Conte sua viagem insana e concorra a duas noites no Beach Park

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Insano, Beach Park

Como vocês devem estar lembrados, fui recebido no Beach Park Acqua Resort com um desafio: se eu descesse no brinquedo mais radical do parque, o Insano (41 metros -- 14 andares! -- de queda praticamente livre) eu ganharia duas hospedagens de duas noites com pensão completa e acompanhante para o povo da Bóia.

Insano, Beach Park

Então bolei o seguinte concurso. Você vai lá na caixa de comentários e conta a viagem mais insana que você já fez, ou a maior insanidade que você já cometeu durante uma viagem. (De preferência com final feliz, vai.)

Ao contar a sua viagem insana, fazendo o comentário com um email válido, você estará automaticamente inscrito.

Depois de encerrado o prazo de inscrição, eu vou atribuir um número a cada comentário, seguindo um talonário de senhas comprado na papelaria.

O sorteio será público, com testemunhas, e transmitido pelo Twitter.

Pá-pum:

Valem as viagens insanas contadas entre hoje e a meia-noite de 20 de novembro, um sábado.

O sorteio será feito num happy hour no Rio de Janeiro, na noite do dia 22, uma segunda-feira, em lugar a ser combinado.

O prêmio não inclui passagem aérea nem gastos extras. Consulte as regras do prêmio clicando aqui. Ao participar você sinaliza que concorda com as regras.

E bora relembrar o meu momento insano?

219 comentários

Atenção: os comentários estão encerrados.

Carla Osterne
Carla OsternePermalink

Insano foi o que me aconteceu numa viagem pra Jericoacoara... aquilo sim foi aventura... Saímos de Fortaleza à noite em direção a Jijoca de Jeri, só com a cara e a coragem... sem saber que direção tomar, apenas perguntando. foi minha primeira viagem sem rumo certo. No carro apenas a gasolina necessária pra chegar lá, mas muita vontade de conhecer aquele paraíso. E no meio da estrada tinha um jumento, já eram 20hs... e me deu um medo de que aquele bicho morresse causando um acidente.. paramos o carro, desci, então fui tentar tirar esse animal da estrada... como dizem pro aqui: 'tangendo' ele pro acostamento... e como a estrada nova era muito calma na época, pouco transito, eu me vi por minutos tentando tirar o bicho da estrada... e o jumento estava pronto pra montar. como se alguém tivesse abandonado o bicho.
Até que de repente eu vi uma luz no meio do mato... eu não pensei: - ai meu Deus, é um ET!!
Saí correndo em direção ao mato e aquela luz me seguia, mas não saía do lugar, e tu gritava desesperada tentando entrar no carro, mas meus amigos travaram a porta por dentro e eu só pensava em desparecer de tanto medo...
Não sabía se corria, se entrava debaixo do carro. A estrada sem niguém, tão escura que mal se vía um palmo na frente do nariz.

Entao a luz começou a se mexer e o jumento a relinchar, pensei comigo que seria a ultima vez da minha vida que eu iria ver alguma coisa. E todos os meus amigos olhando pra cena sem fazer nada.. bando de medrosos...
Foi aí que ouvi uma voz vindo do mato:
-Quando eu terminar de cagar, eu vou matar quem quiz roubar meu jumento! Pera aí!
Pronto. Tava explicado, alguem com dor de barriga, o cabra desesperado com diarréia, abandonou o bicho e foi aliviar...
Ai meu Deus, qualquer um faria isso.. mas ninguém teria a minha coragem.
Foi INSANOoooooooo!!!!!!

Você concorre com o número 1747

JB
JBPermalink

Minha viagem insana foi para a Nova Zelandia em 2000.

Motivado pelas inúmeras ofertas de esportes radicais e deslumbrado com as belezas naturais do local, decidi fazer um salto duplo de paraquedas.

A primeira tentativa, em Taupo, não foi bem sucedida por conta das condições climáticas desfavoráveis.

Na segunda, já em Rotorua, o sonho foi realizado. Deu apenas um friozinho na barriga antes de saltar de 9000 pés. Cerca de 30 segundos em queda livre no mais completo silencio e com uma vista espetacular. Inesquecível!

Faria tudo de novo...

Você concorre com o número 1748

Denis Robson de Carvalho

O episódio de viagem mais insano que aconteceu comigo foi durante um cruzeiro, em dezembro passado, na cidade de Buenos Aires. Tínhamos dois dias na capital argentina e minha esposa deixou as compras para fazer na última hora. Após a tarde toda caminhando pela Calle Florida e redondezas, deu a hora de voltarmos para o navio - o porto fica bem perto - mas cadê que conseguíamos um táxi? Era antevéspera de Natal e a cidade estava muito cheia, todos os carrinhos amarelo e preto passavam ocupados. Desesperados, decidimos ir a pé para o porto e no meio do caminho finalmente conseguimos o táxi. Quando chegamos, porém, tivemos que aguardar um dos ônibus do porto para nos levar ao navio - já estávamos 40 minutos atrasados! Não deu outra: o transatlântico já havia zarpado e era só um pontinho branco no horizonte. Ficamos completamente sem chão, mas para nosso alívio havia um funcionário da empresa no porto aguardando por nós e alguns outros retardatários. Eles providenciaram transporte para Montevidéo, a próxima parada do navio, onde embarcamos novamente!

Você concorre com o número 1749

Hellen
HellenPermalink

A última insanidade que fiz foi viajar para o Hopi Hari comemorando os 06 aninhos do meu filho. Quando chegamos lá havia um evento da Wizard. Jovens de todo o Brasil passando o dia no parque. Filas intermináveis para tudo, até mesmo para comprar os tickets para furar filas. Almoçar, lanchar, só mesmo nos sonhos! Conseguimos comer um sanduíche quase às 17 horas. O que salvou foram os lanchinhos que havia levado para ele. Para terminar com chave de ouro, fez um frio inacreditável!!!!

Você concorre com o número 1750

Rebeca
RebecaPermalink

Decidi fazer uma viagem de 20 dias pelo Peru e, por não conhecer o site, sem a ajuda de Ricardo Freire e o Viaje na Viagem. O roteiro foi então estabelecido conforme o gosto, sem nenhuma lógica. Os nossos erros insanos: saímos de Lima, no nível do mar, direto para Puno, 3.800 metros acima do nível do mar (claro que perdemos um dia de viagem trancados no hotel colocando os bofes pra fora, alucinando e não conseguindo acordar); sobrevoamos as linhas de Nazca num teco-teco assustador (foi difícil de acreditar que sobreviveríamos); passeamos de bugre pelo deserto, mas o carrinho perdeu o eixo de direção no meio da "brincadeira" (o que nos rendeu a eterna lembrança do por do sol no deserto, mas o desespero de talvez passar a noite por lá); passeamos pelas reservas de Paracas para conhecer pelicanos e focas, mas morremos de medo do bombardeio das gaivotas sobre nossas cabeças; passamos 4 dias subindo para o Machu Picchu a pé, sem banho, sem cama, sob chuva e frio, subindo e descendo muitas, muitas, muitas, muitas escadas incas, até joelhos, colunas, quadris, tornozelos gritarem de desespero; fomos às loucas boates com free drink de Cuzco, passeando de um lado a outro da plaza de Armas; conhecemos as llamas e seus subprodutos (casaquinhos, luvinhas, cachecóis) e fomos alertados de que até aquele momento tínhamos só comprado coisas falsificadas; comemos o famoso cuye, ratinho assado que vem com unha dentes e tudo, ceviche, ají de gallina, batata com molho de argila e outros quitutes peruanos, até parar no hospital com infecção intestinal e descobrir que remédio lá é 1 sol cada pílula; e, claro, tomamos muito chá de coca! E, apesar desses perrengues todos, foi uma viagem maravilhosa: o lago Titicaca é lindo, assim como o deserto, o Machu Picchu, o oceano Pacífico, e todas as lendas que cercam o misterioso mundo inca nos deixaram fascinados. Mas aprendemos: viagem sem o VnV não dá! Insanidade só com o carimbo do Ricardo Freire! =)

Você concorre com o número 1751

Roberto Domingues
Roberto DominguesPermalink

A viagem insana que vou contar é de muito, muito tempo atrás. Do tempo em que, com 23 anos, eu ainda morava no Leblon com minha mãe e estava tentando descobrir o que fazer da vida. Mas não me esqueço dessa pequena viagem, porque durante toda a vida agradeço a Deus por ter chegado vivo em casa (num reboque, mas vivo, e sem um arranhão).
Naquela época, meus amigos de Niterói misturavam viagem, carro e bebida; uma mistura explosiva que era considerada muito natural e segura. Naquele fim de semana, precisamente em 11 de agosto de 1990, fomos comemorar o aniversário do Carlos no sítio da família do Binho em Silva Jardim. Lá fui eu, sábado de manhã, céu azul, no Voyage mal movido a álcool da família, com os faróis cegos que iluminavam apenas três metros de chão. Mas não tinha problema, eu ia dormir por lá – por causa do farol. Nem passava pela minha cabeça que beber e dirigir podia ser perigoso.
O churrasco era insano: uma quantidade absurda de cerveja para um punhado de carne dura que mal se viu. E no entanto todo mundo estava adorando. À noite alguém lembrou que tinha uma exposição agropecuária num povoado vizinho. Como eu era um dos mais bêbados, também fui um dos mais insanos: entrei no Voyage cegueta e convoquei todo mundo para ir à exposição, batendo com a mão na porta do carro pelo lado de fora.
Não me lembro como cheguei lá. Só lembro que, a certa altura, fui dormir um pouco no carro. Quando o Plínio, que estava de carona comigo, chegou pra dormir também, eu disse: Vambora pro Rio. Ele topou e eu fui. Pra chegar ao Rio a viagem foi mais longa e conturbada do que eu podia imaginar.
Me lembro de alguns flashes. O carro subindo em um canteiro na bifurcação da estrada; o Plínio acordando e dizendo “por aí não!”; e finalmente a batida direta, de frente, em uma árvore, sem frear...
Felizmente (para mim, não para a árvore), ela era fraquinha e voou, batendo no teto do carro, que parou logo adiante. Fiquei sóbrio na hora. Veio a polícia rodoviária, que ajudou a tirar o carro da pista e a chamar o reboque. Eu e o Plínio, que nem estávamos na estrada certa para voltar para o Rio, voltamos no carro do reboque. Entrei em casa na manhã de domingo, morrendo de vergonha, e falei muito sério pra minha mãe que tinha dormido no volante (mas desconfio que ela sabia que eu tinha voltado de uma viagem insana).

Você concorre com o número 1752

DELMA GOMES MESSIAS
DELMA GOMES MESSIASPermalink

Minha viagem insana foi também prá Buenos Aires. Eu e meu maridão resolvemos fazer uma viagem de Lua de Mel antes de engravidarmos, foi em janeiro de 2006. Só que em Buenos Aires era a nossa primeira vez, e, não tinha pegado muita sdicas da cidade e, então saímos prá tentar achar São telmo de Metrô, num domingo de chuva. Depois de muita enrolação conseguimos char a feira de antiguidades. Mas não deu outra choveu o dia todo e estávamos mais molhados que pinto no lixo. Então decidimos fechar a noite numa casa de carnes em Puerto Madero, já frustados enchemos a cara.Não deu outra quando fomos para o Hotel, desta vez de táxi, o motorista vendo o nosso estado lastimável nos voltou o troco em notas falsas. No dia seguinte em caminito quando fomos pagar as comprar, é que fomos descobrir o rombo. A INSANIDADE foi por não pegar boas dicas antes.
Espero ter sorte, porque em Fortaleza vai ser diferente.

Você concorre com o número 1753

Cesar Condrati
Cesar CondratiPermalink

Uma viagem que fiz ano passado, de lua de mel, para a Europa (Italia, Austria, Alemanha, Suiça) e com direito a retorno com cruzeiro (passando pela Espanha e Portugal). Durou quase um mês, mas estou pagando até agora. Mas com certeza vale o sacrificio e pretendo fazer outras dessas.

Você concorre com o número 1754

Cris Bonfim
Cris BonfimPermalink

Minha viagem insana foi ir com uma turma grande de amigos e com pouquíssimo dinheiro no bolso curtir um feriadão em Canoa Quebrada, no Ceará. Achamos uma pousada bem em conta. O detalhe é que ficaram umas sete pessoas no mesmo quarto, que estava com o teto (de palha) sendo reformado. Se tivesse chovido, teria sido uma viagem insana e ensopada, mas São Pedro ajudou. Isso foi no início dos anos 2000. Boas lembranças.

Você concorre com o número 1755

Rodrigo Barneche
Rodrigo BarnechePermalink

Nossa viagem insana tem um quê de irresponsabilidade, mas, vá lá, foi divertido.

No carnaval de 2008 combinamos de acampar em Punta de Diablo com mais 2 casais de amigos. Como todo mundo trabalhava na sexta, o combinado era cada um sair cedo no sábado e se telefonar, pra ver onde no caminho cada um já estava (são 550 km de Porto Alegre até lá).

Eu e a Juliana chegamos em casa na sexta e começamos a arrumar as coisas, com aquele pensamento de 'dormir cedo pra acordar cedo'. Só que a alegria tava alta, arrumávamos as coisas ouvindo música e bebericando uma freixenet para entrar no clima da viagem. Meia-noite, tudo pronto, fomos nos preparar pra dormir, e veio a pergunta cretina: Pq a gente não sai AGORA? UHU!!! Só alegrias!!! Era só botar pra queimar o jimo gás (todo porto-alegre entra em guerra com as baratas no verão), fechar a casa e pegar a estrada. Acendi o jimo no andar de cima e desci pra acender o outro. Só que não acendia. E a fumaça do de cima já vinha descendo as escadas. Só sei que quando consegui acender o de baixo já tinha dado "uns pega" na fumaça que já tomava conta da casa. Azar...

A viagem foi tranquila, a alegria seguiu a mil e o motora chapado de jimo eek) No fim foi um baita pé-quente que demos, pois chegamos super cedo no camping e ainda conseguimos garantir lugar pros outros que só chegariam no começo da tarde. Foi um dos melhores acampamentos que fizemos.

BTW, esse comentário é o de número 200, acho que é um sinal :

Você concorre com o número 1756

Aninha
AninhaPermalink

Insano foi voar naquele aviãozinho da Chapi Air que faz o trajeto Caracas / Los Roques, com chuva, balançando demais e com a água entrando dentro da "aeronave". E o melhor de tudo é que eu era a responsável pelo bote salva vidas, caso acontecesse algo.

Você concorre com o número 1757

LPSP
LPSPPermalink

Uma insanidade foi comprar um voo de ida e volta de GRU para Nova Iorque, com conexão em Bogotá. Na volta, por atraso da companhia aérea, perdi a conexão em Bogotá e tive que ficar por lá. Cheguei no Brasil 24 horas depois do que havia programado, perdi 2 dias de serviço e passei a maior raiva!

Você concorre com o número 1758

Rafael Terra
Rafael TerraPermalink

Pelo interior do RS já vivi grandes emoções. Emoções INSANAS. É difícil se perder no meio do nada, certo? Ainda pior sem o celular... Mas acabou dando tudo certo. smile

Você concorre com o número 1759

Suélen Giacomele
Suélen GiacomelePermalink

Minha viagem insana foi em 2006, o auge do caos aéreo. Meu voo sairia de Porto Alegre às 9h15 da manhã. Nem preciso dizer que a decolagem atrasou e eu parti às 15h. Detalhe: eu ainda precisaria enfrentar 6h de ônibus até chegar em casa. Um trajeto de metade de um dia, virou uma insanidade de quase um dia e meio. Um horror. Mas eu sobrevivi!

Você concorre com o número 1760

Marcio Gastaldo
Marcio GastaldoPermalink

Minha viagem insana foi no Canadá. Queria fazer um passeio a Niagara Falls e só consegui vaga num ônibus de chineses. Que, durante o trajeto, só passou filmes com legendas em francês. No fim do dia, o saldo foi positivo, mas eu me senti muuuuito freak no meio da chinaiada!

Você concorre com o número 1761

Guilherme Lopes
Guilherme LopesPermalink

A minha viagem mais insana foi para uma festa de final de ano de uma empresa que trabalhei, com destino à Rio das Ostras, RJ.

Saímos de carro, de BH na madrugada de sábado. Por causa de um buraco o pneu estorou e a roda amassou. Demoramos para encontrar assistência e seguimos viagem, chegando ao destino no meio da tarde.

Participamos da festa e no domingo ainda fomos para Búzios. Voltamos neste mesmo dia, pois tínhamos que trabalhar na segunda.

Farra, praias, buraco, e alguns bons quilômetros... tudo isso em poucas horas: insano!

Você concorre com o número 1762
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Marília Marconi
Marília MarconiPermalink

Minha maior insanidade foi ter começado a viagem São Luis - Lençois Maranhnses-Jeri-Fortaleza com 39º de febre, no auge da gripe suína.

A cada aeroporto que eu passava, escutava no alto-falante "se você estiver com sintomas de gripe, febre alta, tosse (...) procure o posto da Anvisa nesse aeroporto". E aí ficava engolindo a tosse e fazendo cara de "estou super bem", torcendo pra ninguém perceber... wink

A insanidade continuou em São Luis quando, depois de três dias de viagem sem qualquer melhora e com a iminência de me enfiar "no meio do nada" dos Lençois, resolvi (do alto do meu conhecimento de medicina adquirido... em lugar nenhum) comprar um antibiótico.

Fui até a farmácia, pedi um e, pra piorar a história, a atendente me perguntou "Quantos comprimidos você quer?". Eu fiz um cálculo maluco somando os graus de febre aos dias da viagem, subtraindo meu saldo bancário e dividindo pelo nº neurônios que tinha me sobrado e chutei um número lá. Aí ela me vendeu algumas cartelas (sim, senhores! cartelas! nada de caixinha de remédio fechada, lacrada, etc.etc.) do antibiótico, que, claro, eu tomei até o fim.

Resultado: invoquei meu lema "Eu sou mais forte que o meu corpo" e fiz tudo que tinha que fazer(apesar de que minha passagem por Santo Amaro ter ficado um pouco prejudicada). Alguns dias depois a febre cedeu e a viagem foi maravilhosa!!

Se eu tive gripe suína? Sei lá. Mas espero que ninguém que cruzou comigo por aqueles dias tenha tido... smile (em tempo, e a meu favor: meus três companheiros de viagem passaram ilesos por qualquer contágio!!!)

Você concorre com o número 1763

Denisson de Carvalho Santos

Eu e mais 3 amigos estávamos em um curso em São José dos Campos e antes de dormir decidimos viajar no outro dia pra Curitiba sem planejamento algum. Viajamos no outro dia e chegamos lá a noite. Percorremos vários hotéis em curitiba na região central e todos estavam lotados. Nos indicaram um alojamento universitário e quando chegamos estava lotado também. Mas o dono disse que poderíamos ficar no depósito de colchões. Aceitamos, era um lugar empoeirado, com uma pilha de colchões até o teto e um banheiro coletivo imundo. Não tinha lençóis e decidimos ir embora! Por volta de onze da noite estávamos na rua em curitiba, sem hotel e sem conhecer ninguém nem nada. Procuramos um bar, pegamos uma lista telefônica, e ligamos pra vários lugares em busca do merecido descanso. Conseguimos uma vaga num Hostel que ficava do outro lado da cidade. Pegamos um ÔNIBUS e finalmente conseguimos um quarto coletivo, por 25 reais num hostel maravilhoso.

Você concorre com o número 1764

Letícia Castro
Letícia CastroPermalink

A maior insanidade que já fiz foi viajar pra São Paulo SEM NENHUM documento de identidade e SEM a carteirinha do plano de saúde!!!! Fui com uma amiga e mesmo com os 38º de febre percorri todos os lugares que planejamos visitar!!! Quase entrei numa delegacia pra registrar um BO de perda de documento pra poder ser atendida em algum hospital pelo meu plano de saúde! razz foi lamentável! nunca mais vou esquecer...

Você concorre com o número 1765

Patrícia B. Maia
Patrícia B. MaiaPermalink

Acho que ainda dá tempo p/ contar um episódio insano dentro de uma viagem. Vale do Loire em 2006 c/ o namorado. Queríamos muito fazer um passeio de balão. Início de um feriadão, obviamente sem saber. Tentamos o passeio por 2 dias sem sucesso por causa do vento. Quando finalmente conseguimos agendar o passeio, não tínhamos mais hotel. Tudo lotado! Foi um sufoco, dp de muitas voltas, inclusive cidades próximas, achamos uma Chambre d'Hôte no final do dia, ainda bem que anoitecia tarde. Era ao lado do local da saída do passeio, já tínhamos passado pelo local várias vezes, mas só tinha vaga p/ uma noite. Bom, o passeio seria na nossa ultima manhã. Chegando ao local novamente o problema do vento. Dp de muita insistência, conseguimos lugar no balão da tarde. Foi tudo! Um entardecer sem nuvens. Após o passeio voltamos p/ a nossa realidade, sem hotel p/ a última noite... acabamos achando em Orléans já na madrugada, dp de muito procurar.

Você concorre com o número 1766
Valeu muito a pena!

Andrea Magri
Andrea MagriPermalink

Em 1991 fui à Alemanha. Acompanhada de meu tio recém separado, fomos visitar sua ex mulher e filhos, em uma cidadezinha chamada Gessertshausen, ao Sul.

Primeira viagem à Europa, encantada com tudo, descobrindo células fotoelétricas em luzes, torneiras e até escadas rolantes.... Mas às 20 horas a cidade parava! Nem uma alma viva na rua! Era muito interior, e eu estava no primeiro mundo, queria ver mais!!!

Com a ajuda de minha tia, comprei um German Youth Railpass - ticket de trem que me dava direito a vijar por três dias em uma semana. Planejei roteiros para conhecer duas a três cidades por dia, e descansar no trem em viagem mais longa e noturna. Sabe como é, duranga, precisava economizar no hotel...

Bom, em alemão eu sabia contar até dez, pedir salada e Coca Cola no Mac Donalds e mais meia dúzia de palavras. E assim fui muito bem no primeiro e segundo dia. Até que, exausta, peguei o trem para a viagem mais longa que era Berlim, e que me permitiria dormir umas sete horas!

Fui direto ao vagão dormitório, e mal acreditei: uma cabine com um "treliche" de colchões macios e edredons altos e brancos! Mal baixei a mochila e uma garota me perguntou se meu bilhete dava direito à primeira classe. Checamos e constatamos que não. Agradeci a ajuda e fui para o segundo vagão, que também era dormitório. Na cabine havia duas treliches, colchão baixo e cobertor fino. OK, estava perfeito! Rapidamente deitei e dormi. Na primeira parada começou um alvoroço dentro da cabine, e eu apenas entendia: "bezets, bezets" e sabia que significava "ocupado". Abri os olhos e vi que era comigo... Eu não sabia checar na entrada da cabine quais leitos e até em que parada estavam vagos. Quem sabia pegou, eu tive que sair... Terceiro vagão, cabines com três assentos reclináveis confortáveis. Lindos e fofos! Perguntei a um cavalheiro se era "First", e nem entrei na cabine... Quarto vagão: seis assentos um pouco reclináveis, mas com um forro fino e mais duro. Chequei a disponibilidade na entrada da cabine, como houvera aprendido, peguei meu lugar, sentei e cochilei até a próxima parada, quando entrou um homem que brigou tanto comigo, que sequer atentava quando eu dizia não falar alemão. Ele gritava: "vier reservierung" e eu sabia que vier era o número quatro e deduzi que eram as reservas dele. E uma delas deveria ser onde eu estava sentada. Levantei, peguei-o pela mão, levei-o ao mostrador de assentos na porta da cabine e em todo meu alemão contei, apontando os lugares: um, dois, três, quatro reservas! Este, meu! Tanto foi o escarcéu que veio o supervisor o trem checar. E eu repetia a contagem! Até que constatou-se que o funcionário que anotou as reservas na porta o fizera erroneamente, logo o lugar era mesmo do homem... Nisso o trem já estava lotado, e não achei mais nenhum lugar em nenhuma cabine. Cheguei ao quinto e último vagão. Seis poltronas não reclináveis, forradas em corvim verde e duras. Cabines lotadas, trem acabando, achei um lugarzinho na janela, junto de outros cinco homens. Entrei na cabine por desespero, pulando as pernas esticadas dos nada gentis cavalheiros. Nunca me senti tão olhada, mas sentei e fiquei. Dormir? Claro que não, mas pelo menos descansaria um pouco o corpo. Até que, de repente, um resolveu fumar. E os outros cinco gostaram da idéia! Era uma cabine de fumante! Inacreditável! Tive que sair para sobreviver! No corredor vi uma pessoa sentada, então percebi que na "parede" havia um tipo de banco embutido. Soltei o meu e lá terminei a viagem, olhando para uma janela suja, cujo breu externo não me permitia 10 centímetros de visão, morrendo de frio e sono, além de medo, pois se eu tropeçasse poderia cair na (e da) porta traseira, última saída do último vagão...

Eu garanto, foi muito insano!

Você concorre com o número 1767

Soane Silva
Soane SilvaPermalink

Minha viagem insana foi em 2001, quando conheci a cidade de Barra, na Bahia, às margens do rio São Francisco. Fui a trabalho, e tive que me deslocar pela zona rural do município. O que fez essa viagem ser insana é que a ?rea do município é enorme, e as estradas são quase todas em areia fofa! Além disso, conheci os locais chamados "brejos", verdadeiros oásis de mata nativa no meio daquele deserto de areia, formados a partir de nascentes de água cristalina que brotam nesses locais. Para completar, as famílias que ocupam essas áreas são quase sempre descendentes de ex-"leprosos" que fugiram da discriminação que sofriam na cidade há dezenas de anos, e lá constituíram família. Até "entrevistei" um deles, ainda vivo! Os brejos são lindos, pena que para conhecê-los é necessário viajar num 4x4, e poucos conseguem... A Ranger na qual eu estava "pediu arrego" após apenas 5 km rodados, e eu me desloquei 180 km num só dia. Enfim, é um lugar que vale conhecer, pena que praticamente não há estrutura turística. Abraços a todos.

Você concorre com o número 1768

OLGA
OLGAPermalink

È ter ido a Fortaleza e não ter tido a chance de brincar, pois fui a trabalho e no período da semana o mesmo estava fechado.

Você concorre com o número 1769

O. Karina
O. KarinaPermalink

Foi querer ter ido a Portugal e não ter tido a sorte de comer um pastel de Belem e um bacalhau de sabor maravilhoso.

Carla2
Carla2Permalink

Minha viagem insana remonta ao século passado - verão europeu de 1998. Eu estava passando uma temporada na Itália, e numa folga entre um trabalho e outro, eu, minha prima e 2 amigas resolvemos viajar. Saímos de Milão de trem, para a Toscana. A ideia era perambular mesmo. Planos? nenhum. Reservas em hotel?? haha o que é isso mesmo?? E aí, depois de pegar trem p/o lado contrário, e otras cositas más, chegamos em Siena no dia do Palio - as sem-noção não sabiam o que aquilo lotava. Ficamos lá, assistimos tudo, uma diversão. No final da tarde resolvemos ir procurar um hotel p/ passar a noite. Deve ser a mesma coisa que procurar hotel no Rio durante o reveillon, ou em Salvador durante o Carnaval. Resultado: dormimos na estação de trem, cada uma se ajeitou como pôde, compartilhando sleepings bags das outras dezenas de jovens que estavam na mesmíssima situação...

Pensa que acabou? Não. No dia seguinte uma das meninas disse que ia arrumar um lugar p/a gente passar a noite. Começou a conversar com uns africanos que moravam lá perto, acabamos indo p/a casa deles, e eu e uma das minhas amigas dormimos na cama da irmã de um deles - imagina a cara dela quando ela chegou e deu de cara com 2 estranhas na cama dela...

A primeira noite foi roubada, mas a segunda foi insana mesma: não aconteceu nada e fomos bem tratadas, mas ir p/casa de quem vc nem conhece, foi loucura mesmo.

Você concorre com o número 1770

Patricya Gava
Patricya GavaPermalink

Eu e mais 3 amigos fomos ao Chile em janeiro deste ano. Na volta de Viña del Mar, 3 de nós, inclusive eu, chamamos Hugo, Raul e etc... foram 2 dias de quarto de hotel... insano! Mas sobrevivemos!!!

Você concorre com o número 1771

Fred Marvila
Fred MarvilaPermalink

Minha viagem insana foi quando eu e a Natalie fomos para Farellones esquiar pela primeira vez e depois de descermos a pista de iniciantes ela desistiu de subir com o "teleférico" e resolveu subir a pé. Adivinha quem carregou toda a parafernalha de esqui nas costas morro a cima? Foi insano razz

Você concorre com o número 1772

Natalie Marvila
Natalie MarvilaPermalink

A minha viagem insana foi pra Barcelona onde o Fred me fez subir a torre da Sagrada Família e depois descer todas aquelas escadas apertadas naquela altura sem ter onde segurar direito! Com o medo de altura que eu tenho foi insano!

Você concorre com o número 1773

Ricardo Freire
Ricardo FreirePermalink

Inscrições encerradas! Boa sorte a todos!