Enquete | Extravagâncias de viagem: quais valem a pena? E quais não valem?

Mariana Amaral
por Mariana Amaral

extravagâncias de viagem
Do fim de semana na serra ao giro pelo Sudeste Asiático, toda viagem é uma extravagância (já dizia Ricardo Freire no livro Viaje na Viagem, publicado há quase 20 anos, num longínquo 1998). E volta e meia dá uma vontade de ser meio atrevido e fazer essas extravagâncias de viagem ainda mais extravagantes, bancando um upgradezinho aqui, um jantar especial acolá.

Estou plenamente convencida de que valem a pena as pequenas extravagâncias que tornam viagens longas mais confortáveis, como escolher o vôo não pelo mais barato, mas pelo mais conveniente, e usar táxi para ir e voltar do aeroporto quando a mala estiver pesada e o bolso permitir. Pagar o preço mais alto de um hotel no centro de tudo quando se tem pouco tempo em uma cidade também é uma extravagância que endosso 100% (embora nas minhas viagens de férias eu prefira ficar mais tempo em cada escala e assim me permitir buscar alternativas de hospedagem com personalidade, mais baratas e que compensem uma voltinha a mais para chegar no centro turístico).

Já as experiências de luxo... É preciso saber que nem toda classe executiva vale a pena, que no hotel 5 estrelas o staff pode ter nariz empinado, e que restaurantes sofisticados não necessariamente são bons restaurantes. Extravagâncias de viagem são irresponsabilidades deliciosas, mas pesquisar antes diminui a chance de se frustrar depois:

  • SeatGuru tem mapas de assento dos aviões, e ajuda a decidir se o upgrade compensa;
  • Booking reúne resenhas recentes de hóspedes reais, e dá a chance de uma escolha de hotel mais certeira;
  • TripAdvisor e o Yelp têm críticas e fotos de restaurantes e serviços, e são boa fonte de consulta.

Queremos saber: quais extravagâncias de viagem você já cometeu? Quais valeram muito a pena, e de quais você se arrepende até hoje? Conta pra gente!

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117 comentários

Ricardo Freire

Opa! Essa eu quero inaugurar.

Primeira extravagância, acessível a todo mundo, porque não custa nada: dormir. Dormir bem durante viagens, mesmo que isso signifique 'dormir em dólar' ou 'dormir em euro', faz você aproveitar seu investimento muito melhor do que acordando de madrugada para seguir viagem ou 'fazer render o dia'. Levar para as férias a tirania do despertador do dia a dia é diminuir a felicidade das férias...

Carol
CarolPermalinkResponder

PERFEITO!

Ricardo Freire

Segunda extravagância, que recomendo a todos os bons-vivants: beber às refeições. Cortar bebida alcoólica é um jeito eficaz de cortar custos de viagem, sobretudo no exterior. Mas uma taça de vinho ou uma cervejinha reforçam a sensação de férias e deixam toda viagem mais colorida smile

Pablo
PabloPermalinkResponder

Essa recomendação é fundamental. Fora que geralmente uma taça de vinho é mais barato que uma Coca-Cola. Melhor tomar água da bica, grátis, e aproveitar os vinhos e cervejas locais.
E sem querer fazer apologia de nada (somos todos adultos), para uma viagem ainda mais "colorida", em certos lugares específicos (Holanda, estados de Colorado e Washington, Christiania em Copenhague, Chefchaouen no Marrocos, Nimbin na Austrália, ou mesmo Barcelona, Califórnia, etc...) é bem divertido visitar um coffee shop ou um clube canábico...

Lucia
LuciaPermalinkResponder

Oi Pablo! Adorei seu comentário, não se fala muito dessas extravagancias normalmente, rs. Vou a Copenhagen este ano e me diz, é tranquilo ter essa experiência colorida em Christiania? Pelo que li não é algo totalmente liberado. Você já foi?

Pablo
PabloPermalinkResponder

Oi Lucia. Eu fui há 15 anos, na Dinamarca não é liberado, mas em Christiania fazem vista gorda. Quando eu fui, tinha uma feira livre aberta, com mais de 20 stands, era bem tranquilo e provava o produto lá mesmo, em uma pracinha. Sei que agora a policia está um pouco mais rigorosa, mas nas raras vezes que fazem operações lá, só buscam os vendedores, nunca os usuários. Vá tranquila, não tire fotos, mas obviamente é melhor evitar o uso em outras áreas de Copenhague.
Pessoalmente, prefiro a experiência em lugares onde é totalmente legal, pagando os impostos que correspondem a qualquer droga, seja álcool, tabaco ou cannabis...Grande abraço!

Ricardo Freire

Terceira extravagância, já clássica, que recomendo desde o Viaje na Viagem de papel: se puder, passe a última noite num hotel 100 dinheiros mais caro do que você está acostumado a pagar. Um upgrade na última noite pode fazer você voltar para casa com a sensação de que se hospedou bem a viagem inteira...

Ricardo Freire

Quarta extravagância, que recomendo a quem não esteja viajando com dinheiro supercontado: usar cartão de crédito no exterior. Não levar dinheiro vivo, não zanzar com uma doleira incômoda na cintura, não gastar neurônio fazendo conta para saber se a cotação é boa ou se não é, não se preocupar em arranjar tempo entre passeios para passar em casa de câmbio -- tudo isso vale muito, muito, muito, muito mais que os 6,38% do IOF. E compensa, sim, alguma desvalorização do real até o pagamento da fatura. Para mim, usar cartão de crédito vale mais que voar na executiva, vale mais que lençol de algodão egípcio de sei lá quantos fios, vale mais que a maioria dos ícones cinco estrelas. É o meu luxo, um luxo do qual eu não abro mão.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

E tá certíssimo! E eu diria mais: Leve DOIS cartões de crédito ou tenha sempre um dinheiro vivo para caso der algum pepino. Já ficamos um final de semana inteiro contando moedas para comer porque o banco ficou fora do ar. sad

Bruna
BrunaPermalinkResponder

Nossa, nem me fala. Depois de uma semana na Argentina, mudei de cidade e do nada, o cartão de banco parou de funcionar. Fiquei enroladíssima até conseguir, depois de perder uma grana em ligações, falar com o banco e descobrir que, sabe-se lá como, meu cartão tinha bloqueado para uso no exterior do nada, mesmo eu tendo liberado o cartão para todo o período da viagem.

Ines Martins
Ines MartinsPermalinkResponder

Nem preciso dizer que suas dicas são ótimas porque é chover no molhado, mas a do cartão de crédito eu endosso. Até levo algum dinheiro vivo e cartão tipo Travel Money mas o cartão de crédito é o único que me deixa tranquila.

Márcia
MárciaPermalinkResponder

Concordo plenamente. Levo dinheiro vivo para uma eventualidade, mas deixo escondido no hotel, e só uso cartão de crédito. Odeio carregar dinheiro e fazer conta para lá e para cá. Outro luxo é tentar sempre ficar em hotel que tenha café da manhã. Detesto sair procurando lugar para comer desde cedo.

Mônica
MônicaPermalinkResponder

Ricardo, adorei a listinha! Muito bom ouvir isso vindo de um especialista. Ando com pouquíssimo dinheiro vivo no exterior; só o suficiente para utilizar nos locais que não aceitam cartão. Um vinho/chopp no almoço e jantar são restauradores imediatos da disposição. Já viajei muito de madrugada para economizar nas passagens e fiquei hospedada em muitas pousadas baratíssimas para economizar quando era mais nova. Hoje, já não consigo. Uma viagem não pode se transformar em sofrimento físico. Sempre pesquiso (e muito!) o custo-benefício das hospedagens e passagens.

Além dessas, as extravagâncias que me permito sempre envolvem aproveitar a cultura que o local tem a oferecer: seja ballet, teatro, ópera, tango, concertos... São experiências que sempre valem cada centavo e ficam sempre na memória.

Extravagâncias que não valem nada: comprar em excesso ou em lojas de luxo. Muita gente viaja com foco nas compras, coisa que nunca entendi. Das minhas viagens, só trago experiências, fotos e achados de feirinhas de rua, pelas quais sou apaixonada rsrs.

Lena
LenaPermalinkResponder

Concordo totalmente com suas extravagâncias! Aliás, o caso do cartão de crédito, o dormir e o beber às refeições, são tão incorporadas, que não os considero mais extravagâncias. Pra quem viajava na época em que não tínhamos direito a cartão de crédito internacional, isso vira praticamente um trauma! Já saí algumas vezes do Brasil sem absolutamente nenhum dinheiro em espécie na bolsa. Só me preocupo com isso, quando sei que no destino há um câmbio negro que vale muito mais a pena do que o oficial.

Outra coisa que não faço economia é nos passeios do lugar que visito. Sempre considero que caro foi chegar lá. Fazer os passeios é barato.

Gi
GiPermalinkResponder

Com o dólar a 4 reais, muitas pessoas pensam que fazer uma viagem internacional neste momento, por si só, já é uma extravagância. Mas pra mim é uma necessidade hehe
Minha maior extravagância de viagem foi ter ido para as Maldivas (destino caro, mas ainda assim mais barato que o Taiti, dependendo claro, do hotel que vc for se hospedar). E dentro dessa extravagância maldiviana, me permiti uma maior, seguindo as dicas do Ricardo Freire: ficar as duas últimas noites num bangalô sobre as águas.
A última noite já estava paga, mas a penúltima foi um upgrade cortesia do hotel grin

Julie Garcia
Julie GarciaPermalinkResponder

A minha melhor extravagância é sempre jantar em um lugar caro na viagem. Economizo bastante durante a viagem inteira, mas antes de embarcar, procuro um bom restaurante para fechar com chave de ouro a viagem inteira. Também sou adepta dos hotéis 5*, e uso um aplicativo chamado HotelTonight para procurar hotéis incríveis por preços em conta.
Também costumo comer doces, muitos doces, em todos os lugares que frequento. Acho bacana descobrir costumes através da comida local, e muitas vezes os docinhos saem caro (mas sempre valem a pena).

Ângela
ÂngelaPermalinkResponder

A extravagância de viagem que mais valeu a pena foi optar por ficar em quartos com calefação e banheiros com água quente no salar de Uyuni, Bolivia. A rede que ficamos se chamava Tayka e tem três hotéis butique na região do salar. Foi bem mais c aro do que o jeito convencional, mas valeu cada centavo!

Roberta
RobertaPermalinkResponder

Bom, extravagância pra mim foi fazer duas viagens pra Europa, em dois meses, em 2014, haja dinheiro.. Só não foi mais extravagante porque eu fiquei em hostel.. A outra extravagância foi viajar 6 vezes ao Chile entre 2012 e 2013.. Mas a última e talvez mais extravagante, será essa viagem atual que farei agora em abril pra Curaçao com meu namorado, vamos ficar justo no Renaissance...

Paulo
PauloPermalinkResponder

Roberta,
Permita-me o comentário: se já não for o caso, faça um upgrade no check-in para um quarto com vista para o mar. Os quartos mais baratinhos do Renaissance têm vista para um salão de convenções interno, cujas reuniões barulhentas podem atrapalhar o sono. No mais, lambuze-se com a praia artificial no primeiro andar, com as caminhadas no centro, com os restaurantes (vá uma noite ao Perla del Mar)...

Fernanda
FernandaPermalinkResponder

Essa extravâgancia do cartão de crédito eu tb faço, economizo na hora de comprar mas adoro usar meu cartão de crédito mesmo sendo no exterior e ter q pagar iof depois. Hotel caro não, mas pelo menos confortável pra dormir e com ar condicionado, mais ou menos bem localizado já q acabo passando o dia fora. Exagero nos passeios, nesses sim enfio o pé na jaca.

Maracy
MaracyPermalinkResponder

Já testei as extravagâncias comentadas aqui pelo Ricardo Freire e realmente valem a pena!
Pra mim extravagância é passar nas lojinhas e encontrar algo realmente único do lugar.

André Sarli
André SarliPermalinkResponder

Andar de Helicóptero.

Eu que nunca tinha andado de helicóptero em toda a minha vida, mas sempre morri de vontade, me deparei, em plenos alpes Suíços, no pico de Männlichen, com a oportunidade de fazer um sobrevoo sobre as montanhas da região. Fiz os cálculos e até que não saiu tão extravagante assim - na época voos em São Paulo custavam para lá de 1.000 reais, e em Francos Suíços este saia por cerca de 400 reais, só que nos Alpes.

Não tive dúvida, e encarei também, juntamente com o meu medo de altura, aquela nova e extravagante aventura.

Gabriel Britto

Dormir em ao menos um hotel muito bom pode valer muito a pena. Sempre tento fazer isso, mesmo que compensando com hotéis mais baratinhos alguns dias.

Voltar para cidades onde você já esteve também é uma extravagância ótima, até porque dá para fazer o que o Riq disse: dormir. Como você já conhece o lugar, não precisa entrar na correria e pode, efetivamente, tirar férias.

Sonia
SoniaPermalinkResponder

Para mim uma extravagância que vale a pena é não ter a obrigação de visitar todas as atrações turísticas mais conhecidas, isso significa dormir bem e caminhar tranquilamente pela cidade sem rumo wink

Marcio Antonio

Totalmente de acordo! Das últimas viagens, fizemos isso em Buenos Aires, Nova York e Barcelona. Em Orlando, já deixamos parques de fora da nossa programação, apesar de não sabermos quando (e se) voltaremos.

Marcie
MarciePermalinkResponder

Minha extravagância é um bom - e super bem localizado - hotel. Já estraguei muitas viagens em hotéis ruíns, longe, de difícil acesso. Minha teoria é que não saio da minha casa pra ficar em lugar ruím. E, se no momento, eu não puder bancar um bom hotel, prefiro deixar a viagem pra depois. wink

Kely
KelyPermalinkResponder

Eu apliquei a dica de se hospedar a última noite em um hotel melhor, mas como era uma viagem de 45 dias e a gente estava com muita bagagem deveríamos ter ficado umas 3 noites em vez das 2 que fiquei.
Gosto muito de comer e beber bem, e ter alguma experiência diferente, uma degustação de vinho, um curso de culinária. Fora que ir para o hotel de táxi/Uber não tem preço.

Jacson
JacsonPermalinkResponder

Minha extravagância foi fazer um test drive (pago, muito bem pago por sinal) de uma Lamborguini, em Gramado, no super carros, aproveitando-me da segunda extravagância, a do cartão de crédito. Para um amante de carros, com certeza foi um dinheiro bem gasto e uma experiência singular em uma viagem, fugindo do tradicional.

Ana Maria
Ana MariaPermalinkResponder

Passeio de helicóptero em Las Vegas e Rio de Janeiro. Foi caro, mas experiências muito boas.

Dri
DriPermalinkResponder

Extravagâncias que valeram a pena:
- passeio mais completo de helicoptero ao Grand Canyon em Las Vegas
- ingressos front court pra assistir a um jogo de basquete em San Antonio
- ter gostado tanto da extravagancia de cima e decidir comprar mais um ingresso front court pro jogo seguinte
- upgrade pra executiva da United na volta dos EUA
- decidir com uma semana de antecedencia passar o Halloween em Las Vegas
- decidir com uma semana de antecedencia passar a Semana Santa (com mais dois dias extras) em San Diego
- bancar sozinha um hotel top em New Orleans

Nao sei se com vocês é assim, mas depois que eu gasto esse dinheiro, eu nem lembro mais quanto gastei. Não lembro quanto custou nenhuma dessas extravagâncias mas não esqueço quando peguei onibus + metro + transferencia de linha + metro carregando duas malas de 32kgs, uma delas com a rodinha quebrada, em Washington. De quando carreguei uma mochila de mochileiro de 25kgs + mala de rodinha pelo metro de Paris até o aeroporto, de quando sentei no chão pra chorar de tanto cansaço em Las Vegas após check out 12:00 com voo só as 23:30h...

Roberta
RobertaPermalinkResponder

Gi, gostei dessa extravagância aí! Indica o hotel pra gente!

Gi
GiPermalinkResponder

É o Kuredu Island Resort.
Na época eles não tinham parceria com a booking.com, eu fechei através de pacote feito pela agência. Segue relato:
https://www.viajenaviagem.com/destino/maldivas/comment-page-1#comment-492983

Maria Elisa Congro

Se hospedar no hotel de uma vinícola na Borgonha. Foi caro, mas valeu muito a pena.

Dani S.
Dani S.PermalinkResponder

Minha maior extravagância, longe, foi fazer uma RTW... de executiva. Melhor custo-benefício do mundo. A passagem normal de executiva costuma ser, sei lá, seis vezes mais que a turística, mas numa RTW (que já é cara pra caramba), a diferença é só o dobro. Ai que delícia gastar todo o dinheiro local pagando o hotel e completar com cartão, sabendo que tinha água/lanche/internet no aeroporto... Simplificou muito uma viagem complicada. O duro foi a reentrada na classe-vagão-de-gado depois...

E assino embaixo do que a Dri falou - não faço a menor idéia de quanto me custou ficar no hotel central, mas lembro cada perrengue...

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Dani S., como diriam meus alunos: lacrou! smile

César Cezão
César CezãoPermalinkResponder

Na França: encomendar uma garrafa de calvados direto do fabricante, no interior (não havia revendas em Paris).
Custou o que eu tinha reservado para passar um dia inteiro em Paris. Mas valeu cada golinho que tomei com amigos, por 2 anos, em jantares.

Diogo A.
Diogo A.PermalinkResponder

Se eu preciso fazer o check-out no hotel às 12h e o meu vôo é só à noite, então acho que vale a pena pagar por mais uma diária. Assim, não preciso interromper o último dia de passeio com uma volta ao hotel no meio do dia e ainda tenho um teto para descansar e tomar um banho antes da viagem de volta.

Roberto
RobertoPermalinkResponder

Essa é minha extravagância preferida, sem dúvida. Ás vezes até escolho um hotel um pouco mais barato só para poder fazer isso na última noite.

Cândida Silva

Concordo com o RF! Dormir bem, beber às refeições e ficar ao menos uma noite em um bom hotel! Faço isso nas minhas viagens. Também gosto visitar umas boas docerias, e fazer algumas refeições em restaurantes bacanas. Penso que férias foram feitas para nos proporcionar lazer e prazer!

Andreia
AndreiaPermalinkResponder

Olá! Fizemos isto em Dubai! Ficamos num Novotel "de graça" com pontos do Le Club e aproveitamos esta primeira parte para fazer toda a turistada básica. Depois ficamos 3 noites no Madinat Jumeirah e ficamos só aproveitando as amenidades do hotel, incluindo o parque aquático! Sensacional!

Andreia
AndreiaPermalinkResponder

Além de manter registro fiel de todos os seus gastos. Também acho que pagar os 6,38% compensam pelo acúmulo de milhas!

Erica A
Erica APermalinkResponder

Minha maior extravagância foi, após ganhar a semana seguinte de folga, resolvi viajar para qualquer lugar. Assim saiu uma viagem para a Escócia planejada 50 horas antes do embarque.

Mario Arruda
Mario ArrudaPermalinkResponder

Extravagância para mim é pular um ponto turístico do extenso roteiro para ficar em um pub tomando uma cervejinha e vendo o povo passar. =D #contandoosdias

Andrea
AndreaPermalinkResponder

Já fiz algumas extravagâncias , a maior é executiva nos voos longos . Mas tb gosto de bons hotéis ,comer e beber bem. Não viajo para ficar menos confortável que a minha casa.

Élvia Louzada

VALEU: 01) Pagar um passeio individual para mergulho em Maragogi (meus amigos não quiseram ir e não tinha nenhum outro grupo na hora)... me proporcionou lindas memórias, além da satisfação de não ter perdido a oportunidade de conhecer aquele paraíso;
02) Tomar champanhe no alto da Torre Eiffel em Paris;
03) Andar de gondola em Veneza;
04) Comemorar meu niver de 30 anos com um belo café da manha no Copacabana Palace;
05) Fiquei hospedada em Floripa na casa de uma amiga, porém, selecionei um dia para o day use no Costão do Santinho;
NÃO VALEU A PENA...jantar no melhor restaurante suíço do BR em Gramado...absurdamente caro e apesar da decoração clássica,o fondue igual a qualquer outro.

Roberto
RobertoPermalinkResponder

Concordo com o Diogo A.: extravagância é pagar uma noite à mais de hotel no último dia, para não ter que fazer o check-out cedo no dia da volta, quando seu vôo é só à noite. Tem coisa pior do que ficar "rolando" pela cidade até à noite, e embarcar de volta sem ao menos um banho e uma troca de roupas? Eu prefiro fazer isso à fazer um upgrade na última noite. Aquele último dia, sem "pouso", pode deixar uma péssima impressão da viagem. E por mais que você consiga um "late check-out", ele dificilmente será pro final do dia. Aliás, isso só piora as coisas, pois corta o seu dia no meio, pois você tem que voltar para o hotel no meio do dia para fazer o check-out. Aí alguém pode dizer: "ah, mas se você for viajar de executiva ou primeira, pode tomar um banho e trocar de roupa antes de embarcar, na sala VIP". Eu respondo: "Se você não pode pagar por essa noite extra no hotel, não merecia estar voando nessa classe....rsrsrsrs....".

Ana Paula F Alves

Extravagância para mim é comer e beber muito bem nas viagens. Eu e meu marido procuramos sempre experimentar o melhor de cada local. A maior delas foi jantar no "MAISON JOLLY" em Ilha Bela. Tudo perfeito: atendimento, comida, bebida, local, muitas frescuras ... A conta Exorbitante, mas valeu cada centavo !!!!

Guilherme Lopes

Ana Paula, volte para se hospedar no Maison Joly e fique na suite 7, que tem a hidromassagem e, pasmem, o vaso sanitário com a vista mais linda de toda a ilha.
Passei um fim de semana ensolarado no hotel e voltei com as fotos mais lindas de todas as minhas viagens à ilhabela.

Marcelo Jesus
Marcelo JesusPermalinkResponder

Nem sei se poderia ser considerado extravagância propriamente, mas contratar um transfer para te levar para o hotel depois de dez, doze horas, na econômica, é impagável. Sair do desembarque internacional, zonzo, "jet-legado", amarrotado e vislumbrar seu nome escrito numa placa ou tablet e simplesmente entrar em um carro (ou numa lancha se tiver desembarcado em Veneza) e ser deixado placidamente no hotel, sem precisar preocupar em discutir a tarifa, cuidar do troco, checar se o caminho é esse ou estão te passando a perna, etc.

Também não faço "maraturismo", normalmente programo um passeio pela manhã e outro à tarde, com calma, de modo racional, facilitando o deslocamente entre cada um. Procuro almoçar sentado, tomando vinho, arrematando com um ristretto... (a propósito, recomendo um texto do Ricardo Freire muito bom, chamado "o turista que nunca chega"). Logicamente não "tico" todos os pontos turísticos numa única viagem, o que, inclusive, deixa um motivo para voltar.

Ingrid Luiggi
Ingrid LuiggiPermalinkResponder

Minha extravagância também foi andar de helicóptero no Gran Canyon! Foi uma das melhores experiências da minha vida!!! Valeu cada dólar pago e olha q foram muitos!

Guilherme
GuilhermePermalinkResponder

Uma extravagancia recente foi ficar hospedados na Casapueblo, em Punta del Este. Normalmente te eh um ponto só para visitação e ver um por do sol sensacional. Mas ver isso da sacada do quarto.. Ou de dentro da piscina aquecida do hotel.. Muito top!

val
valPermalinkResponder

1. sempre que possivel voar direto, principalmente na volta
2. localização do hotel é fundamental
3. pagar para late check out

Cristine
CristinePermalinkResponder

Acho q minha maior extravagância foi optar passar a lua de mel em Noronha (parte lá, parte no Nannai). Poderia com o mesmo valor ter ido pra fora e passado muitos dias.... mas meu sonho era Noronha!
Ficamos numa das pousadas mais caras da ilha... a Triboju, e valeu cada centavo. Já viajei pra fora e já fiquei em bons lugares pelo Brasil... (como o Nannai)... mas nunca tive um atendimento e uma hospedagem tão fantástica como esta. É um local tão exclusivo q o tratamento e realmente vip. Só estavamos nós, um casal de gringos e a Ivete Sangalo com marido, filho e alguns amigos.

A ilha é um paraíso e fato de estar longe de tudo, por si só, trás uma sensação de exclusividade e paz.

Obs: o Nannai foi bom... muita comida e algumas mordomias... mas nem de perto tem um atendimento tão vip.... fora as pessoas q lá frequentam... nariz empinado....zanzando com taças de champagne antes das 10 da manhã... se achando. Ridículo, é muito "status"! Nesse ponto.... compensaria muito mais usar o $ fora do BR do q ficar no Nannai. Caro e não é tudo isso!

Jessica
JessicaPermalinkResponder

Extravagância que para mim valeu a pena: Andar de gôndola em Veneza, comprar uma agua congelada em Roma na saída do coliseu em um dia de muito sol sem nada de nuvem, foi simplesmente maravilhoso os 2 euros mais bem gastos pra mim hahaha, ir pra Europa no verão: pq me economizou mala de mão, apesar de pegar varias coisas mais caras. Viajar mais um ano pra europa e repetir Amsterdam e Paris mesmo q só poucos dias.

Jean
JeanPermalinkResponder

Minha extravagância é sempre com jantares e vinho para acompanhar. Uma das melhores memórias de viagens que temos é a culinária de um local, seus sabores... e aproveitar isso num bom restaurante (não necessariamente caro) é uma "fotografia" que não sairá da memória nunca mais. Quanto não vale você lembrar daquele ossobuco com risoto milanês saboreado na Itália? ou aquele ceviche peruano saboreado em Lima? indescritível.

Maria das Graças

Eu não faço extravagância. Mas não abro mão do meu "padrão de viagem". Classe executiva nos aviões, 1a. classe nos trens, hotéis bem localizados (de preferência em bairros mais residenciais), com quartos espaçosos com poltronas, mesa com cadeira e lençol de algodão (não precisa ser egípcio).
Atualmente prefiro alugar apto de quarto e sala decorado, de preferência, com o toque local.
Comer e beber em restaurantes normais frequentados por residentes. Cartão de crédito para todos os gastos.

Patrícia Cabral Costa

1) Não passar menos de 5 dias em cada cidade e reservar pelo menos 1 dia inteiro para andar aleatoriamente pelas ruas.
2) Comer o que tiver vontade, independente se é de uma barraquinha na rua ou no restaurante caro.
3) Ignorar o roteiro e fazer o que der na telha.

Sabrina
SabrinaPermalinkResponder

Em Zurique fomos a um restaurante no centro historico o qual não me lembro o nome e pedimos além do fondue e do vinho duas águas. Mesmo sabendo que é comum pedir uma jarra de água (da torneira) nos restaurantes de lá, fomos de água engarrafada, sem ter noção que nos custariam 9 francos cada! Pelo menos tivemos uma bela apresentação pelo garçom, que nos garantiu que era de qualidade! www.liveforexperiences.blogspot.com

A/L
A/LPermalinkResponder

Uma extravagância que para mim vale a pena é reservar uma noite extra de hotel para vôos que chegam muito cedo no destino. Especialmente vôos longos precedidos por uma conexão em algum outro lugar. Eu nem vou necessariamente dormir o tempo todo, mas essas horas pós-chegada são muito incômodas se for preciso se virar com mala-no-locker, rosto amassado, barba já na hora de fazer... A sensação de chegar e já ir direto para o hotel é muito boa.

Para reduzir as chances de chabus com reservas canceladas, em geral faço o seguinte: uma reserva no Booking só para a primeira noite (isto é, a noite que começa quando eu estou ainda no avião), com avisos ao hotel de que vou chegar no final da madrugada e ligação pra confirmar, e uma segunda reserva, separada, para as outras noites. Em geral (não costumo viajar para destinos de pacote) o preço é o mesmo de fazer uma reserva só, e se algum recepcionista teimar em dar no-show na primeira, pelo menos o resto das noites está garantido.

Clara
ClaraPermalinkResponder

Nem é tão extravagante, mas pra quem viaja sozinho, os serviços de shuttle do aeroporto para o hotel e vice-versa são um dinheiro muito bem gasto. E endosso com ênfase os comentários sobre hotéis bem localizados e confortáveis! É que eu já gastei minha cota de ficar em hostel e compartilhar banheiro.

Clara
ClaraPermalinkResponder

Eu me identifiquei muito com o seu comentário! Vc não está só! Hahaha

Guilherme Lopes

1) Ficar um mês num apartamento alugado em Paris, no Passy (que pra mim é o bairro mais lindo de lá) e ter o prazer de ir aos mercados de Paris fazer compras. Valeu muito a pena.
2) Jantar na Torre Eiffel. Custou pelo menos o triplo de um Fasano da vida (em euros!) valeu a pena
3) Pegar um passeio guiado pelo Rockefeller Center (ao invés de um ingresso simples pra subir ao Top of The Rock) só porque o passeio guiado terminava no Top of The Rock exatamente no momento do por do sol. O passeio guiado foi super chato, mas só de assistir, lá do alto, a noite chegando em Manhattan e as luzes da cidade toda se acendendo... valeu muito a pena.

Guilherme
GuilhermePermalinkResponder

Uma extravagância que valeu a pena: assistir a final masculina de Roland Garros em 2009!!!!! grin grin grin

Foi ótimo, mas hoje com o euro nesse patamar, não seria possível......rsrsrsrs

Carolina
CarolinaPermalinkResponder

Acabei adaptando a dica do Ricardo de passar a ultima noite em um bom hotel. Tenho costume de dividir minhas viagens em duas grandes cidades e, depois de pesquisar muito e definir que tipo de turismo quero fazer em cada lugar, na primeira cidade me hospedo em albergue e na segunda, e última, me hospedo em um hotel melhor. Acho que vale demais e sempre volto com a sensação de descanso total, mesmo tendo dormido em quarto compartilhado a metade do tempo! rs
Cerveja e vinho nas refeições pra mim não é extravagância, já começo no aeroporto! kkk Ainda mais agora com o bar da Backer em Confins!
Economizo muito em meios de transporte e já passei por muitos perrengues logísticos em nome da economia, trabalhando bastante para começar a me dar o luxo de upgrades neste quesito!

Izabella Zava
Izabella ZavaPermalinkResponder

Seu primeiro comentário é fundamental!!! Sem dormir minha viagem vai por água abaixo rsrs.
Pra mim, além de conhecer um lugar, viajar é também tirar férias, por isso me permito dormir e descansar no hotel (um pit stop) entre dia e noite. Não fico direto na rua porque a disposição e paciência pra apreciar as coisas acabam hehe.
Além dessas duas "extravagâncias" também não pego vôos com conexões longas (sempre reparo também a duração total de vôo) e me permito pagar mais caro pra ficar numa localidade boa pra turistar.

Claudia Mara
Claudia MaraPermalinkResponder

Olá! Então, eu acho que as extravagâncias de viagens na verdade são mimos que vc faz a vc mesmo! Eu tenho um trabalho intenso e intectualmente desgastante e por essa razão, quando viajo, quero extrair o melhor da viagem! Sempre uso classe executiva pois a grande maioria dos voos para fora do Brasil, são acima de 9 horas! Então para mim que não durmo sentada de jeito algum, isso é essencial! Os hotéis de luxo são outro mino! É certo que há alguns onde os concierges são arrogantes, mas nada que uma carta à gerência não resolva! No meu caso, fui muito bem atendida na grande maioria! Quanto aos restaurantes, sempre escolho os bem recomendados pq estar fora de casa exige comer em lugares confiáveis, e escolho um estrelado para aquele jantar de comer rezando! Eu faço viagens de sentidos e tudo isso para mim é muito importante! Volto para casa nas nuvens e com gás para enfrentar o cotidiano o ano todo!! ?

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