Teresina: a melhor comida regional, no blog do Thiago

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Paçoca do restaurante São João, Teresina. Foto: Thiago RodriguesO Thiago Parente criou seu blog, o Baião de Dois, para relatar a sua terceira viagem a Nova York (e, pelo jeito, a mais bacana de todas).

Mas assim que chegou de volta à sua Teresina, depois de uma temporada de turismo gastronômico na Big Apple, bateu uma vontade de reencontrar os sabores da terra.

Decidiu então revisitar seu restaurante favorito de cozinha regional, o São João. E fez um post que, a um só tempo, justifica o nome do blog e serve como uma introdução ilustrada à comida do sertão nordestino. Carne de sol, baião-de-dois, macaxeira, paçoca: descubra o segredo de cada um desses pratos, e acompanhe com um néctar que só se encontra no Piauí: a cajuína geladinha.

Leia:

Baião de dois no Baião de Dois, por Thiago Rodrigues

6 comentários

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Riq,
Excelente lembrança!
Thiago,
Parabéns pelo blog!
Abs,

Guilherme
GuilhermePermalinkResponder

Por onde andas, Riq?
Vi uma careca parecida com a sua no telão do estádio do jogo do Brasil X Chile...

Ricardo Freire

Haha, de volta a SP desde domingo pela manhã.

Thiago Parente

Uau! Super me achando na capa do VnV.

Itallo Victor
Itallo VictorPermalinkResponder

Mandou bem Thiago. Lendo o post e vendo as fotos com certeza essa semana vou no São João.

Uma dica sobre o restaurante, preferencialmente visite durante a semana; aos sábados e domingos é lotado e o pedido costuma demorar se não chegar cedo. Mas enquanto isso nada que uma paçoca e cajuína não compense.

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Enriquecendo as dicas de Teresina...

Em abril estive na cidade a trabalho e aproveitei bastante a cidade com as dicas do Thiago. Pedi a ele autorização para reproduzir aqui no post o email que ele me passou na ocasião, repleto de informações estratégicas!

"Minhas sugestões são as seguintes: bem próximo (uns 4 quarteirões do seu hotel) está o Centro de Artesanato. Você pode sair caminhando do hotel em direção à Igreja São Benedito, é uma das principais igrejas da cidade. Dos dois lados tem uma praça conhecida como praça da Liberdade. Seguindo na avenida em frente à igreja, está a sede do governo estadual, o Palácio de Karnak, de inspiração romana e paisagismo de Burle Marx. Continuando você chega à praça Pedro II, uma das principais praças da cidade e onde a sociedade se reunia na década de 60/70. Lá você pode ver o Cine Rex, primeiro cinema da cidade e o Theatro 4 de Setembro. Destaque para um circulo no meio da praça, rodeado de bancos. As moças ficavam caminhando em círculo nesse local e os bons rapazes da cidade ficavam sentados, paquerando. Tente imaginar a cena, muitos casamentos começaram ali. Eu acho muito engraçado, minha mãe confirma que é verdade. No lado oposto da praça está o Centro de artesanato, lá vc verá rendas, bordados, bijuterias e outros produtos locais. Não deixe de provar a cajuína. Sugiro fazer isso na sexta feira logo cedo, pra aproveitar o clima mais ameno. Se bem que hoje as 09hs a temperatura já estava 34 graus. (rs).

Se no hotel lhe falarem de encontro do Rios, é furada. Não tem nada o que se ver lá, além de sujo e feio, nessa época não é possível visualizar a diferença entre as tonalidades dos dois rios.

No quesito restaurantes, sugiro o Cocobambu, franquia do já famoso homônimo em Fortaleza. Para uma comida mais fina, o Favorito Bistrô, onde o renomado chef Naim (ex-Cantaloup-SP) toma conta das caçarolas. Para cozinha regional sugiro o restaurante Longá. Se na quinta a noite você estiver livre, sugiro o Hashi, um restaurante mix de thai, china e japa. O bom mesmo lá é a música. Toda quinta tem um trio chamado Macuco, só os clássicos da MPB em guitarra, baixo e voz. Se quiser algo mais agitado, vale considerar o Boteco, o Spazio e a Super8."

Bom, eu fui na dica do Longá e adorei. Sobre o Centro de Artesanato, lá tem lojinhas bem interessantes, com peças feitas do buriti - madeira, palha e sementes. Outras lojas legais são a que vende peças de cerâmica inspiradas nos desenhos rupestres da Serra da Capivara (dá vontade de levar um aparelho de jantar inteiro) e a Garimpo, que vende jóias em ouro e principalmente prata feitas com a Opala.

Achei interessante - me foi dito na loja e depois fui pesquisar na internet é que a Opala é uma rocha encontrada e extraída somente em duas regiões do planeta - na Australia, principal produtora, e no Piauí, principalmente no município Pedro II. Chique, não? Um excelente e exclusivo presente quando pensarem numa lembrancinha local!

Apesar de não termos tido a oportunidade de nos encontrarmos, o Thiago foi super gente boa e me assessorou via twitter, emails e SMS! Um grande cicerone, mesmo a distância! Obrigada de novo, Thiago!

(Riq, olhaí, basicamente meu post de Teresina...)

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