Boulevard Olímpico: 5 roteiros prontos para você visitar a nova zona portuária do Rio

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Boulevard Olímpico

De todas as obras que o Rio de Janeiro aprontou para a Olimpíada, o Boulevard Olímpico é a mais cativante. Mesmo os céticos acabaram se rendendo à transformação da zona portuária. Uma via elevada e centenas de metros de muros foram derrubados para dar lugar a um calçadão de 3,5 km que leva tanto às novidades do pedaço (o AquaRio, o mural Etnias, o Museu do Amanhã, o M.A.R., a Pira Olímpica) quanto a algumas das atrações mais tradicionais do Centro (como o CCBB, o Mosteiro de São Bento e a Ilha Fiscal). Para deixar o passeio ainda mais irresistível, a melhor maneira de chegar até lá é usando o simpático VLT, o bondinho moderno que trouxe conforto e segurança aos deslocamentos pelo Centro.

Boulevard Olímpico: Rio te amo

O curioso é que 'Boulevard Olímpico' era apenas o apelido do evento que houve por ali durante a Olimpíada, com palcos de shows e espaços temáticos dos patrocinadores (equivalente às Fan Fests da Fifa durante a Copa). Mesmo mesmo depois do fim dos jogos, no entanto, os nomes oficiais da área -- Porto Maravilha dos armazéns do porto à Praça Mauá (onde está o Museu do Amanhã), e Orla Conde da Praça Mauá até o entorno da Praça XV (de onde saem as barcas para Niterói) -- são usados quase exclusivamente pela imprensa e pelas autoridades. Não adianta: o que pegou mesmo foi Boulevard Olímpico.

Este post traz estratégias de visita, informa como chegar e lista as principais atrações, com horários e preços.

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  • Boulevard Olímpico: Mapa

  • Boulevard Olímpico: saiba antes de ir

Boulevard Olímpico: Museu do Amanhã

Antes de programar sua visita, leve em consideração que:

  • O Museu do Amanhã vende ingressos prioritariamente online, com hora marcada. Na bilheteria, apenas pequenos lotes de ingressos são liberados a cada hora
  • O AquaRio vende ingressos na hora, mas é recomendável comprar online, com hora marcada
  • Os ingressos para a visita à Ilha Fiscal são vendidos apenas no dia da visita (de 5ª a domingo), entre 11h e 15h10
  • O painel Etnias sai melhor nas fotos de manhã (à tarde, fica na sombra)
  • O letreiro Rio Te Amo, com o Museu do Amanhã ao fundo, sai melhor nas fotos à tarde (de manhã, fica contra a luz)
  • No verão, deixe para percorrer a pé o Boulevard a partir das 16h, Ao redor do meio-dia o calor é inclemente
  • A Confeitaria Colombo não abre no domingo (mas abre sábado e feriados)

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  • Boulevard Olímpico: 5 roteiros prontos

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Dá para visitar tudo no mesmo dia?

Boulevard Olímpico

Impossível! O Boulevard Olímpico/Porto Maravilha/Orla Conde é um verdadeiro catálogo de atrações, a maioria de primeiríssima grandeza. Tentar conferir todas de uma vez transforma seu passeio numa maratona.

A dica para uma visita sem atropelos é combinar uma visita longa (AquaRio, Museu do Amanhã, Ilha Fiscal) com uma ou duas visitas curtas, complementando com uma caminhada ao longo do Boulevard.

Então quer dizer que não dá pra combinar AquaRio e Museu do Amanhã no mesmo passeio? Dá, sim -- e se você só tem um dia disponível para visitar a região, vai naturalmente querer entrar nos dois. Tente ao menos não emendar uma visita na outra -- almoce ou faça uma visita 'curta' entre as duas visitas longas.

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Roteiro com o AquaRio

Boulevard Olímpico: AquaRio

Compre ingresso para o AquaRio online com entrada no intervalo entre 12h e 12h30. Saia da Zona Sul (de metrô + VLT) às 10h30 e salte na estação do VLT Parada dos Navios. O mural Etnias estará à sua frente, a favor da luz. Dali você estará a 10 minutos de caminhada do AquaRio.

Depois da visita, pegue o VLT na estação Utopia/AquaRio e salte na estação Parada dos Museus (se o dia estiver agradável, dá para vir caminhando: são 15 minutos a pé). Suba pelo elevador do restaurante do M.A.R. (não é preciso comprar ingresso) até o terraço, de onde se tem a melhor vista da Praça Mauá, com o Museu do Amanhã em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo.

Almoce num dos restaurantes do M.A.R., num dos food trucks do Píer Mauá ou no Mironga, na av. Rio Branco (detalhes aqui).

Saia por um momento do Boulevard para subir ao Mosteiro de São Bento.

Volte à Praça Mauá. Faça sua foto no letreiro Rio Te Amo e prossiga pelo Boulevard (aqui, Orla Conde) até a Pira. Se quiser incluir uma paradinha cultural, à sua esquerda estará o CCBB.

Volte à Orla Conde e continue até a Praça XV. Então pegue a linha 2 do VLT (sentido Saara) e desça na primeira estação, Colombo: basta dobrar a esquina (à direita) da Gonçalves Dias, e você chegará à Confeitaria Colombo, o mais elegante desfecho para o seu passeio.

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Roteiro com Museu do Amanhã

Boulevard Olímpico: Museu do Amanhã

Compre ingresso para o Museu do Amanhã online com entrada para 13h. Saia da Zona Sul (de metrô + VLT) às 10h e salte na estação do VLT Parada dos Navios. O mural Etnias estará à sua frente, a favor da luz.

Volte caminhando (5/8 minutos) até o M.A.R.. Suba pelo elevador do restaurante (não é preciso comprar ingresso) até o terraço, de onde se tem a melhor vista da Praça Mauá, com o Museu do Amanhã em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo.

Almoce num dos restaurantes do M.A.R. ou num dos food trucks do Píer Mauá (detalhes aqui).

Visite então o Museu do Amanhã, sem pressa.

Na saída, faça sua foto no letreiro Rio Te Amo e prossiga pelo Boulevard (aqui, Orla Conde) até a Pira. Se quiser incluir uma paradinha cultura, à sua esquerda estará o CCBB.

Volte à Orla Conde e continue até a Praça XV. Então pegue a linha 2 do VLT (sentido Saara) e desça na primeira estação, Colombo: basta dobrar a esquina (à direita) da Gonçalves Dias, e você chegará à Confeitaria Colombo, o mais elegante desfecho para o seu passeio.

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Roteiro com a Ilha Fiscal

Boulevard Olímpico

O visita à Ilha Fiscal só acontece de 5ª a domingo. Saia da Zona Sul (de metrô + VLT) às 9h30 e salte na estação do VLT Utopia/AquaRio.

Volte a pé uma estação, apreciando os graffiti dos armazéns do porto, até chegar ao mural Etnias, em frente à estação do VLT Parada dos Navios.

Ali, pegue o VLT até a estação Sete de Setembro. Vai dar para tomar um café na Confeitaria Colombo. Então a linha 2 do VLT (direção Praça XV) na estação Colombo. Ao desembarcar na Praça XV, vire à esquerda no Boulevard Olímpico/Orla Conde até Espaço Cultural da Marinha, cuja bilheteria só abre às 11h. Ali você pode comprar o ingresso para o passeio da Ilha Fiscal das 14h.

Nas duas horas e meia que você terá até o passeio, visite o Paço Imperial ou o CCBB e almoce no Ancoramar ou na Brasserie Rosário (detalhes aqui). O passeio das 14h vai terminar às 15h30. Prossiga pelo Boulevard Olímpico em direção à Praça Mauá (você vai passar pela Pira).

Caso queira visitar o Museu do Amanhã (uma visita em modo express, já que o museu fecha às 17h), compre o ingresso online com entrada para 16h.

Mas o mais ajuizado é simplesmente subir no elevador do restaurante do M.A.R. (não é preciso comprar ingresso) até o terraço, de onde se tem a melhor vista da Praça Mauá, com o Museu do Amanhã em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo.

Na descida, tire a sua foto no letreiro Rio Te Amo. Pegue o VLT de volta na estação Parada dos Museus.

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Roteiro com o Morro da Conceição

Boulevard Olímpico: Morro da Conceição

Este é o Lado B do Boulevard Olímpico -- o passeio em que você vai encontrar menos turistas. É também o passeio que exige mais caminhadas com sol ainda alto; não é recomendável num dia quente de verão. Saia da Zona Sul (de metrô + VLT) às 9h30 e salte na estação do VLT Utopia/AquaRio.

Uma caminhada de 30/40 minutos, com direito a muitas paradas para fotos, vai levar você por muitos graffiti (incluindo o mural Etnias), até a Praça Mauá.

Ali, vire à direita, acompanhando a fachada do M.A.R.; atravesse a rua e prossiga pela rua Sacadura Cabral. Você vai passar em frente à Igreja de São Francisco da Prainha (cuja ruazinha lateral já é pitoresca como todas do Morro da Conceição) e entrar pelo Largo São Francisco da Prainha até a Pedra do Sal (onde toda 2ª à noite acontece uma roda de samba das ótimas).

Cais do Valongo e Cemitério dos Pretos Novos

  • Antes da Pedra do Sal, você pode seguir pela Sacadura Cabral até a Barão de Tefé: ali vai encontrar o sítio arqueológico do Cais do Valongo, onde chegavam os navios com escravos. O desvio fica ainda mais rico se complementado com uma visita ao Memorial dos Pretos Novos, instalado sobre um cemitério onde eram enterrados os escravos que morriam antes de serem vendidos. Para ir até lá, prossiga pela Sacadura Cabral e vire à esquerda na rua Pedro Ernesto. Depois, volte pela Sacadura Cabral até a entrada da Pedra do Sal e retome o circuito.

Suba pelos degraus da Pedra e você vai dar no alto do Morro da Conceição, na rua do Jogo da Bola. Vire na primeira à direita (tv. Joaquim Soares) e, ao fim dela, prossiga à direita pela Ladeira Pedro Antônio, que leva ao Jardim Suspenso do Valongo.

Volte pelo mesmo caminho até a rua do Jogo da Bola e prossiga à direita. Ao chegar à Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição vire à esquerda, para descer a Ladeira do João Homem. Ali, almoce no bar Imaculada (detalhes aqui). Ao fim da ladeira, você estará na rua Acre, a meia quadra da Praça Mauá.

Se quiser visitar o Museu do Amanhã, compre o ingresso online com entrada para 14h.

Senão, visite o M.A.R. e o Mosteiro de São Bento.

Em ambos os casos, siga pelo Boulevard/Orla Conde até a Pira. Depois, continue até a Praça XV.

Então pegue a linha 2 do VLT (sentido Saara) e desça na primeira estação, Colombo: basta dobrar a esquina (à direita) da Gonçalves Dias, e você chegará à Confeitaria Colombo, o mais elegante desfecho para o seu passeio.

O Morro da Conceição é um passeio que vale muito a pena fazer com guia. Recomendo minha amiga Meilin Mares Guia, da Turismares, que faz excelentes roteiros personalizados mesclando atrações tradicionais com atrações alternativas. Os comentários dos seus passeios no TripAdvisor são só elogios, dê uma olhada.

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Roteiro com AquaRio e Museu do Amanhã

Boulevard Olímpico: AquaRio & Museu do Amanhã

Saia da Zona Sul (de metrô + VLT) às 9h e salte na estação do VLT Parada dos Navios. O mural Etnias estará à sua frente, a favor da luz.

Dali você estará a 10 minutos de caminhada do AquaRio. Compre ingresso para o AquaRio online com entrada no intervalo entre 10h e 10h30.

Depois da visita, pegue o VLT na estação Utopia/AquaRio e salte na estação Parada dos Museus (se o dia estiver agradável, dá para vir caminhando: são 15 minutos a pé).

Suba pelo elevador do restaurante do M.A.R. (não é preciso comprar ingresso) até o terraço, de onde se tem a melhor vista da Praça Mauá, com o Museu do Amanhã em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo.

Compre ingresso online para o Museu do Amanhã com entrada para 14h.

Na saída, faça sua foto no letreiro Rio Te Amo e prossiga pelo Boulevard/Orla Conde até a Pira. Depois continue até a Praça XV. Finalmente, pegue a linha 2 do VLT (sentido Saara) e desça na primeira estação, Colombo: basta dobrar a esquina (à direita) da Gonçalves Dias, e você chegará à Confeitaria Colombo, o mais elegante desfecho para o seu passeio.

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  • Boulevard Olímpico: como chegar

O melhor jeito de ir ao Centro do Rio e ao Boulevard Olímpico em especial é com transporte público: se estiver hospedado na Zona Sul, vá de metrô até a estação Cinelândia. Lá, saia pelo acesso C (Pedro Lessa) e você estará a poucos passos da estação Cinelândia do VLT, à sua direita. Então é só pegar o primeiro VLT que passar (alguns terão destino Rodoviária; outros, Parada dos Navios -- todos servem para você).

Vindo de metrô da Zona Norte, desça na estação Uruguaiana e caminhe uma quadra pela Presidente Vargas até a Candelária -- ali você pode seguir de VLT ou a pé, pelo Boulevard. Caso você vá até a estação Carioca, saia pelo acesso A - Rio Branco, e atravesse a rua e pegue o VLT.

Boulevard Olímpico: VLT

Como não há integração tarifária entre metrô e VLT, você vai pagar duas passagens para completar o percurso. O metrô custa R$ 4,10 (janeiro/2017) e o VLT, R$ 3,80 (janeiro/2017).

Pegadinha: os cartões de transporte

Riocard e cartão do metrô

RioCard/Bilhete Único Carioca e cartão do Metrô

Existem dois cartões de transporte no Rio de Janeiro. O cartão da direita, o RioCard/Bilhete Único Carioca, vale em todos os meios de transporte: metrô, VLT, ônibus, BRT, trem e barca. Já o cartão da direita, do Metrô, só vale... no metrô.

É muito mais negócio, portanto, comprar um RioCard/Bilhete Único Carioca, cujo plástico custa R$ 3 (janeiro/2017), e carregar com créditos que podem ser usados em todos os meios. O problema é que, enquanto o cartão do Metrô é vendido em todas as estações, o cartão RioCard/Bilhete Único Carioca é vendido em poucos pontos.

Riocard

Máquinas do RioCard: no metrô General Osório e no VLT

Você consegue comprar direto o cartão RioCard/Bilhete Único Carioca nas seguintes estações do metrô da Barra, Zona Sul e Centro: Jardim Oceânico, Antero de Quental, Jardim de Alah, General Osório, Cardeal Arcoverde, Botafogo, Largo do Machado e Carioca. Normalmente há uma ou duas máquinas de autoatendimento no acesso principal à estação. As máquinas aceitam dinheiro e cartões de débito.

Se você já não tiver comprado e carregado seu cartão RioCard/Bilhete Único Carioca, pode comprar em qualquer estação do VLT. Em todas vai haver uma máquina (que aceita dinheiro e cartões de débito) e, às vezes, algum funcionário da RioCard vendendo cartões.

Os cartões RioCard/Bilhete Único Carioca são individuais; não servem para ser compartilhados. (Já os do Metrô podem ser usados por mais de uma pessoa -- mas, lembrando, só funcionam no metrô.)

Atenção: é preciso validar o cartão no VLT!

RioCard: validação

Valide abaixo da tela

Não há roleta nem cobrador nos bondes do VLT. Ao entrar, você deve validar o seu cartão nas maquininhas postadas junto a cada porta. Posicione o cartão abaixo da tela da maquininha; então aparecerá na tela a mensagem de que a passagem foi validada.

Fiscais embarcam com freqüência nos bondes e testam os cartões de todos os passageiros num aparelhinho portátil que indica se foi validado ou não. Se não tiver sido validado, você está sujeito a uma multa de R$ 170 (janeiro/2017).

Quanto tempo se leva da Zona Sul ao Boulevard Olímpico?

O tempo de viagem de metrô da estação General Osório, em Ipanema, à estação Cinelândia, no Centro, é de menos de 20 minutos (da estação Jardim Oceânico, na Barra, 35 minutos). Já o VLT faz o percurso da estação Cinelândia à estação Parada dos Navios em 10 minutos. Acrescentando o tempo da baldeação e espera do VLT, espere levar até o Boulevard Olímpico de 30 a 35 minutos desde Copacabana, 40 minutos desde a General Osório em Ipanema, 50 minutos desde o Leblon e 1h desde a estação Jardim Oceânico na Barra.

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  • Boulevard Olímpico: onde comer

Boulevard Olímpico: Edifício Touring, Píer Mauá

Edifício Touring, Píer Mauá

O Boulevard Olímpico/Orla Conde é um habitat natural para food trucks. O número de caminhõezinhos varia de acordo com os eventos em cartaz, mas existe um núcleo mais permanente junto ao prédio do Touring Club, do Píer Mauá. Até o fim de fevereiro de 2017, acontece ali a feira Rio je t'aime, com food truck francês comandado pelo chef Olivier Cozan no pátio e uma creperia funcionando dentro do prédio.

O M.A.R. tem dois restaurantes -- e como está posicionado no meio do circuito, é sempre uma opção a considerar na hora do almoço. O Mauá é administrado pelo grupo Pax (de vários restaurantes na Zona Sul) e tem menu brasileiro contemporâneo no terraço do museu (tel. 21/3031-2819). O bistrô Cristóvão tem cardápio variado, incluindo sanduíches e bons menus no almoço com entrada e prato por preço interessante (tel. 21/2253-5837). Não é preciso comprar ingresso para o museu para ir a nenhum dos dois restaurantes.

Onde comer no Boulevard Olímpico: Mironga

Mironga

Saindo um pouquinho de nada do boulevard, dois restaurantes podem ser combinados com atrações dos arredores. O moderninho Mironga é perfeito para almoçar antes de visitar o Mosteiro de São Bento, que fica a meia quadra (av. Rio Branco, 19, tel. 21/2518-7727). Escondidinho numa ladeira que sai de uma travessa da rua Acre, o Imaculada Bar é o desfecho perfeito para um tour pelo Morro da Conceição -- mas também serve como cenário inesperado para um almoço pitoresco a cinco minutos do M.A.R. (Ladeira do João Homem, 7, tel. 21/2253-3999).

O miolinho entre o Centro Cultural Banco do Brasil e a Orla Conde é pontilhado de bares e restaurantes. O mais bem cenografado é o Cais do Oriente, que funciona num casarão imponente (Visconde de Itaboraí, 8, tel. 21/2233 2531). A cozinha mais elogiada é a da Brasserie Rosário (r. do Rosário, 34, tel. 21/2518-3033).

Pra lá da Praça Mauá, o Ancoramar é o sucessor do saudoso Albamar; ocupa a única torre que se salvou de um incêndio num mercado que havia ali. Não sei como está a comida, mas a vista é imbatível (pça. Marechal Âncora, 184, tel. 21/3513-1842).

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  • Boulevard Olímpico: é seguro?

Boulevard Olímpico

Por enquanto, não há queixas quanto à segurança no Boulevard Olímpico. A área é bem policiada e costuma estar movimentada na parte da tarde.

O VLT também deu um belo upgrade na segurança de quem visita o Centro, sobretudo no fim de semana: não é preciso mais caminhar pelas ruas ermas do Centro.

Evidentemente, no entorno do Boulevard, tome cuidado extra com seu celular, e evite ruas vazias.

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  • AquaRio

Boulevard Olímpico: AquaRio

A mais nova atração do Rio fica na extremidade norte (na verdade, noroeste) do Boulevard Olímpico. Com 28 tanques -- incluindo um tanque gigante, que você atravessa por um túnel de acrílico por baixo de tubarões e arraias --, o AquaRio é o maior aquário marinho da América Latina. Se você já visitou outros grandes aquários do mundo, como Lisboa ou Monterey, não verá novidades. Mas para neófitos e sobretudo crianças, é um programa mágico. Ao entrar, você sobe de elevador ao terceiro andar, onde começa o circuito da visita. Reserve ao menos 90 minutos para completar o circuito. Compre ingressos online (nas férias, costumam esgotar já na véspera). Visitando nos primeiros horários da manhã, pode ser que você encontre os corredores menos congestionados. Veja o relato da nossa visita clicando aqui.

Boulevard Olímpico: graffiti

Graffiti nos armazéns

Na saída (ou antes de entrar) passe em revista os graffiti dos armazéns entre o AquaRio e a estação Parada dos Navios do VLT.

AquaRio

  • Praça Muhammad Ali, Orla Prefeito Luiz Paulo Conde, Gamboa | Aberto diariamente, das 10h às 18h (última entrada: 17h) | Ingressos: compre online, com hora marcada, para não perder a viagem | Adultos não-estudantes de 18 a 59 anos: R$ 80 (R$ 60 para naturais ou residentes do estado do Rio de Janeiro) | Crianças e adolescentes de 3 a 17 anos, estudantes de 18 a 24 anos, e maiores de 60 anos: R$ 40 | Crianças até 2 anos: grátis | Passaporte anual, com visitas ilimitadas: R$ 360 para até 2 adultos e 2 crianças; R$ 180 para 1 adulto | Estacionamento pago e bicicletário no local | VLT: estação Utopia AquaRio

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  • Mural Etnias & Píer Mauá

Boulevard Olímpico

Os antigos armazéns portuários entre estações AquaRio, Parada dos Navios e Parada dos Museus são usados para eventos -- veja a programação no site do Píer Mauá. (Até 5 de fevereiro de 2017, estará em cartaz a Arena Banco Original, no Armazém 3.) Esta é a área do porto do Rio onde atracam os navios de cruzeiro, que ajudam a compor a paisagem.

Boulevard Olímpico

Etnias

A maior atração permanente deste trecho é o mural Etnias, de Eduardo Kobra. Criado para as Olimpíadas, faz uma homenagem aos primeiros habitantes de cada um dos continentes. Entrou para o Guiness Book como maior painel de street art do mundo. De manhã o mural fica a favor do sol; à tarde, contra a luz (mas em dias nublados, evidentemente, não há diferença).

O elegante prédio branco na ponta do píer, junto à Praça Mauá, era originalmente o Touring Club. Depois de anos servindo à área administrativa do Píer Mauá, virou um centrinho cultural-gastronômico desde a Olimpíada. Há food trucks nas redondezas e, até fim de fevereiro de 2017, acontece o evento Rio je t'aime.

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  • Museu do Amanhã

Boulevard Olímpico: Museu do Amanhã

Ponto focal do novo Centro do Rio, o Museu do Amanhã não tem acervo: tem conteúdo. Vá com tempo -- digamos, pelo menos duas horas. Numa visita rápida só vai dar tempo de se impressionar com os efeitos especiais (que são inúmeros, e muito bons). Mas é melhor ir com tempo -- digamos, pelo menos duas horas, idealmente três -- para melhor absorver a torrente de informações encontradas a cada sala (perdão: a cada esfera, cubo, pirâmide, casulo...). Compre o ingresso com hora marcada pela internet (mesmo os ingressos gratuitos devem ser solicitados na bilheteria online). Veja o relato da nossa visita clicando aqui.

Museu do Amanhã

  • Píer Mauá | Abre de 3ª a domingo das 10h às 18h (última entrada: 17h) | Compre (online (o número de ingressos disponíveis na bilheteria é reduzido) | Inteira: R$ 20 (de 22 a 59 anos) | Meia: R$ 10 (visitantes de 6 a 21 anos, estudantes de escolas particulares, estudantes universitários, cariocas, moradores do Rio de Janeiro, pessoas com deficiência, servidores públicos do Rio de Janeiro, clientes Santander) | Grátis: crianças até 5 anos, maiores de 60 anos, estudantes da rede pública no Rio de Janeiro, professores da rede pública e de universidades no Rio de Janeiro, guias de turismo | Grátis para todos: 3ª feira | Atenção: ingressos gratuitos também precisam ser solicitados online | Bilhete Único dos Museus (dá direito também ao M.A.R.): R$ 32 (inteira), R$ 16 (meia) | VLT: Parada dos Museus

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  • M.A.R.

Boulevard Olímpico: M.A.R.

Primeira obra a ser inaugurada na Praça Mauá (em 2013), o M.A.R. acabou ofuscado pela profusão de novidades do Boulevard Olímpico/Orla Conde. Com tanta coisa para olhar na praça, muita gente nem percebe a graciosa cobertura ondulada que une os dois prédios do museu -- um palacete de 1919 e um terminal rodoviário de 1950 -- e que rendeu ao M.A.R. prêmios de arquitetura mundo afora. Os dois prédios tem usos distintos: o palacete recebe as exposições, enquanto o prédio modernista abriga a Escola do Olhar e o terraço. O museu costuma ter uma exposição por andar -- raramente são espetaculosas, mas costumam ser bastante interessantes (veja a programação aqui). Do terraço se tem a melhor vista da Praça Mauá; o acesso ao mirante é gratuito, pelo elevador do restaurante.

M.A.R.

  • Praça Mauá, 5 | Tel. 21/3031-2741 | 3ª a domingo das 10h às 17h | Inteira: R$ 20 (de 22 a 59 anos) | Meia: R$ 10 (visitantes de 6 a 21 anos, estudantes de escolas particulares, estudantes universitários, cariocas, moradores da cidade do Rio de Janeiro, pessoas com deficiência, servidores públicos do Rio de Janeiro, clientes Santander) | Grátis: crianças até 5 anos, maiores de 60 anos, estudantes da rede pública no Rio de Janeiro, professores da rede pública e de universidades no Rio de Janeiro, guias de turismo | Grátis para todos: 3ª feira | Bilhete Único dos Museus (dá direito também ao M.A.R.): R$ 32 (inteira), R$ 16 (meia) | Ingressos online aqui | VLT: Parada dos Museus

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  • Morro da Conceição

Morro da Conceição

O Morro da Conceição é um pedacinho pitoresco do Rio encravado em pleno centro financeiro. Suas ruelas de nomes poéticos (rua do Jogo da Bola, Ladeira do João Homem) remetem a Portugal e têm casinhas charmosamente simples, a maioria ainda ocupada por moradores de longa data, mas algumas já transformadas ateliês de artistas. Com acesso pelo alto do morro, o elegante Jardim Suspenso do Valongo foi restaurado recentemente.

Ao pé do morro se localiza o berço da cultura negra carioca: a Pedra do Sal. Nos tempos coloniais, ali aportavam navios negreiros com escravos. Mais tarde, o lugar atraiu imigrantes da Bahia, que disseminaram o candomblé e viram o samba se tornar carioca. Toda 2ª à noite tem roda de samba na Pedra do Sal -- à moda antiga, sem microfone, com os instrumentistas em torno de uma mesa junto à pedra, e o público cantando, bebendo e dançando ao redor.

Cais do Valongo

Durante as obras da zona portuária para o Boulevard Olímpico e a linha do VLT foram desencavadas ruínas do Cais do Valongo. Este era o local onde aportavam os navios que traziam escravos da África. O lugar funciona hoje como um sítio arqueológico, e é candidato a Patrimônio da Humanidade da Unesco. Fala-se em construir o primeiro museu brasileiro dedicado à memória da escravidão -- um tema doloroso mas que precisa ser abordado, até para que se avalie o tamanho da dívida do Brasil com a população afro-descendente.

A visita pode (deve!) ser complementada com uma esticada até o Museu Memorial dos Pretos Novos, a menos de 10 minutos de caminhada. Localizado sobre o sítio arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos, onde eram enterrados os escravos que morriam ao chegar ao Rio, antes mesmo de serem vendidos. O museu se dedica à memória dos enterrados e também sobre a vida dos descentes de escravos no Brasil e à cultura afro-brasileira.

Jardim Suspenso do Valongo

  • Entrada pela r. Camerino (continuação da Barão de Tefé) ou pela Ladeira Pedro Antônio (altos do Morro da Conceição) | Abre de 3ª a domingo das 10h à 18h | Entrada gratuita

Cais do Valongo

  • R. Barão de Tefé, entre av. Venezuela e r. Sacadura Cabral | Não fecha | Grátis

Museu Memorial dos Pretos Novos

  • R. Pedro Ernesto, 3234 | Tel.: (21) 96465-9983 | Abre de 3ª a 6ª das 13h às 18h; sábado das 10h às 14h | Entrada gratuita

Veja um roteirinho pelo Morro da Conceição aqui.

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  • Mosteiro de São Bento

Mosteiro de São Bento

O Mosteiro de São Bento paira sobre a Orla Conde, mas ainda não tem ligação direta com o Boulevard Olímpico (o trecho está em reforma). Mas vale muito a pena dar uma escapulida: está a 5 minutos de caminhada da Praça Mauá. Não se deixe deter para fachada simples: o interior oferece o exemplo mais rebuscado de barroco brasileiro, com paredes, colunas e púlpitos revestidos por talha dourada -- madeira entalhada e folheada a ouro. Para a experiência completa, assista a uma das missas com canto gregoriano (a de domingo é 'solene').

Mosteiro de São Bento

  • Dom Gerardo, 40 (acesso pelo elevador) | Tel.: 21/2206-8100 | Visitas: diariamente das 7h às 18h | Missas com canto gregoriano: de 2ª a sábado, 7h30; domingo (solene), 10h | Proibido fotografar durante as missas | Entrada gratuita | VLT: São Bento

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  • Orla Conde & Pira Olímpica

Boulevard Olímpico

Orla Conde

Tecnicamente, a Orla Conde começa à direita (de quem olha para o mar) do Museu do Amanhã. O passeio à beira-mar no Centro só foi possível porque a Marinha cedeu uma área que fazia parte do seu Primeiro Distrito. Por ali foi construído um bonito deck.

Orla Conde: grades

As grades ('para proteger os passantes de cair no mar') foram postas pela Marinha no fim de 2016 -- espera-se ansiosamente que sejam retiradas.

É possível atravessar para a Ilha das Cobras, que abriga prédios administrativos da Marinha que não são visitáveis -- mas tanto da ponte quanto da ilha você tira boas fotos.

Pira Olímpica

Um pouquinho adiante você chega à igreja da Candelária -- que, com a Orla Conde, voltou a ter a sua fachada valorizada. Em frente a ela está a Pira Olímpica. Mesmo com a chama apagada, continua uma linda escultura cinética -- e é, sem dúvida, o mais querido dos souvenirs olímpicos. VLT: Candelária.

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  • Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Casa França-Brasil e Centro Cultural dos Correios

Boulevard Olímpico: CCBB

CCBB

Junto à Candelária (à esquerda de quem olha para a igreja) fica um núcleo de centros culturais conhecido como Corredor Cultural do Rio -- que agora, graças à Orla Conde e ao VLT, está bem mais fácil de achar e visitar.

O mais importante da turma é o Centro Cultural Banco do Brasil, que tem um calendário intenso de exposições , algumas bastante populares. (O teatro tem sempre alguma peça-cabeça em cartaz.)

Em frente ao CCBB, a Casa França-Brasil ocupa um prédio original da Alfândega e se notabiliza pelos cursos. O vão costuma estar ocupado por alguma exposição.

Caçula do Corredor, o Centro Cultural dos Correios funciona num prédio do Lloyd Brasileiro que depois virou prédio administrativo dos Correios. A curadoria costuma programar várias exposições concomitantes; dê uma olhada na programação.

(Os três centros estão a duas quadrinhas de caminhada da primeira loja-conceito dos sabonetes Granado; hoje o estilo já está presente em todas as farmácias da marca, mas a loja da Primeiro de Março continua a mais bonita.)

Centro Cultural Banco do Brasil

  • R. Primeiro de Março, 66 | Tel.: 21/3808-2020 | 4ª a 2ª das 9h às 21h | Entrada gratuita | VLT: Candelária

Casa França Brasil

  • R. Visconde de Itaboraí, 78 | Tel.: 21/2332-5275 | 3ª a sábado das 10h às 20h; domingo das 10h às 19h | Entrada gratuita | VLT: Candelária

Centro Cultural dos Correios

  • R. Visconde de Itaboraí, 20 | Tel.: 21/2253-1580 | 3ª a domingo das 12h às 19h | Entrada franca | VLT: Candelária

Granado Pharmácia

  • Primeiro de Março, 16 | Tel.: 21/3231-6746 | 2ª a 6ª das 8h às 20h; sábado das 10h às 14h |

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  • Ilha Fiscal

Ilha Fiscal

Ilha Fiscal

A Ilha Fiscal continua dando um baile (ops) para quem visitar: os passeios guiados acontecem apenas de 5ª a domingo, e os ingressos são vendidos apenas no próprio dia da visita, entre 11h e 15h10. É difícil, mas vale a pena penetrar no palacete verde-bandeira que presenciou o último suspiro da monarquia brazuca. A visita leva duas horas. O acesso é feito de barco (na maioria das vezes) ou van. Com o mesmo ingresso você pode visitar os outros atrativos do Centro Cultural da Marinha, como o Submarino-Museu Riachuelo, a réplica da Nau dos Descobrimentos e o Navio-Museu Bauru. A bilheteria funciona no Espaço Cultural da Marinha (onde também acontece o embarque à ilha).

Passeio à Ilha Fiscal

  • Espaço Cultural da Marinha: Boulevard Olímpico, entre Candelária e Praça XV | Tel.: 21/2532-5992 | Visitas guiadas: 5ª a domingo às 12h30, 14h e 15h30 | Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) vendidos no dia, das 11h às 15h10 | O ingresso inclui a visita aos outros atrativos do Centro Cultural da Marinha

Submarino-Museu Riachuelo | Navio-Museu Bauru | Nau dos Descobrimentos

  • Espaço Cultural da Marinha: Boulevard Olímpico, entre Candelária e Praça XV | Tel.: 21/2532-5992 | 3ª a domingo das 12h às 17h | Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) vendidos no dia, a partir das 11h | O passeio à Ilha Fiscal não está incluído neste ingresso

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  • Praça XV, Paço Imperial e Barcas

Boulevard Olímpico

Estação das Barcas

Com a imponente estação das Barcas de um lado e o histórico Paço Imperial do outro, a Praça XV proporciona um belo fim de caminhada pela Orla Conde.

Se tiver fôlego, confira as exposições em cartaz no Paço -- ou zarpe para Niterói (é a maneira mais barata de contemplar a beleza da Baía de Guanabara).

Barca para Niterói

Aos sábados, um pouco adiante, acontece a Feira de Antigüidades da Praça XV.

Desde meados de 2017 já está funcionando na praça o ponto final da linha 2 do VLT. Se você pegar o VLT ali pode descer na primeira estação, Colombo: então é só dobrar a esquina (à direita) da Gonçalves Dias, e você chegará à Confeitaria Colombo, o mais elegante desfecho para qualquer seu passeio ao Boulevard Olímpico.

Paço Imperial

  • Praça XV, 48 | Tel.: 21/2215-2093 | De 3ª a domingo das 12h às 19h | Entrada franca

Feira de Antigüidades da Praça XV

  • Praça Marechal Âncora, 122 | Sábado, das 7h às 14h30

Barcas para Niterói

  • Praça XV | Das 6h às 23h30 | Tempo de viagem: 20 minutos | R$ 5,60 (R$ 4,10 com Bilhete Único)

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  • Confeitaria Colombo

VLT Linha 2

Desde fevereiro de 2017, a entrada em operação da Linha 2 do VLT criou um excelente final para qualquer caminhada pelo Boulevard Olímpico/Orla Conde. Agora você pode pegar o VLT na estação Praça XV (junto à Estação das Barcas) e descer na primeira parada, a estação Colombo, que fica praticamente na esquina da rua Gonçalves Dias. Aí é só virar à direita, e o primeiro prédio será o da Colombo.

O percurso é curto, mas indo de VLT você se sentirá bem mais seguro -- sobretudo nos sábados e feriados, quando a região fica erma (a Colombo não abre no domingo).

Confeitaria Colombo

No mesmo endereço desde 1894, a Confeitaria Colombo é o mais importante ícone da belle-époque do Rio de Janeiro. Normalmente há fila para sentar -- mas você vai estar tão distraído absorvendo o ambiente, que nem vai notar o tempo passar.

Confeitaria Colombo

  • R. Gonçalves Dias, 32, esquina Sete de Setembro | Tel.: 21/2505-1500 | Abre de 2ª a 6ª das 9h às 19h; sábado e feriado das 9h às 17h | Fechada no domingo | VLT: Colombo (linha 2) ou Sete de Setembro (linha 1)

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76 comentários

Nelma
NelmaPermalinkResponder

Concordo com você. Fui hoje ao AquaRio, e também achei muito caro. Quem vai com família gasta muito mesmo.
Osprecos poderiam ser mais camaradas...

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