Qual foi a encomenda de viagem que te deu mais trabalho?

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

É só um creminho pra minha avó, certeza que você acha!

Outro dia o Thiago Parente, que tá em Nova York, tuitou um desabafo sobre interromper uma viagem bacana pra ir atrás de uma encomenda. Daí a PattyBraga sugeriu: ei, será que isso não dava uma enquete?

Pois claro que dá. Conte pra gente: qual foi a encomenda que você mais se arrependeu de ter aceitado?

Vale também contar -- não precisa dar nomes! -- sobre as técnicas mais constrangedoras de pedir encomenda de que você já foi vítima.

Para fazer você entrar no clima, reproduzo aqui um capitulinho do Viaje na Viagem original, de papel:

Recusam-se encomendas

Fazer encomendas a quem viaja é um dos costumes mais antigos que existem.

E põe antigo nisso. Fazer encomenda é do tempo em que se tinha medo de avião. Do tempo em que família, a família da namorada, algumas ex-namoradas e o prédio inteiro iam se despedir de você no aeroporto — até na ponte aérea. Do tempo em que o exterior era conhecido como “o estrangeiro”. Do tempo em que produto importado era não apenas raro, como na maioria das vezes ilegal.

Hoje em dia, dependendo da natureza do pedido e do grau de relacionamento entre o pedinte e o viajante, a encomenda pode variar entre:
1) um mau costume;
2) uma total falta de educação.

Na hora de pedir — e de aceitar — uma encomenda, ninguém se dá conta do transtorno que vai ser, em algum momento da viagem, parar para pensar na encomenda, andar para comprar a encomenda, achar a encomenda, conferir as especificações da encomenda, pagar a encomenda, empacotar a encomenda, fazer a encomenda caber na mala, carregar a encomenda, passar pela alfândega com a encomenda.

A última vez que eu fiz uma encomenda, foi para uma (ex) funcionária minha que tinha acabado de pedir demissão e ia passar uma semana em Paris. Como você vê, ela merecia.

As encomendas enganam.

As que parecem fáceis demais sempre têm dois ou três modelos para você escolher (e ninguém te falou isso antes). Com as super-especificadinhas, é batata: a linha foi renovada, mudaram os nomes e as embalagens, e esqueceram de avisar a pessoa que te fez a encomenda. Outras encomendas até que fazem sentido no calor do momento, mas acabam ininteligíveis na hora que você retoma o assunto e vai comprar: o que era aquilo mesmo que ela falou?

Resista. Mude de assunto. Tenha uma vontade súbita de ir ao banheiro, e suma. Se for para perder o amigo, melhor que seja agora do que na volta (depois do trabalhão que a encomenda vai ter dado). Se você quiser lançar mão de desculpas e subterfúgios educados, aqui vão alguns.

• Alegue o bendito limite de US$ 500. Diga que você não sabe como vai conseguir passar com as suas  compras, e que com isso não pode comprar mais nem um tubinho de Crest. (A mesma coisa vale para presentes. Não existe nada mais prazeroso do que presentear — mas se começar a virar um stress, ponha a culpa no tal do limite e compre chocolatinho Lindt no free-shop da volta para quem você ama.)

• Peça o endereço da loja. Endereço completo, por favor. Se for necessário, seja acometido por uma amnésia rápida: Broadway? Como assim, Broadway? Ou mude-se mentalmente para o outro lado da cidade e prometa que, se passar por lá, vai tentar, quem sabe se tudo correr bem, achar.

• Peça por escrito. “Você me passa depois tudo direitinho por escrito?”. E não esqueça de desligar o fax.

• Se o pedinte for seu superior hierárquico ou parente mais velho: minta. Minta deslavadamente. Fale que você procurou feito um doido mas não achou. Descreva todas as coisas que você supostamente deixou de fazer só para procurar a encomenda. Misture as letras da marca encomendada, e diga que ninguém nuuunca ouviu falar desta marca lá onde você foi.

• Se você aceitar a encomenda e depois se arrepender: não traga nada. Compre mais um exemplar deste elucidativo compêndio e dê de presente — com um post-it amarelinho colado na página inicial deste capítulo. Imprima este post e deixe como não quer nada num lugar onde o encomendante possa ler.

Piores encomendas da história -- já pra caixa de comentários!

173 comentários

Clara
ClaraPermalinkResponder

Ah, esse post está ótimo e como rende!

Bem, eu não costumo pedir nada para ninguém, exceto... para minha irmã que mora nos Estados Unidos. E mesmo assim, passei anos sem pedir. No entanto, há poucos anos atrás, estava precisando de laptop e pedi para ela um, em dois anos consecutivos. O preço do meu laptop, por exemplo seria 3 ou 4 vezes maior aqui(e já não era barato lá), e eu realmente precisava.

Minha irmã foi uma santa, mas uma santa bem "cool". Disse que só traria se comprasse pela internet, que eu teria de pesquisar tudo, o modelo, as especificações: em resumo, a única coisa que ela faria seria comprar pela internet(com o link enviado) e trazer. E se desse qualquer problema, mas qualquer problema mesmo, tipo alfândega ou defeito ou outros, o problema era meu. Ou seja, eu teria que reembolsar o que ela gastou no cartão "no matter what". Achei justíssimo e corri o risco e deu tudo certo nas duas vezes, felizmente. Mas é o tipo de coisa que eu só pediria mesmo a uma irmã.

Já numa das viagens que fizemos mais recentemente, uma amiga pediu uma vitamina específica para o pai, mas que seria "facílimo" de encontrar nos EUA. Pois bem, depois de ficar preocupada e ir a 5 ou 6 drugstores, ainda escrevi um email perguntando sobre o produto e dizendo que tinha encontrado um outro, aparentemente com a mesma substância. Ela não foi muito perspicaz, para dizer o mínimo. Resultado: me tomou tempo, preocupação, e não encontrei. Quando cheguei no Rio ela disse que foi "burrice" dela mesmo, e só me restou o silêncio, a maneira mais educada de concordar.

Rogerio Couto
Rogerio CoutoPermalinkResponder

Oi pessoal, já tive que procurar perfumes que não eram mais fabricados, remédios cujos nomes e as dosagens eram diferentes do Brasil, entre outros. Já me pediram inclusive para trazer um Playstation 3 dentro da caixa, que, claro, tive que trazer na mão, pois só a caixa era do tamanho da minha mala. Por falar em "malas", os piores são aqueles que pedem para você pagar no seu cartão de crédito, que depois eles acertam contigo quando voltar. Além de não conhecer o limite do seu cartão, só pagam a dívida dois meses depois que você voltou de viagem. Por isso, hoje só trago encomendas para familiares e amigos muito íntimos e apenas se as lojas estiverem no meu caminho. Abraço.

Luciana Bordallo Misura

Eu já levei muuuuita coisa, mas somente para parentes próximos e amigos muuuuuito amigos mesmo. Não me incomodo, principalmente quando eu sei que é uma coisa que realmente faz diferença e que a pessoa vai usar muito. Minha mãe que é boba e aceita encomenda até de amiga da esposa do sobrinho...

O que eu faço é pedir pra pessoa comprar online e mandar pra minha casa ou hotel e eu levo. Quando isso não é possível, tem que me mandar o link do que ela quer, nem que eu não compre naquele site, pelo menos com o link em mãos eu tenho como ver o nome correto, tamanho, embalagem, cor, e principalmente sei que a pessoa está também vendo o valor do produto. Muita gente pede coisas "de memória" e pode dar informação errada, o valor pode ter mudado, então um link normalmente garante que os dois lados estão vendo a mesma coisa.

Mas a maior encomenda que eu levei não foi uma encomenda, foi um presente que eu dei pro meu irmão, no Natal passado. Um jogo de cama super bonito incluindo o edredon tamanho queen. Só o edredon + colchas e lençóis ocupavam mais da metade da minha mala. Mas tudo bem, foi pro meu irmão smile

Alguém estava me contando uma história de um amigo que viajou e uma pessoa comprou e mandou entregar no hotel uma televisão de 50'' pra ele trazer. Sem noção é pouco!!!!

Dih
DihPermalinkResponder

FRONZEN BAGELS (http://www.harlanbakeries.com/IMAGES/nybagels.gif). acho que foi o mais bizarro que eu OBVIAMENTE nao levei pro brasil no meu retorno.

ja recusei laptop cameras e uma televisao de 42" tela plana que me pediram e falaram que iam pagar quando eu chegasse no brasil...

um amigo meu levou do brasil pro exterior carne congelada num isopor pra alemanha uma vez... na epoca que carne era absurdo de caro (ao menos pros brasileiros hehe) no exterior...

minha irma teve que levar um conjunto de microfone com 3 microfones num case gigante desses sem fio uma vez porque um amigo dela ligou pra sogra dela pedindo e a sogra comprou e sobrou pra ela e pro marido levar isso pro brasil

eu tambem echi uma mala com cremes da victoria secret (afinal se comprasse 6 seria mais barato) isso uns 2 anos atras e a conta deu digamos R$62.47 e era pra irma de uma amiga e ela deixou o dinheiro com o porteiro do meu predio CONTADO nem pra deixar R$63 pra interiar e nem muito obrigado. depois disso nunca mais levei nada pra ninguem....

o pior mesmo é o te pago quando voce chegar... sempre da problema isso...
aqui nos EUA vc paga taxa depois do preço o pessoal confere o preço na internet e nunca inclue a taxa...

Maryanne hotelcaliforniablog.wordpress.com

Morando fora eu juro toda vez que nunca mais vou levar nada pra ninguem ( somente da fmilia),e toda vez que eu chego, pareço uma muambeira. Nao tem jeito, enqto os impostos de importaçao nao baixarem no Brasil, nao consigo dizer nao.

Sandrissima
SandrissimaPermalinkResponder

Fora do Brasil, se a criatura tem a cara de pau de me pedir encomendas, eu tenho a cara dura de negar... Minha família próxima é pequena e temos o hábito de presentarmo-nos ao retornar - espontaneamente.
Mas minha chefinha atual tem a mania de me pedir coisas exóticas nas viagens a trabalho, aqui mesmo, para o interior da Bahia. Um exemplo: "traga um quarto de bode prá mim, meu marido a-do-ra!" Eu proibo o motorista de me lembrar da coisa e faço cara de paisagem quando passamos por lugares onde esse tipo de artigo é vendida. É muuuito forte, né?

Sandrissima
SandrissimaPermalinkResponder

AH, esqueci! Levei Cocada Baianinha e farinha de mandioca pra família francesa da filha de JC... Fiquei morta de medo de pensarem que o pó era outro!!! Foi a única concessão.

Renata
RenataPermalinkResponder

Alguém aí em cima disse que pedido de mãe não se nega... mas a minha me fez andar Londres inteira, de lojinha em lojinha, atrás de um tal de carrocel com pedrinhas.. eu simplesmente não achei!! E ela ficou arrasada, acho que ela pensa que eu não procurei... Meu pai também não fica atrás! Na primeira vez em que eu estive na Europa, vi umas barracas de camping que pareciam uma nave espacial e que não tinham aqui no Brasil! Pois ele viu nas minhas fotos e me fez procurar como uma louca, na segunda vez em que voltei lá, sem contar os molinetes de pescaria! Simplesmente não existia para comprar e eu perdi um tempão procurando. E o pior é que ele também não acreditou muito que eu procurei...

Maria Célia
Maria CéliaPermalinkResponder

Putz, já levei uma mala fechada (tá bom, eu sei que não pode!) para o meu primo que mora nos EUA. Não deu muito trabalho porque eu tava levando pouquíssima coisa, deu pra despachar a mala, então tudo bem. O detalhe é que a gente preenche aqueles formulários dizendo que não tem nenhum produto de origem animal, vegetal, extraterrestre etc nas malas e que toda a bagagem foi a gente que arrumou, né? Pois é... chegando lá, descobri que tinha fruta do conde e pão de queijo na bendita mala! Graças a Deus não fui parada pela alfândega! O pior é que como eu não sabia de nada disso, deixei pra entregar a mala no último dia da viagem e ambos tinham estragado! kkkkkkk

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Bem feito para eles Marília que não te avisaram he he

henrique
henriquePermalinkResponder

já trouxe videogame (nunca mais: pesado, grande, incômodo) que tive que sair pra comprar (argh!) e berço de bebê (chegou direto no hotel, numa caixa grande, mas transportável).
na maioria das vezes, amigos pedem coisas via amazon e lojas online, mandam entregar no hotel e eu cobro depois os 5,8 ou 10 dolares que o hotel pede pelo armazenamento e entrega no quarto. sempre digo que tem que caber na mala e, se der problema, eles pagam o imposto depois.
vale lembrar que uma encomenda pode virar um belo berimbau de viagem, né? (no meu caso, o videogame)

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Felizmente, nunca me fazem encomendas. No máximo, alguém da família pede coisas do freeshop, que eu até gosto de comprar.

Mas, na minha última passagem por Buenos Aires, eu mesmo sugeri trazer uma encomenda meio inusitada pra minha irmã: o vestido de noiva dela! Quando fui viajar, ela estava procurando por aqui e não encontrava de jeito nenhum. Aí, caminhando por Palermo, vi O VESTIDO, que eu sabia que ela ia adorar. Mandei 2 fotos pelo celular(!), e ela aprovou a compra na hora. Depois, fiquei morrendo de medo de ela não gostar quando visse ao vivo, mas ficou lindo! Ufa!!

Thiago Parente

Aqui estou eu, em plena sala vip do JFK, esperando calmanete o meu embarque, brincando no msn, e um amigo pede um perfume do free shop. Paciência! Brincaideras a parte, o negócio é dizer não.

CarlaZ
CarlaZPermalinkResponder

Eu não caio nessa...a melhor coisa é ter fama de antipática que não traz enomendas...pronto! Ninguém me pede!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Carlinha, deixa eu te pedir uma listinha? Rrsrsrsrs

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Pô, Carlinha, o meu Victoria Secret Strawberry & Champagne está no último frasco rsrsrs

Isaac BLAU Oliveira

Perfeito! viajo todo ano e não adianta, não trago encomenda, nem perco meu tempo em ouvir. cVc. esta´certa.

Lila
LilaPermalinkResponder

A pior que eu recebi foi do meu chefe, quando estive nos arredores de San Francisco. Ele queria um acessório pro carro dele (um Mercedes-Benz) e me pediu pra trazer, porque aqui no Brasil era caro demais. Enfim, não tive como negar. Mas o problema foi localizar uma concessionária Mercedes nos arredores da cidade em que me hospedei. As poucas que achei ficavam bem distantes... acho que de táxi eu ia gastar o mesmo valor da encomenda dele (não era nada barato). Acabei telefonando pra que era mais próxima e eles não tinham o tal acessório que ele pediu. Pronto, mandei e-mail pra ele avisando que estava em falta em todas da região. Acho que ele até desconfiou, mas enfim, eu tentei.
Meu cunhado também é campeão de encomendas. Fomos pra Europa e gastamos um bom tempo (e $$$) fotografando relógios pelo celular e enviando pra ele escolher, porque o modelo que ele queria simplesmente não existia.
Agora vou viajar com meu marido pra NY e o cunhado já quer tomar conta da nossa cota! O bom é que eu já tinha feito os planos do que nós vamos trazer e meu marido já avisou a ele: se quiser, vai ter que pagar o imposto.

Eveliny Bastos-Klein

Como eu moro em Miami, todo mundo pensa que eu sou personal shopper. A semana passada minha mãe pediu um carrinho de bebê para sua sobrinha. Eu não tenho filhos, não sei nada de bebês mas de qualquer maneira comprei o monstro em uma caixa enorme. E ela não gostou!!!
O meu primo, que eu amo muito, mas que nunca me manda um email, muito menos me telefona o ano inteiro, aparece uma vez por ano quando ele houve falar que estou indo pro brazil. O email sempre vem 2 dias antes da viagem e ele sempre me pede um equipamento eletronico, super especifico. E eu, idiota, sempre compro.

Robi
RobiPermalinkResponder

A mãe de uma das amigas que viajou comigo pela Europa pediu pra que, em Paris, nos comprássemos uma Santa, de no mínimo 50 cm, na igreja que leva o nome da Santa (era assim tipo muuuuito importante pra ela e ela frisou que tinha que ser a que vendia na própria igreja).
Um dia acordamos mais cedo e andamos literalmente kilometros pelas ruas de Paris até chegarmos à bendita igreja e quando entramos lá descobrimos que realmente aquela era a igreja Nossa Senhora de tal (que era a bendita Santa), mas descobrimos que eles não vendiam imagens da Santa naquela igreja. Só numa loja determinada e que ficava do outro lado da cidade.
Resultado: a mãe dela teve que se contentar com medalhinhas da santa (ah, e fotos da igreja tb).
E pelo menos não tivemos que carregar pelo resto da viagem a bendita santa (mas a gente tentou comprar, é o que vale).
smile

Silvia Oliveira - Matraqueando

Um vibrador, o Rabbit que ficou famoso após aparecer no Sexy and the City! Uma amiga, separada após 17 anos de casada! #NYC shock
Desculpe, quem perguntou foi você! mrgreen

Ernesto, o pato

Silvia

porque voce não apresentou um namorado para ela. Dá menos trabalho!

Thiago Parente

Ótimo Ernesto!

Lili-CE
Lili-CEPermalinkResponder

Silvia, vc já imaginou se a alfândega resolve abrir suas malas? E vc explicando que era pra uma amiga :p

Cláudia Holder

Imagina a situação na hora de comprar! smile

Marília Marconi

Estou querendo ganhar uma casinha no céu... grin O máximo que eu faço é não comentar que vou viajar, mas se alguém faz encomenda, não me furto em aceitar! Na verdade, acho que é culpa da minha lua em Virgem...
Claro que já passei por poucas e boas nessa história. Só para ficar nas duas últimas viagens, quando fui para Fortaleza recebi (por sms) a encomenda de uma rede para a casa nova da cunhada. Aí a irmã se lembrou que também estava para se mudar e encomendou outra, o pai resolveu presentear a empregada (que trabalha aqui em casa a 29 anos) com uma terceira rede. Na hora de comprar, me encantei com outras duas e, resultado: voltei pro Rio com CINCO redes!!!! Total de 14kg a mais na bagagem...
Agora a pergunta que não quer calar: que fim levaram as redes? A cunhada e a empregada ainda não instalaram os ganchos, a irmã desistiu de mudar e as redes que trouxe pra mim, lindinhas, ficaram cheias de fuligem de uma queimada aqui perto de casa no mesmo dia em que pendurei! sad
Na última viagem (na qual passei pelo Panamá), meu irmão encomendou um PlayStation 3 e alguns jogos, com a ressalva de que ele tinha que saber o valor para ver se valeria a pena, por conta do imposto (sim, eu declaro!). Parava em váárias lojas de eletrônicos para fazer uma "licitação menor preço", e liguei para falar o preço. Ingenuamente, comentei que os tênis estavam super em conta e, a partir de então, a cada ligação para dizer que estava tudo bem era uma encomenda: um Nike, um Puma...
Enfim, comprei o raio do videogame, que pesava nada menos que oito kilos, ou seja, virou minha mala de mão!!! Eu carregando aquele trambolho pra cima e pra baixo no aeroporto, depois no free shop (ah, e ainda teve overbooking, tive que carregar por mais um dia...).
Mas essa encomenda valeu a pena: o bichinho joga pelo menos três vezes ao dia! Detalhe: a figura tem "só" 28 anos...

Rejane
RejanePermalinkResponder

Os comentários são ótimos.
Já tem uma data que 'não aceito encomendas', a gota d'água foi a compra de uisques no freeshop que a 'dona' TAM fez o favor de quebrar 2 garrafas e tive que ficar no prejuízo pq a pessoa encomendou, mas pagou depois somente o que recebeu... Além de carregar peso ainda ter que pagar pelo uisque derramado, assim não dá.

bernardette amaral

Eu não aceito encomendas, para alguns poucos amigos, abro exceção e posso trazer um ou outro perfume do duty free, mas tem de trazer o dinheiro, em dólar , caso contrario, nao trago. Ja enfrentei algumas "furadas" por aceitar encomendas de pessoas que eu nao podia dizer não. Ia passar apenas tres dias em Paris e fiquei procurando uma echarpe, durante pelo menos um dia, o pior que não achei, comprei outra que foi bem cara e resolvi dar de presente, ainda vi que o meu amigo não gostou e fez cara de desagrado,achando que comprei qualquer coisa, tive de ouvir, voce poderia ter comprado, eu ia pagar. Agora na maior cara dura falo que hoje no Brasil temos de tudo e o melhor ,pode pagar parcelado e encerro o assunto.

Renata
RenataPermalinkResponder

Na última viagem a BsAs, minha mãe me pediu pra eu trazer um poncho (tipo aquelas blusas de lã) e tinha que ser numa cor "neutra". Andei por todas as feirinhas e acabei encontrando, numa ruazinha em San Telmo o tal do poncho, bege. Quando eu entreguei pra ela, foi aquela cara de "não era bem assim que eu queria, este é muito curto". Já faz um tempo e, até hoje, ela nunca usou.
Na empresa que eu trabalho, é só o pessoal saber que qualquer pessoa vai viajar, e todo mundo começa a pedir. Na maioria das vezes, prevalecem as maquiagens (que eu deixo pra comprar no Free Shop, não fico perdendo tempo com a viagem para procurar as encomendas). Uma pessoa do departamento voltou da Nova Zelândia e trouxe um batom, da MAC (comprado no Free Shop), para presentear uma colega do trabalho. Quando ela (a presenteada) soube que eu estava viajando, me entregou o batom que ela havia recebido (veja bem, de presente!!!) pra eu trocar (!!!) a cor, porque não combinava com o tom de pele dela...

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Claudia Matoso

Tênis, modelo tal, marca tal. Só que... número 47. Parece fácil, né? Mas, vai procurar. Vc pensa, americano é alto, vai ser fácil! Que nada. Entrei em todas as lojas de tênis que vi em NY. Só fui achar no penúltimo dia, à noite.Pelo menos era pra irmão então a gente acaba relevando.

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Devem achar que eu tenho cara de 'não aceito encomendas

Ana
AnaPermalinkResponder

Na minha primeira viagem a Paris, tive de trazer, para uma professora para quem não se podia dizer não, um dicionário etimológico de russo em 3 volumes! Depois disso, nunca mais!

Ana
AnaPermalinkResponder

PS - Isso foi na era pré-internet e portanto pré-Amazon, claro!

Emília
EmíliaPermalinkResponder

Ops, foi sem terminar.
...porque ninguém me pede nada. Mas eu sempre ofereço para mãe, irmão e cunhada, mas eles viajam bastante e sabem também o quanto dá de trabalho.
Mesmo sem nenhum história para contar, estou me divertindo um bocado com os 'causos' aqui, rs...alguns são realmente fora de qualquer noção. O caso do Edu (não o Luz) é de chorar.

Paulete
PauletePermalinkResponder

A pior encomenda de todos os tempos foi o COLÍRIO DE CACHORRO para a fifi da amiga da minha mãe...que disse:"É facinho, qualquer farmácia tem"...Rodamos to-das as farmácias e naaaada...Perdi metade da viagem atrás do maldito colírio.

MIGUEL ANGELO GOMES - admviagens

Colirio de cachorro foi o fim do filme sem final feliz.

O segredo é ser sutil; Quando quero recebe alguma benesse eu mostro a meus amigos (aqueles que estão prestes a embarcar para o exterior) minha prateleira cheia de presentes de outros que empacotei para Europa, Estados Unidos, Ásia, (a maioria fui eu quem comprei aqui mesmo no Brasil). É infalível, eles sempre trazem algum presentinho para minha coleção.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Tambem nao tenho historias pra contar... Nao aceito encomenda de ninguem por principio; a nao ser que seja pai, mae, irmaos. Mas eles tambem, quando encomendam, eh sempre algo muito simplesinho, facil, e, entre nos, nao rola absolutamente nenhum stress se nao der pra trazer, claro.
To adorando ler as historias aqui mrgreen

Anderson
AndersonPermalinkResponder

Nao foi pra mim, mas ouvi de uma amiga que teve que procurar MUITO comida dietética para gato. Pode?
Agora minha regra e': so' do duty free, se tiver, se for facil. Se for pra familia BEM proxima, pode ate ser que compre no país de origem, mas se for taxado na alfandega, os impostos serão por conta de quem encomendou, claro.

Anna
AnnaPermalinkResponder

Como pedido de mãe não se nega (até porque ela geralmente vai atrás das minhas maluquices), na minha última ida a Buenos Aires, para um congresso, ela me pediu um porta-óoculos de couro pintado, facílimo de achar em qualquer camelô, no meio da rua e baratinho. Me mostrou o modelo. Ok! Chegando lá, nada de achar o tal modelo (só servia aquele, justamente pelo tamanho, mini!). Entrei em 842 lojas de souvenirs e nada. Via zilhões de souvenirs de couro pintado, porta-isso, porta-aquilo e nada. Me mostravam modelos de porta-óculos diferentes do que ela queria e por causa do tamanho, não serviam. Depois de uma tarde entrando em lojinha, vi um em uma vitrine. É aquele!!! E a vendedora: ah! mas aquele é estojo!!! Comprei meia dúzia de estojos e ela ficou feliz!

Majô
MajôPermalinkResponder

Na verdade, já levei farinha de mandioca para amiga na Alemanha e outras coisitas brasileiras, sendo que era o último país a visitar.
Tive encomenda de sobrinha de perfume francês que custei a achar em Paris, mas caminhar em Paris pra mim é um prazer. E, sei que aqui perfumes importados custam 3 x mais. Mas, usualmente, não me fazem encomendas.
Lembrei da história de um amigo. Encomendaram um video cassete, na época em que aqui custava muito caro. O que aconteceu ? Ele colocou no porta-malas do carro alugado, no estacionamento de shopping em Miami. Arrombaram e levaram todas as compras, incluindo o video, e ele ficou no preju.

rodrigo
rodrigoPermalinkResponder

Ja tive algumas boas estorias:
A esposa do amigo que me perguntou se eu poderia trazer uma encomenda da Victoria Secret, quando eu morava nos EUA, como nao tinha tempo de ir comprar, pedi pra ela comprar pela internet e entregar na minha casa. Chegaram 24 tubos de cremes... Trouxe pro Brasil, com direito a um tubo estourado dentro da mala. Quando fui entregar tinham varias amigas reunidas e ela comecou a revender pras amigas na minha frente....

rodrigo
rodrigoPermalinkResponder

Outra, um amigo me pediu um laptop que custava $700, como eu ja estava trazendo outros eletronicos, eu disse que estouraria o limite, e perguntei se ele queria que eu declarasse, ja que pagaria 50% de imposto, ao inves dos 100% caso fosse pego. Ele me disse que nao queria que eu declarasse, e tb que escondesse na mala, que nao teria problema. Quando perguntei novamente se ele pagaria, caso eu fosse parado na Policia Federal, ele me disse que nao pagaria nada.... que confiava em mim... nesse caso eu definitivamente nao comprei o laptop.

rodrigo
rodrigoPermalinkResponder

e por fim, a estoria de um amigo meu que recebeu uma encomenda da amiga da mae.... Um microfone sem fio para karaoke. Depois de rodar NY atras do tal, quando chegou, e entregou, a amiga da mae disse que nao queria, pq nao tinha gostado do modelo.....

Ale
AlePermalinkResponder

Após muito incomodo por causa de encomendas alheias, não trago nada, não levo, e não peço nunca!
E se algum amigo me pede, não trago, nem procuro, e acabo realmente perdendo contato com a pessoa e procuro amigos novos com um pouco mais de noção.

Denise Mustafa

só trago se for pra minha mãe...

Rogéria
RogériaPermalinkResponder

Pedir, eu só peço para amigos super íntimos e apenas itens de free shop como maquiagem ou perfume.
Quando fui a NY perdi as contas de quantas pessoas me pediram IPhones, IPods e laptops. Já neguei na hora, justificada pela cota de US$ 500. Se aceitasse, seria presa por contrabando, certeza.
Mas não me importo de trazer nada, contanto que a encomenda não seja muito volumosa, pesada ou difícil de encontrar.
Mas as mais difíceis foram para a minha mãe (aliás, não nego nada para meus pais e irmãs): um queijo da Serra da Estrela de Portugal e um narguilé do Marrocos. Rodei Lisboa inteira e nada de encontrar o queijo. Até que, na última noite, a caminho do aeroporto para voltar ao Brasil, vi uma feira de artesanato de onde? Da Serra da Estrela! Problema resolvido.
Quanto ao narguilé, fiquei com pena de não trazer, pois foi a única coisa que ela me pediu de toda a viagem. Como custava muuuuito barato, resolvi trazer um grandão, já que era quase o mesmo preço do pequeno. Sorte que ele desmontava e pude dividir as peças na minha mala e da minha irmã. Afinal, a mãe também é dela!
Mas sigo a regra: para fazer e receber encomendas, é só usar o bom senso.

Bernardo
BernardoPermalinkResponder

Um amigo geralmente pede garrafas do freeshop, ele reserva pela internet e eu pego na volta, sempre pagou no ato do recebimento (indo buscar na minha casa), tem simancol quanto ao volume e concorda com todos os câmbios e taxas da compra, além de saber que o que é meu passa na frente na alfândega e o dele fica para o final, sujeito a imposto da Receita. Por isso tudo nunca me nego a aceitar a encomenda e até avisá-lo quando vou viajar para fazer o seu pedido. Fora ele, só trago para meus pais e olhe lá: depende do que querem, depende do peso e do tamanho, depende se estará no meu roteiro. Geralmente consigo trazer.

Já a minha esposa é o inverso: ela liga para todas as amigas, tias, primas, cunhadas pedindo a lista do que querem. E tome lista. Na nossa última viagem internacional até rolou um stress, perdemos um dia inteiro do roteiro batendo perna procurando as malditas encomendas (e teve coisa que não foi encontrada). E ainda teve outro stress na volta, porque já tínhamos combinado que eu não traria na minha mala absolutamente nada que não fosse nosso - eu carregaria as compras dela na minha mala, mas não carregaria nada comprado para terceiros. Pois bem, nem mesmo eu cedendo ao acordo (após olhares repreensivos de um policial no aeroporto) conseguimos carregar tudo direito.

Mas foi bom, pois ela já disse "encomenda nunca mais: perdi dia de turismo, carreguei trambolho e ainda reclamaram por não ter achado tudo". Já deveria ter aprendido depois que trouxemos 15 quilos de queijo coalho e bolo de rolo de Pernambuco. Acredita que não comi nenhum pedaço? Além dela ter dado de presente todos, nenhum presenteado teve a decência de nos convidar para um café da tarde com as iguarias... e pior: um conjunto de queijo/bolo foi para o pai de um colega de trabalho de um tio dela - ou seja, carreguei dois quilos nas costas para um cabra que nunca vi, nunca me agradeceu e nunca me pagou.

Lili-CE
Lili-CEPermalinkResponder

Tem uma coisa aqui super importante sobre encomendas que ninguém falou: se for algo volumoso, por favor vá esperar no aeroporto, pois dependendo do volume, pode trazer problemas adicionais, como os viajantes precisarem de um carro extra p/ levar tudo... Em outras palavras, não encomende um carrinho de bebê e obrigue a pessoa a pagar um taxi extra só pra levar suas coisas. Óbvio, os horários dos voos nem sempre são favoráveis, mas podendo ir, é mais simpático...

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Eu acabei de pedir 6 sabonetes francesas e sempre peço vinho do Porto para uma amiga que viaja muito, mas é para minha mãe wink E a amigona sempre oferece, claro que peço no freeshop (mas desta vez ela comprou o sabonete no Canadá, olha que linda!) - até um copinho de vidro do FBI que meu nams tinha quebrado e eu tinha dado, ela comprou. Mas uma mão lava a outra. Por ela eu traria até a Caverna do Batman que dominou a minha mala inteira - a 2a que eu tinha levado para roupa da última vez que fui aos EUA. "Não vai te dar trabalho, meu marido vai pedir na Amazon, é levinho, entrega na casa da sua amiga". Minha amiga que mora lá me avisou para levar outra mala grande...o negócio era leve mas enorme - DO TAMANHO DE UMA MALA GRANDE - e fazia a mala tombar... minha amiga há 20 anos - eu disse para ela que só não a matava pelos 20 anos...rsrs

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Para ficar mais claro, as 2 são minhas best friends. Uma traz e a outra jamais me fará cair na lenda "é leve, vou pedir na Amazon" novamente. Mas eu reajo sempre aos pedidos dizendo que estouro a cota com bebida e perfume para ganhar milhas, que corro muito nas viagens e que só compro se tiver que entrar numa loja e for fácil.

Mirella
MirellaPermalinkResponder

AMEI o post e assino embaixo...
Eu ainda que moro no Canada sempre sou assombrada pelas tais encomendas. Já levei até mapa, acredita? Imagina ficar passeando no aeroporto e arranjar lugar no bagageiro para colocar um tubo de 1 metro e meio... no comments.
POis é... mas agora "no mas". Invento todas e qualquer desculpa... e se a pessoa não se toca digo que vou cobrar 10% alem do preço pelo trabalho ehehehe, o povo desisti na hora e faz cara feia (nem ligo!).
Esse negocio de encomenda é um saco, vejo a coitada da minha mãe quando vem a passeio, ficar feito doida atras de encomendas, perfume pra um, computador pro outro, camera pro vizinho e assim vai.... mas ela ainda é boazinha e aceita.
Claro que as vezes abro uma brechinha... mas via de regra, encomendas se restringe a somente meus irmãos e olha lá! Se pediu de ultima hora, eu não levo

Mirella
MirellaPermalinkResponder

Ah... a encomena que mais me deu raiva foi uma caixa de red label que me pediram para comprar do free shopping... E o pior, a cunhada pediu para uma cliente dela que iria casar (que eu NUNCA tinha visto na vida).
Acabei comprando, levando aquele peso, enfrentando fila no free shopping (eu odeio free shopping). E depois o ser humano nem para me ligar agradecendo... fiquei INDIGNADA!
Fala serio.

Patrícia Salgado

Na minha última viagem à Europa, de carro, o tio do meu ex-marido (que era dono da agência de viagens) mandou por nós um relógio para consertar em Genebra. Detalhe: a Suiça não fazia parte do nosso roteiro. Tiivemos que fazer um desvio de rota, entrar na Suiça (pagando um baita imposto para isso), entrar na cidade, estacionar o carro num supermercado, levar o relógio na tal joalheria e...sair da Suiça, retomando nosso roteiro original. O relógio ficou e acho que está lá até hoje. Eu, pelo menos, a não ser que algum outro desavisado como eu tenha sido incumbido da tarefa.

Cláudia Holder

Eu nunca tive problema com encomendas, não. Basicamente só amigos próximos ou pessoas da família me pedem alguma coisa. Eu não faço questão de trazer, desde que: a) não seja ilegal (queijo, por exemplo); b) eu não tenha que procurar nem desviar meu roteiro; c) não seja complicado para carregar; d) Não faça a soma das compras passar de 500 dólares; e) Não seja para uma pessoa com quem mal tenho contato ou nem conheço (aquela coisa do amigo do amigo do amigo). Também não tenho o mínimo constrangimento em dizer "não" quando o pedido se enquadra em uma dessas situações.

Gustavo
GustavoPermalinkResponder

Eu estava indo rodar alguns países da Europa e, por último, iria passar por Granada. A minha amiga de Granada me pediu um par de havaianas do Brasil e uma lista de produtos da maior rede de farmácias de Londres. Tudo bem, saí do Brasil com a havaiana no mochilão e chegando em Londres comprei os produtos. Depois disso, rodei vários países com aquele peso e no fim das contas não deu tempo para passar em Granada. Resultado: voltamos para o Brasil com uma série de produtos inúteis e a havaiana que mais viajou o mundo sem nunca ter encostado no chão.
É mole?

Anna Carolina
Anna CarolinaPermalinkResponder

Bom, encomenda é que nem dica de viagem , todo mundo tem uma. A mais absurda encomenda que aceitei foi um... kimono... de taekwondo!!
Trabalho em um banco e um dos guardas, amigo meu, é professor desta luta. E encomendou de Barcelona o tal... Barcelona era a segunda parada, de uma viagem de 7...
Quando ele pediu, imaginei, ah.. uma blusa e uma calça a mais não vai fazer diferença... meu, aquilo era um trambolho na mochila. Mas trouxe. Um ano depois roubaram o carro dele e levaram o tal kimono... agora ele vive me pedindo... volta pra Espanha!
Rendeu boas risadas!!!

LuI
LuIPermalinkResponder

Queijo de coalho!!!
Minha filha foi estudar na Espanha e conheceu através da internet um casal da cidade onde ela iria morar, para saber das dicas sobre o local.
Foram muito atenciosos e ela perguntou se gostariam de alguma coisa aqui do Brasil.
Quem mandou perguntar, responderam na hora que queriam queijo de coalho!!!
O problema é que antes de chegar naquele local, ela iria fazer um pequeno tour pela Europa smile

Cláudia Holder

Eu tenho uma engraçada de queijo coalho. Um casal de amigos meus daqui de Recife foi morar em São Paulo. Eu fui visitá-los perto do São João e a mãe da minha amiga me pediu pra levar umas comidinhas juninas pra eles. Veio uma bolsa de viagem cheia de pamonha, canjica, bolo de mandioca e pé de moleque (que aqui em Pernambuco é um tipo de bolo). Sem problemas. Para esses amigos eu levaria uma feira inteira. A questão é que eu não queria despachar a bolsa pra não amassar as pamonhas, mas já estava levando uma mochila na mão. Aí fui falar com uma atendente da Gol pra saber se eu poderia embarcar com as duas bagagens. Ela perguntou que tipo de comida havia ali dentro. Eu respondi. Aí ela perguntou: "tem queijo coalho?". Eu disse que não (era verdade), e ela respondeu: "tudo bem, se não tem queijo coalho, pode embarcar". Fiquei intrigada com a história, e depois alguém me explicou. É que algumas pessoas que "exportam" queijo coalho não embrulham direito o produto e o queijo começa a soltar água durante o voo. Dá pra imaginar a sujeira no bagageiro...

Lanny
LannyPermalinkResponder

Minha chefe me pediu uma tinta de cabelo ("super facil de achar"), procurei por tudo quanto eh loja a tal tinta... o azar eh que achei numa embalagem quase igual um creme de tratamento (super me enrolei com frances). Mandei um email pra ela dizendo que tinha achado a tinta! Haha!! Levei o creme e quando cheguei no Brasil, o pote tinha aberto na mala... foi creme pra todo lado!
Outra amiga me pediu um quebra cabeças de arte! Ja viu o tamanho das caixas??? Ganhou um de 20 peças e olhe lá! Ah!! Quatro meses depois o presente ainda esta aqui em casa esperando a moça vir pegar. Caray!

Elaine Rego
Elaine RegoPermalinkResponder

Eu adoro quebra cabeça e faço assim: rasgo o tampo da caixa (vai pro fundo da mala) e o saco se for muito grande é dividido em Ziploc. Eu monto e depois enquadro....fica chique e barato, na europa então...e aki na Familia virou tipo encontro de fim de semana de chuva: fazemos lanche, o grupo ser revesa pra achar as peças e ficamos juntos!!! Achei super legal...e cada um que é montado vai pra casa de um da familia e vira historia pra contar pra vida toda.

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