Era uma vez um sofá: Couchsurfing, AirBnB, Wimdu

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Apartamento que eu aluguei em Lisboa por imobiliária convencional

Em 2003, muito antes de haver redes sociais dignas do nome, foi lançada uma rede social de hospedagem, o CouchSurfing.org. A idéia não era original: desde 2001 já havia o HospitalityClub. Mas de algum modo, os surfadores de sofá acabaram virando sinônimo da categoria rede-de-hospedagem-gratuita.

Até hoje a coisa funciona como no início: você abre um perfil na comunidade, é aceito e então está credenciado tanto a receber hóspedes quanto a se hospedar. Os anfitriões controlam seu calendário e têm direito de aceitar ou não o pedido de hospedagem, depois de analisar o perfil de quem está pedindo sofá. Tanto o hóspede quanto o anfitrião são avaliados a cada hospedagem e vão ganhando melhor status na rede. O sistema tem se revelado surpreendentemente seguro.

E surge o AirBnB

A coisa deu tão certo que não demorou para que tivessem a idéia de fazer disso um negócio. Em 2008 surgia o AirBnB, que combina a estrutura de um CouchSurfing com os procedimentos de um aluguel convencional de apartamento de temporada. A diferença com relação ao CouchSurfing é que a hospedagem é paga (o que tende a agregar mais conforto/qualidade à experiência). E em relação ao aluguel convencional, as diferenças são o controle da comunidade (hóspede e anfitrião são avaliados a cada hospedagem) e a possibilidade de alugar quartos dentro de uma casa ou apartamento (apesar de alugarem também apartamentos/casas inteiros).



O anfitrião determina o calendário em que sua acomodação estará disponível (pode ajustar as informações a qualquer momento), e tem o direito de não aceitar algum hóspede. Isso faz com que as reservas não sejam confirmadas em tempo real; sempre vai ter um delayzinho entre o pedido e confirmação (ou recusa). Quando a reserva é confirmada, o valor total da estada é bloqueado no seu cartão de crédito -- mas só é debitado 24 horas depois da sua chegada debitado do seu cartão de crédito mas só é creditado ao anfitrião 24 horas depois da sua chegada (o que dá tempo para eventuais arrependimentos depois que a porta é aberta).

O negócio é um sucesso estrondoso. Tanto que...

Entra em cena o Wimdu

Fundado em março de 2011 para competir nos mesmos termos com o AirBnB, o site de origem alemãWimdu recebeu um aporte de fundos de investimento para ir pras cabeças. Tanto que é o primeiro da categoria a abrir um escritório no Brasil.

O funcionamento é idêntico ao do AirBnB. Para nós, a diferença que há um call center em português (das 9h às 19h) e uma campanha agressiva de cadastramento de anfitriões. De olho na Copa e nos eventos em que falta hospedagem no Brasil (Carnaval, Réveillon...), o Wimdu está buscando propriedades (é o jargão do nicho) no Rio, em São Paulo, Salvador e Florianópolis. Algo me diz que esse negócio vai longe grin

E você? Tem alguma experiência com CouchSurfing, HospitalityClub, AirBnB ou Wimdu para compartilhar? Conta pra gente!

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36 comentários

Priscila [Inquietos]

Já recebemos duas vezes pelo Couchsurfing, mas nunca nos hospedamos.

A primeira experiência foi maravilhosa, um casal de alemães super queridos, que estava rodando o mundo pela segunda vez. Educados e gentis, tanto que até hoje mantemos contato e pretenmos visitá-los um dia.

Na segunda vez foi um cara muito folgado e espaçoso, insistiu pra chegar antes do horário que estaríamos em casa (o que não deixamos) e não deixou claro quanto tempo ficaria (acho que se o Vinicius não tivesse sido firme ele "ficaria-ficando"). Lembro que chegou uma encomenda na minha casa e quando fui abrir, ele veio correndo ver o que era, muito intrusivo!

Depois decidi dar um tempo, não por causa do cara, afinal não julgaria o projeto todo por causa de um único mala, mas pq estava num período bem estressante de trabalho e não estava no clima de receber e ter que fazer sala.

Enfim, sempre há o risco de aparecer alguém que não rola empatia ou que é folgado e vice-versa. Por isso recomendo não aceitarem que as pessoas fiquem por mais de 3 dias. Se der azar de ser um mala, será por pouco tempo. Ao mesmo tempo será uma pena se for alguém muito bacana. Faz parte do jogo.

p.s. eu sei que é errado, mas não me senti à vontade para dar uma avaliação negativa pro tal cara...

Andre
AndrePermalinkResponder

Este "espaçoso era brazuca ou gringo? Só de curiosidade, pois sou host e estou fazendo uma pesquisa à respeito.

val
valPermalinkResponder

hum....pode ser sucesso...mas eu sou old school...prefiro o bom e velho hotel! mal aguento dividir o quarto...hahaha

JP Soares
JP SoaresPermalinkResponder

Em Julho alugei um estudio em NY através da AirBnb, gostei da vantagem de pagar com o cartão de crédito e tanto o apartamento como o dono eram óptimos. Já a AirBnb deixou um pouco a desejar: atendimento via email lento e caótico. Para que eles emitissem um recibo, só à terceira tentativa...
http://www.airbnb.com/rooms/87764

Marcio Antonio

Eu já recebi gente pelo CouchSurfing, e me hospedei também em casas de outras pessoas (mais recebi que visitei). Pena que por causa dos meus horários de trabalho incomuns não posso receber tanta gente quanto gostaria. Sempre foram experiências bem bacanas; por exemplo, meu último anfitrião, em Atlanta, tinha convicções totalmente opostas às minhas sobre quase tudo, o que levou a ótimas conversas regadas a Guinness (isso sim, tínhamos em comum).

As pessoas do CouchSurfing, ou pelo menos as mais ativas, gostam de insistir que o CS é bem mais que "um jeito de conseguir hospedagem grátis"; o objetivo é se integrar. Se a pessoa se limita a apenas dormir na sua casa, tomar banho e usar a geladeira, entrar e sair sem dizer uma palavra, como se estivesse num hotel, bom, não pegou o espírito da coisa. No México eu até reservei hotel, mas certamente entrarei em contato com o pessoal do CS de lá para combinar algum passeio.

Cristina L
Cristina LPermalinkResponder

eu já recebi para dormir e para passear (via HC). já fui recebida também para passear (nunca dormi). achei todas as experiências maravilhosas, inclusive a com o alemão de Dresden cujo inglês eu nem entendia (registrado aqui:http://www.youtube.com/watch?v=fvlgXnGy7Gg). um dos meus melhores amigos atualmente conheci via HC.

para mim, uso as mesmas regras que para um novo amigo: alguém que o conheça, interesses comuns, o mínimo de higiene e estamos bem.

Merél
MerélPermalinkResponder

COUCHSURFING
Eu surfei em um sofá na Alemanha e foi uma das melhores experiências em termos de hospedagem que já tive. A anfitriã era um amor de pessoa, eu tinha um quarto só para mim e acabei por ser apresentada a uma Berlim bem diferente da que viajamos esperando conhecer. smile

Antes eu ficava meio receosa de deixar minhas coisas assim na casa de alguém, mas se a pessoa deixa a chave DELA nas suas mãos... as chances de dar problema são mínimas!

Viajante Oficial

Eu sou aquele amante a moda antiga, do tipo que ainda manda flores e apesar do velho tenis e da calça desbotada. . .

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Registerei-me no Couchsurfing quando dividia um apartamento com colega do trabalho aqui na Holanda. Antes disso, também tivemos registro quando moramos no Brasil.

Posso ter sido o ponto fora da curva, a exceção, mas tive mais perrengues do que sucessos e abandonei Couchsurfing.

Ao todo, recebi(emos) 7 pessoas em 4 ocasiões diferentes.

Em um dos casos, deu tudo certo, nosso hóspede veio, ficou, conversou, interagiu, partiu. Não nos tornamos amigos ou algo assim, mas foi uma experiência normal. Em outra, praticamente não encontrei a nossa guest, que ficou só duas noites, mas não tive do que reclamar.

Agora, os perrengues:

- combinamos de receber um casal novo (nossa idade) nas férias, havia um quarto vazio que podia acomdolá-los. No dia em que chegaram, nos constrageram com uma ligação de última hora "tem uma amiga com a gente, ela pode se hospedar também? Vamos dividir os colchões, não há problemas". Não gostei, o clima ficou chato no telefone (eu estava no trabalho, difícil argumentar com quem não falava inglês direito em ligação ruim). Ao chegarem tivemos contratempos com a natureza "espaçosa" do casal, coisas como deixar roupa na secadora/máquina um dia inteiro, "tomarem" conta da cozinha sem antes perguntarem etc.

- dois amigos australianos chegaram, a princípio muito solícitos e "easy going", mas não levaram a sério as poucas regras que deixamos bem claro no profile da casa aqui na Holanda: proibido fumar em qualquer lugar, a qualquer hora, mesmo que seja na sacada ou varanda; e não emprestamos chaves: os hóspedes tem de acompanhar nossos horários, que são bem previsíveis em geral (são dois itens que o site recomenda vc deixar claro, dentre outros: fumo, se vc adota o host out-guest out). Fizeram cara feia quando lembramos que iríamos trabalhar no sábado (conversamos antes sobre isso por email), e no final tivemos de pedir para eles irem embora um dia antes do previsto quando estavam fumando na sala (a desculpa era que estava nevando muito - verdade - e eles não tinham como ir ao parque ao lado).

Enfim... talvez tenha sido o ponto fora da curva. Tenho alguns amigos que guardam mais experiências positivas que o contrário. Alguns disseram que nossas poucas regras acabavam afastando a maioria dos surfers, mas eu tenho tolerância zero a fumaça de cigarro seja lá de que, e não ficaria tranquilo jamais em emprestar chave de casa.

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Corta e vamos para AirBnB: usei-o para alugar um flat básico em Liège (Bélgica) por 3 dias, em Zürich por 4 dias, e também em Berlin por 3 dias. Foi mais uma forma de maximizar meu orçamento para viagens de trabalho, que é fixo por dia, em lugares mais espaçosos e conhecer o sistema.

Em Liège, o flat era uma kitinet mobiliada de forma aceitável (fiel às fotos) com uma pequena micro-cozinha (sem forno, apenas microondas e fogão de indução, geladeira pequena). A única área em comum com o proprietário era o hall: percebia-se que o dono fez umas reformas para usar parte do seu apto. como aluguel. Tudo ok, exceto pelo "Wi-Fi grátis" - o sinal era fraco, a conexão caia a todo momento, mesmo no hall comum de entrada.

Em Berlin, aluguei um flat no oitavo andar de um prédio antigo, em estado de conservação razoável, em área residencial não-turística no sudeste da cidade. Tinha S-Bahn nas proximidades. As dimensões do flat eram as anunciadas. O flat era um apartamento dividido em 2, a outra unidade também era alugada. A pessoa que entregou as chaves parecia ser um secretário do dono do local, muito profissional, entregou as chaves e até um manualzinho de uma página e meia em inglês sobre manipulação do aquecedor, da água, telefone de emergência do dono etc. Havia Wi-Fi grátis, mas era preciso baixar um plugin do provedor que não se entendia direito com meu anti-vírus, em alemão. Demorou cerca de 1h com o secretário do dono no telefone até tudo funcionar.

Em Zürich, o sistema foi mais amador: a casa era de uma pessoa que a aluga quando viaja por longos períodos a trabalho (ou assim me disse), e uma senhora aposentada que é vizinha (mas fala um inglês rudimentar) supervisiona o aluguel, entrega as chaves e nada mais. Tinha uma mini-refrigerador beem pequeno para uso do hóspede (o principal tinah uma fita adesiva, como se fosse um "lacre", fechando-o), e acesso ao quarto de eu assumo ser o de hóspedes, sala e varanda. As demais dependências da casa me estavam trancadas, como acesso ao terraço.

Vale lembrar que, no meu caso, eu procurei especificamente apenas por propriedades em que o dono não iria dividir o imóvel comigo durante a estadia. Não gosto de B&B pela intimidade forçada, e jamais me adaptaria, acho, a dormir pagando no quarto de alguém na sua casa particular, e tomar café da manhã com estranhos na presença deles e família na mesa da cozinha.

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Boia, eu escrevi um comentário bem grande, acho que foi pro spam sad

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, André! Jà foi resgatado! Obrigada por avisar grin

Schnaider
SchnaiderPermalinkResponder

Sou membro do Couchsurfing desde 2008, ja recebi varias pessoas aqui na minha casa em Curitiba e em Foz do Iguacu, ate coloquei minha mae na onda. So fiquei no couch de outros 2 vezes, em 2 reveillons, 2010 em Sao Miguel dos Milagres, qndo conheci o Comandante, e nesse ano no Rio. Adoro o site, a galera (comunidade de Curitiba) e sempre organizamos umas "invasões" para outras cidades, alem de eventos locais. Todo ano rola o Encontro Nacional, ano passado foi aqui e ajudei a organizar, vieram 200 pessoas e a grande maioria ficou hospedada nos couchs disponibilizados pelos membros de Ctba, depois dizem que curitibano é fechado?!
Todo mundo me pergunta sobre segurança, se voce le o perfil da pessoa que lhe solicita couch e suas referencias sao boas, a probabilidade dessa pessoa ser um guest ruim é baixa, mas qndo vc nao se sente seguro p hospedar alguem, basta apenas dizer nao, ninguem é obrigado a nada.
Gosto muito de receber pois acho q recebendo um estrangeiro por alguns dias acabamos viajando sem sair de casa.
As regras, cada um estabelece a sua no seu perfil, como qntos dias a pessoa pode ficar, o que pode utilizar da casa, etc, o dono da casa faz as regras e cabe a ele deixa-las bem claras em seu perfil, como no AIRBNB.
Estou indo p os EUA agora em set e ficarei em couch em Washigton e na Philadelphia, como tenho um perfil bem completo e cheio de referencias consegui "Couch" super facil, gosto muito do conceito da comunidade, surfar o mundo, um sofa de cada vez!
Em NY experimentarei pela primeira vez o AIRBNB, fiz a reserva essa semana e ficarei com mais um amigo na casa de uma guria por USD 60,00 o quarto. Cadastrarei meu apt no AIRBNB p copa!
Lets Keep Couchsurfing!

Martina
MartinaPermalinkResponder

Já participo do couchsurfing há um bom tempo, tive muitas experiências legais e algumas nem tanto... Recebi 2 hóspedes que eram beeem folgadinhos, ficavam esperando o horário das refeições, sendo q nem eu faço refeições em casa... Chegavam no fim do dia mortos de fome, pedindo o que teria pro jantar. Não foi muito legal, mas depois disso comecei a ser mais cautelosa e especificar bem as regras no meu perfil. Analiso bem os perfis das pessoas para não ter problemas. Normalmente quando a pessoa é nova no site não sinto confiança para hospedar, mas sempre proponho fazer algum programa, sair para um café ou algo assim. Acho que esta é uma boa forma de introduzir a pessoa ao couchsurfing, depois disso ela vai conhecendo melhor, se adaptando, ganhando referencias.
Já me hospedei na casa de algumas pessoas, sempre foi legal. Uma coisa importante é saber respeitar o espaço de cada um as regras da casa. Se a pessoa não te oferece a cozinha para fazer as refeições, não peça. Coma fora. Não seja invasivo, vá só até onde a pessoa permitir.
Já viajei muito, e sozinha, e descobri no CS uma forma de ter sempre um amigo em qualquer lugar, nem que seja um amigo por um dia. São pessoas que te recebem de braços abertos como se já te conhecessem, pois na verdade o CS é uma comunidade onde todos partilham da mesma ideia, onde quer que vc vá. Por isso, gosto de receber pessoas de fora na minha cidade e fazer com que elas levem daqui uma experiência boa.

Rapha Aretakis

Ricardo/Bóia,

Excelente post sobre essas novas modalidades de hospedagem!

com relação ao AirBnB, o valor da compra é faturado imediatamente após a confirmação da hospedagem, mas só será liberado para o host 24 horas depois do "check-in", caso você acuse que o anuncio não condiz com o que você encontrou.
Portanto, o valor é integralmente pago a partir do momento que a pessoa que vai receber dá o OK. Para caso de arrependimento (ou cancelamento) será necessário apurar a política que cada anfitrião adota.

smile

Ricardo Freire

Está corrigido, Rapha. Mas a essência é a mesma: o sistema permite que o hóspede seja reembolsado caso reclame na chegada e suas reclamações sejam procedentes.

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Em 2005, eu me hospedei em Civitavecchia, Itália, pelo HC via uma amiga que tinha ficado no mesmo anfitrião. Só fui aceita pq era amiga dela. Fui super bem-recebida e ele fez uma pasta ótima no dia da minha chegada, me levou para uma casa de salsa (onde soube que João Paulo II havia acabado de ir para o céu e eu só entraria no Vaticano 5 anos depois rsrs). Fui ao Coliseu levada por outro, que ofereceu o passeio, numa moto possante, me senti, como é mesmo o nome do filme rsrs?

Em 2006, recebi um americano pelo HC para passear. Ele tinha 2 ingressos para as escolas de samba do Rio do 2o grupo e me perguntou se eu podia ir para explicar o que era cada coisa. Chamei um amigo baiano que nunca tinha ido (vai que....melhor ir acompanhada!), como eu. O único porém é que depois vi o que falavam do americano - o mau cheiro. Até que ele me deu abertura (que eu tinha tratado ele bem mas os brasileiros de modo geral não) e eu disse - um desodorante te cairia bem e ele é grato pela minha sinceridade até hoje!

Claudia Regina

CS e HC nunca testei, até porque viajo normalmente com o marido e ele prefere a privacidade e liberdade (e esses dois são mais ligados à socialização do que à hospedagem.)

Na última das raras vezes quando viajo sozinha, no entanto, resolvi testar o Airbnb. Fui a trabalho para São Paulo e encontrei um quarto com preço de Ibis mas muito mais interessante: um casal super receptivo, casa super bem localizada, café da manhã, internet, podia usar a cozinha, fumar (rs)... Uma experiência maravilhosa. Acredito que o bom do Airbnb é isso: por ser pago não fica aquela coisa de “favor”, você está se hospedando mesmo e pagando por isso, os dois lados tem obrigações.

É só uma experiência, mas caso aconteça de eu viajar sozinha de novo pretendo usar o Airbnb e venho contar como foi smile

Schnaider
SchnaiderPermalinkResponder

Em set experimentei o AirBnb pela primeira vez em NY, deu super certo, o apt era como o descrito. A host era super gente boa e o quarto como as fotos mostravam! Meu amigo roncava mto e eu nao conseguia dormir, invadi a sala dela e ela foi super gente boa!
Em Março/2012 ja estou com uma casa alugada em Miami, vamos em 10 amigos e o aluguel por dia de uma baita casa (piscina, academia, no canal) vai sair USD 500,00/dia! Bem interessante o site, recomendo!

Alex
AlexPermalinkResponder

Pessoal, essa questao da devolucao do valor em ate 24 horas, alguem pode explicar melhor? Basta que o apartamento nao seja condizente com o anunciado e eles devolvem seu dinheiro? Ou precisa ter algum motivo mais serio, tipo o desaparecimento do host? Estou querendo pegar um apt em paris pelo airbnb em junho e estou um pouco inseguro. Este site seria tao seguro como os demais de aluguel por temporada ( nyhabitat, por exemplo)? Se alguem puder ajudar, agradeco...

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Alex, o AirBnB é um site de intermediação entre locatários e inquilinos. Aos poucos, ele está evoluindo mais para um site de aluguel de apartamentos inteiros, vi que a proporção de anúncios de gente que aluga quarto com o morador na casa ao mesmo tempo diminui bastante.

Kristen
KristenPermalinkResponder

Considerando que o link do Airbnb consta dos posts das principais cidades aqui no VnV, posso concluir que o site recomenda o serviço? Estou fazendo pesquisa em Roma e Florença e por enquanto estou gostando do atendimento, os proprietários tem respondido rápido as minhas perguntas (com exceção de um que me ignorou), o site já traz a maioria das informações relevantes sobre o imóvel (disponibilidade, valor da diária, o que tem no imóvel etc) e tem um visual bonito. Bem diferente do VRBO e do Flipkey por exemplo onde você tem que ficar mandando mensagem para o proprietário para ter essas informações, sem falar que alguns demoram até DUAS SEMANAS para responder.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Kristen! Não podemos dar garantias sobre o serviço de terceiros, mas já soubemos de muitas experiências positivas envolvendo o AirBnB. Escolha alugar de um proprietário que tenha boas referências no site!

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Além do que a Boia disse, leve em consdieração o seguinte: site bonito e com aparÊncia profissional, por si só, não garante que o serviço seja bom e os anúncios fieis ao que vc encontrará. É uma condição necessária, mas não suficiente.

Kristen
KristenPermalinkResponder

Obrigada Bóia e André, os apartamentos que eu selecionei tem boas resenhas sim. Ontem fechei os negócios e agora é contar com a sorte. Depois que tiver me hospedado volto aqui pra dar um feedback.

Kristen
KristenPermalinkResponder

Olá, estou voltando para dizer que deu tudo certo com o Airbnb, os imóveis estavam de acordo com a descrição do site e as fotos e os proprietários foram bem atenciosos. Pretendo usar outras vezes.

Priscilla
PriscillaPermalinkResponder

Ola,
Estou quase alugando uma ape pelo airbnb para passar 13 dias em ny, que preucações posso tomar para garantir que nao haja surpresas????
Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Priscilla! Alugue de usuários que tenham resenhas positivas e a chance de dar galho serão muito pequenas.

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Olá,
Eu viajei sozinha por mais de 3 meses e usei muito diversos tipos de hospedagem: airbnb, couchsurfing, hostel, B&B...
O meu preferido é o Airbnb, seguido do CS, porque você conhece mais mesmo sobre a cultura local. O CS tem a interação maior, mas dá mais trabalho para acertar a hospedagem. Já o Airbnb tem interação, mas com uma certa formalidade (não excessiva, mas positiva, por ser tb um serviço). em ambos tive excelentes experiências e conheci muita gente bacana.
Fiz tb um texto comparativo no meu blog, espero que ajude!
http://aquioualgumlugar.com/2013/01/15/tipos-de-hospedagem/

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Ops, correção, viajei por mais de 6 meses...

soraia
soraiaPermalinkResponder

O site AIRBNB não é tão confiável assim. Aluguei um apartamento para o carnaval de 2013 no inicio de janeiro, do qual sou proprietaria. Quarenta e cinco dias depois o hospede cancelou o debito na fatura do cartão de credito. O airbnb cancelou a reserva sem me dar explicações convincentes e nem tampouco me ressarciu os 50% a que tenho direito se a reserva for cancelada. Agora tenho pouco tempo para reservar o apto, isso sem falar nas solicitações que não aceitei para respeitar o reserva anterior. Portanto fique ligado.

Sandra
SandraPermalinkResponder

Olá!!!
Alguem já usou o westside rentals em LA? Li bons e maus depoimentos sobre eles... Vou fazer um intercambio e não queria ficar só em casa de familia... Gostaria de locar um quarto em uma casa com outras pessoas da minha idade (35A). Gostei das dicas do AirBNB... Estou caçando algo lá agora!

Mayumi
MayumiPermalinkResponder

Olá!

Dessas três opções, a única que usei foi o CouchSurfing. Através da comunidade, me hospedei em Budapeste, Viena, Praga e Londres. Foram experiêncais incríveis! Gostei tanto que cheguei a fazer um post contando mais detalhes e dando dicas sobre o CS: http://www.mundodeviajante.com/2015/02/couchsurfing-e-seguro-vale-a-pena.html
Acho que todo mundo deveria experimentar!

Abraços e até os próximos posts smile

Marina
MarinaPermalinkResponder

O valor da reserva será cobrado na minha próxima fatura ou somente na fatura do mês em que eu me hospedar no local? Caso eu efetue uma reserva hoje de 2 mil reais esse valor vai estar na minha fatura de março? não tem como dividir?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marina! No AirBnB o débito do total da hospedagem é feito no momento em que o anfitrião aprova o locador.

sherin yoga pillay

Desde o começo do ano cadastrei um apto pelo airbnb, estou gostando e por enquanto esta dando certo, mesmo que a sugestão é preços baixos.
Tentei cadastrar mes passado no windu els pediram todos os documentos possiveis do imovel, proprietario, etc e enfim até passaporte . o resultado foi que eles não aprovaram porque o meu passaporte estava vencido. enfim complicado e exige dados sem logica. Sendo que o apto é no melhor local de Campinas-SP ALEM DE SER UM OTIMO PREDIO E APTO. MTO AGRADAVEL. Achei absurdo o windu

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
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