Budapeste-Viena-Praga: use a receita da Wanessa

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Palácio Hofburg, Viena

A querida pessoense Wanessa Lima, dona do excelente blog Cadernos de Viagem, acabou de voltar de um tour cultural por Budapeste, Viena e Praga. E, como não está sobrando tempo para atualizar o blog, decidiu presentear os leitores do Viaje na Viagem com o completíssimo relato da viagem, com todos os detalhes mastigadinhos para quem quiser usar. Olha só que maravilha. Vai pela Wanessa:

Texto | Wanessa Lima
Fiquei 4 noites em Budapeste, 4 em Viena e 5 em Praga. A Budapeste, eu tinha ido ano passado, mas a viagem foi interrompida por um problema de saúde, então, quis começar do zero. Com 3 dias inteiros, ainda faltou tempo para ver algumas coisas, mas acho que isso se deve ao meu ritmo de viagem, que tende mais para o lento. Em Viena, também achei que 3 dias inteiros foi pouco. Eu adoro visitar museus e fotografar a arquitetura da cidade, e Viena oferece muito disso! Muita gente inclui um dia a mais para fazer um passeio a Bratislava, mas eu passaria esse quarto dia em Viena mesmo. Em Praga, tive quase 5 dias inteiros, pois meu vôo de volta era só às 19:50h, e achei que o tempo foi suficiente para explorar bem a cidade.

Passagem internacional

Comprei as passagens aéreas com agente de viagem (pagando uma taxa extra por isso) pela Iberia, saindo de Recife para Budapeste e a volta de Praga para São Paulo, sempre com conexão em Madri. Talvez por a Malev Hungarian e a Czech Airlines serem membros da aliança One World, como a Iberia, as conexões oferecidas eram muito melhores do que as das companhias da Star Alliance. Já li muita critica à Iberia, mas a única coisa que fez falta foi um sistema de entretenimento individual. No resto, não deixou a dever à TAM e à TAP, outras empresas com que já voei para a Europa.

Deslocamentos internos

Fiz todos de trem. De Budapeste para Viena, deixei para comprar a passagem dois dias antes da viagem e não encontrei das mais baratas (13 euros). Como tinha de chegar a Viena com hora certa, comprei a mais cara mesmo, na primeira classe. Se eu tivesse maior flexibilidade, ainda teria encontrado a passagem na segunda classe para outros horários no dia pretendido. A compra teve de ser feita na Keleti Station, pois a MAV, empresa que explora os trens na Hungria, ainda está implantando a venda pela internet (eu consegui ver os preços, mas não deu para concluir a compra on line).
De Viena para Praga, comprei a passagem pela internet. O tutorial do Riq é perfeito.

Transporte na chegada e saída dos aeroportos e estações de trem

Em Budapeste, usei o shuttle Minibusz, contratado no próprio espaço da retirada das bagagens no aeroporto (também dá para contratar já no saguão de desembarque). O transfer é feito em vans, mas o número de passageiros é bem razoável. Ano passado, já tinha usado esse serviço reservando pela internet, e funcionou direitinho. Para ir à estação Keleti, fui de táxi, pedido na recepção do hotel.

Na chegada a Viena, usei o metrô, de acordo com as orientações deixadas pelo Riq aqui no VnV. Mesmo carregando mala e tendo de fazer uma conexão no metrô, foi muito tranqüilo, pois todas as estações tinham elevador/escada rolante. Ainda assim, na hora de ir embora, preferi pegar um táxi, por causa do peso da mala, que aumentou consideravelmente depois dos livros comprados nas lojas dos museus…
Aqui cabe um aparte: eu tenho problema com malas. Não consigo fazer mala leve de jeito nenhum! Mas dessa vez, houve uma circunstância agravante, que foi ter planejado uma mala “ligeiramente” inadequada para a temperatura que estava fazendo. As médias de temperatura do Weather.com me induziram a pensar que estaria bem mais frio do que efetivamente estava. Então, já em Budapeste, percebi que não iria precisar de várias peças de roupa. Em situações normais, eu simplesmente abandonaria algumas no hotel, mas aquelas eram peças das quais eu não podia me desfazer, já que aqui no Nordeste, onde eu moro, não se adquire com facilidade roupa de frio! A solução foi mandar um pacote de roupa pelos correios pra casa. Postei em Budapeste e ainda estou esperando chegar, mas foi uma mão na roda (se chegar mesmo!).

Voltando ao assunto do shuttle: como a chegada a Praga ia ser à noite, preferi não arriscar e contratei pela internet o serviço que o Riq sugeriu. Funcionou tudo à perfeição, igualzinho está no post. Quando vi de longe o cartaz laranja, nem precisei ler o meu nome pra reconhecer o motorista que me esperava! Devia ter contratado logo a volta para o aeroporto, mas deixei pra depois, fiquei sem acesso à internet e, quando me lembrei do assunto, não tinha mais tempo. Aí, morri no transfer oferecido pelo hotel, que foi ótimo, mas um pouco mais caro do que o da chegada.

Transporte público

Usei bastante o metrô em Budapeste e Viena. Em Praga, um pouco menos, mas também usei. Nas duas primeiras, logo que cheguei, adquiri tickets de 72 horas. A compra foi feita nas máquinas das estações de metrô, com cartão de crédito (ou VTM). Todas têm opção de vários idiomas, de modo que ninguém precisa entender húngaro pra comprar. Com o bilhete na mão, é só validar no primeiro uso em uma maquineta na entrada do metrô ou dentro dos trams e ônibus, para marcar o horário em que o ticket começou a ser usado.

Em Budapeste, na porta de TODAS as estações de metrô, havia fiscais conferindo a validade dos tickets de TODOS os passageiros. Nos trams, ao contrário, nunca vi fiscais. Uma vez, um desses fiscais tentou me aplicar uma pegadinha (eu acho que foi isso). Pegou meu ticket, me levou até a máquina de venda de bilhetes e pediu que eu apontasse o tipo que eu tinha comprado. Mas não havia a opção de ticket de 72 horas! Falei que não era nenhum daqueles, já preocupada, e ele disse que estava tudo ok. Assim eu descobri que nem toda máquina vende esse tipo de bilhete.

Em Viena e Praga, não vi nenhuma fiscalização, foi tudo na base da confiança mesmo, mas eu não gostaria de pagar (ou de não pagar) pra ver o que acontece com quem é pego sem ticket válido…
Ainda sobre Praga, como não planejava usar tanto o transporte público, comprei bilhetes simples ou de 24 horas quando foi necessário.

Todas as informações sobre transporte público podem ser encontradas em:

Hotéis

Quando vou escolher hotéis, procuro o que tem a melhor localização dentro da faixa de preço que estou disposta a pagar e com o nível de conforto que espero. Sempre fico na faixa dos 100,00 euros pra baixo.

Em Budapeste, minhas pesquisas me mostraram que a hotelaria é bem barata e por isso, ao invés de economizar, resolvi escolher um hotel mais confortável, ainda dentro da minha faixa de preço.

Fiquei no Opera Garden Hotel & Apartments. Para mim, a localização era muito conveniente, pois a minha programação incluía uma apresentação na Ópera e outra no Teatro Thália, que também fica nessa região, e eu pude ir caminhando desde o hotel. Também é um hotel conveniente para quem pretende ir ao Conservatório de Música (Zeneakadémia ou Franz Liszt Academy of Music). O hotel fica em uma rua de pedestres e a área é bastante tranqüila. Dá para fazer vários passeios a pé ou usar a estação Opera do metrô. Minha reserva foi feita pelo Booking.

Outra localização que achei boa para ficar em Budapeste é na região próxima à Deak Ferenc Ter, onde fica a principal estação de metrô, que conecta três linhas, e à Vorosmarty Ter, por causa da facilidade de transporte e dos restaurantes e cafés por perto. É grande a oferta de hotéis ao longo da Váci utca (rua de pedestres com bastante comércio), mas acho que só vale a pena ficar nos que estão no começo dessa rua, que é na Vorosmarty Ter.

Ao contrário de Budapeste, em Viena, a hotelaria é beeem cara! Estava difícil conseguir um hotel com diária de até 100,00 euros dentro do Innere Stadt, que é a parte que concentra a maioria das atrações da cidade. Fiz uma reserva do tipo que podia cancelar sem ônus no Booking e continuei procurando, até que, mais ou menos um mês antes de viajar, encontrei uma oferta do tipo 4 noites pelo preço de 3 no Hoteis.com e reservei o Austria Trend Hotel Rathaus. A localização não foi perfeita, porque essa região, apesar de bem próxima da Universidade de Viena, “morre” nos fins de semana e não tem muita oferta de restaurantes à noite. Isso muda um pouco nos dias de semana. Mesmo sem muito movimento, a região é segura, e usei a estação de metrô (Rathaus) à noite sem medo.

Em Praga, os preços são intermediários. A dificuldade de escolher vem do fato de que a oferta de hotéis é muito grande, e todos parecem iguais. O ponto de referência para a localização da hospedagem é a Ponte Carlos, que corta o Rio Vltava. A maioria dos hotéis se situa em Stare Mesto (cidade velha), mas resolvi seguir a dica do Riq e procurar um hotel em Mala Strana, do “outro lado do rio”. E ainda bem que segui essa dica! Mala Strana é um emaranhado de ruelas antigas, que parecem ainda não ter sido “descobertas” por ninguém e permitem que você passeie com calma por um cenário de filme (de filme mesmo, já que “Amadeus” teve cenas gravadas ali). E tudo isso a um pulo de Stare Mesto, região da cidade que também é linda e que dá ótimos passeios (mas pra isso ninguém precisa se hospedar lá, no meio daquela muvuca toda!). Também existem muitos hotéis em Nove Mesto (Cidade Nova), perto da Praça Venceslau. Mas eu acho que também não teria gostado de ficar nessa região, que é muito comercial e – impressão minha – não deve ter muita graça à noite. Enfim, decidida a ficar em Mala Strana, peguei aqui no VnV mesmo a dica do hotel Kampa Garden, que é simples (com preço compatível), mas a dois passos da Ponte Carlos. Reservei pelo Hoteis.com, que tinha o melhor preço na época.

Passeios

Além do VnV, usei os seguintes blogs na montagem dos meus roteiros:

Usei também esses relatos de viagem que achei pelo Google no fórum do Fodor’s:

Queria deixar umas dicas para quem quer aproveitar a – intensa – programação cultural, que é uma característica das três cidades, e que foi o foco da minha viagem.

Tanto em Budapeste, quanto em Praga, e principalmente em Viena, é possível assistir a maravilhosos concertos de música clássica, óperas e balés. Mesmo para quem não gosta especialmente desse tipo de apresentação (ou para quem nunca foi a uma), quer lugar melhor no mundo pra tentar? E, se não gostar do espetáculo, dá para apreciar os belos teatros por dentro. Então, é aproveitar a oportunidade!

Em Budapeste, a Ópera é conhecida pela boa relação custo benefício: ótimos espetáculos e preços baixos. Assisti lá à minha primeira ópera, que foi “As Bodas de Fígaro”, de Mozart. Eu nunca gostei de “ouvir” ópera, mas, ao vivo, a coisa é bem diferente, achei emocionante! O espetáculo tinha uma montagem bem tradicional – diferente da apresentação que vi em Praga – e foi uma iniciação perfeita nesse gênero. O site da Ópera encaminha para o um site de venda de ingressos onde dá pra comprar tickets para muitas outras atrações.

Fui ver também “Carmem”, da Compañia Antonio Gades, que estava participando do Festival de Primavera de Budapeste. Foi difícil conseguir o bilhete, estava esgotado em alguns sites de vendas de ingressos, então, precisei recorrer a uma agência. Usei os serviços da Vienna Ticket Office. Localizei a agência pelo Google e comprei no escuro, sem referências do serviço. Troquei alguns e-mails com uma funcionária para acertar detalhes da compra e, mesmo tendo achado o atendimento muito sério, fiquei apreensiva até retirar o ticket na bilheteria do Teatro Thália, mas deu tudo certo. Claro que paguei uma comissão, mas o valor foi razoável, e o espetáculo valeu muito a pena! Eu poderia ter também entrado em contato com o hotel para tentar conseguir esse ingresso, mas ainda estava meio indecisa sobre a escolha da hospedagem, por isso, não usei essa alternativa.

Ainda pesquisei sobre concertos de música clássica, mas não daria para encaixar na minha agenda. Descobri que a principal sala de concertos de Budapeste, que é a da Zeneakademia ou Academia de Música Franz Liszt está fechada para reformas atualmente. Outras opções são o Centro Kodály e o Palácio das Arts.

Em Viena, é difícil até mesmo desviar da oferta de apresentações de música clássica, principalmente em frente à Stephansdom e no Hofburg. Mas eu preferi evitar os espetáculos montados apenas para turistas. Fui ver o balé “Don Quixote”, encenado na Ópera. Minha cadeira era praticamente no teto do prédio, mas era o único tipo de ingresso disponível cerca de um mês antes da viagem, quando organizei minha programação, e achei que valia a pena. É claro que existia a opção dos “stand tickets”, para uma sala onde as pessoas assistem aos espetáculos de pé (sobre o assunto, recomendo a leitura deste relato. Mas como minha “agenda” exigia que eu fosse à Ópera em Viena no mesmo dia em que viria de Budapeste, não tinha tempo de chegar cedo, por volta das 16h, 17h, para guardar um lugar, por isso resolvi comprar o ingresso mesmo para uma cadeira mal localizada. E o espetáculo foi tão lindo que o desconforto não prejudicou a experiência. A compra foi feita no site da Ópera mesmo.

Também fui assistir a um concerto de música clássica no Musikverein. Não consegui ver a Filarmônica de Viena, que é a mais conceituada das orquestras da cidade. Tive de me “contentar” com a Orquestra Sinfônica de Viena! Quem fizer questão de ver a Filarmônica, tem que entrar em contato por telefone uma semana antes da data da apresentação para comprar um dos ingressos restantes (a venda não é feita pelo site) ou apelar para os stand tickets.

Outra boa sala de concerto em Viena é a Konzerthaus, mas não deu tempo de ir. Várias igrejas também promovem concertos de música clássica. Uma que fiquei com vontade de ir foi a Karlskirche. Para quem gosta de música sacra, o Vienna Boys’ Choir se apresenta nas missas da capela do Hofburg.

Enfim, Praga. Aqui a oferta de concertos também é enorme, mas a cidade não tem tanta “tradição” no assunto quanto Viena, então, é mais fácil conseguir os ingressos, e os preços são mais baixos. Para se informar num lugar só sobre todas as opções, ao lado da entrada para a Igreja de Nossa Senhora Diante de Tyn, fica uma lojinha de CDs chamada Via Musica, que tem um painel com folhetos de todos os espetáculos, não só de música clássica, mas também de jazz.

Programei uma ida à Ópera para ver um balé. Dei a sorte de ver a estréia da montagem local de “Giselle”, que foi uma apresentação arrebatadora, com direito a muitos aplausos em cena aberta. Na hora da compra, o site da Ópera redireciona para o Bohemia Tickets, que vende ingressos para outros espetáculos também.

Vi ainda “A Flauta Mágica”, de Mozart, numa versão modernizada. A história dessa ópera é tão fantasiosa que um cenário e um figurino um pouco atualizados não fizeram mal nenhum. E poder ouvir a tão famosa ária da Rainha da Noite ao vivo… não tem preço! O espetáculo era montado pelo Naródni Divadlo (Teatro Nacional tcheco), que tem vários prédios (é bom conferir exatamente em qual teatro vai ser o espetáculo, pois quase perdi o início da apresentação por ter ido pro local errado!). No meu caso, a apresentação aconteceu no Estates Theatre, local em que Mozart em pessoa regeu a estréia em Praga de outra de suas criações, a ópera Don Giovanni. Para compra de ingressos, o site do Naródni Divadlo redireciona para o Ticket Portal.

Faltava conhecer o Teatro Negro de Praga, que é tão típico da cidade. Eu já tinha passado pela porta de uma infinidade de locais com apresentações desse gênero, mas não tinha ficado realmente interessada em assistir a nenhuma delas, todas me parecendo apenas “pra turista”. Pois eu devia ter me conformado à minha condição (de turista, afinal!) e ter ido ver um desses espetáculos. Mas resolvi inovar e ver o Lanterna Magika, que também faz parte do Teatro Nacional. Era a estréia da montagem “Legends of Magic Prague”, mas eu tenho de confessar que não gostei. Nem sei explicar o motivo de não ter gostado, talvez não tenha entendido a coisa, mas acho que não fui a única, porque pessoas sentadas ao meu lado não retornaram após o intervalo… Comprei o ingresso no teatro mesmo, cerca de uma hora antes da apresentação (foi um dos últimos lugares).

Nessa noite, eu poderia ter escolhido ir a um concerto de música clássica: ou ver a Orquestra Filarmônica Tcheca se apresentar no Rudolfinum ou uma orquestra de câmara no Smetana Hall, na Casa Municipal. Esse segundo, eu gostaria de ter ido nem que fosse só para conhecer a sala de concertos, que é linda.

Só para dar uma idéia da facilidade de comprar ingressos em Praga: Joshua Bell iria tocar com a Filarmônica cinco dias mais à frente – ah se eu ainda estivesse lá… – e ainda havia tickets disponíveis para essa apresentação, o que não aconteceria em Viena de jeito nenhum! Aliás, em Viena, tinha visto uma reportagem sobre a estréia da ópera Anna Bolena, em que um monte de gente muito fina, vestida para a apresentação de gala, exibia em vão as notas de euro em busca de um bilhete! Assistiram debaixo de chuva, num telão montado na rua…

Sobre os preços dos ingressos: como adiantei, em Viena, paga-se sempre mais do que em Budapeste e em Praga (mas é assim em todos os aspectos, Viena realmente não é uma cidade barata). Mas há ingressos para todos os bolsos, começando com os stand tickets, que custam apenas alguns euros. Em alguns casos, paguei menos do que os preços dos ingressos de espetáculos voltados somente para turistas que, segundo vi, não são exatamente baratos…

Recomendo muito para quem vai viajar para essas cidades aproveitar essa programação cultural tão ampla. Eu acabei fazendo uma maratona de teatros e óperas, o que só deixou a minha viagem ainda mais inesquecível!

Lindo, Wanessa! Muitíssimo obrigado em nome de todos os leitores!

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566 comentários

Camila Torres
Camila TorresPermalinkResponder

Caramba ! Era exatamente de um post destes que eu precisava ! Vou fazer esse mesmo roteiro em maio.
Dicas preciosas dos espetaculos, ja foi correr atras dos meus ingressos !

Obrigada Riq e Wanessa !

Daniel Schneideman

Otimo relato, basicamente o mesmo roteiro que fiz. Em relação a Bratislava, fiz em trem Budapeste - Bratislava, com 1 pernoite, e segui em Onibus para Viena. Muito pertinho (tipo 1 hora), com chegada na Estação Rodoviária de Viena que tem estação de Metrô.

Ernesto, o pato

Otimas dicas!

Alguem ja fez este roteiro de barco?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ernesto!

Entre meados de abril e meados de outubro é possível fazer o trajeto Budapeste-Bratislava-Viena (ou o contrário) de barco.

Compre passagens aqui:
http://vienna-hydrofoil.hotels-in-budapest-hungary.com/

Ernesto, o pato

Obrigado!

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Ernesto, eu sou fã de passeios de barco, mas pra mim, só valeria a pena no verão. Aquele vento gelado do inverno e mesmo do início da primavera não me deixaria aproveitar esse tipo de passeio. Se fosse no verão, faria questão de algum passeio pelo Danúbio!
Mas em algum lugar aqui do VnV mesmo, li que o povo não recomenda fazer apenas o trecho Viena-Bratislava de barco: dizem que é demorado e sem graça...

Eduardo Melnick

Fiz o trajeto Viena - Budapeste de barco, comprei pela internet e foi inesquecível chegar em Budapeste pelo Danubio. Muito legal mesmo. Vale muito a pena.

Walter F Leite

Fiz esse roteiro de ônibus (Outubro/2010), Brastilava 1 noite, Viena 2 noites, Praga 3 noites e Budapeste 3 noites. O que mais me marcou foi um passeio de barco pelo Rio Danúbio (Budapeste e região)um dia completo com refeições etc. Paguei 65 euros.É excelente. Com as dicas da Wanessa, vou voltar e dessa vez vai ser melhor.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Riq, obrigada por transformar o(s) comentário(s) em post, ficou muito legal!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Wanessa, que viagem barbara! Amei Viena e Praga e não curti muito Budapest, mas mesmo assim, é uma cidade que merece um visita. Obrigada por citar o Big Trip. Espero ter te ajudado no roteiro, de alguma forma. bjos

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Paula, você ajudou, por ironia, especialmente na parte de Budapeste! smile Obrigada!

Eu adorei a cidade. Depois de ler várias opiniões negativas sobre ela (é mesmo do tipo ame ou odeie) e também com a minha primeira impressão do ano passado (ninguém adora o lugar em que fica doente numa viagem, né?), decidi que meu primeiro dia lá começaria pelo Castelo de Buda, que todo mundo acha um passeio bonito e agradável. Pelo que me lembro, você mesma diz que o bairro do Castelo é o mais charmoso, e a Mirela (Mikix), por outro lado, disse que foi um "erro" começar os passeios pelo bairro judeu (com o que também concordo, apesar de ter gostado de caminhar por ali).

Gostei tanto do Castelo, com aquelas vistas lindas, que já me encantei por Budapeste. E eu adoro um certo ar de decadência, aquela coisa de ainda manter as marcas da passagem do tempo, que Budapeste esbanja e que não encontrei mais em Praga e Viena. O clima também contribuiu, pois peguei dias ensolarados, que tiraram um pouco do "peso" da cidade. Enfim, eu gostei das três cidades e acho até que voltaria a Budapeste antes de Praga!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Putz, como o clima faz diferença mesmo numa viagem, né? Peguei dias ensolarados e quentes em Praga no começo do outono e me apaixonei com a cidade, principalmene ao entardecer, quando o sol torna a cidade dourada. Tanto que Praga é uma das cidades mais lindas do mundo pra mim. E em Budapest, peguei dias cinzas e chuvosos, além de ter sido muito mal tratada nas termas do Hotel Gerllet. Mas vou voltar a Budapest, também, para tirar a má impressão.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Concordo com você, Paula, o clima é mesmo muito relevante. Peguei dias lindos nessa viagem, mas em Praga, alguns dias tiveram muito vento, o que atrapalhou um pouco o meu passeio ao Castelo, por exemplo. Volte a Budapeste, sim! A minha segunda impressão foi melhor que a primeira!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Aproveitando o post, alguém fez essa viagem de carro alugado? Meu pai e família estão planejando fazer esse roteiro de carro em julho, mas de carro alugado, incluindo Varsóvia/Cracóvia se possível. Li em algum lugar aqui no VnV que existem dificuldades para se dirigir no leste europeu (sinalização, documentação, qualidade das estradas, etc) que podem prejudicar a viagem. Tentei convencê-los a ir de trem, mas não rolou (meu pai é teimoso e acha que todos os lugares do mundo são como a França e dá pra viajar de carro alugado).
Alguém tem alguma experiência de dirigir pelo leste europeu?

Ricardo Freire

Pra mim, é o tipo de viagem para quem gosta mais de carro do que de viajar... Seu pai teria que alugar e devolver o carro no mesmo país (Alemanha seria o melhor), achando uma locadora que permitisse levar o carro para o leste.

Botando no Google Maps, saindo de Berlim (e voltando por lá), dá 2.300 km pra visitar (e se meter no trânsito de) seis cidades grandes e se entender com sinalização, guardas e estacionamento em polonês, tcheco, húngaro, eslovaco e alemão...

Vou botar a pergunta no Perguntódromo.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Riq, thanks. Vou enviar as opiniões pra ele.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Mas acho que ele realmente gosta mais de dirigir mesmo, hehehe

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Oi Paula

Fizemos Frankfurt-Viena-Budapeste-Praga-Frankfurt em 2007, com carro alugado. Tudo tranquilo, e isso que estávamos com um bebê de 6 meses e sem GPS. O maior problema foram as distâncias de e para Frankfurt. Não tivemos problema algum. E agora que as fronteiras da UE estão maiores, deve estar mais fácil. Algumas locadoras restringiam a entrada de certos carros naquela área (em Frankfurt nos disseram que era pelo risco de roubo) então é melhor verificar se a categoria escolhida pode entrar. Tem que ler a letra miúda do contrato e observações - nos sites é colocado. As estradas eram boas, ótimas, por sinal. Andamos quase sempre por autoestradas, mas as menores também eram boas. A sinalização é meio estranha, mas nada que uma estudada antes não resolva. Compramos um mapa da região e tinha todas as especificações de limites de velocidade, regulamentações e placas. Tínhamos que comprar o "selo pedágio" em cada país que entrávamos, que na época era ótima maneira de se livrar do monte de moeda que sobrava. Na Áustria exigiam um colete reflexivo, para caso tenha que sair do carro, compramos um antes da fronteira e depois vimos que no porta malas havia um. Não sei se isso ainda existe. Nas fronteiras nem olhavam pra nossa cara. Olhavam o passaporte e mandavam seguir. Só na Rep. Tcheca achamos os motoristas mais afoitos, mas não pior do que é aqui!

Na época aluguei com a Sixt, que garantiu inclusive o modelo de carro que nós queríamos, não só a categoria.

Dá uma olhada aqui www.viajenaviagem.com/2007/01/leste-europeu-com-smiles/

Eu lembro que tem outro post que fala disso, mas não consegui encontrar (eu acho que é da época do Viaje Aqui).

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Não dá pra alugar um carro na Austria?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Paula! Provavelmente sim, dependendo da locadora.
O melhor roteiro então seria:
Viena-Budapeste: 250 km
Budapeste-Cracóvia: 400 km
Cracóvia-Varsóvia: 300 km
Varsóvia-Praga: 660 km
Praga-Viena: 350 km

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Putz, tudo muito longe, né? Super obrigada, bóia. Eu acho que eu não encarava. 660km é uma super puxada pra um dia, e não sei se rola parar pelo caminho. Anyway, vou falas dessas distâncias pra ele e ver o que acha.

Leticia Assreuy

Paula, eu não fiz de carro alugado, mas fiz de ônibus. Fui pra Budapeste, Viena, Praga, Berlim e Por fim, Polônia (Cracóvia, Varsóvia e Wroclaw). O ônibus foi parado na entrada da fronteira da Polônia, o motorista teve que pagar uma multa altíssima porque na saída de Berlim ele se perdeu, e quando chegou na fronteira da Polônia tinha extrapolado um pouco a quilometragem permitida pra entrada (era uma coisa COMPLETAMENTE sem noção). O pior é que os guardas de fronteira falavam apenas polaco, um pouco de alemão e húngaro, enquanto o motorista falava português (de Portugal), espanhol, italiano e inglês. Foi difíiiicil, porque os guardas não aceitavam a presença de outra pessoa na sala...
Foi comentado no ônibus que as fronteiras de entrada/saída da Polônia são super rígidas, eu, quando ouvi, nem acreditei, pra no final cair nessa história.

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Ônibus tem legislação muito, muito mais rígida e as multas são proibitivas. Eles tem velocidades máximas especiais que nào aparecem nas placas (assim como caminhões), e que os motoristas são obrigados a saber porque presumem-se que são profissionais de direção.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Paula, estive em Varsóvia e Cracóvia ano passado, mas não de carro... Será que nem esse número que o Riq citou convence o seu pai? De trem, a viagem foi bem tranqüila, e as cidades valem muito a visita.

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Paula, a situação de tráfego e trânsito está melhorando no leste europeu. O que eu recomendo é se informar antes sobre locadoras que permitem levar o carro para o leste europeu, e reconfirmar essa informação.

Polônia, Eslováquia, Rep. Checa e Eslovênia já estão mais próximos de um "padrão ocidental" de qualidade de estradas e experiência no tráfego, embora haja roubos, pouco conhecimento de inglês. As estradas em si melhoraram bastante desde 5 anos atrás, há um frenezi de construção de estradas na região.

Hungria é uma área mista, está melhorando mas não no mesmo nível dos outros países ainda. Bulgária e Romênia são países mais precários, dificilmente uma locadora vai te permitir entrar nesses dois países com carro alugado na Europa Ocidental.

Belarus e Ucrânia, não vá. Além de não fazerem parte da UE, tem sérios problemas de burocracia para entrar/sair com carro, polícia rodoviária corrupta e por aí vai. Não tem locadora que permita ir com carro nesses países.

No mais, a viagem é bem longa, planeje a contento. Mas sendo um amante da estrada também, entendo perfeitamente pessoas para quem dirigir não é apenas uma questão de meio de transporte.

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

Paula, a locadora mais popular aqui no leste europeu é a SIXT. Geralmente possuem planos com preços bons q permitem circular pelos países desse lado de cá sem o menor problema.

Sérbia
SérbiaPermalinkResponder

Oi Dani,

estou tb indo para o leste europeu do dia 12/06: Budapeste, Viena e Praga. Somos um grupo de 03 casais e estamos exatamente em duvida se fazemos entre cidades de Carro ou Trem. Preferiríamos carro, fizemos o interior dos USA de carro e foi otimo! Mais temos medo das Travessias de fronteiras, imagina termos que nos explicar em alemão, Hugaro, etc... O que vc acha? è necessario carteira internacional?

Lia
LiaPermalinkResponder

Oi Paula,

acho que seria bom se seu pai começasse a viagem dele por um país do leste, talvez seja mais fácil com as locadoras, pq pelo que me lembre as locadoras alemãs não permitem que vc vá pro bloco do leste de carro, pelos motivos que vc citou entre outros.

Leticia Assreuy

Quanto á qualidade das estradas, não tenho do que reclamar, são muito bem pavimentadas e sinalizadas (claro que não é uma sinalização que a gente tá acostumado, mas nada impossível de entender!).

Breno
BrenoPermalinkResponder

Wanessa, parabéns pelos excelentes comentários, belo post! talvez complementando o seu comentário sobre hotéis em Praga, eu fiz essa viagem (Viena-Praga-Budapeste) há exatamente um ano atrás, e fiquei no Hotel Chopin, dica que peguei aqui mesmo no VnV. Gostei muito, ótima relação custo-benefício: confortável, limpo, bom café da manhã, e principalemnte pra quem, como eu, chega e sai de Praga de trem, uma mão-na-roda, já que o hotel fica em frente à estação (mala de rodinha ajuda muito, mas achoq ue ninguém mais viaja sem rodinhas hoje em dia). Apesar de não ser tão central ( fica no limite da cidade velha), acredito que se chega em no máximo 15 min a pé à Praça da Cidade velha, e além disso tem um ponto de tram a uns 100m, de maneira que dá pra chegar em Mala Strana facilmente com esse meio de transporte, inclusive ao Castelo, lá em cima, só fui descobrir na volta!

Ana Paula Pinheiro

Paula, eu fiz essa viagem. Aluguei um carro em Berlin pela Europcar (tem que avisar que vai para o leste Europeu), passei em Desden, saí de madrugada para chegar a Varsóvia. Isso foi logo depois que a Polônia entrou para a zona do euro. Na época ficamos uns 40 minutos parados até que o cara pudesse checar que realmente não precisávamos de visto. Para chegar a Varsóvia levei umas 8h. As estradas eram bem ruins, mas estavam todas sendo reformadas. Acredito que hoje estejam melhores, mas levou o dobro de tempo do que me dizia o google . Bom, mas eu juro que faria tudo de novo pq valeu muuuuuito. De lá fomos para Cracóvia e seguimos para Praga. Na Polônia as estradas eram bem sinalizadas, mas ficava com mapa na mão o tempo todo (não havia GPS). Aliás, não tive qq problemas nas estradas. Aconteceu um fato engraçado na Polônia que poderia ter me dado dor de cabeça. Estávamos a 80 por hora qd do nada apareceu um policial no meio da estrada mandando parar o carro. O cara começou a falar em alemão e a gente não entendeu nada. Perguntamos se ele falava inglês e ele pediu nossos documentos. Foi qd viu que éramos brasileiros e começou a rir. Mostrou que estávamos acima da velocidade (não vimos a placa) e nos deixou ir.
Achei chato sair de carro de Praga pq o povo lá não é nem um pouco prestativo. Chegar e sair de Budapeste, assim como Viena, também foi tranquilo.

Como eu tinha 40 dias ainda passei pela Alemanha e Bélgica, devolvendo o carro em Berlin.

Se vc tem pouco tempo recomendo ir de trem. Vai ganhar tempo, pois não precisará devolver o carro no mesmo local que pegou. Cuidado pq se entrar em Viena de carro, assim como a Suíça, precisar comprar um selo especial (uma espécie de licença), para circular de carro no país. Acho que na época paguei 150 euros. Carinho para quem não passaria mais de 5 dias no país.
Bom, muita coisa deve ter mudado. Qt ao selo do carro, vale dar uma checada nos guias. Eu recomendo sempre o Lonely Planet.

Cuidado pq eu não podia entrar com o carro na Eslováquia! Na época, nenhuma locadora permitia.

Patricia
PatriciaPermalinkResponder

Olá! Estou aqui para agradecer o carinho e as dicas de todos. Acabei de voltar de uma viagem a Munique-Viena-Praga-Paris. Amei de paixão a Alemanha, adorei Viena também, Praga é lindíssima, todas organizadas, limpas e com povo educado (notem que não citei Paris, que pra mim foi uma decepção!). Assistimos a uma ópera em Viena (o famoso stand-up ticket), imprimi e usei o manual "como ir de Munique a Füssen" e segui todas as dicas de Praga também. Já era fã do site, agora viciei de vez! Valeu!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Super obrigada a todos.

Patricia
PatriciaPermalinkResponder

Um adendo: também postei uma caixa em Viena no dia 12 de abril (com chocolates, uma caneca de vidro de Munique, algumas roupas que não usaria, lembrancinhas que já havia comprado - total de 12 quilos) e ela chegou ontem. Tudo direitinho.

Apenas uma coisa estranha: comprei em Munique duas caixinhas de chocolate granulado (coisa de quem não desgruda da cozinha nem em outras terras..rsrs) e elas chegaram abertas aqui. Apenas as caixinhas, não o saquinho do granulado. Tenho certeza de que não as abri por lá e o carimbo da Receita Federal veio marcado como "liberado sem abertura". Pergunta: será possível que abriram no correio de Viena, pois eles disseram que eu não precisava lacrar a caixa???

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Uma correção no meu texto: a Czech Airlines não é membro da aliança Oneworld, como me aletou o Gabriel Dias lá no Aquela Passagem.

Rodrigo
RodrigoPermalinkResponder

Vou para Praga e Budapeste com minha namorada em julho e os hotéis já estão pagos. Os vôos estão muito caros no dia 23/7 (400 euros o casal) e não sei qual trem faz o trajeto Praga-Budapeste. Alguém pode ajudar?
Obrigado

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rodrigo! A viagem de trem entre as duas cidades leva 7 horas no trem direto. Compre a passagem ao chegar.

Leila
LeilaPermalinkResponder

Suas dicas são ótimas. Estava cheia de receio mas acho que vou arriscar uma loucura...
É possível de 18 de junho a 25 fazer uma circulada ligeira,indo de avião de Lisboa ,direto para Budapest e de lá fazer de trem: Budapest . Viena, Viena - Praga e Praga- Berlim e retornar para Lisboa?
O post da Patricia me animou e fiquei balançando entre Berlim e Munique.
Também,agradeço muito sugestões de Hotel e melhor local (área) para ficar Por exemplo, O Ibis Mette é boa localização?
Muito Obrigada por toda ajuda,vou com meu marido e os " nossos sessenta já ficaram para trás há muito tempo...

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Leila!
O Ibis Mitte não é nem bem nem mal localizado; não está bem em Mitte, mas não está longe. O Ricardo Freire indica a região de Mitte próxima à estação Rosa Luxemburg Platz.
7 dias para essas três cidades é muito pouco tempo. Lembre-se que você perde praticamente um dia a cada deslocamento.

Leia:
https://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar/

Leila
LeilaPermalinkResponder

Obrigada Bóia, vou reconsiderar. Já estou com as passagens,o jeito é eliminar um.
E o Hotel Park Inn Alexanderplatz (Berlim)?
Holiday Inn Berlin Mitte?
Ibis Praga Centrum?
Desculpa tantas perguntas e obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Leila!

O Ricardo Freire ainda não teve tempo de fazer um post sobre hospedagem em Berlim. Também não pode ficar checando hotel por hotel que lhe é solicitado.

Em Berlim o Ricardo Freire recomenda o mais próximo possível da estação Rosa Luxemburg Platz. Jogue os hotéis no Google Maps e veja qual o mais próximo.

Em Praga o Ricardo Freire indica hotéis em Malá Strana:
https://www.viajenaviagem.com/2011/04/onde-ficar-em-praga-mala-strana/

andrea
andreaPermalinkResponder

Alguém já se hospedou no Austria Trend HOtel em Viena? Não estou certa se a localização é boa, pois já me disseram que é bom ficar na região de inere stadt, mas não sei se tem metro por perto. Tentei vários outros, dezenas, de hoteis e não tem vaga no periodo que a gente vai

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Andrea! Existem 14 hotéis da rede Austria Trend em Viena! Especifique o que você procura!
http://www.austria-trend.at/en/hotelindex.asp

Evelyn
EvelynPermalinkResponder

Olá, Riq, Bóia e trips!

Minha pergunta, na verdade, é sobre bratislava...
Vou passar um dia inteiro e uma noite lá e tenho a seguinte dúvida:com apenas esse dia, vale à pena ir ao Castelo de Delvin?
Quem foi ao castelo, gostou? Qual o melhor meio de transporte, levando em conta o tempo e a vista: ônibus ou barco?

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Evelyn,
Faz tempo que estive em Bratislava, mas reforço o que o AndreC disse: "Bratislava só vale a pena pra quem tem mais de 3 dias em Viena." Na verdade, eu diria 4 (ou 5!)e não 3 dias... wink

Evelyn
EvelynPermalinkResponder

obrigada, Lu!

andrea
andreaPermalinkResponder

É o austria trend savoyen

Carla C.
Carla C.PermalinkResponder

Evelyn,

eu fiz um bate-e-volta a Bratislava e ainda assim encaixei essas ruinas no roteiro! Tava frio, chovendo e foi corrido, mas valeu a pena!

Se você se interessa por ruinas e principalmente se vai entre maio e outubro, acho que dá pra dar um pulo! Lembro que fui de onibus público, bem tranquilo. Mas como era inverno, nem tinha opcão do barco. No roteiro do onibus não lembro de nada memorável no caminho em termos de paisagem. Acredito que de barco seja bem mais pitoresco!

Abraços e uma ótima viagem!!!

AndreC
AndreCPermalinkResponder

Acabei de voltar de Viena e tirei um dia para Bratislava. Acabei não indo nas ruínas pq nesse dia tava ventabndo muito frio!! Na minha humilde opinião, Bratislava só vale a pena pra quem tem mais de 3 dias em Viena. Abraços.

Evelyn
EvelynPermalinkResponder

Obrigada, Carla C. e AndreC!

Leila
LeilaPermalinkResponder

Bóia...tuas observações procedem.
Obrigada
Leila

Evelyn
EvelynPermalinkResponder

Riq, Bóia e trips,

Tenho novas perguntas, dessa vez sobre bate-e-voltas a partir de Praga....

- Alguém já foi a Karlštejn? Vale à pena? Li algumas resenhas negativas no tripadvisor, e estou pensando seriamente em substituir esse passeio por outro (Karlovy Vary)...

- Alguém já foi ao castelo de Loket? Como chegar lá a partir de Karlovy Vary? Dá tempo de fazer, em um único dia, Praga - Karlovy Vary - Loket - Praga? Estou com dificuldades de achar informações sobre esse itinerário...

Agradeço desde já por qualquer dica!

Evelyn
EvelynPermalinkResponder

Feedback!

Gente, vou colar aqui a resposta que obtive de Carla Castro, do ótimo blog Made in Carla:

"Sobre sua ida a Karlovy Vary, acho que vale sim incluir um bate-e-volta até Loket. São 25 minutinhos de onibus até lá e no verão tem um monte de coisas interessantes acontecendo no castelo. E não sei se já assistiu ao filme do James Bond “Casino Royale”, mas Loket uma das locações utilizadas no filme! lPara ver os horários dos onibus, use esse link: http://jizdnirady.idnes.cz/vlakyautobusy/spojeni/, que por sinal é super completo para qualquer deslocamento de trem ou onibus dentro da Rep. Tcheca!

Sobre Karlštejn, escrevi isso aqui: http://madeincarla.wordpress.com/2007/12/26/do-lado-da-bohemia/. Como não conheci o castelo por dentro, não saberia de dizer… mas, na minha opinião, se não ir a Karlštejn significa conhecer Loket, eu trocaria na hora"

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Evely, Karlovy Vary eu não conheci, mas Karlstejn é bastante bonito, principalmente vendo de baixo. Porém, assim com a Carla, acabei não conhecendo por dentro.

Minhas impressões estão em http://devoltaoutravez.wordpress.com/2011/02/18/karlstejn/

Abraço,

andrea
andreaPermalinkResponder

Eu vou chegar a Praga de trem a partir de Viena, por volta das 14hs, Vale a pena chamar a empresa de taxi que foi comentada num outro post? Da compra a passagem de trem para Berlim nesse dia que chegar a Praga? Será que encontro, pois só fico tres dias em Praga e partimos para Berlim numa quinta-feira.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Andrea! Se o Ricardo Freire recomendou a empresa de táxi no outro post, é porque é recomendável a empresa de táxi do outro post! grin
E sim, você vai achar passagens para Berlim com três dias de antecedência, não se preocupe. Marque o traslado em Praga para meia hora depois da chegada do trem, para dar tempo de você ir comprar a passagem.

Evelyn
EvelynPermalinkResponder

andrea,

agendei o Prague Airport Transfers conforme recomendado aqui no VnV. vou testar dentro de uma semana.

Carlos
CarlosPermalinkResponder

Alguém sabe sobre os trajes para esses concertos em viena?

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Carlos, tem de tudo. Muitos turistas vão à Ópera e não demonstram muita preocupação com o dress code, vestem calça jeans e tênis mesmo. Mas a maioria vai com um visual mais arrumadinho: vestido social (ou algo equivalente) com sapato de salto e bolsa média pra mulher, e um terno (ou ao menos um blaser) pro homem. Em Praga, na porta dos teatros, vi até um cartaz com uma foto de um casal vestido assim, pra orientar o público. Eu acho que me sentiria meio deslocada se usasse "menos" que isso, especialmente se fosse sentar numa cadeira daquelas centrais, que ficam mais à vista smile

Carlos
CarlosPermalinkResponder

Valeu, Vanessa! Obrigado pela atenção. Um grande abraço!

Leila
LeilaPermalinkResponder

Alguém tem idéia do valor da passagem de trem entre Budapest e Viena e o trecho de Viena a Praga?
Li aqui valores muito baixos comprados no local. A a minha agência passou valores superiores a 100 euros/pessoa
Sendo que Praga/Berlim era de cerca de 130 euros.
Já fiquei baratinada!!!!

Mais uma pergunta: o Prague Airport Transfers vale para a chegada de trem? Como reservo?
Obrigada por tantas lições.

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Budapeste a Viena, como é uma viagem rápida, acho que vale a pena considerar ônibus em lugar do trem. É muito barato, bem confortável e leva o mesmo tempo que o trem. O link direto é http://www.volanbusz.hu/en/

Já Viena-Praga paguei 29 euros e só é uma pena que não tinha este link indicado pela Bóia, que foi um pouco (mas não muito) sofrido me entender com o site deles - então é só seguir o passo-a-passo do Riq smile
Qualquer coisa: http://devoltaoutravez.wordpress.com/2010/12/30/viena-geral/

Leila
LeilaPermalinkResponder

Queridos "magos" Bóia e Alex quase com os dedos congelando de frio joaquinense escrevo para agradecer as dicas.

Li as páginas indicadas (pelo Bóia) dezenas de vezes tomara que aprendi alguma coisa. Estou até fazendo um roteirinho para levar os lembretes todos.

Alex fiquei com vontade de considerar a viagem de ônibus. Visitei o www.volanbusz.hu. Preciso perceber o preço no valor da moeda local HU 10 620 em comparação ao euro. Como é mesmo que converto?

Ufa,tenho perdido o sono pensando nesta viagem preocupada com estes detalhes todos. Mas, olha que na volta vou para a fazenda... fogão de lenha chiando, vinho quente e comida gostosa fumegando e muita história pra contar,faz valer tudo a pena.

Enfim,vamos seguindo o caminho das pedras e que Deus nos ajude!
O abraço agradecido

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Leila, para ter uma idéia aproximada do câmbio, basta colocar o nome das duas moedas no google. Por exemplo, pesquisando "euro forint", encontrei que "1 Euro = 268.649669 Hungarian forints".

Leila
LeilaPermalinkResponder

Wanessa!
Tinha visto este número e achei alguma coisa estava errada. É muita nota para se carregar. Então,uma passagem de ônibus sai menos de cinco euros?
Vou estudar esta conversão...obrigada

Aproveito para contar que fechamos os hotéis. Boa tarifa,"a ver vamos" se também são bons e bem localizados.
Budapeste - Ibis Centrum
Viena - De France
Praga - Eurostar Thalia
Berlin - Park Inn Berlin Alexanderplatz

Se alguém souber algo que desabone,por favor avise-me.
Um abraço

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Leila, a moeda da Hungria tem muitos zeros a mais que a nossa, mas o valor de face das cédulas é maior também!

Sobre os seus hotéis, o ano passado, eu fiquei hospedada nesse Ibis Centrum de Budapeste. Ele estava bem necessitado de uma renovação, não tinha o padrão de mobiliário dos Ibis mais novos. A localização era boa para usar transporte público, tinha metrô e tram muito perto, mas, para a maioria dos passeios, era preciso recorrer mesmo a algum transporte, não dava para ir caminhando. A rua desse Ibis é só para pedestres e tinha vários restaurantes bem legais perto do hotel. A tarifa super barata que consegui foi muito relevante na minha escolha. Eu só voltaria a esse Ibis se soubesse que ele passou por uma renovação, mesmo considerando os pontos positivos que coloquei.

heloisa
heloisaPermalinkResponder

Gostaria de dicas de hoteis em Viena bem localizado, especialmente perto de atracoes turisticas e restaurantes para jantar.
O hotel the ring que o ricardo freire ficou achei um pouco caro, 200 euros para o casal em agosto, época que viajarei.
Se alguem tiver uma dica, por favor.
Abs
Heloisa

Leila
LeilaPermalinkResponder

Heloisa dá uma olhada no De France,É um 5 estrelas que está(ou estava) com uma tarifa excelente. Conheço bem Viena,Fiquei um mês na Áustria a trabalho,São seis estados lindos.
Como foi uma visita oficial a situação era outra.
Também não tinha idéia de Hotel,mas amigos ficaram neste DE France e me pareceu bom e a localização é excelente.
Se serve como dica!

Sérbia
SérbiaPermalinkResponder

Estou embarcando dia 12 para Budapeste(3 dias)- Viena (5 dias)- Praga 5 dias, retorno 25/06. Estão me dizendo que Budapeste e Viena vai fazer calor e Praga Frio, e que chove provavelmente em todas as cidades. Alguém pode me ajudar? Não consigo arrumar a mala, principalmente se for de trem entre cidades, por causa do peso. Por isto estamos pensando em ir de carro, somos um grupo de 03 casais. O que vale a pena? Qual é o clima? Carro ou Trem?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Sérbia! Para a meia-estação da Europa o ideal é levar um casaco mais ou menos pesado e roupas leves para usar por baixo. O casaco vai fora da mala, então não pesa.

Alugar carro é uma complicação no leste. Alugar num país e devolver no outro é caro. Usar carro apenas para ir a cidades grandes é um erro.

Leia:
https://www.viajenaviagem.com/2007/08/europa-aviao-trem-ou-carro/

Sérbia
SérbiaPermalinkResponder

Olá Bóia,

Obrigado pela respostas! Li o texto que vc sugeriu do Ricardo, entretanto, avião não é uma possibilidade, pq vamos chegar por Lisboa, seguir depois para Budapeste e voltamos de Praga/Lisboa, tudo pela TAP, portanto, vôo internacional, ou seja, bagagem com mais de 20kl, ( para as mulheres). Se comprarmos agora, Budapeste/ Viena/ Praga, perderemos estes quilos a mais e uma mala, e para mulher isto é mto importante, principalmente na volta, para trazer coisinha... Em outubro/ 2010 fizemos o interior dos USA de carro New Orleans, Memphis, Nashville ( no q nós chamamos de viagem pela musica americana, Rsrs...) e apesar de termos cortado todo o grande estado do Mississipi, nós achamos toda a viagem maravilhosa, só usamos avião na chegada e para irmos para New York. Por causa desta experiência, nós gostaríamos de fazer estes trechos de carro, pq só assim conheceríamos outras cidade com, por exemplo, Bastislava, e outras menores, talvez??? A grande preocupação são as fronteiras, pq não falamos nem húngaro, nem alemão, etc... Nós só nos viramos no inglês! Neste caso é viável? Nós pensamos em pegar um carro em Budapeste, na saída para Viena, não queremos ficar rodando dentro das cidades de carro, o carro ficará parado em Viena e entregarmos assim que chegar em Praga, ficaríamos com ele 05 dias. Vc disse que isto ficaria mto caro? Pq que alugar carro para ir para cidades grandes é um erro???

Abrs,

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá Sérbia!

A recomendação do Ricardo para este trecho é TREM.

Não há limitação de bagagem para trem. Mas o Ricardo Freire recomenda viajar com uma mala média, de quatro rodinhas, de 65 cm de altura.

Repetindo: é uma complicação alugar carro no leste, atravessar fronteiras, entender-se com guardas, entender-se com a sinalização, estacionar, encontrar hotel com estacionamento em cidade grande, ser multado/guinchado por não entender a sinalização ou ser enrolado com guardas, e por aí vai.

Bratislava também é uma cidade grande. O leste europeu não fica nos Estados Unidos.

Por favor leia o texto do post, a receita da Wanessa é aprovadíssima pelo Ricardo Freire, por isso ele publicou o post.

Leila
LeilaPermalinkResponder

Oi Sérpia:
Dois casais de amigos alugaram carro para a Austria,Rep.Checa e Alemanha e não tiveram maiores problemas. Desde a Itália.
Não tiveram problema nenhum.
É de averiguar bem antes de se meter em fria...
Por falar em fria hoje assisti uma entrevista na RTP com Fernando Pinto,presidente da TAP, sobre a provável paralização da TAP em JUNHO agora. Congelei!!! E se coincidir com as datas dos nossos voos??? Fiquei preocupada.

luiza
luizaPermalinkResponder

wanessa,

li suas dicas sobre as operas e concertos de vienna e adorei!! estarei em vienna na noite de 7 e 8 de agosto e pelo q já pesquisei as operas estarao fehcadas nesse periodo sad recomendaria algum concerto em especial? tentarei ver uma opea em praga o budapeste...

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Luiza, nunca pesquisei para esse período da sua viagem. Por ser o auge do verão, acho que você vai encontrar mais concertos durante o dia, ao ar livre, nos parques, principalmente aos domingos. As noites que você terá na cidade são um domingo e uma segunda, quando normalmente já não há tantas opções além dos espetáculos mais turísticos. Quanto a esses, você pode deixar pra comprar lá, porque a oferta é ampla!

luiza maciel
luiza macielPermalinkResponder

muito obrigada wanessa!!
fico mais tranquila em saber q vou conseguir comprar lá!

Ana
AnaPermalinkResponder

Gostaria de dicas para baladas em Praga e também restaurantes que vcs consideram imperdíveis. abraço

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana! Uma ótima fonte para essas informações é o guia Time Out Prague:

http://www.timeout.com/prague/

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Ana, os Destemperados testaram alguns restaurantes em Praga. Veja aqui: http://www.destemperados.com.br/category/regiao/praga/

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Oi!
Pelo que li aqui, o melhor local para ficar em Viena é em Innere Stadt.Porém, só estou achando hoteis muito caros.
A região de Leopoldstadt é boa? Sei que é perto, mas a noite é legal? Tem algum problema em ir andando para Innere stadt à noite?
Obrigada.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Mariana, quando eu estava programando a minha viagem, fiquei nesse mesmo dilema, porque tudo no Innere Stadt é bem caro. Acabei ficando na "divisa" com Josefstadt. Mesmo sendo perto do centro, usei bastante o metrô.
Leopoldstadt até parece perto no mapa, mas tenho a impressão de que não é bem assim na vida real... Eu evitaria, mas falo sem conhecer, porque não cheguei nem a andar por ali pra saber como é a região.
Se fosse voltar a Viena, eu me esforçaria pra ficar no Innere Stadt mesmo, porque é lá que está quase tudo o que a gente quer ver na cidade. Como alternativa, consideraria algum hotel na região da Mariahilferstrasse, o mais perto possível de alguma estação do metrô.
Não é dica de hotel, mas a Dri Setti esteve há pouco em Viena e fez uns posts ótimos: http://viajeaqui.abril.com.br/blog/achados/category/austria/

Silvia
SilviaPermalinkResponder

É longinho, Mariana. A cidade não é perigosa, mas qdo fui (outubro) era bem deserta à noite.
Eu fiquei no K+K Rudolfsplatz e já não curtia ir caminhando até o burburinho.

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Obrigada pelas respostas.
Irei pesquisar mais os hoteis e ficarei em Innere Stadt sim.
Wanessa, obrigada pela dica dos posts.
Estou salvando tudo, inclusive o seu relato de viagem, para fazer um roteiro depois.
Você é de Joao Pessoa? Acho que li isso em algum lugar.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Sou sim, Mariana!

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Que ótimo! Tb sou de lá. Estou morando em Recife, mas sempre com o pezinho em JP.
Pesquisei os hoteis em Innere Stadt e fiz a seleção de alguns.
Ainda estou em dúvida, pq vi boas indicações do Ibis Mariahilf, que é perto da estação e bem mais barato, mas, apesar disso, não sei se é uma boa região no final de semana, principalmente, à noite.
Então tenho que decidir entre os hoteis em Innere Stadt ou o Ibis.
A diferença do preço total é em média 150 euros.
Alguém pode me ajudar? smile

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Mariana, eu acho que a Paula* (https://www.viajenaviagem.com/2009/09/paula-e-fred-na-europa-central/) ficou nesse Ibis. Veja se você enconta o relato dela. Eu li um pouco sobre essa região antes de viajar, mas só passei lá de dia e não caminhei até a Westbanhof.
Viena é uma cidade bem segura, e acho que você não enfrentará nenhum risco se ficar lá, mas meu voto ainda vai para o Innere Stadt (se o seu hotel for bem localizado mesmo, perto da Stephanplatz, ou da Ópera...).

Sonia Granato
Sonia GranatoPermalinkResponder

Mariana,

Quando fui a Viena, ano passado, fiquei no Mercure Wien Europlatz, localizado bem perto da estação de metrô Westbanhof (estação que chega o trem q vem de Budapeste), os quartos são pequenos mas gostei da localização.

Leila
LeilaPermalinkResponder

Wanessa
Estou de volta e agradeço muito suas dicas,do Bóia e do Ricardo,bem como de outros "viajantes" que passaram por aqui e deixaram sua contribuição. No meu caso,todas foram valiosas. Fizemos um roteiro(mini agenda) com tudo registrado. Aí foi só correr para o abraço.
Adoramos cada cidade e mesmo em tão poucos dias tudo foi digno de nota DEZ.
1. Budapeste. LINDA! Cheia de música, concertos nas Igrejas e nas praças.Assistimos um na Basílica Sto.Estevão (Requiem de Mozart) e na Igreja São Miguel ( As quatro estações de Vivaldi,A Rapisódia Hungara,nº2 de Lizt e Eine kleine Nachtmusik, a serenata nº13 de Mozart. Lembram do filme Sorrisos de uma noite de verão?) Monumentos bem cuidados. Passeio pelo Rio Danúbio imperdível,idem Museu Etnográfico. Custo de vida compatível com o nosso real.
Aproveitando sua dica. Trocamos o mínimo de euros para forintes no aeroporto e utilizamos o serviço do Minibusz.Ótimo serviço,cerca de 8 euros por pessoa.
Hotel:Ibis Centrum Budapest (69 euros c/bom café da manhã). Como todo Ibis não é "pertinho" e nem compromete o serviço.Aliás,Wi-Fi é gratuito. Fácil acesso a tudo.É próximo da Ponte Elisabeth e Váci Útca e a Praça Vörösmarty (aí fica o Café Gerbeaud). Na rua do Hotel (Raday u.6) há uma série de barzinhos e restaurantes muito simpáticos.
Não vou enumerar todos os locais que visitamos,mas não se pode deixar de conhecer a Ilha Margit Szieget,as Termas de Geller,o Mercado Central (que delícia,adoro mercados,Palácio Real, a região do Castelo (Monte Geller),o bairro judeu,o Museu Nacional,o Museu de Belas Artes( bem perto pode-se provar o gulyás,uma palacsinta (panqueca) saborosa.Vale a pena caminhar por ruas e ou locais não citados nos roteiros turísticos e conhecer um pouco daquela cultura e povo que fala uma língua que nem o diabo entende,mas são muitíssimo hospitaleiros. Coloque no seu roteiro a Opera Budapest e o Ballet Nacional Hungaro. Paga a viagem!
2.De Budapeste seguimos para Viena de trem (Railjet 41).A passagem compramos na Kaleti Pályaudvar,cerca de 11.000 HUF ( 1 euro igual a 226 huf). Trem excelente e a paisagem é lindíssima! Curtimos toda viagem,os campos lavrados, as lavouras de milho,batata,trigo, as cidades ao longo da via e as imensas torres de energia eólica. Surpreende!
Chegamos na estação Westbanhof,tudo bem sinalizado e indicado. Aí já compramos a passagem para Praga. O trem para Praga partiu da estação Wien Meidling (uma estação mais acanhada).Os deslocamentos de metrô é uma facilidade. Não tem erro. É só seguir as orientações e,na dúvida, perguntar.
Em Viena hospedamos no Hotel De France,em Innere Stadt, a 50 metros do Metrô Schottentor (linha U2).É um elegante e luxuoso 5 estrelas,bem localizado e a diária não era de assustar (114 euros sem café).Coisa de cinema!!! (rsrsrs).
Como já disse no inicio todas as cidades são lindas e sem qualquer comparação. Já conhecia Viena (e os seis estados austríacos no inverno e abaixo de muita neve).Mas,visitá-la no verão foi demais!
Os jardins estavam floridos,dias solarengos,musica por toda parte e boa comida. Temos por costume escolher sempre locais de gastronomia regional e não turístico. Assim,poder compreender um pouco da vida social e cultural dos países que visitamos. A propósito,ao lado da Universidade e do outro lado do Teatro fica o prédio (palacete) da prefeitura municipal. Vale a pena conhecer os restaurantes que ficam no subsolo do prédio (porão mesmo)como o Wiener Rathauskeller. Ao final do expediente os Cafés estão lotados e é uma tentação os doces,os pães,os cafés.O Wiener Kaffeehaus (café Sacher) é requintado. Mas,como ele existe outras dezenas de cafés espalhados por uma Viena elegante como os passos de uma valsa.
Não vou também enumerar os monumentos que todo mundo quer ver em Viena.Mas, se tiver tempo e gostar não deixe de ir ao Teatro, a Ópera, Museu de Hofburg,a catedral de S.Stephans,ao mercado Nascmarkt e,claro, ao Palácio de Schönbrunn.
3. O Trem para Praga não foi tão confortável e bom quanto o que viajamos no trecho Budapeste-Viena. E bem mais caro.
Todos aqueles cuidados alertados aqui quanto aos taxis procede e casas de câmbio. Toda atenção é pouca. De Prague Central Station até o nosso Hotel Eurostars Thalia (um excelente e moderno 5 estrelas,104 euros com café da manhã)pagamos 8 euros.Fica na mesma rua do Teatro Nacional,praticamente vizinho.No Hotel, que é uma conhecida rede espanhola, todos os funcionários falam espanhol.
A cidade é pequena e dá para conhecer tudo a pé (os pontos de maior interesse). Muito bem localizado (Narodni Trida,13),no exato local onde se encontram a antiga cidade (Stará Mesto),a cidade moderna (Nove Mesto)
Praga é a capital da juventude. Nunca vi tantos jovens juntos. Uma "tribo alegre" que se espalha por toda Praga de manhã à noite.
Aliás,também não recomendo ninguém parar (hospedagem) perto daquela "muvuca" em torno do Relógio Astronômico. É roubada pela grande mobilidade de turistas.
É uma cidade belíssima! De encher os olhos.Muito hospitaleira.Sempre tem alguém pronto a te ajudar.O Castelo, a Viela Dourada (séc.XVI)e a casa de Kafka,a Catedral de São Vito, a troca de Guarda no Palácio Real, a Basílica de São Jorge,Museu Nacional,a Ponte Carlos (que loucura de gente!!!,a Praça da Cidade Velha,o relógio Astronômico (não sei se gostei mais de ver o Relógio ou a afluência das pessoas em seu torno); o quarteirão judaico (impressiona).Para quem tem devoção vale uma visita especial a Igreja Nossa Senhora da Glória onde está a imagem do Menino Jesus de Praga. Foi um momento de emoção,pois sou devota desde criança. Do alto da Praça de São Venceslau fiquei observando aquele mar de jovens (de idade e de espírito como nós)num constante ir e vir por praças e monumentos.É muito bonito.
Por toda parte da Mala Strana, ruelas da Praça Velha e da Praça São Venceslau (Stará Mesto)encontra-se um intenso comércio de cristais, jóias de granada,antiguidades e "lembrancinhas". Lojas Na Parizska estão lojas de grifes internacionais e sonho de consumo de muitas mulheres do planeta.
Imperdíveleek Teatro Negro e um espetáculo de Lanterna Mágica.
nesta época há música por toda parte. Ficamos com pesar de não poder assistir um concerto (Organ Concert) na Igreja de São Francisco. No Programa peças conhecidas no mundo todo de Mozart,Vivaldi,Handel,Shubert,Dvorak Vejvanosky,Bach...Também não dá para ir a tudo,não é?
Comida típica boa:Typial Czech Restaurant,na Venceslau Square (bom goulash).Ah!nós gostamos demais do restaurante "U Medvídku" fundado em 1466.Fica na Perstynè,7.É também uma fábrica de cerveja. Comida farta,típica e barata. Cozinha medieval.
Todas as informações sobre a moeda,casas de câmbio e taxis seguimos à risca e socializamos com quem fomos encontrando.
Foi aqui,com alguém que escreveu ao "Bóia" que pegamos a dica do ônibus da empresa Orangeway. Excelente! Fizemos de ônibus o trecho Praga a Berlim passando por Dresden. Passagem de 22 euros.Ônibus de luxo com TV,wi-fi,frigobar.
Aqui tenho duas observações: 1)- eles cobram um euro por mala colocada no bagageiro(no embarque);2) a estação final em Berlim fica na periferia e é LONGE. Se pegar um taxi até a Alexander Platz pagará 100 euros no mínimo. Bem próximo fica um metrô que faz conexão com um trem de superfície(2,10 euros por pessoa). Levamos cerca de 2 horas até a Alexander Platz.
Mas Berlim fica para outro dia...por hoje está de bom tamanho.
Um abraço e muito obrigada pelas dicas.
Valeu!
Leila

Daniel
DanielPermalinkResponder

Olá pessoal, boa noite!

Ficarei 4 dias em praga em agosto e gostaria de uma dica de como passar um dia (bate e volta) em dresden ou bratslava saindo de praga, queria saber se vale a pena? Ou teria outra cidade pra conhecer nas proximidades? É muito complicado? Obrigado desde já pela atenção. Daniel

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Daniel! Dresden está a 2h15 de Praga, e funciona melhor como um pit stop a caminho de Berlim, que está 1h30 adiante.

Bratislava é longíssimo -- dá 4h10 de trem. Bratislava é um bate-volta possível a partir de Viena, que fica a 1h.

Leia sobre bate-voltas interessantes a partir de Praga a partir deste comentário, neste mesmo post:
https://www.viajenaviagem.com/2011/04/budapeste-viena-praga-use-a-receita-da-wanessa/comment-page-1/#comment-132950

Leila
LeilaPermalinkResponder

Daniel passei por Dresden dia 23 de junho que passou. Vale a parada. E como já foi dito fica apenas 1h30 de Berlin. Antes de chegar na Alemanha tem uma cidade Checa muito bonita chamada Ústí nad Labem.
Mas,nada se compara ao encanto de Dresden.
É um aperitivo para Berlim que é uma cidade fascinante!

Rogerio Macri
Rogerio MacriPermalinkResponder

Leila, bom dia.
Eu e minha esposa estamos nos programando para fazer Budapeste e Viena no inicio de maio e pretendo me hospedar no Ibis que você ficou.
Minhas perguntas são as seguintes.
1.É facil o deslocmento de trem/metro/onibus do aeroporto para o hotel? Média de preço?
2. Qual o valor médio de uma refeição em lugares comuns onde os locais comem?
Sou do ABC em São Paulo e agradeço desde já a gentileza da sua atenção.
Abraços
Rogerio e Wanice Macri

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rogerio!

Veja como estimar gastos de viagem:
https://www.viajenaviagem.com/2013/07/como-estimar-gastos-viagem/

Veja como ir do aeroporto de Viena à cidade:
https://www.viajenaviagem.com/2012/09/viena-transporte-aeroporto

Do aeroporto de Budapeste à cidade, recomendamos táxi arranjado no guichê da Fö Taxi. Custa entre 25 e 30 euros, dependendo de onde seu hotel esteja.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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