#Linkódromo | A viagem sentimental da Jana ao Sertão

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Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Floresta do Navio. Foto: Jeguiando

A gente fica aqui falando das grandes viagens aos cartões-postais do mundo e por vezes esquece das viagens mais bonitas que existem, e que não terão o mesmo significado para mais ninguém.

Viajar ao lugar onde passamos a infância ou sair em busca das origens da família é garantia de grandes emoções.

Em 2009, a querida Jana Calaça do Jeguiando retornou a Floresta do Navio, no sertão de Pernambuco, terra dos seus avós, onde ia quando era criança.

Floresta do Navio. Foto: JeguiandoFloresta do Navio. Foto: Jeguiando

Todas as emoções que ela sentiu nesta viagem foram revividas no lindo post que ela publicou ontem no blog. Vale a pena ler e se inspirar.


Vai pela Jana:

Memórias do sertão: fragmentos de uma viagem ao sertão pernambucano, no Jeguiando

Veja também:

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11 comentários

Karla Alves Leal

Lindo post mesmo, cheio de emoção e fotos lindas.

Beijos,
Karla
www.cariocandoporai.blogspot.com

Cláudia
CláudiaPermalinkResponder

Post emocionante, vale muito a leitura.

Juliana Afonso

Um post que vale ler e reler!!

Antonio Correa

Janaína, parabéns pelo texto e fotos. Suas descrições foram de extrema felicidade. Faltaram mais fotos das belas casas da cidade, do cemitério “Constantinopla” como batizou João Cabral de Melo Neto e do rio que passa pela cidade. Não sou “florestano ausente”, mas conheço cada esquina daquela cidade. O “orgulho florestano” é algo difícil de descrever, mas está em cada frase do seu povo. A festa de final de ano consolida esse amor, quando o “florestano ausente” retorna às suas origens. Apesar das guerras familiares, que a divide em duas, Floresta é uma cidade que me encanta e me faz retornar todos os janeiros. Parabéns e retorne mais vezes

Antonio Correa

Texto e fotos de rara felicidade. Descrições de extrema beleza. Conheço bem a região, apesar de não ser "florestano ausente". João Cabral de Melo Neto conhece a cidade e adora a arquitetura do cemitério que batizou de Constantinopla, num famoso poema.O “orgulho florestano” é algo difícil de descrever, mas está em cada frase do seu povo. A festa de final de ano consolida esse amor, quando o “florestano ausente” retorna às suas origens. Apesar das guerras familiares, que a divide em duas, Floresta é uma cidade que me encanta e me faz retornar todos os janeiros.

Janaína Calaça

Riq, agradeço de coração por compartilhar a crônica que escrevi em homenagem ao meu pai e à sua terra. Tenho muito orgulho de minhas raízes nordestinas e sertanejas (sou filha de baiana com pernambucano) e aprendi desde muito cedo a amar a terra onde se nasce. Apesar de não ter nascido em Floresta, sou conectada àquela terra através de meu pai, que, com seu riso orgulhoso, adora contar histórias de sua infância, mesmo sofrida, mesmo cheia de percalços. Escrevi essa crônica com o coração cheio de saudade e a deixei lá, para nunca esquecer de onde vim também.

Um grande e forte abraço de agradecimento,

Jana.

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Nossa, que texto lindo, Janaína...

Paula Leite
Paula LeitePermalinkResponder

Olá!
em primeiro lugar, gostaria de dizer que você faz um trabalho maravilhoso por aqui!
Estou indo na próxima sexta para Buenos Aires pela primeira vez, e já imprimi o roteiro e todas as suas dicas! Amei!
Não consegui encontrar no seu blog outro canal de comunicação, então estou indo por aqui mesmo.
Na volta de BUE, vou ter 3h30 de conexão em Curitiba e gostaria de saber se você tem alguma dica de algum lugar que eu posse visitar nesse tempo curto. Infelizmente, apesar de parecer perto, não vou conseguir ao Jdm Botanico, pq o voo chega as 16h30. =(

obrigada e parabéns!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Paula! Com três horas e meia de conexão o melhor a fazer é ficar no aeroporto mesmo. O tempo parece longo, mas não é tanto assim. Leia:
http://www.viajenaviagem.com/2012/01/intervalo-entre-voos/

Valeria
ValeriaPermalinkResponder

Fotos muito lindas. Tem razão, as vezes pensamos tanto em ver as belezas dos outros lugares que esquecemos as nossas riquezas.

Paula Leite
Paula LeitePermalinkResponder

Que pena!! Mas, nada como ouvir a voz da experiência, realmente é melhor ficar por lá mesmo. obrigada!

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