#Linkódromo | Guatemala: na trilha do José Miguel

Natalie Soares
por Natalie Soares

Tikal, Guatemala

Foto: Pedro Szekely(CC BY 2.0)

Geralmente, a primeira incursão dos turistas brasileiros ao mundo pré-colombiano é conhecendo Machu Picchu ou as ruínas Maias em Tulum. Mas, se o bicho da curiosidade por essas culturas tão diferentes e já extintas te picar, não se preocupe, entre o Peru e o México há muitos destinos com fortes apelos arqueológicos para te conquistar grin

Ao começar a pesquisa sobre essas rotas, você certamente chegará à quase intocada Guatemala, país diferente, pouco explorado e que guarda tesouros incríveis do mundo Maia, bem como belos lagos, selvas fechadas e vilarejos históricos.

Pensando nisso, a série do José Miguel, mais conhecido como Sele, vem em boa hora. Autor do blog de viagens El Ricón de Sele (em espanhol), ele passou uma temporada deste ano viajando pela Guatemala e começou, recentemente, a publicar os relatos dessa viagem tão interessante. Seus textos são um ótimo ponto de partida para quem quer viajar por esse trecho da América Central e se aprofundar mais na história e nas civilizações pré-colombianas.

Vai pelo Sele:

De ruta en Quetzaltenango, la Guatemala de sangre caliente

El castillo de San Felipe de Lara, un fortín antipiratas en Guatemala

La magia del Lago Atitlán, el espejo de Guatemala

Para acompanhar os próximos artigos sobre a viagem, acesse o blog El Ricón de Sele.

E você? Já foi para a Guatemala? Suas dicas também são muito bem-vindas na nossa caixa de comentários.

11 comentários

JB
JBPermalinkResponder

Realmente a Guatemala é um país fantástico.
Tem alguns relatos sobre Guatemala, Honduras e Panamá no Descobrimento da América+.

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Estive na Guatemala no século passado. Gostei muito do país, mas não deu para ir à Tikal! sad

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Sou supeito, já estive 4 vezes na Guatemala e adotei nos últimos 2 anos Antigua como ponto para uma semana de 'veraneio' anual. A cidade tem uma história rica, bons hotéis e restaurantes, um povo muito cordial e além de tudo é extremamente fotogênica. Os pontos turísticos principais do país (Antigua, Lago Atitlan, Tikal e Chichicastenango) tem uma estrutura muito boa que em nada faz lembrar a noção de turismo 'muito exótico' que faz parte do imaginário das pessoas quando eu digo que vou para lá. Enfim, um destino que poderia ser bem melhor explorado pelos brasileiros.

Karine
KarinePermalinkResponder

Estive na Guatemala em 2011 e foi ótimo. Alugamos um carro e fomos a Antigua (linda), Lago Atitlan (lindo!), as ruínas de Copan (que é em Honduras, na fronteira com Guatemala), Rio Dulce (que tem um passeio de barco até o mar do caribe que é bem bonito e onde fica o castelinho antipiratas) e Tikal que é muito bem organizado, bonito e para quem gosta de emoção é só subir as escadas do templo V.

Rafael Carvalho

Aiiiii quero muito conhecer! grin

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Eu quero voltar...sempre!

Luciano
LucianoPermalinkResponder

A Antigua é a melhor cidade para ser a base de quem vai para Guatemala, de lá dá para fazer um bate e volta na capital para conhecer o museu e a região mais legal que se não me engano cham-se zona 10. Outros bate e voltas são: ir a Chichicastenago num dos dias de mercado, ruínas de Copán em Honduras e até mesmo Tikal (este último em aéreo). Sempre ficamos na Posada del Angel, tem uma localização perto o suficiente do centrão para ir a pé e distante o suficiente da muvuca para obter sossego. Trata-se de hotel boutique com arquitetura e decoração colonial de bom gosto, somente 7 habitações e uma equipe de funcionários coordenadas pelo gerente Aníbal que nos dá uma atenção personalizada e amável que até hoje só tivemos semelhante em um hotel da rede Aman (na Indonésia e com um dígito a mais na diária).

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Nossos Restaurantes em Antigua (OBS não consumo álcool, portanto não posso falar sobre as cartas de vinho):
Panza Verde - um dos restaurantes mais famosos do país, o chef tem uma formação internacional e o cardápio faz um mix entre comidas guatemaltecas, tailandesa e internacional.
Hotel Casa santo Domingo: as áreas comuns do hotel merecem um passeio e o restaurante tem um serviço mais refinado, lá eu comi o melhor ravioli da minha vida.
Café Mediterrâneo (Italiano): o dono, Francesco, é um Italiano que explica pessoalmente os pratos que mudam todo dia conforme a sua seleção de produtos. Frequentemente no som ambiente rola MPB de boa qualidade.
Como-Como (Franco-Belga): outro bom restaurante internacional.
El Sabor del Tiempo: um armazén de secos e molhados do início do século passado que foi transformado em enoteca (é esse o nome?) e restaurante.
Café Condessa: na plaza principal, bons sucos e uma opção para uma salada ou sandwiche.
Café Barista: Um Satbucks Guatemalteco com o diferencial de ter Café Guatemalteco (uma das preciosidades do país).

Rafael Pimenta

Estive na Guatemala em Novembro de 2014 e o que posso dizer é, não é um destino para qualquer tipo de pessoa. Se você é daqueles, que não abrem mão de lojas de marcas e destinos da moda, mude já o seu pacote. A Guatemala é um país para lá de interessante, mas é preciso ter a mente aberta e o interesse por história, artesanato, paisagens e culturas diferentes. A capital Guatemala City, não é tão interessante, fiz um meio city tour em um dia e fui direto para Antígua, que fica próxima da capital e é super charmosa... oferece um pouco de tudo o que o turista precisa, além de um importante legado histórico. Lá se percebe mais a influência colonia herdada pelos espanhois e, não tanto a cultura maia, como nas cidades de Chichicastenago e Panajachel, nos arredores do Lago Atilán, que é lindo. Os indígenas fazem parte de cerca de 50% da população do país e percebe-se uma mistura da influência maia, com a católica, sendo a primeira, mais forte e latente, seja nos trajes, nos traços físicos, na religião e no idioma . A pobreza e a desigualdade social por lá é grande, mas eles são sempre gentis e sorridentes. Vulcões formam as paisagens lindíssimas, que permeiam praticamente todo o país...Se você é aventureiro pode fazer um tour até a base do vulcão Pacaya, que fica próximo de Antígua e está adormecido, mas de vez em quando dá o ar da graça, dando um espetáculo á parte. O caminho até lá é puxado, mas existe a opção de pegar carona em cavalos oferecidos por locais, que acompanham os esbaforidos turistas, ao custo de 10 dólares. Outro passeio imperdível é seguir até o norte do páis até o parque Nacional de Tikal, onde pírâmides de grandes dimensões revelam uma antiga cidade maia, no meio de uma floresta tropical. Enfim, a Guatemala é um país autêntico, interessante e rico em tradições e paisagens. Boa viagem!

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Rafael, você consegui sintetizar melhor que eu as principais dicas e foi muito feliz no alerta que não é um destino para compras de shoping e outlets. Entretanto, se o objetivo principal do viajante não for este, fica sugestão de ir pelo Panamá e fazer um Pit Stop para compras (sem a diversidade e os preços do EUA mas bem mais barato que o Brasil). Outra possibilidade é terminar a viagem em Cancun ou Riviera Maia, já que praia é outra paixão dos brasileiros. Por fim, Antigua fica nos trópicos mas no 'altiplano', ou seja temperatura entre 20 e 25 graus de dia e pouco menos de vinte à noite (o ano todo).

Márcia Ramos
Márcia RamosPermalinkResponder

Fiz uma grande parte da Rota Maia em janeiro de 2015. Foi uma das melhores aventuras solo dentre outras que fiz. Entre sul do México, Guatemala e Honduras, encantou-me o país onde há a maior população de descendentes maias. Vale a pena conhecer Antígua, Tikal e Lago Atitlan. Cheguei em Guatemala atravessando a fronteira com o México, pelo Rio Usumacinta(quem quise pode conferirhttp://caminhosdeviajante.blogspot.com.br/2015/01/do-mexico-guatemala-pelo-rio-usumacinta.html .

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar