Comprou enxoval de bebê no exterior? Como foi na alfândega? Conte pra gente!

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Enxoval no exteriorSurgiu uma polêmica na caixa de comentários do post sobre limites e isenções de compras no exterior.

Muitos trips estão relatando uma mudança de atitude dos funcionários da alfândega com relação a enxovais de bebê. Há quem afirme que artigos de bebê não são considerados de uso pessoal quando o bebê ainda não nasceu. Outros afirmam que carrinhos de bebê estão fora da isenção. Ou que o fato de enxovais contarem com inúmeros artigos repetidos faria com que esses artigos fossem tributados de qualquer maneira.

Você que viajou recentemente para comprar enxoval de bebê nos Estados Unidos: conte pra gente como foi a sua passagem na alfândega.

Implicaram com a quantidade? Pediram para ver notas do carrinho? Diga pra gente o que rolou. Obrigado!

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74 comentários para “Comprou enxoval de bebê no exterior? Como foi na alfândega? Conte pra gente!”

  1. Não sei por quê, mas acho que isso vai depender muito da alfandega e do fiscal viu… O_o

    1. Sim, o rigor com que a regra será aplicada depende da alfândega e do fiscal. Mas a regra que está no site da Receita é clara: só tem direito a isenção o bem que for comprado para ser usado DURANTE a viagem (”de natureza e em quantidade compatíveis com as circunstâncias da viagem”), o que não é o caso de enxoval para bebê.

  2. Acabei de voltar dos EUA, com 1 carrinho de bebê, bebê conforto e outras coisinhas nas malas. Passei pela alfândega no aeroporto de Guarulhos, trouxe o carrinho na própria caixa (que era grande e tinha os desenhos do lado de fora indicando que era um carrinho + bebê conforto); trouxe ele e mais 1 mala pequena (meu marido passou com as 2 malas maiores), passamos direto pela alfândega, sem problemas.

  3. Minha passagem pela alfândega ocorreu em janeiro deste ano (2011), no aeroporto de Brasília.
    Compramos muita coisa, carrinho, bebê conforto, cadeirinha para o carro qdo ele tiver mais de um ano, cadeira de alimentação, berço móvel, babá eletrônica, bomba de sucção para retirada de leite da mama, e muitas roupas.
    Ao final, eram umas três caixas que eu montei na UPS, uma mala própria do carrinho de bebê, uma mala minha e outra de minha esposa, e duas malas de mão da samsonite com o máximo do tamanho permitido.
    Como minha mulher não tinha condições de empurrar o carrinho, devido ao peso, um ajudante da cia aérea a ajudou. Quando ela já ía passando tranquilamente, um fiscal me viu e perguntou se eu estava de mudança (rs). De pronto, me tirou da fila. Diante disso, minha mulher resolveu intervir, pois estava com reportagem da veja dizendo que tudo era permitido.
    Ao ver o nosso conjunto da obra, o fiscal resolveu passar o pente fino.
    Segundo ele, até as roupas entrariam na cota, como também a babá eletrônica, carrinho de bebê e tudo o mais que descrevi acima seria objeto de análise das notas fiscais. Ressaltou que a reportagem era um desserviço de utilidade pública, e que o William Bonner fala bobeira no JN.
    Mostramos algumas notas, mas quando ele perguntou do valor do carrinho e obteve o valor real (bem alto) – pois não tinhamos a nota física, apenas a eletrônica dentro do computador -, resolveu dar-se por satisfeito. No final das contas, foram tributados a babá, a bomba de leite, o carrinho, o berço desmontável e a cadeirinha do automóvel. O valor da tributação ficou em oitocentos reais aproximadamente.

    1. putz, que exagero!

  4. Fui pra Miami em agosto fazer enxoval e voltei com 2 caixas do carrinho e do bebê conforto, mais as malas (5 para 3 pessoas). No meu voo tinham mais 4 grávidas, e não vi ninguem ser parado.

  5. Fiz o enxoval de minha filha em novembro/10 – carrinho, bebê conforto e roupinhas. Minha esposa estava de 6 meses, fomos parados na alfândega e só liberados depois do fiscal perguntar algumas vezes se não íamos vender nada.
    Na última semana voltei de Miami, trazendo um carrinho p/ minha irmã e algumas coisas p/ o enxoval dela. Desembarcamos em Brasília, passamos direto pela alfândega mas notamos um enorme rigor na fiscalização.

  6. Cheguei no mês passado pelo Rio. Meu marido foi declarar o notebook e eu fiquei com duas malas (não trouxe carrinho ou qualquer outro volume alem das malas). Fui parada, abriram as malas e pediram todas as notas dos eletronicos. Quando eles me perguntaram se eu viajava sozinha, falei que meu marido estava na frente, pois ja havia sido liberado por pagar o imposto. Quando ele viu quem era meu marido e que realmente ele ja havia pago, ele desistiu de somar as notas. Ufa! Um sufoco! Perdi quase duas horas nisso.

  7. Estou adorando os comentários e espero que venham outros porque preciso de dicas. Vou ser avó pela primeira vez e pretendo ir a Miami para comprar o enxoval. Estava mesmo preocupada com a alfândega, mas também seria muito legal ter dicas dos melhores locais para fazer esse tipo de compra. Alguém poderia ajudar, please!

    1. QUANDO VIM DE MIAMI, NÃO FAÇA ALFÂNDEGA NO RIO DE JANEIRO E BRASÍLIA, A RECEITA PEGA TUDO NA SCANNER. VÁ PELA BAHIA E MELHOR E A ESCANNER NÃO É UTILIZADA PELA RECEITA, DEIXAM PASSAR TUDO.

  8. Sempre fico curiosa sobre a posição das companhias aéreas com o volume dessas compras.
    Sempre que vejo as pessoas embarcando com todas essas caixas com carrinho, cadeirinha, etc… Fico com vontade de perguntar como eles fazem para despachar tanta coisa junto.

    1. No caso de vôos EUA-Brasil, ou mesmo EUA-Europa, que operam no sistema de peças, vc pode pagar extra para ter direito a um volume adicional. Coisa de US$ 100-200 por volume extra de até 23 ou 32kg dependendo do caso.

      1. E com essa eu tenho outra dúvida: vale tanto a pena assim?

        Porque eu pago pelo carrinho, pago US$100-200 pelo volume extra e, se for pego, pago mais o imposto.

        Fora que eu já paguei passagem, hospedagem, outras comprinhas, almoços, jantares, saidinhas etcs.

        Ainda assim sai mais barato do que comprar no Brasil?

        1. Acho que cancelei minha outra resposta sem querer :(
          Depende: minha esposa procurou carrinho da marca Chico, que é muito bem considerada – no Brasil pesquisamos um modelo que saia 2700 reais – o mesmo modelo na Amazon é 300 dólares. Com a diferença deu prá comprar a passagem e ainda sobrar um trocado…

          Desde os tempos de mochileiro acho viagem de compras uma coisa idiota, e mais ainda para enxoval – mas colocando na mão, mesmo que me taxem vai ficar mais barato comprar no exterior que no Brasil.
          Ontem compramos macacão e vestidinhos (it´s a girl!) para até 18 meses e ficou menos de mil dólares – no Brasil ia ficar uns 3 conto… pelo menos.
          Fora que dá prá juntar outras coisas: ficamos por exemplo 2 dias em Key West e hoje foi tirado para o Parque Everglades – então se souber fazer um bom roteiro, ainda vai ter uma viagem bem legal prá fazer durante as compras.

          Quando voltar eu falo como foi ;)

  9. Há 2 anos atras fui a Nova York comprar enxoval para minha neta . Trouxe 1 mala bem grande e uma caixa grande com o carrinho de bebe. Não tive problemas nem na cia aerea nem na alfandega .Acho que 2 volumes são bem aceitos .

  10. Interessante a falta de razoabilidade e discrepancia na aplicacao da norma. Falta clareza da regra e seguranca para o contribuinte.

    1. Pelo visto você também se sente uma marionete, não é? Lamentável.

  11. Esse post caiu como uma luva. Mas tenho uma duvida. Eu moro no exterior e tenho uma amiga que me pediu pra levar um carrinho e pecas pro enxoval. Eu vou ser taxada tambem? Nao posso declarar que vai ser um presente?

    1. O fato de ser presente não isenta ninguém do pagamento de imposto de importação. A menos que sejam as tais lembrancinhas de até 10 unidades iguais com valor inferior a US$ 10.

      1. Andre,
        Obrigada pela resposta. Assim ja aviso pra amiga que nao vai rolar levar o carrinho. Soh se ela quiser pagar imposto.
        Valeu.

    2. Eu perguntei diretamente isso para o fiscal agora em setembro. A resposta: O carrinho entra na cota.

  12. A American na alta temporada não aceita caixa nenhuma.

    Parece que a alfandega do Rj agora está apertando muito.

  13. Parece que tudo é tributado, mas por amostragem.

  14. Meu marido e eu voltamos dos Estados Unidos cada um com duas malas e mais uma caixa grande de carrinho de bebê. Esqueci de separar a nota do carrinho e na hora de passar na alfândega nos pararam cobrando a nota. Como eu não estava com ela em mãos, me fizeram abrir todas as malas para procurar e o fiscal ainda justificou dizendo que eu poderia estar com muito mais coisas de bebê escondida. Tentei justificar dizendo que o carrinho custou apenas $90,00 no supermercado K-Mart, mas ele não acreditou e disse que tem lojas que esse carrinho custa mais de $400,00. Fiquei “presa” por lá mais de 1 hora até que mostrei na internet o valor do carrinho no site e eles se convenceram. Mas fica o alerta: tragam em mãos todas as notas do que comprarem caso sejam parados.

  15. Em tempo…pagamos $95,00 de escesso de bagagem pela caixa do carrinho voando US Airways.

  16. Perguntei sobre o excesso de bagagem porque mês passado assustei com a bagagem que vi com os brasileiros na fila de embarque em Nova York…

  17. A Mel viajou pra Orlando para compra do enxoval dos meninos em abril de 2010 — antes, portanto, da vigência destas novas regras.

    Nossa estratégia inicial é que a compra (cara e volumosa porque para gêmeos) seria diluída com outras duas pessoas que foram junto.

    Não deu certo: as acompanhantes surtaram com os preços e todos extrapolaram seus limites de isenção individuais… :-(

    Ao desembarcar, com duas caixas grandes de cadeirinhas para carro (os carrinhos compramos aqui) e duas malas com produtos, foi diretamente conduzida à inspeção.

    Foi um erro de avaliação nosso: a partir do momento em que as compras não podiam mais ser “distribuídas” entre o grupo, teria sido muito melhor declarar pelo menos os itens principais e mais caros. Marcamos bobeira e ficamos sujeitos à multa além dos impostos.

    A inspeção foi criteriosa e todas as notas foram consideradas, até das roupinhas mais baratinhas — mas neste caso é melhor ter as notas de compras em promoção em sites ou outlets do que o fiscal considerar preços de lista…

    Ok, doeu no bolso. Mas, considerando o volume da compra, ainda valeu a pena, uma vez que aqui produtos iguais ou equivalentes custam de 2 a 4 vezes mais. (Além disso, lá os produtos têm mais variedade e qualidade…)

    Fiz contas detalhadas e o enxoval ainda custou uns 40% menos (sim, você leu certo!) do que comprar tudo aqui — somando o pacote de viagem, as compras, o excesso de bagagem e as taxas e multa da alfândega. ;-)

    1. Caramba Fábio!

      Confesso que viajar para comprar nunca foi minha praia, por isso nunca fui a Miami e adjacências. Mas como vamos ficar grávidos em breve, essa informação é importante.

      O preço é realmente muito mais barato!

      1. Foi a primeira (e única) vez que fizemos isso, Marcos, e foi uma decisão acertadíssima… Agora, antes de ir em frente, é importante considerar alguns fatores que permitiram chegar nesta conta:

        . tínhamos visto americano válido (seu custo não entrou nesta conta)

        . consegui um pacote ultra-promocional (com hotel bem simples) porque tínhamos maleabilidade de datas

        . minha esposa viajou sozinha (os acompanhantes bancaram suas partes) e ficou em quarto duplo; se eu tivesse ido junto, o custo da viagem teria sido maior — mas no nosso caso ainda valeria a pena, já que teríamos menos excesso de bagagem e custos de alfândega, então acho que a conta não mudaria tanto assim

        . como a compra foi para gêmeos, o volume foi grande e ajudou a justificar a viagem — mesmo que alguns produtos sejam únicos independente do número de filhos, claro

        . nesta conta tem alguns produtos que não são “infantis” e que custam muito mais caro aqui (caso de uma filmadora compacta, que compramos pra registrar o desenvolvimento dos meninos)

        . lembre-se de que, ao trazer o enxoval do exterior, você não parcela suas compras e não conta com garantia dos produtos

        . praticamente tudo vale a pena, mas há excessões: o carrinho que a gente comprou custa hoje quase R$ 400 (Amazon) e a partir de R$ 470 aqui (parcelado e com garantia)

        . por fim, o fato da gente ter comprado por R$ 300 um bebê conforto que aqui custa R$ 1.200 não significa que a gente teria investido este valor… Seguramente teríamos optado por um modelo mais barato — este é um tipo de coisa que a gente costuma ignorar quando faz estas contas ;-)

        1. “por fim, o fato da gente ter comprado por R$ 300 um bebê conforto que aqui custa R$ 1.200 não significa que a gente teria investido este valor… Seguramente teríamos optado por um modelo mais barato”

          Esse ponto é muito importante e sempre discuto isso com minha esposa. O preço de comparação acaba sendo deturpado já que você compara o preço americano de produtos que não compraria aqui no Brasil.

          Mas por outro lado é bom: você está pagando menos por produtos de, suposta, maior qualidade. Acaba sendo um investimento.

          1. Exatamente! O que ocorre em parte das compras não é exatamente uma “economia”, mas o acesso a um produto melhor pelo mesmo preço que você gastaria aqui. Além disso, desconsiderei eventuais promoções ou pontas de estoque que se pode encontrar por aqui.

            Então esta comparação acaba não tendo fim prático, mas ilustrativo — de qualquer modo, a diferença de preços é tão brutal que, tendo grana e conseguindo uma boa condição de viagem, acho que vale a pena na maioria dos casos. ;-)

    2. Impressionante isso!! Mas que mesmo que ficasse pau a pau ainda seria lucro: enxoval + viagem USA = só enxoval no Brasil.

      1. Acho que esta conta fecha mesmo, Ana!

        A única ressalva é que fazer compras extensas dá um trabalhão, e dependendo a quantas anda a gravidez fica complicado ainda conciliar com passeios de forma equilibrada e prazerosa.

  18. Nunca comprei enxoval no exterior, mas a Instrução Normativa da Receita é clara: só está fora da cota de US$ 500,00 o que for considerado bagagem. Se o bebe não nasceu, os itens do enxoval não podem ser considerados bagagem. Assim, a rigor tudo o que exceder a cota deve ser taxado. Em volume pequeno, com coisas que caibam na mala, e apenas com uma caixa de carrinho (que custa menos de US$ 500) as compras ‘poderiam não ser tributadas, apenas por entrar na cota. Mas um volume de compras exagerado, que ultrapassem a cota, cai na tributação, sim.
    Para quem quiser ficar mais seguro, a IN da Receita é a 1059 de 2010. Vale consultar.

  19. Comprei um carrinho de bebê + bebê conforto e uma babá eletrônica em NY, em julho. Desembarquei no RJ e não tive problema algum com a Receita. Estávamos eu e meu marido, ele com duas malas, eu com uma e mais a caixa do carrinho.
    Foi bem tranquilo.

    1. Mas você foi parada?

      1. Não, passei no nada a declarar numa boa.

  20. Fui pra Miami e Orlando em julho, e trouxe de encomenda um carrinho de bebê e uma impressora. Estávamos num grupo grande (11 ao todo), mas somente eu e minha família fomos selecionados para uma “inspeção”. Passaram nossas malas (3, para 4 pessoas), e as duas caixas pelo raio-x novamente, não perguntaram mais nada e fomos liberados. Como foi minha primeira viagem ao exterior, não sei se isso é normal…;)

  21. Em setembro um casal de amigos foram barrados e exigiram nota do carrinho, roupas, bebe conforto e todo o resto, eles estavam bem “carregados”, tiveram que pagar cerca de R$2.000 de multa, isso pq o fiscal da alfândega ainda foi camarada na totalização. O fiscal perguntou pelo bebe, como não estava presente, não poderia ser considerado uso pessoal.

  22. Fui em maio para Miami, trouxe carrinho com bebe conforto, baba eletrônica, som pro quarto do bebe, kit com 10 mamadeiras, todo enxoval, e minha esposa simplesmente comprou uma peca de cada roupinha de menina na cartes, tommy e ralph, ou seja tinha duas malas so do bebe…fora eletrônicos, relógios, óculos, etc….quando chegamos em Guarulhos o fiscal me parou e perguntou se tinha algo dentro da caixa do carrinho alem do carrinho, eu disse q nao. Aí perguntou se eu tinha comprado iPad, eu disse q nao (nao tinha na Apple de Miami, era lançamento do 2…bem q queria…rsrs) aí ele me liberou sem ver nada. Mas vi gente sendo parada e eles pegando na malas diversos relógios….

  23. Estou justamente agora em miami prá esta doideira de compras… quero nem ver a volta, mas sigo morrendo de medo.
    Como só volto em 15 de Novembro, conto como foi o desespero (ou sorte).

    Abs,

  24. O que tenho observado é que os fiscais de GRU são mais polidos, estão mais acostumados a detectar situações que remetam a comércio, o que visa a lei coibir. Os voos internacionais com destino final em outras capitais, principalmente POA, fazem o pente fino em todas as malas, evite esses voos se pretende comprar muito.

    1. Acho mais fácil declarar tudo e não ter dor de cabeça ou ansiedade.

  25. Fui buscar meu marido no aeroporto e na frente dele saiu um cara de meia idade com 2 malas. A mulher da aduana pediu pra ele abrir a mala e só tinha roupa de criança, sutiã de amamentação, bico, mamadeira… Detalhe: (A mulher dele estava esperando com o bebê do meu lado).Nos finalmente:Tomaram toda a mala dele.Detalhe 2: Ele nos disse já na saída do saguão que infelizmente eles estão tomando se chega com etiqueta mesmo que não tenha ultrapassado o valor permitido. “Segundo ele o caso dele”. Vendo toda essa novela e sofrido com a mulher lá de perto sugiro cautela e tirar etiquetas e tal.

    1. Fazem isso porque a etiqueta com preço do outlet é usada como “referência” por sacoleiros que trazem mercadorias aos montes para revender. Isso é algo um pouco comum em cidades do interior mais afastadas, onde há apenas 2/3 lojas de roupas de bebê com algum nível.

  26. Meu marido voltou de seatle em agosto trazendo uma mala e uma cadeirinha de carro na caixa original (apenas dois volumes, sem exprapolar o limite da companhia aérea). Em Guarulhos o fiscal tambem perguntou se havia somente a cadeirinha dentro da caixa. Com a resposta positiva, ele foi liberado sem maiores problemas nem raio x.

  27. Lendo todos os comentários acima, fico com a impressão que o carrinho de bebê é que atrai a atenção dos fiscais. Vou com frequência aos Estados Unidos, e sempre trago muita roupa de criança para meus netos, de várias idades. Jamais tive problemas, embora nas duas ultimas vezes, uma delas em maio deste ano, tivesse que passar as malas pelo RX.
    Sempre desembarco em Garulhos. Acho que tambem a minha idade ajuda!!! Os casais mais jovens, com embalagens de produtos obviamente para bebês,as mulher grávidas, devem ser mais visados. Minha nora voltou no mes passado, trouxe 3 malas, mas nada de carrinho ou similar. Passou sem problema algum tambem.
    E tambem tem que ter um pouquinho de sorte…

  28. Alguém tem algo a dizer sobre a alfândega em BH?

  29. Ola estamos em NYC para fazer o enxoval, vamos despcahar a caixa do carrinho fazendo um protect bag, alguem sabe se a American Airlines pode criar algum problema ? a caixa em si nao é pesada apenas extrapola os limites de volume, alguem aí teve algum problema com a AA tentando despachar essa caixas ?

    1. Paulo,
      Veja no site da American as limitacoes. http://www.aa.com/i18n/utility/boxBagEmbargo.jsp

  30. Alguém que desembarcou em Recife???

    1. Pessoal, estou em Miami e também farei compra de enxoval para bebê. Fiquei com a pulga atrás da orelha por conta da estória da AA se recusar a despachar caixas. Liguei para a Central de Arendimento deles e obtive as seguintes orientações:

      1) existem restrições mais severas para despacho de caixas para as cidades de Recife, Salvador e Brasília. Talvez por serem destinos usados como conexão para outras localidades. Consulte a AA se seu voo tem como destino final ou faz conexão nestas cidades.
      2) como meu voo vai direto para BH, posso despachar, além de duas malas com peso de até 32kg, mais 3 volumes extras, desde que não ultrapassem 32kg e 157 cm lineares (soma da altura, largura e comprimento).

      Em caso de dúvidas acho válido ligar para a cia aérea para resolver a questão e ficar mais tranquilo. Um abraço a todos!

  31. Pois é Tania, essa é a duvida, muita gente até mesmo aqui nesse forum diz que despacha a caixa, mas no caso da AA no site deles diz claramente que eles se recusam a transportar caixas, acho que deve ser a AA que é mais restritiva mesmo ou depende do dia ou do voo, ou de tudo isso junto. Se alguem voltou com a AA nessas condicoes (despachando caixas) e puder ajudar com informacoes, nós (e o bebe) agradecemos !

    1. Paulo,

      Em 2008, viajando para NY pela AA e sabendo dessa restrição, comprei uma daquelas malas tipo sacola de sacoleiro e coloquei a caixa dentro. Era uma caixa de cadeirinha de carro para bebê. Não tive nenhum problema.

      Já uma das pessoas do grupo que estava comigo, levou uma caixa idêntica, que foi vetada pela AA. Ai, conseguiu uma mala/sacola igual à minha, colocou a caixa dentro e conseguiu despachar.

      Não sei o tamanho da caixa do seu carrinho, mas talvez essa seja uma boa solução.

    2. Ola Paulo,
      Eu ja despachei caixas pela TAM com carrinho de bebe e cadeirinha e nao tive nenhum problema ja que estava dentro do tamanho e peso permitido. Esta sugestao do Luiz eh otima e vc deve encontrar essas malas na 8th avenida na area da Penn Station/Times Square.

  32. Ola Amigos

    Minha esposa Ana Paula acabou de chegar de Nova york, e junto foi uma Tia dela, que trouxe carrinhos, caderinha de carro e um enxoval para o bebe, aproveitando o custo muito mais barato nos EUA, e apesar do volume passou pela alfândega de guarulhossem ninguém para-la, e relatou que tinha outras mulheres a sua frente com enxoval de bebê e com malas imensas enão tiveram nenhum problema.

    Acho que vai do humor do fiscal.

    Valeu

    Thalles
    http://www.dicasdeferias.com

  33. Vim em abril de 2009, entramos pelo Galeão e trouxemos seis volumes, dentre eles um aparelho de som de valor inferior a 500 dólares e uma cadeirinha alta para alimentação de bebê, tudo na caixa e facilmente identificável. Estava com 6 meses de gravidez e sequer fomos parados. Certamente, a experiência decorre de acordo com o humor do fiscal. Também não curto essas viagens de compras, tanto que comprei tudo numa manhã na Babies’r'us, mas a diferença de preço é absurda.

  34. Gente, não fizemos o enxoval da Isadora fora, mas pedimos para uma amiga q vinha de Paris para trazer o carrinho zapp da Quinny, q é, na minha modesta opinião, o carrinho dobrável mais compacto do mundo. Foi comprado pensando em nossas viagens futuras com ela. Preço nos EUA 122 dolares. Europa 189 euros no Brasil 1300 reais. Já dizemos uma primeira viagem de carro levando o dito cujo e foi ótimo. Dêem uma olhada:
    http://www.quinny.com/ot-en/strollers/quick-use/zapp

    Ideal para nós pais viajantes…

  35. Pois é Tania, fiz mais ou menos como o Luiz falou ali acima, só que como a caixa era muito grande comprei uma bag alta (dessas de sacoleiro mesmo, e exatamente lá na 08 Av.), tirei o carrinho da caixa e coloquei dentro, ficou perfeito ! na sexta feira eu conto o resultado. Mas como alerta, eu liguei para a AA hj de manha e eles confirmaram que não despacham mesmo volumes de caixas em voo direto EUA-Brasil..já se nao for direto (digamos com escala em Miami) aí, segundo eles, pode, o porque eu nao sei. Obrigado pela dica!

  36. Estive em Santiago e comprei muitas roupas, brinquedos (Fischer Price/Imaginext) e calçados infantis (Puma, Nike e Converse) por preços muitos bons. Normalmente os preços estavam 40-50% dos praticados no Brasil. Com relação a comparação com os EUA realmente é mais caro, no entanto somando a questão do visto, da passagem e hospedagem mais cara e o tempo de voo (Santiago fica a 3 horas de SP) acho uma boa opção. Além do que na chegada, apesar de trazer 3 Malas e mais 3 grandes bolsas de mão, o pessoal da alfândega nem sequer olhou para a gente, só falou “coloca o papel (declaração) naquela caixa”.

    Exemplo:
    MATTEL T4949 IMAGINEXT SKY RACERS
    Brasil R$ 350,00
    EUA US$ 40 – R$ 72,00
    Chile US$ 60 – R$ 108,00

    1. Oi, Hugo,

      Ainda não sou mãe e então não entendo muito de compras infantis. Estou indo agora para Santiago e queria saber em quais lojas você fez suas compras, para eu trazer uns presentinhos…

      Obrigada!

  37. Pessoal, cheguei hoje ao Brasil, aeroporto de Confins (BH), vindo de Miami. Eu e minha esposa estávamos com 4 malas grandes e dois volumes (um carrinho de bebê e um bebê conforto). Passamos pela anfândega em momentos separados (eu estava no free shop) e perguntaram apenas para a minha esposa o que era a caixa. Ela respondeu que se tratava de um carrinho e foi liberada. Na minha vez sequer perguntaram o que havia na caixa e me liberaram sem passar pelo raio-x.

  38. Minha passagem pela alfândega foi no Rio Galeão em setembro de 2009, vindo de NY. Já tem um tempinho… Cheguei de noite, com uma cara de MUITO cansada e minha barriga de 5 meses da segunda gravidez (que aparece bem mais que a primeira). Não sei se por pena, a fiscal só me perguntou o que era a caixa. Respondi que era um carrinho de bb e me mandaram seguir. No ano anterior, mesma alfândega, tb vindo de NY, passei no raio x e tive que pagar o imposto de um note que estava trazendo. A conclusão que cheguei é que eles aliviam com as grávidas sim, mas é difícil colocar isso nuam regra já que depende mesmo é do fiscal que está ali na hora que vc passa.

  39. Chegamos ontem por Cumbica, malas bastante grandes, mas o carrinho do bebê acabou chegando atrasado, só sendo entregue hoje (o pessoal da segurança americana abriu a caixa e não deu tempo de embarcar).
    Assim, fui com alguém da TAM diretamente até o pessoal da Receita.
    Primeiro que tinha um monte de gente passando pela alfândega e não havia ninguém em absoluto na parte de declaração.

    Eles pediram para passar a outra mala (cheia de roupinhas) e a mochila (que tinha notebook, gps e outras coisas) tudo no raio-x e sequer perguntaram qualquer coisa – passei tudo e já me liberaram em seguida, juntamente com o carrinho que chegou hoje.

    A esposa passou pela fila normalmente e disse que ninguém foi parado ou qualquer coisa do gênero.

    1. Começando a escrever sobre esta aventura de Miami e Orlando para enxoval: http://devoltaoutravez.wordpress.com/2011/11/17/viagem-de-compras/

      abraço,

  40. Bem resumidamente. A alfândega em Brasília costuma ser bem rigorosa. Razão: são poucos voos internacionais. Os fiscais trabalham, no máximo, 4 horas por dia. Deixam o posto voltam quando tem voo chegando. E são, quando muito, 2 ou 3 voos por dia, com muito tempo entre um e outro. Dá tempo de verificar a bagagem de todos os passageiros sem risco de comprometer o desembarque de passageiros de outro voo.

  41. quais sao as melhores lojas para se comprar enxoval de bebe, inclusive carrinhos, cadeirinhas e bebe conforto ?

    1. Olá, janaína! A Babies’R”Us.

  42. [...] se entrar. Para mais informação, vale ler os vários comentários sobre a alfândega X enxoval no Viaje na Viagem. Em resumo: tendo que entrar por algum lugar que não São Paulo, vá preparado prá pagar imposto [...]

  43. [...] se entrar. Para mais informação, vale ler os vários comentários sobre a alfândega X enxoval no Viaje na Viagem. Em resumo: tendo que entrar por algum lugar que não São Paulo, vá preparado prá pagar imposto [...]

  44. Viajei em setembro ultimo para passar meu aniversário em Miami, e qual não foi minha surpresa quando na volta, o funcionario da alfandega me mandou com minha bagagem para a inspecão de raio X. Tudo bem que trazia 1 mala grande, 1 pequena, meu notebook e um aparelho Cpap que tenho necessidade de usar para dormir. Evidentemente eu estava carregada, porém o funcionario foi ironico, perguntando se eu tinha trazido muitas bolsas Michael Kors. Disse que tinha comprado apenas uma bolsa, e que não era de grife. Ele me fez abrir as malas e revirou tudo!! Fiquei muito nervosa, e me senti péssima, pois levei quase 2 horas para conseguir sair dali. Ele ficou com cara de paisagem, porque não encontrou nada! Mas eu, fiquei indignada com a atitude arrogante do senhor fiscal…

    1. Vera, já vi um fiscal ser mto ironico tb no Galeão, chegando de Miami. Falava alto, explanava o q tinha na mala das pessoas e era extremamente sarcástico nos comentários. Dificil ficar calada assistindo…despreparo total.

  45. Minha experiencia em 10/01/2012, partindo de Los angeles pela AA, destino a Brasilia.

    Vou contar bem detalhado para ajudar quem ainda tem alguma duvida.

    Minha irma esta gravida e prometi que daria de presente a ela um carrinho de bebe, como estava de viagem marcada para os EUA, decidi comprar la.
    Comprei pelo site da loja e nao gastei mais que 500 dolares no carrinho e o bebe conforto, que vieram em duas caixas separadas.
    Sabendo q tenho direito a duas bagagens apenas, em voos internacionais, decidi nao comprar muita coisa pois nao queria pagar excesso de bagagem. Entao fomos para o aeroporto, eu e meu marido, cada um levando uma mala com 32kg cravados rsrsrs e uma caixa (cada um) eu levava o carrinho e ele o bebe conforto. Assim que chegamos no checkin fomos informados que havia um embargo de caixas para recife, Salvador e Brasilia (justamente a cidade em que fariamos escala, falamos que brasilia nao era nosso destino final e que fariamos uma escala ainda em Miami, mas nada, eu desceria em Brasilia e poderia levar caixas (nao sei dizer se outras cia aereas tb tem esse embargo) ate que foi chamado uma supervisora e ela disse que poderia liberar pois meu voo chegaria somente dia 11 em Brasilia e o embargo era so ate dia 10… ufa que alivio. tudo despachado, nada de pagar excesso…
    Chegando em Brasilia, a fiscal da receita deu uma entortada de nariz qdo viu a caixa e pediu para passarmos pelo raio X, passamos e fomos liberados, sem perguntas e sem precisar abrir nada. Mas eu estva tranquila, pois nao gastei no carrinho alem do permitido e nossas bagagens so tinham coisas pessoais mesmo.

    Espero ter ajudado.

  46. Fiz umas encomendas para uma amiga minha minha! Ela passou sem problemas!!

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