São Paulo: city tour em 7 horas

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Sanduba de mortadela do Mercadão (só fotografei, não comi!)

16 de abril de 2005. (Título original do post: "A sua mais completa tradução".) Ela ia ficar oito horas presa no aeroporto, tadinha, entre o desembarque do vôo de Toronto e o embarque do vôo a Brasília. Ela é casada há seis anos com o meu melhor amigo dos tempos de escola – a quem eu não vejo há vinte. Ela resolveu me ligar. E então eu tive a idéia genial de usar minha nova amiga de infância como cobaia de um city-tour por São Paulo que eu pudesse patentear e que se tornasse o início de uma mega-agência de turismo receptivo que finalmente faria com que eu ganhasse dinheiro com esse assunto e ficasse quaquilionário e... AAAAIIII! QUEM FOI QUE ME BELISCOU? Ah, fui eu mesmo. Onde é que eu estava?

citytour-painel1peq

Ah, sim. Em Cumbica. O vôo da Air Canada chegou na hora prevista: 9h30. Mas até minha nova amiga passar pela imigração, pegar as malas e se desvencilhar da alfândega, lá se foram 45 minutos (45 minutos a menos no nosso city-tour). Mas a espera valeu. Nesses 45 minutos descobri que o Brasil não tem o mínimo do mínimo do mínimo para fazer o turismo engrenar. Quer saber o quê? Eu digo. O mínimo do mínimo do mínimo para o turismo engrenar no Brasil seria uma plaquinha com os dizeres "Vôos de conexão/Connection flights" apontando para algum lugar. Nos 45 minutos em que passei esperando por minha nova amiga, dezenas de gringos emergiram do portão de desembarque internacional totalmente desnorteados, tentando se comunicar por intermédio de mímica e frases sem verbo ("Salvador?", "Rio?" "Natal?") para descobrir para onde deveriam se dirigir. O que a Infraero faz com a taxa de embarque mais cara do mundo, se não coloca sequer uma plaquinha de sinalização para gringos perdidos que são obrigados a desembarcar em Cumbica por falta de vôos regulares a cidades realmente turísticas?  Felizes dos turistas que têm alguém à sua espera, segurando um cartaz com seu nome escrito. Minha nova amiga tinha. (Quem me conhece haverá de identificar o cavanhaque grisalho.)

Epa, quem bateu essa foto?

O itinerário era ambicioso. Incluía dois mirantes, dois museus, um mercado, uma feirinha (ou um shopping) e três opções de restaurantes. Eu sabia que não ia dar para fazer tudo – mas ao longo do passeio, à medida que eu fosse conhecendo minha amiga, eu saberia o que escolher. A única coisa da qual eu não abria mão era começar pelo Centro de São Paulo. Por uma razão: o Centro é o único lugar onde São Paulo é 100% São Paulo. Existem trechos da cidade em que São Paulo é tão bacana quanto Nova York, ou tão fervida quanto Londres, ou onde se come tão bem quanto na Itália. O Centro de São Paulo, no entanto, dispensa comparações. Ele é o que é. As outras cidades que tentem imitar – nenhuma vai conseguir.

Primeira parada: o Mercado Municipal da rua da Cantareira. O prédio é lindo, e proporciona a introdução mais coerente possível a uma cidade que dedica todo o seu tempo livre a comer bem.

Mercado Municipal de São Paulo

Depois que foi restaurado, no ano passado, meia São Paulo corre para lá, nos sábados de manhã, para enfrentar a fila de uma hora do pastel de bacalhau ou a fila de quarenta e cinco minutos do sanduíche de mortadela. Por isso, pegamos um grande congestionamento nas ruas próximas; minha nova amiga aproveitou para tirar fotos dos ambulantes que vendiam balas, pêras, games dos Incríveis, arrebitadores de busto e varas de pescar – parecia eu em Angola (clique aqui). Na hora de estacionar, ela levou seu primeiro susto de brasileira que nunca esteve em São Paulo: o quê? 10 reais para estacionar nesse estacionamentozinho muquifento? (Os termos não foram esses, mas são os que eu usaria.)

Mezzanino do Mercado Municipal

Quem não quer enfrentar a fila das bancas do pastel oficial de bacalhau e do sanduíche oficial de mortadela pode subir à simpática praça de alimentação do mezzanino. Mas não, não nós não quisemos estragar o nosso almoço. Tomamos um café expresso simplesinho, pedi para fotografar um sanduba que ainda não tinha chegado a seu destino e partimos para a próxima escala.

Foi então que começaram a surgir aquelas dúvidas que ocorrem a todos os passageiros de city-tour: passar perto de alguma coisa conta? Se contar, então nós fomos à Catedral da Sé (na foto) e fomos ao Pátio do Colégio também.

Catedral da Sé, vista dos fundos

Se bem que nem a Sé nem o Pátio do Colégio eram assim tão fundamentais ao meu city-tour. O meu city-tour precisava passar, isso sim, pelo Edifício Martinelli, que é o edifício mais bonito – e um dos menos conhecidos – de São Paulo. Construído nos anos 30, foi o primeiro arranha-céu da América do Sul. Por conta do caos arquitetônico da cidade, contudo, o Martinelli acabou escondido da visão do paulistano. Seu vizinho, o prédio do Banespa – cópia pobre do Empire State – virou um dos símbolos da cidade. Mas na minha opinião não chega aos pés do porte, da elegância e do charme cor-de-rosa do Martinelli.

Banespa e Martinelli

De lá fomos ao (atravessamos o) Viaduto do Chá, fomos ao (passamos ao lado do) Teatro Municipal, cruzamos Ipiranga com avenida São João (Alguma coisa acontece no meu coração etc.), deixamos o carro com o manobrista (minha nova amiga: "Gostei! No Canadá não tem isso, não!") e subimos os 41 andares que levam ao Cristo Redentor de São Paulo: o Terraço Itália.

Edifício Copan visto do Terraço Itália

Tsk, tsk, tsk. Meia-decepção. O bar do Terraço Itália – com seus vidros até o chão que fazem com que São Paulo fique literalmente a nossos pés – não abre ao meio-dia. Tivemos que nos conformar em tomar um suco no restaurante, onde a visão é prejudicada pela altura do parapeito da varanda. À noite é mais bonito, sem dúvida; mas se o único passeio que você pode fazer é um "São Paulo by day", então você não pode deixar de vir aqui. Mas cuidado: se for sábado e você não estiver imbuído de sérios propósitos de almoçar em algum outro lugar, você não vai conseguir resistir ao buffet de feijoada-pega-gringo que eles interpõem entre você e a sua mesa com vista.

Eu escondi isso de vocês até agora, mas a verdade é que minha nova amiga estava se queixando do calor desde que desembarcou, quase três horas antes, em Cumbica. Eu tinha acreditado na meteorologia e tinha dito a ela que uma frente fria chegaria à cidade junto com ela. Minha nova amiga foi por mim e veio com uma calça de meia-estação que no Brasil valeria por alto-inverno. A mala já tinha sido despachada para Brasília, e por isso uma passadinha num shopping se fazia mais do que necessária. Se eu tivesse que mostrar apenas um shopping de São Paulo para alguém, eu não inventaria moda e iria direto ao Iguatemi (que, em termos de importância turística, talvez seja a maior atração de São Paulo, acredite se quiser). Mas por motivos práticos, resolvi levar minha nova amiga ao Pátio Higienópolis, que, além de ser pertinho de casa, acabou deixando este post muito mais fotogênico wink

Shopping Pátio Higienópolis

Depois de um breve pit stop em casa, fiz as contas e vi que seguir o plano inicial seria inviável. O itinerário mais bacana previa uma fuga até o Ipiranga, para um programa perfeito: visitar o museu do Ipiranga e almoçar no La Paillote, que tem o melhor (e mais caro) camarão do planeta. Já eram duas e meia da tarde, e vi que o almoço talvez fosse a última parada de nosso tour. Descartei as outras duas alternativas de pratos autenticamente paulistanos que eu tinha considerado – o polpettone do Jardim di Napoli e o suflê de goiabada com molho de catupiry do Carlota – e decidi que o almoço seria num lugar onde iríamos inicialmente apenas pela vista: o hotel Unique.

O tempo começava a fechar. Desci pela muvuca dos Jardins, costurei pelas ruas arborizadas e repletas de mansões do Jardim Europa ("em Montreal também existem bairros assim, só que as casas não têm muros", me informou minha nova amiga) e cheguei à nossa melancia-design de estimação, o Hotel Unique. O terraço do Unique oferece o contraponto perfeito à vista do Terraço Itália. (Se você me permite a comparação, eu diria que são vistas tão complementares quanto as do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar, no Rio.) Aqui também é melhor vir à noite, quando a área da piscina não está reservada para os hóspedes.

Terraço do Hotel Unique

Mesmo assim, se você pedir com jeitinho ao garçom, dá para ir até a beirada e ver o tapete verde dos Jardins contra o skyline de arranha-céus da Paulista – na minha falsa modesta opinião, a vista mais bonita da cidade.

Jardim Paulistano e Paulista vistos do terraço do Unique

Pedimos o cardápio, e o chef Emmanuel Bassoleil não nos decepcionou: entre os pratos ainda havia o "risotto PF" (na verdade, um baião-de-dois metido a besta) para dar um quê de brasilidade ao momento mais chique do city-tour.

Almocinho tardio no Skye

Na saída, enquanto o manobrista buscava o carro, chamei minha nova amiga para tirar fotos em frente ao hotel – no que fui informado pelo leão-de-chácara que não era permitido tirar fotos da fachada. Cuma? Não entendi. "Desculpe, mas não é permitido tirar foto da fachada", ele repetiu, educado e firme ao mesmo tempo. E se eu atravessar a rua? "Se atravessar a rua, pode". E fotografar melancia na feira, ainda é permitido? Brincadeirinha, não fiz essa pergunta. Em represália, atravessei a rua e tirei a foto com a maior quantidade de fiação exposta e outros sinais de Terceiro Mundo que eu pudesse enquadrar. (Se eu não estivesse com pressa, ficaria esperando até passar uma Kombi azul-calcinha.)

Unique, nossa melancia-design de estimação

Saímos do Unique, fomos ao Ibirapuera (passamos do ladinho), fomos à Avenida Paulista (desfilamos por ela todinha), fomos ao Pacaembu (costeamos todo o seu muro) e finalmente pegamos a Marginal Tietê. Deixei minha nova amiga feliz da vida em Cumbica -- e voltei pensando nas coisas que não deu tempo de visitar, como a feirinha da Benedito Calixto, a Pinacoteca e o Masp. Não, não dá para ver uma megalópole inteira em 7 horas e 15 minutos. Mas deu para ver coisas que muitos paulistanos nunca viram. Muito obrigado, Ilma. Adorei te conhecer. E espero que você tenha conseguido entender um pouquinho da minha cidade. (Acho que já tenho o nome da minha megaagência de turismo receptivo: Martinelli City-Tours.)

Republicado aos 40 do segundo tempo em homenagem ao aniversário de São Paulo. Obrigado pela lembrança, @elderc!

Leia mais:
Guia de São Paulo no Viaje na Viagem

93 comentários

Jorge Bernardes

É por isso que eu já decidi, vou viajar para São Paulo no Carnaval. Vou passar o feriado numa metrópole sul americana diferente este ano!

Ricardo Freire

mrgreen
mrgreen
mrgreen

MIGUEL ANGELO GOMES

Camarada...

Eu senti como no meu primeiro dia em São Paulo, ao menos até metade do texto sim, quando você começou a sofisticar eu me perdi todo, até o sanduba de mortadela eu acompanhei, agora o camarão mais caro do mundo, é contra minha religião (custo&beneficio) sem falar que por incrível que pareça não gosto do fruto do mar, claro. Foi do meio para o fim que então percebi que São Paulo ainda tem muito para me mostrar.

Eu amo muito toda essa São Paulo, coisa de nordestino é sempre assim, um dia vou morar em São Paulo, e apesar do Rio ser naturalmente mais belo não me sinto tão atraído como por São Paulo, será que é porque é a cidade que tem mais administradores da America Latina? "E apoi"

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Riq, o Maurício, como todo arquiteto ama o centro e conhece a história desses prédios todos. Sempre vamos ao centro, onde, antes de casar, tinha passado apenas poucas vezes (e olha que sou paulistana da gema, nascida e criada aqui, rsrsrs). Eu adoro fazer esse city tour com o meu personal-guide. Acho a Catedral da Sé lindíssima e assistir uma missa lá, dá uma paz incrível, para católicos ou não. Mas São Paulo é única: todos os dias a xingo, reclamo do trânsito, das filas e do comportamento de "gado" do paulistano, mas é certo que nunca estive em nenhuma cidade parecida com ela. Adorei o texto.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

E quanto ao famoso sanduíche...sabe que eu nem gosto tanto de mortadela assim? rsrsrs
Riq, faltou levar sua guest para a Vila Madalena, que eu acho super "turística".

Marina
MarinaPermalinkResponder

Eu sou paulistana fanática! todos os dias xingo a chuva, o trânsito, os ambulantes, o povo mal educado que joga lixo no chão... mas como amo essa cidade!!!
Eu trabalhei por mais de 2 anos na Libero Badaró com uma vista espetacular do Martinelli, q tb é um dos meus preferidos...
Agora tenho que me contentar com o prédio da Fiesp, na av. Paulista.. o bichinho estranho, viu?!
bjs

Camila
CamilaPermalinkResponder

Eu já pensei várias vezes em tirar um feriado para "turistar" em São Paulo. Não sei porque ainda não coloquei meu planos em prática... Agora a vontade voltou! E eu não conheço nada, então não vão faltar atrações. wink

Alexandre Magrineli dos Reis

Bom, como paulistano em pleno ostracismo (faz mais de 30 anos) eu incluiria com certeza uma visita numa típica feira de rua para comer pastel com garapa, o bairro da Liberdade e, lóóóógico, o Parque São Jorge, a Meca da nação corintiana.

Arthur | Agora Vai

Não esqueça o MASP, a Pinacoteca e o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, o Museu do Ipiranga e o belo, mas pouco divulgado Aquário de São Paulo - http://www.aquariodesaopaulo.com.br/

Marilia Pierre

passo meus carnavais todos os anos em SP (só ano passado que eu trabalhei e não pude ir).
Os restaurantes não estão lotados, as ruas não estão abarrotadas e tem sempre uma chuvinha no carnaval pra você pensar que está na terra da garoa.
Se quiser, tem carnaval de verdade, se não, tem festa também. Não perca o Masp, aproveite que na terça-feira é de graça.

Priscila (Inquietos)

Riq, um casal de amigos alemães nos visitaram em dezembro e fiz um roteiro bastante parecido com eles. Mas a visita turística valeu para mim também, mais nova moradora de SP, que não conhecia Terraço Itália nem Copan, etc. Foi ótimo fazer com eles o contraponto entre Higienópolis e 25 de março. Nada como mostras as várias SP dentro de SP.

p.s. No dia em que fomos ao Itália estava aberto ao meio-dia e nos deixaram ir do lado de fora para fazer fotos, sem barreiras de vidro. Porém, quem não almoça tem que pagar 15,00 por pessoa. E como nossos planos eram de comer sanduíche de mortadela, pagamos a tal taxa. Tentamos bancar os espertos e ver se era possível apenas consumir um suco para não pagar a tal taxa, mas não rolou, o consumo mínimo do restaurante é de 15,00 também.

Martinha
MartinhaPermalinkResponder

Adorei..

Espero que a Martinelli City-Tours ainda esteja em atividades te deixando cada vez mais milionàrio.. lol

Eu fui muito pouco para São Paulo.. que eu me lembre, 4 vezes.. e NUNCA fiz um Tour tão Paulista.. eekops:

Mas jà foi para a listinha dos lugares obrigatorios para ir quando colocar meus pezinhos no Pais Tropical.. pq so fazer conexão para Floripa ou POA não vale..

=)

Gisele
GiselePermalinkResponder

Eu vou para la no carnaval. Fora esse do camarão mais caro do mundorsss, alguém tem uma dica bacana de restaurantes de frutos do mar (inclusive lagosta hummm)
Obrigada

Ricardo Freire

Vai no La Mar, no Itaim, e experimenta os ceviches.

Joana
JoanaPermalinkResponder

Ricardo,
estou sempre muito tímida para escrever, mas tenho acompanhado assiduamente (mais ainda do que antes) as suas aventuras. Mas o lance do Martinelli foi a gota d'água para espantar a timidez. É o meu prédio preferido de São Paulo também (fica ali concorrendo com o Copan o tempo todo). Eu o conheci através do filme "Sábado", do Ugo Giorgetti. Este é o longa-ficção, mas tem um curta também muito informativo. De toda forma, segue a dica para aqueles que começaram a curtir São Paulo antes de aportar por aqui.
E respondendo à Gisele, comi o melhor spaghetti com frutos do mar ultimamente no Familia Mancini (só é bom mesmo se comer este prato!) com muitos camarões enoooormes. O prato é caro, mas dá para 4.

gabebritto
gabebrittoPermalinkResponder

Em 2003, decidi passar 10 dias de férias em São Paulo. Todo mundo me achou meio louco, mas eu disse que precisava conhecer a maior cidade da América Latina como turista. Fui e adorei. Recomendo muito.

Anna
AnnaPermalinkResponder

Ricardo, ótimas indicações. Sempre pego dicas de viagem ao exterior aqui e não havia pensado em pegar de São Paulo. Sou de Curitiba e vou passar um final de semana em São Paulo, para fazer a entrevista para o visto americano na segunda.
O que você recomenda para 48 horas? É necessário ir de carro? Ou posso me virar de metrô? E hospedagem, que bairro você me indica?

Obrigada pela ajuda!!

Ricardo Freire

Carro só é interessante porque o táxi é bastante caro. Pro consulado é uma fortuna. Mas pra dirigir por aqui, ainda mais com hora marcada no consulado, só com GPS.

A melhor localização para se hospedar é na quina da Paulista com Consolação -- lá tem Formule 1, Ibis, Tryp Paulista, Transamérica The Advance, Caesar Business, hotéis para todos os bolsos.

Dali você vai a pé aos Jardins, tem metrô na porta e táxi baratinho para a Feira da Benedito Calixto (sábado) e a noite na Vila Madalena.

Paula*
Paula*PermalinkResponder

Que linda homenagem à São Paulo!
Já visitei a cidade algumas vezes e nunca fiz esse passeio...#fail
Pelo menos tenho motivos pra voltar... wink

Yara
YaraPermalinkResponder

Meu comentário foi pro espaço...rsrs...mas mando uma versão resumida wink. Primeiro, o post está uma delícia, assim como passear na Benedito Calixto e almoçar no Consulado! Parabéns ! smile Segundo, uma dúvida, jantar no Unique e curtir a vista vale ainda hoje, ou existem novos mirantes na cidade(salvo Terraço Itália)?

Ricardo Freire

Sim, a dupla Unique-Terraço Itália continua imbatível.

Yara
YaraPermalinkResponder

Obrigada! wink

Gisele
GiselePermalinkResponder

Obrigada Pessoal

Paulete
PauletePermalinkResponder

No final do ano recebi uma amiga que casou com um americano e está fora faz 7 anos. Quebrei minha cabeça pra fazer uma programação e um dia resolvi perguntar para o americano o que ele queria fazer. Ele respondeu que queria ir ao Mercado Municipal comer o tal sanduíche de mortadela que ele viu na tv. Pequeno detalhe: era dia 23/12 - 30 graus...
Resultado meu marido deixou eles lá e eles visitaram o Mercadão, a 25 e voltaram de táxi traumatizados...

Tâmara
TâmaraPermalinkResponder

Acabei de voltar de São Paulo, férias para visitar a família, mas claro, como boa viajante, andei muito pela cidade. E a cidade tem muito para se ver, fazer, comer, e claroooo comprar!! Só reclamo da chuva! Nada é perfeito, né? Voltarei em breve!

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Depois de algumas viagens comecei a me sentir culpado por não conhecer minha própria cidade (ok, dou de Osasco, mas conta como São Paulo, né). Assim que em 26/12/2008 finalmente tomei coragem.

E que delícia é andar por aqui... Comecei na Sé, onde entrei pela primeira vez, a praça estava linda naquele dia, mesmo com chuva, algumas igrejas mais, pátio do colegio(pena que o museu fechado), CCBB, São Bento (lá dentro fiquei um tempão, onde passou uns 3 estrangeiros com lonely planet na mão), e subi finalmente no Banespa.Adorei a vista lá de cima.
Depois, anhangabaú, teatro municipal, e terminando com um Bauru no Ponto Chic.

Tive que repetir em maio/09, agora no mercado municipal e região da julio prestes. Tirando o dia-a-dia de transito, Sampa é demais. Quando me perguntavam se valia a pena São Paulo eu dizia para ficar longe - agora digo que pode passar sim que isto aqui é ótemo.

luis r.
luis r.PermalinkResponder

que legal ler comentários assim tão elogiosos à cidade.
esse olhar "estrangeiro" ajuda a reerguer a autoestima de quem -
por descuido, rotina ou autopresevação - às vezes nem percebe mais como é bacana viver aqui.

Érica França

Amo São Paulo e amo o edifício Martinelli. Vc sabia que o próprio morou lá em cima (em uma casa construída no alto do prédio) para provar que era seguro morar em prédios?
Ainda vou ao Unique e Terraço, mas os preços me assustam.

BEijos, Riq.

Dani Willig
Dani WilligPermalinkResponder

Riq, voce conseguiu pegar bem os meus pontos fracos:
* Sky, no Unique, foi o meu primeiro date com o maridao
* soufle de goiabada com creme de catupiry do Carlota é a minha sobremesa favorita ever!
* almoço no Consulado é dos meus programas favoritos, seguido de um chorinho no meio da praca, comendo doce de leite de colher.

Faltou só uma, q acho que não é dos lugares mais conhecidos na cidade, mas vale a visita: pizza de abobrinha com polenguinho na I Vitelloni www.ivitelloni.com.br de comer de joelhos!

Essa semana de aniversario deixa os paulistanos expatriados ainda mais saudosistas.

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

Adorei as dicas. Sou de Salvador e estou em SP nesse momento e mesmo tendo vindo varias outras vezes a SP nunca fui ao Terraço Italia e nem a Feira da Calixto. Me falta sempre um bom guia paulistano para me levar. Alguem se candidata? rs Farei o tour na feirinha hj. Adoro o sky no Unique e ri muito com o seu "cuma" sobre a foto da melancia. rsrs

Julio
JulioPermalinkResponder

Pra que viajar? SP tem de tudo!!! Olha, acho que hoje, quase 5 anos depois, é impossível fazer o mesmo roteiro de carro devido ao transito, cada vez mais louco...

Ah, agora temos o moderno Museu do Futebol. A Ilma talvez não se interessaria, mas se fosse um amigo...

Ah, e pizza na Margherita, da Haddock, é um pega gringo também. Só assim para eles entenderem que SP, sim, tem a melhor pizza do mundo!

Ricardo Rezende

Olá Ricardo.
Estarei na mesma situação da sua amiga, o tempo entre as minhas conexões é de oito horas.
Quero aproveitar para almoçar em São Paulo.
Gostaria de saber se há algum ônibus (shuttle) do aeroporto de Guarulhos para uma região mais central. Creio que o metrô não chega em Guarulhos, não é mesmo?
Um abraço.

Ricardo Freire

Tem um ônibus para a Praça da República, outro para a região dos hotéis da Paulista. Leva uns 45 minutos.

Deise de Oliveira

Adorei Riq!
Até escrevi no meu blog sobre o Jardin de Napoli. Não é porque sou paulistana não, mas certamente a cidade está muito mais "turística" e cheia de coisas para se fazer!

Veruska
VeruskaPermalinkResponder

Adorei! Estou programando um dia e meio em Sampa e vou seguir suas dicas!! Valeu...

Dionísio
DionísioPermalinkResponder

Feriadão de 3 dias em SP (sábado, domingo e segunda), para passear e fazer visto americano: Mercure Jardins (Al. Itu com Augusta - http://maps.google.com.br/maps?q=mercure+jardins&hl=pt-BR&cd=1&ei=Jb9aTPiwIZySyQWRyoT4Dw&ie=UTF8&view=map&cid=2730680013428385231&iwloc=A&ved=0CIUBEKUG&sa=X) é uma boa escolha?

Ou Qualty Imperial Hall (Consolação com Oscar Freire - http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&q=imperial%20hall%20quality&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wl)?

Ricardo Freire

O Quality está numa rua mais bem-apessoada e fica na boca da Oscar Freire.

O Mercure é melhor para subir à Paulista (dá umas três quadras em ladeira) e usar metrô (outras duas quadras no plano)

Dionísio
DionísioPermalinkResponder

O Mercure parece bem meio caminho entre metrô e Oscar Freire, não? Mais prático para ambos, me parece.

Do Mercure dá para ir numa boa a pé para bares e restaurantes da região, descendo a ladeira?

Ricardo Freire

Sim. E subindo na volta smile Mas os Jardins são assim mesmo, inclinados...

Natália
NatáliaPermalinkResponder

Passarei a próxima semana em Sampa, mas só estarei livre para bater perna no final de semana, fiquei encantada com o post! O ítem que encabeçou a minha lista desde o começo era o sanduba de mortadela, ele continua no topo, mas fiquei fascinada pelo visual contrastante do verde com os mega prédios do Hotel Unique. Arrasou!
Aposto que sua agência de turismo receptivo será um sucesso!!!
Adorei! =))

Marcelle
MarcellePermalinkResponder

Pessoal,
Alguém tem dicas de passeios diferentes do básico aqui em SP? Explico: depois de um ano morando aqui, meu pai e irmãos finalmente vêm me visitar, no 7 de setembro. Só que eles já conhecem esses programas mais famosos de São Paulo (Ibirapuera, MASP, Paulista, Mercadão, Edifício Itália, Museu do Futebol, Planetário, Sé, Mosteiro). Tem algum outro parque legal que valha à pena? Eu só conheço o Ibirapuera (que eles já conhecem) e o da Aclimação (que achei pequenino demais)...
O Aquário vale a pena para adultos?
Preciso convencer meu pai a ficar aqui, ao invés de passar o feriado em Campos do Jordão...
abs
Marcelle

Ricardo Freire

Feira Kantuta (Bolívia/Peru), domingo no Canindé.

Missa do Mosteiro de São Bento com canto gregoriano, domingo na rua São Bento.

Polpettone no Jardim di Napoli, souflé de goiabada no Carlota, canapés de steak tartar no Bar Léo (sábado até as 14h, domingo fechado).

Museu do Ipiranga, Museu do Imigrante no Brás, Estação Ciência na rua Guaicurus na Lapa.

Terraço Itália, terraço do Skye. Edifício Martinelli (reaberto a visitas, sob reserva).

Restaurantes chineses autênticos na Liberdade: Campeão, Jambu, Chi Fu.

Feira da Benedito Calixto no sábado (Pinheiros), Feira do Bexiga no domingo (13 de maio).

Mocotó na Vila Medeiros, Quinta da Canta na Cantareira.

https://www.viajenaviagem.com/2009/12/quinta-da-canta-cada-vez-melhor/

https://www.viajenaviagem.com/2009/09/fim-de-semana-brazuca-em-sao-paulo-haute-cuisine-nordestina-no-mocoto-e-sambao-na-praca-roosevelt/

Jurema
JuremaPermalinkResponder

Tenho umas perguntas a paulistanos:
- alguém indica um hotelzinho legal perto da ou na Liberdade? Ou em Higienópolis ou nos Jardins, mas até R$ 250,00 para o casal?
- tem algum restaurante interessante próximo a Sala São Paulo e Museu da Língua Portuguesa? Pretendemos emendar uma manhã no museu com um concerto no sábado à tarde, mas teria que almoçar por lá.
Obrigada!

Ricardo Freire

O melhor ponto para se hospedar em São Paulo é a esquina da Paulista com Consolação. Por ali tem um Ibis, um Formule 1, o Tryp Paulista, o Caesar Business, o Transamérica the Advance.

Em Higienópolis confira a tarifa de fim de semana do Tryp da rua Maranhão.

No centro, perto dos restaurantes da Avanhandava e não longe da muvuca do Baixo Augusta, tem o http://www.155hotel.com.br/ .

Cheque também a tarifa do Pergamon, no início da Frei Caneca.

No centrão de São Paulo almoce no Bar Léo (canapés & chope; aos sábados fecha às 14h30) ou no Boteco da Dona Onça (edifício Copan, av. Ipiranga).

cyro
cyroPermalinkResponder

saindo do museu da lingua portuguesa, gosto de almocar no acropoles. o espaco é beeeem simples, mas a simpatia de seu trassos aos 92 anos recebendo os clientes, o moussaká e o polvo ao vinho sao unicos (alem do preço baratinho do restaurante.

Adriana
AdrianaPermalinkResponder

Oi, Rique!

Desembarcaremos em Congonhas dia 21 de novembro, domingo, para show do Paul no Morumbi e voltamos na segunda de manhã. Você me sugere um hotel para pernoitarmos? Obrigada!

Ricardo Freire

Do lado de Congonhas tem um Ibis. Pertinho tem um Quality.

juliana amorim

Eu PRECISO ver a Bienal e vou numa segunda pra SP. Chego umas 9h a SP e já me jogo na Bienal. Não sou marinheira de primeira viagem ( nem de segunda, nem decima)em SP. Segunda todos os museus estarão fechados? Alguma sugestão bacana do que fazer numa tarde em SP já que meu voo será as 19h?

Ricardo Freire

Bienal abre, museus fecham. Passeio à tarde? Oscar Freire, Liberdade, Livraria Cultura do Conjunto Nacional...

juliana amorim

Gostei disso Riq. E agreguei um almoço no Dalva e Dito, que graças a deus abre na segunda! Será?? Vou confirmar!
brigadinho

Ricardo Freire

Uma instituição paulistana nos Jardins é a Z Deli, delicatessen judaica. Fica na Lorena com Bela Cintra.

juliana amorim

Agora estou em duvida: vou na BIenal antes ou depois de comer tantas delicias!! smile
Acho que vai ser assim: vou pra Bienal , ando ando ando.
Almoço no Dalva e Dito, como como como
Passeio no Jardins, ando ando ando ( nada de compro compro compro)
Depois passo na Z Deli e... como como como , mais um pouquinho!! kkkk
Volto pro aeroporto feliz da vida!
hehehe

Laura Martins
Laura MartinsPermalinkResponder

Oi para todos! Adoro viajar, sou cadeirante e inúmeras vezes utilizei as dicas do comandante e da tripulação deste blog.

Acabo de chegar de uma semana em São Paulo (delícia!), ocasião em que as sugestões deste post me ajudaram bastante.

Ficamos hospedados no Tryp Paulista, conforme sugestão do Riq. A localização de fato é excelente, a uma quadra e meia da Paulista, sem barulho e perto de tudo, ao lado da Padaria Bella Paulista, com uma vitrine de fazer perder o juízo; staff gentil e simpático; boas tarifas de fim de semana. E quarto completamente adaptado para cadeirantes.

Aproveitamos também as dicas para o Terraço Itália (adoramos o bar ao som do piano, com aquela vista soberba aos nossos pés) e para a missa com canto gregoriano no Mosteiro de São Bento (o canto somado àquele ambiente mágico desenhado pelos vitrais não tem preço!). Ah! E os pães de mel preparados pelos monges... O preço é alto, mas são divinos! De comer suspirando.

O bar não tem acesso para cadeirantes. Tive de ser carregada por dois lances de escada e mais três degraus. Mas cheguei lá! O Mosteiro tem acesso (por uma rampa lateral).

Para retribuir o excelente serviço prestado por este blog, aqui vão algumas destinadas a quem vai ficar mais dias em Sampa:

- A exposição em homenagem a Fernando Pessoa, no Museu da Língua Portuguesa, está imperdível. Linda, interativa e emocionante. Perto, almoçamos no Bistrô da Sara: salmão caramelado ao molho de laranja e gengibre guarnecido de arroz ao pesto e acompanhado de salada (24,00), buffet self-service (35,00 para comer à vontade), e, como sobremesa, mini giozas recheadas com doce de leite acompanhada de calda de gengibre e sorvete de creme (13,00). Tudo muito bom e atendimento excelente. Atravesse todo o Parque da Luz, entre à esquerda e pergunte pela Rua da Graça. Pertinho... Sem acesso para cadeirantes. Lá vou eu carregada de novo. Mas compensou.

- O restaurante La Table O, indicado pelos Destemperados, vale uma visita, especialmente pela beleza e charme do espaço. Fica na Bela Cintra, bem perto do Tryp -- mas tem de descer uma ladeira!

- Perto do hotel, almoçamos no indiano/vegetariano Gopala Hari, na R. Antônio Carlos, 429. Comida deliciosa, preço bacana e ótimo atendimento. Muiiittooos degraus!

- Não dá para ir a São Paulo e deixar de bater ponto na cebicheria peruana La Mar, no Itaim Bibi. Tem degustação de cebiches (os melhores que já provei) e maravilhosos coquetéis preparados com pisco. Recomendo fortemente. Tem acesso para cadeirantes e banheiro adaptado.

- Adorei passear no Shopping Pátio Higienópolis. Indico, para as românticas, a lindíssima loja Lola & Maria. Roupas e bijus de sonhar acordada...

Na Paulista há um posto de informações turísticas (no Parque Mário Covas). Quem não vai levar note-book pode passar lá e pegar seu mapinha de Sampa, com excelentes sugestões.

Um abraço a todos e meus agradecimentos ao Riq e à tripulação!

Ricardo Freire

Obrigadíssimo pelo fidibeque, Laura! Ótimas viagens pra você!

Naila Soares
Naila SoaresPermalinkResponder

Olá tripulantes:
Alguém tem alguma indicação de um hotel decente mais próximo do Horpital Sírio e Libanês?

Abs e obrigada

Naila Soares
Naila SoaresPermalinkResponder

Valeu Riq!
Abs

Marcia D. Sejopoles

Meu marido ficou com a minha sogra que estava fazendo tratamento no Saint Charbel , Rua Barata Ribeiro 205 tel 11 6862 3700 ou 11 2131 3535.
RBS

Ricardo Freire

Super do lado!

Naila Soares
Naila SoaresPermalinkResponder

Opa! Mais opções!
Agora é procurar o melhor preço.

Eunice
EunicePermalinkResponder

Aos trips paulistanos: sugestões de passeios, restaurantes, delis para duas adolescentes ( 16 e 20 anos ). Muitas das sugestões do blog já foram testadas e aprovadas pela dupla. Para saber se há novidades.

Ricardo Freire

Vou abrir um post!

val
valPermalinkResponder

minhas filhas e amigas gostam da feirinha da Benedito Calixto aos sábados.
Bater perna na Oscar Freire, ...comer na Temakeria, sobremesa no Yogurberry(Lorena), andar no Parque do Povo, cineminha no Kinoplex ou Iguatemi.

Eunice
EunicePermalinkResponder

Obrigada, Riq.

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Eunice, tem que ir na Pinacoteca. O Museu do Futebol, apesar do tema ser mais masculino, é muuuuito legal! Um lanche na Bela Paulista... Vou pensar em mais coisas!

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Gente, um help para achar um hotel em São Paulo: vamos pro show do U2 no Morumbi e quero ficar perto do Estádio, para evitar muito deslocamento. Estaremos chegando das nossas férias de 2 semanas, provavelmente com muita bagagem e querendo só sombra e água fresca até a hora do show! Alguém tem dica de hotel naquela região?

Obrigadinha!

Ricardo Freire

Adri querida, não tem hotel perto do Morumbi não. No máximo você pode tentar ficar no contrafluxo, tipo no Novotel Morumbi ou no Transamérica (o hotelão, não os flats) para chegar ao estádio pelo outro lado -- mas não garanto muita eficiência nessa estratégia não.

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Obrigada, Riq. Vou pesquisar esses, então. Já é um caminho! E vou tentar também os perto da Marginal Pinheiros.

Rubys
RubysPermalinkResponder

Adri,
Em qual dia você vai? Para o final de semana (Dias 09 e 10) as melhores opções já estão lotadas.
Pesquise nesses daqui e nessa ordem:
a) Ibis Morumbi - Bom e barato ( http://www.ibis.com.br )
b) Rede Mercure - Selecione São Paulo e depois os seguintes bairros:Brooklin, Berrini, Vila Olimpia, Itaim. ( http://www.mercure.com.br )

ou.. melhor ainda vai no site do patrocinador do site aí do lado.. hehe www.hoteis.com e procure por hoteis na Zona Sul (Itaim, Moema, Morumbi, Berrini, Brooklin, etc)

Mas corre...
Boa Sorte

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Rubys, é no fim de semana mesmo.
Vou correr pra ver o que consigo. Vou pesquisar nesses bairros, obrigada!

Aline
AlinePermalinkResponder

Delícia de post, Riq! Me senti indo junto com vocês. Beijos.

Janira Borja
Janira BorjaPermalinkResponder

Adorei o post. Não conheço muito Sampa, as duas únicas vezes que fui lá, tinha compromissos profissionais e nunca dava tempo de fazer muita coisa. Vou anotar todas as dicas do comandante e dos trips para minha próxima viagem! Um abraço, Riq e cia!

cyro
cyroPermalinkResponder

minhas primeiras ferias em sampa foram de nove dias em dezembro de 2006. todo mundo achou non-sense da minha parte sair daqui do verao do nordeste para curtir sampa! estou indo pela sexta vez agora em maio e a cidade é sempre uma experiencia nova, sempre há algo que nao conheco (da ultima vez fui ao tomie otake e a seis restaurantes estrelados).

Carol Maia
Carol MaiaPermalinkResponder

Já conheço São Paulo e adoro!! Estou indo passar o final de semana, dias 09 e 10 de abril para ir assistir ao show do U2. Como no sábado a programação é ir para o show, alguém sugere algo que esteja acontecendo na cidade no dia 10 de abril, além do show? Ou devo me jogar no roteiro basicão e tenho muita saudade?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Carol! Quando você chegar no sábado compre a Veja, vem com a Vejinha, que tem toda a programação para você escolher.

Querendo saber com antecedência o que está passando, entre em http://www.guiadasemana.com.br .

Meire
MeirePermalinkResponder

Que disposição!!! 7h eu acho muito pouco... rs... Quase todo mês passo um fim de semana em São Paulo conhecendo as maravilhas: exposições, apresentações de teatro, musicais, faço compras, passeio nos parques. No último fim de semana me dediquei a conhecer o centro (me hospedei no Normandie Design Hotel que fica bem localizado) e foi incrível. É claro que não consegui ver tudo ainda... fica sempre o gostinho de quero mais... Beijos.

Arlene
ArlenePermalinkResponder

Meire, esse hotel é barato? Estou em busca de um hotel bom e barato pra fazer minhas compras.

Silvana
SilvanaPermalinkResponder

Meire, acho que já passei em frente do Normandie. É um hotel que fica na avenida Ipiranga? Se for esse, é bem no centro mesmo. Quero fazer um tour por lá wink

Aparecida
AparecidaPermalinkResponder

Vou para São Paulo tirar o visto na Vila Mariana . Preciso de um hotel simples e mais perto.

O endereço é Av José maria Whitaker 370

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Aparecida! Veja indicações de hotéis em São Paulo neste post: https://www.viajenaviagem.com/2011/11/hoteis-em-sao-paulo-o-relato-dos-leitores/

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