A segunda viagem à Europa

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

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A Wanessa voltou agorinha de uma viagem à Europa -- a segunda da sua vida, e a primeira planejada com o povo aqui do blog. Ela fez um ótimo relatório de viagem, que merece ser lido também por quem não é freqüentador do post-novela (já com 1.335 capítulos, digo, comentários) da viagem de trem na Europa. Passo o microfone à Wanessa.

Acabei de voltar da minha segunda viagem à Europa, que teve cara de primeira. Explico: como na primeira vez viajei acompanhada de pessoas que já tinham ido muitas vezes, não fiz os típicos lerês… Bom, como o blog me ajudou MUITO, resolvi deixar aqui a minha contribuição:

1) Meu roteiro incluiu Londres, Bruxelas, Amsterdam, Paris e Lisboa. Lisboa foi incluída inesperadamente, só porque eu tinha uma conexão na cidade (voando TAP), mas os três dias que passei lá foram excelentes. Acho que acertei na ordem das cidades: começando por Londres, a mais cara de todas, acabei ficando com a impressão de que a Europa do euro é barata, e terminei por Lisboa, que é mesmo uma cidade mais barata;

2) Dinheiro: levei apenas algumas libras (porque chegaria por Londres) e euros. A maior parte da viagem, resolvi com o Visa Travel Money. Só é preciso ter cuidado porque alguns lugares só passam no cartão compras a partir de 20 euros. A taxa para sacar dinheiro em moeda local era de 2,50 euros;

3) Deslocamentos: para quem mora no Nordeste, como é o meu caso, a TAP é uma opção muito atraente para voar para a Europa, porque nos poupa de ir até São Paulo (a viagem Recife-Lisboa dura 7 horas, quase a mesma duração de João Pessoa-Porto Alegre, que foi minha ponte aérea durante uns 3 anos). Já na Europa, fiz Londres (Heathrow)-Bruxelas de avião, pela British, e Paris (Orly)-Lisboa, pela TAP. Os demais trechos, fiz de trem, pela Thalys. Comprei os bilhetes na própria estação, alguns dias antes da viagem. Não encontrei promoções, mas paguei o mesmo preço que tinha encontrado na internet, antes de embarcar. Nada extorsivo e, considerando as vantagens do trem para os deslocamentos mais curtos (não tem espera, as estações são bem centrais), valeu a pena.

4) Trânsfer: o único lugar que seria mais complicado para mim era Londres, pois, nos demais, chegaria de trem, ou o aeroporto não era muito distante da cidade. Acabei usando o Heathrow Express e foi bem simples. Foi uma forma interessante de começar, já me adaptando ao estilo europeu de viajar (estou acostumada a sempre pegar táxi na saída do aeroporto sem pensar duas vezes aqui no Brasil).

5) Hotéis: segui as dicas da Sylvia para escolha de hotéis pela internet, e, como não podia deixar de ser, deu tudo muito certo. Todos os hotéis em que fiquei eram bastante simples, mas limpos e bem localizados. Os comentários do Trip Advisor eram extremamente fiéis à realidade. Enfim, não tive surpresas negativas, pois já sabiam quais eram os “defeitos” de cada hotel. Fiz as reservas pelo Venere, pelo Booking e pelo site da rede Accor.

6) tTansporte nas cidades: comprei passes para utilizar os transportes públicos durante um número de dias fixo. Dá para encontrar essas informações na internet e já sair daqui sabendo a melhor opção em cada lugar. Em Paris, nao deu para comprar a Carte Orange, mais barata, porque cheguei no meio da semana, mas o Paris Visite já ajudou muito.

7) Passeios: bom, saber o que fazer em cada cidade, é fácil descobrir a partir da internet e dos guias de viagem, mas eu fiz algumas coisas diferentes… Acabei não fazendo nenhum passeio do tipo bate-e-volta. Eu adorei cada uma das cidades que visitei e simplesmente não quis ir a outros lugares! Em Londres, troquei a visita à London Tower, que eu achei excessivamente lerê, por uma caminhada pela City. Foi maravilhoso observar a arquitetura do prédios, o contraste entre as construções super modernas e as mais antigas. Completei com uma tarde na Tate Modern. Saudades… De Paris, também tinha pensado em ir a Versailles, mas desisti porque estava chovendo muito, e eu não gosto de ficar na rua com o tempo ruim. Claro que, em Paris, não me faltaram opções. Até mesmo em Bruxelas, onde fiquei 3 noites (todo mundo acha demais para a cidade), e tinha planejado ir a Bruges e Gent em um dos dias, acabei mudando de idéia. No dia escolhido, troquei o bate-e-volta por um passeio pelos bairros de Ixelles e Saint-Gilles, cheios de construções em estilo art-nouveau (mais uma vez, eu adoro arquitetura) e pela avenida Louise e arredores. Não me arrependi de jeito nenhum.

8 ) Incidentes: chegando a Bruxelas, dei a “sorte” de a minha mala ter ficado em Londres. Poderia ser um transtorno, mas para mim foi uma vantagem, porque tudo o que era essencial para a sobrevivência estava na bagagem de mão, e a mala estava pesadíssima! Depois, eles entregaram no hotel.

9) Viajar sozinha: de início, eu não estava muito animada a viajar só. Nunca tinha feito isso antes, e tinha receio de não curtir, perder tempo e dinheiro. Mas foi este blog que me fez decidir ir (pelo que serei eternamente grata ao Riq e à tripulação!). Planejei tudo (também com as informações que encontrei aqui e no livro Viaje Sozinha) e acho que essa é a chave para a gente fazer uma excelente viagem (o que é excelente, claro, varia de pessoa para pessoa).

Viajar sozinha não foi pior nem melhor do que viajar acompanhada, foi só diferente. Por exemplo: a maior parte dos meus programas era diurna, porque não gosto de sair só à noite, mas, no final do dia, eu estava mesmo tão cansada que não sentia falta de balada; a gastronomia também não foi um ponto forte da viagem, e, quando me dava vontade, escolhia um lugar para almoçar melhor; tive toda a liberdade para alterar os meus planos originais, sem correr o risco de chatear ninguém; transformei a câmara fotográfica numa grande companheira de viagem (fiz muuitas fotos); acabei conhecendo várias pessoas interessantes no caminho e dediquei a esses encontros o tempo que me deu vontade, porque sempre podia refazer meus planos; escolhi hotéis em áreas centrais, evitando lugares que pudessem ser perigosos se eu quisesse voltar sozinha à noite (segurança tem de ser uma preocupação para quem está só, já que ninguém vai dar pela nossa falta muito rapidamente); escolhi destinos “seguros” para me adaptar à nova forma de viajar (convenhamos: quase todo lugar na Europa é mais seguro do que as grandes cidades do Brasil); habilitei o meu celular para funcionar no exterior. O preço das ligações para o Brasil era proibitivo, mas dava segurança (também para a minha família) ter um celular comigo, e eu podia trocar torpedos por um preço razoável. Em resumo, eu AMEI a minha viagem e agora, sabendo que a eventual falta de companhia não é um problema, já estou pensando na próxima…

Wanessa

27 comentários

Elisa
ElisaPermalinkResponder

Riq,
super legal vc colocar o comentário da Wanessa como post, eu adooorei! Eu já não sei em qual viagem estou pela Europa, já perdi a conta de quantas fiz, mas´cada vez é como se fosse a primeira porque sempre tem coisas novas para descobrir e fazer e a cada dica que vc nos passa temos mais vontade de continuar a conhecer esse mundo fascinante das viagens...
E sabe o que mais, eu acho o máximo neste blog é a impressionante atualização que vc faz a cada dia, isso me faz querer sempre mais.

Elisa
ElisaPermalinkResponder

Ih! reli só agora meu comentário anterior e vi que tem uns errinhos de digitação, é aqule meu velho problema de digitar correndo e agora?
Bom já estou de saída, depois vc me ensina como corrigir depois de postado.

Ricardo Freire

Elisa, o comentarista só consegue corrigir um comentário se tiver conta no Wordpress; mas pode deixar que eu entrei e corrigi.

Ricardo Freire

Wanessa, eu adoro o jeito que você trocou lerês e bate-voltas por mais tempo por curtir o(s) lugar(es) onde você estava.

Acho que a função dos bate-voltas é essa mesma: ficar de reserva para o caso de você ter esgotado o que queria fazer na base. Mas se a base ofecer mais coisas do que você esperava, ou simplesmente você curtir mais o momento, ótimo: lima-se os bate-voltas, sem prejuízo para a viagem nem nenhuma complicação logística.

É uma prova de maturidade viajandal -- quando o prazer de curtir o lugar onde você está consegue superar a fissura de estar onde você ainda não chegou.

Ricardo Freire

Quanto a usar celular no exterior, comprar um chip no local é bem mais barato do que habilitar o roaming internacional. E continua dando para se comunicar por torpedo grin

GiraMundo com Jorge Bernardes

Ou seja, a terceira viagem à Europa dela vai ser como a primeira ainda, ela deixou um montão de lerês... smile

Ricardo Freire

Jorge, em pelo menos metade dos casos os lerês não passam de terapia ocupacional para visitantes... é bem fácil achar coisa melhor para fazer mrgreen

GiraMundo com Jorge Bernardes

Ô se é fácil.... Sem dúvida. Sozinha então.

leandro
leandroPermalinkResponder

A noite também nunca me seduziu, em todas as viagens que fiz pelo Brasil e fora dele sempre procuro estar no quarto antes das 22:00, jamais frequento baladas, nem aqui no Rio, aproveito a noite para ficar no quarto, ver um pouco de TV e dormir cedo.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Engraçado, acho que eu nunca fiz (nem vou fazer, provavelmente...) uma "viagem à Europa"... Peculiaridade minha, claro, mas comigo não funciona bem planejar uma viagem a um continente - eu gosto mesmo é de esquadrinhar um país ou dois de cada vez... wink

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Wanessa, eu viajo basicamente sozinha o tempo todo, a trabalho ou férias.
Eu faço muitas das coisas que vc comentou e não me aperto. Acho bacana vc ter relatado porque a gente toma coragem de ir "mais longe".

Patsy
PatsyPermalinkResponder

Adorei esse post da historia da Wanessa, que delicia saber que ela conseguiu seguir todas as dicas, se divertiu e esta com gostinho de quero mais.

Eu tambem sempre viajo sozinha, e ja nem sei se eh melhor ou diferente, sao as oportunidades da vida!!!

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Riq, q bom q vc gostou do meu relato e pode utilizá-lo no blog. Espero que incentive e ajude as pessoas que vêm aqui a aproveitar melhor suas viagens como muitos dos posts que li fizeram por mim. Adorei a "maturidade viajandal". Quer dizer que estou indo bem!

Jorge, com certeza tenho muito a descobrir ainda nas cidades que visitei, o que me obriga a voltar a cada uma delas o quanto antes! Aliás, ando lendo seu relato (delicioso) da viagem com a Clara e me lembrei de um casal que encontrei em Portugal: eles viajavam com nada menos que cinco, (sim, eu disse cinco!) crianças, de 0 a 8 anos. Depois disso, tudo é possível!

Carla, também tenho vários planos de viagens para um país só. Por exemplo: 30 dias na Itália, ou na Espanha, ou na Argentina... Falta só chegar a hora de cada viagem.

Mô e Patsy, agora que aprendi o caminho, não perco mais nenhuma oportunidade por falta de companhia! Difícil é quebrar a inércia.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Wanessa, uma delícia ler o seu relato! Seja bem-vinda de volta e continue viajando muitas vezes - sozinha ou acompanhada wink

GiraMundo com Jorge Bernardes

Wanessa, monte um blog para chamar de seu...

Eu vejo muito mais mulheres viajando sozinhas do que homens. Vocês têm essa impressão?

5 crianças? Bom, aí não adianta procurar hotel, tem que se hospedar em creche!!!! Será que eu agüento?

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Jorge, eu também tenho essa impressão. E o engraçado é que quando comento com os homens que irei viajar sozinha eles me olham com uma cara que você não faz idéia. E dizem: gosto não...
É engraçado...
E concordo com a Mari, sozinha ou não, o importante é viajar. wink

Ricardo Freire

Quando eu escrevi sobre viajar sozinha eu já cogitei que isso fosse um tabu masculino...

Adriane Lima
Adriane LimaPermalinkResponder

O relato da Wanessa está bárbaro, consolida um monte de informações e dúvidas de muita gente que passa por aqui... Adorei!

Hugo
HugoPermalinkResponder

Tanto a viagem como a história da Wanessa estão ótimos. Certamente já é algo para se guardar para o futuro.

Ler guias e manuais é importante, mas ouvir o relato dos outros é essencial porque obtemos impressões de pessoas isentas que não tem qualquer interesse em beneficiar este ou aquele hotel.

O que está faltando Riq é um tópico como "A primeira viagem para os EUA".

Comprei as passagens para o ano que vem e vou para lá no final de março. Ficarei 14 noites (mas tanto a primeira como a última noite não contam porque o voo é diurno) e até agora pensei em dormir 5 noites em Washington (com bate e volta em Baltimore em um dia), 2 noites na Filadelfia e 6 noites em NY.

Já anoitei todas as dicas que recebi, mas se alguém souber algum bom hotel na Filadelfia ou mais algo interessante, pode dizer.

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Wanessa, gostei muito do teu relato, objetivo e muito inspirador...quando eu imaginaria que existe um bairro estilo art-nouveau em Bruxelas? Muito bacana mesmo, me pareceu uma viagem aproveitada ao máximo.

Ricardo Freire

Ha ha, Hugo...

A primeira viagem para os EUA é pra Disney ou pra Miami mrgreen

Carla
CarlaPermalinkResponder

lol Ih, acho que eu sou do contra mesmo... Minha primeira viagem aos EUA foi meio como a primeira viagem à Europa de todo mundo: várias cidades em 1 mês! E, pasmem, não fui à Flórida!!! razz

Hugo
HugoPermalinkResponder

Riq, estou no mesmo barco que a Carla :p . Essa será a minha primeira viagem aos EUA e nem vou passar perto da Florida.

Por isso mesmo já estou prevendo uma dose extra de planejamento para que possa conhecer tudo que estou querendo e aproveitar ao máximo o passeio.

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Ih, sou do contra tb - eu já fui aos EUA quatro vezes e nunca fui a Disney! Mas já fui a Miami 2 vezes - sempre esticando uma viagem de trabalho. Tô esperando ter filhos como o Giramundo! smile

Wanessa, meus parabéns! Adorei seu relato, viajei com ele. Após 9 viagens sozinha à Europa, fruto da falta de companhia da primeira vez, de necessidade de trabalho nas 7 seguintes e na vontade de ir sozinha na última rsrs, eu te digo - daqui a pouco vc andará o dia todo e ainda arrumará essas companhias maravilhosas que te levarão a um bar, um pub e até um night club latino em Berlin rsrs

Michele
MichelePermalinkResponder

Caro Ric!

Descobri este precioso endereço procurando relatos sobre St Marteen. Desculpe pelo coment "nada-a-ver-com-o-assunto", mas gostei do teu estilo e já vou chorar as mágoas.

Caso-me no final de abril de 2008 e procuro um destino para aquela que será a nossa primeira viagem - e de lua-de-mel. Um agente havia sugerido St. Marteen após eu perguntar - e muito - sobre algum destino caribenho mais em conta (imagine quanto custa casar hoje em dia). O que li aqui sobre este destino foi praticamente como viajar até lá, rs. Desistimos em função dos valores.

Queremos uma viagem romântica e animada, mas não daquelas inerentes aos "desbravadores", buscamos comodidade. Pensamos em duas possibilidades:

- Serra Gaúcha hospedados no Hotel Serrano em Gramado com inúmeros passeios inclusos (já temendo a pancinha na volta - pareceu turismo "comilômico")

- Buenos Aires, pq todo mundo fala que é O LUGAR pra se passar lua-de-mel. Ainda estamos perdidérrimos quanto ao que programar e como pra fazer uma viagem proveitosa em se tratando de tempo, nos dois sentidos. O tal agente sugeriu o Suites Catalinas, o Waldorf e o Sheltown, sendo este último o que pareceu mais agradável. Procurei muito algo que esclarecesse sobre o que acontece numa lua-de-mel em BsAs, mas pra minha infelicidade achei de um tudo, menos o que me esclarecesse. Percebi que tem de tudo pros aventureiros, mas buscamos um tour mais charmosinho e super romantiquinho por lá.

Quem me ajuda???

O detalhe pior é que ainda me imagino no sul do Caribe... Talvez Cartagena e St. Andres? Seriam mais baratos que Marteen? Alguém me dá uma luz pro Caribe???

Em tempo: show de endereço, viciei...

Valeuzão à quinta potência...

Ricardo Freire

Michele, os pacotes mais baratos para o Caribe têm preço parecido com o dos pacotes para resorts do Nordeste de primeira linha. A diferença são os extras; gasta-se mais para comer e beber em Aruba, Curaçao ou St. Maarten do que no Brasil.

O México tem preços de alimentação semelhantes ao Brasil. Você pode estudar os pacotes para Cancún ou Riviera Maya. Eu sou fã de Playa del Carmen, que é a Búzios da Riviera Maya.
http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/07/10/cancun-ou-playa/

Cartagena deve ter preços ainda melhores. Mas não espere aquele mar do Caribe na praia da cidade; para encontrar aquele marzão das fotos, você vai precisar fazer passeios para ilhas próximas. (Atenção: falo de orelhada. Já fui a todos os lugares de que falei acima, mas a Cartagena, não.)

San Andrés é um lugar mais alternativo; deve ter bons preços mas não sei se corresponde ao que você espera quando diz que não quer destino de "desbravador". A Meilin esteve lá agora, mas ela foi mergulhar:
http://pergaminhoeletronico.wordpress.com/2007/10/13/glub-glub-san-andresglub-glub/

Tanto Serra Gaúcha quanto Buenos Aires são perfeitas para lua de mel.

Michele, ao contrário do que você imagina, é muito fácil passar uma semana super-romântica em Buenos Aires. É só fazer tudo por conta própria (ou seja: não fazer nenhum passeio de grupo), jantar bem todas as noites (pela metade do preço do Brasil), fazer um curso de tango...

Este post aqui serve com índice para tudo o que temos sobre Buenos Aires no blog.
http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/07/16/buenos-aires-pra-carol/

Ricardo Freire

Ah, Michelle, tinha esquecido de outra possibilidade no Caribe. É a República Dominicana. Mas tem que ser pra Punta Cana, que é a praia mais bonita. Lá os resorts são all-inclusive -- não há gastos extras com comida ou bebida, então você sabe direitinho quanto vai sair a brincadeira.

Se você for para lá, procure um pacote via Panamá, com vôo direto a Punta Cana (até há pouco, era preciso descer em Santo Domingo e viajar mais 3 horas pela estrada, ou então ir por Miami).

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