Enquete da semana: gafes inesquecíveis

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Sexta passada no Fim de Expediente me perguntaram sobre algum mico espetacular que eu tinha passado, e então eu lembrei aquela história, que muitos de vocês já devem conhecer, da minha primeira vez num albergue. Acho que já contei várias vezes: foi em Bruxelas, em 85. Me mostraram o meu beliche, eu vi uma toalha em cima da cama de baixo e fui tomar banho. Só na volta é que descobri que o albergue não fornecia toalhas de graça, e que a toalha em questão tinha sido trazida de casa por um francês que queria me bater (mas que ficou instantaneamente meu amiguinho quando eu falei que era brasileiro).

Eu podia ter contado também do meu check-in num hotel nas Maldivas. Eles sentaram a gente numa mesinha ao lado da recepção, trouxeram os drinks de boas-vindas e uns salgadinhos. Eu quase passei os salgadinhos numa farinha finíssima que parecia estar servida numa cumbuca sobre a mesa -- na verdade, um cinzeiro cheio de areia cor de talco...

E você? Que gafe memorável tem pra dividir com a gente?  Queremos rir!

103 comentários

Leandro
LeandroPermalinkResponder

Minha primeira viagem internacional em Buenos Aires. Primeiro dia, eu afim de ir na rua Florida, pego um taxi e todo-todo peço direto ao motorista: "Por favor, para a Rua FLÓRIDA" (como o estado americano). O senhorzinho ficou me olhando por um tempo que me pareceu eterno e corrigiu "Rua FLORIDA?" Eu todo sem graça disse que sim e ainda durante os 10 minutos do percurso levei um baita sabão do taxista, que ficou falando que nós brasileiros temos mania de americanizar as coisas e tal....
Como se não bastasse, no dia seguinte pego um táxi (viva os taxis baratos de Buenos!) na porta do hotel e adivinhem quem era o motorista?Cumprimentei o senhor que havia me reconhecido e solto "Por favor, para a plaza San MARTÃN".....pelo menos o sabão da segunda vez foi menor

Carla
CarlaPermalinkResponder

Ah, e lembrei de outra! Em Londres, vi de longe uma plaquinha que dizia "sucos de frutas exóticas". Minha imaginação voou, né? Imaginei, sei lá, tâmaras, essas coisas assim. Chegando lá, as frutas exóticas eram: manga, abacaxi e papaia... grin Ouvi gozação por uns 3 dias...

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

grin Carla! grin

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Eu viajo desde os tempos pré-históricos da era internética e só quem é da minha geração pode compreender o que são os tempos de "antigamente" com os atuais, em relação a nos atualizarmos sobre o que acontece em NOSSO país estando em viagem. Depois de uns dez, quinze dias fora, a gente começa a ficar, se não faltoso de, curioso por notícias do Brasil, por ler um jornal, coisa que a gente faz corriqueira e diariamente em casa.

Hoje é fácil, basta entrar na Internet (mesmo que vc NÃo leve seu computador consigo, sempre haverá um no seu hotel ou uma lan no seu caminho).

Pois bem, eu estava viajando pela Suíça alemã e ao sair da estação de trem de Lucerna, vindo de Zurich, me deparei com uma banca de jornal ainda no saguão da estação ferroviária e avistei, entre dezenas de jornais e revistas europeus, um O GLOBO! Caramba! Que sensação deliciosa ver um jornal da MINHA cidade e do Brasil ali nos confins dos cantões alemães da Suíça!

Sem pestanejar, peguei o jornal, dobrei, coloqueio debaixo do braço e já fui sacando a carteira pra pagar. Perguntei ao jornaleiro quanto e ele me deu o preço. Engoli em seco. Era um ABSURDO, um valor astronômico que eu nem me recordo qual (certamente tenho anotado nos pré-históricos caderninhos de anotações de/em viagens...). Pra NÃo pagar MICO, paguei o jornal e fui diretamenteo pro hotel.

Depois de desfazer malas e me arrumar, seco por notícias do Brasil, sentei-me e comecei a ler o exemplar de O GLOBO....de UMA SEMANA ANTES de em embarcar em viagem! Ou seja, eu já estava careca de ter lido aquele jornal...

Jurema
JuremaPermalinkResponder

Bom, essa aconteceu nao comigo, mas com um amigo em terras lusitanas, há muito anos (Juro que é verdade! Ou, pelo menos, ele jura): Ele foi ao Porto a servico, usava sempre o mesmo taxi, do ponto perto do hotel e ficou amigo do taxista. Como ele tinha folga no dia seguinte, feriado, falou para o taxista no dia anterior que queria "VER" umas caves de vinho do porto. No dia seguinte, o taxista passou para pegá-lo e levou-o a uma cave que estava fechada. Meu amigo nao entendeu nada e falou: "Mas está fechada! Como vou comprar vinho se está fechada?" O lusitano taxista respondeu: " O sinhoire disse que queria veire, nao compraire." lol

Bruno Vilaça
Bruno VilaçaPermalinkResponder

Diogo, não dá pra contar detalhes... Eles não são muito poéticos! rsss wink

Bruno Vilaça
Bruno VilaçaPermalinkResponder

Mas lembrei de outro king kong, mico é pouco:

O que dizer de alguém que leva a bordo do saudoso (e minúsculo) Embraer Jet Class da Rio Sul uma moqueca capixaba (!), sim, pronta e na panela de barro, embrulhada pra presente para um amigo no Rio? E provoca um verdadeiro motim a bordo, já que no desembarque todos os passageiros e seus aprumados ternos cheiravam (ou fediam?) a badejo?

Jurema
JuremaPermalinkResponder

Essa aconteceu comigo, logo na chegada na Alemanha (morei por três anos em Stuttgart), ainda sem saber muito alemao e sem muita nocao do sistema de transporte e da efetiva pontualidade alema...
Eu estava dois minutos adiantada para o horário do meu trem, eu estava descendo pela escada, e o trem estava chegando. Eu comecei a correr para pegá-lo, abri a porta e entrei, dois outros estrangeiros entraram atrás de mim, em seguida o trem saiu. Claro que só depois eu percebi que estávamos apenas os três no trem... Tive certeza absoluta que tinha feito uma grande bobagem quando o trem fez uma curva para o outro lado, nao o que eu estava acostumada, se dirigiu para a garagem, parou e apagou a luz.
Claro que os três patetas dentro do trem nao sabiam o que fazer, eu fui até aquele telefoninho de emergência e comecei a gritar. O motorista tomou o maior susto, porque nao deveria ter ninguém lá dentro. Entrou no vagao e nos passou o maior sabao, dizendo que estava escrito tanto na frente do trem quanto no placar da estacao, mas para meu alemao básico eu fiquei só fazendo cara de boba (que, na minha opiniao, era cara-de-quem-estava-entendendo-tudo). Pedimos desculpas e o cara teve que desestacionar o trem e voltar conosco até a primeira estacao, fulo da vida.
Claro que eu só consegui dar risada do fato depois, ao contá-lo para os amigos...

Hugo
HugoPermalinkResponder

Nossa, já rolei de rir com esse post. O Jorge então, já aprotou todas smile .

Uma gafe que ocorreu comigo foi quando estava indo de Florianópolis para Pomerode e entrei numa rotatória. A minha esposa, que era a guia pois estava com os mapas, me disse para pegar uma determinada saída.

Depois de rodar uns 60 kms paramos num lugar no mínimo suspeito, com várias "moças" de saia curta, para pedir informação e o dono do local me disse que tinha que eu tinha que voltar ou dar uma volta de 200 kms para chegar em Pomerode.

Voltei os 60 kms, cheguei na rotatória de novo e então, com o mapa na minha mão, peguei a saída correta. Após 3 kms estava dentro de Pomerode procurando um lugar para parar.

Boanerges Junior

Minha primeira viagem internacional. Intercambio em Fort Lauderdale, na Florida. Encontrei uma revista velha na escola com uma foto do Planet Hollywood de Fort Lauderdale. Pensei: "Como nao tenho nada pra
fazer depois do almoço vou dar um pulo lá." Chequei o endereço, olhei no mapa dos onibus, achei o onibus certo e preparei minha maquina fotografica. Eu devia ter comentado com algum professor onde eu iria depois do almoço. Eu devia... Bem, assim que entrei no onibus e fiquei proximo ao motorista. Assim que achei que tava perto, uma hora depois, perguntei ao motorista se ele conhecia onde era o Planet Hollywood para me dizer em que ponto descer. Ele, bem gozador, olhou pra mim de cima em baixo e disse: "Garoto, eu tenho uma boa e uma má noticia pra vc... Qual voce quer primeiro?" Eu, ja sentindo que alguma coisa estava errada, disse: "Boas noticias primeiro." Ele disse:"A boa é que eu sei onde fica", e começou a rir. "E a má?", eu perguntei. Ele respondeu quase chorando de rir: "A má é que ele foi fechada um ano atras." E completou, dando a maior gargalhada: "Sabe, agora voce partiu meu coraçao fazendo essa cara. Na verdade eles fecharam todas as lojas da rede por aqui, mas eu acho que a da China ainda esta aberta." E completou, quase caindo da cadeira: "Só que este onibus nao passa lá, sinto muito".
Dei uma risadinha amarela, mas minha vontade mesmo era chorar (e de esganar o bus driver mais engraçadinho da Forida).

Eduardo Luz
Eduardo LuzPermalinkResponder

Nunca é tarde pra participar. Minha primeira vez em Paris e eu tentando entender o mundo dos vinhos. Entramos ( eu, minha esposa e minha filha)num bistrô e lá vem a carta de vinhos. Olho, penso e escolho um Sauternnes. O garçom me olhou estranhamente mas eu pensei: esses franceses são mesmo mal educados! Pedimos os pratos e quando fomos tomar o tal do vinho, surpresa : era um vinho de sobremesa extremamente doce numa garrafa de 750 ml e que eu , teimoso, tomei inteiramente aguentando a gozação da minha esposa e da minha filha. Pelo menos serviu pra nunca mais esquecer que este tipo de uva é para vinhos de sobremesa.
E tem outra também de banheiros na Cidade do Cabo : estávamos almoçando no Blues em Camps Bay (dica do nosso comandante) e
fui ao banheiro. Voltei falando maravilhas da modernidade do lugar. Banheiro universal com símbolo na porta indicando a entrada tanto de homens como de mulheres. A minha esposa disse que não iria pois achava estranho; já a minha filha foi e voltou dizendo que o banheiro (moderníssimo) que eu tinha entrado era o das mulheres. O dos homens era no lugar oposto ao delas. É isso aí.
Agora, digam a verdade. Estes micos ( se é que podemos chamar assim ) são os fatos que marcam ( e bem) uma bela viagem!

Andrada
AndradaPermalinkResponder

Primeira viagem à Coréia. Cheguei em Seoul às 7 da manhã, jet-legado que só, e ainda tinha uma conexão pra pegar pra Busan. Comi um Whopper de café da manhã, e cheguei no destino final perto da hora do almoço. O coreano foi me buscar no aeroporto, passamos no hotel pra eu tomar um banho e fomos direto pro restaurante.

Corta para aquele restaurante no topo do prédio mais alto da cidade, que estranhamente, era um buffet. Cinco ou seis coreanos, entre diretores e gerentes da empresa que eu visitava já esperavam lá. Peguei um pouquinho do que dava pra identificar, mas não consegui comer. Culinária coreana simplesmente não combina com o meu estômago. Mas sabe como é, almoço de negócios, todo mundo se desdobrando pra te agradar, faz-se uma forcinha.

Eu ia comendo e me retorcendo, fazendo caretas e caretas. Um coreano deve ter percebido, e de repente apareceu um espaguete à bolognesa enorme, que eu comi um pouquinho mas não desceu bem. A combinação jet-lag, whopper, comida coreana e macarrão causou um enjôo severo, mas eu achava que ia dar pra aguentar.

Mas aí vem o gran-finale: um tal de suco de arroz fermentado, super tradicional na região, que os visitantes tinham que tomar de qualquer jeito. Tomei um gole, tomei o segundo, no terceiro não deu pra aguentar: vomitei no meio do restaurante, com todo mundo olhando pra mim.

Apesar da minha descomunal vergonha, os coreanos foram super gente-boa. Voltei à Busan mais 3 vezes para visitar a mesma empresa, e o roteiro gastronômico consistiu sempre de Pizza Hut, TGI Friday's e Outback.

Abraços!

Andrada
AndradaPermalinkResponder

Primeira viagem de trem na Europa, de Amsterdam a Bruxelas. Estava com minha namorada, que levou não uma mala, mas um container de roupas. Que, obviamente, não cabia no bagageiro do trem. Como o trem estava vazio, deixamos no corredor, achando que não ia atrapalhar ninguém.

O que não sabíamos é que o trem faz milhares de paradas, e que o pessoal fica em pé no corredor como no metrô. O trem foi enchendo, enchendo, as pessoas reclamando da mala e nós acabamos a viagem de pé, com nossas bagagens, naquela área de conexão entre um vagão e outro, sem ar-condicionado, em pleno verão. Sorte que a viagem foi curta.

Majô
MajôPermalinkResponder

lol Andrada lol

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Já fiz um miquinho como o do Arnaldo, no tempo em que não haiva internet.... Fui até a agencia da Varig, para ler jornais "do Brasil", para descobrir que os que lá estavam eram de antes da miha partida.... Outro, ainda em Portugal, foi perguntar "quanto custa telefonar para o Brasil?", e dentro da lógica lusitana ouvir "isto depende de quanto tempo iras a chamar!"

Majô
MajôPermalinkResponder

Jorge,
Pra competir com o seu causo do câmbio do carro no aeroporto de LA. Quando peguei um carro em locadora, atravessei Paris inteira em 1a porque não me entendia com o cambio. Imagina o que tinha de gente atrás buzinando e me xingando eekops:

Miguel Kreiseler

Viagem de Lua de Mel a Florença (Italia).

No regresso fizemos uma escala em Munique (5 horas), e como era a primeira vez que a minha mulher estava na Alemanhã decidimos ir almoçar ao centro da cidade uma refeição tipicamente alemã (salsicha e cerveja). Começa a chover, e depois de passarmos por dois restaurantes muito cheios encontramos um, relativamente pequeno e simpatico, com mesa disponivel.
Depois de nos sentarmos, descobrimos que o funcionário não falava inglês ou francês. Apenas falava alemão e tentava falar a nossa lingua. Como não nos entendemos escolhemos através dos números. um 31, dois 65 e um 74.
Quando chegou a comida, descobrimos que a nossa única refeição em Munique e que queriamos tipicamente alemã, foi efectuada em um restaurante grego.

Na viagem do mês passado a Salvador, seguindo as dicas do comandante (OBRIGADO RICARDO, FOI * * * * *) alugamos um carro e fomos a Arembepe à procura da Aldeia Hippie. Chegados ao centro da vila, estacionamos o carro e andámos a pé à procura. Ficamos muito decepcionados pois achavamos que era pouco interessante e nem entendiamos porque tinha sido sugerida pelo RF. Quando já estavamos a sair da vila, a minha mulher lê com atenção o post que tinhamos impresso e que dizia que na vila deviamos virar à esquerda no centro e seguir por essa estrada até à aldeia que deve ficar a uns 2 ou 3 kms. Adorámos. Obrigado Ricardo.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Ai, acho que não vou parar de lembrar micos nunca mais... grin De carro na França, quando eu não falava francês, descobri rapidinho que "rondpoint" são aquelas rotatórias nas estradas, que economizam o maior tempo quando a gente erra o caminho. Pois bem: estávamos procurando um hotel na região de Blois, e o recepcionista do primeiro em que paramos, e que estava lotado, se desdobrou para me dar uma dica de onde ficar, em um francês bem básico, para que eu pudesse entender. Fiquei feliz da vida, porque consegui entender que ele tinha me dito para dobrar à direita no primeiro rondpoint. Pegamos o carro e fomos em busca do tal rondpoint - rodamos 2 km, 5 km, 10, 20 e nada... Por fim, paramos no primeiro hotel de plástico (é como eu chamo os Formule 1 e similares...) e ficamos por ali mesmo. Uma semana depois, em Paris, a amiga que estava viajando comigo abre um livro sobre Paris para brasileiros e quase enfarta de rir: "Um dos maiores erros dos brasileiros na França é achar que rondpoint é só aquela rotatória das estradas, quando significa qualquer cruzamento"... lol Mas foi um mico instrutivo: foi por essa situação e outras semelhantes que eu resolvi aprender francês!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Estas peripecias da Andrada me fizeram lembrar de duas minhas.
No trem de Napoles para Sorriento, no tempo que a gente viajava com
um malão , sem hesitar colocamos o "monstro" no local destinado
as bagagens de mão, em cima dos bancos dos passageiros.
Na primeira curva a mala despencou lá de cima em cima de um passageiro ; a gritaria da italianada foi geral .
Passamos toda a viagem ouvindo desaforos de todos os passageiros.
A outra foi no Egito. Depois de 5 dias subindo o Rio Nilo chegamos
ao Cairo para ficar 6 dias ( loucura ! ninguem fica todo esse tempo no Cairo!). Eu ainda não havia descoberto a palavra magica " baby food",
estava desesperada de fome , pois só conseguia digerir pão.
Pão puro durante 5 dias ! No desespero fomos a um " jantar turistique"
num barco atracado no Nilo, com show de bele dance , cadeiras douradas,
todos vestidos formalmente , muitos salamaleques .
Enfim consegui comer de verdade, e estava muito empolgada com
a sobremesa pois havia lido que as sobremesas egipcias eram maravilhosas !
O garçon não saia do nosso lado ,encantado com brasileiros de
verdade ( samba!mulatas!futebol!) e me fez a gentileza de trazer
duas sobremesas só para mim .
(Ele deve ter ficado com pena de mim, pois não deixei nem um grão
de comida no prato, tamanha era minha fome.)
O garçon fez questão de enfatizar que era a sobremesa mais famosa
do Egito : OM ALI.
Om ali é um arroz doce quente - intragável !
Ele ficava me olhando para ver minha reação , e para comemorar
o feito chamou o maitre .
Eu não podia comer aquilo de jeito nenhum, fiquei enrolando,
fui no banheiro fazer um tempo e quando voltei eles haviam desistido
de me observar.
Mas aonde colocar o "om ali" para fazer de conta que eu havia comido?
Guardanapos de pano na mesa , nenhum vasinho, potinho, cantinho
nada... nenhum lugar para jogar fora o "om ali".
No desespero peguei o guardanapo de pano e joguei os dois "om ali "
no guardanapo , mas a minha bolsa era mini, não cabia...
Eu estava totalmente surtada ! Resolvi jogar o guardanapo recheado
dentro da minha roupa!
Assunto resolvido, nos levantamos para ir embora.
A tripulação do barco o maitre e o comandante ficavam na
porta cumprimentando a todos e entregando um colar feito de flores
de jasmim natural para as mulheres.
Descemos as escadas do barco até o pier e ouvi uns gritos :
madame! madame !
Imediatamente vi que ao descer as escadas o meu pacotinho havia caido.
O garçon esbaforido veio ao nosso encontro
com o "om ali" enrolado no guardanapo e falou :
" não se preocupe, pode levar para comer no hotel "

Hugo
HugoPermalinkResponder

Sylvia, esse garçon te salvou de uma hein. Quem dera todos fossem assim.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Pois é Hugo , a melhor coisa do mundo é ser turista brasileiro .
Até no meio duma confusão a gente leva vantagem por portar
um passaporte para o carnaval e o futebol.
Mas eu fiquei preocupada pois não queria magoar o garça.
Ele mesmo deu um jeito de ver a coisa pelo melhor angulo !

Majô
MajôPermalinkResponder

Sylvia,

Não sei qual a melhor, você com esse causo, ou o da Mô com o motorista de taxi em Aracaju, lá em cima lol

Carmen
CarmenPermalinkResponder

Sylvia muy buena anécdota o "om ali" .

Fuí a Argelia con mi hermana y unas amigas a ver a un amigo español que trabajaba allí, con no sé qué de oleoductos.
Siempre llevo poca ropa cuando viajo. Llevaba unos tejanos/vaqueros muy bonitos.
Que lavé al llegar a la casa del amigo para poder usarlos al día siguiente.
Era un primer piso.
A la mañana siguiente había desaparecido toda la ropa limpia!!!.
Y yo sólo tenía "esos pantalones". Las otras chicas sólo llevaban uno y una falda. Yo era la única que no tenía nada más.
Ese amigo, 10 tallas mayor que yo, me dejó unos pantalones enormes y un cinturón. El resto del viaje lo hice con un pantalón enorme doblado por los bajos y con el qué recordaba a Chaplin/Charlot.

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

eu sou especialista em gafe, já é corriqueiro pra mim, mas acho que esse foi o meu pior MICO da vida:

carnaval de 2005, Ipanema, muito sol, praia LOTADA, primeira viagem com o namorado novinho em folha, eu toda me achando gatona, aceitei o convite dele para um mergulho. Ok, eu nado até que bem, mas ele é um peixe! e lá fomos nós...... passamos a arrebentação e tudo bem! até que na segunda tentativa de voltar eu percebi que tinha dado merda e anunciei: Amor, acho que perdi o pé.....
bom, não deu tempo de nada pois logo senti uma "pegada" no meu braço. Instantaneamente, naquela neura de paulista no Rio, pensei: assalto no meio do mar já é demais...
Mas não, era um salva vidas. E mais um...... falavam comigo coisas que eu não entendia. "blablablabla... fecha a perna... blablabla..." nada fazia sentido e eles me segurando ali em alto mar. Até que o diálogo entre eles segue: "Mandou vir?" "Sim, tá vindo!" eu continuava sem entender nada até que começo a escutar "tutututututututututu" e qdo vejo tem um helicoptero com uma cestinha pendurada!!!!!!!!!!!! bom, vcs já devem imaginar.... tive que entrar na cestinha que nem um siri e partir naquela viagem solitária. Meu namorado sem saber se ria ou chorava voltou nadando com um salva vidas para assistir à minha linda aterrisagem em plena Ipanema com a praia inteira de pé e eu com a maior cara de pastel do planeta!!!
IMPAGÁVEL!!! é claro que virou uma de nossas melhores histórias e continua animando toda rodinha de amigos sem assunto!

Cibele YS
Cibele YSPermalinkResponder

As minhas primeiras "viagens mochileiras" pela Europa produziram algumas gafes inesquecíveis....: em Zurich, estava eu e minha colega de viagem aguardando o Bonde num ponto de parada na calçada. Quando o avistamos ao longe, tive a brilhante iniciativa de comprar o bilhete numa maquininha ao lado da parada. Rapidamente coloquei a moeda e ...o bonde vindo em nossa direção....e para nossa "surpesa", ao invés de sair o bilhete da máquina, ela "espirrou" um utilíssimo jornal de esportes ...em alemão (que guardo até hoje!). Bem, perdemos o bonde e rolamos na calçada de tanto rir....com a estabanação suiça! Outra.....esta foi em Veneza: eu e mais dois amigos estávamos há algum tempo procurando o ponto de embarque de um vaporetto nos canais. Meu amigo, de repente deu um grito e anunciou que o havia encontrado lá na frente e saiu na disparada. Quando o alcançamos, realmente não conseguimos segurar uma gargalhada colossal: ele estava sentado nos bancos do deck todo feliz bradando que tínhamos conseguido embarcar no vaporetto......(mas óbvio que o dito cujo não sairia nunca do lugar......bem, rimos muito até o verdadeiro vaporetto chegar!)

Geraldo Hanz
Geraldo HanzPermalinkResponder

Ricardo, me fez lembrar de uns videos que eu vi há pouco, que fala um pouco disso, pequenas grandes gafes. É uma coleção de videos que a Microsoft fez para promover o novo Office. Usam uma linguagem de cinema que lembra a do Wes Anderson. Um exemplo de gafe é esse aqui... mas tem outros.

http://www.youtube.com/watch?v=aWkyDd8mLqA

abração.

Neto
NetoPermalinkResponder

Em novembro de 2006 fui para Ny com minha família. No Central Park a minha mulher, minha irmã e a minha cunhada resolveram patinar no gelo. Como eu não queria e só para entrar tinha que pagar, fiquei de fora olando com o meu filho de 1 ano. Elas nem tinham começado a patinar, o meu filho dormiu, anoiteceu e começou a esfriar cada vez mais. Como a mochila que estava outro casaco dele estava coma minha mulher, fui falar com o porteiro para tentar entrar e pegar o mala. Não falo patavinas de inglês e fui na direção do porteiro tentatndo formar uma frase para tentar ser entendido....Mulher = wife, mala = bag....chequei no porteiro e falei.....May Wife is may bag......o porteiro só me olhou......eu repeti.....e o porteiro nada...comecei a travar....aí tentei o espanhol.......aí o porteiro entendeu o que eu queria.......

loris
lorisPermalinkResponder

nem sei quantas gafes já passei em 30 anos de viagem. na ultima os guardas romenos da fronteira com a Bulgaria pediram 200 euros e, depois de muita negociação saiu por 20.
A melhor de todas tem um 10 anos, íamos por uma estrada na Suiça pensando em dormir em Zermatt ou Davos. A primeira que surgiu era Zermatt. Tinha um estacionamento enorme ,cheio de carros junto a uma estação de trem. Meu marido e eu pensamos, estamos de carro porque pegar um trem e aí vimos uma estradinha que mal cabia dois carros e seguimos por ela. Todos que passavam pela gente vindo de Zermatt punham a mão na cabeça e olhavam espantados para gente. O nosso carro´tinha placa de paris. Quando chegamos lá resolvemos passear de carro pela cidade. Quando alguém enfim nos avisou que carro lá só de golfe. Os carros que podem subir só de proprietários de Zermatt. Dois turistas idiotas, fazendo besteira.

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Loris, Romênia, fronteira com a Bulgária? Conta tuuudo!!!
(hehe, vai entender fetiches... grin )

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Emilia:
Aproveitando o gancho vai ai um link BARBARO !
Para quem ainda não conhece é ótimo, e para quem já conhece
relembrar de jogar
http://www.sheppardsoftware.com/Geography.htm
(experimentem começar com europa nivel 3 )

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Sylvia, muito bom!!! Dei só uma olhada por cima, mas já substituí o Lonely Planet como fonte oficial de países 'obscuros'. Aliás, sou só eu que acho que o site deles piorou em relação à versão mais antiga?
Hehe, já estou vendo que vou ter diversão para o final de semana smile

Ricardo Freire

Ha ha, eu sabia que essa enquete ia render
lol
lol
lol
Qualquer hora eu conto as minhas...

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Bruno,
Eu também tenho saudade do Jet Class da Rio Sul.
Aquele aviãozinho era rápido pra burro! Vc também tinha a sensação de estar indo para a lua?

Claudia
ClaudiaPermalinkResponder

Pessoal, obrigada pelas boas risadas que dei!!! Li parte ontem e voltei hoje pois sabia que ia render.
Ric, o temperinho do salgadinho teria sido especial!
Jorge, adorei as pérolas portuguesas. Mas ao menos vc entendeu o que o português do elev. Santa Justa queria dizer. Tive que perguntar 3 vezes até entender que "rrrcifu" era Recife (pra onde a filha dele tinha viajado).
Vai aí mais um mico gastronômico. Estávamos em Roma, já com o estômago nas costas, e depois de muito procurar nos demos por vencidas e entramos num daqueles restaurantes "pratos do dia" para turistas. Escolhemos os pratos e na hora da sobremesa pedi o "doce da casa" e minha irmã, muito light, pediu salada de frutas. Fui surpreendida pelo melhor tiramissu que já comi enquanto ela saboreava uma "deliciosa" salada de frutas enlatada!
Bjs a todos e até amanhã!!!

Kartoffel
KartoffelPermalinkResponder

Não é um mico, mas sim uma situação muito constrangedora. Estava trabalhando em um país no fim do mundo asiático, e quando terminou meu contrato fui para Bali, passar alguns dias antes de ir para a terra do sol nascente, onde começaria outro contrato. Quando cheguei em Bali a refeição foi na Pizza Hut. À noite, estava programado um jantar com um amigo que morava na cidade. Ele e a namorada passaram no hotel para me buscar, e no caminho do restaurante eu tive uma grave crise de... "indisposição estomacal"! Consegui pedir para parar o carro, desci correndo e me escondi atrás do carro e chamei o hugo pra valer. OK, voltei pro carro e continuamos o caminho para o restaurante. Alguns minutos mais e... nova crise! Só que dessa vez tive a infelicidade de parar BEM NA FRENTE DE UM MEGA-RESTAURANTE! Eu lá, me estrebuchando, chamando o hugo pra valer bem na frente do restaurante! Quem já esteve em Bali sabe como os turistas são tratados (muito bem), e os seguranças do restaurante vieram me ajudar, inclusive trazendo um copinho de água mineral (realmente me surpreendeu a educação/atenção deles). Acabou? LEDO ENGANO! Fomos para o restaurante (afinal, desespero é flórida!). Chegando no restaurante eu fui para o banheiro umas duas ou três vezes, até que... FINALMENTE, não havia mais nada nem no estômago nem no cérebro! Poderia então começar a comer o resto do que sobrou do jantar deles. Claro... com uma tremenda vergonha pelo meu estado de saúde naquela noite! Paguei a conta para o meu amigo e sua namorada, como agradecimento e desculpas pelo meu vexame. Como eu já estava mais tranquilo, terminamos a noite no Hard Rock de Bali (sem mais vexames!).

Renata Runge
Renata RungePermalinkResponder

Hahahha. Eu tenho vaaaaaaaaaarias...mas vou contar 2 que aconteceram na mesma viagem:
Em 2000, ACHANDO que falava ingles, decidi ir sozinha para Australia e NZ. No primeiro dia, quando fui encontrar o pessoal do tour ( eu era a unica brasileira), o guia estava conferindo os nomes da lista e eu fui ate ele dizer o meu. Ele nao entendeu o nome e veio com a cabeca/orelha mais perto pra escutar. Eu, como boa brasileira, achei que o cara tava vindo me cumprimentar com beijinho e tasquei uma bitoca no rosto dele. Hahah...normal se o cara fosse brasileiro, mas o australiano arregalou um olho e falou: "WOW...Ok!!!!" Dai eu percebi a gafe. O pior foi ter que ficar 2 semanas indo pra la e pra ca tendo o cara como guia e aguentando as cantadas do sujeito.

Na mesma viagem tinha um canadense que era bem bonitao. Numa noite fomos todos pra uma boate e eu fui dar mole pro cara. Cheguei e disse : " I like the smell of your colon" Ele nao parava de rir e gritar pra todo mundo o que eu tinha dito. So depois me liguei que ao inves de falar "colonia/perfume" eu tinha pronunciado a palavra como "colon/parte final do reto".
Detalhe: hoje eu sou CASADA com este canadense e ele conta esta estoria pra todo mundo.

Ricardo Freire

Renata, o troféu é seu!!!! (E essa dupla colon-cologne é a melhor cilada de "embromation" que eu já ouvi)
lol
lol
lol

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Renata desbancou todo mundo!! Gargalhadas!
E dizem que cantadas toscas não funcionam! grin

Beto
BetoPermalinkResponder

Renata, realmente... essa foi demais. Só casando, mesmo... Esse tem você nas mãos pro resto da vida. Como sempre diz o Diogo: Hahahaha!!!

Selma
SelmaPermalinkResponder

Riq,
Lá vai o meu micão!! Estava de férias em Vitória, hotel legal, café da manhã maravilhoso; onde eu simplesmente, enchi um prato de manteiga em cubo achando que era queijo. Agora imagina a cena, eu espetei alguns e enfiei na boca, malhação geral na mesa!!.
bjos.

Selma
SelmaPermalinkResponder

Renata,
parabéns, o troféu é seu!!
bjos.

Renata Runge
Renata RungePermalinkResponder

Aha! Gostaram ne?!!!
Melhor que essa, so a minha amiga aqui em Toronto que foi no cabelereiro e falou para o cara que queria fazer um " blow job" ao inves de um "blow dry"....quauqauquaqua... O pior e que ela continua indo no mesmo salao ate hoje e o cara sempre tira uma com a cara dela.

O início « Passeando a trabalho

[...] 4th, 2007 Comentando um post do VnV, do Ricardo Freire, me dei conta que tenho bastantes histórias de viagem pra contar. Nada [...]

Nova seção - Passeando a trabalho « Tempos Estranhos?

[...] 4th, 2007 Comentando um post do VnV, do Ricardo Freire, me dei conta que tenho bastantes histórias de viagem pra contar. Nada [...]

Juliana Scherz

Chorei de rir com a gafe da Renata!!!!!!!!!!! Mto boa!!! Que bom que teve um final feliz né?!!!

Juliana Scherz

Riq, acho que vc deveria reunir todas as gafes e publicar um livro!!! Seria divertidíssimo!!! smile

Andréia
AndréiaPermalinkResponder

Eu e uma amiga em Veneza ... primeira cidade da viagem, tinhamos somente 24 horas lá e tudo tinha que ser rapidino .. tinhamos é claro que ligar para nossas mães dizendo que tinhamos chego sã e salvas .. fomos comprar o cartão ... ok ... nos dirigimos a um telefone publico e vai ... coloca o cartão de um lado e nada, troca o lado e nada ... de tras pra frente, de frente pra tras .... urghhhhh ... enfim ... apareceu do nada um carinha que falava portugues e nos explicou ... tinha que raspar o código, ligar para o ´numero do cartão, digitar o código e depois discar o número do brasil ...

Outra ... estava em Amsterdan, numa lojinha de souvenirs .... comecei a pegar as coisinhas, e ainda falta 2 canecas que minha amiga havia pedido ... caramba, olhei de um lado para outro procurando alguma cestinha pra colocar tudo e não achava ... me dirigi ao caixa para tentar deixar o que já tinha pego e voltar para pegar as canecas ... fiquei olhando para a mulher e não sabia o que dizer ... larguei as coisas com ela e disse: I Will be back ... e ela ficou olhando pra mim com cara de idiota .. e eu disse: I'm sorry ... I don't speak english e sai correndo para pegar as canecas .... quando eu voltei ela entendeu e eu disse: I just have 2 hands .... e ela grosseiramente me mostrou onde ficava as malditas cestinhas .... deu vontade de largar tudo lá .. mas a minha amiga queria a caneca que só tinhá la....... enfim . na hora fiquei muito P da vida, mas hoje pra mim é apenas mais um mico de tantos que me fazem rir sozinha e sentir muitas saudades...

paulino
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Em Madrid foi uma sessão de micos. O primeiro foi meu, quando ao tentar apagar o cigarro num cinzeiro existente no carrinho do varredor de rua, o cara moveu o carrinho, fazendo com que o cigarro caisse no interior. O danado do varredor fez um escândalo, dizendo que eu tentava incendiar o carrinho. Tive que entrar em uma loja para escapar da xingação; pensei que o sujeito fosse me agredir.
No mesmo dia, minha colega de viagem fez a tolice de tocar em uma fruta num mercado (como SEMPRE se faz no Brasil). Ouvimos tamanho "esporro" que saimos de fininho sem nada comprar.

Em Napoles por volta das 02,00 PM conseguimos achar um restaurante aberto (depois de procurar muito), entramos e fomos expulsos porque já estava fechando, afinal já era hora da soneca. Foi lá também que uma ratazana maior do que um gato enamorou-se dos pés de minha colega, que gritava desesperadamente enquanto eu tentava chutar o bicho. Uma napolitana que passava censurou-nos pelo escanda-lo por causa de um ratinho à toa. Felizmente não conhecemos as ratazanas realmente grandes.

Cláudia
CláudiaPermalinkResponder

Vou pra Buenos aires pela primeira vez em setembro e conversando com uma amiga que já foi ela disse que as carnes lá são todas cruas. Eu amo carne, churrasco, mas ODEIO carne mal passada. Ai eu disse a ela que sempre ia perdir BEM passada e ela me disse que isso seria uma gafe enorme! Um mico!
Isso é verdade? Vcs concordam?

Ricardo Freire

É um mico, mas é só pedir. Bien cocida.

Ana Luisa
Ana LuisaPermalinkResponder

Ai...Ai...então eu já paguei muito mico por lá, porque eu não só peço para passarem mais como para abrirem a carne, notadamente o Ojo de Bife que é o meu favorito e é bem alto! Só lamento...

Ana Carolina
Ana CarolinaPermalinkResponder

Para abrir cortes altos, se não me engano, vc pede que façam "à mariposa" ou "à borboleta"... dizendo assim parece bobagem, mas quando eles te perguntarem usando o termo correto você vai saber (e não vai fazer a cara de ponto de interrogação que a minha mãe fez até cair a ficha).

E a gafe de pedir carvãozinh, digo, carne bem passada é em todo o lugar, não só em BsAs. Mas o cliente tem sempre razão, né, fazer o quê. Em um dos relatos acima alguém conta que pediu para acompanhar a refeição um vinho dulcíssimo de sobremesa. Gosto é gosto...

Acho bem pior quem volta da Argentina reclamando que as carnes são sem sal. Acho o churrasco deles delicioso, com carnes macias e suculentas inclusive pela falta de sal. Chimichurri é tudo!

Alessandra Fiorini

Puxa, perto do mico da Renata e do marido canadense, o meu até que foi tranquilo:

Estávamos no trem indo do aeroporto para Roma. Meu marido, todo simpático, fez amizade com um casal de idosos canadenses. Quando o trem chegou em Roma, o senhor pegou uma mala pequena e saiu do trem, deixando a mulher para trás. Eu, achando que ele tinha deixado a mala dela para ela carregar (e achei que aquilo era "cultural", sei lá, vai ver é cada um por si no Canadá - e lógico não entendendo como um casal consegue viajar com apenas 1 mala pequena), peguei a outra que estava no compartimento de malas (achando que era a mala dela e que eu estava fazendo uma grande gentileza de carregar a mala para ela) e saí do trem.
De repente me vem um cara gritando que a mala era dele.
Putz grila, meu primeiro dia em Roma e quase que eu fui presa!

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