Guias Visuais: na rede, mas sem o visual

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

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Acho que alguém (o Rodrigo? o Alessandro?) já tinha me dado o toque, mas eu esqueci de conferir na hora.

Seguinte: desde fevereiro tem mais uma família de guias com conteúdo disponível online. Dessa vez são os guias Eyewitness, da editora britânica Dorling Kindersley, editados em português do Brasil pela Publifolha, sob o nome "Guia Visual Folha de S. Paulo".

O site só não tem... a fartura de fotos e diagramas, que é justamente o que faz a diferença dessa série para as outras (na versão derivada de árvores, claro).

Mesmo sem tantas figurinhas, o site da DK tem algumas ferramentas interativas bem interessantes.

Você pode montar um guia só com as informações que achar relevantes (o Fodor's fazia isso há um tempo atrás) e depois, por módicos 5 dólares, fazer o dauloude (ou daunloude, se preferir) para imprimir ou carregar num Palm ou iPod.

Os miniguias feitos pelos internautas ficam publicados no site -- então dá pra visitar os miniguias dos outros e dar pitacos.

Como se a gente não tivesse mais nada pra fazer, né?

 smile

33 comentários

Daniela Siqueira

Mas que a idéia é boa, isso é (de fazer o próprio guia editado, não necessariamente de dar pitacos nos dos outros - se bem que o que a gente mais faz aqui é dar pitacos, mesmo wink
Ah, eu só queria que o Michelin deixasse fazer isso...

Carla
CarlaPermalinkResponder

Eu amava o Miniguide do Fodor's... Legal saber que nesse a gente pode até baixar a versão pro Palm! Mas... ficar lendo guia dos outros, com tanto blog interessante aparecendo por aqui, não sei, não... Tem que sobrar um tempinho pra trabalhar... wink

Filipe
FilipePermalinkResponder

Depois dos agentes de turismo, depois dos guias impressos, depois dos pacotes, depois da internet.... Chegará o tempo em que no meio de tanta informação disponível o barato voltará a ser simplesmente ir, sem saber nada ou quase nada sobre o destino.... Sem desmerecer de forma nenhuma as dicas de viagens em qualquer mídia que seja, me parece que estamos nos distanciando daquilo que é a razão maior das viagens, o estranhamento e o descobrimento. Cada vez mais sabemos como vai ser quando chegarmos lá e de certa forma, já construímos o "lá". Desculpem esse pequeno aparte. Consciência crítica de um viajante enfurnado. Abraços e boa viagem.

Fred
FredPermalinkResponder

Cara, respeito e FAZ SENTIDO o que vc diz... MAS ao mesmo tempo os lugares são tão complexos e, em geral, o tempo é mais curto do que seria o ideal... eu mesmo vou daqui a uns 4 meses para o oriente. China e Japão... tô pesquisando "MUUUINNNTO"... tudo é diferente demais, línguas, endereços, hábitos... Pra mim a viagem começa nessa época, no momento em que decidimos para onde, compramos as passagens, pesquisamos onde ficar, o que fazer... wink

Carla
CarlaPermalinkResponder

Ah, Filipe, mas o "lá" nunca é igualzinho à nossa imaginação, né? Por mais que a gente se prepare, leia, pegue dicas e veja fotos, quando alguém vai conseguir chegar a um lugar e não ter nenhuma surpresa, nenhuma descoberta, nenhum estranhamento? Não consegue, não... smile

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Filipe:
Já fiz isso uma vez,saimos de um país e fomos para outro sem ter
nada em mãos e foi muito dificel;perdemos um tempo precioso
comprando, lendo e escolhendo num guia o que fazer.
Não vale a pena meeesmo, sem falar que vc passa na frente de
lugares legais sem saber : é o mesmo que não ter ido.
Planejar é escolher antes.

GiraMundo com Jorge Bernardes

Filipe, eu entendo. Bom, no meu caso, o planejamento já é um pedaço da viagem. É o que garante que eu permaneça 100% do tempo viajando. smile

Ricardo, eu ainda estou preso no mundo dos guias derivados de árvores.

Vc já viu os guias da Discovery, os Insight Guides e os da National Geographic? Ambos tem tantas fotos quanto os Eyewitness, mas tenho achado que são menos turísticos e mais viajantes.

Ricardo Freire

Filipe, esse planeta de que você fala existiu de fato e era bem bacana, só que foi extinto mais ou menos em 1996 smile

Daniela Siqueira

Sabe qual o problema dos guias Eyewitness-Guia Visual? Eu acho muito pouca informação. Tá certo que uma imagem vale mil palavras, mas nada substitui um texto bem escrito. Tá bom, eu gostei da foto e do desenho, e quero ir no lugar - e eles me dão duas linhazinhas de informação concreta? Eu acho que esses guias de fotos são melhores para viajar em casa, sonhar com a viagem, e não para planejamento direto, e nunca para levar na viagem. Alguém concorda comigo? Ou eu sou uma information-freak que não se contenta enquanto não sabe de que dinastia era o rei que mandou construir o treco, e por que?

Ricardo Freire

Daniela, eu não tenho muita paciência com os Eyewitness, não. Eles causam em mim um Efeito Filipe (brincadeirinha, Filipe! Além de você ser sócio antigo, a sua observação é totalmente pertinente) -- se eu estudo demais aqueles diagramas, fico praticamente sem vontade de ir ao lugar.

Jorge, não conheço os guias da National Geographic nem do Discovery, não. Os Insight Guides eu já conhecia, mas nunca fomos muito com a cara um do outro smile

Cacá
CacáPermalinkResponder

Arnaldo, Paula e Fábio, muito obrigada pelas dicas de CWB, viu?
Adorei, imprimi e usarei, com certeza!
Apesar de ser agente de viagens, sempre precisamos de algumas dicas de quem conhece, né?
PS: Riq, já li o Viaje na Viagem mil vezes, dá pra relançar e atualizar?? Vc é o máximo!!! smile
Beijos!!!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Daniela, concordo totalmente com vc.Mais de uma vez despedacei e
levei partes do Guia Visual da Folha e não serviu para nada nada
( só os mapas , que nas cidades são de graça ).
São ótimos para escolher, não para carregar e informar.
Vc se lembra mesmo da "dinastia"? Por quanto tempo?
Eu nunca consegui guardar estas info; por outro lado sei nomes de ruas
e endereços de memória em tudo que é lugar.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

PQ só os meus coments ficam fora de formatação?
Será que é pq aumento o tamanho da tela?

Zé
PermalinkResponder

Daniela, Ricardo e Sylvia,
Comigo é o oposto. Tenho uma paciência chinesa com os guias Eyewitness (leio de cabo a rabo, até o índice!). É o primeiro guia que sai da minha estante quando quero planejar uma viagem. Meus itinerários são planejados com os DKs. Quando vejo as fotos, diagramas de museus, sugestões de percursos de passeios à pé, só me dá mais comichão em conhecer o lugar. No entanto, quando chego ao meu destino (Europa especificamente), meu guia preferido é o do Rick Steves. Pra mim, o guia mais prático e atualizado para se levar a uma viagem à Europa). Vocês conhecem os guias dele?

Take care,

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Zé, os guias do Rick são muito bons mesmo.
Mas eu já não levo mais nenhum guia,não tenho paciencia de carregar
e não consigo ler mais nada quando chego em um lugar.
Só um mapinha basico e uma folha com anotações.
Uma vez perdi todos os materiais e descobri que posso viver sem.
(claro que salvo tudo no yahoo, para uma emergencia)

Carla
CarlaPermalinkResponder

Eu não carrego guia nenhum, não... Acho que fazem peso demais na mala, e quando chego ao lugar acabo não carregando porque pesam demais na bolsa. Esses da Eyewitness, então!

Eu gosto do Lonely Planet - apesar de não ser mochileira, e de não seguir ao pé da letra a filosofia deles. Mas acho que o guia é bem rico em informação, para várias faixas de preço. Aprendi muito com eles a priorizar meus gastos em viagens!

O que faço agora é selecionar a informação que mais me interessa, montar o meu próprio "guia" e salvar no Palm. É prático, não ocupa muito espaço, não pesa na bolsa e está sempre à mão! smile

Ricardo Freire

Zé e Sylvia, eu quero ser o Rick Steves quando crescer...

Zé
PermalinkResponder

Ricardo,
Tenho certeza que você chega lá (pelo menos no nome vocês estão empatados) e quem sabe pode até superá-lo. O Brasil você já conquistou (não tem pra mais ninguém) e sei que você tem plena consciência disso. Seu blog não para de crescer e já começa a conquistar o mundo, recebendo comentários de viajantes de outros países. Tá na hora de expandir e fazer um blog paralelo com seus textos traduzidos para o Inglês. E tem mais, se você traduzir o sue guia Freire’s de praia para o Inglês e investir no mercado europeu, e quem sabe colocar uma pitadinha de Pantanal e Amazônia para fisgar os americanos, aí sim você põe o Rick Steves no chinelo (ou melhor, nas Havaianas). E você sabe que tem uma arma poderosa nas mãos. Seus textos são muiiiiiito bons. Afinal, como você acha que nos conquistou?
Sucesso!!

Take care

Marcio
MarcioPermalinkResponder

Dei uma navegada lá! É bom para ter uma idéia dos destinos. Agora ler miniguia dos outros só pra quem tem tempo mesmo.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Eu gosto dos guias cheios de fotos, pelo menos para poder olhar e dizer que quero ir ali (aliás, não encontrei nenhum bacana sobre o Chile, mesmo tendo revirado as Big 3 de SP atrás de um). Além disso, rabisco ele todo e faço uma listinha numerada em um papelzinho que fica na carteira e vou riscando o que já vi.
Concordo que carregar na bolsa pesa. E meu palm eu ainda não consigo usar para mais que uma agenda eletrônica de telefones...rs.
Mas tem uma coisa que eu sempre levo comigo, em qualquer cidade: aqueles mapinhas que tem nas recepções dos hotéis. É ali que marco com 'x' os lugares que numerei na minha listinha.
A respeito do comentário do Filipe, eu acho que chegar e não ter idéia para onde ir, é muito ruim. A gente perde tempo e planejar a viagem é 30% da diversão.
PS: big 3 = fnac, siciliano e saraiva.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Ah, mas tem blogs aqui, além do VnV que são super bacanas e melhores que qualquer guia.
Pelo que parece, minha próxima viagem vai ter mais fontes de consulta.

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Riq e leitores, tripulantes e comentaristas. Tenho andado esses últimos três dias tão atarefado que mal tenho tempo de atualizar meu blog, que dirá mater o mais delicioso vício que é ler, acompanhar e especialmente escrever AQUI.

Assim, mesmo que tardiamente, vou deixar meu pensamento acerca de guias de viagens.

Primeiramente, NENHUM guia é bom para levar consigo. Nada mais chato do que ficar defronte a uma atração lendo aquelas longas dissertações sobre ela, algo que acho bom a pessoa ter ANTES de viajar uma noção. MAPA, sim, é fundamental, pra meu estilo de viajar (explorar TUDO, seja a pé, de carro, de ônibus, bicicleta, metrô ou lombo de camelo).

Eu NUNCA levo guias comigo. O que faço é tirar cópias (xerox) para não ter que despedaçar os guias, separálas por assunto (palácio tal, museu aquele, torre assim assado, ruína aquela outra, etc). Assim, você organiza seu dia para ver aquelas atrações e carrega consigo apenas as cópias do que verá. Granpeadas separadamente. Depois de "consumir" a atração, jogo fora, simplesmente, a cópia. Faço isso exatamente com os Guias Visuais da Folha) porque são bem resumidos e concentram o mínimo que você precisa.

1-Não há (no meu entendimento) um "guia perfeito", pelo simples fato de que é impossível agradar a todos os gostos. cada um tem sua personalidade e seu foco, o que acho muito bom: há os que se destinam aos mochileiros, aos viajantes econômicos, aos descolados, aos estribados, aos cultos, aos aventureiros, enfim. Todos têm em si algo melhor que os outros (só não são melhores que o Guia Freire de Praias, esse sim, absolutamente perfeito.

2- o Guia Visual da Folha (os Eyewitness, da DK, traduzidos) estão entre os que mais gosto e consulto, além de colecioná-los. eles não são tão extensos, dão uma boa visão geral sem ir muito a fundo e fartamente ilustrados, com bons mapas e, especialmente, roteiros a pé (através de diagramas e mapas muito bem feitos).

NOTA: Para quem gosta de carregar consigo um guia mas acha que os grandes e pesados atrapalham, os "Pocket Map and Guide" da mesma Eyewitness Travel Guides, são uma das soluções disponíveis;

3- Os melhores guias, para o meu gosto, são os Knopf Guide, quase livros de arte turísticos, um DK de luxo e mais extenso um pouco. Eles são um espetáculo, com folhas duplas que se abrem e s tornam quádruplas, ilustrações e diagramas espetaculares e detalhes muito interessantes. São mais históricos e artísticos do que turísticos. Um exemplo que você pode conferir por dentro é o "Knopf Guides Seville and Andalusia", no link a seguir:

http://www.amazon.com/gp/reader/0679755683/ref=sib_dp_pt/104-4553242-9711111#reader-link

4- Os Guias da National Geographic, que agora estão sendo traduzidos para o português e publiados no Brasil (encontram-se facilmente nas bancas de jornais), já lá em cima citados pelo Jorge Bernardes, são muito bons, completos e amplos. São ótimos para se viajar pelo país, porque tratam muito especialmente de roteiros por estradas, analizam bem os transportes públicos e opções de hospedagem. Uma variação mais profunda dos DK, em termos de maior riqueza de textos e menos ilustrações;

5- Guias como o Lonely Planet, por exemplo, consulto apenas ANTES de ir, porque nada t~em a ver com meu estilo de viajar, ainda que seja extremamente bons e populares (por isso eu disse lá em cima que não existem guias perfeitos e completos);

6- Os Rough Guide são extensos demais, com poucas ilustrações, ótimos mapas, onde estão marcadas as localizações da atrações e têm o tamanho de uma página (que eu copio e corto, cabe dentro do bolso) Também são guias que trazem boas análises críticas, tornando-se de gosto amplo, universal, para todos viajantes, desde o mochileiro (sem ser Lonely Planet) ou seja, uma espécie de "guia-que-tem-de-tudo-um-pouco-inclusive-dos-outros-nele-mesmo". é o tipo do guia para se ler ANTES de viajar e JAMAIS levar consigo porque são uns tijolões;

7- Os Fodor’s Travel Guides são talvez os melhores guias em termos de agradar a um público maior e mais heterogêneo.

8- Os FROMMERS, sãoexcelentes guias de viagens, um dos melhores de todos, e através de seu sítio na Internet transformaram-se, pra mim, num ótimo primeiro guia de pesquisa quando começo a planejar uma viagem e estudar um destino. Fica em http://www.frommers.com/ e deve pernanecer nos "Favoritos" de todo viajante;

9- Há os Michellin, um dos que menos gosto, ainda que bem amplos. Mas não sei exatamente o motivo pelo qual nunca os leio, não tenho simpatia alguma por eles, seu formato e lay out grafico. Bom é consultá-lo on line e seus excelentes mapas e programadores de roteiros por estradas na Europa. Uma "mão-na-roda" on line!

10- Outro que gosto muito, é o "Insight Guide", considerada a maior série de guias de viagens do mundo, publicado com a cooperação do espertíssimo Discovery Channel. De vez em quando você encontra um deles em livrarias brasileiras, mas são bem raros. Vale dar uma consultada na página deles na Internet:
http://www.insighttravelguides.com/catalog/index.php

11- Mais ou menos do mesmo gênero são os "Mobil Travel Guides". Especializados em Estados Unidos, exploram muito bem todo o país e seus milhares de destinos turísticos. São mais voltados a roteiros por estradas, combinando mapas e gráficos bem atraentes e uma ampla lista de sugestões de intinerários.

Também vale dar uma consultada na página deles na Internet:
http://mobiltravelguide.howstuffworks.com/

Ainda que tenhamos boa coleção de guias de viagens no Brasil, sejam em português ou outros idiomas, encontrados facilmente em boas livrarias, o grande sonho de consumo meu seria uma livraria especializada APENAS em livros, mapas, guias e tudo mais relacionado com viagens.

Abraços a TODOS!

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Arnaldo

Muito bem feita esta sua síntese... E, sempre aperendo um pouco mais com o blog e seus comentários...

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Obrigado, Ernesto. Gosto de compartilhar com quem gosta de viajar e esse "trabalho" é memso um prazer. Você me deixou um recado no meu blog, mencionando que o Museu dos Coches mereciam mais fotos. Já inseri mais algumas. Será que estão do seu gosto? Confira e me diga depois...

http://www.flickr.com/photos/arnaldointerata/

Abraços

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Quem quiser conhecer um pouco mais desta bela e pouco conhecida atração de Lisboa, vale a pena ver as fotos de Arnaldo. Mas, para quem quiser ter um gostinho, a exposição do museu nacional do Rio de Janeiro sobre o mesmo tema também está muito bonita.

Boas viagens a todos!

Daniela Siqueira

Eu sou fã dos guias Michelin. Primeiro, porque eles dão a cara a tapa: têm a coragem de colocar um sistema de estrelinhas nas atrações, ranqueando das que "valem a viagem" até as que são "interessantes". Você pode até não concordar com eles, mas eles não se recusam a dar uma opinião. Até agora, não me arrependi de nenhuma atração (eles ranqueam até cidades) apontada por eles. E o site deles faz excelentes percursos de carro, com todas as dicas - www.viamichelin.com
Adoro o Frommers também, especialmente porque não são munhecas e disponibilizam todo o seu conteúdo na internet.
Como o Arnaldo apontou (e o Riq já dizia desde o VnV derivado de árvores), guia é questão de personalidade. Eu acho que quanto mais, melhor. E o meu sonho é o do Arnaldo: uma loja especializada, com todos os guias e mapas - e que atendesse pela internet, que daqui do interior a gente não tem acesso às big 3 wink

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Ernesto, eu conheço o Museu Histórico Nacional e realmente tem uma coleção bastante interessante de carruagens, além de mobiliário e tudo mais do Brasil colonial. Além disso, o fabuloso edifício colonial é um dos mais bonitos do Brasil, em termos de arquitetura civil da época, muito bem mantido. É um belo programa...

GiraMundo com Jorge Bernardes

M. Gribel,
A lista de livrarias para comprar guias fica incompleta se você não passar na melhor de todas: a livraria Cultura. O que eles não tem, eles te arrumam e entregam na sua casa se quiser. O atendimento é insuperável, os vendedores são super cultos e muitos, bem viajados.

Arnaldo,
A filial da Livraria Cultura no Conjunto Nacional da Paulista está dividida em 3 lojas e uma delas é especialmente dedicada a livros de idiomas, MAPAS e VIAGENS. Se vc vai no sábado à tarde, tem sempre uma galera ali, (mais ou menos como a gente aqui) batendo papo e trocando dicas de viagens. E se alguém for a NY e quiser fazer o mesmo, os melhores "points" são a filial da Barnes & Noble na Union Sq e a da Borders no Time Warner Center da Columbus Circle. Nessas duas, a variedade é ainda maior que na Cultura.

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Arnaldo

Tenho certeza que voce conhece o museu histórico, foi mais para dar a dica para todos os nossos colegas e amigos, é um programa bonito, e a reforma que fizeram no ano passado foi de colocar o muesu como uma das melhores atrações do Rio. E, hoje domingo, é de graça. Aproveitem.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Oi, Jorge.
Verdade! Esqueci de citar a Cultura.
São Big 4!
Mancada e boa lembrança a sua. O atendimento é o melhor de todas, vc tem razão tb.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

A propósito, isso fez com que eu me lembrasse de um episódio.
Certa vez entrei na Saraiva e perguntei se tinha algum livro do Amyr Klink.
Eu queria enviar ele para uma pessoa que mora fora do Brasil e de tanto eu falar do AK, me pediu para mandar alguns.
Resposta da vendedora: 'Almir quem?".
Ainda que ela fez a gentileza de chamar mais 2 outras pessoas, que jamais haviam ouvido falar nele e tentaram uma busca pelo sistema da loja.
Precisa dizer que eu tive que ensinar a digitar o nome dele depois de 10 minutos esperando uma resposta, pois NENHUM dos 3 haviam ouvido falar dele?
Como é possível? rs
Ah, isso foi em novembro de 2005. Ou seja, o Amyr certamente não era um desconhecido.

Lea
LeaPermalinkResponder

Arnaldo,
Ótima sua seleção de guias.

Confesso que tenho este problema: levar guias comigo. Ainda mais os da DK - se são vários, pesam uma tonelada! Uma vez já quase pensei em despachá-los de volta pra casa pelo correio... O ideal mesmo é não levar. Fazer xerox antes, fazer um mini guia com anotações... mas rtem que se preparar e não deixar pra última hora!

Procurei o link de uma avaliação boa que eu tinha dos guias de viagem mais populares, mas não achei! Acho que era do do editor da Condé Nast Traveler. Vou procurar e qqr coisa posto aqui - tinha tudo a ver com os comentários!

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
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