wanessa,
Não li tudo ainda, mas já copiei. Amo de paixão esses relatos nos mínimos detalhes porque posso fazer o mesmo roteiro, sem me atrapalhar tanto. Valeu mesmo.

Ana Amélia
Ana AméliaPermalinkResponder

Olá,
Dia 10/10 vou para Berlim e de lá sigo para Praga e Budapeste (volto de Budapeste mesmo).
Ate agora só tenho os aéreos Rio-Berlim e Budapeste-Rio, e o hotel em Berlim que nem sei qual é já que será pelo congresso do meu marido.
Queria incluir Viena no meio mas meu marido esta relutante...
Já vi que de trem são quase 8h entre Praga e Budapeste! To tensa com isso!
Tem indicações pra compra de passagens de trem Berlim-Praga e Praga-Budapeste?
Hotel em Budapeste melhor em Buda ou Peste?
Chego dia 11/10 em Berlim e fico até dia 16/10, minha volta ao Brasil (partindo de Budapeste) é dia 27/10, devo acrescentar Viena?
Obrigada!
Abs
Ana

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana Amélia! Viena entre Praga e Budapeste deixa as viagens de trem bem mais curtas: 4h30 a Praga, 4h45 a Viena, 3h a Budapeste.

Compre Berlim-Praga em http://www.bahn.de/international e tente comprar Praga-Viena ou Budapeste em http://www.cd.cz/en . Se fizer Viena-Budapeste, compre em http://www.oebb.at/en .

Leia sobre hotéis em Viena, Praga e Budapeste:

http://www.viajenaviagem.com/2012/04/hoteis-viena/

http://www.viajenaviagem.com/2011/04/onde-ficar-em-praga-mala-strana/

http://www.viajenaviagem.com/2011/11/hoteis-em-praga-o-relato-dos-leitores/

http://www.viajenaviagem.com/2013/06/20-hoteis-budapeste-comentados/

Giselle  Regueira Costa

Qual melhor ordem de cidades para se fazer chegando e saindo de paris?1
Pensei: Paris - Praga - Viena - Budapeste - Paris.

O que faria?!
Obrigada...

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Giselle! Ou isso, ou Paris - Budapeste - Viena - Praga - Paris. Escolha Budapeste ou Praga por último de acordo com a sua expectativa; deixe por último aquela pela qual você tem expectativa maior.

Alessandra
AlessandraPermalinkResponder

Olá
Vou fazer o roteiro Budapeste-Viena-Praga-Berlin de trem, estou em dúvida se escolho o trem das 7h ou das 9h da manhã. Quanto tempo antes devo sair do hotel? Quando tempo antes recomenda-se chegar a estação?
Abraços!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alessandra! Pode-se embarcar no trem com até 2 minutos apenas de antecedência. Recomenda-se chegar com pelo menos meia hora de antecedência para achar a sua plataforma e, caso não tenha assento reservado, pegar um lugar vago.

Nunca marque viagens muito cedo. Madrugar estraga a sua noite anterior, faz você cabular o café da manhã, enche as suas férias de um stress indesejável. Afinal, você viajou para se sacrificar ou para se divertir?

Alessandra
AlessandraPermalinkResponder

Olá A Bóia
Você tem toda razão! Obrigada pela dica! Vou optar pelos trens das 9h00 e aproveitar a noite e o café da manhã!

Outra dúvida, estou tentando comprar o ticket Budapeste-Viena pelo site http://www.oebb.at/en/ e os valores nunca estão disponíveis, mesmo quando simulo com uma data recente, isso é normal?
Mais uma vez obrigada!
Alessandra

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alessandra! Compre com 80 a 60 dias de antecedência para obter preços descontados.

Se for viajar depois de 10 de dezembro, quando mudam os horários dos trens europeus, fique monitorando durante o mês de novembro até os novos horários aparecerem.

Miriam
MiriamPermalinkResponder

Oi Alessandra,

Fiz este circuito agora em setembro/2013. Eu já tinha lido aqui no site que não dava para comprar Budapeste-Viena pelo site, então comprei somente Viena-Praga. Mas foi tranquilo. Assim que cheguei em Budapeste a primeira coisa que fiz foi comprar as passagens na própria estação (e aproveitei para verificar onde era a minha plataforma). Para voce ter uma idéia, eles emitem a passagem toda escrita à mão, então, acho que realmente ainda não vendem pela internet. É um contraste e tanto com Viena ahahah.

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Olá Miriam e Alessandra,
Comprei minhas passagens de trem, de Budapeste a Viena no site da Mav-star. A diferença é que você tem que coletar seus tickets (passagens) numas maquinhas na estação mesmo (no caso, coletei na Keleti mesmo, uma hora antes da viagem).
O ruim é que não há área de espera com aquecimento e estava horrivelmente frio nesse dia, então, apesar de um aviso em húngaro dizendo que ali não era sala de espera, ficamos aguardando no salão de compra de passagens internacionais.
O trem era ótimo!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Mariana! Que boa notícia! (a possibilidade de comprar passagem no site húngaro, não o frio da estação, claro...)

MARCELO
MARCELOPermalinkResponder

Oi Mirian. Vou pra Budapeste agora em setembro/14. Qual a temperatura quando vc esteve lá? Tava muito frio? De trem pra Viena, é preciso fazer baldeação ou vai direto? Como saber em qual vagão eu devo entrar?

Obrigado!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcelo! O trem é direto. Deve estar quente, mas esteja preparado para mínimas abaixo de 15ºC.

Marcia
MarciaPermalinkResponder

Vejo muitos roteiros que incluem Berlim, será que se trocar por Munique fica mais cansativo ou mais longe? E se incluir Munique, qual a melhor ordem p se fazer o roteiro, entrando ou saindo por Munique?
Abs e obrigada pelos muuuitos roteiros (usei todos os de NY).
Marcia

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcia! Munique entra exatamente no lugar de Berlim, no começo ou no final do tour. A viagem de Praga a Munique leva 4h40 e é feita de ônibus.

Rosa Bazilio
Rosa BazilioPermalinkResponder

Olá! Eu e mais 2 pessoas vamos fazer Paris, Budapest e Praga em abril/2014. Esse seria o roteiro mais correto? Pretendemos usar milhas. Posso tentar resgatar chegada em Paris e partida de Budapest ou Praga. Ou Paris por último..meio confusa né,rs..alguma dica para nos ajudar? Obrigada!!
PS: aproveitei muito as dicas sobre Portugal que peguei ak!! Show!!

Alessandra
AlessandraPermalinkResponder

Olá
Estou comprando ticket Viena-Praga para 30/dez, o preço mais barato diz que é em trens específicos. Como vou saber em qual posso entrar?
Haverá alguma marcação? Mesmo nesses casos posso reservar lugar?
Obrigada

Tatiana
TatianaPermalinkResponder

Ola, Estou programando um roteiro de Paris - Budapeste - Viena - praga. Quantos dias você recomenda? A principio sairia dia 15/6 de SP- Paris para voltar dia 28/6 de Praga-SP. Você cortaria Budapeste ou Viena do roteiro, caso o tempo seja curto? (caminho bem..rss)grata, Tatiana

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Tatiana! Fica um pouco apertado para o tempo que você tem. Veja quantos dias o Ricardo Freire recomenda passar em cada cidade aqui: http://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar/

Alberto
AlbertoPermalinkResponder

Ola! Vou fazer Berlim-Viena-Praga-Budapeste. Tenho 17 noites. Quantas você ficaria em cada uma destas cidades?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, alberto! 5 noites em Berlim, 4 noites em cada uma das outras.

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

Olá!

Eu e meu marido estamos programando um roteiro tendo como base as seguintes cidades (onde pretendemos dormir): Munique, Berlim, Varsóvia, Cracóvia, Praga e Viena.
Qual a melhor ordem a ser seguida? Quantas noites recomenda em cada cidade?

Obrigada,

Carolina

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Carolina! Compre uma passagem multidestinos, com ida ao primeiro destino a ser visitado e volta desde o último destino a ser visitado.

Leia:
http://www.viajenaviagem.com/2012/01/passagens-internacionais-como-evitar-o-erro-mais-comum/

Recomendamos 2 dias em Cracóvia, 3 dias em Varsóvia e em Praga, 4 dias em Viena, 5 dias em Berlim e em Munique.

Voe a Varsóvia, vá de trem a Cracóvia, voe a Viena, siga de trem a Praga, Berlim e Munique, voltando de Munique.

Claudia
ClaudiaPermalinkResponder

ola, vou fazer Viena , Praga , Budapeste . Vou chegar em Viena no dia 10/05 , estou com receio de chegar no final de semana , fim de tarde com relação ao comércio ( mercado , restaurante) e passeios. Horário de funcionamento.

obrigada Claudia

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Claudia! Aproveite seu primeiro fim de tarde para passear pelo centro histórico. Reconheça o terreno. Vá a um dos cafés históricos. Ninguém precisa chegar num lugar e já sair correndo para os museus ou para as lojas.

Leia sobre Viena:
http://www.viajenaviagem.com/2010/12/em-viena-segunda-feira-e-dia-util-ate-para-o-turista/

Thiago
ThiagoPermalinkResponder

Olá Mariana,
Vc mencionou que: "Mariana
7 de dezembro de 2013 às 15:25 | Permalink | Responder
Olá Miriam e Alessandra,
Comprei minhas passagens de trem, de Budapeste a Viena no site da Mav-star. A diferença é que você tem que coletar seus tickets (passagens) numas maquinhas na estação mesmo (no caso, coletei na Keleti mesmo, uma hora antes da viagem).
O ruim é que não há área de espera com aquecimento e estava horrivelmente frio nesse dia, então, apesar de um aviso em húngaro dizendo que ali não era sala de espera, ficamos aguardando no salão de compra de passagens internacionais.
O trem era ótimo!"

Vou viajar em abril/2014 para Budapeste-Viena-Praga.
A minha pergunta é:
Como fazer a compra pelo site da Mav-star?
Pois, sempre que tento comprar o trecho Budapeste-Viena (para abril/2014), aparecem vários horários, mas nenhum está disponível para compra.
O mesmo ocorre no site da OBB.

Agradeço a quem puder responder.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Thiago! Nós também não conseguimos ver onde se compra na Mav-Star, não. Compre o trecho de Budapeste a Viena ao chegar em Budapeste. O de Viena-Praga já deveria estar disponível.

Leia:
http://www.viajenaviagem.com/2010/12/viena-a-praga-de-trem-como-comprar-passagem-pela-internet/

Thiago
ThiagoPermalinkResponder

Ola Boia!
Comprarei o trecho Budapeste-Viena ao chegar em Budapeste.
Os demais traslados terreos ja comprei no site da obb.
Os quais, por sinal, sairam muuuito mais baratos que os oferecidos no site da raileurope.

Aproveitando o ensejo, vc teria alguma sugestao de qtos dias dedicar a cada uma das cidades: budapeste-viena-praga, considerando 13 dias de viagem (ja descontando a ida evolta do aereo e um passeio rapido de viena a bratislava)?

E, ainda, se com o tempo q disponho vale a pena conhecer alguma cidade no interior da republica checa, como karlovy vary, ou se é melhor mesmo dedicar todo o tempo a praga?

Obrigado.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Thiago! Reserve pelo menos 3 dias inteiros a cada capital; idealmente, 4. Dando a cidade por visitada, você pode pensar em passeios aos arredores.

Pedro
PedroPermalinkResponder

Bóia, o pessoal tem relatado que não é possível comprar passagens de budapeste a viena pela internet. Mas no site da Raileurope eu consigo ver disponibilidade e preços. É possível comprar no site deles?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Pedro! É possível, mas você vai pagar uma fortuna. As passagens do leste europeu no site da Raileurope têm uma margem absurda.

Leia:
http://www.viajenaviagem.com/2014/02/comparacao-precos-raileurope-x-ferrovias-europeias/

Denise Braga
Denise BragaPermalinkResponder

Boa tarde A. Bóia!
Eu e meu marido estamos programando nossas férias para outubro/2014.
Pretendemos fazer Grécia/Budapeste/Viena/Praga/Berlim/Paris em aproximadamente 22 dias (na ordem). Será que esse é o melhor roteiro?
Pode nos ajudar?
Obrigada
Denise

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Denise!

Comece seu planejamento por aqui:
http://www.viajenaviagem.com/2011/12/como-montar-viagem-europa/

Joao
JoaoPermalinkResponder

Olá Boia,

estou programando minhas ferias, já comprei o trecho aereo SP/Paris/SP, de 19/10 a 11/11.
Pensei em Praga, Budapeste e Berlim, mas gostaria de saber sua opinião sobre incluir Viena.
Minha outra duvida são os trechos internos,inicialmente pensei em comprar aereo (baixo custo), pois pelo que tinha visto os trechos de trens eram carissimos..., mas depois de ler suas dicas, vi que é possivel fazer de trem e com custo baixo.
Por fim, sobre o clima nessa época do ano, vc faz alguma ideia?

Desde ja grato,

João

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, João! Já estará frio, esteja preparado para temperaturas abaixo dos 10ºC.

Leia sobre passagens de trem:
http://www.viajenaviagem.com/2014/02/comparacao-precos-raileurope-x-ferrovias-europeias/

Compre aéreo de Paris a Budapeste e de Berlim a Paris.

Selma
SelmaPermalinkResponder

Eu e 2 amigas estamos com passagens ida 30/4 Paris, volta 22/5 Amsterdã com hotel reservado 8 dias em Paris e os outros dias a resolver, pensamos em Bruxelas e Brugges mas como marinheiras de primeira viagem estamos rodando em circulos e viajando demais na viagem, estamos muito tentadas a ir em Praga e Berlim, mas uma de nós encasquetou que de trem não se viaja mais que 6 horas, que é recomendação unânime de todos os sites. O que vc sugere, contando com um detalhe importante, não temos muito dinheiro e não somos fluentes no inglês e não gostamos de excursão.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Selma!

Comece o planejamento da viagem aqui:
http://www.viajenaviagem.com/2011/12/como-montar-viagem-europa/

Andrea/RJ
Andrea/RJPermalinkResponder

E o problema da língua? Viena imagino que seja tranquilo, mas em Praga e Budapeste falam inglês? Dá pra se virar?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Andrea!

Leia:
http://www.viajenaviagem.com/2010/09/nao-falo-ingles-posso-viajar-ao-exterior-mesmo-assim/

Andrea/RJ
Andrea/RJPermalinkResponder

Boia, não é isto. Eu falo inglês e outras línguas fluentemente, queria saber se as pessoas em Budapeste e Praga falam inglês, ou só a língua de lá.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Andrea! Nos locais mais turísticos, você consegue se comunicar bem, falando inglês.

Liane Rego
Liane RegoPermalinkResponder

Olá, estou viajando com meu marido e filho adulto em agosto de 2014 para Alemanha. Pretendemos a partir de Frankfurt, conhecer vários lugares, entre eles, Munique, Dresden, Heildelberg, Stuttgart,Praga e Budapeste. Não sei se é melhor alugarmos um carro ou ir de trem, pois teremos 15 dias. Qual a sugestão de transporte e tem algum outro local que você sugeriria? Agradeço sua ajuda.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Liane! É muito lugar para pouco tempo. Para o leste, vá de trem.

Você pode encomendar um roteiro pela Alemanha no http://www.alemanhaporquenao.com .

Otto Fernandes

Boa Tarde navegantes. Uma dúvida e peço ajuda. Não estou conseguindo visualizar a compra de bilhetes por trem de Budapeste para Viena. É realmente impossível pelo site da empresa MAV ou tem algum truque para ser bem sucedido? Pretendo viajar em julho, mas mesmo tentando um outro mês, como teste (para maio), não tenho sido bem sucedido. É melhor mesmo comprar lá? Grato pelas dicas que puderem oferecer.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Otto! Realmente não dá para comprar passagens de Budapeste a Viena online. Você deve comprar ao chegar em Budapeste.

France Rocha
France RochaPermalinkResponder

Bom dia. Farei de trem o roteiro Berlim ,Dresden ,praga ,viena, bratislava,budapeste, Salzburg e Munique todo de trem. Em quase todas ja resolvi o problema de transporte da estacao - hotel, exceto em budapeste onde ficarei no Carlton hotel e Chegarei em keleti; vi que o transporte publico e complicado e os taxis Não confiaveis para se usar pegando os de rua. Como Não falo o idioma, gostaria de sair com Tudo agendado, Como o que o Ricardo indica ( e eu ja contratei) em praga. Alguém sabe o que me indicar? Da estacao Não Terei telefone e Não saberei me comunicar.obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, France!

Este tópico do TripAdvisor fala sobre táxis em Budapeste:
http://www.tripadvisor.com/Travel-g274887-c167515/Budapest:Hungary:A.Tip.Budapest.Taxi.Fares.And.Advice.html

Marilice
MarilicePermalinkResponder

Boa Tarde! Acabei de comprar a passagem trem Viena-Praga pelo site http://www.oebb.at/en/ porem comprei com a data errada 12/05 ao invés de 14/05. Vcs sabem se consigo realizar a troca ou cancelamento? e como faze-lo? A propósito, comprei a passagem trem Budapeste-Viena pelo site da Mav, só não da para imprimir em casa.O código deve ser trocado pelo ticket nas máquinas automáticas da estação. Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marilice! Veja as condições do seu bilhete para ver se é possível modificar.

Esta é a página do serviço de atendimento ao cliente:
http://www.oebb.at/en/Services/OeBB_Customer_Service/index.jsp

vilma
vilmaPermalinkResponder

Olá, vou a Barcelona em dezembri. Dpois do ano novo quero ir a Praga Viena Budapest. Quero comprar meu pacote de lá. Gostaria de como proceder. Sai mais barato?? Começo pelo qual?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Vilma! Compre passagem com ida a Barcelona e volta de Praga. Orce também o trecho Barcelona-Budapeste na passagem internacional. Faça Budapeste-Viena e Viena-Praga de trem.

Veja como comprar passagem multidestinos:
http://www.viajenaviagem.com/2012/01/passagens-internacionais-como-evitar-o-erro-mais-comum/

vilma
vilmaPermalinkResponder

Desculpe nao ter me explicado bem. Vou ficar uns 25 dias em Barcelona, neste meio vou fazer estes tres trechos e volto por Barcelona para voltar de lá. Morei 4anos lá .Fiz varios paisrs menos estes trchos

vilma
vilmaPermalinkResponder

Entao li a viagem da Vanessa.Queria já comprar meu bilhete Salvador Barcelona e Barcelona Salvador. Seria melhor comprar de lá? Ou ver já daqui?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Vilma! Compre Barcelona-Budapeste e Budapeste-Barcelona em sites como http://www.kayak.com.br . Quanto mais em cima da hora, mais caro vai ficar.

Rafael
RafaelPermalinkResponder

Oi. Gostaria de uma sugestão pois meu voo chega em Praga e parte de Praga para o Brasil. Estou tentando verificar a melhor forma de fazer o roteiro Praga-Viena-Budapeste e depois retornar para Praga. Vc acha que alugar um carro é uma boa opção? estou vendo em alguns sites e o aluguel total para 17 dias com um carro economico, pegando e devolvendo no aeroporto de Praga fica em aproximadamente 350 Euros. É isso mesmo?? Obrigado!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rafael! Carro é puro estorvo em cidade grande. Voe de Budapeste para Praga, passando a noite da véspera da volta em Praga, para não dar problema de conexão.

Da próxima vez, compre uma passagem com ida por uma cidade e volta pela outra:
http://www.viajenaviagem.com/2012/01/passagens-internacionais-como-evitar-o-erro-mais-comum/

marcello Peral

Olha eu aqui de novo te enchendo o saco.
Após extrair ótimas dicas da trip pela Grécia, eu e minha esposa estamos planejando conhecer o Budapeste, Viena, Praga e talvez Berlim.
Nossa pretensão é sair do Brasil no início de Novembro. Pesquisando sobre clima e temperatura verifiquei que esse período não é muito recomendado em decorrência do frio intenso. Essa informação procede? Outra pergunta. Dentro deste roteiro, por onde é melhor começar? Quantos dias em cada cidade. Forte Abraço

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcello! Recomendamos exatamente o roteiro da Wanessa, continuando de Praga a Berlim de trem. Pense em pelo menos três dias inteiros em cada cidade, sem contar o dia da chegada. Nesta época, esteja preparado para mínimas abaixo de 10ºC e máximas abaixo de 15ºC.

Marcela Barbara

Olá,

Estou pensando no seguinte roteiro para outubro (com base nas dicas acima)
Ida: São Paulo - Paris
Paris Viena (avião)
Viena Budapeste (trem)
Budapeste - Praga (trem)
Praga - Berlim (trem)
Berlim - São Paulo

Esta ordem está lógica? Quantos dias em cada local? Tenho 18 dias no total (incluindo ida e volta)

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcela! A gente recomenda fazer Budapeste-Viena-Praga. O roteiro está um pouco corrido para os dias que você tem. É possível que precise sacrificar um ou dois destinos. Leia: http://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar/

Flavia
FlaviaPermalinkResponder

Olá Bóia, estou pensando em fazer esse roteiro no início de novembro desse ano, e queria saber sobre o clima nessa ápoca.... é possível que já esteja muito frio e neve?

Andrea/RJ
Andrea/RJPermalinkResponder

Olá, Boia!
Estou pensando em ir para Budapeste e Praga em outubro. Como terei pouco tempo, vou deixar Viena para uma outra vez. Minha dúvida é se vale a pena passar um dia em Bratislava, já que fica no caminho entre as duas cidades.

MARCELO
MARCELOPermalinkResponder

Olá a todos! De trem de Budapeste a Viena, como saber qual o vagão eu devo entrar? Vem especificado no ticket?
Obrigado!!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcelo! Se você tem assento marcado, o número do vagão estará no ticket. Se não houver lugar marcado, verifique ao lado da porta do vagão o destino final do vagão (alguns vagões ficam pelo caminho).

MARCELO
MARCELOPermalinkResponder

Muito obrigado "A Bóia" pela sua prestatividade. Felicidades!

MARCELO
MARCELOPermalinkResponder

Olá "A BÓIA"! Tudo bem? Por favor, mais uma dica sobre meios de transporte. É melhor ir de ônibus ou trem de Budapeste à Viena? E de Viena a Bratislava - ida e volta? E pra finalizar.. de Viena à Cesky Krumlov, e de lá pra Praga?
Mais uma vez, obrigado!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcelo! Os ônibus na Europa são sempre inferiores aos trens. Se houver trem e ônibus na mesma rota, em 95% dos casos será mais rápido e mais confortável ir de trem.

Viena-Cesky Krumlov-Praga é feita de shuttle, com agências como a Lobo: http://www.shuttlelobo.cz/

Andrea/RJ
Andrea/RJPermalinkResponder

Oi, Boia, venho de novo com a minha pergunta... Vou passar dez dias entre Budapeste e Praga, sem incluir o dia da chegada e o da volta. Vale a pena gastar dois dias/duas noites em Bratislava, ou deixo para outra viagem? O roteiro seria assim:
Chegada em Budapeste;
3 noites em Budapeste;
2 noites em Bratislava;
5 noites em Praga;
volta para o Brasil.
Se eu cortar Bratislava, somo uma noite a Budapeste e a outra à Praga.
O que acha?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Andrea! Se você quer incluir Bratislava no roteiro, então é melhor ficar duas noites do que uma.

Divida os outros 8 dias entre Budapeste e Praga meio a meio.

ALINE
ALINEPermalinkResponder

Olá!Tudo bem? Por favor, uma pergunta: Após o Check out no hotel de Budapeste vou ter que ficar 4 horas com a bagagem até a viagem de trem à Viena. Alguém sabe me dizer se na Estação KELETI em BUDAPESTE, tem guarda-volumes pra malas? Fico muito agradecida se souber desta dica!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Aline! O seu hotel pode guardar a bagagem. Mas a estação tem lockers, sim.

http://www.themadtraveleronline.com/travel-tips/storing-luggage-at-budapest-keleti-train-station/

ALINE
ALINEPermalinkResponder

Muito Obrigada!! Você me ajudou demais! Parabéns!

clovis de almeida

Minha Cara .gostaria de sua opnião sobre se é aconselhável viajar alugando um carro fazendoo seguinte roteiro:AMSTERD ;BERLIM;VIENA; PRAGA; .Nesta viagem
irá eu, minha esposa e meu filho que terá que retornar dia 14/08/2014.para londres.
E quanto a hoteis bons e baratos você pode nos ajudar?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Clovis! Não recomendamos alugar carro para esse tipo de viagem. Use trem e avião. Entenda: http://www.viajenaviagem.com/2007/08/europa-aviao-trem-ou-carro/

Encontre informações de hospedagem e dicas sobre as cidades clicando no menu "Europa", no topo da página.

jose carlos ribeiro de barros

vanessa vamos eu e meu filho para praga,budapest,brastilava e viena. os hoteis ja estão reservados e pagos,mas quanto vc acha que nos dois gastariamos por dia nestas cidades sómente passeando e frequentando restaurantes simples e semm bebidas alcoolicas. por ex: praga mais ou menos por dia quantas coroas,budapeste por dia quantos florim e viena quantos euros.ficaria imensamente grato pela sua colaboração. abraço

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, José Carlos! Desculpe, mas nós não podemos pitaquear sobre despesas pessoais! Veja como estimar os gastos da sua viagem aqui: http://www.viajenaviagem.com/2013/07/como-estimar-gastos-viagem

Eliana Castro Neves

Lí todo o seu blog que achei perfeito, para quem viaje assim.Já tenho mais idade e gostaria de saber se poderia contar com uma guia local que pudesse me acompanhar nos dias que não tivesse atividade pré agendada no hotel provenientes da excursão.Vc conheceria alguém que pudesse me indicar??

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Eliana! Não indicamos guias no exterior. Sugerimos pedir ajuda ao seu hotel. Eles poderão indicar um guia de confiança. E o nosso leitor Thyago indicou uma guia brasileira em Praga. Para saber mais, veja: http://www.viajenaviagem.com/2014/07/guias-brasileiros-exterior-dicas

Roberta Soares

Olá Bóia! Estou achando os trens Viena - Praga caríssimos na internet, acha que vale a pena comprar quando chegar lá?
Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Roberta! Com certeza você não vai conseguir preços melhores com poucos dias de antecedência. O ideal é comprar o quanto antes. Fazendo uma simulação, conseguimos achar preços a partir de 29 euros. Mas não sabemos a data da sua viagem e pode ser que para o período que você deseja, os preços já estejam mais altos.

Ana Maria
Ana MariaPermalinkResponder

Olá Ricardo ou Bóia,
Vocês têm algum comentário sobre o monastério KUTNÁ Hora na República Checa? Sabem se vale a pena a visita ou se é meio mórbido?
Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana Maria! Se lhe parece mórbido e não lhe agrada a idéia de visitar, não visite. Há muitas coisas para se ver em Praga.

valeria aires
valeria airesPermalinkResponder

boa tarde
gostaria de saber se é possível comprar on line a passagem de trem de viena para budapeste? obrigada

Guilherme Hagebock

Boa tarde

Vou para Viena dia 05/10 e ficarei neste mesmo hotel , coincidentemente..Hotel é bom? Vou me deslocar bastante de metrô lá , pelo jeito não é muito complicado.Devido ao tempo escasso , ficarei 2 dias apenas

roberto santos

Boa noite,
Pretendo fazer o circuito Budapeste-Praga, no período de 13 a 26/10/2014. Será que já vai estar bem frio? Vale a pena o vôo da Tap com conexão prolongada em Lisboa, sendo que obrigatoriamente terei que fazer a conexão? Penso em dá uma olhada rapidamente em Lisboa (se é que é possível rs). Obrigado.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Roberto! Em outubro você já vai pegar algum frio. Lisboa é uma cidade bacana para passear entre vôos; o aeroporto não é distante dos pontos turísticos. Veja mais aqui: http://www.viajenaviagem.com/2012/01/intervalo-entre-voos/

Thatiana
ThatianaPermalinkResponder

Olá Bóia, estou em dúvida entre dois roteiros e queria sua sugestão:

1º Hungria, Republica Tcheca e Austria

2º Hungria, Irlanda e Irlanda do Norte

Hungria está nos dois pois iremos assistir ao GP da Fórmula 1 lá em 2015, está marcado para o fim de julho. Pego bastante calor nessa época?

O que vc me sugere?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Thatiana! Poderá pegar bastante calor, sim. Mas também poderá pegar temperaturas de 15ºC, se passar uma frente fria. Calor intenso e constante é no sul da Europa.

Da Hungria para a Irlanda, voe. Compre passagem com chegada por Budapeste e volta por Dublin.

Marly
MarlyPermalinkResponder

Passando para agradecer.
Acabei de chegar da Europa, tudo magnifico como sempre.
Agradeço a vcs pela indicação da guia que fala português em Praga. Optei pela Tania, que foi uma guia maravilhosa.
Obrigada, vcs são Maravilhosos.

Eva
EvaPermalinkResponder

Gostaria do contato dessa guia que fala portugues em Praga, alguem pode me passar?

Freddy
FreddyPermalinkResponder

Olá!!! Encontrei um site (http://czech-transport.com) que vende passagens de trens com vários destinos, como Praga, Budapeste, Viena, Bratislava.
Queria saber se este site, além dos outros indicados aqui, também é confiável. Já ouviu falar dele?
Obrigado!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Freddy! A gente nunca testou o serviço dessa empresa. O ideal é comprar passagens de trem diretamente nas cias. ferroviárias dos países de origem, para conseguir melhores tarifas. Estes dois posts podem ajudar: http://www.viajenaviagem.com/2011/07/vai-por-mim-trem-na-europa/ e http://www.viajenaviagem.com/2012/08/5-passos-viagens-sem-roubadas

Fernanda
FernandaPermalinkResponder

Olá,
o valor de trem que conseguiste em primeira classe de budapeste a Viena, foi realmente de EUR 13,00 - ou há erro de digitação?
obrigada.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Fernanda! As passagens mais baratas custavam 13 euros na época. Mas a Wanessa não conseguiu esta tarifa, então pagou mais caro na 1ª classe.

Cristina Maria Vieira Carvalho

Alguém já fez Viena - Budapeste de barco? Valeu ou é fria?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Cristina! É uma viagem bacana. Leva 5 horas. Só é realizada entre maio e setembro.