Miniguia inteligente: Aracaju
POST PATROCINADO — Dificilmente você vai encontrar morador mais apaixonado pela sua cidade do que o aracajuano. É fácil entender: quem não adoraria viver numa cidade bonita, organizada e cada vez mais próspera?
Para o visitante, o sinal mais claro da qualidade de vida de Aracaju está na Orla de Atalaia. Uma felicíssima urbanização dotou a praia da cidade de passarelas de madeira, ciclovia, lago com pedalinhos, aquário, parque infantil, centro de artesanato e restaurantes.
Não deixe de aproveitar, porém, o outro calçadão da cidade — o do parque 13 de Julho, mais perto do centro, que acompanha um viçoso manguezal e também oferece ótima infra-estrutura para esportes. Alguns dos prédios mais elegantes de Aracaju ficam ali.
Aracaju também é um destino imbatível para passear: quase todas as atrações de Sergipe estão a um mero bate-e-volta de distância (mas o cânion do Xingó merece pelo menos um pernoite). O São João é dos mais tradicionais e animados do Nordeste — e para o visitante, oferece uma rede hoteleira muitíssimo mais estruturada do que Caruaru ou Campina Grande.
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O Aeroporto Santa Maria fica dentro da cidade, a menos de dez minutos de táxi da Orla da Atalaia e um pouco mais do que isso do 13 de Julho.
Há dois pontos de táxi. Os táxis especiais são operados pela Comtaju e funcionam com tabela fixa. Uma corrida para a Orla de Atalaia sai R$ 15. Os táxis comuns, chamados aqui de táxis-bandeira, rodam pelo taxímetro; conte em pagar em torno de R$ 10 até a Orla de Atalaia.

A zona hoteleira por excelência de Aracaju se espalha ao longo da Orla de Atalaia — mas como a cidade é relativamente compacta, isso não é um inconveniente para quem viaja a negócios.
Querendo se poupar das tentações da praia — ou estar mais perto do centro e dos bairros residenciais nobres –, escolha um dos hotéis do 13 de Julho ou dos Jardins, que ainda oferecem a vantagem de estar próximos a shopping centers.

Atalaia tem hotéis de todos os portes para todos os bolsos. Os maiores têm piscinas que não ficam a dever a resorts; para ir à praia, basta atravessar a rua.
Estando de carro, considere se hospedar no início da rodovia José Sarney, na praia de Aruana, que está próxima dos melhores bares de praia e da nova ponte sobre o Vaza-Barris que leva ao litoral sul.
Fora da capital há um ótimo hotel-fazenda em Laranjeiras. Para explorar o São Francisco e o Cânion do Xingó, fique uma ou duas noites em Canindé do São Francisco (a 220 km).

- Visitar o Oceanário de Aracaju, mantido pelo Projeto Tamar
- Fazer compras no Mercado Municipal, no centro, e no Centro de Arte e Cultura de Sergipe, na Orla da Atalaia
- Subir ao mirante do 13 de Julho para entender melhor a geografia de Aracaju
- Mergulhar na história no recém-restaurado Palácio Olímpio Campos, no Centro
- Pedir a um amigo sergipano para levar você a um botequim beira-rio na Orlinha do Industrial;
- Aproveitar a noite na Passarela do Caranguejo, em Atalaia
- Ir ao Pitu com Pirão da Eliane e experimentar o dito cujo

Duas das cidades mais antigas do Brasil estão nos arredores da cidade. São Cristóvão, 23 km ao sul, é a antiga capital de Sergipe e acaba de ter sua praça principal declarada como patrimônio histórico mundial pela Unesco.

Já Laranjeiras, 30 km ao leste, também tem um bonito casario à beira-rio e é um importante polo universitário. O passeio pode ser combinado com uma visita ao Parque dos Falcões, ali perto.
No litoral norte, Pirambu, a 34 km, abriga o núcleo pioneiro do Projeto Tamar. Mais adiante, a 115 km da capital, Pacatuba é a porta de entrada para o magnífico Pantanal sergipano, um ecossistema de dunas, manguezais e lagoas.
No litoral sul desponta a bela Praia do Saco, a 70 km. Do outro lado do Rio Real fica Mangue Seco, cenário do romance Tieta do Agreste de Jorge Amado.
Canindé de São Francisco, a 220 km, é a melhor base para explorar o Cânion do Xingó e as outras atrações da região — como a gruta de Angicos, onde Lampião foi emboscado, e a cidade histórica de Piranhas, na outra margem do rio.

De São Paulo os voos duram 4 horas; do Rio de Janeiro, 2h15min; de Maceió, 50 minutos; de Brasília, 3h30min; de Salvador, 40 minutos.
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Parabéns Ricardo Freire pelo seu texto leve e interativo. O conheço através dos textos e claro do amigo sergipano Carlos Nascimento, que faz boa referência ao seu trabalho. Afinal, Carlos sabe valorizar aquilo que é bom no mercado turístico e você faz a diferença. Fiquei feliz no Miniguia com a indicação de Canindé de São Francisco, como pernoite e não só bate e volta de Aracaju. Aproveito para convidá-lo a vir ao São João Encantado de Canindé de São Francisco ou Semana do Cangaço, de 27 a 29 de julho.
Eu adoro esses miniguias, e pra mim foi uma surpresa muito agradável acessar o VnV hoje e ver um sobre minha cidade querida!!!! E numa época tão propícia como o mês junho! Amei!!!
A frase do início é perfeita! Realmente, acho que não há moradores mais satisfeitos com sua própria cidade do que nós aracajuanos não!
Adoro os miniguias, vou a BH agora por 3 dias pautada por ele, e esse de Aracaju me fez decidir minha próxima viagem no Brasil – Aracaju, claro, que ainda não conheço.
grande abraço,
vera
Feliz ao ler sobre Aracaju, cidade que conheci há 27 anos, e hoje valorizada turistica e culturalmente.
Gostei demais! Realmente o sergipano é apaixonado por sua terra, tão cheia de riquezas culturais e belas paisagens. Parabéns pelo texto.
Sempre pesquiso em sites antes das minhas viagens e esses mini guias facilitam muito. Fiquei encantada com a descrição sobre Aracaju que, com certeza, estará nos meus planos para o verão 2012.
Conheço uma bela casa para hospedagem, ver endereço na web ( copia e cola o endereço na barra) http://aracaju.olx.com.br/casa-para-temporada-iid-150977035
Muito bom o miniguia!
Aracaju já está na minha lista de próximos destinos. Quero conhecer também o Cânion do Xingó.
Amo o Nordeste conheço várias cidades de vários estados mas Aracaju ainda estava na minha listinha. Agora, está em negrito.
Muito legal seu miniguia. Atende a uma visita de fim de semana como por um tempo mais prolongado. Muito bom!
Tem 10 anos que estive em Aracaju. O guia está uma gracinha, como a cidade
Estive em Aracaju em 2004. Foi muito marcante, para mim, conhecer São Cristóvão. Uma cidadezinha nordestina linda, como as que um gaúcho, como eu, só vê em novelas e filmes.
O ambiente era tão agradável e a cena histórica tão natural e anti-turística que até mesmo uma amiga argentina que estava junto disse: “São Cristóvão me choqueó” (São Cristóvão me surpeendeu).
Oi, Ricardo.
Faltou apenas vc dizer o nome do “ótimo hotel-fazenda” que citou. Fico no aguardo.
http://www.boaluz.com.br/ Boa Luz Hotel + Zoo Parque + Parque Aquático
Oi Riq,
Meu pitaco é, a caminho do Xingó, dar uma passadinha no Povoado Serra do Machado, a 6 Km de Ribeirópolis (entrada da Rota do Sertão). O Artesanato de lá é famoso no Brasil todo e conhecer a primeira mercearia da família Paes Mendonça é bem interessante. Pernoitar na Pousada da Serra (novinha e graciosa) é uma dica para quem está em Aracaju, a caminho de Canindé.
Anotado, obrigado!
Adorei o miniguia sobre minha cidade querida, Aracaju. Vi uma nota no Jornal da Cidade e fui logo acessando o link para conhecer seu blog. Descreveu perfeitamente os melhores lugares para se conhecer em Sergipe. Palavras de uma aracajuana apaixonada pelo lugar em que mora. Parabéns!
Estou muito feliz de conhecer este site hoje, me informar muito bem sobre a viajem que pretendo fazer e ainda me deparar com um guia tão legal sobre a minha querida Aracaju!
Obrigado e Parabéns!!!
Amoooo Aracaju!!! O São João lá é uma maravilha, acabei de chegar e me diverti muito. Ótimo para quem vai com crianças e perfeito para os solteiros de plantão. Ric… voce esqueceu de comentar sobre o Precaju, carnaval fora de época que acontece no mês de Janeiro. Já fui em 2010, 2011 e em 2012 se Deus quiser estarei lá. Conheci Xingó e super recomendo, agora falta ir ao Mangue Seco e as outras dicas da cidade q vc deu ai… obrigada!! Sou mineira, moro em SP e agora com coração em Sergipe!!
De novo, o site pega na minha mão e me leva pra conhecer Aracaju. Fico 3 dias no Celi Hotel Aracaju, reservado pelo booking.com, e voo com milhas Gol. Na volta comento aqui.
Beijo, merci sempre pelas dicas,
Vera
PS. Oh, Riq, acho que já está na hora de você abrir um cantinho no seu indispensável site para oferecer suporte e dicas para um tipo específico de viajante, como eu: mulher de meia idade que viaja sozinha. Raramente encontro “minhas pares” em qualquer site, e sinto falta disso. Às vezes pareço ranzinza quando falo mal das escadas nos hotéis que nunca são anunciadas ou previstas, mas é que nem sempre posso subi-las. Nesse momento, estou podendo, mas já passei cada perrengue ::))
beijo again,
vera
Olá, Vera! Aqui quem fala é A Bóia. Boa idéia!
Tendo a sua aprovação, Bóia, já é meio caminha andado! ::)) Tomara que o Riq pense no assunto, mas não qual é o percentual de leitoras como eu do site, acho que um serviço é oferecido quando há demanda, se o público se resume a vera maria não tem mesmo muito sentido de oferecê-lo. De todo modo, sei que o povo da meia idade está crescendo em todo o mundo, não apenas no Brasil, e eles querem fazer o que é sempre bom: viajar, viajar e viajar, até quando as pernas aguentarem e a saúde deixar.
Eu fui a Paris e pedi ajuda de cadeira de rodas à companhia aérea, não porque não pudesse caminhar, mas por conta do peso que não podia carregar em função de problemas nos joelhos. Eles não tinham carregador, então ofereceram para ‘me’ carregar ::)), eu aceitei e adorei a experiência, mas reconheço que tem de ter um pouco de cara de pau para fazer isso ::))
Agora estou bem, andando e subindo escadas usandoo os dois joelhos! – devagarzinho ::))´
Um abraço grande, merci por tudo,
vera
“mas não sei qual o percentual”; “muito sentido em oferecê-lo”
vera
Por indicação desse guia, passei quatro dias em Aracaju, no ótimo Celi Praia hotel (a melhor ducha que já tive o prazer de conhecer, ever) e achei a cidade ótima para descansar, além de muito bonitinha. O tempo era instável, mas até disso gostei: uma hora sol forte, daqui a pouco chuva, depois sol de novo, à noitinha brisa ou vento forte – ou seja, muitas variações interessantes, ninguém se entedia por ali.
A cidade é limpíssima, não vi nem guimba de cigarro no chão, pode-se andar na orla do bairro Atalaia sem problemas (e a bicicleta é usada por todos), mesmo à noite, mas pro carioca paranóico dá uma certa aflição, nessa época não havia muita gente caminhando na rua e há muito espaço vazio a nossa volta. Uma pena, porque o pouco turismo faz os preços subirem, mesmo na pequena loja do oceanário que abriga o projeto Tamar: um lápis com a ponta em forma de tartaruga custa 7 reais, bem caro. Mas o oceanário é muito bonito, quase em frente ao hotel há uma espécie de cidade da criança, o que faz a cidade bem child friendly. A comida também não é barata, mas foi dos melhores peixes que já comi em viagem, e o restaurante nota mil, para mim, foi mesmo o “Pitu com pirão da Eliane”, dá para ir a pé de quase qualquer lugar da orla.
Como tem muito, mas muito vento nessa época, uma praia próxima é quase toda ocupada por jovens que praticam kitesurf, um visual lindo. Vai-se aos complexos de restaurantes maiores nas praias de táxi, eles são semelhantes, em muito menor escala, aos que conheci na praia do Futuro, em Fortaleza, comparação inevitável para quem já viveu nessa cidade.
Eu voltaria a Aracaju, com certeza, lugar super tranquilo (pelo menos nessa época) para se descansar e, para quem gosta, curtir praia.
Oi, Vera
Não sei o que vc chama de meia-idade mas faço 50 ano que vem e notei que temos algo em comum: adoro viajar mas quase nunca tenho companhia.
Tem um site chamado “mulheres pelo mundo” que é bem legal. Dá uma olhada depois. E se quiser, entra em contato. Quem sabe não marcamos alguma viagem…
Bjs
Oi, rosana, chamo meia idade aquela que dá direito a meia entrada em cinema, teatro etc, ou seja, uma das coisas boas de ter 62 anos, mas com alma de bem menos ::)). Eu gosto de viajar e também gosto de estar sozinha, mas às vezes é bom ter companhia, sim. Por exemplo, encontrei uma grande amiga em aracaju, ele já estava lá e foi muito bom almoçar, passear e papear com ela. Mas também é muito bom estar só, pegar meu livro, enfim, essas coisas.
Vou dar uma espiada no site, e não sei como vou entrar em contato, mas meu email é arepo@terra.com.br
um abraço, merci
vera
Oi, Bóia
Vc tem alguma dica atual sobre Xingó. Estou querendo ir c/ meu marido e duas filhas (7 e 12 anos). Não sei se tem hotel com estrutura e sobre os passeios q são feitos.
Grata
Cris Motta
Cristina nao sou a Boia mas sou de Aracaju.
Entam, tem os famosos bate-volta que você quando chegar vai encontrar aos montes no hotel.Lembrando que sao 3h pra ir e 3h pra voltar, a maioria dos turistas fazem isso.
Mas vc tambem pode ir e ficar hospedada por la. O hotel mais conhecido é o Xingo parque hotel tem outros mas so fiquei hospedada nele entam posso te dizer que tem infra pra toda a familia sala de jogos, piscina e no fim de semana sempre tem alguma banda que toca para os hospedes. Alem de ter uma vista muito linda para a hidreletrica(que da belas fotos) e um café da manha maravilhoso.
Sobre o que fazer por la tem o passeio de catamara pelo São Francisco(imperdivel), você tambem pode ir conhecer a hidreletrica, o museo de arqueologia e pra quem gosta de esportes radicais tem rapel e etc é so pedir informação no hotel.
Qual duvida é so perguntar.
*Qualquer dúvida é so perguntar.