Como usar o Bike Rio

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Bike Rio

Sucesso desde o lançamento, em outubro de 2011, o Bike Rio trouxe para o Brasil o sistema de bicicletas públicas para aluguel, nos moldes do Vélib' parisiense, que funciona desde 2007.

Confesso que nunca tentei usar essas bicicletinhas em nenhum outro lugar. Adoro caminhar e, como não-ciclista praticante, fico estressado só de me imaginar no trânsito com uma magrela, mesmo usando ciclovias. No Rio, porém, a idéia de pedalar ao longo do calçadão é irresistível. Não dava pra não testar.

Para usar o Bike Rio, você precisa de um telefone celular (de preferência, smartphone, para poder baixar o aplicativo) e de um cartão de crédito Visa, MasterCard ou Diners.

Bike Rio

Existem dois tipos de passe. O mensal, que custa R$ 10, requer cadastro no site. O passe diário, de R$ 5, não exige cadastro e pode ser feito direto pelo telefone. Em qualquer caso, o ideal é baixar o aplicativo Bike Rio na AppStore ou no Android Market.

Bike Rio

São 58 estações, a maioria na Zona Sul -- mas a rede já chegou ao Centro e a Madureira. Você localiza as estações pelo aplicativo e vê a disponibilidade de bicicletas.

Bike Rio

Bike Rio

Ao chegar à estação você acessa o aplicativo ou liga para (21) 4063-3111 ou 3005 4316. O sistema então libera uma bicicleta numa posição numerada. Se você não for rápido o suficiente para desengatar a bicicleta enquanto o sinal luminoso estiver verde, não tem problema; o sistema entende que você não retirou, então é só repetir a operação no telefone e destravar a próxima indicada.

Bike RioBike RioBike Rio

Todo passe -- seja mensal, seja diário -- dá direito a um número ilimitado de viagens de 60 minutos, com 15 minutos de intervalo entre as viagens. A bicicleta pode ser devolvida em qualquer estação. Caso você não reengate sua bicicleta numa estação em até 60 minutos depois da retirada, o sistema cobra R$ 5 por hora adicional (a conta cai no cartão que você usou para comprar o passe). Por isso preste bastante atenção se a bicicleta realmente se encaixou na barra (você vai ouvir um CLECK! e a bicicleta vai ficar presa).

Bike RioBike Rio

Bike Rio

Devolver a bike pode dar trabalho, se a estação estiver cheia. Aconteceu comigo; outros usuários já tinham ligado para a central para informar a situação, mas a carreta que regula o estoque de bikes nas estações não passou (felizmente, apareceram outros clientes para retirar bicicletas e liberar as posições).

O programa é mais interessante durante a semana, quando a ciclovia fica menos congestionada. Um ótimo roteiro panorâmico -- para quem tem fôlego -- é combinar a orla de Leblon e Ipanema com uma chegadinha à Lagoa.

E você? Costuma aproveitar essas bikes de aluguel, no Rio ou em outras cidades? Conte sua experiência, pufavô!

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43 comentários

Ernesto, o pato

A´ideia e muito boa. Mas, alguem tem que me explicar o porque ser necessário um smart fone, que é algo que nem todos tem. Acredito que deveria alguns pontos onde se pudesse fazer o cadastro pessoalmente. Estou para me cadasrar em SP, e a bicicleta pode ajudar no transito, já que não polui, e seis bicicletas ocupam o lugar de 1 carro.

Em SP faltam estacionamentos com segurança para quem tem a própira bike. Deixar na rua é temerário, mesmo com com corrente,e poucos estacionamentos aceitam bikes. Minha solução é deixar perto de alguma portaria ou de cabine da policia, ou nos Shopings que em geral tem estacionamento.

CANDIDATOS; Que tal facilirar o estacionamento das bikes, por preços razoáveis?

A. L.
A. L.PermalinkResponder

Eu sou meio que contra o uso de bicicletas em cidades grandes junto com os carros: atraplaham o trânsito, são mais sujeitas a acidentes que motos, e difíceis de visualizar para quem dirige.

Acho que bicicletas deveriam ser limitadas às ciclovias e proibidas em faixas de carros, assim como carros não podem andar sobre calçadões ou praças e pedestres não podem andar em uma auto-estrada.

Ricardo Lage
Ricardo LagePermalinkResponder

Eu também acho um absurdo essas malditas bicicletas atrapalhando o trânsito! E o pior é que o código de trânsito prevê sua utilizacão e dá preferência para elas, veja você! Não dá para aceitar isso.

Tudo culpa do PT. Por isto que voto no Serra. Ele sempre constrói mais rodovias para que eu fique cada vez mais distante desta gentalha que anda de bicicleta buscando mais qualidade de vida.

Helton Posseti

kkkkk... fina ironia. ou não tão fina assim

ailton
ailtonPermalinkResponder

tadinha da burguesinha....

Aline Albuquerque

Não gostam de se misturar!!! Coitados.

Assustada
AssustadaPermalinkResponder

Acho que vc vai bem longe do povo que busca qualidade de vida, pq pelo visto vc vai morre cedo!!

Filipe
FilipePermalinkResponder

Pooxa.. O que é que esse pessoal ai tem na cabeça? O ciclista te tanto direito de usar a via quanto qualquer outro veículo! É claro que tendo uma ciclovia, não a motivos para usar a via, mas quando não tem, a única solução é se arriscar no transito pesado e nós, condutores de automóveis é que temos que buscar respeitá-los.

Lucas
LucasPermalinkResponder

Não precisa de smartphone.. Vc pode ligar e desbloquear

Ernesto, o pato

Em tempo: Um dia vamos chegar a ser uma Portland, Oregon, com ciclovias, lugares para parar e onibus e bondes bem adaptados para levar bicicletas...

JB
JBPermalinkResponder

Riq,

Sou contumaz usuário destas bicicletas e concordo que é irresistível passear pela orla, mesmo num dia nublado.

O preço mensal é irrisório, por isso está fazendo um sucesso danado. Em Copa, durante o fim de semana, fica quase impossivel retirar uma magrela depois das 10 da manhã, até porque parte dos usuários saem direto do metrô sedentos por uma bike.

As vezes vou até a Lagoa, onde o afluxo é menor, dou uma volta inteira e deixo em algum lugar de Ipanema. Tomo um suco, aprecio a vista e depois dos 15 min pego outra bici de volta para casa. Virou meio que uma rotina de finde.

Ernesto, não é obrigatório ter smartphone, mas facilita na hora de verificar onde tem bicicletas disponíveis. .Basta ter um celular qqr, e isto todo mundo tem hj em dia.

Ernesto, o pato

JB

Depois dos esclarecimentos, eu vi... Fica para a próxima temporada no Rio, pena que a hospedagem está tão cara. Vou ter que aguardar algum trabalho.

Jacki
JackiPermalinkResponder

Somos apaixonados por bikesempre procuramos bike tours, fui ao world bike tour no rio e tal . Moramos no Rio e temos bikes nossas, mas a ciclovia deixa MUITO a desejar nos bairros do "interior" da zona sul. De Botafogo à Lagoa existem vários trechos onde ela some. Vc tá seguindo a marcação e do nada ela desaparece. Fico esperando a plaquinha com o desenho de um homenzinho com a bicicleta na cabeça rsrs Outros trechos têm árvores, buracos... enfim, É meio estressante, uma pena, já que esse trajeto, por exmeplo, é de 10 minutos em bike. Em vez disso às vezes vou de taxi. Absurdo, ne?
Espero ver o sistema e as ciclovias (lançaram um mapa essa semana) receberem mais atenção do próximo prefeito.

Jacki
JackiPermalinkResponder

Colaborando com outra sugestão de roteiro pra quem curte bike: da orla de copa até o fim do aterro. Foi o traçado do World bike Tour e nos findes o Aterro é fechado para carros, então é tranquilão andar por lá.
Querendo levar a sua bike, o metrô rio permite que se leve a magrela no finde.

Luca
LucaPermalinkResponder

Uma correção: O Aterro é fechado só aos domingos, e não durante todo o fim de semana. Aos sábados a partir das 14h e durante todo o dia de domingo é possível levar a bike de metrô, trens e carcas.

Jacki
JackiPermalinkResponder

Isso, Luca, só aos domingos, está correto.
abs,

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Essa onda de aluguel de bikes ainda não me pegou por pura preguiça. Mas recentemente fiz um tour de bike em Mendoza que foi maravilhoso.
Andar de bike é muito bom. Falta muito pouco para o empurrãozinho me tirar da inércia, rs.

Lucas
LucasPermalinkResponder

Não pegou??????????????????????????????
Vc mora no RJ? Dà um pulo na Zona sul, dá...

Karla Gê
Karla GêPermalinkResponder

Acho a ideia ótima para despoluir o trânsito e para se exercitar na orla, mas acho pouco democrático a pessoa precisar ter um smartfone ou um celular que acesse à internet. Também acho um tanto complicado essa coisa de se devolver a bike a cada 60 minutos e trocar por outra, acho que isso deveria ser estendido para 3 horas, mas no geral, a ideia é boa sim! Eu, como carioca, vou testar em breve!
beijos

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Karla! O sistema de percursos curtos praticamente sem custo e cobrança extra de horas extras é usado em todas as capitais onde há o sistema.

Não é preciso que o celular acesse a internet. Basta ligar para um dos números que estão no texto do post. O smartphone apenas possibilita que se obtenha informações e se libere a bicicleta usando o aplicativo.

Karla Gê
Karla GêPermalinkResponder

Obrigada pelos esclarecimentos, Bóia! Sabendo que o celular com acesso à internet não é necessário, fica mais fácil...
beijos

Uira
UiraPermalinkResponder

Eu tinha o hábito de usar os sistemas franceses (Vélib em Paris, VéloToulouse em Toulouse e Le Vélo em Marselha), que em geral são muito bem distribuidos e com as bikes em ótimo estado de manutenção (com exceção de Marselha, onde a manutenção deixa a desejar e faltam pontos de devolução). O preço é o principal atrativo, é quase “de graça”, em Marseille o passe anual (abonnement) custa 1 €, em Toulouse eu não me lembro mas também era muito barato, em Paris era um pouco mais caro (1,70 € por dia se não me engane).
Em termos de ciclovias e distribuição das estações, o melhor sistema é o de Toulouse, seguido do de Paris (onde é um pouco mais difícil de andar, às vezes é preciso se misturar aos carros em grandes avenidas). Em Marseille há apenas duas ou três ciclovias, no resto da cidade é necessário andar pela rua (o melhor passeio é contornar a Corniche, a avenida que contorna toda as praias a partir do Vieux Port).

Próxima Trip
Próxima TripPermalinkResponder

Já usei bikes por esse sistema em Montreal, achei excelente. Berlim é outra cidade que tem ciclovias bem planejadas e integradas com todo o sistema de trânsito da cidade. Esperamos que algum dia todas as grandes cidades brasileiras possam dar mais espaço às bicicletas como meio de transporte e lazer.

Clarisse Nunes

Já tinha pedalado por Amsterdam que para mim é a melhor cidade européia nesse quesito mas nunca tinha me animado em Paris. Em maio deste ano eu estava por lá com a minha filha a tarde estava linda e ensolarada e resolvemos pegar umas bikes na estação próxima ao Petit Palais. Na hora que fomos retirar as bikes percebi que estava sem o meu cartão de crédito mas como o VTM estava na mão resolvemos tentar. A maquininha aceitou, liberou as bikes e lá partimos as duas felizes curtindo a tarde parisiense. Repetimos a operação mais uma vez. No outro dia veio a surpresa: Fui checar o saldo do VTM e constatei que havia sido debitado €600 referentes a caução de 4 bikes. O valor foi extornado 3 semanas depois mas ficou a lição: nunca pegar bikes com cartão de débito, tem que ser crédito pois ai a caução não chega a ser cobrada.

A. L.
A. L.PermalinkResponder

Clarissa, esse é um problema recorrente na França com cartões de débito. Acontece com o uso dos mesmos em máquinas automáticas de postos de gasolina e até em certos lockers... eles debitam um valor alto que só é estornado dias depois (embora sempre seja devolvido)

Renata Queiroga-Tempere sua Viagem

Aqui em Recife começou a funcionar o mesmo sistema com as mesmas bikes laranjas. Porém, restrito ao centro e ainda com poucas estações.

Fabio NG
Fabio NGPermalinkResponder

Em São Paulo o sistema é ligeiramente diferente: o tempo máximo de uso é de 30min, e o passe exige um pagamento único de R$ 10 -- um lançamento apenas para validar seu cartão e habilitar o uso.

Testei duas vezes, uma como "transporte" e outra para "passeio", cumprindo meu dever cívico de pedalar na ciclofaixa da Paulista em homenagem ao Dia Mundial Sem Carros.

Funciona maravilhosamente bem e a abrangência tem aumentado rapidamente -- embora estranhe que a região central da cidade esteja de fora dos planos das futuras estações.

Naila Soares
Naila SoaresPermalinkResponder

Acho essas bicicletas o máximo! Meu filho usa direto aqui no Rio.
Só tenho raiva mesmo é daquelas bicicletas elétricas. Um dia, quase fui atropelada..

Paulo Torres
Paulo TorresPermalinkResponder

Pedalei em Londres nas bicicletas do Barclay's Cycle Hire. As bicicletas são confortáveis para pessoas de qualquer altura (tenho 1,90m e não tive que ficar curvado) e o sistema é muito fácil de usar.

Acho que é a melhor forma de locomoção nas regiões turísticas de Londres. O trânsito de carros na região central é bastante restrito, há farta sinalização, com abundância de faixas preferenciais para bicicletas, e os motoristas de ônibus respeitam os ciclistas. Para quem estiver inseguro quanto ao trânsito, pode-se pedalar dentro dos parques, nos caminhos sinalizados. Depois de meia hora pelo Hyde Park, devolvi a bike e retirei outra já mais seguro para encarar as ruas. smile

Paulo Torres
Paulo TorresPermalinkResponder

Ah, um probleminha no funcionamento das bicicletas de Londres: vc coloca o cartão de crédito na máquina, e imprime um código, que deve ser digitado para retirar a bicicleta. Mas em um final de domingo, muitas máquinas na região da Oxford Street estavam sem o papel para imprimir o código, passei por várias "docking stations" sem conseguir retirar uma bike. (Em dias de semana, não tive esse problema, deve ser a demanda mais alta em um domingo de sol combinada com a folga do pessoal da manutenção...)

Já o aplicativo para smartphones do Barclays Cycle Hire é excelente. E no site do Transport For London, há disponíveis mapas ciclísticos de diversas regiões da cidade: http://www.tfl.gov.uk/roadusers/cycling/11598.aspx (Em PDF, ou em papel, que enviam gratuitamente para a Inglaterra - não sei se enviam opara o Brasil.)

Lili-CE (@lilianesonsol)

Aconteceu comigo!

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Em SP é mais caro! A primeira meia hora é gratis, mas depois é 5 reais a cada 30 minutos... mais os 10 reais do cadastro. Mesmo assim uso bastante pra trajetos curtos, é sensacional! E o app e smartphone nao são tão necessários, dá pra retirar a bicicleta com uma ligação local para a central de atendimento, inclusive eles informam se o posto onde vc vai deixar a bicicleta tem vagas disponíveis.

Ernesto, o pato

Este é o problema do bike de SP. E mais caro do que o onibus, e há poucas ciclovias. A questão da isenção da tarifa, a meu ver, deveria ser ampliada para uma hora.

E, os "bichos de onibus" deveriam ser adestrados como seus colegas ingleses para respeitar as biks. Aqui já fui fechado varias vezes, enquanto que em Londres bikes e onibus compartilham a mesma faixa com respeito total dos motoristas.

Roberta Mendes

Olá Ricardo Freire, tudo bem?
Acompanho sempre suas matérias pelo mundo e adoro!
Nessa eu não poderia deixar de comentar. Moro em Montréal, Canadá, onde tem um serviço de bicicletas (BIXI) parecido com o do Rio e que funciona muito bem. Eu não imaginava que isso fosse emplacar no Rio mas fico muito feliz em saber que as pessoas estam procurando novos meios de transporte e pensando no meio ambiente. Países desenvolvidos devem proporcionar isso, meios de transportes econômicos, ecológicos e que ainda proporcionam o bem estar físico e psicólogico do cidadão.
A maneira de fazer o cadastro, penso eu, foi copiado de outras cidades do mundo, como Vancouver, São Francisco, Paris, entre outras, o que proporciona um meio seguro e eficaz de fazer o cadastro.
É isso ai, o Rio está de parabéns!
"País desenvolvido é aquele onde os ricos andam de transporte público e os pobres andam de carro".
Abraço, Roberta.

Victor Hugo
Victor HugoPermalinkResponder

Lembro de alugar a bike pra curtir o dia em Colônia, no Uruguai... O melhor foi conversar sobre Roberto Carlos com o casal dono da loja de aluguel... O cara era apaixonado pelo rei... assoviava RC enqto fechávamos o aluguel com a esposa...

Fabiana
FabianaPermalinkResponder

Oi pessoal, recentemente aluguei uma bike em Paris e confesso que não achei as regras claras quando a retirei. Pensei que custava 1,70 a diária e não entendia porque via tanto francês correndo, com pressa. Depois entendi que os primeiros 30 minutos são grátis, se vc devolver a bike e pegar outra. Se ficar por mais de 30 minutos até uma hora são 2 euros e depois a cada meia hora acresce substancialmente o valor. Ou seja, a bike é para deslocamento e não para passeio panorâmico como fiz. A brincadeira custou caro principalmente porque estavamos em 4 pessoas. Mas valeu a lição! Se alugarem lembrem que o princípio é a rotatividade de bicicletas.

Adelaide Veiga

Achei o sistema implantado no Rio de Janeiro muito bom. Da primeira vez que foi implantado todas as bicicletas foram extraviadas e não funcionou. Depois com a reformulação, o patrocínio do Itau que as colocaram na cor laranja, o modelo adequado tanto para homens quanto para mulheres ficou excelente. Acho muito democrático também o limite de uma hora de uso. Os meus filhos, embora tenham bicicleta em casa preferem usar as laranjinhas, não se preocupam com estacionamento, roubo e conseguem locomoverem-se muito bem entre os bairros da zonz sul.

Rafael
RafaelPermalinkResponder

Essa iniciativa é demais, tomara que pegue aqui no Brasil em todas as cidades.

Na Europa tive a oportunidade de ver as cidades com este tipo de bike e é muito bom, em vários casos sendo até melhor alternativa que o transporte público.

Sonho meu é um dia aqui no Brasil este tipo de iniciativa ser muito difundida - iria usar direto se minha cidade (Floripa) tivesse algo assim.

Abs.,

Armando Fernandes de Sousa

Precisava saber o custo de 10 postos para alugar bicicletas, colocados no local e a funcionar, projeto em estudo para a cidade de Braga/Portugal.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Armando! Somos um site de viagens. Não temos essa informação!

Regionaldo Porangaba

Eu utilizei no Rio e tive algumas dores de cabeça, as estações cheias de bicicletas e não conseguia retirar perdia 30min pra consegui pegar uma bike e fora as vezes que eu desisti. Em Maio estou lá e vou se molhorou rsrsrs

Claudia Zanatta

Estive no Rio nas Olimpiadas e peguei duas bikes.
Voltei pra São Paulo e 4 dias depois entrou uma compra no meu cartão no Rio.
Resumo, clonaram o meu cartão quando peguei as bikes.

Marcelo
MarceloPermalinkResponder

Aluguei duas bicicletas no valor de R$ 5,00 cada, e paguei no cartão. Pouco tempo depois foi debitado R$ 600,00 no meu cartão. Fui roubado. Pura secagem.

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