Bomba: cartões pré-pagos, saques internacionais e travelers agora pagam IOF de 6,38%; só dinheiro vivo continua com IOF de 0,38%

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

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290 comentários

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Fecota
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Gostaria de confirmar se na data de hoje continua a valer que o IOF que incide sobre cartões de crédito, cartões pré-pagos (tipo Visa Travel Money, MasterCard Cash Passport e American Express Global Travel), saques de conta corrente realizados em caixas automáticos no exterior e compras internacionais realizadas na função débito do cartão múltiplo e também aos travelers cheques é de 6,38%. E que o IOF de 0,38% será mantido apenas sobre a compra de moeda em espécie em território nacional, antes de viajar. Obrigada.

A Bóia
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Olá, Fecota! Os tributos continuam valendo.

Alexandre
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Primeiramente, gostaria de parabenizar todas as pessoas envolvidas com o blog, pela valiosa ajuda fornecida a todos os viajantes. Gostaria de dicas e sugestões que me ajudem a tomar a melhor decisão na minha viagem. Passarei 30 dias na Escandinávia no próximo inverno, sendo 3 dias em Copenhagen, 2 dias em Oslo, 2 dias em Estocolmo os 23 dias restantes em Lulea, na Suécia, onde ficarei na casa de uma amiga.
1 - Vejo que existe muita divergência de opiniões na internet sobre o uso do cartão de crédito/débito/vtm após o aumento do IOF. Até encontrar este post, meus planos eram os seguintes:

a) levar a maior parte em real mesmo e trocar por coroas suecas diretamente lá (pensei em tomar essa decisão porque: minha amiga em Lulea confirmou que seria fácil trocar real na Suécia; deixarei o dinheiro guardado na casa dela assim que eu chegar na Escandinávia, logo não precisarei circular com grandes quantias; e consultando os sites de casas de câmbio na Suécia como x-change, forex bank e 24hourmoney, vi que as cotações eram idênticas e no mesmo valor que a cotação da coroa sueca aqui no RJ - com 1 coroa sueca (SEK) a R$ 0,37.

b) Comprar alguns euros aqui no RJ, para os dias em que estarei na Dinamarca e na Noruega, onde faria a troca pelas moedas locais (já que não sei se nesses países também é fácil trocar real)

c) Cartão do banco nas funções crédito e débito habilitado para uso no exterior, mas essa seria apenas uma opção secundária e emergencial, pois não imaginava fazer a maior partes dos gastos dessa maneira.

Mas depois de ler muita coisa aqui, não sei se levar a maior parte da grana em real seria a melhor escolha. Fico com receio de que as cotações que vi no site das casas de câmbio não sejam as mesmas das lojas físicas. Já li algo a respeito.

Por outro lado, será que a cotação para o cartão de crédito/débito (no meu caso do BB) seria mesmo mais vantajosa que a cotação do real obtida em uma casa de câmbio na Suécia? E ainda tem o fato de que em compras na função crédito/débito ou saque no exterior haveria duas conversões pelo Banco, da moeda local para dólar e depois para real, o que denota, aparentemente, alguma desvantagem. Essas questões que me deixam com pé em concentrar maior parte dos gastos no cartão, mas com certeza aceito sugestões em contrário.

Também fico pensando se não deveria levar aqui do Brasil a maior parte em euro em vez de real, mas aí nesse caso eu teria de fazer duas operações (real para euro aqui, e euro para coroa lá), o que, segundo pesquisei, não é recomendado.

Enfim, desculpe por me estender, mas são muitas dúvidas. Espero que você possa me dar algum norte a seguir, considerando as características da minha viagem.

Agradeço muitíssimo! Um abraço!

A Bóia
A BóiaPermalink

Olá, Alexandre! Se você tem um cartão de crédito que dê milhas, esta é a opção mais interessante para despesas no exterior, junto com o papel-moeda. Reais por lá ou coroas suecas por aqui não terão boa cotação.

Diego
DiegoPermalink

A opção que, hoje, parece a mais econômica é mesmo sacar no Brasil.

Para evitar o risco de ser roubado/furtado, uma boa opção é, ao chegar ao destino, adquirir um cartão pré-pago (tipo esses que, hoje em dia, dá pra comprar nos supermercados aqui no Brasil, emitidos pela Master) e ali depositar a moeda estrangeira. Não há comissão, apenas uma quantia pela compra do plástico (aqui no Brasil, por ex., R$ 14,90) e mais uma pequena comissão por saque.

De minha parte, contudo, continuo sacando de minha conta Santander. Como a cotação é muito próxima à comercial, acaba que estou perdendo um "ágio" de 6,38%, não muito superior à da compra de dinheiro em espécie (pelo menos 4-5%) e igual ou inferior a qualquer cartão de crédito, uma vez que a maioria dos bancos usa cotações bem superiores à do dólar comercial para seus cartões de crédito (incluindo o Santander).