Enquete da semana: dinheiro

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

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Essa semana a enquete é de ordem prática.

Gostaria de saber como você se organiza no departamento moeda estrangeira quando vai ao exterior.

Você leva principalmente dinheiro vivo e travelers? (Nesse caso, diz pra gente como você troca -- se faz pesquisa de taxa e comissão antes, ou se troca no primeiro lugar que aparece na hora em que você precisa.)

Ou você usa principalmente cartão de crédito? (Conta pra gente: você já teve algum contratempo cambial?)

Você costuma tirar dinheiro em caixa eletrônico no exterior? Pelo cartão de crédito? Ou pelo cartão do banco? Você precisa pagar taxa, comissão ou juros a cada saque?

Por favor, mencione a marca (do traveler, do cartão de crédito e do banco).

Acho que a gente pode fazer um painel interessante e atualizado das opções disponíveis no mercado.

(Eu vou contar o que eu faço na caixa de comentários, interagindo com os posts de vocês.)

86 comentários

Arthur
ArthurPermalinkResponder

Dinheiro vivo e cartão de crédito. Quanto à cotação, sempre se deve pesquisar, pois a diferença pode ser absurda, tanto para comprar quanto para vender. Três casas de câmbio lado a lado numa galeria do Catete: uma queria converter peso argentino para real na base 1/1 (a cotação oficial é $ 0,70 para R$ 1). A outra queria $ 1,10 para R$ 1 (!!!). A última, $ 0,85 para R$ 1. Foi nessa que eu comprei.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Eu estudo as opções a cada viagem que faço, porque acho que para cada destino existe uma opção que é a mais prática. Por exemplo, quando vou a Buenos Aires (sempre, sempre, sempre!) só levo uns parcos dólares que tiver em casa por garantia e saco tudo o que preciso nas agências do Itaú. O câmbio é excelente e nunca paguei taxa - mas tem que ser correntista do banco e ter cartão de conta internacional.

Quando a viagem é curta, normalmente aqui pela América do Sul mesmo, eu levo dólares em espécie. Para os EUA eu gosto de levar travellers, não só por causa da segurança (já viajei pra ficar 1 mês fora e esqueci os travellers em casa...), mas porque são bem aceitos, fáceis de trocar e a taxa de câmbio para comprar aqui é sempre boa. Já da última vez que fui à Europa levei euros em espécie - a diferença entre travellers e cash era pouca e foi prático não ter que ficar procurando banco para trocar dinheiro.

Ainda não experimentei usar os cartões de débito no exterior, mas sempre uso os de crédito. Viajo com mais de um, de bandeiras diferentes - sempre um Amex para os EUA, nunca um Diners, muito pouco aceito; Visa e Master são bons sempre, para qualquer lugar, acredito... Acho que fica fácil controlar as despesas, e acabo voltando com dinheiro no bolso... Hoje em dia, com o câmbio mais estável, uso sem dó. Mas já tive minha experiência macabra em 2001 no México. Usei bastante o cartão com o dólar a R$2,50 e paguei as faturas com o dólar a R$ 4,00!!! Foi um rombo daqueles no orçamento...sad

Tati
TatiPermalinkResponder

Dinheiro vivo, sempre! E de preferencia na moeda local. Claro que o comerciante prefere receber em dolar, mas as vezes sai mais barato comprar na moeda local. Mas é preciso ter paciência para procurar a melhor cotação, ou acaba se gastando muito mais. Alem disso, acho que usar a moeda local dá uma falsa idéia de que se "conhece" mais do lugar onde está, afinal só quem usa dinheiro local é que mora por lá... Essa semana embarco para o Egito, vamos ver se minha experiência vai valer por lá também! Depois eu conto!

Patrícia
PatríciaPermalinkResponder

Tudo depende da viagem (de para onde e por quanto tempo). Eu acho a praticidade (e a segurança – se comparado ao dinheiro) do cartão de crédito inbatível mesmo que, no fim, possa sair um pouco mais caro. Já paguei até pedágio em auto-estradas da Espanha e de Portugal com cartão de crédito e o cartão já me socorreu ao chegar em um país em um domingo, por terra, sem um único centavo na moeda local. Um caixa eletrônico para sacar no cartão sempre há (e é facílimo). Viajo sempre com dois, um VISA e um AMEX. Tentamos um Mastercard duas vezes, mas não deu certo (no meio da viagem bloquearam e não teve jeito de desbloquear). Aliás, por conta disso, nas viagens posteriores até avisei à operadora que estávamos viajando e que não estranhassem os gastos em lugares remotos. Uma boa opção para quem vai para a Europa são os travellers em euro da AMEX. Podem ser trocados, sem pagamento de comissão, nas próprias lojas AMEX (que, nas maiores cidades turísticas, estão sempre em locais centrais e de fácil acesso: a lista pode ser obtida no Brasil mesmo, já saio sabendo onde estão). Em outros lugares, as regras para os travellers AMEX são as mesmas (sem comissão para troca nas próprias lojas, mas não espere a melhor cotação do câmbio ...). De todo modo, sempre os carrego por segurança. No meu caso, como se vê, levo sempre pouquíssimo dinheiro vivo e tem dado certo.

Dani
DaniPermalinkResponder

Nessa última para a Europa levei dinheiro vivo na moeda local, cartão de crédito e o VISA TRAVEL MONEY. Dinheiro costumo usar para pagamento de coisas pequenas, valores menores. O VISA TRAVELMONEY achei maravilhoso, super aceito em todos os lugares e não tem o incômodo do travel check que ultimamente não está sendo muito aceito, principalmente na Europa. Para saber mais sobre o VISA TRAVELMONEY (http://www.visa.com.br/conteudo.asp?pg=36).

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Depende do pais.... No primeiro mundo, cartão e um pouco de cash, pois não há muita diferença de preços.... Ja no terceiro mundo travlers para a reserva, e cash, pois sempre há desconto para pagamento a vista e em dinheiro ( vide Argentina, America Latina em Geral, Africa, etc...) . O melhor cheque de viagem é o AMEX, pois na maioria dos lugares eles tem escritórios proprios onde se troca sem comissão... No mais é bom dar uma sapeada antes de trocar para , e evitar os aeroportos, onde a taxa costuma ser mais baixa. Dica importante: Em Buenos Aires há dois cambios no aeroporto, um logo a chegada, que é particular, e oferece taxas muito mais baixas, e depois do desembaque, o Banco de la Nacion, que tem taxas honestas. E preciso ficar atento, pois a diferença chega a 15% !!! REcomendo que se duas pessoas viajam juntas que portem cartões diferentes, um master, e um visa, pois há estabelecimentos que não aceitam um ou outro, ou dão descontos. Para quem viaja muito o Diners é uma boa opção, pois tem trnasporte gratuito de Guarulhos até o Centro, e uma Sala VIP, que está meio decadente, mas ainda assim é melhor do que a que nós é oferecida, onde nem o banheiro é limpo, apesar da exorbitante taxa de embarque que pagamos. Caixa eletronica é roubada: paga-se taxa por transação, o que faz com que só deva ser usada em útlimo caso.

Carmen
CarmenPermalinkResponder

Depende del país, pero para ir a Brasil: reales grandes, medianos y pequeños(ya que los vendedores de praia no tienen casi nunca troco). Y VISA para pagar las pousadas, algunos restaurantes y para el shopping...
En Costa Rica y Cuba los dólares funcionan bien, pero lo mejor dinero local siempre.

Bruno Vilaça
Bruno VilaçaPermalinkResponder

Bem, pra mim não tem muita regra, depende do destino.
Os saques diretamente nos caixas eletronicos e os cartões de débito foram ótimos na Argentina e no Chile, apesar do excesso de "zeros" chilenos ter me colocado em várias enrascadas. No meu Banco do Bruno (ops - do Brasil) dá pra usar qq "cajero automatico" com as bandeiras Plus ou Cirrus, que são muuuitos.
Já em países com moedas supeitas e inflacionadas, como a Venezuela, o negócio é apelar (com dólares na mão) pro cambio negro nos taxis e hotéis. Mas no Peru meus dolares foram tão bem aceitos que podia pagar tudo em verdinhas mesmo...
Tenho uma implicância (e uma inabilidade) natural com os travelers e lá nas bandas do primeiro mundo o meu negócio é, além de turbinar os cartões, andar com dolar e euro em suas terras natais, que compro ainda aqui no Brasil (no próprio BB que tem taxas especiais para clientes).
Em países com moedas locais fortes (fora dos EUA, de economias dolarizadas ou da zona do Euro) é só correr para as casas de câmbios menos sofisticadas e fora das vias e pontos turísticos.
De toda forma, o maior "mico cambial" é voltar com moedas "esquisitas" para o Brasil... Da última vez, os meus dolares canadenses perderam quase metade do valor no "re-câmbio" por aqui, devia ter trocado por verdinhas antes de voltar...

Daniela Siqueira

Depende. Cartão de crédito eu levo sempre - pra garantir reservas e pra emergências é fundamental (normalmente um Visa e um Mastercard
- o Banco do Brasil e provavelmente qualquer outro banco deixa você subir temporariamente o seu limite de cartão, se vc vincular uma aplicação qualquer a ele. Não que a gente vá gastar, mas é melhor prevenir). A conclusão do meu marido é que o câmbio do Banco Central é o melhor que existe, então não tenho dó de usar cartão. Normalmente compro traveller's checks por segurança (e o banco aceita pra pagar o cartão depois, então você estabiliza o valor da moeda). Na Europa já levei direto o traveller's em euro (comprado no Itaú), e em agências da American Express eles trocam direto pelo valor de face, sem cobrar comissão nem nada (é só checar os endereços, todos centrais, na internet, e ficar se sentindo um cliente americano rico). Pago com TC tudo que eles aceitem sem cobrar comissão em hotéis e lojas, porque ninguém merece ficar olhando câmbio em várias lodjinhas por onde vai (e não esqueça de verificar a comissão). Levo um pouco de dinheiro cash quando consigo comprar a moeda do país (o que não é muito fácil no interior do Brasil). E já saquei dinheiro no cartão - de conta, por favor, é contra a minha religião dar dinheiro a banco. Achei a última opção muitíssimo prática (de novo, o melhor câmbio é o do Banco Central) - tem uma tarifa fixa por transação, então eu faço as contas no Brasil pra saber a partir de quanto é vantajoso sacar ao invés de usar cartão (salvo engano, a tarifa é de 2% sobre as compras pra usar cartão).
Nisso o meu marido é craque: ele põe no papel as taxas de cada operação, o câmbio melhor ou pior, e calcula qual a melhor opção pra cada viagem. Ah, e sempre volto com moedas - dá um souvenir ótimo.

Tomas
TomasPermalinkResponder

Um pouco de cada. Traveller (vão melhor nos EUA), cash e cartão de crédito para emergências e aluguel de carro, essas coisas. Mas procuro sair daqui com minhas reservas feitas e pagas por aqui mesmo. A conversão do cartão na volta é sempre uma surpresa e como a viagem já acabou você não se sente mais na "gastança permitida" que toda viagem merece. O fato mais curioso foi trocar traveller em Madri num banco que tinha uma taxa muito boa. Só que para ter direito a ele, precisei abrir uma conta com endereço do hotel só para entrar no sistema. Depois de trocar, fechei a conta. O problema foi perder tempo contar com afalta total de conhecimento das pessoas do banco para esse assunto. Era melhor trocar numa casa, pagar um pouco mais mas não perder tempo que em viagem vale mais que qulaquer coisa.

Ricardo Freire

Eu sou viciado em cartão. Talvez porque, nos tempos jurássicos pré-cartão, tenha perdido muito tempo camelando entre casas de câmbio para ver qual era a melhor cotação, apenas para me estrepar sem-pre (porque ou a taxa é baixa, ou a comissão é alta, ou a gente está trocando pouco dinheiro, ou porque os caras sempre arranjam um jeito de ganhar da gente).

Na volta ao mundo de 2005 eu levei travelers American Express como segurança, e já saí de casa com endereços de postos de troca onde não cobravam comissão. Mas sempre é um trampo, né? (Mas para quem não quer perder dinheiro nem ter surpresas desagradáveis, essa é a forma mais segura e confiável.)

Tô com a Daniela: o melhor câmbio é o do Banco Central.

A não ser... quando o dólar sobe entre a nossa viagem e a chegada da fatura. (Carla, eu não peguei essa desvalorização de 2,50 para 4, mas peguei a de 1,10 para 2,20 em 99. Foi duro...)

Ainda não experimentei o Travel Money, mas parece bem interessante. Dá para fazer saques em caixa automático?

Nos últimos anos, desde que o meu banco (Itaú Personnalité) passou a permitir saques da conta no exterior, tenho saído do Brasil quase sem dinheiro, e tiro tudo lá fora. Às vezes nem tem taxa, e quando tem, não é mais que US$ 3. (Procuro tirar no mínimo US$ 200 de cada vez, para a taxa não pesar muito.) Eu escolho a opção "retirada de conta corrente" mas o débito não é automático -- vem na próxima fatura do cartão de crédito, sem juros. Mas não é inteiramente seguro. Quando fui à Argentina em março de 2004, com o país ainda se recuperando da moratória, o cartão do Itaú não funcionava em caixa eletrônico nenhum de Buenos Aires -- nem mesmo no Itaú. E agora em Miami eu peguei o sistema fora do ar duas vezes.

Estou curioso para saber se mais bancos estão dando essa facilidade para os clientes. Você sabe se o seu banco oferece saque de conta corrente no exterior?

Danielle
DaniellePermalinkResponder

Só na minha primeira viagem, há 15 anos, levei Travellers... Depois disso, só cash e cartões de crédito. Por duas vezes (Europa e Chile), qdo ainda era correntista do Citibank, saquei dinheiro com o cartão da conta. Agora com a Europa no Euro, já saimos sempre daqui com um valor em cash para as miudezas e praticidades, e o resto todo vai no cartão de crédito (AMEX, VISA E MASTER). Na última à Europa, pagamos todos os pedágios, e até o selo viário para rodar na Suiça com cartão de crédito. O pior é a dúvida dos pedágios que são máquinas e vc tem que enfiar seu cartão nela e torcer para dar tudo certo... não tem com quem reclamar se a máquina engolir (Glup!) o cartão... mas nunca aconteceu ! O pior nas duas últimas na Europa foi a Suiça... os tais francos suiços que só são aceitos lá e que depois só servem de souvenir mesmo. Ainda bem que nas vezes que fomos, conseguimos trocar a sobra de dinheiro que tivemos com minhas amigas que moram lá e voltamos sem muito preju... e cuidado com a estória do limite... o famoso AMEX que diz não ter limites, ficou bloqueado na nossa última viagem... na volta, meu marido indignado, soube que eles dizem não ter limite PRÉ-ESTABELECIDO, mas que no momento em que acham que ultrapassou o limite que eles acham aconselhável (e vc não sabe) eles te bloqueiam lá fora, e para desbloquear só pagando a fatura e anexando os comprovantes de rendimentos.... foram uns 2 meses de guerra com eles na volta...

Schnaider ferreira

Ola!
Eu estou na Europa e para compras em geral to usando meu Visa int´l, para pocket money saco direto da minha contat corrente do HSBC em qquer ATM, eles combram R$ 8,00 em cada transação debitados da C/C, o valor sai pela cotação do dia do Bacen, entao eh susse, o unico perrengue eh o limite de saque diario de USD 200,00.
Tenho conta no BB e no Bradesco tbem, no o custo eh de BB = 0,5% (do valor sacado) + USD 2,50 por saque e, no Bradesco nao me lembro agora, mas lembro que quando perguntei nao compensava, tentei pesquisar agora na pag do banco mas nao encontrei o valor...
abraço,
Schnaider

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

Bom, antigamente eu usei muito os travellers checks, mas sempre tinha que pagar taxas pra trocar e nos USA deu até um problema com meu TC da Amex (numeros parecidos com uma série roubada...). Então passei a usar cash e um cartão de crédito (VISA) qdo saia do Brasil. Agora, morando na Europa qdo eu viajo soh uso meu cartão do banco que tem MAESTRO. Aqui na Europa é aceito em todos os lugares, posso usar o Maestro tanto como débito como para sacar em ATM, e jah desconta direto na minha conta corrente e não pago taxas. A minha mãe passou a usar esse VISA TRAVEL MONEY (que citaram aih em cima) qdo vem aqui. Achei uma boa pq é aceito em qq lugar.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Riq, dá para sacr TM em qualquer lugar mas a taxa é alta
( era 2,5 usd por saque! e as maquinas limitam muito o volume sacado
já me aconteceu em Londres de ´so conseguir retirar 50 libras em cada
saque)
Como eu faço:
50% da grana:TRAVEL MONEY.
30% traveler check AMEX
20% em dinheiro trocado ,dólar e euro
( carregados na cintura o tempo todo)
Cartão de credito apenas por segurança e em ultimo caso
Os hoteis costumam cobrar 5% de acrescimo para pagamentos com cartão, e ainda tem o IOF, as coversões... não é negócio!
O Travel money uso exclusivamente para pagar contas de hotel e restaurantes; eventualmente alguma compra.
Usar o travel money para pagar contas significa não gastar um centavo em pagamento de taxas e comissões; a única perda possivel aqui é uma conversão desfavoravel de cambio( mas ate hoje só tive uma conversão desfavoravel no Nepal ; que é tão barato que não significou nada em moeda)
A outra super vantagem do TM é que se for preciso é só pedir para alguem fazer um deposito no teu cartão TM e está com a grana disponivel
no mesmo instante.
Moeda em notas pequenas para gorjetas, para fazer um cambio no aeroporto e pagar um taxi...
TC AMEX troco nos bancos sem comissão.Como isto dá trabalho só
vale a pena se for ficar muito tempo num pais e/ou precisar de muita
grana.

Mascavo
MascavoPermalinkResponder

Quando eu vou estudar e gasto mais dinheiro, travellers da Amex são a melhor opção, porque a taxa sempre é melhor. E como vc vai passar muito tempo no destino, não custa ir até um posto de troca e trocar tudo por moeda local. Agora, fora isso, cartão de crédito é o melhor. Até porque, se vc não vai gastar mais do que uns 2 mil dólares, mesmo que haja uma diferença de 5, 10 centavos entre a taxa do cartão e a melhor taxa, a comodidade compensa.

Guilherme
GuilhermePermalinkResponder

E pra Australia? O mesmo que no Canadá? Levo dólares e lá troco pela moeda local, mais cartão de credito - VISA, Amex?
Abs

Lena
LenaPermalinkResponder

Riq,
para fazer o saque de conta corrente com o cartão do Itau Pers, em lugares onde não há agencia Itau, que caixas vc utiliza?

Ricardo Freire

Guilherme, quando você vai a um país de moeda forte, como o Canadá, o ideal é já levar travelers cheques na moeda local, para não perder na taxa cambial. Compre travelers em dólar canadense, ou leve Visa Travel Money.

Lena, o meu cartão múltiplo do Itaú Personnalité tira dinheiro de qualquer caixa eletrônico que opere com Visa.

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

Cartão é sempre a melhor opção. Vc NUNCA vai conseguir comprar dólar ao preço que eles te cobram a fatura. Eles usam PTAX enquanto nós compramos dólar paralelo. Por curiosidade, vejam a diferença de preço entre os dois! eu, ao contrário de alguns aqui, já me dei bem ano passado com a queda do dólar. Cheguei a pagar R$ 2,50 no papel moeda e qdo minha fatura chegou a conversão era R$ 2,15.

fora isso:
- acumulo milhagens
- não preciso me preocupar em ser roubada no hotel ou andar com $$ na cintura - bem jurássico isso!
- e tb não preciso ficar trocando dinheiro pra lá e pra cá. Cartão é moeda universal.
Time is money! viva a praticidade!

Ricardo Freire

Também acho que o cartão faz o melhor câmbio, Carolina, mesmo com o IOF. Mas ter um dinheiro vivo na mão também é necessário, né?

Alessandro
AlessandroPermalinkResponder

Entao, depende do destino, né? Se nao tiver perigo nenhum, nem penso em travelers... E se for necessário, só AMEX, para trocar na filial...(mas dá trabalho...).
Na Europa, é tranqüilo: sempre usei um cartao múltiplo do Banco do Brasil (o mais simples possível...), pode sacar em qualquer caixa eletrônico com a bandeira Visa. Ou no cartao de crédito mesmo, tanto para pagar, quanto para retirar dinheiro. As taxas de ambos os cartoes sao mínimas!!!
Um abracao!

Ricardo Freire

Alê, e quando você saca com o cartão do banco, o dinheiro é debitado na hora ou a conta vem depois no cartão de crédito?

Lena
LenaPermalinkResponder

Riq,
tb tenho o cartão múltiplo do Personalite e do BB, mas achava que o saque era só no cartão de crédito. Não sabia que podia fazer saque da conta corrente. Assim fica bem melhor, né, pois não tem os encargos que cobram ono crédito.

Ricardo Freire

É só selecionar "withdrawal" de "checking acount". Mas a conta vem no cartão. De vez em quando aparece uma taxa, mas é do caixa eletrônico, não juro de cartão.

Alessandro
AlessandroPermalinkResponder

Na hora, Riq! Como se eu tivesse sacando no Brasil! Acho fantástico, porque assim nao há o risco do câmbio.

Ricardo Freire

Perfeito, Alê...

Arnaldo FATOS & FOTOS de Viagens

TUDO depende da viagem, do(s) destino(s). Em termos de MOEDA, por exemplo, se vou apenas para países onde o Euro vigora, levo apenas essa moeda. Se vou apenas para os Estados Unidos, dólares americanos, é claro. Nesses casos raramente levo travelers checks, mas quando os levo são porque compensaram em termos de taxa de câmbio na compra no Brasil. American Express ou Thomas Cook são os que uso, não por escolha.

O cheque de viagens maneira segura de levar dinheiro em viagens internacionais e é largamente aceito aceito em hotéis, lojas e em casas de câmbio.

Se a viagem for em outra moeda qualquer que não o Dólar, levo um pouco dessa moeda se pretendo fazer alguma compra no free-shop no retorno ao Brasil, por ser a moeda mais largamente aceita.

Travelers em geral são bem comprados nos bancos onde temos conta corrente porque eles debitam diretamente da conta, mandam entregar no endereço determinado e as taxas são as melhores. Além disso, você pode fazer tudo pela Internet. A grande vantagem dos travelers comprados no banco é que vc NÃO precisa assiná-los no ato, o que lhe dá liberdade se pretender entregar parte a alguém que viaje com você (mulher, amrido, amigo, companheiro, filho, parente, etc).

Quando se trata de países onde a moeda não é o Dólar americano ou o Euro, levo o Dólar, convertendo-os em cada país. Mas hoje percebo que o ambas Euro e Dólar, são aceitas igualmente.

Sempre que chego a um país onde seja necessária a conversão, troco um pouco (bem pouco mesmo) no aeroporto, onde em geral as taxas são mais desfavoráveis. Uma vez hospedado, procuro saber quem paga melhor, se as Recepções dos hotéis ou as casas de câmbio, levando sempre em conta as taxas que essas últimas cobram. Sempre realizo pesquisas e procuro trocar aos poucos e à medida do necessário, evitando tanto trocas sucessivas quanto troca em excesso, porque a cada câmbio perdemos um valor euivalente ao da taxa de comissão. JAMAIS fiz câmbio em lugar não oficial e não recomendo a ninguém fazê-lo, pois por mais atraebnte que seja, em alguns países pode ser uma gigantesca furada. Quem compra moeda estrangeira em espécie corre enormes riscos de ser roubado ou receber notas falsas ou em dinheiro que já saiu de circulação.

Sempre levo dois cartões de crédito (Amex e Visa) e, se possível, pago o máximo que puder com eles, tais como hospedagem e locação de carros, porque a taxa do dólar empregada pelo cartão no Brasil é semrpe melhor do que a taxa de dólar turismo (evidentemente que do paralelo também). A taxa nesse caso é do dólar oficial com ligeiro acréscimo e semrope a do dia do pagamento.

Nunca tirei dinheiro em caixa eletrônico no exterior, ainda que tenha senhas para isso, caso emergencialmente venha a necessitar. As taxas são caras demais.

Foi um przer dar minha opinião, aidna que nada de novo tenha sido dito!

Abel
AbelPermalinkResponder

Se aqui na minha cidade eu consigo encontrar a moeda do destino ótimo, levo um pouco. Se não encontro levo um pouco de Dólares e ou Euro. Acho que levar algum dinheiro em espécie na moeda local, Euro ou Dólar é uma garantia para eventuais surpresas. No destino prefiro sacar em espécie nos caixas eletrônicos com cartão da conta corrente e fazer compras com cartão de crédito, mesmo tendo que pagar uma taxa (HSBC), o cambio com o banco é mais vantajoso. Evite o câmbio em aeroportos e shoppings. Eles tiram até as cuecas.

Avassaladora
AvassaladoraPermalinkResponder

Bom, na única viagem internacional até agora, levamos dinheiro, travel e cartão... mas usamos o dinheiro para as compras corriqueiras (comida, taxi, metrô, essas coisinhas...) e os travelers para comprar os eletrônicos... O cartão só foi usado no consumo de emergência, quando acabou toda a grana e ainda queríamos comprar um óculos escuros...hehehhee

Daniela Fonseca

Riq, eu viajo sempre com dinheiro vivo, cartão de crédito e atualmente tenho usado o cartão do banco para fazer saques. Já usei também o redshop para compras de pequeno valor.

Ricardo Freire

Daniela, é algum banco diferente daqueles que o pessoal já falou aí em cima? (BB, HSBC, Itaú, Bradesco, Citi?

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Cartão, sempre. Visa, do Itaú Personnalitte e um pouco de dolar ou euro - trocado - para chegar no aeroporto sem sufoco e poder tomar um café. Ah, já tive problemas em sacar dinheiro no Itaú em Buenos Aires, por causa das diferenças das senhas de 4 digitos ou 6 digitos, o que bloqueou o cartão e tive que usar outro. Aproveito para perguntar se alguém tem alguma dica para as Filipinas e o Cambodia - meu próximo plano? É fácil conseguir caixa eletrônico? Obrigada.

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Riq, continuando.minha experiência me recomenda o seguinte:

Não existe apenas UMA moeda ideal em viagem. Todas têm seu lado positivo e negativo. O tipo da viagem e o destino é que, na minha opinião, devem definir qual se deve levar em maior quantidade.

O dinheiro em espécie, por exemplo, é sempre mais vantajoso se a gente já sai do Brasil com a moeda local do(s) país(es) para onde viajaremos. Hoje, se vamos para a Argentina, por exemplo, compensa levarmos Reais. Para o Caribe e Estados Unidos, é melhor levar dólares, para Europa, euros. O contra americanas podem se tornar um transtorno, já que não são aceitas nas ruas. O problema, no caso de dinehro vivo. é que, em caso de perda ou roubo, não há o que fazer.

Já os cheques de viagem são geralmente bem aceitos na Europa e nos Estados Unidos, além de seguros no caso de perda perda ou roubo, caso tenham sido observadas as regras do seguro. O contra é que o câmbio de cheques de viagem em casas de câmbio é sempre inferios ao valor pago por dólares ou euros.

Os cartões de crédito, por sua vez, são os mais aceitos universalmente, exceto em cidades perdidas no interior de países não muito desenvolvidos ou lugarejos. Também são bastante seguros no caso de perda ou roubo, caso o extravio seja comunicado imediatamente. A AMEX, por exemplo, entrega um novo cartão em cerca de dois dias. E também há a possibilidade de se sacar dinheiro com cartão de crédito e pagar na fatura, embora as taxas sejam altíssimas. Em tempos de economia estável, é bastante favorável porque vale o câmbio do dolar oficial do dia do pagamento da fatura. Mas em épocas instáveis o barato pode sair caríssimo. Os cartões mais aceitos são Visa e MasterCard. Depois o Amex e, por último, o Diners, um verdadeiro mico.

Débito em conta corrente: Alguns bancos permitem que se tire dinheiro na moeda do país onde você está, com o mesmo cartão utilizado no Brasil, até um limite que varia de coorrentista para correntista, mas as tarifas cobradas e o cãmbio são muito desfavoráveis. Também é possível fazer compras no exterior pagando com o cartão de débito de sua conta corrente, como Redeshop e Visa Electron, mas as tarifas e taxas de câmbio não são favoráveis.

O chamado “ dinheiro eletrônico”, ou Visa Travel Money, prestado por alguns bancos (BankBoston e Banco do Brasil, por exemplo), como disse a Dani funciona legal: você determina um valor e recebe um cartão em dólares aqui no Brasil, além de uma uma senha, e pode sacar dinheiro do saldo do seu cartão em moeda local nos caixas autorizados. A tarifa cobrada em cada saque é razoável e se o cartão for roubado ou perdido basta comunicar a central de atendimento. Além disso, você pode fazer novas cargas no cartão.

Dinheiro vivo: De preferência, já saia do Brasil com a moeda do país para o qual você vai e não apenas com dólares, o que é mais comum de acontecer. Se você vai para Argentina, Chile, ilhas do Caribe e, obviamente, Estados Unidos, é possível usar dólares para quase tudo. Já na Europa, as verdinhas americanas podem se tornar um transtorno, já que não são aceitas nas ruas. O problema é que, em caso de perda ou roubo, a única coisa que você pode fazer é sentar e chorar.

Cheques de viagem: Ou travelers checks, aceitos na Europa e nos Estados Unidos, apesar de algumas caras feias nas lojas e restaurantes. E são seguros, já que, em caso de perda ou roubo, o reembolso sai em 24 horas. Mas, para trocá-los pela moeda local, casas de câmbio pagam menos por eles do que por dólares. E no caso de a viagem incluir muitos países, será preciso trocar os travelers a cada desembarque. Vira amolação.

Cartões de crédito: Quase tudo pode ser pago com eles, mas só nos países do Primeiro Mundo, já que nos confins da China as pessoas ainda torcem o nariz para o chamado dinheiro de plástico. E no caso de perda ou roubo, a operadora precisa ser avisada rapidamente (ninguém no mundo confere a assinatura). Você pode ainda sacar dinheiro com cartão de crédito e pagar na fatura, como se fosse uma compra, embora as taxas para isso desanimem. Outro aspecto negativo é que, na hora do pagamento de despesas internacionais, vale o câmbio do dia: se houver uma súbita mudança na economia brasileira durante ou logo depois de sua viagem (e isso sempre acontece), você estará numa fria polar. A dica: Visa e MasterCard são os cartões mais aceitos em todo o mundo.

Débito em conta corrente: Alguns bancos permitem que se tire dinheiro na moeda do país onde você está, com o mesmo cartão utilizado no Brasil, até um limite de 2400 reais por dia. O problema dessa transação: tarifas altas e câmbio desfavorável. Mas, o débito é feito direto na sua conta e isso permite certo controle dos gastos. Também é possível fazer compras em outros países e pagar com o cartão da conta corrente, igual aos serviços Redeshop ou Visa Electron, mas de novo é preciso que seu banco tenha convênio para isso. E as tarifas, só para variar, ficam lá em cima: 2% sobre o valor da compra em dólar e até 3,5% se for em outra moeda.

Dinheiro eletrônico: O serviço, chamado Visa Travel Money, ainda é exclusivo de bancos grandes, como BankBoston e Banco do Brasil, mas deve se popularizar em breve. Funciona assim: você "carrega" um cartão em dólares aqui no Brasil e recebe uma senha, com a qual pode sacar seu dinheiro em moeda local nos caixas autorizados. A tarifa cobrada em cada saque é bem razoável - apenas 1,80 dólar - e se o cartão for roubado ou perdido basta cancelá-lo ligando para os escritórios de atendimento.

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Esse texto foi retirado da Revista Viagem e Turismo de 2004, não me recordo exatamente de que edição, mas que tinha inserido numa reportagem no meu blog.

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Riq, uma vez você disse, numa entrevista à Revista Viagem e Turismo, de 2004, o seguinte, a cerca de cartões de Crédito:

Qual a Falência mais grave (era a pergunta)

"Ter chegado a Bora-Bora com o dólar a R$ 1,20 e pago a conta com o dólar a R$ 2,10."

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Cartão e dólar/euro.
Mas já tive problemas em 1999 também, na Espanha...em fevereiro estava em Barcelona e entrei em pânico quando vi os picos que o dólar dava...já tinha usado bem o cartão e foi uma furada. Em outubro do mesmo ano estava em Madri, no sul da Espanha e em Portugal e também aconteceu outra alta (que sortuda que sou...), só que dessa vez já estava mais escolada.
PS: Riq, você é mais um dos órfãos do Bank Boston?

Ricardo Freire

Poxa, Arnaldo, seus arquivos são implacáveis!

Emília, eu sou um órfão ainda do BFB, Banco Francês e Brasileiro (que foi comprado pelo Itaú e deu origem à divisão Personnalité. A peruíce do nome em francês vêm daí...)

Jorge Bernardes

Faço saques no Citibank. Acho as taxas de câmbio muito convenientes e como Citibank está presente em praticamente todo o mundo, quando se utiliza uma máquina da rede não há cobrança de tarifas.
Ainda que sejam cobradas tarifas, não tem preço a segurança e o conforto do saque. O limite é de 1000 dólares por dia o que para mim é mais do suficiente smile
Já utilizei o saque do Banco Real/ABN e tem uma vantagem, o saque só é pago quando vc quita a fatura do cartão de crédito, pela taxa do dia do saque. É conveniente também e na Holanda, na rede do ABN, não tem custo.

N Breault
N BreaultPermalinkResponder

Ola Ricardo.
Ultimamente eu so' tenho levado cartoes e pouca quantidade de dinheiro na moeda do pais que vou visitar para evitar fazer troca no aeroporto. Eu chego cansada da viagem e quero ir logo para o hotel, alem disso cambio no aeroporto geralmente 'e mais caro, entao eu levo cerca de 40 euros so' para pegar o onibus/metro ate o hotel. Eu levo um AMEX, o cartao do meu banco e o cartao de credito (MasterCard).
Eu vou fazendo saques com meu cartao do banco para despesas diarias e despesas grandes como hotel eu uso meu MasterCard para colecionar pontos e mais tarde trocar os pontos por dinheiro (Cash rewards). O meu banco nao cobra nenhuma taxa por saques no exterior...
O AMEX e' so' para emergencia, uma vez em Veneza a maquina engoliu o meu cartao, se nao tivesse um de reserva minha viagem teria acabado ali mesmo... Abracos.

Malu
MaluPermalinkResponder

Eu sou ex-BankBoston e atual Personnalité. Como a minha gerente continua a mesma, tudo bem. Também tenho um cartão multiplo Visa e é ótimo. Qdo viajo levo dinheiro vivo (sempre o local) e cartão Visa e MasterCard. Tem dado super certo mas estou querendo testar esse "Visa Travel Money". Riq, e os seguros saúde só para o período da viagem, qual o melhor para comprar aqui? Quem já precisou usar, o que achou? Se quiser deixar essas questóes p/ uma próxima enquete, tudo bem.

Ricardo Freire

É uma boa pergunta, Malu. Eu nunca estudei direito os seguros de viagem. Sempre saio com um, mas graças a São Cristóvão (padroeiro dos viajantes...) nunca precisei usar.

Schnaider ferreira

Oi Malu e Ricardo
Estou em Portugal e semana retrasada fiquei doente, tive uma amidalite, e acionei o seguro do meu cartao de credito Bradesco (Worldassistance), disquei o num que estava no livrinho que veio junto ao cartao e fui super bem atendida por uma equipe de plantão no escritorio do Rio de Janeiro. Me perguntaram o que eu tinha e que em seguida me ligariam indicando uma clinica para eu ser atendida. Dentro de meia hora me ligaram para confirmar meu endereço e disseram que enviariam um medico ao meu hotel para me atender. Dentro de 1 hora o medico chegou, me consultou e me receitou antibioticos. Perfeito nada a reclamar e ainda o preco gasto com remedios sera reembolsado. Tbem jah usei o seguro da AIG quando fiz intercambio na Asia em 2001, tive consulta e remedios reembolsados facilmente. Alem do seguro da AIG em 2001 eu tinha do BB que tem um preço super em conta, na epoca eu pagava R$ 6,00 por mes (descontado da conta corrente) e tbem é muito bom, esse foi indicação de um amigo que o utilizou numa viagem de 1 ano pelo Oriente Medio depois que nenhuma outra seguradora quis fazer seu seguro de viagem!
Um abraço! Schnaider

Ricardo Freire

Obrigado, Schnaider!

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Me esqueci: sobre a bandeira, eu uso Mastercard e nunca tive problemas.
Malu, minha gerente também continua a mesma e não tive muitos sobressaltos, mas continuo de alerta sobre o Personnalité (já tive conta lá antes do Boston e não gostei.)
Seguro saúde: nunca usava, mas fui convencida a usar e realmente acho que vale a pena sair com a cabeça despreocupada. Na última viagem usei o ISIS e foi ok. Só não gostei do câmbio que utilizaram para reembolsar uma consulta.

Miguel
MiguelPermalinkResponder

Ricardo,

Vai uma contribuição aí, alguns pontos que não foram citados (acho!)

Travellers: muito engrenado para os EUA. Levei os AMEX no valor de US$ 100 cada e pra você ter uma idéia, usei em várias lojas de NY para compras de menor valor e recebi troco sem pagar comissão e sem cara feia. Não tem erro. Já para Europa é diferente, não recomendo.

Visa Travel Money: o que acho que não mencionaram aí em cima é que você não pode abastecer sua conta. Sério! Você precisa cadastrar uma outra pessoa para fazer as recargas, alguém que esteja no Brasil durante sua viagem. Pode ser um incoveniente. Ele funciona como cartão de débito e permite sacar dinheiro em moeda local a uma taxa de US$ 2,50 por operação, se não me engano.

Saques direto da conta: fiz em alguns países da Europa, o dinheiro sai da conta no dia seguinte, paguei US$ 2,50 por operação (BB, bandeira Visa). Não achei o câmbio tão desfavorável assim, vou levantar a diferença pro comercial da data e posto aqui. Não paga IOF, como o saque no cartão, temos que prestar atenção no caixa por que nem sempre a opção aparece de forma clara. Uma curiosidade: o valor desses saques apareceram na minha fatura do cartão, mas eram apenas citados, não estavam somados no total (o que eu só descobri depois de somar tudo com a calculadora, ufa!)

Valeu, espero ter ajudado.

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Ainda sobre seguros de viagem do Bradesco - usei em Nova York, para uma consulta dentária de emergência. Foi perfeito. Fui atendida por um dentista do livrinho, que tinha vááárias opções. Nenhuma reclamação de conta. O único contra é que o seguro é temporário - vale por apenas três meses após sair do Brasil.

Daniela Fonseca

Riq, uso o Unibanco e o Boston que virou Personalitté.

Ricardo Freire

Obrigadíssimo, pessoal. E continuem postando... no final eu faço um resumão!

Malu
MaluPermalinkResponder

Riq,Juliana,Emília, Schnaider, obrigada a todos. Sempre compro o Isis ou AssistCard e não sei não...nunca precisei mas, como viajo sozinha, tenho muitas dúvidas. Valeu amigos do amigo Riq.

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