Enquete | Qual foi o trambolho que você se arrependeu de comprar numa viagem?

Natalie Soares
por Natalie Soares

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Você jurou que não ia comprar nadica durante aquela viagem, mas não resistiu, acabou dando uma espiadinha e, quando menos percebeu, já era o mais novo e, aparentemente, feliz dono de um tapete persa ou de uma enorme luminária típica das feiras regionais do Marrocos.

Naquela hora, tudo parece uma ótima ideia, afinal o tapete vai ficar lindo na sala de TV, a luz vai dar um toque especial ao quarto, aquelas taças de cristal farão um baita sucesso. Até que a ficha começa a cair: como carregar esse trambolho de volta ao Brasil? Ou, em outras palavras, por que mesmo eu resolvi comprar esse trem?

No longínquo 2007, o comandante fez uma enquete perguntando: quais foram seus piores berimbaus de viagem? Não está familiarizado com esse termo? Pois bem, numa definição livre ele diz que eles são “qualquer coisa que você compra no impulso e depois se revela um trambolho para carregar durante toda a viagem”.

Fiquei pensando por aqui quais foram meus maiores berimbaus de viagem e a maioria era relacionada à comida: um isopor cheio de queijos da Serra da Canastra; 12 garrafas de vinhos chilenos cuidadosamente empacotados na mala e, por fim, um monte de cacarecos para cozinha vindos de Montreal, além de uma máquina de café e uma frigideira vindos de San Francisco.

Então vamos reviver essa enquete? Conta pra gente qual foi o berimbau de viagem que você mais se arrependeu de ter comprado e qual peça não comprou e, ao voltar para casa, se arrependeu de não ter trazido.

Na caixa de comentários vale tudo: desde urso de pelúcia gigante, até batedeiras de 12 quilos. Aos comentários!

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84 comentários

Leonardo Bopp
Leonardo BoppPermalinkResponder

Em 2013 fomos a NYC fazer o enxoval da nossa primeira filha (saudades do dólar a R$ 1,90, snif).

Não foi apenas um berimbau. Foram pelo menos três trambolhos gigantescos, como carrinho, bebê conforto e cadeirinha para o carro.

Até hoje não sei como conseguimos transportar tudo aquilo até aqui, ainda mais com uma grávida sem poder carregar muita coisa.

Christian Gump

Eu me arrependi de ter comprado um vinho em Mendoza para minha namorada na época. A viagem era estilo mochilão, e o vinho vinha numa caixa personalizada, era bem difícil de carregar, não tinha como colocar na mochila. Foi o maior empenho trazer aquilo em ônibus, guardar em hostels... E, poucos dias depois de eu chegar, a gente terminou o namoro.

E na mesma viagem eu comprei um monte de cacareco pra mim em Buenos Aires, e acabei jogando tudo fora anos depois.

Débora Nogueira

Os meus berimbaus são aqueles colares, parafernalhas para cabelo, roupas típicas etc que jurei que usaria aqui ( em Niterói -RJ)! Doce ilusão! Tem um monte de tralha, linda, mas que não dá para usar sem o contexto do lugar. Não posso andar com plaquinhas explicando as coisas... Rsrs

Marcie
MarciePermalinkResponder

Esta é imbatível: eu trouxe um pelicano - obra de arte assinada pelo artista - de Orvietto. O infeliz tinha um metro de altura, e a base onde ele ficava, um metro e meio. A coisa, embrulhada, parecia um fuzil. A sorte ( se pode-se chamar assim...) é que naquela época podia-se entrar com este trambolho a bordo, e ninguém nem olhava feio. Ninguém, quero dizer, exceto o marido, que foi sentar do outro lado do avião e fez de conta que nunca me viu na vida... smile smile

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

kkkk, Marcie! Acho que o troféu berimbau é seu.... grin grin grin

Cyntia Campos
Cyntia CamposPermalinkResponder

Comprei uma maquina de escrever dos anos 30 em um mercado de pulgas em Nova Iorque. Era linda, mas passar o dia carregando a criatura foi um suplício. Mas muito pior era comprar LP de vinil - sempre comprava quilos em viagem. Era um inferno trazer pra casa: não dava pra por no bagageiro, nem no piso do avião. Tinha que ficar 10 horas de voo abraçada com eles...

Também já comprei um mooooonte de vinhos, passeando na Serra Gaúcha, um peso infernal. Só pra descobrir que eram vendidos no Mercado de Porto Alegre por preços similares - e os comerciantes ainda despachavam a encomenda pra todo o Brasil smile

Paulo Mancha
Paulo ManchaPermalinkResponder

Numa viagem aos EUA, me empolguei com uma loja de pôsteres de cinema. Comprei 3 no impulso, pensando em redecorar minha sala. O problema é que não cabiam na mala. Mesmo que coubessem, amassariam. E era só o começo da viagem! Pensei em comprar um daqueles tubos, mas não achei pra vender (e eram mais caros que os pôsteres!). Resultado: passei uma semana carregando aqueles trambolhos para lá e para cá. Uma baita chatice. Quando cheguei a SP, estavam imprestáveis, de tão amassados. US$ 90 jogados no lixo.

Cyntia Campos
Cyntia CamposPermalinkResponder

Ah, e tem uma coisa que não pesa nada, mas também é um inferno: sabem aquelas luminárias japonesas de papel de arroz? Super delicadas, que rasgam com a maior facilidade? Entortam os araminhos, quebram as taliscas de bambu... Já comprei, mas estou curada.

Hugo
HugoPermalinkResponder

Os meus berimbaus de estimação são vinhos e artigos de cozinha.

Vinho é pesado e sempre tem o risco de quebrar. Itens de cozinha , principalmente os eletrodomésticos, são grandes, pesados e frágeis.

Ou seja, sempre compro, sempre arrependo na hora de colocar nas malas e ir para o aeroporto, e sempre fico feliz quando chego em casa e deu tudo certo.

TETE BEZERRA
TETE BEZERRAPermalinkResponder

Sabe aquele sombrero enorme que vc vê em todo lugar, quando viaja para o México. Pois é, não resisti e trouxe um. Ao sair do hotel já vi o tamanho da encrenca, no avião então, o pior foi quando cheguei em casa e constatei que não combinava com nada.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Iche, sāo muitos.Inutilidades q estao empacotadas por decadas.
A mais bizarra , lá dos anos 90,é uma persiana para vidro traseiro do carro !?
Comprada em Atenas, no caminho do aero, q veio na māo e foi um perrengue pois embrulhada era igual a um fuzil.
Outra surreal é uma espada super pesada q veio de Toledo como bagagem d māo.
Depois tem a lista infinita de roupas, calçados, chapéus e acessorios tipicos q servem de alimento para traças ( djelabas, babouches, salvar kamiz,etc)
Metros e metros de tecidos tipicos de todos os lugares, q estao devidamente etiquetados e arquivados.
Chegando perto de abrir um museu .

Larissa Correa

Em minha primeira viagem à Paris, fiquei alucinada no supermercado, porque tinha tudo o que eu amava a preços baixos. Comprei potes de mostarda dijon de todos os tipos, pimentas bonitas coloridas, sacos de madeleine.... Os potes deixaram minha bagagem super pesada, os sacos de madeleine eram frágeis e não poderia amassá-los, e pra que? Em qualquer mercado tipo pão de açucar ou St Marche aqui no Brasil mesmo você encontra todas essas coisas a preços não tão caros (nada que valha a pena carregar por dias na viagem!). Fiquei com raiva dos potes a viagem toda, minha mala ficou muito pesada!

Adolfo
AdolfoPermalinkResponder

O meu foi um XBox. Minha mulher me encheu o saco que queria o tal do videogame por causa do tal do Kinect (para fazer ginástica, sei...). Comprei o videogame e o pessoal da loja fez uma embalagem bacana, com até uma alça para facilitar o transporte. Ao chegar na segurança do aeroporto, me mandaram abrir a caixa. Tentei tirar aquelas fitas com o maior cuidado, para tentar reaproveitar, mas o guarda pegou um canivete e cortou as fitas ! Pronto, agora tinha que carregar o trambolho debaixo do braço... Ainda tinha um voo de conexão, então tentei encontrar algum lugar para comprar uma sacola grande, depois de umas 10 lojas, achei uma sacola de plástico (de loja mesmo) que servia. Agora tinha um trambolho de marca !

Minha mulher usou o videogame umas 2 vezes... Tá lá juntando pó em casa...

Bruna
BrunaPermalinkResponder

Nossa, vários! Na verdade não me arrependo de nenhum, olho pra eles com orgulho, mas durante a viagem... que suplício. Fazer metade de um mochilão com pôsteres russos sem embalagem (carregando na mão para não amassar), máscara veneziana também em sacolinha para não quebrar na mochila, livros pesadíssimos, um quadro largo de madeira que não cabia em nenhuma mala (precisei comprar uma extra especialmente para isso), copos para chá turco... Sei que dificilmente voltarei a muitos lugares e tenho lembranças incríveis (algumas bem únicas) numa parede ou estante, mas que na hora eu queria jogar tudo fora, isso eu queria.

Bônus: lá pelo dia 18 de 30 de um mochilão, a amiga que viajava comigo resolveu comprar um violão. Foram quase 2 semanas pegando metrôs, trens e andando pelas ruas com aquele trambolho, nossas mochilas pesadas e uma mala de mão forrada de partituras. Até hoje eu sinto um arrepio ao lembrar.

Angela Oliveira

Não sou de fazer comentários, mas esse assunto foi irresistível! Não lembro de comprar coisas grandes e caras. Costumo comprar pequenos objetos tipo terços e santinhos nas igrejas, enfeites nos museus, camisetas, bolsinhas, brinquedinhos,etc... um monte de tranqueirinhas que quando compro tem o nome e a cara do lembrado. Quando chego em casa desfaço a mala e.... Deixo as tranqueirinhas aguardando a compra de uma embalagem apresentável e uma oprtunidade da entregar. Lógico que numca comprei as embalagens e nem entreguei os presentinhos, até porque quando chego em casa não lembro mais o que comprei nem para quem são, nem mesmo de que parte do mundo vieram. Resumo. Tenho uma mala antiga no quartinho de despejo cheia de tranqueirinhas!
Já me prometi fazer pacotinhos e distribuir no Natal. Quem sabe neste Natal de 2016 eu faço!

Sonia
SoniaPermalinkResponder

Os maiores sempre foram para os amigos!
Em uma mesma viagem para os Estados Unidos ficamos de trazer umas ferramentas para um amigo e um vinil de presente para outro... o problema é que estávamos no meio de uma viagem de carro de quase 1 mês e as ferramentas não cabiam na mala e o vinil, bem, fiquei com medo dele estragar durante a viagem e/ou no voo e levava o bendito para todo canto, era meu bebe! haha

Jorge
JorgePermalinkResponder

Numa viagem à Espanha meu pai troxe uma peça inteira de presunto (5Kg) na mala! Claro que não podia, mas passou pela alfândega sem problemas.

Camilla
CamillaPermalinkResponder

HAHAHAHAHAHAHAHAHAH.
Pelo menos espero que tenham comido todo o presunto grin

Paula Machado
Paula MachadoPermalinkResponder

Esse post com os comentários... Chorando de rir!

Durante o final do mochilão na Europa, meu tio que mora na Itália nos presenteou com uma lata de 5 litros de azeite. Essa parte da viagem faríamos de carro mas acabamos desistindo e esquecemos de avisá-lo... E não deixaríamos o azeite lá por nada desse mundo! Resultado: marido carregou no mochilão pela Itália inteira, andando igual a um astronauta! Coitado, hahahahaha! Mas valeu a pena! O fiscal da receita ficou chocado quando passou no raio-x e nem sabia o que fazer! Nos despachou em 5 segundos, hahahahaha!

Na volta dos EUA eu vim carregando como bagagem de mão uma sorveteria e o fiscal ficou novamente incrédulo: "máquina de sorvete?" E quando voltamos pra lá novamente, compramos outra maior e mais pesada, mas que veio despachada na mala, junto com vários outros itens de cozinha...

Nossa, sem contar roupa de cama, toalhas, peças de moto, lembranças, miniaturas para coleção... É muita tralha mesmo! Mas o arrependimento é zero porque usamos tudo que compramos e cada coisa tem um lugar especial nas nossas lembranças e causos de viagem!!

Fabiola
FabiolaPermalinkResponder

Trouxemos literalmente um berimbau de Salvador! Perrengue para trazer o trambolho...e o pior é chegar em casa e se dar conta que ele não tinha nada a ver com a nossa decoração!

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Chapéu vietnamita! O pior foi carregá-lo por 26 horas durante os vôos e a escala de volta! =(

deborah zoppi
deborah zoppiPermalinkResponder

Meus berimbaus são sempre os mesmos: artigos de cozinha e comida. Trago as minhas queridas panelas Le Creuset (muito mais baratas), todo tipo de cortadores e queijos, salames, prosciutto etc... E o pior é que não pretendo me corrigir,rsrs! Adoro!

Francisco Augusto

O meu foram 3 litros de Tukola que eu trouxe de Havana. O refrigerante é muito bom,mas ocupou um espaço grande da mala sem falar em mais 3 Kg de bagagem.

Cyntia Campos
Cyntia CamposPermalinkResponder

Tukola???? No segundo dia em Cuba, bebendo Tukola, eu seria capaz de trocar a minha mãe por uma Pepsi Diet smile

Dani S.
Dani S.PermalinkResponder

Ihh, a lista é grande. Pratos de cerâmica pintados à mão da Andaluzia, tagine do Marrocos... Depois aprendi a não comprar nada frágil/quebrável (e tudo chegou bonitinho).
O pior de tudo foi um relógio cuco carésimo e trombolhudo que o marido (então namorado) comprou na primeira escala de uma longa viagem de carro pela Alemanha - nossa primeira. Estávamos em um carro econômico com porta-malas minúsculo, e a porcaria enchia mais da metade do inexistente espaço. E rodamos mais um mês com a meleca, Áustria e República Tcheca afora... (o que obviamente impediu que EU comprasse qualquer coisa). Depois o bendito relógio passou mais de uma década dentro da caixa, até ser finalmente instalado e me aporrinhar batendo as horas noite afora (justo quando o bebê acabava de cochilar). Faz um ano que mudamos, e o relógio - ops... - ainda não foi instalado de novo (vcs estão vendo a boa vontade...)

Simone Manetti

Em 1994, antes de ter Cabo, Netflix ou Banda Larga, trouxe da Suíça, uma antena parabólica, que claro, não funcionou...na mesma viagem, ainda trouxe um forno de pizza de cerâmica e bolas de natal de cristal, que carreguei intactas até aqui...Coisas de um tempo em que tudo era difícil aqui...

Maria Bernadete Malerbo

hahahaha, como outros leitores também já carreguei muito peso; desnecessário, às vezes, outras até que valeu à pena.
uma vez trouxe sopas da turquia e Hungria, chás da Argentina, tapetes (pesadíssimos) do Marrocos e assim por diante.
Uma vez trouxe uma caneca de chopp da Alemanha que pesava uns 6 kilos, e tudo no mochilão das costas atravessando vários países lá fui eu....parecia mulinha de carga, mas feliz. Imaginava a carinha do meu sobrinho quando ganhasse o presente. Ah, apesar de tantos pesos sempre vale à pena, até um boneco de neve que comprei em N.York; tadinho chegou massado mas chegou e fica na sala em casa todo Natal.

Renato Felipe
Renato FelipePermalinkResponder

Em Fevereiro de 2013 fizemos um tour pela França e a primeira cidade foi Bordeaux, comprei uma caixa com 2 garrafas de vinho e 6 taças em uma vinícola próxima à cidade. Resultado, chegando no hotel que percebi o meu erro. Tive que comprar carregar uma terceira mala extra por todas as outras 8 cidades só para a bendita caixa de vinhos. Pelo menos não tivemos que entulhar os presentes junto com as roupas xD

Denise
DenisePermalinkResponder

Esse post está ótimo! Trouxe várias travessas de cerâmica pintada à mão da Serra da Capivara. Eles embrulharam bem, mas ficaram duas caixas pesadíssimas. Eu e meu marido com aqueles trambolhos na escala em Brasília!

Maria Elisa Jorge Congro

Comprei um guarda-chuva em Florença que não cabia na mala e, como estava no meio da viagem tive que carregar o trambolho por vários países. Várias vezes quis esquecê-lo em algum hotel. Jurei que nunca mais ia comprar algo que não coubesse na mala. Aliás cada vez compro menos coisas em viagem, só quando me apaixono mesmo pelo objeto.

Cândida Silva

Em uma viagem de 31 dias entre Portugal e Espanha, logo nos primeiros dias, em Óbidos, vi um gato em cerâmica lindo, tamanho natural! Eu coleciono estatuetas de gatos, então comprei. Minha irmã ficou indignada, pois teria 25 dias pela frente a bom de carregar o gato com máximo de cuidado. Hoje ele enfeita minha casa lindamente!
Em Praga, fui em época de Páscoa, com as feirinhas cheias daqueles ovos pintados à mão. Comprei 6! Foram embalados nessas caixas de ovos mesmo. Passei o resto dos 20 dias de viagem carregando os ovos com carinho! Este ano, no almoço de Páscoa, fiz uma decoração linda com eles entre os chocolates!

henrique
henriquePermalinkResponder

Em uma viagem a Shanghai, comprei um EDREDOM xyz de seda (era barato, caras eram as capas, que ficaram lá). Despachei como bagagem, cheguei em Guarulhos, pego as malas, saio do freeshop e.. cadê o danado? Escorregou em algum lugar entre o freeshop e a inspeção da receita, e nem percebi.
Chego em casa e me ligam: "Seu Henrique, o sr. trouxe um edredom de viagem?". Era a inspetora da Receita, que achou, guardou e me devolveu o pacote smile

Samira B
Samira BPermalinkResponder

No início de uma viagem ao Peru inventei de comprar um jogo de xadrez de argila feito a mão. Encheu a paciência a viagem inteira e óbvio que nunca foi usado... Não gosto muito de fazer compras em viagem, então é difícil eu passar estes perrengues. Mas me arrependi de não ter comprado uma mala cheia de vestidos no Vietnam, tanto os de alfaiataria em Hoi An quanto os que dava pra encontrar nas lojas em Hanói. Quebrando minha regra de não gostar de compras eu trouxe cinco vestidos na época. Depois me arrependi, deveria ter trazido muito mais, porque são lindos, diferentes e saiam barato na época.

juraci gilberto dias

Uma vez comprei um touro de barro no Peru, muitas casas colocam o mesmo no telhado como sinal de fertilidade, não o despachei e o levei como bagagem de mão. Em uma escala com escala na Bolívia viram o objeto e me levaram para uma salinha, chamaram vários policiais com cães farejadores e me revistaram por inteiro achando que estaria escondendo algo. Quase perdi a conexão. Nunca mais trago nada assim!

Silvia Andrade

Há mais de 20 anos, comprei um burro de cerâmica de Tracunhaém (PE) de enfeite de jardim. Era grande e pesado (devia ter uns 60 cm), mas como estava de carro, passei o cinto de segurança nele e trouxe. Uma grande amiga, viu na minha casa e adorou. Numa outra viagem (desta vez de avião), apesar do apelo insistente do marido, comprei outro dar de presente a ela. Era menor (uns 50 cm), mas nunca caberia numa mala sem risco de quebrar e não tive dúvida, abracei o bichinho e entrei no avião... o voo era uma conexão em Recife que a Varig fazia vindo de Londres. Ele trazia algumas equipes de F1 para o GP do Brasil (todos estavam uniformizados, mas só identifiquei os da antiga Benetton). Os olhos arregalados deles com a minha passagem pelos bancos, foi seguido da aproximação e pergunta de um comissário – “Sra... Estão perguntando se quer vender aquele artesanato?” – Como assim? – Eles estão curiosos... nunca viram nada parecido” . Achei graça e recusei. Podia ter ganho umas libras com o enfeite, mas era presente e eu fiquei com a história para contar.

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Em 2013 eu ganhei um guarda-chuva lindo da Swarovski em Paris, no início da viagem. O guarda-chuva não cabia na mala, carreguei ele na mão toda vez que tínhamos que fazer um deslocamento, inclusive de avião. Isso foi chato a beça, mas ele veio até Salvador e uso ele até hoje.

Não lembro de comprar muitos trambolhos, mas gosto de comprar um monte de coisinhas pequenas que vão se acumulando, acumulando, e acabam tendo que vir na bagagem de mão porque a mala tá cheia. Presentinhos, comidinhas, coisinhas para mim, quando me dou conta a mochila, que geralmente é a minha bagagem de mão, está um chumbo; acabo ocupando também a bolsa e faço o retorno cheia de tranqueiras, mais a jaqueta, a echarpe... onde foi que coloquei o passaporte? grin

Lili
LiliPermalinkResponder

Hahahahah... ainda bem que não sou a única que traz uma mala de mão quase maior que a despachada de tanto chazinho, presentinho, coisinha... Mas eu tô me curando!

Marcia Abrantes

A maior furada que trouxe de viagem foi um par de travesseiros que comprei na China. Comprei nos primeiros dias de viagem e desci o país por 18 dias com aquele trambolho. O pior foi o preço achei que era uma coisa pq não entendi o inglês da chinesa que me vendeu, quando chegou a fatura do meu cartão, fiquei até triste. Kkkkk

Marta
MartaPermalinkResponder

Tenho até vergonha do meu mico.
Fomos a Natal, meu marido participando de um congresso e eu ficava muitas horas na praia sozinha. Para curtir o tempo saía caminhando e o tempo todo pegando pedrinhas na areia. Foram uns 6 dias catando pedra e na hora de vir embora ia deixá-las pra trás, mas meu marido me incentivou a coloca-las na mala. Eu despreocupada não me liguei no peso. Não deu outra pagamos uma grana para transportar pedras que encontramos em qualquer floricultura. Quando me dei conta do valor o cara já tinha mandado a mala p a esteira e não tive como retirar.

Clodorencio
ClodorencioPermalinkResponder

Acho que ninguém trouxe uma pedra de assar pizza, carne do sol e similares. Nos trouxemos, e de avião (por pressão da esposa, que adorou o "sistema").
Está até hoje enfurnado na cozinha e pergunta quantas pizzas assou até hoje?

Paula
PaulaPermalinkResponder

Eu ia passar 16 dias viajando por várias cidades de trem. No primeiro dia comprei uma Guirlanda de porta que ocupava meia mochila. No segundo, um MEGA pôster em um canudão que media um metro. No terceiro, um guarda chuva lindo e grandão (e caro!). Daí chegou a hora de sair de Praga. Ó, céus. Passei os outros dias "chorando" toda vez que precisava juntar tudo para ir à estação.

Cris
CrisPermalinkResponder

Bem,minhas compras "típicas" de viagem geralmente são lembranças pequenas, coisa fácil de trazer na mala algua coisa que me faça lembrar do lugar em que eu estive, como por exemplo, pratinhos de cerâmica, copinhos, ou minuaturas pequenas de monumentos. Mas também já trouxe algumas coisas maiores que me atrapalharam, como por exemplo os seguintes "berimbaus":

1) Máscara veneizana. Feita a mão, de papel machê, comprada em Carnareggio. Não queria que a máscara se espatifasse, então, consegui encontrar no meio da ilha uma lojinha de utensílios de cozinha e sim, comprei um pote tupperware (!!!!) quadrado e bem alto para colocar a máscara dentro e poder colocá-la dentro da mala sem medo de quebrar. O "conjunto" não pesava nada, mas ocupava um senhor espaço na mala, huahua!

2) No último dia de uma viagem a Paris, eu comprei um daqueles mapas antigos que vendem naquelas barraquinhas às margens do Sena. E depois que comprei, me dei conta de que eu teria de levar aquilo na mão no voo para não amassar. Consegui um atilho para enrolar e ainda um plástico para protejer o mapa. Tudo bem, nem seria tão problemático se eu não estivesse também com uma caixa redonda com uns 50 maccarrons da Ladurée que também não podiam ser colocados em nenhuma sacola ou mala para não se desmancharem. Foi um transtorno, rolete com o mapa, caixa redonda de maccarrons e a mala de mão, mas pelo menos os doces não esfarelaram e o mapa hoje está emoldurado no meu quarto! smile

3) Em Praga: resolvi comprar uma marionete, huahuahua, e não quis comprar uma pequena, comprei uma de um bom tamanho, por sinal. Só que ela ficou maior ainda por causa do mecanismo de metal para manipular os braços e pernas da boneca. Veio sem caixa e só tinha uma sacola de plástico para enrolar. Não quera colocar na mala porque também me pareceia frágil, então, o jeito foi enrolar a marionete com uma manta de lã bem grossa e comprida, colocar naquela sacola plástica e tal. Por outro lado, eu já estava também atrolhada com bagagem de mão. Depois de Praga, ainda fui a Berlim de trem, onde comprei mais coisas (inclusive doudanes, que encheram ainda mais a mala) e depois, ainda teria um voo "avulso" de Berlim a Paris. Isso signifca:apenas uma mala de 23kg despachada e uma bagagem de mão apenas. A marionete teve de ir na sacola avulsa como bagagem de mão, junto com a mochila de bordo e mais um monte de tralha, incluindo a bolsa tiracolo. Até hoje não sei como o agente do check-in da Lufthansa me deixou passar com tudo aquilo como babagem de mão kkkkk

Depois dessa marionete, eu jurei para mim mesma que só trago coisas pequenas que caibam na mala e assim tenho feito. Às vezes são coisas tão pequenas que acabo qause perdendo: numa segunda vez em Berlim, comprei uma réplica pequena no Alex, o urso símbolo da cidade, e para não quebrar, coloquei-o dentro de uma bota para neve que eu não iria mais usar na viagem, e quando chegeui em casa, nao achava o tal urso, e dei-o por perdido. Só fui achá-lo de novo uma semana depois, quando resolvi dar uma geral nos calçados ...rs

Renata
RenataPermalinkResponder

Meu berimbau #1 foi uma máscara que comprei em Veneza no meio de uma viagem de 1 mês. Foi embrulhada em um jornal que fedia a peixe e até hoje sinto cheiro de peixe nela. Outro foi um balão de pelúcia que comprei na Capadócia, muito bonitinho, mas não tenho onde colocar.
No mais, costumo comprar muitos cosméticos. Na Eslovênia comprei um creme (bem barato) que nunca soube para que servia, pois estava escrito no idioma deles e em hebraico. Passei nos pés, nas mãos, no corpo... Não fazendo mal, tá tudo bem. smile

Mario Almeida
Mario AlmeidaPermalinkResponder

Trouxe dos EUA duas bicicletas nas caixas para meus filhos...

Rita Elaine
Rita ElainePermalinkResponder

Não que eu tenha me arrependido, mas em uma viagem pela Jordânia, comprei um quadro de mosaico bizantino. O peso era enorme e eu estava no meio da viagem. Não cabia nas malas. Conclusão: veio na mão durante toda a viagem.

Gabe Britto
Gabe BrittoPermalinkResponder

Nunca me arrependi de nenhum trambolho. Já me arrependi de coisas pequenas, mas nunca de coisas grandes, porque penso muito antes de comprar.

Sim, os trambolhos foram difíceis de carregar, mas o prazer de ter aqueles objetos na minha casa sempre me fez esquecer os problemas de logística.

Na última passada pelo Irã, comprei um tapete que me exigiu comprar também uma nova mala. Essa mala era tão vagabunda (eu não podia comprar algo muito melhor, porque já havia gasto o impossível no tapete) que se arrebentou toda durante um trecho e eu me vi carregando aquela peso SEM RODAS pelas ruas de Istambul, DEBAIXO DE CHUVA. É claro que eu odiei na hora, mas, como um conhecido me disse quando soube do meu perrengue, eu estava adicionando histórias ao tapete.

Hoje ele está lá na minha sala e eu fico feliz toda vez que olho para ele. =)

patricia
patriciaPermalinkResponder

Morrendo de rir... mas eu quase não passo por essas situações, não por falta de vontade, mas porque lá em casa tem um "chato" que fica no meu calcanhar em cada local que paro, e fica como um mantra no meu ouvido: "como vai carregar essa tralha pra casa??"... kkkk.....

Vanira
VaniraPermalinkResponder

Em viagem ao Chile gostei de uma escultura estilo oriental ,não era pesada mas devia ter dois metros de comprimento,meu marido resolveu fazer uma caixa de madeira para facilitar o transporte.Perdemos um dia de passeio por conta da caixa.Fora isso encontramos a " bendita escultura" em uma loja aqui em Campinas.

MONICA
MONICAPermalinkResponder

Comprei um telescópio em NY para meu marido... um trambolho para trazer, e ele deve ter usado umas 3 vezes... Depois disto ele escondeu o danado nem sei onde... Ô raiva!

Maria Esther
Maria EstherPermalinkResponder

Bom Dia A Todos

Eu vivo trazendo mil trambolhos e sempre me arrependo durante, porém qdo chego ao Rio sempre agradeço meu esforço rsrs

Na última viagem comprei um conjunto de 4 xícaras de café portuguesas em Amsterdam. Uma caixa grande !! O problema é que saindo de AMS fui a Paris e outras cidades na França. Aff!!! Como me xinguei !!!

Mas confesso que amo beber meu café nestas belas xícaras!!! rsrs

Abraços Fraternos

Roberta
RobertaPermalinkResponder

Os únicos trambolhos que eu carrego em viagens são garrafas, e essas dependendo dão um trabalhinho... Na maioria das viagens eu trago bebida, nos voos internacionais ela tem que ser despachada, mas quando faço viagem nacional, é um saco trazer garrafas na mão.

Outra coisa que também me incomoda às vezes é que eu trago tanto suvenir frágil a bagagem de mão fica pesada, mas vale a pena quando eu chego.

Rafael Lindoso

Trouxemos da Colômbia três ventiladores de teto Westinghouse de 52 polegadas. Na segurança do aeroporto eles abriram a caixa e um deles chegou todo avariado (mas funcionando). Devem ter pensado que tinha drogas! Da Europa trouxemos um ferro de passar roupa com unidade vaporizadora.

Luciandréa Pereira

Nossa.. na volta de uma viagem de intercâmbio de seis meses nos Estados Unidos meu filho ganhou do melhor amigo um taco de beisebol de quase um metro! Agora imagem o perrengue de procurar uma mala onde coube-se o danado...

Manuella
ManuellaPermalinkResponder

Rindo muito aqui lendo esses comentários. Confesso que sou bastante contida. Compro sempre coisinhas pequenas, que às vezes até se perdem dentro da mala. Mas como td mundo tem um berimbau para chamar de seu... Eu era uma adolescente de 15 anos que, ambarcou na onda das colegas, e trouxe uma Minnie de pelúcia, de quase 1 metro de altura da Disney. Passei uma noite de vôo em claro, pq não tinha posição para dormir com aquele bicho no meu colo.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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