Meryl (minha crônica no Divirta-se do Estadão)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Ilustração: Daniel KondoIlustração | Daniel Kondo

Não sou de chorar em cinema. Eu sou de chorar é em show.

Já foi pior. Teve época em que, se eu não chorasse três ou quatro vezes durante um show, é porque eu não tinha gostado. Chorava até em show do Paralamas. Hoje estou mais comedido. Só me desidrato mesmo quando é Bethânia. Ou Chico.

O cinema, porém, não me toca da mesma maneira. Não consigo chorar só porque estou emocionado, cativado pela beleza. Se eu choro no cinema, é porque o filme me deixou triste demais. E antes que isso aconteça, eu fecho a torneirinha que mareja a vista. É só um filme, puxa vida. Me recuso a sofrer. E de mais a mais, lágrima respinga no óculos e prejudica a leitura das legendas.

É muito difícil o filme que consegue me pegar desarmado. A última vez que chorei no cinema foi no finzinho de “Central do Brasil”. Mas acho que ali fazia parte do script você se levantar da poltrona e dar de cara com todo o resto do cinema soluçando.

Lembro de ter chorado compulsivamente apenas uma vez. Foi há trinta anos. A culpada? Mery Streep, em “A escolha de Sofia”. Eu não sabia que a personagem ia precisar escolher entre dois filhos para salvar do campo de concentração. Estrebuchei.
Tempos depois vim a saber que a cena foi gravada num take só. Meryl não tinha condições de passar por aquilo de novo. Eu também não.

Depois disso, a cada novo papel Meryl Streep vinha diferente, até no sotaque. Parecia nunca interpretar a si mesma – até porque a gente nunca soube direito quem ela é. Como uma mulher com carisma pessoal próximo de zero pode ser uma atriz tão melhor do que qualquer outra? Talvez exatamente por isso.


Levei um susto quando ela ganhou o Oscar por “Dama de Ferro”. Não pelo prêmio, mas porque só ali percebi que era o seu primeiro Oscar desde “A Escolha de Sofia”. É como se a Academia admitisse que a Meryl Streep é tão superior, mas tão superior, que não precisa desse souvenir do Teatro Kodak na estante.

“Eu sei que nunca mais vou subir aqui”, disse a melhor atriz viva no discurso de aceitação, revelando uma calculada nesga de rancor. Em seguida, marejou o olhar. E foi então que uma lagrimazinha furtiva escapou do meu olho direito.

Leia também:

Mais crônicas no Divirta-se


55 comentários

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Eu já sou dura na queda. Vixi. Coração de pedra total. Mas confesso que quando assisti A vida é Bela fiquei emocionada...

Flavia Kaiser-Nykjær

Eu choro em tudo. Confesso que estou com os olhos cheios de lágrima agora, depois de ter lido essa crônica sad rs

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

me 2 sad

Ana Claudia
Ana ClaudiaPermalinkResponder

Riq, para variar, adorei a cronica.

Eu sou manteiga derretida master- blaster, se bobear, choro ate em propaganda.
Um dos filmes que mais desidratei foi A Duquesa. Mas a lista e' enorme...

Estou louca para assistir A dama de ferro.

Elisa
ElisaPermalinkResponder

Choro muito em filmes, por isso parei de ver filmes com animais (o ultimo foi o Marley, chorei no livro, chorei no filme, se tivesse camiseta pra comprar, eu iria chorar também).
Chorei tanto em ET (vi no cinema, era criança) que me lembro de sair da sala de exibição com a saia jeans (eram os anos 70!) coberta de pingos das lágrimas.
Chorei em "Rio"...
Eu sou um caso perdido...

Naila Soares
Naila SoaresPermalinkResponder

Outro dia mesmo estava comentando com meu filho sobre como chorei em Escolha de Sofia. Saí do cinema amparada por uma amiga e com a gola da camiseta totalmente molhada. Se eu soubesse que seria assim, teria ido ao cinema usando um babador.O filme Love Story então...o que é aquilo?
No último show do Roger Waters(Pink Floyd) na Praça Da Apoteose, chorei em coro com mais uns 20 quarentões na arquibancada. Outro dia, chorei com a propaganda do Itaú (a do pai falando que queria proteger a filhinha das agruras da vida)
Bom, pelo menos, também choro de rir. Haja Gatorade e água de coco!

Lili-CE (@lilianesonsol)

Também sou um caso perdido. Tem até lista de filmes censurados para mim. O óleo de Lorenzo o Filgueiras proibiu e pronto. Disse que eu não tinha condições de ver. Hoje nem curto ver filmes tristes. Muito sofrimento.

Valéria
ValériaPermalinkResponder

"...carisma pessoal próximo de zero", a Meryl, sério?? Coitada, não acho não, rs!

Denise Mustafa

pois eu choro pra me acabaaaaaaar no cinema. inclusive fiz isso no domingo passado. adoro!

JB
JBPermalinkResponder

Acho que só fiquei emocionado assim em show quando vi o Elvis COstello pela primeira vez.

Nos filmes já fica mais fácil me emocionar, embora isto ocorra muito de vez em quando (Cinema Paradiso é um exemplo clássico).

Agora, não consigo deixar de chorar quando canto "A Fairytale of New Work" do Pogues. Qualquer coisa audiovisual ligada a Irlanda me emociona. Vai explicar...

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Em casa, antes de derrubar a 1ª lágrima, já estão olhando mim com aquela cara de gozação ... Gente! Como eu choro!!!!!!!!
Entre as concorrentes só dava a Meryl, talvez não por este filme, mas "pelo conjunto da obra", mama mia!

val
valPermalinkResponder

não que a Meryl não mereça, por mim ganhava todo ano...mas a Viola arrasou em The Help!

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

Pois tbém chorei c/ a Viola! Aliás, a intolerância q o filme The Help retrata é de chorar, né não?

Anna Francisca

Nem passa pela minha cabeça assistir filmes com criança e animais. Tristeza total. Nem vou.

Valéria
ValériaPermalinkResponder

Pois eu fico triste mesmo é quando eu assisto a um drama e não consigo chorar...BTW,apareceu uma lágrima furtiva aqui durante a leitura da crônica! smile

Diana
DianaPermalinkResponder

Cinema Paradiso, A Escolha de Sofia, À Espera de um Milagre, Tão Forte Tão Perto, Menina de Ouro, Gran Torino, E.T., Regras da Vida, As Pontes de Madison, Adoráveis Mulheres... Ah, como eu choro, rsrsrsrs!

Clara
ClaraPermalinkResponder

Eu sou super chorona, nem dá para relatar em quais filmes chorei porque é quase rotina.

Agora, eu tinha certeza que a Meryl Streep iria sim levar esse Oscar para casa porque a atuação dela nesse filme está perfeita. Não tinha é como não ganhar! Boas atrizes de verdade não tem que ter carisma pessoal, vide a grande Fernanda Montenegro. Nada deslumbrada, pessoa normal. Da mesma forma, Meryl Streep.

CarlaZ
CarlaZPermalinkResponder

Choro muito! Cinema, seriados, televisão, uma coisa!
Mas prefiro chorar em casa, não gosto de ver filme triste no cinema, primeiro fico tentando segurar e depois aquela cara vermelha!!! E em casa se eu tiver chorando muito posso simplesmente parar de ver.

Alessandra Fiorini

Riq
Concordo com você: A Meryl é insuperável. Só para falar dos mais recentes, ela é uma mulher em "O Diabo...", outra em Mamma Mia, outra em Simplesmente Complicado. Aliás, este último, não canso de assistir no telecine, pois apesar de não ter nenhum apelo mais forte, a atuação dela é demais.
Merece, muito. E olha que eu ainda nem vi a Dama de Ferro.
E sobre chorar... qq filme que assistiomos aqui em casa, assim que começa alguma cena mais forte, todo mundo já olha imediatamente prá mim e rindo, esperando eu chorar. Dá até raiva.

Alessandra Fiorini

... E só complementando: sem querer ser chata, mas ser ator nos EUA é bem diferente do que ser ator aqui no Brasil - os caras cantam, dançam, interpretam... e não é qualquer "cantam", é cantar muito bem!
A gente vê na Broadway, (e até naquela lanchonete Ellen Star qq coisa), qualquer um que quer ser ator tem que saber fazer de tudo, os caras são bons, não é como aqui que basta ter um rosto bonito e preferencialmente um corpão para virar ator...

Sílvia Oliveira

Difícil eu chorar em cinema, com música. Me emociono (essa crônica me emocionou!), mas não me desidrato. Já "meu marido Oscar"... passo até vergonha! Sou eu que tem que avisar, "Raul, é só um filme"! Rá! :roll:

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Fico pensando que todos nós sabemos que muitos prováveis "nunca-mais faremos, iremos ,sentiremos ... " podem ser verdadeiros ;
e não há como não chorar por esta perda .

Marcie
MarciePermalinkResponder

Manteiga derretida, presente! wink

Leonardo
LeonardoPermalinkResponder

Minha estréia na choradeira: O Campeão (aquele do menininho com o pai boxeador).

Amaro - Recife

Eita!!! Acho que esse também foi minha estréia (na época tinha acento).

"Mary Lou, Joe" foi a frase do século...

Leonardo
LeonardoPermalinkResponder

Eeeeehhhh acordo ortográfico.

Cristina L.
Cristina L.PermalinkResponder

e eu, que não sabia qual era a escolha até agora e estou chorosa só de pensar em como DEVE SER o filme???

Natalie
NataliePermalinkResponder

Vou contar um segredinho pra vocês...

Eu sempre me emociono no final das apresentações de ballet, principalmente se for do Grupo Corpo. Super manteiga derretida. (Mas não contem pra ninguém, tá? razz )

Vocês já assistiram Up - Altas Aventuras? O começo nem parece filme infantil. Agora imaginam a cena: eu e o Fred chorando no trem saindo de Sevilla por conta desse filme mrgreen

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Adoro cinema, mas não e comum os filmes me fazerem chorar (mais fácil a música do filme causar esse efeito, como as trilhas de Cinema Paradiso, Regras da Vida, Forest Gump...). Agora eu choro mesmo e com LIVRO! Não vi ninguém falando, será que sou só eu??

Ana Claudia
Ana ClaudiaPermalinkResponder

Wanessa, eu choro tambem: O menino de pijama listrado, Catador de conchas, A menina que roubava livros, A cidade do sol, Cacador de pipas, e muitos, muitos outros. Em quase todos.

Aqui em casa marido e filhos se divertem com o meu chororo, hehe...

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Ana, da sua listinha, adorei O Caçador de Pipas (e chorei muuuito!). No cinema não teve o mesmo peso...

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

Leiam o The Help, então, meninas. No Brasil traduziram, em livro, para A Resposta, e em filme Historias Cruzadas. Coloquem uma caixinha de Kleenex do lado!

yara xavier
yara xavierPermalinkResponder

Eu nunca fui muito chorona. Mas tenho uma prima que, quando criança, chorava por tudo. Minha avó dizia que ela tinha o chorador perto dos olhos. Até hoje não entendo o que isso significa, mas acho engraçadp.

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Além de viagens,minha paixão é o cinema - é realmente incrível como Meryl consegue fazer musicais(Mamma Mia) e comédias(Julia e Julia) com a mesma competência de um escolha de Sofia... incrível que precisaram de 30 anos e trocentas indicações para ela ganhar novamente um oscar.
E continuando deste jeito, daqui 30 anos ela vai ter mais umas 15 indicações. Me emocionei no discurso dela também...

Já sobre choro no cinema: vivo lacrimejando, mas chorar convulsivamente nos últimos anos foram nos 'reais' Hotel Ruanda e United 93 - aqueles filmes foram catárticos!

Lívia
LíviaPermalinkResponder

Ái meu Deus, choro em todos s filmes.... lembro-me que chorei copiosamente em 'ET', naquela cena em que a bicicleta do garoto com o ET saia voando do asfalto. Saí do cinema com os olhos inchados ! Quando meu filho era pequeno, chorei em 'O Rei Leão', em Tom e Jerry, Stewart Little. Chorei até em Avatar, e por aí vai. Mas lembro perfeitamente do "A escolha de Sofia" - foi um soco no fígado. Nunca mais me esqueci daquela cena que vc relata acima. Ela na fila, com os dois filhos, e ter que escolher entre os dois. Chocante....

Mirella
MirellaPermalinkResponder

Eu choro por qualquer coisa, as vezes quando estou em casa até para o filme no meio para ir ao banheiro assoar o nariz e me recuperar um pouco. Enquanto isso o Kiko fica rindo aahahah...
Mas a Meryl é demais... adoro!

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

Pelo chororô do pessoal dá p/ ver + ou - a idade. Então me animei a citar mais 3: Amargo Regresso, com a Jane Fonda; Expresso da Meia Noite e Imensidão Azul. Fechou, bora chorar só de lembrar!

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

Me inspirei c/ a crônica do Riq e os comments. E fiquei me perguntando se algum de vcs já chorou ao chegar a algum lu-gar? Não vale a cidade natal na volta depois de muito tempo, tipo o cachorro me sorriu latindo! Estou falando chorar do nada...tenho uma amiga agnóstica, sarcástica, objetiva, etc e tal, q chorou qdo chegou nas Highlands! Eu chorei, assim, sem pensar muito, na frente do Guernica, no Reina Sofia e em São Petersburgo, durante uma apresentação de música folclórica! E vocês?

Cida L
Cida LPermalinkResponder

Chorei na minha primeira vez diante do Tejo, em Lisboa. Foi uma grande emoção estar diante do rio tão ligado à nossa história e cantado por Fernando Pessoa. Depois, chorei também qundo cheguei a Honfleur, cidade que ocupou meus sonhos de viagem desde uma reportagem lida em uma revista de moda.Alguns anos depois da reportagem, lá estava eu realizando o sonho.

Tati
TatiPermalinkResponder

Engraçado mesmo...não sou muito chorona com filmes (me emociono ou prefiro nao assistir os tristes) mas chorei qdo a barca foi se aproximando da Ilha de Itaparica na Bahia...simplesmente foi muito poético a barca se aproximando a sol iluminado a ilha e o barulho do mar...

Marcelo Jesus
Marcelo JesusPermalinkResponder

Chorei na Praça de São Marcos em Veneza, praticamente deserta, umas dez horas da noite, na primeira vez que entrei na praça (meio sem querer), na minha primeira noite na Itália na vida, debaixo de uma lua cheia, com um conjunto de cordas tocando "por una cabeza". Tirei minha mulher para dançar no meio da praça...

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

Nooossa, Marcelo, embaçou meus óculos aqui só de ler o teu post! Não conheço Veneza, mas quero uma experiência dessas de achar a praça de S Marcos meio sem querer!

val
valPermalinkResponder

ah...Veneza...não sai da minha memória um show do Elton John na Praça toda iluminada por velas...coisamaislinda!!!

Celina
CelinaPermalinkResponder

Resposta longa: chorei em Paris diante de Notre Dame, nas margens do Sena num fim de tarde, chorei no Louvre também! Choro diante de obras de arte (Amsterdam, no Van Gogh Museum, e em Londres, Natioanl Galery (como uma cadeira pode ter tanta emoção?), chorei nas montanhas em Insbruck, aquela imensidão branca... Chorei ao chegar em Veneza (essa foi campeã) depois de uma noite horrosa num trem do terror vindo de Roma, e em Lisboa de tão azul que estava o céu. E agora em Padova naquela praça cercada por um espelho dágua, e na Piazza Michelangelo diante da vista de Florença num fim de tarde, depois da Uffizi. Viajo, é para isso mesmo,para me emocionar!

RosaBsb
RosaBsbPermalinkResponder

O tour secreto do Vaticano, é impossível segurar as lágrimas!!!
Momento fantástico, inesquecível!!!

Teresa
TeresaPermalinkResponder

eu JURO que me emociono sempre com as crônicas do Riq.
Vem tão perto da gente. E e é tão competente...
Fora isso, tb me emociono com a Meryl, tb me desceu uma lagrimazinha no ultimo Oscar.
Bjs a todos.

Claudia Matoso

Adorei a crônica, Riq!
Não assisti este Oscar por conta da segundona brava pela frente, mas acho que, muito provalvelmente, me emocionaria com Meryl também.
Sou do tipo que se emociona até com Lar Doce Lar, do Luciano Huck! smile

Carmen
CarmenPermalinkResponder

Eu ao contrário de você, Ricardo, choro na maioria dos filmes. Comecei a chorar quando viu na minha casa "cineclube" filmes clássicos em preto e branco e nunca deixei de chorar. Por isso, eu seleciono muito bem qual filme para ver e com quem.... (eu admito que sou uma fraca...)

Lívia
LíviaPermalinkResponder

Maria Helena,
Chorei quando entrei na Capela Sistina... fã e curiosa da vida e obra de Michelangelo, a emoção tomou conta de mim ao pensar na dimensão e dificuldade da obra (de pé, com a cabeça voltada para trás, na urgência da execução do afresco). A comparação da finitude do homem com a eternidade de sua obra é iminente. Naquele dia agradeci a Deus por estar ali, juntamente com minha família.....

Maria Helena
Maria HelenaPermalinkResponder

Aai, Livia, como eu queria ter tido uma experiência dessas na capela Sistina! Fiquei tão furiosa c/ as dezenas de turistas sem respeito pelo local, afinal É uma capela!, q não consegui me deixar levar. Mas minha visita ao Vaticano não foi de toda "no seco": chorei na capelinha ao lado do suposto túmulo de SPedro no Scavi Tour q, se não fosse este maravilhos blog e sua blogosfera, eu nunca saberia q se podia fazer! Thanks VnV!

Liliana
LilianaPermalinkResponder

Também sou assim! rs Ano passado fui a Croácia e na balsa de Split a Hvar, quase no final da viagem, duas celistas e uma teclatista começaram a tocar. A música, o visual, o momento... o conjunto da obra foi tão lindo que chorei chorei e chorei.Minha prima que estava conosco não entendia nada. Mas era um choro feliz. E quando olhei para o lado, lá estava meu marido todo emocionado também. Nunca vou esquecer! Me emociono quando conheco lugares.Quando eles saem dos livros e vem parar diante dos meus olhos, uma coisa meio groupie quando ve seu idolo, sei la.Deslumbrada mesmo,eu sei, acho que sempre serei. Já em filmes só choro quando são histórias reais, mas é raro. Como sempre, amei a crônica!

Cristina
CristinaPermalinkResponder

ótimo saber que eu não sou a única que chora a toa. Eu chorei LENDO O Caçador de Pipas, não precisei nem ver o filme rsrs Mas no último sábado chorei no final do "Antes de Partir" aquele filme dos maravilhosos Jack Nickolson e Morgan Freeman - pela 3a VEZ!!! E me debulhei em lágrimas mas recentemente com "A corrente do bem"...Mas chorar vendo Oscar, nunca! (se bem que eu chorei em Hitch O conselheiro Amoroso...smile

Celina
CelinaPermalinkResponder

Se eu estiver num dia mais suscetível, choro em inauguração de farmácia!!
Choro de emoção em algums lugares que desejei durante muito tempo conhecer e de repente me vejo ali!Vendo, sentindo o vento,ouvindo o som de outro idioma, pisando naquele solo! Ou seja, minhas viagens tem sempre alguns pacotes de lençinhos descartáveis.
Maryl? Caramba, ela é d+! Na entrega do BAFTA (em Londres) ela teve classe até para perder o sapato enquanto subia ao palco para receber o prêmio de melhor atriz e Colin Firth chiquéeeeerrrrimo, colocou o acessório perdido à la Cinderela. Sucesso nas manchetes de todos os tablóides!

Celina
CelinaPermalinkResponder

sorry, me emocionei e cometi um pequeno engano, sorry MERYL!

Sarah
SarahPermalinkResponder

Não sou de chorar, mas consegui a proeza de me acabar vendo Star Wars. Quando Qui-Gon e a Shmi morrem, é pra acabar comigo. Não é a toa que Anakin se transforma em Darth Vader, gente.
Ah, e chorei montes lendo Precisamos Falar Sobre o Kevin, especialmente o penútlimo capítulo.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar