Paris pra Dani (Lerê, lerê)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

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Outro dia a Dani do Rio me deixou bleu-blanc-rouge de inveja ao pedir um help para destrinchar uma viagem de uma semana em Paris (com o maridão, a trabalho) sem ter mais pontos obrigatórios para ver.

Claro que ela só queria dicas parisienses fora do basicão. Mas, do jeitinho que ela escreveu, acabou inspirando a minha coluna desta semana lá no ViajeAqui.  

Originalmente aqui só tinha um link para o texto completo. Mas como o link caducou (e não há mais permalinks lá no ViajeAqui), aqui vai a transcrição integral.

O que fazer numa cidade onde você já foi a todos os pontos obrigatórios?

Essa foi mais ou menos a pergunta que me fez uma querida leitora minha outro dia. Por causa do trabalho do marido, a pobrezinha vai precisar voltar a Paris (a Paris!!!!) apenas seis meses depois da primeira viagem.

Muito provavelmente ela só queria que eu desse sugestões de programas fora do basicão para essa nova semana na cidade.

Mas se eu resolver enxergar algumas minhocas nessa pergunta, a coluna fica muito mais interessante. Você deixa, Dani? Obrigado.

É o seguinte. Nós, turistas (eu detesto essa distinção pretensiosa que alguns fazem entre "turistas" e "viajantes"), somos escravos do cartão-postal.

Organizamos nossos roteiros de um jeito assim e assado para conseguir bater ponto em todos eles. Lerê, lerê! Ai da gente se não entrar numa igreja obrigatória. Lerê, lerê! Quantos museus obrigatórios você já viu hoje? Lerê, lerê! Será que eu vou conseguir reserva naquele restaurante obrigatório? Lerê, lerê!

Quando a gente consegue ticar todos os pontos obrigatórios de uma cidade, lerê lerê, está na hora de passar para a próxima.

Nada contra os pontos obrigatórios. Tudo contra a obrigação.

A gente se acostuma tanto com as obrigações diárias de escravo dos cartões-postais, que quando não tem nada na agenda do lerê, fica perdido. Pior: fica culpado. Como é que eu ainda estou aqui nesse lugar onde não existe nada mais obrigatório para fazer? Socorro, eu tô livre!

Se você algum dia se vir nessa situação, não tenha medo. Aí é que o lugar fica realmente bom.

O meu sonho de consumo é voltar, à paisana, a lugares onde eu já cumpri todo o circuito lerê-lerê. Melhor: onde haja alguma coisa muito importante que eu ainda não tenha visto de perto – mas que eu todo dia dê um jeito de adiar para o dia seguinte, até não ter mais tempo para cumprir smile

Tudo bem, admito que existem lugares do mundo que só justificam a viagem até lá por causa de seus pontos-lerê. Mas cidades como Paris foram feitas para os com-tempo e sem-obrigação. "Flanar" foi um verbo cunhado em Paris. "Pegar uma mesa na calçada e pedir um café" foi outro.

Da última vez que tive tempo sem lerê em Paris (já faz nove anos!), saí andando sem mapa nem destino, atravessei o Sena por uma ponte onde nunca tinha posto os pés, subi uma ladeira que não conhecia, e, lá pelas tantas dei de cara com uma feira linda e sofisticada, que não ficava numa rua, mas numa praça, dessas com fonte no meio e tudo, e que só agora, pesquisando no Google, vim a saber que é a feira da Place Monge. Se eu tivesse visto num guia, não teria ficado tão surpreso. Não só com a feira, mas também pelo fato de ter descido outra rua e pimba: ter deparado com o Panthéon.

O ideal é que em todo lugar interessante (nem precisa ser tãããão interessante quanto Paris, não) a gente possa reservar pelo menos um dia para vagar a esmo, sem objetivo nem lerê de espécie nenhuma.

E que, mesmo nos dias de lerê brabo, possa fazer recreios longos. Ou chegar ao ponto-lerê pelo caminho menos objetivo. Para que a gente não guarde na memória só o cartão-postal, mas também o making-of do cartão-postal.

(Eu bem que queria poder aplicar isso retroativamente. Meu Deus, como eu gostaria de me lembrar da primeira coisa que eu comi depois de ter descido da Torre Eiffel!)

Mas não, Dani, eu não estou sugerindo que você fique uma semana zanzando por Paris feito uma doida varrida sem lerê nenhum na agenda.

Só para te inspirar, vou dar umas dicas de lerezinhos gostosos e totalmente não-obrigatórios.

Ao chegar no Charles de Gaulle, entre na livraria do setor de desembarque. Compre três livros

1) um Paris par arrondissement – um livrinho mágico de bolso em que você aprende a achar facinho qualquer endereço parisiense e a estação de metrô mais próxima;

2) um Pariscope, que traz toda a programação cultural da cidade para a semana; e, se tiver,

3) um Petit Lebey 2007 des Bistrots Parisiens, um guia sensacional para achar bistrozinhos recomendados (tradicionais, regionais ou modernos).

Pronto. Você está bem equipada para esta semana que está me deixando bleu-blanc-rouge de inveja.

Flane. E use seu Paris par arrondissement quando estiver mais perdida do que o recomendável.

Vá ao cinema. Todos os filmes que você perdeu no cinema e não saíram em DVD parecem estar em cartaz em Paris.

Dê um jeito de pôr uma feira de rua no seu caminho. E/ou uma padaria nota 10. E/ou um mercado de pulgas.

E quando cansar de Paris, dê um pulinho no norte da África ou na Indochina: passeie por bairros com forte presença de imigrantes, como Oberkampf e Belleville.

Se no caminho você topar com o Arco do Triunfo, a Torre Eiffel ou o Louvre, mande lembranças, tá?

143 comentários

Gabi
GabiPermalinkResponder

oi riq!

lendo sua cronica, alias otima como sempre, pensei muito a respeito da minha ida a Roma em junho do ano passado. abri mao, e mta gente classificou isso como pecado mortal, de visitara capela cistina e o museu do vaticano para vagar pela cidade e jamais me arrependerei disso! foi muito melhor conhecer a cidade, e sim seus outros pontos leiê-leiê do que ficar por aproximadamente 7 horas (!) na fila naqule calor escaldante...tenho certeza que outra oportunidades de ir a Roma eu ainda terei na vida e ai sim eu fico conhecendo...

prometo ficar mais assidua nos comentarios, já que eu visito o blog todos os dias!

bjus

Primo
PrimoPermalinkResponder

Freire,
Obrigado pelas dicas.
Uma ajuda. Eu sei que você já escreveu sobre isso, mas não consigo encontrar o post sobre alugueis por temporada me Paris. Eu vou ficar dois meses a partir de julho e gostaria de um lugar mínimo, barato, mas bem localizado. Obrigado, pela milionésima vez.

Marcio
MarcioPermalinkResponder

Dica para quem é apreciador de cerveja em Paris.

Por incrível que pareça, na própria "avenue de Champs Elysees" o Culture Bière é um lugar fantástico para degustar uma ótima cerveja da casa on tap e comprar taças para os diversos tipos de cerveja.

Endereço: Avenue de Champs Elysees 65

Se quiser ver a foto aí vai o link.
http://ajanelalaranja.blogspot.com/2007/01/dica-tima-cerveja-em-paris.html

Ricardo Freire

Primo, eu já usei, e recomendo, o http://www.rentparis.com .

Um leitor português recomendou também o http://www.homelidays.com .

Boa sorte!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Gabi :
Per-fei-to ! e sabes como é né? o melhor de tudo isto,
alem de se divertir com a cara de espanto das pessoas
é que vc tem uma razão séria e documentada para ter
que voltar , talvez até antes de conhecer um lugar novo.

Caroline®
Caroline®PermalinkResponder

Oi, pessoal! Sem querer explorar, mas já explorando, gostaria que me indicassem hotéis B&B (bons e baratos!) em Roma. Desde já agradeço!

Filipe
FilipePermalinkResponder

Este post seu me fez lembrar aquela discussão que tivemos, sobre viajar conhecendo pouco ou quase nada do lugar. De certa forma é isso mesmo, viajar com menos obrigação e dando mais espaço ao acaso. Você poderia montar uma enquete com o pessoal, de quais cartões postais as pessoas poderiam ter ido e não foram. Eu por exemplo fui a Jeri, fiquei uma semana e não fui a pedra-furada. Pelo simples fato de que quando eu pensava em animar a me deslocar até lá, eu olhava, olhava, olhava e sempre chegava a conclusão de que uma pedra furada não podia ser melhor do que uma cerveja gelada ao pé da duna... Abraços e boa viagem.

Ricardo Freire

Tudo a ver mesmo, Filipe
smile

Bruno Vilaça
Bruno VilaçaPermalinkResponder

Bleu-blanc-rouge que nada! Eu tô é ROXO mesmo de inveja! wink

Caroline®
Caroline®PermalinkResponder

Comandante, já fui lá no post dos hotéis em conta, mas não tinha nenhuma dica super especial, não. De repente, um dos tripulantes aparece com alguma solução genial....

Ricardo Freire

Caroline(R), tenta também o Eurocheapo:
http://www.eurocheapo.com/rome/

SandraM
SandraMPermalinkResponder

Como é boa a sensação de ter encontrado nossa turma, não é?
Perceber q suas idéias, suas conclusões, desprezadas e incompreendidas por alguns são admitidas e praticadas por outros.
Sempre q vou a alguma cidade, deixo algum ponto "imperdível" para outra viagem.
Tô indo para Paris em julho, e com ótimos pressentimentos.
rsrs
Riq, a encomenda deve chegar hoje.
Os últimos dois dias foram difíceis, perdi até o Planeta Cidade.
;(

Ricardo Freire

Eita, Sandra, justo essa semana que a matéria foi boa
smile

Goitacá Bender

Sábios conselhos mestre, sábios conselhos.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Que delícia essa viagem da Dani... smile Eu amo voltar aos lugares que já conheço, acho que me divirto muito mais quando já me sinto mais íntima do lugar. Por outro lado, não tenho o desprendimento de abrir mão dos cartões-postais... Apenas procuro ser comedida, planejando tempo suficiente nos lugares para curtir tudo com calma...

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

Primo, todos os anos a gente aluga casas no verão pelo site
www.interhome.com
Tem casa e apartamento em todos os lugares da Europa !

Guilherme Lopes

Caroline®,

Dá uma olhada neste texto do Arnaldo.

http://interata.squarespace.com/jornal-de-viagem/2006/4/28/roma-hotelaria.html

; )

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Mas hoje quem viaja a Europa tem que estar consciente de que tudo lá está carissimo. Os preços em Euro, nominais, são iguais aos do Brasil, mas como 1 Euro no Cambio Trurismo está a aprxoimadamente 3,15 Reais..... E bom,mas é caro... quem quiser fazer o seu dinheiro render mais, tente a America do Sul, a Asia....

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Caroline :
Olha este
www.nottiaroma.com/

Ricardo Freire

Tudo isso, Ernesto? Não consigo achar as cotações de euro turismo na net. Mas vejo que o dólar turismo está quase 10% mais caro que o comercial.

Mas se não me engano, passagens aéreas, saques por caixa eletrônico e despesas em cartão de crédito são convertidas pelo dólar comercial.

Ou estou errado?

Guilherme Lopes

Riq,

Olha só o que eu escutei hoje: Ô Guilhermeeee! O que é Lerê???

; )

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Comercial e Turismo (R$/US$) e Euro Turismo (R$/ €)

Tipo Compra Venda Var. (%) Mín. Máx. Terça-Feira

Dólar Comercial 2,0400 2,0410 +0,25 2,0400 2,0410 2,0360

US$ Turismo (Papel Moeda) 1,9830 2,1230 +0,14 2,1200 2,1300 2,1200

€ Turismo (Traveller Check) 2,6600 2,8750 +0,42 2,8700 2,8800 2,8630

Fonte: Agência Estado/Broadcast
http://www.estadao.com.br/economia/financas/cotacoes/dolar.htm

Ricardo Freire

Obrigado, Sylvia... a coisa não está tão grave assim, o euro-turismo está a 2,88.

Voltei lá na enquete do dinheiro http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/01/22/enquete-da-semana-dinheiro/ e fiquei confuso.

Há quem diga que a fatura do cartão de crédito vem pelo dólar turismo, há quem diga que vem pelo comercial. Num momento em que as duas cotações estão tão descoladas, essa diferença é importante.

Alguém tem a resposta categórica para esta pergunta?

Arthur
ArthurPermalinkResponder

É o dólar turismo. O comercial só é usado em operações comerciais do país, no pagamento do serviço da dívida externa e nas remessas de dividendos das empresas com sede no exterior.

Ricardo Freire

Então... no que se refere a viagens, o tal dólar de 2,02 é na verdade um dólar de 2,13...

Dani
DaniPermalinkResponder

Eu não tenho nem palavras para AGRADECER esse post, a crônica, o apoio e a resposta dos amigos tripulantes!

Riq você é MIL! Estou DEVORANDO tudoooo!

Amigos tripulantes vocês são demais!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Até onde sei o valor usado para conversão de pagamento de
passagens aéreas, não é o dolar turismo.
É um valor mais baixo, que as cias aereas chamam de
valor de conversão para passagens.
Alguem pode esclarecer isto ?

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Dani, não precisa agradecer não.
É só convidar a gente pra " não fazer nada em Paris "

Guilherme Lopes

Sylvia,

Que sacrifício, hein?

; )

Filipe
FilipePermalinkResponder

Tenho quase certeza que o dólar utilizado no cartão de crédito é o PTAX. Esse é aquele que os operadores ficam doidos tentando influenciar no final do mês. Ele bate bem próximo com o comercial. O turismo só é usado para trocar din din. Abraços e boa viagem.

Ricardo Freire

Filipe, é essa a sensação que eu tive tanto ao pagar as passagens da última viagem quanto a cada fatura de cartão de crédito... Mas eu acho que o dólar-turismo não estava tão longe do dólar comecial naquela época...

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

Sobre os dólares:

faturas de cartão - PTAX
Emissão de passagens aéreas e marítimas - Comercial
traveller's check e papel moeda com fins de viagem - dólar turismo
câmbio (papel moeda) - paralelo

Às vezes (quase sempre) pagamos + caro do que a cotação do US$ turismo qdo vamos comprar US$ pra viajar. Isso é pq cada instituição cobra o que quer acima da cotação. Por isso podemos generalizar e considerar sempre a cotação do paralelo. A dica é cotar várias e pechinchar.

deu pra entender? é meio complicadinho...

Ricardo Freire

Obrigado, Carolina!
Essa era a minha impressão, mesmo!
Ponto para o cartão de crédito smile

Diogo
DiogoPermalinkResponder

Sylvia, ontem falamos em ti, e lembramos que ainda está em stand by um 2o. (com cara de 1o.) encontro aqui no Sul.

Mesmo lugar será, ou um outro diferente, quem sabe?

Bjos, Diogo.

Eduardo Luz
Eduardo LuzPermalinkResponder

Agora não se esqueça dos 2% (IOF)a pagar a mais nas faturas dos cartões. E se voce comprar dolares ( papel ou travel pelo menos no Amex) tem os mesmos 2% de desconto. Ou seja, arriscar levando papel (ou travel que voce troca no próprio Amex sem taxa) dá uma diferença de 4%. É bastante, não !

Ricardo Freire

É uma conta complicada, Edu... Se a cotação PTAX tá quase 10% abaixo do dólar-turismo, o cartão deve continuar valendo a pena (sem falar que não dá trabalho para trocar, e ainda dá milhas...)

Diogo
DiogoPermalinkResponder

Uma observação quanto a isso: SEMPRE vale a pena comprar com cartão, em função dessa taxa que as operadoras utilizam. Comprar dinheiro local, para poder gastar lá, sem usar o plastic money, sai menos em conta. wink

dandoumpitaco
dandoumpitacoPermalinkResponder

Por falar em operadoras, algumas já estão lançando uns pacotinhos pra Oktoberfest. No meu blog eu publiquei um comparativo de um pacote com a mesma viagem feita por conta própria.

dandoumpitaco.wordpress.com

Abraços a todos! Estes chats estão cada vez melhor.
Igor

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Sei não Diogo, e ainda tem o Travel Money ( que para mim é a melhor
de todas as opções para pagar hotelaria e restaurantes ) que é
um cartão de debito fácilmente carregável e reembolsavel em caso
de perda ou roubo.
As contas do Eduardo dizem que se vc tem TC Amex e troca sem taxas
nos escritorios deles, a cada mil euros vc economiza 40; ou seja,
em tres mil euros ( que é o que custa um muchilão) vc ganha 120 euros.
Este 120 euros podem ser usados para algumas estravagancias ...
O complicado do cartão é que vc tem que ser organizado pra guardar
os recibos e acompanhar as despesas , o cc é o grande vilão dos
orçamentos ( vai passando o cartão e depois dá um jeito ( !?))

Majô
MajôPermalinkResponder

Riq,

Adorei esse post, como adoro essa cidade !
Tanto a sua matéria da ViajeAqui, como o texto da Cláudia citada por você, tocam num ponto que faz toda diferença de turistas, o slow travel e o de produtividade, expressões dela, embora tenhamos um pouco dos 2.
Concordo com ela que nada mais enriquecedor que passar 1 semana ou um pouco mais, em uma cidade só, para "sentir" e conhecer a cidade e os hábitos do povo.
Nada como andar a pé, em Paris, sem pressa, e virando a esquina se deparar e aí sim contemplar a beleza de monumentos como Dôme, Panthéon, Madeleine ou Opéra.
Fui à Torre Eiffel, como lerê na 1a vez, nunca mais tive vontade de subir, mas ir de encontro a ela, ou vê-la de longe andando em bairro próximo, é sempre belíssima.
Um lerê que repito sempre é o Museu D' Orsay, uma tarde ou manhã não canso nunca, saio de lá com a sensação de ter enriquecido um pouco mais.

Adorei seu link das padarias.

Uma dica que é, mas não é lerê: ir à Missa na Notre Dame, no domingo, 6e meia, cantada e com um órgão magnífico.
Outra para o domingo, ir às pontes do Sena ver como o francês se diverte.
Mais uma para católicos: a capela de N.S. da Medalha Milagrosa, na rue du Bac, 140. É uma jóia. Passando na rua só se vê uma porta, tem que entrar, ela fica no fundo. Quando sair, pertinho tem a Grand Épicerie de Paris, na rue de Rennes, cheio de guloseimas, ôba.
Mais umazinha, conhecer e saborear as delícias da Ladurée http://www.laduree.fr/index_fr.htm

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Majô, o ' casal faceiro' está de volta, e com 10 anos a menos.
Felicidade total !

Majô
MajôPermalinkResponder

Menina,

Que transmimento de pensação ! Eu ia perguntar a você ontem pelo "casal sacudido".
Imagino, devem estar mais novos que você e com todos o gás.
Vieram até o Rio ?

Paula Rocha
Paula RochaPermalinkResponder

Dani,
A minha dica se resume a um bairro: Le Marais. Sem dúvida o bairro mais cheio de pequenas atrações de Paris. Tem um post no meu blog se vc quiser ler:
http://bigtrip.zip.net/arch2006-11-01_2006-11-30.html
Tem várias lojas legias, tem vida nas ruas, muitos restaurantes gostosos, e tem um museu super fora do circuito lere-lere como diz o Riq que é o Museu Carnavet (23, Rue de Sevigne): conta a interessante história da cidade de Paris, e tem até um modelo da guilhotina usada na prisão da Bastille. Muito legal, num hotel que por si só vale a visita.
Bjos e curta muito!

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

Eduardo Luz , o Ricardo tem razão.
Pessoas físicas não conseguem comprar dólar à taxas nem perto do Ptax. Por isso compensa mesmo com o IOF.
Fora que é mais seguro, prático e as outras coisas todas que ele mencionou.
PTAX: R$ 2,0348 + IOF 2% = R$ 2,0755
Paralelo: R$ 2,15820

São 8 centavos por dólar! é bastante, vai??

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Ricardo

No cartão tem o IOF, mas acho que no atual quadro e a melhor maneira de viajar. Mas é smepre bom levar uma boa reserva pois cartões podem sair do ar, não serem acetios onde voce quer (especiamente o AMEX), e tem que ter algum para pagar em casa. Desculpe se chutei a taxa do Euro para cima, mas geralmente em cima destes valores publicados se cobra uma comissão na compra no Travels, pelo menos no Banco do Brasil é assim. De qualquer maneira, mesmo considerando 2,80 por Euro a Europa continua cara, e pelo preço de crepe de rua na frança voce come um churrasco com vinho na Argentina, numa churascaria razoavelmente boa.

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

corrigindo: travelers cheques.
desculpem.

Ricardo Freire

Concordo, Ernesto, que mesmo com o real valorizado a Europa continua cara. A Europa do euro é bem mais salgada que a do franco e do marco...

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Hoje o Dólar no parelelo estava a 2,07 aqui no Rio de Janeiro, o que é extremamente interessante em relação ao Euro (o Euro só sobe e o Dólar só desce) para viajar pelos Estados Unidos e resto do mundo que nÃo use o Euro como moeda. Claro que o uso do cartão é vantajoso em relação ao paralelo, mas o dólar turismo está mais caro do que o paralelo, ao menos em cheques de viagem.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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