Leitora avisa: low-cost sueca Skyways fechou

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Jornal da BóiaA notícia não é nova, mas como quase pegou a Camilla Loyolla de surpresa, vale a pena ser repassada agora. A low-cost sueca Skyways Express, e sua subsidiária City Airline, tiveram falência decretada em maio e encerraram as operações.

A Camilla tinha passagem comprada para agora e só descobriu que a cia. não existia mais porque resolveu dar uma checadinha básica antes da viagem. Veja o que ela nos contou por email:

Estava com uma passagem aérea da Skyways comprada desde março para fazer o trecho Estocolmo - Halmstad, também na Suécia. Como vou viajar esta semana para Estocolmo achei prudente confirmar os voos internos, e qual não foi minha surpresa quando não consegui entrar no site da Skyways.

Enviei um email e recebi rapidamente uma resposta automática deles; embora meu sueco seja parco entendi mais ou menos que a companhia tinha falido e que os vôos todos haviam sido cancelados. Entrei em um site que constava no mesmo email (de uma empresa de advocacia) e achei a versão em inglês da carta explicativa, dizendo que eles declararam falência em maio.

Resumindo: se você comprou um bilhete Skyways, informe-se com a administradora do seu cartão de crédito para ser ressarcido!

Ah, comprei com uma diferença pequena uma nova passagem pela NextJet -- #ficaadica

Obrigado, Camilla!


Leia mais:

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5 comentários

Aclaudia
AclaudiaPermalinkResponder

A situação esta complicada para quem usa Low costs.

Em maio uma colega de trabalho foi prejudicada pela falência da boliviana Aerosur.

Agora eu fui prejudicada pela falência da Pluna.

Existe algum lugar aonde se possa ter dicas sobre as empresas com problemas?

Quando a american airlines pediu concordata eu decidi emitir continental e nao e que ela foi comprada pela United. Tremi nas bases mas deu tudo certo.

Estou cada vez mais insegura com companhias aéreas

Lucas
LucasPermalinkResponder

Não só as companhias low cost, como o mercado em geral, está um tanto quanto estremecido, por causa da relação "preço x custo".

O problema da American, por exemplo, era o tamanho da estrutura de custos e dívidas; para vocês terem uma idéia, eles tinham um sem número de diretores que não tinham absolutamente nenhuma função, como, por exemplo, "diretor de alimentação da primeira classe".

O mercado, atualmente, exige cada vez mais estruturas enxutas e, principalmente, eficientes. Quem não se adequar, está fora do jogo.

Mas devo observar que o pedido de concordata da American pode se revelar tão bom quanto foi para a Delta Airlines, que aproveitou para reestruturar suas operações e hoje é uma empresa saneada e que dá lucros aos seus acionistas em todo o setor de aviação mundial.

Uma boa fonte sobre as informações das companhias pode ser o próprio site delas, que muitas vezes disponibilizam os balanços contábeis, ou sites de notícias econômicas, como, no Brasil, o Valor ou o Brasil Econômico, e, no exterior, o NY Times e o Daily Mail.
Abraços,

jose  freitas
jose freitasPermalinkResponder

Companheiro (as) viajantes!!!
A crise é mundial - pricipalmente no chamado velho mundo , exaurido.
Fica o alerta para os que gostam de voar "low costs", nem sempre com vigor financeiro e por sua finalidade pricípua, fadadas a situações semelhantes a "Skyways Express".
Olho vivo gente.
zé freitas.

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Low cost falindo, uau, isso é novidade em tempos de crise...

A. L.
A. L.PermalinkResponder

Mais uma vítima: a Windjet, cia. low-cost italiana útil pelos seus vôos domésticos e para as ilhas mediterrâneas, foi à falência e parou de voar.

Dezenas de milhares de passageiros estão presos em aeroportos italianos sem ter como voltar (é pico de alta estação).

Saiu até na BBC: http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-19234661

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