O que eu tenho na cabeça? Uma entrevistinha pra Xpress

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

EuzitoMomento Tommy (você sabe: Tommy, o primo da Tássia Achando): a agência de relações públicas Xpress me convidou para inaugurar a seção de entrevistas do seu site, o XComunicação.

Fiquei todo prosa. Em todos os sentidos: soltei o verbo, e respondi às perguntas do Rodrigo Dionisio e da equipe da agência com uma sinceridade quase desconcertante shock

O pior é que não tem nenhuma boutade, não (ao menos não intencional).

Querendo saber o que eu penso sobre o turismo no Brasil e a influência da mídia na decisão de viagem do turista brasileiro, dá uma chegadinha lá.

55 comentários

Vagner
VagnerPermalinkResponder

Parabéns, Ricardo. Suas visões demonstram que vc realmente ENXERGA o turismo em todas as suas nuances.

Será que dá pra sonhar com vc no Ministério do Turismo um dia? Ora, se um grande economista é cogitado para o Ministério da Fazenda, porque um grande conhecedor do turismo não pode ser cogitado para o Ministério do assunto que ele conhece?

Em tempo: o site da ANTT dá diversas rotas de ônibus intermunicipais.

Ricardo Freire

Vira essa boca pra lá mrgreen

Obrigado pela informação da ANTT, vou entrar.

Tony
TonyPermalinkResponder

Ricardo, tenho leitor do blog que já se suicidou depois de tentar usar o site da ANTT wink Aliás, esse site é um ótimo exemplo de quanto as coisas precisam mudar em termos de como se trabalha a informação para o turista. Bela entrevista.

Vagner
VagnerPermalinkResponder

Eu disse que as informações estavam lá (e de fato, tem informação sobre quais empresas fazem o trajeto, horários, preço da passagem, etc.) não que o site era uma maravilha, ehehe.

Silvia Oliveira | Matraqueando

Eu gosto bastante do site Linhas Rodoviárias http://www.linhasrodoviarias.com.br

Ele pesquisa diversas rotas/empresas saindo de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza para todos os estados brasileiros. Dá o valor da passagem (no executivo, no convencional, no leito e semi-leito), frequência e horários da linha, nome e site da empresa que opera o trajeto, tempo de viagem, distância em km e quantidade de paradas. Há um link - "Terminais Rodoviários" -com o contato das principais rodoviárias do Brasil. Pode não ser completíssimo, mas é bem ajeitadinho!

Ricardo Freire

É muito pouco, Sílvia. As linhas de longa distância são as que têm menos importância para o turista. O que a gente precisa saber é -- como vou de Vitória pra Porto Seguro? E de Porto Seguro pra Ilhéus? E de Natal pra Galinhos? E de Lençóis pra Brasília? E de Campo Grande pra Bonito?

Tudo isso precisa estar num site com versão em inglês e espanhol e compra online.

Silvia Oliveira - Matraqueando

Você acabou de me dar uma ideia de empreendimento! grin

Rosa
RosaPermalinkResponder

Pelo menos um consultor você poderia ser. O melhor de todos!

Arthur | Agora Vai

"Um dos objetivos enrustidos (ninguém admite) de uma viagem é aumentar a sua aprovação social; fazer uma viagem que vai transformar você num irresponsável junto ao seu círculo é um problema. Viajar ainda é um bicho de sete cabeças para boa parte da humanidade, e o mundo é visto como um lugar muito perigoso."

De fato, a mídia nos apavora todo dia (especialmente pais de filhos únicos, que ficam apavorados ao quadrado), e eu mesmo fico com medo. Eu não iria para Machu Picchu na época da enchente, por um fator simples: a destruição da infra. E nem ao Chile logo depois do terremoto, mas agora iria. Ano passado fui à Colômbia no auge da gripe suína, tudo bem, não havia casos por lá, mas encarei e fui com máscara no avião. Mas não iria ao México naquela época.

Quanto à questão da aprovação social e do bicho de sete cabeças que é viajar, eu mesmo vou hoje em dia para lugares que eu nem pensaria há alguns anos. E amigos com mestrado, coisa e tal, têm uma profunda ignorância sobre o mundo. Mas não me espanto, porque já fui assim e ainda tenho barreiras a vencer (acho que não iria me dar bem na Índia / Nepal, p.ex. Pode ser que amanhã eu mude de idéia). Apesar de todo o excesso de informação - ou talvez por isso mesmo - creio que as pessoas ainda sabem muito pouco sobre os lugares fora dos bairros que costumam frequentar (!), que dirá sobre outros países. Só ficam no estereótipo, o qual, reconheço, só sai da nossa cabeça com fórceps - ou com uma repentina iluminação...

Na verdade, eu tenho uma teoria: acho que em geral o brasileiro só viaja em três situações: no carnaval, para beber, pular e pegar alguém; na lua-de-mel, que é obrigatório; e nos feriadões com a família (também obrigatório), e, portanto, vão para os lugares clássicos - vide os engarrafamentos e hotéis lotados a um preço absurdo nessas efemérides. O turista que gosta mesmo de viajar, de conhecer outros lugares e culturas, é uma minoria. Não sei se esse comportamento é igual em outros povos.

Quanto ao mundo ser um lugar muito perigoso, de fato o é - mas e aqui? O cara pode viajar para o Iraque (Alá me livre), voltar inteiro e tomar um tiro na Linha Vermelha...

De resto, parabéns pela entrevista.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Ja falei no twitter, repito aqui: adorei. Nao imagino respostas mais apropriadas, certeiras e elucidativas, juro.

Marcie
MarciePermalinkResponder

Ótima entrevista, devidamente arquivada. Ah..vc não sabia que eu arquivo todas suas entrevistas? Pois sim....no dia que você ganhar um prêmio super-importante, vou levá-las, todinhas, pra você assinar.... lol lol

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Respondendo a tua pergunta ( o que é que eu tenho na cabeça) :
Lucidez :!:

Rodrigo Barneche

Show Riq! É por causa disso que tu tens na cabeça que essa galera toda te segue wink Do jeito que tu escreve parece tudo muito óbvio, mas só com essa bagagem toda que se pode ter essa visão. Aprendemos muito contigo, cada dia mais.

Vera Lúcia
Vera LúciaPermalinkResponder

Eloqüência,inteligência e serenidade.

Ana Claudia
Ana ClaudiaPermalinkResponder

Riq, tenho tanto orgulho de você!!!
Parabéns.

Cristiana
CristianaPermalinkResponder

Riq,

Dou meu braço a torcer e confesso minha ignorância. Sempre fui daquela que preguei a reciprocidade em relação a exigência de visto brasileiro prá americano entrar no país. Nada contra o Tio Sam, mas depois do que normalmente passamos para obter o visto deles, considerava a conduta correta.
Mas, olhando a situação da sua perspectiva, é fato: só quem perde com isso somos nós.
Obrigada por mais essa.

A entrevista está ótima.

Érica França

Parabéns!!! Pode se achar! Nós também te achamos, rs. Beijos.

Ermesto, o pato

Congratulations...

Maria Lina
Maria LinaPermalinkResponder

Ricardo
Gostei. Lúcido.
Abraços

Roberta Ristori

Também adorei! Riq, gostei sobretudo da parte que comenta sobre o turismo sexual, é uma grande verdade.

Fabio NG
Fabio NGPermalinkResponder

Muito legal conhecer seus conceitos e pontos de vista sob uma perspectiva mais ampla, onde as informações pontuais, post após post (ops!), vão preenchendo os espaços de forma coerente.

Parabéns pelo registro! wink

Léo Luz
Léo LuzPermalinkResponder

Legal, Riq.
Visão que precisa ser difundida.

wink

Andre Lot
Andre LotPermalinkResponder

Riq, sua entrevista ficou muito boa. Sobre esse aspecto da "aprovação social" de viagens, só tenho a concordar!

Eu sempre fui meio intrigado com a questão "o que leva as pessoas a viajarem". É fácil entender a motivação de um grupo de adolescentes formandos que quer ir para Porto Seguro para uma semana de baladas dia e noite, mas saindo das motivações óbvias já vi muitas situações que me deixam perplexo.

Por exemplo, em lugares muito famosos e muvucados o que mais se vê, em geral, são pessoas derrubadas pelo cansaço, mal humoradas ou visivelmente estressadas com seus companheiros de viagem, cônjuges, filhos. Outra situação comum é ver pessoas tentando se auto-afirmar com o estereótipo pré-concebido do lugar - tentando achar o caráter ranzinza de garçons italianos mesmo quando o serviço é impecavelmente profissional e polido. Como eu fiz boa parte das viagens internacionais sozinho, acabei tendo tempo de fazer essas observações.

Ainda assim, o que mais me intrigou nas andanças que já fiz por aí foram conhecidos ou amigos com quem conversei antes ou depois de viajaram. Não sei se o fenômeno é restrito ao meu círculo social, mas nele há muita gente que viaja para os outros, que não tem problemas com city-tours maratonas - desde que dê tempo de aparecer nas fotos ao lado dos locais famosos -. E nem se trata de gente exibida ou com comportamento novo-rico, mas sim de pessoas que se realizam estando presente em um lugar muito mais do que curtindo o mesmo.

Viajando com algumas dessas companhias, já pude perceber como a necessidade de ver um outro monumento "onde todo mundo vai" impede de curtir o momento em um outro pequeno mas interessantíssimo museu onde estamos no momento. Em outras situações, o que atrapalha é uma busca incessante pelo "típico" ou pela realização de expectativas excessivas em relação aos locais.

Não tenho pretensões de ser arauto de nada, todavia acredito firmemente que minha vida de viajante/turista sempre foi um pouco mais divertida e interessante porque eu viajo para mim. Desde que tinha 15 anos e ia de ônibus, sozinho, visitar amigos a 2 mil quilômetros de distância por rotas alternativas eu sempre viajei como que para mim. Claro, fotos e histórias são legais, mas no fim das contas (literalmente), sou em quem está nos lugares, quem está passando por A ou B, quem está vivendo o momento enquanto viajo. Se ficar preocupado em me deslumbrar artificialmente só porque o lugar é famoso, ou em achar o "graal" das coisas típicas do destino, ou em tirar fotos auto-congratulatórias no estilo "estive aqui" para colocar no Orkut e Facebook, ou começar a pensar na próxima atração no momento em que eu cheguei em uma outra eu perco as sensações mais interessantes das viagens.

Acho que tem muita gente encarando destinos turísticos como uma corrida às 8 montanhas do Himalaia, com objetivo de colocar o pé em uma certa lista de lugares famosos e partir para a próxima. Ao invés da altitude, os obstáculos a serem vencidos são o ar pesado deixado pelas multidões e as filas.

Zé
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Gostei muito da entrevista, Riq! mrgreen

Fran
FranPermalinkResponder

Adorei Riq, espetacular como sempre.

Karina
KarinaPermalinkResponder

Deixei o comentário lá na Xpress e repito:

Essa “aula” deveria ser vista por todos os estudantes, profissionais e clientes (empresas) de comunicação e turismo – uma visão panorâmica e ao mesmo tempo tão detalhada, uma foto nítida do turismo no Brasil e feito pelos brasileiros, Ricardo Freire dá o caminho das pedras aos que precisam e aos que acham que não precisam de orientação. Isso também só foi possível graças às perguntas precisas. Parabéns!

Só acrescento aqui que acho compreensível que os brasileiro médio tenha esse comportamento, tem tão pouco tempo que ele pode viajar...e será que se comparássemos com os americanos, por exemplo, seria muito diferente?

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Que beleza! Parabéns!

Mary
MaryPermalinkResponder

Lúcido e direto, sem deixar de ser elegante.
Parabéns!

josé alves
josé alvesPermalinkResponder

parabéns pela entrevista,vc é mesmo nossa LANTERNA DE DIÓGENES, NOS DÁ A DIREÇÃO E NÃO O CAMINHO, DEIXEI ISSO ESCRITO LÁ.Aproveitando a deixa, minhas viagens são sempre planejadas aqui,assim foi minha lua de mel, minha viagem ao leste europeu,minhaS escapadas de fim de semana em Buenos Aires, como neste último fui na sexta e voltei segunda de manhã( indo e voltando pelo Aeroparque, muito bom heim !!!!!!),mas preciso de tua ajuda de novo, quero ir para a Tailândia no ano que vem,passar uns 15 dias ,já vi que a dureza é a duração da viagem,mas acho que vou fazer um Pitstop em Paris(AIR FRANCE) para descansar( 2 dias) e depois prosseguir. Na volta de repente em Roma Mais 2 dias,mas não sei nada sobre o clima por lá,é sempre quente? chove? que mês planejo ir? quero ir para as praias de areia branca claro,tem lugar pra ficar na praia do filme do DICAPRIO,MAYA BAY? queria ficar lá uns 3 dias? PODE ME AJUDAR?

Ricardo Freire

Para não pegar chuva na Tailândia, vá entre dezembro e março (novembro e abril também são pouco chuvosos).

A praia do Di Caprio é Koh Phi Phi.

O melhor guia da região é o http://www.travelfish.org .

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

José , Maya Bay não tem hospedagem ( ainda bem , pois as centenas de barcos que chegam por dia já são demais).
Escreva PhiPhi no google ou olhe aqui http://www.phuket.com/island/phiphi.htm

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

É isso aí, guru!
Adorei a entrevista!
Favoritei de tudo quanto é jeito, rsrs.
Achei legal o retrato que fez do seu trabalho aqui no blog. É por isso que esse espaço é democrático e recebe tanta visita.
Parabéns!

Edson
EdsonPermalinkResponder

Pra variar, deu um banho. Quando o cara é bom, o é em toda área que se propõe. Parabéns. Show de visão e profissionalismo.

Natalie
NataliePermalinkResponder

Riq
Sempre correto e pontual. Ótima entrevista. smile

Ana Claudia F.

Muito boa entrevista. Fiquei pensando que ainda estamos aprendendo a fazer essas coisas, simplesmente viajar (seus trips já evoluiram, estão noutro level smile ). Para quem cresceu nos anos 80 e 90, sobrevivendo à inflação e planos econômicos, viajar ao exterior era um acontecimento. Parece mais simples agora, ou você que simplificou um pouco mais essa "experiência"...?

Carmem
CarmemPermalinkResponder

Adorei a entrevista. Ótimas perguntas e respostas ainda melhores.

marcio nel cimatti

Só para variar um pouco, concordo com sua análise dos problemas que o Brasil enfrenta para atrair mais turistas.

Parabéns!! Ficou muito bacana!

Mirlene Brito
Mirlene BritoPermalinkResponder

Ricardo,
Boa Tarde.

Parabéns pelo site! Encontrei aqui dicas incriveis, mas mesmo assim, ainda preciso de ajuda!
Viajarei em Julho para a América. Vou primeiro para San Francisco e descerei de carro pela Highway 1 até Los Angeles. De lá (ainda de carro) seguirei para Las Vegas e depois passarei uma semana em Orlando.
Me ajudem! Quero sugestões!

Obrigada,

Ricardo Freire

Mirlene, a primeira providência é procurar um post adequado para fazer a sua pergunta. Assim a resposta servirá para outras pessoas que vierem pesquisar.

Por aqui entendemos que é melhor devolver o carro na Califórnia, voar a Flagship Flagstaff (se quiser fazer o Grand Canyon) ou a Las Vegas, e voar novamente a Orlando.

Se quiser continuar este assunto, por favor use um post dessas páginas:
https://www.viajenaviagem.com/category/california
https://www.viajenaviagem.com/category/las-vegas

jb
jbPermalinkResponder

Ops, Flagstaff... wink

Ricardo Freire

Corrigido... pano rápido... eekops:

JB
JBPermalinkResponder

Riq,

Muito boa a entrevista, como sempre.

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

Eu disse lá no twitter e repito aqui: excelente entrevista. A parte q mais gostei foi a análise da "reciprocidade" do visto americano - em que só quem termina sofrendo na prática é a econommia de um lado da moeda. Parabéns, Riq! Inspirador.

Anna Francisca

Parabéns. Seu nome é Lucidez.

Neusa
NeusaPermalinkResponder

Puxa que legal Riq!!! Você é aquela pessoa que criou a frase "Não é uma Brastemp".
Já te acompanho a muito tempo (mais de 3 anos), e não sabia disso.
Não sou de escrever, mas uso muito suas dicas. Inclusive neste fim de semana estamos indo para o Rio do Rastro Eco Resort. Culpa da sua nota sobre o "Pousada Week".
Parabéns pela entrevista. Está ótima !

Vyvianni Pedrosa

Muito boa entrevista, parabéns!! Comecei a seguir seu blog há umas duas semanas e estou adorando!!!!

Victor Hugo
Victor HugoPermalinkResponder

Riq
Mandou mto bem na entrevista!! Ao ler sobre as dificuldades de organizar uma viagem independente pelo Brasil pela internet lembrei das dificuldades que tive pra me organizar antes de ir pra São Paulo pra assistir a Formula 1 e como me encontrei facilmente nos sites sobre Buenos Aires.
É como vc diz no seu livro, São Paulo é cara e Buenos Aires é barata.
Parabéns de novo!

Tania
TaniaPermalinkResponder

É preciso ter mto conhecimento daquilo que se faz para conseguir, como vc conseguiu, ser claro, objetivo,propositivo e simples. simples é mto difícil.
Muito bom.Oarabéns

Carla
CarlaPermalinkResponder

Ótima entrevista, Riq! wink

josé alves
josé alvesPermalinkResponder

valeu Ricardo, valeu Silvia pelas dicas, vou começar a planejar agora mesmo
fui

Lea
LeaPermalinkResponder

A respeito dos vistos, vc viu, Riq, notícia no Valor de hoje dizendo que o Brasil abriu negociação para derrubar a necessidade de vistos entre os os dois países (nós e EUA)? Já não era sem tempo...

Eleonora
EleonoraPermalinkResponder

Parabens mais uma vez!!! Momento Tommy merecidissimo!

fla
flaPermalinkResponder

Riq, por falar em 'o que vc tem na cabeça', viu essa do Kassab (http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/prefeitura+de+sp+estuda+demolicao+do+minhocao/n1237611139519.html)? NA HORA pensei em vc!
wink

Eneida2
Eneida2PermalinkResponder

Isso é o que eu chamo de clareza de idéias!

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Comandante, só consegui ler hoje. Dias hard mas contando os dias para a próxima viagem... adorei. Alto nível.
A aprovação social passa tb pelas caras que as pessoas fazem qdo a gente diz que vai viajar de novo. E nosso carro, nossas roupas (que não são de grife) e nossa casa (que precisa de reforma) continuam os mesmos rrsra

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