Turistas x viajantes: tô fora

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Tem texto novo meu lá na filial deste blog no portal ViajeAqui. Passa lá!

31 comentários

Zé Maria
Zé MariaPermalinkResponder

Quem 'odeeeia' city tour é viajante ou turista?
Que bobagem, né?
Quero ver o que os mega viajantes profissionais, vão falar aqui.ehehe...

Daniel Schneiderman

Eu particularmente adoro me sentir turista... inclusive atração turistica... aquela curiosidade das pessoas quando vc diz de onde vem... Pelé, futebol, mulata... acho o maximo.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Adoooooooooooooooooooooooooro quando o Riq faz isso!
Xô rótulos e preconceitos!
Parabéns, eu a-mei o texto!

Majô
MajôPermalinkResponder

Turista é turista mexxxmo, concordo em gênero, número e grau. E andamos todos com roupas de turista, haha

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Riq, tenho que dar a mão à palmatória: sempre fiz distinção entre turistas e viajantes, mas isso acaba sendo um big preconceito com os 'outros'.... e as diferenças têm que ser respeitadas. Depois de ler o seu texto, sou obrigada a concordar: rótulos não rolam mesmo. O "melhor" e o "pior" jeito de viajar estão mesmo na cabeça de cada um.

Zé Maria
Zé MariaPermalinkResponder

Tá uma delicia flanar pelos blogs viajantes. ehehe...

Bruno Vilaça
Bruno VilaçaPermalinkResponder

Riq, pior ainda é a definição acadêmica de OMT que (des)aprendemos na faculdade:

"Turista é um visitante que desloca-se voluntariamente por período de tempo igual ou superior a vinte e quatro horas para local diferente da sua residência e do seu trabalho sem, este ter por motivação, a obtenção de lucro."

Se sou obrigado a viajar não sou turista? Se passar somente o dia em uma cidade não turista? Não posso ser um turista na minha própria cidade? Se vou a uma cidade fechar um contrato de negócios e conhece-la não sou turista?

Balela!

Eu gosto é de viajar -- nem que seja na minha cabeça -- e ponto! grin

Renata
RenataPermalinkResponder

Não é à toa que o Freire tem esse séquito de seguidores. Um texto delicioso, dicas incríveis, que faz nos sentirmos "profissionais" viajando, mas sem arrogância.
Concordo plenamente - não é porque temos "as dicas" que podemos nos considerar melhores que ninguém..rs.
Como diz minha melhor amiga - viajar, até quando é ruim, é bom...
Mas sem piadas, o importante não é, pelo menos, suprir as expectativas? E cada um tem as suas.. suas razões para economizar o ano todo, para sair de férias, se propor a conhecer um lugar qualquer, enfim.. tem o turista alta temporada, aquele que segue o roteiro óbvio, o turista da baixa, nos melhores lugares na época mais conveniente, aquele que só faz o lerê, aquele que foge do lerê, gente que ama city tour, gente que detesta, gente que se vira sozinho, gente que tem um bom agente, gente que compra na CVC...
Assim como na própria cidade, gente que descobre coisas, gente que espera a Vejinha contar..
Acredito que tá sempre valendo. Sorte de que tem toda uma comunidade pra ajudar a tornar nossos preciosos momentos de férias memoráveis. Mas tá valendo, sempre. Afinal, viajar, até quando é ruim...

Renata
RenataPermalinkResponder

a propósito, no reveillon de 2000/2001, plena noite de Natal, eu sem programa, uma turma propôs um pacote qq pra Orlando - logo depois do atentado em NY, preços lá em baixo... expectativa zero. eu na disney de novo? esquema pacotão num Holiday Inn qualquer... não tenho mais 15 anos.. e não é que foi umas das viagens mais memoráveis de toda vida?? vai entender...
oops, cheguei em casa e vi que o visto estava ok, mas o passaporte... não é todo mundo que sabe, mas se vc tiver uma passagem pra 24 horas ou menos, renovam em meia hora.. hummm

Renata
RenataPermalinkResponder

eu de novo! Ricardo, queria muito te agradecer. já segui muitas de suas dicas, e nunca me dei mal.. rs
fiquei muito feliz de voltar na pousada da Tuca, em Itaúnas, e ela me contar - sabe aquele cara que vc adora, do guia que vc queria roubar quando esteve aqui ano passado? pois é, ele esteve aqui e minha pousada foi citada.. (as tarifas dobraram, but that's ok, vale cada centavo, era muito barato mesmo).
e também numa pousada em Imbassaí, Club Imbassaí. pena, a reforma que vc previa no Freire's nunca saiu, a grana do cara acabou.. mas além de lindinho, o lugar tem um super astral. nunca fui tão bem recebida - até festa de despedida eles fizeram pra mim. eles me mandam scraps no orkut até hoje, e me chamam de "a paulista da champagne"..rsrs. só pq sempro levo gfs de champa na mala pq sei que esses lugares nunca têm..rsrs.
Ricardo Freire, muito obrigada por tornar minhas viagens incrivelmente mais prazerosas e fáceis.
Espero um dia conseguir retribuir e te receber no "meu lugar". Sei que és um cara importante e requisitado, mas o bairro é tão pequeno.. e ganhei uma estrela do Josimar já no mês de abertura. Deve valer a visita. Ah, a dica vale pros Detemperados também ..rsrs
Um super mega hiper obrigada a todos - turistas ou viajantes!
Beijos da Renata que sempre que consegue faz as malas, mas nunca sem antes consultar as dicas do Riq!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Carmen
CarmenPermalinkResponder

O texto: chapeau!!!

Ricardo Freire

Oi Renata, qual é o seu restaurante? Me conta... grin

Majô
MajôPermalinkResponder

Renata,

Perfeito o seu 1o texto, é isso aí cada um é turista a seu modo wink

GiraMundo com Jorge Bernardes

Eu tenho um conceito diferente para cada uma das palavras: turista e viajante.

Não julgo que um é melhor ou pior que o outro não. E como vc colocou, isso é totalmente subjetivo mesmo. Acho que julgar se é melhor ou pior é pretensioso, eu não gosto disso também.

Eu uso essa distinção para definir perfis diferentes de pessoas que viajam e isso, no meu entendimento, não tem a ver com tempo de viagem, ritmo louco, ritmo lento, lugares inusitados, atrações conhecidas ou "que serão descobertas", nada disso.

Para mim a diferença está no ato de preparação da viagem e no alinhamento do que se espera com o que o destino tem a oferecer. Está no conhecimento que cada um tem de seus interesses versus o que a viagem terá pra te oferecer. Para mim:

O viajante tem trabalho ao preparar uma viagem, muito trabalho, rala mesmo, mas normalmente gosta da viagem que faz porque planejou considerando seus interesses pessoais.

O turista quer viajar, quer relaxar, quer visitar, quer curtir o tempo livre ao seu jeito também, mas não gosta ou nunca pensou em se preparar e às vezes adora a viagem porque deu certo de bater com as expectativas e muitas vezes não. E aí, vira loteria, a pessoa gasta o precioso tempo e dinheiro em vão, porque não volta plenamente satisfeita.

Eu fiquei com pena de ouvir de um colega de trabalho uma vez que não gostou de São Luís porque as praias não são como as de Maceió e não gostou dos Lençóis Maranhenses porque não tem infraestrutura no parque e tem que andar muito, muito sol, etc.

Eu também fiz tudo errado na minha viagem à Las Vegas, eu fui como turista, eu cheguei lá e me hospedei errado, não conhecia as atrações. Tá bom, aquele lugar não é mesmo meu estilo, mas se eu tivesse me preparado, eu teria descoberto que não era meu estilo antes e teria ficado no Parque Nacional das Sequóias que é muito mais legal (para o meu interesse). É como se eu não tivesse respeitado o que Las Vegas é.

Ao mesmo tempo, eu já fui à Miami como viajante por dois dias. Híper corrido, todos os pontos principais e manjados e achei a cidade divertidíssima. Achei todo aquele "excesso" bem autêntico daquele lugar onde os latino-americanos "encontraram" o sonho americano. Eu adorei. Um amigo até levou uma camisa florida para curtirmos o espírito Miami Vice no nosso conversível alugado... Todos nós nos divertimos muito.

Uma vez ouvi de uma pessoa que não gostou de Orlando porque achou muito "fake". Sério? Gastou dinheiro, perdeu tempo...pena, pena...

Eu escrevi um texto essa semana no GiraMundo sobre city tour onde tento exprimir exatamente esse tipo de sentimento... Num dado momento do passeio super corrido por um lugar muito manjado, as atrações que eu queria tanto conhecer deixaram de fazer o sentido principal do passeio e gostei mais ainda do tour exatamente por isso.

Ricardo Freire

Jorge, cada pessoa que vê diferenças entre "turista" e "viajante" tem seus próprios conceitos. As nuances que você vê entre uma coisa e outra serão diferentes das nuances que outros verão. (Dois dias hipercorridos em Miami visitando todas as atrações obrigatórias? Tente achar mais umas três pessoas neste planeta que achem que isso é uma viagem de "viajante", e eu te dou uma medalha...)

Você pode até achar que transita entre as duas categorias, mas haverá quem diga (e serão maioria) que ou se é uma coisa, ou se é outra.

Na minha opinião, você está fazendo é distinção entre viajar "melhor" e "pior", entre viajar "certo" e "errado". (Ponho entre aspas porque isso será sempre segundo os seus conceitos, que provavelmente são parecidos com os meus, mas que serão diferentes de outras pessoas, como aquela garota que acha que Paris é turístico demais.)

E veja bem -- eu não estou criticando você por ver diferença nessas duas palavras. O MUNDO vê diferença nessas duas palavras. Há uma tradição estabelecida, googlável em qualquer língua existente, de que o viajante é um ser que sabe viajar, que se sente em casa em qualquer lugar, que não bate ponto em cartão postal, que não se deixa cair em armadilhas; e que o turista é basicamente um bobão.

Ao que eu replico, em bom português: bullshit!

Essa distinção entre viajante e turista é de um tempo pré-massificação do transporte aéreo, pré-Lonely Planet, pré-globalização, pré-reengenharia, pré-economia de mercado, pré-internet, pré-low cost, pré-cartão de crédito, pré-ATM, em que o mundo dos itinerantes se dividia entre doidões e certinhos.

Veja o caso dos mochileiros, por exemplo: tidos e havidos durante décadas como "os" viajantes, os mochileiros acabaram criando lugares homogeneizados mundo afora; um albergue em Morro de São Paulo não será muito diferente de um em Bhaktapur, no Nepal. É possível rodar o mundo inteiro e entrar em contato com apenas uma cultura: a mochileira.

Você tem xis dias de férias. Você pode dispor de xis de grana. Você quer usar o seu tempo e o seu dinheiro da melhor forma possível longe de casa. Você é um turista. Bem-vindo ao clube!

GiraMundo com Jorge Bernardes

Cheguei à uma nova conclusão: sou um turista anormal!!!! E hoje estou viajando na viagem literalmente

Pô Riq, hoje vc me chamou de Jorge e não Gira-Jorge, parece minha mãe quando me dava bronca smile

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Por exemplo: minha comadre irá para NY em dezembro ficar 10 dias.
Ela comprou um pacote de aéreo, city tour, transfer e hotel com a CVC em 5x sem juros.
Isso a faz uma turista, certo?
Errado! Esta é a 3a vez que ela vai e o marido, a 1a.
Ela comprou 3 guias de viagem, mostra e escolhe com ele os lugares que irão visitar, marca tudo, imprime seus roteiros, etc.
Então ela é uma viajante?
Não importa afinal, não é verdade?

Ah, e o Aurélio diz:

turismo
[Do ingl. tourism, pelo fr. tourisme.]
Substantivo masculino.
1.Viagem ou excursão, feita por prazer, a locais que despertam interesse.
2.O conjunto dos serviços necessários para atrair aqueles que fazem turismo (1) e dispensar-lhes atendimento por meio de provisão de itinerários, guias, acomodações, transporte, etc.
3.O movimento de turistas

viajante
[De viajar + -nte.]
Adjetivo de dois gêneros.
1.Que viaja.
Substantivo de dois gêneros.
2.Pessoa que viaja.
Substantivo masculino.
3.Bras. V. caixeiro-viajante.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

grin JB do GM, eu percebi!!! grin

Ricardo Freire

GiraJorge, se eu fosse te dar bronca eu te chamaria de Jorge Bernardes!
mrgreen

Renata
RenataPermalinkResponder

Ricardo, é o Coq, na Tupi.

Ricardo Freire

Ha ha, Renata, a gente foi logo que o restaurante abriu. Depois voltou com a Carla Pernambuco e o Nando, marido dela. Daí aconteceu alguma coisa na hora do pagamento -- acho que a Carla e o Nando pagaram em dinheiro, eu paguei com cheque e peguei o dinheiro da Carla sem incluir a parte deles no cheque, alguma confusão assim, que no dia seguinte me ligaram pra eu acertar. Acertei, claro -- mas morri de vergonha e depois nunca mais apareci eekops:

Renata
RenataPermalinkResponder

kkkk.. esse é um dos causos que nunca entendi bem.. finamente ouvi a estória inteira..haha . eu ainda não estava lá, cheguei 6 meses depois. mas nunquinha iria imaginar que tivesse sido contigo.
então apareça pra eu te contar os bastidores - rende umas risadas - e te garanto que não vais encontrar ninguém que lembre da estória.
tá feito o convite, que também vale como pedido de desculpas. se eu já estivesse lá, garanto que não teriam te ligado. mico nosso, não teu.
perdoa?

Ricardo Freire

Claro... mas no dia que eu for eu ponho uma peruca eekops:

Renata
RenataPermalinkResponder

kkkkkkkk.
aguardo então. com ou sem peruca... rsrsrs
esquenta não, não tem mais ninguém daqueles dias.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Bom, na minha cabeça eu também faço uma distinção entre turista e viajante, mas totalmente influenciada por aquele filme do Bertolucci, "O céu que nos protege". Em uma das cenas iniciais, a protagonista diz a um amigo que ela e o marido eram viajantes no Marrocos porque não sabiam quando nem se voltariam para casa um dia - e não voltam mesmo! Mas acho que esse é um conceito muito antigo, da época dos exploradores europeus nos países "exóticos" (outro conceito meio maluco...), que tinham tempo e dinheiro de sobra para desbravar um lugar sem pressa de pegar o vôo de volta para as obrigações do dia-a-dia... smile

Renata
RenataPermalinkResponder

última - esses comentários renderam boas risadas hj no restaurante (mas fique tranquilo, vc continua incógnito).
de qualquer maneira, um mal entendido foi desfeito, e percebi que foi um alívio. mas só conto off line..rsrs
aguardo ansiosamente, ok?

Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

Na minha modesta opinião, eu sou TURISTA, porque quando viajo o faço turísticamente, a passeio, como lazer, em férias.

Só me sinto VIAJANTE (e APENAS aí distigüo "turista" de "viajante") quando estou A TRABALHO.

Portanto, para mim, se eu NÃO estiver viajando turisticamente, sou viajante; se o estiver a passeio, sou turista.

Aliás, nunca tive vergonha de ser ou aparentar ser turista. Não sinto vontade de "fingir" que sou local, para "disfarçar" que sou turista num lugar. Adoro me sentir bem ambientado, conhecer e me movimentar quase que como um "local", mas turista é turista, e pronto!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Pois pois ...

Para mim a melhor coisa do mundo é poder ser ( ou tentar ser ,
ou querer ser , ou trabalhar para ser ) um turista - viajante .

Turista - viajante é aquele que está sempre na estrada , que se sente
mais a vontade lá do que aqui , que está sempre buscando em outros
lugares o que busca na sua terra e não encontra.

Turista - viajante é um sinonimo indefinido de felicidade .

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Eu acredito não fazer distinção entre viajante e turista no sentido de escolher as palavras, mas admito que já torci muito o nariz para o esquema viagem de massa.
Apesar de não ser a minha praia, hoje sei que nem todo mundo tem informação, estímulo e $ para fazer algo independente (sei que nem sempre dinheiro é um impedimento para uma viagem desse tipo, mas os famosos pacotes das grandes operadoras ainda têm preços bem atrativos). Tento imaginar que a pessoa que hoje faz um roteiro desses, pode 'pegar o gosto' e começar a imaginar viagens ela mesma, um dia.
Eu nunca tinha pensado muito neste assunto até julho passado, no dia em que estava saindo de Salvador para ir a Boipeba. Estava hospedada na casa de uma tia do meu querido e, na hora de sair, o primo dele só deu uma olhada no meu 'look' (calça de trilha, top, sapatilha esportiva colorida, óculos de sol e...mochila) e deu risada: 'Emília, mas tu tá a turista perfeita!', com aquele sotaque baiano que eu acho o máximo.
Eu me olhei no espelho e também dei risada: tava mais para gringa do que brasileira. E assumi: 'Mas o que é que sou aqui? Turista mesmo!'
E saí toda contente, em plena terça-feira, a tempo de pegar o ferry para Itaparica grin

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Emilia, essa me lembrou as minhas idas frequentes ao Rio , durante uns 5 anos quando meu irmão morava lá.
Antes de sair de casa ele olhava pra mim e dizia :
hummm... muito arrumada ...
E eu retrucava : como ??? estou de bermuda, camisetinha e chinelo...
Ai vinha o discurso : sê qui sabi ... bota uma havaiana , tira o cinto,
faz um rabo de cavalo e não esqueçe de fazer cara de tédio quando caminhar na rua ( nada de olhar pra cima e pros lados , tem que olhar pro chão... :roll: )

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

Esse texto é simplesmente excelente. Aqui em casa nós começamos a repensar esse conceito de "turista" e "viajante" depois de uma das expedições do André. Ele foi a um atol isolado do Pacífico, com um povoado minúsculo, uma situação em que todos diriam "ele é um viajante, está desbravando novos mundos", blábláblá. E quando lá chegou, sentiu-se exatamente como vc fala no texto: a própria atração turística do local. Uma espécie de National Geographic às avessas. Isso simplesmente destruiu vários preceitos e nos perguntamos quem realmente estava viajando naquele momento. Quem despertava interesse, para usar a definição do dicionário.

Já usei muito os dois termos, pejorativamente ou não, em todos os sentidos. Mas confesso que gosto mais do termo viajante, para todos, mesmo para quem está apenas "turistando" - acho q a partir do momento que vc se desloca intencionalmente, vc viaja e ponto final. Pode ser na esquina do seu bairro ou para o Japão. Ou na maionese: Machado de Assis nunca saiu do Rio de Janeiro e narrava trechos sobre Europa e afins. Precisa-se de muito pouco para viajar.

Acho q rever sempre os conceitos a que estamos acostumados é uma tarefa gratificante. Obrigada por tornar esse exercício delicioso com um esse texto supimpa.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar