#Linkódromo | Norte da Argentina em pique de aventura

Natalie Soares
por Natalie Soares

dicas e roteiros de viagem pelo norte da argentina

Fotos | Elio e Carla do Expedição Andando por aí

A região norte da Argentina rende ótimos roteiros para quem procura atividades ao ar livre, uma dose extra de aventura off-road, contatos com culturas distintas -- e, de quebra, degustar vinhos produzidos localmente.

É mais uma ótima alternativa para quem quer aproveitar o câmbio favorável e turbinar sua viagem pela Argentina para além de Buenos Aires, Bariloche, Mendoza e a Patagônia. Por exemplo: as cidades/províncias de Salta, San Salvador de Jujuy e Catamarca funcionam muito bem para quem quer combinar com o Atacama no Chile.

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Entre os passeios mais bacanas do Norte argentino estão o salar Salinas Grandes e Cerro de Las Siete Colores em Purmamarca, os vinhedos em Cafayate, o canyon Quebrada del Rio de Las Conchas -- no caminho entre Cafayate e Salta -- e as lagunas de Ojos del Mar em Tolar Grande.

Para quem pensa em pôr esta região da Argentina no seu mapa, selecionamos ótimos posts sobre as cidades e os passeios, que certamente vão ajudar no seu planejamento.

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Ah! E dicas de quem já visitou o Norte da Argentina são sempre muito, muito bem-vindas wink

Informações Gerais

Dicas de Salta e Jujuy, no Aquí me quedo

Regiões

Jujuy

Jujuy: Lagoas de Yala e Termas de Reyes, no Aquí me quedo

Catamarca

Laguna Blanca e Ruínas Shincal, no Expedição Andando por aí

Salar de Antofalla em Catamarca, no Expedição Andando por aí

Piedra Pomez e Antofagasta de la Sierra, no Expedição Andando por aí

La Rioja

Laguna Brava, no Expedição Andando por aí

Salta

Salta: Espinhos ou Precipício?, no Mil Dias por Toda América

Salta: Tren a las Nubes y Salinas, no Mil Dias por Toda América

Passeando em Salta, no Mil Dias por Toda América

Um passeio por Salta, no 4 Pies

Como ir do Atacama até Salta, no 4 Pies

Cafayate

Cafayate, uma ode às mil belezas das pedras, no Dondeando por aí

Ruínas Quilmes, no Mil Dias por Toda América

Os Quilmes e as Termas, no Mil Dias por Toda América

Flechas e Conchas, no Mil Dias por Toda América

Cavalos, Flechas e Conchas, no Mil Dias por Toda América

Humahuaca

Quebrada de Humahuaca, no Andando por aí

Passeio pela Quebrada de Humahuaca, no Mil Dias por Toda América

Humahuaca: Ruínas de Pucara, no Mil Dias por Toda América

Purmamarca

Purmamarca e Corritentes, no Andando por aí

Purmamarca e Susques: cada vez mais perto, no Mil Dias por Toda América

Dicas de Salta e Jujuy - Purmamarca e Salinas Grandes, no Aquí me quedo

Talampaya

Os Canyons de Talampaya, no Mil Dias por Toda América

Parque Talampaya, no Expedição Andando por aí

Em breve, relatos da viagem recente do pessoal do 360 Meridianos.

Leia também:

14 comentários

José Luiz
José LuizPermalinkResponder

Vale lembrar além do Parque Nacional Talampaya o outro que faz dobradinha na região que é o Parque Nacional Ischigualasto (também conhecido como Vale da Lua)

Meu blog tá meio abandonado mas eu fiz um relato de viagem que fiz nessa região no fórum do Mochileiros... para quem quiser, o link é http://www.mochileiros.com/mochilao-2012-santiago-mendoza-cafayate-salta-quebrada-de-humahuaca-atacama-e-salar-de-uyuni-t77014.html

José
JoséPermalinkResponder

A região é muito linda, muito diferente do sul e difícil de comparar. Tudo vai depender do conjunto de experiências que o indivíduo tiver. No meu caso, fiz os Vales Calchaquíes entre Tucuman e Salta, depois fiz a Quebrada de Humahuaca e cruzei para San Pedro de Atacama. Tudo de ônibus. Estive lá em um dezembro perdido na lembrança, quando as estradas para os vales não eram asfaltadas, quando não havia celulares ou GPS. Havia visto uma foto de Purmamarca e de Los Quilmes e decidi que iria de férias para lá. Não sabia nada e fui decidindo pelo caminho. Lá fiquei sabendo que de novembro a março é época de chuvas. Fiquei ilhado em Humahuaca e até hoje não sei como saí de lá, pois a estrada que enfrentei, de carona, não existia em vários trechos. Em Salta, fiquei aguardando vários dias para cruzar para o Chile, por causa de enchentes. Viajava de ônibus. Não lembro qual o caminho usamos para cruzar para o Chile, apenas sei que no meio do caminho, uma senhora passou mal com a altitude e precisamos parar. Nesse ponto havia uma placa, Paso de Jama à direita, e tomamos à esquerda. No final, a travessia de Salta para San Pedro que deveria levar 8 horas, levou 24h devido ao estado do caminho. Assim, olho na meteorologia para aproveitar o melhor da região.

Marcia Palhares

Esta na wish list Salta e Jujuy, além do Atacama, claro!

Silvia Andrade

Fiz vindo do Atacama, indo para Mendoza (e depois Santiago novamente para devolver o carro). Pelo Paso de Jama, atravessamos o deserto de altitude (mais de 4.000m) e ficamos perto dos cumes com neve (Licancabur). A estrada é boa mas não tem nenhum apoio (levar água e agasalhos no caso de uma emergência). Logo depois de cruzar um lindo salar (fotos maravilhosas), existe uma descida muito íngreme e sinuosa para se chegar na primeira cidade e que fizemos ao anoitecer... passei um medo... Dormimos em Purmamarca e durante o dia pudemos ver a beleza do Cerro Sete Colores e a feirinha na praça com muitos tecidos indígenas bolivianos (mais dezenas de fotos). Mais adiante paramos em Termas de Reyes num hotel dos anos 30 (foi um cassino e depois Evita Peron transformou em abrigo para crianças). O local é simples, mas o banho de piscina com aguas termais muito quentes é imperdível. Para quem for rodar de carro entre as cidades do norte argentino, aconselho tomar bastante cuidado pois a conservação não é das melhores (pelo menos não era em 2009 e acho que pelo andar da carruagem não deve ter melhorado), e existem muitas tráfego de bicicletas, motos e carros caído aos pedaços. Para amantes de fotografia (como nós) garanto oportunidades únicas de registros seja de alpacas (da família da lhama, aliás cuidado, pois elas atravessam a pista em bandos e sem aviso) ou de um simples kardom (aquele cactus tradicional de filme de faroeste, que me disseram estar em extinção pois serve para construção, artesanato e até de lenha). Volto sem dúvida e vou ficar na Quebrada de Huemaca, que não pude explorar por falta de tempo.

Gustavo- Viajar e Pensar

Oi Bóia

Faltaram os dois post que fiz com enviado do VnV para a região:

https://www.viajenaviagem.com/2012/07/rota-vinho-salta-cafayate
e
https://www.viajenaviagem.com/2012/07/salta-argentina-offroad-dicas/

Ficou bom os relatos e o compilamento das dicas.
@GusBelli

Carla Nogueira

Obrigada por divulgar Boinha.
Muito feliz!
[]'s

Romulo
RomuloPermalinkResponder

Que ótima publicação! Tudo que eu precisava pra inserir o norte da Argentina no meu mochilão, pois esta região é a que menos tem informação de tudo o que planejo.
Me resta a DÚVIDA de qual melhor forma fazer, se cruzar pro Chile pelo meio da tal "Reserva de los Flamincos" ou por "Catua" ou alí perto de "Tolar Grande". Se alguém tiver feito algum desses e puder me responder agradeço. Obrigado

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Romulo! Vamos compartilhar sua pergunta no Perguntódromo. Havendo resposta, aparecerá aqui.

Neftalí
NeftalíPermalinkResponder

Oi Romulo. O Paso Jama (Ruta 27 no Chile, Ruta 52 na Argentina), que no lado chileno passa pela Reserva Nacional Los Flamencos, é o caminho principal entre o norte argentino e o chileno. Está asfaltado, sobe até 4.200 metros e funciona o ano inteiro, de 8 as 23 horas. A Ruta 27 chega a passar a 100 metros da Bolivia.
www.pasosfronterizos.gov.cl/complejos_pais.html
Há ônibus regulares que fazem a rota Salta-San Pedro de Atacama-Calama. Grande abraço!

eva
evaPermalinkResponder

Oi Romulo,
Atravessei pelo Paso Jama e, além de lindo, tem boa conservação. Não conheci os outros, mas me informaram que têm piores condiçoes. Fui pela 9, passando por Quiaca e voltei pela 27.

Regina H Fontanelli

Fiz de carro, primeiro o norte da Argentina, e depois de Purmamarca a São Pedro Atacama, pelo passo de Jama. Estrada ótima só asfalto, lindíssima paisagem. Na volta inventei de vir de São Pedro para salta, passando por Santo Antônio de los cobres. Peguei uma estrada alternativa, indicada tb pelo Google. Mas nesta estrada, não tinha absolutamente nada de apoio, nem ninguém, nem um carro indo ou vindo.. passava por um salár, acho q o salár grande!
Muitos buracos.. deu medo... mas enfim, passamos! E de San Antonio los cobres até Salta a estrada é belíssima

Juliana Doneda

Tenho uma roteiro de carro pelo Norte da Argentina! Salta, Cafayate, Purmamarca, Tilcara, Salinas Grandes, San Antônio de Los Cobres e Córdoba.
www.viajandocomjuliana.blogspot.com.br

Monica e Anderson

Fizemos esta rota em 7 dias, alternativa cheia de cultura,arte,paisagens deslumbrantes e muiro surpreendente, através de Jujuy,.Após chegamos no terceiro dia em Purmamarca,local de muita história e belezas naturais,onde a maravilha do Cerro Sete Colores,nos abencouo durante dois dias.Feirinha e noite com musicas típicas e um vinho foi o complemento perfeito.Cafayate e sua história com belas vinicolas e comidas regionais na praca,show.No caminho a bela estradas e seus visuais de montanhas e cores...Em Salta dois ultimos dias,fecha com a historia deste povo,que mesmo cidade grande, preserva todas as suas origens, inclusive de independencia.Tudo o roteiro foi realizado pela operadora do norte argentino >UMA TOUR.

Carla Dias
Carla DiasPermalinkResponder

Oi pessoal. Nas duas últimas semanas de 06/18 fizemos o seguinte roteiro:
Porto Alegre - Corrientes - Salta - Purmamarca - Passo de Jama - San Pedro de Atacama - San Antônio de los Cobres - Salta - Cafayate - volta para Porto Alegre.
Fomos carro nomal (mini SUV). Tudo certo, só pegamos passeio para ir até os Geisers de Tatio no Atacama. O resto fizemos com nosso carro mesmo.
Tem uns 40 km no meio do Chaco Argentino que a estrada está horrível mas no mais todas boas, mesmo as de rípio.
O que eu queria colocar aqui é que ficamos com uma ótima impressão da polícia Argentina. Muito presentes e todas as vezes que nos pararam (umas 4 eu acho), nos pediram os documentos e tentaram nos ajudar. Eu havia lido relatos de extorsão mas nada disso aconteceu.
No mais, natureza maravilhosa, os caminhos já são passeios. Recomendo.

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