Fotoblog: inaugurando o Fasano Rio

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

A piscina

Eu tentava conversar com Isay Weinfeld, mas estava difícil. Cada pessoa que chegava ao coquetel de pré-pré-inauguração do Fasano Rio vinha dar os parabéns ao arquiteto pelo hotel. A todos Isay explicava, sem perder o humor, que não tinha participação no projeto; que os cumprimentos deveriam ser repassados a Philippe Starck e Rogerio Fasano. Será? Justa ou injustamente endereçados, porém, os elogios a Isay são a prova mais eloqüente de que estamos falando de um hotel  muito mais fácil de identificar como um autêntico Fasano do que como Starck ortodoxo.

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Não que eu seja, como tanta gente, anti-Starck desde criancinha. Tudo bem que eu não moraria no Sanderson ou no antigo Royalton, mas acho divertido, sim, passar uma noite ou outra. Quando estive há pouco no Faena, em Buenos Aires, escrevi que hospedar-se por lá era como sair na Imperatriz Leopoldinense. No quesito Rosa Magalhães, porém, o Rio já está muito bem servido. Mas fazia falta um hotel verdadeiramente charmoso (daqui a pouco eu digo de novo o que penso do Copacabana Palace). E seria uma pena que esse hotel, finalmente construído, fosse um lugar assim meio starckisitão.

Não é. Pode procurar à vontade, que você não vai achar nenhuma starckisitice em todo o hotel. Além de não ostentar os excessos do Starck designer, o Fasano Rio se revela uma peça inspirada do Starck arquiteto, que humildemente pôs seu projeto a serviço de um design incontestavelmente superior: o desenho de Ipanema e do Leblon, da pedra do Arpoador ao morro Dois Irmãos.

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Vou começar pela má notícia. A piscina é território exclusivo dos hóspedes. Só dá para subir acionando o elevador com a chave magnética do seu quarto. As diárias são salgadas (R$ 945 o quarto de fundos; assim que descobrir a diária do quarto de frente eu posto aqui a Sylvia cotou no site da Leading Hotels of the World: 800 reais o quarto de fundos, 1.030 o de frente, 1.240 esse deluxe em que eu fiquei), mas em dias claros incluem esse pôr-do-sol visto do bar do terraço.

Vamos descer ao apartamento. O hall do andar é visivelmente starckiano. (Essa é uma das diversões do hotel. Imaginar a discussão que levou à escolha de cada detalhe. Hmm, essa poltrona é Starck. Ah, mas essa aqui é Fasano. Olha só: o Fasano ganhou aqui, aqui, aqui... ah, mas deixou aqui pro Starck.)

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Se o hall induziu você a pensar num apartamento starckisitíssimo, você foi enganado. O apartamento é absolutamente Fasano. De Starck só dá para identificar, mesmo, a cama disposta de maneira enviesada, como no Faena. Sim, eu sei que os espelhos-ameba foram desenhados por ele; mas parecem tão anos 50 quanto as poltronas de Sergio Rodrigues (escolhidas por Fasano) que habitam todos os quartos. Li por aí que as mesinhas-tronco de cabeceira também seriam starckianas. Mas, assim como o tronco-balcão da recepção e as mesas-tronco do lobby, elas soam completamente Zanine Caldas. Mesmo sem querer -- ou sem saber -- Starck acabou assinando um hotel repleto de bossas brazucas.

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Ah, sim: o espaço. Os quartos "superiores" e "deluxe" são, como se diria, bem resolvidos -- eufemismo para pequenos-pela-fortuna-que-estão-cobrando. Durante a obra, eu tinha visitado um de 35 m2 (superior); agora, dormi num de 45 m2 (deluxe). Não pedi para visitar as suítes (de 75, 115 e 120 m2); não gosto de julgar hotel pelas suítes.

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Do apartamento em que fiquei, tenho a dizer que só me dava conta de que não era grande na hora de ir ao banheiro (que é muitíssimo bem-resolvido). Mas mesmo ali, a foto sépia do Rio anos 50 na porta de correr me fazia esquecer do fato que o espaço é tão bem-resolvido que precisa de uma porta de correr.

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No resto do tempo, a parede de vidro escancarada para o mar, com a sacada praticamente sugerindo um trampolim, aumentava meu espaço vital ao infinito.

(Ou seja: nem pense em pegar um apartamento de fundos.)

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As sacadas são separadas por espelhos que inteligentemente ampliam a "tela".

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E olha o que eu descobri: se você olhar num determinado ângulo, vai ver os Dois Irmãos e a Pedra do Arpoador lado a lado, num Photoshop físico, gentileza de messîê Stark.

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Não viu? Eu repito:

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Veio a noite e, desculpaê, não paguei o mico de levar a câmera para o Fasano al Mare, o restaurante do hotel, especializado em frutos do mar à italiana. (Parênteses: sempre reclamei do fato de o restaurante principal do Copacabana Palace ser italiano -- o Cipriani. Mas aqui é diferente. A família Fasano é italiana, e tem restaurantes italianos há mais tempo do que eu e você podemos nos lembrar.) Comemos esplendidamente; meus favoritos foram os canapés de ovas de vieira e um peixe in crosta (assado envolto numa massa levíssima e crocante). Falo da decoração daqui a pouco, no café da manhã.

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Dormi com as cortinas abertas, para acordar com a primeira luz do dia.

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Recomendo: a alvorada é quase tão bonita quanto o pôr-do-sol.

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Vamos descer?

Confesso que eu nunca fui muito com a cara da fachada do hotel. Achava o prédio pesado demais para uma beira-mar. Não entendia o acabamento de madeira escura das sacadas. Continuo achando que o prédio não embeleza a avenida. Mas dentro do quarto, a moldura escura faz todo o sentido: as cores da praia ficam mais vivas, e a paisagem, mais elegante.

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Vamos entrar de novo? Aí está a recepção, fotografada quando cheguei, na sexta. Na hora não me dei conta de que o balcão era uma peça inteiriça de um tronco amazônico; por isso não fiz a foto, agora clássica, da fenda na lateral direita.

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O térreo é o andar mais starckiano -- sem exageros -- do hotel. Aqui estão as cortinas, ora brancas, ora de veludo, que fazem as vezes de paredes e criam corredores curvilíneos. Mas é também no térreo que está o ambiente que mais remete ao Fasano São Paulo: o lounge do lobby, com sofás, tapetes iranianos e poltronas brasileiras dos anos 50 garimpadas pessoalmente por Rogerio Fasano em antiquários fluminenses.

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Há um segundo lounge no térreo, mas esse não é delimitado por cortinas. Trata-se do Londra -- uma versão rejuvenescida do Baretto paulistano, em que o palco para shows foi substituído por uma bancada para DJ's. (foto de celular)

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O café da manhã é servido no salão do Fasano Al Mare; uma mesa para dez pessoas, localizada sob o excêntrico lustre de Murano (parece que é Fasano; eu teria apostado em Starck), é transformada pela manhã num buffet.

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O mobiliário foi escolhido por Fasano, mas as cortinas drapeadas da parede são as mesmas que fizeram sua primeira aparição no Asia de Cuba, do Morgans nova-iorquino.

A parede oposta é envidraçada, e dá para um terracinho estreito onde se vê outra marca registrada de Ph.S.: os vasos superdimensionados. (Mas compare com o Mondrian, que foi onde eles estrearam, e veja que no Fasano Rio eles estão praticamente pequenininhos.)

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Uma última passadinha na piscina antes de ir embora...

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Foi bom pra você? Pra mim foi espetacular.

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O Rio agora tem um hotel que estava em falta na cidade desde que Jorginho a família Guinle vendeu o Copacabana Palace para o grupo Orient-Express. Desde então o Copa é um prédio sem alma; um asset dentro de um portfólio; uma página bonita num catálogo. Seu vizinho, o edifício Chopin, tem mais relevância social na cidade.

Rogerio Fasano fez exatamente o oposto: interceptou um projeto psicografado à distância, que poderia resultar numa mera curiosidade excêntrica, e colocou de pé o primeiro hotel que oferece o melhor do Rio até para quem não quiser sair pela porta.

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(Repararou na nesga da favela acima da parede de espelhos? Mais um aspecto do design carioca incorporado ao projeto...)

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Se os hóspedes forem recebidos como os convidados da primeira noite, então o prato de frutas de boas-vindas vai conter cajus. Eu, que sempre fui fã do sabor, nunca tinha reparado no design.

Será que o Starck conhece? grin

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Agradeço ao poderoso Arnaldo, que gentilmente sugeriu meu nome para a lista da noite inaugural. Obrigadíssimo!

Leia mais:
Guia do Rio de Janeiro no Viaje na Viagem

131 comentários

Ricardo Freire

A Carla já desvendou, Paulo: ficava na praia de Icaraí, em Niterói!

Hugo
HugoPermalinkResponder

Externamente achei o hotel até meio feio, mas internamente ele é um espetáculo, com tudo que o nosso suado dinheirinho pode comprar smile .

Só uma coisa Riq, o Hotel é aquele ambiente extremamente requintado que exige formalidade dos hóspedes ou, apesar de elegante, deixa as pessoas à vontade.

Paulo Chaves
Paulo ChavesPermalinkResponder

- BINGO!!!!. Ficava na Praia de Icarai. Nao tinha vista o comentario da Carla. Parabens pelas fotos.

Ricardo Freire

Majô, não implique com a minha implicância com o Copa, sim? lol

Não acho que falte glamour ao Copa; falta relevância. O hotel não se relaciona com o Rio como outros hotéis dessa catchiguria se relacionam com as suas cidades em outras partes do mundo. Falo do Raffles em Cingapura, do Oriental em Bangkok, do Peninsula em Hong Kong -- e até mesmo do Mount Nelson, na Cidade do Cabo, que é do mesmo grupo Orient-Express.

O hotel poderia resgatar o melhor do passado de Copa e fazer seus hóspedes e visitantes mergulharem numa época dourada do Rio.

Como eu faria isso? Descobriria quem é a Danusa Leão do momento e daria a ela uma diretoria social. Transformaria o Cipriani num restaurante de nova cozinha brasileira com supervisão de uma Sudbrack ou de uma Quaresma. Descobriria um outro lugar no hotel para reabrir o Bife de Ouro, só com pratos clássicos, thermidores e meunières e dianas e kievs. Recriaria em outro canto do hotel o legendário Bec Fin, e, mesmo deturpando a um pouquinho a sua história ibrahim-suediana, arranjaria para que os Os Cariocas dessem plantão de terça a domingo tocando bossa nova e recebendo convidados especiais às sextas e sábados.

Eu nunca mais vou conseguir gostar do Copa, Majô, porque eu sempre comparo o Copa da vida real com esse Copa que eu tenho na cabeça :roll:

Ricardo Freire

Hugo, isso só vai dar para saber com o hotel funcionando com hóspedes de verdade.

Mas creio que o que vai predominar é um estilo chique-relaxado.

Esqueci de dizer que -- como é moda nos hotéis-design de Sampa -- os quartos vêm equipados com Havaianas. Das antigas: palmilha branca, solado e tiras pretas.

Yara
YaraPermalinkResponder

Riq, que máximo este seu post!!
Eu, com muito medo, confesso que gosto de Philippe Stark, mas achei melhor ainda a combinação brasuca-chick com o Fasano, de havaianas e tudo!!
Agora é suspirar qdo passar em frente sonhando em poder subir á piscina...lol

GiraMundo com Jorge Bernardes

Sério? Palmilha branca, solado e tiras pretas? Eu sou muito chique e nem sabia...

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Majô voltou! grin
Oba!!!

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Mas por que eu ainda tenho essa impressão do teto muiiiito baixo? :roll:
Acho que terei que conferir in loco... grin

Meilin
MeilinPermalinkResponder

Pra quem não pode cacifar a varanda espelhada, dá pra fazer uma versão menos panorâmica e mais baixinha da mesma imagem no restaurante Azul Marinho, bem no Arpoador, ao lado do prédio onde a Marina quer morar wink . Eles colocaram um espelho refletindo o mar e o Dois Irmãos, que se complementa com a Pedra do Arpoador, mas no nível do chão. Lá tem comidinha brasuca e invenções deliciosas à base de frutos do mar.

Beto
BetoPermalinkResponder

O Rogério Fasano, óbvio, não precisa de elogios. Mas, como nunca é demais, e a zelite tupiniquim é sempre meio bregona e presunçosa, é preciso reconhecer mais uma vez que o cara é um realizador de primeiríssima. Elegância e estilo são o seu negócio. O cara ama o que faz e não concede. Nunca entrei num desses "estabelecimentos" do grupo, sempre pisco na hora de torrar um malote só pra usufruir de um superluxo. Sem contar que o meu malote é meio murcho. Mas leio, vejo e concluo que um cara que leva 30 empregados para passar uma temporada na Itália, pra reciclar os seus conceitos, não tá interessado só em grana. O negócio dele é fazer bem. No Brasil, isso é muito. Eu diria que é tudo o que precisamos.

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

RIQ, que ótimo texto e conteúdo da matéria. Que belas fotos, melhor, IMAGENS do Rio de Janeiro!

Eu só me permitiria a uma correção, a bem da verdade:
o COPA, como ficou conhecido carinhosamente depois de assim chamado pelo colunista Ibrahim Sued nos anos dourados, NÃO pertenceu a Jorginho
Guinle, mas a Eduardo Guinle, seu tio, fucnador e construtor, marido de D. Mariazinha Guinle e pai de Luiz Eduardo e José Eduardo Guinle, esses sim, os donos e controladores do hotel (junto com sua mãe, D. Mariazinha) que o venderam ao inglês James Sharwood no final da década de 80, início da de 90.

O hotel, depois de passar às mão do Oriente Express, passou por uma revitalização e recuperação jamais vistas antes, desde que o Copa perdeu o glamour nos anos dourados.

Sem dúvida alguma que o hotel atual em nada se parece, em termos de charme, com aquele da época em que tornou-se ícone da hotelaria mundial, da Cidade do Rio de Janeiro e da alta sociedade carioca, mas de todo modo estava em franca decadência.

E Jorginho, que morreu há uns poucos anos, jamais trabalhou na vida: gastou todo o dinheiro recebido de herança da parte da família que foi exploradora de portos. Todavia, frequentou muito o hotel e lá mesmo ajudou a fazer a sua própria fama de namorador e bom vivant.

Grande abraço a vc, Riq, e a todos.

Arnaldo, direto de Dubai!

Ricardo Freire

Sábias palavras, Beto!

Vou corrigir, Arnaldo! Obrigado! E, rapaz, o que é esse seu primeiro post de Dubai????!!!!????

Corre lá ver, pessoal: http://interata.squarespace.com

(Preciso dar chamadas para váááárias viagens dos blogueiros da comunidade, mas quero deixar o Fasano um pouquinho mais no alto da página...)

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Arnaldo, que chique vc comentando de Dubai!!! Aliás, o post de Dubai tá incrível mesmo, todo dia passo lá pra ficar babando nas fotos e lendo se tem novidades! wink

Rosa
RosaPermalinkResponder

Pessoal, estou quase certa de ir a Portugal em novembro próximo. Já li o blog do Arnaldo, dicas sensacionais. Falta decidir onde ficar. Gostamos de ficar hospedados no centro e com facilidade de caminhadas e transporte de massa, andei olhando os hotéis da rede Accor. Alguém conhece? Alguma outra sugestão? Em novembro já é muito frio? Hotéis no máximo 100 US$, mas se tiver mais em conta melhor, temos o espirito de andarilho, bater perna o dia inteiro, hotel só para dormir e dormir pouco que é para aproveitar mais.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Gente, só voltando ao assunto do trampolim... Eu matei na hora, porque niteroiense que é niteroiense (mesmo honorário como eu, que nasci no Rio...) adora ver quando Niterói mostra a cara.... E Nikity no Fasano é chique, né? wink Aliás, cadê o Arthur que não se pronunciou sobre o assunto?

Eduardo Luz
Eduardo LuzPermalinkResponder

Mais tarde do que eu quase ninguém. Mas como nunca é tarde demais vamos lá. Eu sou suspeito porque gosto dos Philips Starcks que existem por aí, principalmente o original .Inclusive, adorei tudo no Faena (inclusive o que as vezes parece cafona). Agora, estas fotos estão de babar especialmente a do terraço em que além da junção das paisagens existe a possibilidade da foto incluir o fotógrafo.Esta foto será um clássico do hotel e quem se hospedar lá vai tirá-la certamente. Se eu fosse o Rogério Fasano além de dar uma série de palpites ( pelo visto certeiros) contrataria o Riq pra fazer o folheto do hotel com direito a festa de lançamento deste folheto pra todos os tripulantes lá no hotel, é claro. Esta seria uma tremenda super conVnVenção ! Pelo visto será difícil não ter como sonho de consumo ficar no Fasano Rio.
E nada como um dia após o outro pois fiquei uma noite no Mendes Inn em Santos ( o WB e o Beto corroboraram a indicação) e pelo visto o Starck passou de navio por lá. Os quartos são antigaços e acabados com, inclusive, aqueles carpetes (? ,na praia!) de hotéis americanos. Pelo menos o café da manhã e a cobertura com uma semi-vista da praia e uma piscina razoável ajudaram um pouco. Pelo preço (R$ 240,00) até que o Fasano não é tão caro .

karla chelily
karla chelilyPermalinkResponder

Ric,

Como sempre vc dá show!!! A sua descrição é a mais perfeita tradução do que foi a "Fasano experience"....Suas fotos estão espetaculares e seu olhar é sempre um termômetro confiável.

beijocas

Majô
MajôPermalinkResponder

Riq,

Meu querido, não tô implicando com sua implicância wink Cê sabe que amo você. O Copa teve relevância muito antes de Ibrahim Sued que era seu frequentador assíduo. Muuuito antes, ele já fazia parte de uma época de glamour, quando nem você nem eu éramos nascidos. Essa época, não existe mais no Rio e em nenhum lugar do mundo. O prédio ao lado a que você se refere, é habitado em sua quase totalidade por nouveaux riche, esse pessoal que sai em Caras e que tais. Acho que ele não tem carioquice mesmo, como você bem se refere, e poderia acrescentar. A história dos Guinle é como o Arnaldo descreveu. Foi o Eduardo Guinle, o dono e depois D. Mariazinha que administraram o Copa. O Jorginho foi sempre um bon vivant. Mas, os salões e o serviço do Copa continua sendo da maior catchigoria. E, diga-se de passagem acabaram de gastar um dinheirão restaurando 2 salões. Sei não, acho que a Sudbrack dificilmente aceitaria essa incumbência, pois está ótima lá no restaurante dela.
Agora, você ainda não se explicou como veio ao Rio sem avisar, IMPERDOÁVEL !!!!

Mô, já estou em solo brazuca e pronta pra implicar com o Zé mrgreen
Senti sua falta lá no blog sua danada. Mas, amo você do mesmo jeito mrgreen Tá linkada lá.

Ricardo Freire

Majozinha, eu sei que o Copa era importante muito antes do Ibrahim Sued (e que o Bec Fin não ficava lá, e que provavelmente os Cariocas nem tenham se apresentado por ali). Mas eu acho que o Copa de hoje poderia reviver a última época de glamour do bairro, que inclui tudo isso... E a comparação com o Chopin, claro, era irônica grin

Agora -- quanto a não avisar, eu tive confirmação confirmadíssima da minha ida na véspera. E se você consultar o histórico vai ver que minha vida é um blog aberto lol

Caio
CaioPermalinkResponder

Riq eu concordo com vc que o Copa poderia ser melhor do que é no que se refere a algo mais "carioca"........mas pelo menos para mim que já me hospedei em TODOS os hotéis 5 estrelas do Brasil e America do Sul......em nenhum eu tomei um café da manhã tão delicioso, com o charme daquela piscina. Comi um nhoque de queijo tão bom (Nem no Fasano SP), uma sopa de abóbora com queijo e em nenhum outro tive um serviço de piscina tão bom.

Caio
CaioPermalinkResponder

Ahhhhhhhhh eu só colocaria o Four Season (de Buenos Aires) e o Ritz Carlton de Santiago como tão bons quanto ao Copa........mas ainda sou mais Copa.

Majô
MajôPermalinkResponder

Riquizinho, essas suas fotos são as mais bonitas que já vi do Rio, sério, são um verdadeiro hino à essa cidade. A cariocada toda agradece de coração esse presente lol lol lol beijos nas duas bochechas

Cora
CoraPermalinkResponder

Caramba, fiquei com inveja -- até porque, provavelmente, nunca vou me hospedar no Fasano, dado que a gente não costuma se hospedar na própria cidade.

As fotos estão um escândalo! Vou pedir ao pessoal para dar um giro por lá para fazer umas para mim.

Agora, discordo de você em relação ao Copa. Charme Guinle à parte, o hotel anda ótimo (tenho amigos que ficaram lá recentemente) e a Pérgula continua sendo um dos melhores lugares para almoçar, jantar ou bater uma happy hour. Dizem que o café da manhã também é excelente.

A verdade é que o Copa conseguiu uma coisa rara -- ser um hotel muito usado por cariocas. Sempre que preciso encontrar alguém a negócios marco lá, e invariavelmente encontro amigos nas outras mesas.

Rodrigo Purisch

Uma superviagem para um superdestino!

Concordo que a combinação ônibus/Fasano é inusitada.

Deve ter sido uma experiência muito interessante. Mais uma que o Rio pode oferecer.

Pena que a hotelaria boa e a ruim do Rio têm em comum os preços acima da média...

Carla
CarlaPermalinkResponder

Hummm... Acaba de me ocorrer que, nos dias de hoje, talvez seja mais chique vir de ônibus pro Rio do que amargar umas horinhas nos saguões dos aeroportos... wink

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

OH, Majô! Como assim? Eu ia todo santo dia lá para ver se tinha novidades no seu blog! rs
Até tá desculpada por não ter postado nadica de nada na sua viagem, viu? grin
Repito: espero que a viagem tenha sido ótima e quem bom que vc voltou!

Flavia Penido
Flavia PenidoPermalinkResponder

I'm speechless..Eu tô passada, engomada e embasbacada desde que vc subiu esse post...
Tudo bem que o Rio de Janeiro é uma cidade linda, mas tá bonito de doer né?
Quantos apartamentos são hein? Aposto que vai viver lotado...principalmente de paulistas...

Ricardo Freire

Mô, a Majô postou sim... eu ia até fazer um post sobre o assunto.

É que ela não abria post novo a cada dia; simplesmente continuava do final de onde tinha parado.

E agora quando você lê a história tá completinha, na ordem certa!

A mulher inventou um novo estilo de blogar!

Vai lá: http://majots.wordpress.com

Ricardo Freire

Cora, não vale: você está mancomunada com a Majô!

Caso você não leia aqui, vou te mandar por email:
http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/08/13/fotoblog-inaugurando-o-fasano-rio/#comment-21640

lol

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Riq, eu comentei aqui e corri para lá.
Ó o mico que eu paguei! grin
A Majô me pegou nessa, viu! Eu nunca tinha visto ninguém postando assim, a telinha do meu notiko-bukito é micro e eu não rolava a página porque como diachos eu ia adivinhar que a Dna Majô ia ser criativa assim?! grin

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

PS: ah, eu acho o Copa um luxo! Claro, se seguissem as dicas do Riq, viraria espetáculo!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Esta da Majô é suuper !
Pode até ter acontecido pq ela não sabia que não podia.. ( ! ? )
Mas é mesmo tudo que o leitor quer : ler na ordem
Quer coisa mais chata do que ler e mails de baixo para cima ?
Um texto então nem se fala ..
Mô , falei em ti hoje quando me perguntaram o que eu achava de
uma frasqueira para viajar lol

Rodrigo Purisch

Sylvia,

aquelapassagem

mas no Gmail.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Estou longe dos arquivos , mas amanhã vai smile

Arthur
ArthurPermalinkResponder

Carla, é aquele problema, só posso acessar o VnV em casa. Eu também vi que era o trampolim de Icaraí (onde dizem que muita gente quebrou a cabeça). Ao descer os comentários, achei logo que vc ia matar a charada também.
E como é que pegam uma imagem de Nikity sem pedir permissão, hein?

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Vc teve uma crise de riso, Syl? rs
Pediu para lerem o meu mico com a frasqueira? rs
Se não funcionou, eu enviaria por e-mail! grin

Zé Maria
Zé MariaPermalinkResponder

Na Veja tá escrito que 70% dos aptos do hotel foram vendidos.
Certo, Alberto!

Fran
FranPermalinkResponder

Riq,

Não aguentei a minha felicidade e tive que passr aqui para contar. Acabei de receber a confirmação da reserva para o Art Hotel, na Recoleta. Tinha reservado um B&B ótimo tb, mas arrisquei e consegui.

Depois volto pra contar. Apesar de não postar, sou super fã de vcs todos. E confio plenamente nas dicas daqui!

Sandra Mello
Sandra MelloPermalinkResponder

Sr. Ricardo Freire!
Vinha muito braba, já que pela segunda vez o senhor deixa passar a oportunidade de fazer o Turista Urbano perto da São Francisco, ou por que não, na própria.
mas ver o sr. com óculos de borboleta foi ótimo! Desopilei o fígado. rsrs.
Mudando de assunto,
O sr. tá chique neste post, hein?!
Bjs,

Lucas
LucasPermalinkResponder

Tá demais isso!
Como bom fotógrafo (cof cof) prefiro passar uma noite fotografando na cobertura do Fasano do que passar uma noite nas suítes de 620USD.

wink

Abraços e foi um prazer te conhecer no domingo!

Carla
CarlaPermalinkResponder

Arthur, tinha me esquecido que o seu acesso no trabalho estava limitado... Mas é verdade, estamparam a foto do nosso trampolim sem permissão, e sem legendas! - assim todo mundo vai pensar que o trampolim ficava do lado de lá... wink

Paulo Futami
Paulo FutamiPermalinkResponder

Riq,

Adorei a reportagem sobre o fasano, porém como vc já disse alguém poderia comprar e reformar o ARPOADOR INN transformando-o em um hotel boutique, talvez um concorrente, a localizacao p/ mim é melhor.

No sábado estarei indo com a ANA (minha namorada, aquela da viagem p/ California, Santa Ynez, Side ways) p/ Buenos Aires, vou ficar em Palermo no Home Hotel, depois conto como foi, vc teria alguma dica exclusica em Bas fora as que já estão no blog!!!
um abraço

Majô
MajôPermalinkResponder

Meninos e meninas,

Estava começando a descarregar algumas fotos, quando volto aqui e tá esse lerê eekops: Gente, eu simplesmente fiz o que era possível em computadores de hotel, escrever um pouquinho todo dia. Não tinha como descarregar fotos. Môzinha, aquela única foto postei horas antes de viajar, copiei na cara dura como diz o Riq, de algum guia. Eu não inventei nada, achei mais prático assim, mulheres são práticas certo Sylvia ? mrgreen
Tá todo mundo tão exigente que mal cheguei ontem descerebrada de Guarulhos, já estão me cobrando fotos. Aguardem, são milhares hahaha vocês vão passar meeeses vendo fotos lol

Riquizinho, sou macomundada com a Cora porque amamos essa cidade. Sobre o Copa, a Gilda quando esteve aqui quiz porque quiz tomar o chá no Copa e o Nilo disse que não ia, não sei se ela foi com a Maria Luiza no domingo. Ela falou maravilhas e acho que custava 60 reais. Quando estacionei ali na frente e perguntei se podíamos tomar um café, ela delirou, mas Nilo não topou porque estava de bermuda.
Mas sobre o Fazano que afinal é o tema do post, achei bacanérrima a idéia das cadeiras do Sérgio Rodrigues

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Falando-se no Arnaldo, deem uma passadinha no blog dele, e vejam a viagem dele para Dubai, as fotos são lindas, e é um convite a um novo destino.

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

A Veja errou, Zé Maria.

Diogo
DiogoPermalinkResponder

EXTRA, EXTRA: Destemperados descobrem o restaurante preferido do Comandante, na Ilha da Magia!!!

Riq, e quem nos confidenciou isso foi o próprio dono... Vai lá conferir e depois me diz se eu tava mentindo ou não 8-)

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Marcio
MarcioPermalinkResponder

Diogo,

Deve ser mesmo o restaurante preferido do comandante porque é de muito bom gosto.

Abs!

Camila
CamilaPermalinkResponder

Preciso de ajuda!!!!
Alguem por acaso ja foi para a Tunisia???
Minha escala mudou e eu vou passar quatro dias por la.
Dicas, por favor!!!
[]'s

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
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