Enquete da semana: cursos no exterior

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

A enquete da vez é uma ótima sugestão do Ernesto, que está em San Francisco fazendo um curso de inglês. (A propósito: você já leu o relato dele sobre San Francisco? Então leia!)

Você já fez algum curso de idiomas no exterior? Então conte tudo pra gente: onde foi, como foi, o que você achou e que macetes você aprendeu que poderiam ser úteis a quem está pesquisando o assunto.

Nada como estudar em grupo....

117 comentários

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

eu fiz intercâmbio e universidade fora, conta ? ou so serve cursos de idiomas mesmo ?

eu ja fui representante de agências com EF e ELS, ja mandei e rcebi irtemcambistas... precisaria de um tempo pra escrever mais sobre isso !

Kaplan International

Escolas e cursos de inglês na Austrália, Canadá, Irlanda, Inglaterra, EUA. Site da Kaplan International, contém informações sobre os programas de intercâmbio, estudo no exterior e cursos de inglês no exterior oferecidos pela escola.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Eu estudei espanhol na cidade de Salamanca, na Espanha. A cidade até hoje mora no meu coração: tanto por ser linda de morrer como pelos momentos maravilhosos que passamos lá. A escola se chama Isla ( www.academiaisla.com.es ) e é muito boa, reconhecida pelo Cervantes, com ótima infra-estrutura. Eu acertei tudo via internet direto com a escola e saiu, pasmen, menos de um terço do preço cobrado pelas operadoras de intercâmbio. Foi tudo super seguro, super correto, sem desembolsar um centavo antes de chegar lá. Paguei o curso e a acomodação só depois de assistir a primeira aula. O apartamento que fiquei era enoooorme, com 3 quartos, embora eu tenha pedido um apê para 2 pessoas. Conheço pessoas que ficaram em apartamentos compartilhados e na residência estudantil e foi tudo perfeito também. Eu gostei tanto, mas tanto, que já encaminhei umas trocentas pessoas pra lá! Pra quem tá pensando em estudar fora, eu sempre recomendo fechar por conta própria, sem o intermédio de uma operadora. Para isso, tem que pesquisar bastante e, preferencialmente, seguir indicação de alguém que já foi, para ter garantias.

Re Coelho
Re CoelhoPermalinkResponder

Eu fui para Vancouver em 2005 pela STB. A cidade é fantástica (foi amor a primeira vista) estudei Inglês na ILSC (cheia de brasileiros) estudava de manhã até ás 14h30. Fiquei em uma casa de família muito boa (eles até lavavam a minha roupa e preparavam um lanche para eu levar de almoço o que não é muito comum). E agora estou me preparando para ir para Dublin em Fevereiro onde fico até o final de agosto e depois vou para Barcelona onde fico até outubro. Pretendo ir pela agência Sem Destino.

Beto K
Beto KPermalinkResponder

Espanhol em Madri e Barcelona, duas semanas em cada cidade. Tempo ideal para vivenciar as cidades, fazer turismo e também estudar um pouco.

Havia reservado casa de família em Madrid, o que foi roubada total, era muito longe e não tinha familia apenas uma senhora sozinha. Logo no primeiro dia já mudei para residencia estudantil que ficava mais centralizado, perto da escola e era um ambiente multicultural.

Em relação a escola eu fui para a Enforex, a qual sugiro a de Barcelona, pois a de Madrid tive que brigar pois queriam fazer uma turma só com brasileiros no periodo da tarde, mas no Brasil tinham me vendido que as aulas eram de manhã.

Pesquisei bastante o preço, mas optei por fechar com agência pela comodidade, já que a economia nao seria muito grande se fechasse tudo direto, além do que a ag~encia conseguiu um low-cost Madri-Barcelona duas semanas antes de eu embarcar (achado total!).

Recomendo? Sim, mas com ressalvas: pesquise muito.

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Alguém já fez ou sabe a respeito de algum curso preparatório para o TOEFL nos USA que seja bom ou se vale a pena ? Se alguém tiver essas informações estou bastante interessada nas dicas. Obriagada!

Karinissima
KarinissimaPermalinkResponder

Estudei inglês em Toronto, em 2005. Fiz pela CI, na escola Berlitz... Que tem muuuito menos brasileiros do que as LSC da vida. Pergunte, antes de comprar, qual é a escola com menor número de brasileiros. Recomendo a Berlitz, tem gente do mundo todo e você treina seu ouvido para vários sotaques diferentes. Sem falar que a Berlitz tinha business English, adorava.

Fiquei hospedada em um bairro no subúrbio... Chinês, paquistanês e italiano. O nome é Scarborough, mas por ser tão freak é conhecido como Scary-borough. Kkkkk.

Toronto é uma delícia. Pois é um melting pot de nacionalidades. Pois vejam, conheci meu quase-marido em um bar nessa cidade no dia dos namorados. smile

Em princípio minha escolha seria ficar em Vancouver. Mas passei 4 dias na cidade e já estava me coçando para ir embora. Vancouver é maravilhosa, mas a vida cultural em Toronto era beeem mais interessante. smile

Gabriela
GabrielaPermalinkResponder

Estudei espanhol em Barcelona em abri de 2003. Fiz tudo pela CI no Brasil. O serviço da agencia foi bom e a escola Don Quijote é excelente. Recomendo muito, os professores sao otimos, tem uma didatica maravilhosa, se aprende a lingua rapido e sem nem sentir. Tive a sorte de ter a casa de um aconhecido pra ficar hospedada. Tinha colegas de classe que ficaram na residencia estudantil da propria escola e odiaram, eram apartamentos caindo aos pedaçoes e ninguume fazia a sua parte na limpeza (porque normalmente as estancias eram curtas). A escola nao é barata, mas achei que valeu muito a pena. Quanto a hospedagem recomendo pesquisar, porque algumas escolas oferecem boas residencias estudantis e outras nem tanto. Bom, gostei tanto de tudo que acabei ficando em Barcelona todo aquele ano, e nao voltei mais pro Brasil pulando de pais em pais, ate chegar de volta na Espanha, mas agora estou em Madri, que alias recomendo muito como cidade pra estudar espanhol.

Lena
LenaPermalinkResponder

Eu fiz intercâmbio e estágio fora, acho que não conta... Mas sempre quis fazer um dauqeles cursos de idiomas que unem duas coisas, tipo: italiano + culinária, italiano + fotografia. smile Já pesquisei muito a respeito.
Acho que os cursos de idiomas de 1 mês, só são válidos depois de ter estudado muito por aqui. Acho que quem ainda está no nível básico, não consegue agregar muito no curso fora.

Fran
FranPermalinkResponder

Eu fiquei 4 anos no Chile, estudando jornalismo. Recomendo muito o país para quem quiser aprender qualquer coisa. Eles levam muuuito a sério o estudo (as vezes até demais) e o grau de exigência dos professores e a competitividade entre os alunos é enorme. Santiago é uma cidade muito segura e alguns bairros respiram universitários e estudantes, como é o caso do Bairro República. O sistema lembra muito o americano, porque os estudantes passam o dia na faculdade, então há refeitórios, lugares de descanso, armários, etc. Muita gente de fora, é muito fácil conseguir lugar em república ou residenciais.

Nem preciso dizer que ralei muito e passei noites em claro estudando. Em compensação meu espanhol ficou perfeito, oralidade e escrita, inclusive melhor que o português. Aprendi a estudar de verdade e a ser pontual (eles não admitem atrasos de horário e nem data), não tem "jeitinho". São inflexíveis mesmo. Mas isso é bom, porque aumentou minha produtividade e eficiência.

Estudei aqui: www.udp.cl

mcb
mcbPermalinkResponder

Para estudar italiano em Roma: Torre di Babele ( http://www.torredibabele.com ). Fiz o curso todo deles, é muito bom!! Aprendi muito, seja nas aulas, seja nos passeios culturais que eles promovem!! O legal é que a escola oferece moradia por conta de um convênio que faz com moradores locais, que alugam quartos a preços acessíveis!!

Para estudar inglês em Brighton (Inglaterra): EF school
http://www.ef.edu.pt/master/ils/destinations/uk/main.asp?code=BRI

Abraço!
mcb

Patsy
PatsyPermalinkResponder

Em 1998 fiz intercambio na Inglaterra, tudo via STB, fiquei em casa de família muito perto da escola Eurocentre, fiz muitas amizades, teve muita balada e foi ótimo, a cidade que fiquei Bournemouth localizada no litoral era pequena e aconchegante, andava tudo a pé mesmo.
A experiencia valeu muito a pena, e recomendo. E agora tenho que terminar a parte final do meu MBA, via escola, e estou estudando as opções de lugares, mas preços, só passagem aérea, pq tem que ser fechado pela facu mesmo.

Daniela Siqueira

Eu já fiz curso de francês, mas isso em 1996 (conta?). Fiquei um mês em Paris. Concordo com a Mari: pesquisei e acabei fazendo o curso da Alliance Française, com mais carga horária, por um preço beeem melhor que os da EF e similares, com uma população (pelo menos à época) um pouco mais reduzida em brasileiros - que são ótimos amigos, mas péssimos para desenvolver o idioma. Eu recomendo ficar em casa de família - tanto pela necessidade de praticar a língua, quanto pelo contato com o dia-a-dia do lugar: você descobre como um residente vive de verdade. Os alojamentos são legais, mas vivem cheios de brasileiros, e aí você pratica português, o que não era exatamente a idéia inicial... E apóio a Lena: não é prático (nem financeiramente compensável) ir aprender o básico lá fora. Verbo to be você aprende aqui, pagando em real. De que adianta estar imerso em uma língua se você não dá conta de entender nada dela? É jogar dinheiro fora, e pedir pra passar aperto. Mas depois de um determinado nível (do intermediário pra cima), vale demais um curso no exterior: o um mês que eu passei lá fora me fez aprender no mínimo um semestre do curso daqui, sem contar a experiência de vida. Sem contar que é uma excelente desculpa pra morar um tempo numa cidade que você adore... wink

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Gostei da enquete. Muito mesmo!!

Ricardo Freire

Aos que estudaram espanhol na Espanha:

Algum problema com o sotaque? Vocês voltaram falando "z" e "c" com a língua entre os dentes, ou mantiveram a pronúncia latino-americana?

Re Coelho
Re CoelhoPermalinkResponder

Gabriela, onde você acha melhor para aprender espanhol: Madri ou Barcelona?

Adriane Lima
Adriane LimaPermalinkResponder

Ano passado havia planejado férias para julho, na Argentina, com um grupo de amigos. Um projeto novo na empresa gerou uma nova organização de férias, e acabei remarcando para Outubro, desta vez sozinha. Aí resolvi me matricular num curso de espanhol, para curtir o lugar, fazer amigos e aprender um pouco do idioma.

Fui pela Coined, 1 semana em Buenos Aires e 1 semana em Mendoza. Primeiro procurei através das agências de intercâmbio, mas o atendimento foi lento e insatisfatório. Comecei a buscar na web diretamente com as escolas. Foi ótimo, não precisei pagar a taxa de agenciamento que as agências cobram (US$50,00, devidamente consumidos em alfajores e vinho), e me ofereceram combinações de atividades extra classe que estavam em promoção.

Nos dois casos, já que a idéia era viver um pouco da cultura local, fiquei em casas de familia. Foi bem interessante, a familia de Buenos Aires era dona de uma sorveteria, na Av. Independencia... imagina se voltei com uns quilinhos a mais... Em Mendoza, fiquei num condomínio residencial distante do centro, mas com ônibus fácil. A familia era de descendentes italianos, adoravam fazer comidas italianas... o dia que eu avisava que não ia jantar, eles até ficavam tristes!

Em Mendoza, a Coined me ofereceu uma promoção de espanhol com atividades esportivas e aventura. Fiz trekking, rappel, rafting, cavalgada, tirolesas. Foi meio confuso, pois no fim das contas os passeios coincidiam com o horário das aulas, mas acabei trocando algumas horas de estudo de um dia para o outro e deu tudo certo.

Bom, eu fui sem falar nada de Espanhol além do portunhol básico que todo o mundo fala. Gostei da experiência de conhecer um idioma fora, voltei pro Brasil disposta a encarar umas aulas novamente. Você faz muitas amizades e, em casa de familia, acaba tendo acesso a coisas que geralmente o turista tem mais dificuldade pra descobrir. Ir fora de temporada foi legal também, dizem que em Dezembro, Janeiro e Julho só dá brasileiro nas escolas de idiomas....

De agora em diante, se viajar sozinha, vou me matricular em outros cursos. Se o idioma já for fluente, vale cursos de outras coisas também! Pesquisando, encontrei cursos de História (Grécia, Italia), Arte (Florença, Londres), Gastronomia (Itália, Espanha, França)... Recomendo muito!

Um bom site para começar as pesquisas é o da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) - www.belta.org.br. Nele você vê as agências sérias que são credenciadas, pode ver/pedir prospectos e revistas, encontra promoções para tudo quanto é tipo de viagem para aprender idiomas - de 2 semanas a 1 ano...

Adriane Lima
Adriane LimaPermalinkResponder

Oi Riq, espanhol na Argentina também dá problema com o sotaque. É muito comum as pessoas comentarem (até mesmo os argentinos) que o que eles falam não é 'castellano' e sim 'argentino'... então acaba havendo algumas diferenças de vocabulário com relação ao resto da América do Sul. Mas nada que não seja contornável (pelo menos até agora...)

Beto K
Beto KPermalinkResponder

Ricardo: voltei da espanha falando "vale", mas não peguei o sotaque de Madri(z), porque 15 dias de Barcelona amenizaram ele. Aliás, mesmo o sotaque madrileño me parece mais fácil que o latino cheio de variantes (não entendo mexicanos e cubanos de jeito nenhum!).

Ernesto
ErnestoPermalinkResponder

Ola amigos

Eu agradeco os posts de todos, e os recados!

Infelizmente, por motivo de doenca na familia, do meu sogro que se encontra hospitalizado, e precisa de atencao constante, vou ter que antecipar a minha volta, e nao vou poder fazer os 10 dias de carro.

Mas, devido a este problema, tenho mais uma dica importante para dar para todos: inicalmente a American Airlines queria cobrar 1400 dolares de multa e diferenca tarifaria, mais do que eu paguei pela passagem ida e volta!!!

Eu pedi para chamar o supervisor, no fone, expliquei a situacao, e eles foram muito atenciosos, e prestativos. Com um atestado do medico, e uma copia da carteira dele do Conselho Regional de Medicina escaneados e enviados por e mail, para o supervisor, a multa baixou para 170 dolares, o que e bastante razoavel. Portanto, se alguem precisar interromper sua viagem por motivo de doenca em familia, deve sempre mencionar isto, e pedir um atestado do medico.

Daniela
DanielaPermalinkResponder

Eu fiz ELS em NY em 97. Passei 4 semanas, fiquei hospedada na escola e passeei muito. Na época eu tinha 18 anos e só queria saber de festa. Descobri que cerveja é um ótimo aliado no aprendizado de linguas estrangeiras. Vc bebe e fala, fala, fala...
Sem brincadeira agora. Eu recomendo a experiência. Não só me deu mais independencia, como me forçou a falar inglês e me deu a base necessária pra voltar 5 anos depois e fazer mestrado. A escola era ótima e foi bem fácil de arranjar do Brasil, mesmo naquela época em que não tinha internet tão fácil assim. Não sei como está o nível da escola hoje, mas era muito boa.

GiraMundo com Jorge Bernardes

Com o Yázigi , eu fiz minha primeira viagem ao exterior pra fazer um curso de inglês em Bradenton/Sarasota na Flórida.

Preciso fazer o merchã porque a viagem foi inteiramente na faixa.
Não gastei um centavo sequer, então eles merecem a divulgação smile

Depois da faculdade, fiz um curso de inglês de 3 semanas na Austrália.

Minha opinião geral é que esses cursos curtos são uma ótima desculpa para quem quer viajar sozinho e ainda não tem aquela confiança. Eu nem ligaria de dividir a turma com muitos ou poucos brasileiros porque acho que você vai aprender muito mais fora da aula e isso você pode fazer sozinho sempre se quiser.

Não se pode deixar de lembrar que as aulas na escola não são muito diferentes daqui e eu acho chato que em todas essas escolas internacionais, você chega, eles fazem uma avaliação de nível e colocam você numa turma que não tem começo nem fim, porque os alunos chegam e partem a toda semana.
Não existe continuidade. Não dá pra aprender muito em aula.

Depois da fase adolescente, eu não recomendo ficar em casa de família. É muita loteria e é muito comum ficar em casa de família de 1 só pessoa...tem muitas histórias bem sucedidas como as que li acima, mas de forma geral, não recomendaria.

Fiquei surpreso com a quantidade de relatos de estudantes de espanhol... Interessante.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Bom, aqui eu vou dar o meu pitaco de professora, não de aluna... Concordo 100% com a Mari e a Daniela - ir fazer um curso no exterior sem saber o básico do idioma é jogar dinheiro fora. O ideal é ir quando a pessoa já está no mínimo no nível intermediário, e pode aproveitar a oportunidade para lapidar o conhecimento que tem, aprender sutilezas e aperfeiçoar a pronúnica, e não para aprender os rudimentos. Isso, como elas disseram, se faz aqui, pagando em real!

Como aluna, minha única experiência de curso no exterior foi um curso breve de redução de sotaque que fiz em Miami, 2 semanas em janeiro de 98. Ganhei o curso como prêmio na escola de idiomas onde eu trabalhava. A única coisa que achei chata a princípio é que o curso era voltado para brasileiros - mas acabei fazendo ótimos amigos, e nem liguei para o fato de falar português boa parte do tempo. Mas eu já era professora na época, então os meus objetivos eram mesmo diferentes dos da maior parte dos estudantes... E essa viagem acabou por me transformar em uma apaixonada por Miami, pela oportunidade que tive de conhecer outros aspectos da cidade, fora do circuito básico... 8)

No ano que vem, se tudo correr bem, vou poder contar a minha experiência de 4 meses pesquisando em uma universidade da Califórnia... Nesse meio tempo, conto um segredo a vocês: estou bem confiante de que vou conseguir a bolsa, mas apavorada com a perspectiva de ter que preparar uma mala para ficar 4 meses fora!!! Como se faz isso, gente? Riq, Sylvia, alguém me dá uma luz, please? wink

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Riq, eu voltei falando “z” e “c” com a língua entre os dentes!!! Salamanca (lá venho eu fazendo propaganda de novo) é conhecida, dentre outras coisas, como o sotaque mais puro do espanhol mrgreen
Beto K, falo "vale", "me encanta" e "no creo" até hoje lol

Carla
CarlaPermalinkResponder

Em relação ao espanhol, acho que eu poderia servir de consolo ou de piada para todos os que não conseguem manter um único sotaque... Estudei por um método em que as fitas eram gravadas por mexicanos e cubanos, tive uma professora argentina, um uruguaio e um chileno, e viajo bastante dentro da América do Sul, cada hora para um país diferente. Resultado: o meu sotaque é meio cantado (já me perguntaram se eu era porto-riquenha...), o vocabulário é misturado entre Chile e Argentina, eu conjugo os verbos como os argentinos, com "voseo" e morro de medo de me olharem feio no dia em que eu for à Espanha... Enfim, um desastre lingüístico - mas felizmente as pessoas me entendem... wink

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Carla :
Vais conseguir sim !! Então pode começar a arrumar a mala smile
A primeira coisa a relembrar é que vais para um lugar só e onde tem
absolutamente tudo ( e muito mais smile smile )
A primeira coisa ( e unica preocupação real ) que eu teria é com os
sapatos pois tem que ser extremamente confortáveis e apresentáveis
e muito testados , o que quer dizer usados :roll:
Não tens um problema real de peso né ? ( 2 de 32 ? )
Mas uma coisa é certa : vais comprar muito mais do que imaginas ,
então não pensa no numero de dias e sim nas situações , nos
acontecimentos possiveis e leva um kit para cada evento.
As variações vão ficar por conta dos acessorios e do que vais adquirir lá.
Kits básicos sad um só de cada tipo tá? )
Para ir a aula , para fazer uma caminhada, para ir a um piquenique ,
para pegar uma praia/piscina , para assistir uma palestra/concerto ,
para ir a uma festa , para um jantar formal ,para ficar em casa .
Dois ( só dois ) casacos : um mais grosso outro de meia estação.
A farmacia básica , um kit super miniatura de necessaire só para os
primeiros dias, e se for o caso roupa de cama e toalha .
O peso disso tudo deve ficar em torno de 12 kilos, mais 3 da mala são 15.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Carla, é isso mesmo que a Sylvia falou. E falo por experiência própria também. Leva o mínimo possível de coisas, só o essencial mesmo. O ideal é sair daqui sempre com menos de 20kg. Lá tem de tudo e mais um pouco e em quatro meses você não faz idéia da quantidade de itens que se adquire no dia-a-dia... :roll:
Posso usar o exemplo da minha irmã que acabou de voltar da Espanha para o Brasil, depois de quase um ano: foi com 16kg e voltou com as duas malas de 32kg....

Carla
CarlaPermalinkResponder

Sylvia, eu tinha praticamente certeza que você viria em meu auxílio com uma receitinha já pronta!!! grin Menina, que estratégia perfeita! Se eu pensar nas situações possíveis, vou ter uma idéia mais clara do que posso realmente precisar - e com um kitzinho básico não vou me sentir culpada fazendo umas comprinhas... wink Quando eu começar a arrumar tudo ainda vou trocar umas idéias com você, Ok?

Carla
CarlaPermalinkResponder

Mari, o meu medo é exatamente o da multiplicação das tralhas... em se tratando de EUA, então, aquele paraíso do consumo!!! Já me deram a dica de mandar todos os livros que eu comprar pelo correio, para não ter que contar com eles no peso da bagagem de volta - para uma traça como eu, é uma dica e tanto! Vou seguir a dica de reduzir a bagagem de ida ao máximo - minha meta vai ser 15 kg!

Lia
LiaPermalinkResponder

Como a mcb tb fiz um curso na torre di babele por um mes em Roma! Adorei, recomendo.

Roberta
RobertaPermalinkResponder

Já fiz alguns Cursos no Exterior, desde Salamanca - antes de entrar na Universidade, a cursos de férias aos 14 anos na Inglaterra, atualização de professores em Buenos Aires e o último em Vancouver. Todos eles pela Experimento. Não tenho o que reclamar da organização nem das escolas...todas com otima estrutura e pessoal. Sempre fiquei em casa de família e nunca tive problemas, mas no proximo vou tentar as residências estudantis das escolas, que são muuuito bem localizadas e localização é tudo quando se tem pouco tempo.
Curso no Exterior não tem erro - é procurar alguma coisa especifica, dizer bem direitinho qual o seu objetivo. A internet tem muita coisa misturada, então eu sempre prefiro ir na agencia, pois la o pessoal filtra melhor as opcoes e pesquisa direitinho.
Pra mim, o minimo mesmo é 4 semanas. O tempo ideal pra curtir ferias, aprender alguma coisa e voltar pra trabalhar, pra ganhar mais dinheiro pra ir de novo!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Comprinhas vão ser HIPER necessarias Carla :roll:
Sabe como é ... " eu precisava, não tinha como ... " hehehe
Eu faço meus kits sempre com 3 cores ( e dependendo do lugar acrescento
um jeans ) que são preto, branco ( ou beige ) e uma cor .
Nunca jamais levo nada novo , tem que ter sido usado, lavado, testado.
Cuido muito para que nada pinique , seja complicado de lavar ou amasse
muito , e dou sempre preferencia para uma composição que tenha mais
de 60% de algodão , e que não faça bolinhas .
Penso tb numa "produção" ligeiramente mais arrumada do que costumamos usar aqui ( um pouco mais larga , mais coberta , menos
tropical ) . Não levo vestidos trapinhos , paninhos , camisetas essas coisas
mais que normais por aqui . Já que vou levar um só de cada que seja
de excelente qualidade , que possa ser lavado mil vezes e ficar igualzinho.
Tudo o que vai na mala é hiper básico e tradicional , os modismos locais a gente compra e fica suuper feliz ! É ou não é ?
Bolsas por exemplo , levo uma só ( a mesmo que vai no avião ) pois é
impossivel viajar sem se apaixonar por elas na primeira esquina lol

Zé
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Fiz 10 anos de inglês na Cultura Inglesa em São Paulo + Ribeirão Preto. ODIAVA! Tanto é que repeti de ano duas vezes (até hoje tenho que ouvir gozações dos meus filhos por causa dessas repetências). Esse curso me ajudou bastante quando me mudei para os EUA (meu pai estava certo). Mas se você quer aprender um idioma pra valer, então vá morar no exterior!
Posso dizer que hoje eu sei falar um pouquinho de inglês. Faço questão de manter o meu sotaque de brasileiro - é um charme e as americanas adoram wink - O problema agora é que não consigo melhorar meu inglês (depois de velho as coisas ficam meio atravancadas). E o pior: estou desaprendendo o português, ou seja, estou me tornado mudo por causas "idiomáticas" lol

Renata Runge
Renata RungePermalinkResponder

Eu fiz curso de italiano em Firenze e espanhol em Salamanca ...1 mes cada um...pelo STB. Tudo otimo, mas muitos brasileiros...o unico problema e que agora eu misturo tudo ( portugues, espanhol e italiano)quando falo ;O)

Carla
CarlaPermalinkResponder

Zé: lol Ainda bem que agora você tem o VnV e o seu próprio blog, né? Assim, se você ficar mudo, pelo menos pode continuar escrevendo...

Olha só: a Carla Baiana e eu já estamos alinhavando uma ConVnVenção na terra do Tio Sam pro ano que vem, quando eu estiver por essas bandas. Vai se esquematizando, Ok?

Carla
CarlaPermalinkResponder

Renata, eu sofro com isso também!!! Quando tentei estudar alemão, a minha professora dizia que eu falava com sotaque francês, vê se pode... wink E eu teimava em dizer "tiempo" e "siempre" em italiano, quando seria tão mais simples me basear no português e falar, corretamente, "tempo" e "sempre"...

Zé
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Pó deixar, Carla. Estou esperando. A ConVnVenção aqui vai ser chiquérrima! mrgreen

Re Coelho
Re CoelhoPermalinkResponder

Carla, nesse caso é bem o q a Sylvia disse, você leva até menos do que se fosse passar um mês, por exemplo. Leva roupa para, sei lá duas semanas, com diversas combinações e todas usadas, se for pra ser nova que seja made U.S.A... Eu vou ficar 9 meses na Europa e estou indo com uma mochila de 60 litros e mais uma micro na mão.

Sobre escolher agência e fechar direto com a escola pesquisem os dois, cada caso é um caso, e tb tem que considerar a sorte e exigências pessoais, conheço pessoas que foram pela mesma agência q eu, uns amaram outros odiaram.. tem uns que reclamaram, mas as coisas q eles reclamaram, se fosse eu não me importaria então vai de cada um tb.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Re, valeu pela dica! Você compartilharia comigo uma listinha do que está levando, pra eu me inspirar? wink

Zé, também acho que vai ser demais! grin

Carmen
CarmenPermalinkResponder

Eu soy una negada pra os idiomas. Normalmente los españoles sólo falamos espanhol. Si estás en alguna comunidad con otra lengua também la falas, como el catalán en mi caso.
Estudié 8 años de inglés y sólo puedo preguntar la hora, el nombre, la edad y poco más. Mi pronunciación es espantosa y como eu muitas pessoas en España, más.
Eu creo que es porque tenemos 5 vocales y los inglese tienen muitas más y esas "shhh", "thhh"que son difíciles de pronunciar.
Para aprender español: Salamanca, Toledo, Granada, Segovia, Madrid.
En Barcelona puede que aprendas una mezcla de espanhol e catalán.

Carla
CarlaPermalinkResponder

Carmen, mas você está começando a escrever em português, e está se saindo muito bem - principalmente porque está aprendendo na prática... wink

Dé
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Eu fiz 2 meses de inglês intensivo em Boston (em pleno inverno!) no CES. Na época que eu fui tinham muitos brasileiros, mas acabamos formando um grupinho bem disciplinado onde soh era permitido falar português em caso de extrema urgencia (por exemplo, uma fofoquinha rapida que demoraria 10 minutos para contar em ingles).

Para o meu inglês foi otimo, eu evolui muito neste periodo. Eu ja tinha boas noções da lingua, mas voltei falando com muito mais desenvoltura. O unico problema é que num curso de intercambio, o contato com os nativos é quase igual a zero. De qq forma, é melhor do que aprender no Brasil.

Como experiencia de vida, foi maravilhoso. Apesar do frio, passeei bastante, me diverti muito e fiz amigos para a vida toda.

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

No século passado (literalmente! grin) eu fiz estágio na Alemanha, na minha área, via CI - ou seja, num esquema de intercâmbio. Foi excelente. Deu pra aprender um pouco de alemão e curtir a cidade onde estava, aprender costumes, vivenciar o dia-a-dia, etc. Como o estágio foi de alguns meses, a sensação de "moradora local" foi mais intensa, em minha opinião. Eu gostei muito.

Eneida
EneidaPermalinkResponder

Eu fiz um curso de alemão de dois meses no Goethe Institut em uma cidade lindinha no vale do Reno. Mas isso faz taaaanto tempo que o alemão – que nunca chegou a ser muito fluente - já ficou pra lá de sofrível. De qualquer jeito foi uma viagem deliciosa e guardo lembranças muito queridas. Recomendo.

Depois disso, os estudos já me levaram pra muito lugar, e vendo esse comentário da Carla me lembrei do doutorado sandwich que fiz em Londres em 2003. Não tenho boas dicas do que levar não, Carla: ainda estou aprendendo a arrumar malas de forma racional... Minha dica, além dessa de mandar pelo correio livros e coisas que você não estiver mais usando (se acabar o inverno, por ex), é a seguinte: arrume um amigo/amiga pra ir te visitar na época em que você estiver voltando, e peça pra ele trazer uma mala – das duas que tem direito – com suas coisas. Pra mim foi um sucesso, minha sobrinha passou uma semana inesquecível em Londres e trouxe 32 kg da minha bagagem, que já saiu daqui maior do que deveria ser!

É isso, boa sorte com a bolsa, tenha a certeza de que passar um tempo estudando em uma universidade nos Estados Unidos ou Europa é das melhores viagens que podemos fazer!

goethe
goethePermalinkResponder

Oi, Eneida!

Vou também fazer um curso de 2 meses no goethe-Institut, em dezembro e janeiro. Gostaria muito de ouvir mais o relato da sua experiência (pena que este post tem tanto tempo que provavelmente vc nem vai ver este meu!)!

Anelise
AnelisePermalinkResponder

Olá pessoal,

Estudei Marketing Internacional nos EUA, George Mason University na Virginia em 2005. Era um curso do último ano da graduação normal, com duração de 4 meses, 3 horas por semana. Eu já era formada e por isso pude aplicar.
Deu muito trabalho pq vc tem que se candidatar, sua facul daqui tem q mandar seu histórico pra lá lacrado, depois ele tem q ser traduzido, para encontrarem seu GPD( a média que vc teve), pra então ver se eles te aceitam.
Tudo ficou em USD 4.000 se eu já morasse lá a mais de um ano, seria quase metade do preço. Com menos de um ano vc tem que pagar a tuiton out of state.

Mas valeu muito a pena, a minha professora era um espetáculo. Fui super bem acolhida em sala de aula, ( só eu e um indiano de fora). Como o assunto girava muito em torno de internacionalização, o Brasil sempre estava na berlinda e o interesse era enorme pelas informações que eu dividia com eles. Foi uma experiência e tanto, morro de saudade.

Karine
KarinePermalinkResponder

Umas das vezes que eu fui a Europa eu passei 9 semanas fazendo cursos. Fiquei 3 semanas em Barcelona, 4 em Nice e 2 em Munique. Fui pela EF e fiquei em casa de família (todas ótimas e bem localizadas, mas eu dei sorte). O curso que eu aproveitei mais foi o de francês, a dona da casa que eu fiquei só falava francês, então ou eu aprendia ou nunca certava a hora do jantar. Em Barcelona eu me virei com o portunhol e a dona da casa era tão legal que voltei um ano depois só para vistar e fiquei lá outra vez. Na Alemanha eu não aproveitei muito o curso porque tinham muitos orientais na sala e eles tem um timing diferente de aprendizado para os idiomas ocidentais, a professora repetia demais (e alemão é difícil mesmo)e avançava pouco, mas eu me virei bem com o inglês (a qual eu felizmente fui alfabetizada).
O legal dos cursos é que eles organizam passeios interessantes em jornais, teatros, vinhedos, walking tours, etc.
O melhor dessa experiência é poder conhecer muito bem as cidades e lugares perto. E não foi caro.
Na Alemanha a dona da casa que eu fiquei me levava toda noite de bicicleta num biergarden, nunca bebi tanta cerveja.

Daniela Siqueira

Sylvia, dá pra escrever um livro com as suas descobertas wink e a idéia do kit-da-situação é perfeita.
Eu ainda acho que pra aprender direito, o ideal é ficar pelo menos um mês, pra acostumar a quase pensar na língua. Só duas semanas é muito rápido (mas pra quem não tem tempo, está valendo).
Gira: o ideal são as escolas que só aceitam turmas de tempo fechado (a Alliance Française é assim: ou você faz um mês ou seus múltiplos, nada de semanas). Assim, a turma é estável, a matéria é fechada, e dá pra começar e terminar um assunto. Se não, fica meio complicado mesmo, não dá pra concluir nada (mesmo porque novos alunos chegando o tempo todo fazem voltar aquela fase da apresentação, etc.).
Carla: não tem jeito - aprender várias línguas é uma aventura. A vantagem é que umas línguas ajudam nas outras (pelo menos no vocabulário). Quer coisa mais fácil de entender que o passado do espanhol, depois que você decorou o passé composé do francês? É igualzinho. Eu desisti: a minha professora de espanhol jurava que eu era francesa, porque eu falava cantado. Cheguei à conclusão que quem não tem sotaque é espião - gente com personalidade não tem jeito. Né, Zé?

Carla2
Carla2PermalinkResponder

Em 97 fui morar 1 ano em Londres, com a intenção de estudar inglês pelo menos 2 semestres. Eu já havia feito vários semestres na Cultura Inglesa, então iria fazer o preparatório para o FCE e depois mais algum que me interessasse (PCE ou outro). Escolhi uma escola bacana, do governo, que não tinha brasileiros nem orientais ( com os primeiros é complicado porque é inevitável falar em português, e os orientais têm mesmo um timing de aprendizado diferente para as línguas ocidentais), mas tinha muitos italianos e espanhóis. Fiz o curso preparatório, fiz o teste e passei e pronto. Não quis continuar porque minha impressão foi: esse curso eu faço lá no Brasil na Cultura Inglesa - é igual!! Aprendi muito mais no dia a dia, trabalhando, nos pubs, viajando. E "treinar" com italianos, espanhóis, franceses não acrescenta nada - o sotaque deles é horrível, e ninguém quer aprender errado. Melhor ficar com nosso sotaquezinho tupiniquim que ébem simpático smile

Riq, confessa, é muito mais charmoso o espanhol com o z pronunciado com a língua entre os dentes... e ninguém me convence que "eja" e "caje" (pronuncia argentina para "ella" e "calle") têm um som bonito (ECA!!)

Carla2
Carla2PermalinkResponder

Carla, tudo o que a Sylvia já falou, e mais: lembra que você vai lavar tudo em máquina de lavar, talvez com água quente, ou seja, ou você leva roupas que não se importa que sejam destruídas, ou leva de muito boa qualidade ( ou ambas!!).

Sylvia, que mala é essa que pesa 3kg? Ainda hoje pesei a mala que vou levar para os estados unidos e ela pesou quase 7kg!! É tamanho grande, a média eu também pesei e davaum pouco mais de 4kg, quase 5kg!! :roll:

Schnaider
SchnaiderPermalinkResponder

Eu fiz curso de 2 meses de ingles em Montreal em 98, fiquei na Univesidade de Concordia pois como eu era membro da AIESEC, nossos escritorios tinham uma parceria e era bem mais barato.
Consegui aproveitar bem pois ja tinha estudado 6 anos de ingles no Brasil, foi bom para pegar fluencia e destravar. Em Montreal me apaixonei pela lingiua francesa (ou seria pelo quebecoi) e voltei direto pra Alianca Francesa em Curitiba apos as ferias, hehe.... Em montreal fiquei hospedada na casa de uma haitiana, membro da AIESEC, na faixa smile

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Schnaider, de qual AIESEC você era membro?

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