Enquete: gafes de viagem

  • 0
Natalie Soares
por Natalie Soares

Basiléia

Basileia, Suíça

Mico. Gafe. Lapso. Indiscrição. Fora. Quem nunca cometeu um deslize durante uma viagem que atire a primeira milha. Cansaço, dificuldades com o idioma, fuso horário, falta de conhecimento, enfim... um bocado de fatores pode contribuir para aquele King-Kong de viagem que só depois de um tempão se transforma em uma história engraçada pra contar.

Fiquei pensando aqui nas minhas trapalhadas, mas um dos micos que mais me marcou foi perguntar para um suíço se era seguro despachar a mala no sistema de transporte do trem. Assim que terminei de completar a frase, percebi como tinha soado horrível. Acho que me perdi na tradução, porque realmente não era aquilo que eu queria dizer. O interlocutor ficou incomodado, tentei consertar a situação e a coisa foi ficando cada vez pior. Nunca torci tanto para encontrar uma fenda de espaço-tempo como naquela hora.

E você? Já cometeu aquela gafe durante uma viagem? Tem alguma história que virou piada entre os amigos? Problemas como idioma? Se perdeu e tentou entrar pelo lugar errado? Vale tudo! Conta pra gente aquele mico que você não consegue esquecer. Vamos todos nos abraçar e dividir esses deslizes engraçados, ou não.

Participe também das nossas outras enquetes:

108 comentários

Val
ValPermalinkResponder

Durante um giro pelo Leste europeu, paguei vários micos numa só viagem. Em Montenegro, achei que estava comprando iogurte, mas era manteiga...foi uma decepção!
Em outra ocasião, em Budapeste, achei que havia perdido o trem, mas ele só estava atrasado. O problema é que não dava para entender o que dizia o painel de informações todo escrito em húngaro! sad

Rosane Kowaleski

Quando chegamos na estação de Metro de Miami, tinhamos somente 50 dólares, e precisávamos de moedas. Trocamos nossa nota em uma máquina de moedas de metro. Pegamos aquele monte de moedas, achando que eram dólares, pois não olhamos direito.
Quando estávamos na estrada indo para Orlando , tentamos pagar as compras em um posto de gasolina com as moedas, e o vendedor disse que não eram moedas de dinheiro e sim moedas de metro. Quando voltamos para Miami, ficamos na estação ao lado da máquina tentando vender as moedas para quem queria comprá-las para utilizar o metro. Tivemos que pedir ajuda de um policial para que as pessoas acreditassem na gente. Até hoje damos muita risada desse mico que passamos.

FABIANA BRANCHINI

Esse foi legalsmile

Maíra S.
Maíra S.PermalinkResponder

Na minha primeira viagem internacional solo, saí de Bruxelas e peguei um trem para Berlim, com uma parada em Colônia. Aproveitei para conhecer a famosa catedral durante o pouco tempo de conexão e deixei minha mala num "armário" na estação, em que só havia uma porta e a mala era encaminhada para o subterrâneo por meio de uma esteira elétrica. Fiquei impressionada com aquilo e com medo de ter algum problema na retirada. A Catedral estava mais cheia do que eu esperava e voltei para a estação em cima da hora de pegar o trem para Berlim. Na hora que inseri o cartão magnético no "armário", a máquina me devolvia com um escrito em alemão. Tentei várias vezes e fui entrando em pânico, com medo não recuperar minha mala a tempo de pegar o trem. Corri até um posto de informação e com muita dificuldade consegui explicar o que estava acontecendo. O atendente olhou o cartão magnético e fez uma careta. Na hora percebi que estava tentando usar o cartão do metrô de Bruxelas, que era do mesmo tamanho! Consegui pegar o trem para Berlim, mas quando cheguei na cidade a estação próxima do meu albergue estava fechada e fui parar na estação central e passei poucas e boas tentando chegar no hostel de metrô, sem informação, sem falar alemão, num sábado quase meia-noite.
Aprendi duas lições valiosas num só dia: 1) o medo e a apreensão em viagens só aumentam as chances de as coisas darem errado, e 2) nunca mais chego numa cidade pela primeira vez sem ter estudado com antecedência como usar o metrô e evito sempre que possível chegar à noite, quando tudo parece mais assustador e complicado.

Clarisse
ClarissePermalinkResponder

A primeira vez que fui passear de bike pelas ruas de Paris, feliz da vida, nem reparei que ao invés de passar o cartão de crédito para retirar as bikes passei o de débito da Confidence, no dia seguinte fui conferir meu extrato e tinha 600 euros a menos!!!! Gelei!! Liguei para uma amiga do Consulado e juntas fomos parar na prefeitura de Paris onde conseguimos alguém que nos explicou que o dinheiro tinha sido debitado a título de caução pelo uso das bikes e que seria devolvido em 30 dias (qdo eu já estaria de volta ao Brasil, snif), se eu tivesse passado o cartão de crédito, nada disso teria acontecido. Com 600 euros a menos na mão fiz uma viagem bem mais econômica, hehehe
Outra vez desci no aeroporto de Ezeiza em Buenos Aires e estava tão entretida conversando com amigos que peguei apenas uma das malas na esteira, só quando já estava chegando no centro de Buanos Aires foi que me lembrei que havia deixado na esteira do aeroporto a outra mala!! Nossa, foi um susto!! Consegui ligar para o balcão da Gol e pedi que eles guardassem a tal mala até que eu conseguisse um outro Remis para voltar ao aeroporto, perdi quase 3 horas nessa trapalhada, hehehe

Cleo M
Cleo MPermalinkResponder

Fui a uma padaria em Roma, comprei pão e perguntei se havia um café nas proximidades, o dono olhou para mim, com a peculiar ironia dos italianos e me mostrou vários, inclusive de frente a mesma.

Marcolina
MarcolinaPermalinkResponder

Cheguei em Paris ao final da tarde e como estava muito cansada, peguei táxi para ir à Torre Eiffel. Na volta, falo ao taxista que siga para o hotel Campanile. E ele me pergunta para qual dos hotéis Campanille. Ainda bem que tinha o telefone da guia da CVC. Mais tarde lendo um folheto no quarto, descubro que há 21 hotéis com esse nome na cidade!!!

Camila
CamilaPermalinkResponder

Em Frankfurt, contratei um ônibus turístico apenas para me levar até a cidade de Wurzburg, porque era mais confortável e mais barato do que trem. Dentro do ônibus havia vários turistas japoneses e o motorista apenas arranhava o inglês. Quando chegamos na cidade, rolou um pit stop na frente do Residenz, a mais famosa atração local e ninguém desceu do ônibus. Achei que fosse só para dar uma olhadinha, tirar fotos, etc. O que eu não sabia era que aquela era a minha parada e todas as outras pessoas que estavam no ônibus continuariam viagem por toda rota romântica. Quando percebi o erro, tentei me entender com o motorista, que esbravejou todos os palavrões do mundo em sua língua - não precisei de tradutor para entender! Ele acabou dando meia volta e me deixando próximo à cidade, no meio da estrada! Foi meio terror!!!

Luiza
LuizaPermalinkResponder

Fora ser largada no meio de uma cidade horrorosa na Alemanha, porque desci pra fazer xixi (não tinha banheiro no ônibus), tudo tranquilo. A viagem era Berlin-Essen, fui largada em Dortmund, uma cidade antes de Essen. Já paguei ônibus em moedinhas de 5 centavos ouvindo um típico carrancudo motorista alemão esbravejar, enquanto eu calmamente reunia minhas moedinhas hahahaha. Mas nunca tive situações muito ruins não.

Isabelle
IsabellePermalinkResponder

Fomos à Edimburgo, eu e meu namorado (que é Inglês mas não conhecia a cidade ainda). No primeiro dia passeamos bastante, mas aprendemos a duras penas que a cidade é maior do que parece e mais íngreme do que o google maps mostra (na verdade não mostra né rs). No segundo dia veio o micão, fomos até o Holyrood park, estacionamos o carro, e eu olhando a montanha e dizendo 'não vamos conseguir subir isso', fomos até o palácio Holyrood house e quando voltamos quisemos ir até o Arthur's seat, ou seja, subir a montanha de Holyrood. Subi o caminho todo xingando aquela montanha enorme, que eu não tenho condição física pra isso e etc, fiquei super de mal humor por causa do tamanho esforço pra chegar no tal do Arthur's Seat, ficamos super cansados. Quando descemos a montanha, na frente do parque tinha uma placa mostrando os VÁRIOS caminhos bem mais simples de se chegar. Conclusão: havíamos pego a trilha "Radical Road" após subir e descer o 'morro' do castelo várias vezes no dia anterior. A gente riu muito da história depois, mas na hora rolou uma revolta de cansaço rs

Eneida
EneidaPermalinkResponder

Minha irmã achava que falava espanhol. No Chile, querendo saber o que tinha pra fazer na cidade, ela já mandou para o homem que carregava as malas: que tienes para hacer hoy?

E o cara, apontando pra si mesmo: yo?

kkkkkkk afinal, espanhol é tipo isso, né? Tem é tienes e coca cola é cueca cuela só que não!

Não, moço! Ela quis dizer que hay en la ciudad, para hacer?

Eneida
EneidaPermalinkResponder

Quando conheci a prefeitura de Paris, o Hotel de Ville, pensei: nossa, esse prédio incrível já foi um hotel kkkkk só que não! Pior foi uma mãe de um amigo, que disse que essa rede de hotéis - Hotel de Ville - é muuuito bem localizada e os prédios são puro luxo hahahaha em Bruxelas, em Paris, só luxo kkkkkk

Em Bruxelas tudo é bilíngue. E as farmácias vinham com a placa Pharmacie Apotheke.
Eu falei: nossa, essa rede Apotheke domina mesmo as farmácias daqui! Só que apotheke é farmácia em holandês e em alemão tb...

Carla
CarlaPermalinkResponder

Mico por idioma são master!!!! Bom, vou uma média de 3-4 x/ano para R. Tcheca a trabalho e pagar mico em tcheco é mto fácil! Fico numa cidade pequena perto de Praga, em Praga td mundo fala ingles, mas nessa cidade é osso! Embora pequena tem uma Hossmann na cidade e claro que adoro ir lá comprar maquiagem! Fui pagar e a caixa pegou meus pinceis e voltou com outros. E registrou o preço! Eu fiquei explicando que não queria (pq marcou o preço no monitor), mas nem ela nem ninguém falava ingles! Veio segurança da loja, veio outra pessoa e eu tentando explicar que só queira os que dois(dva em tcheco) que tinha pego. Em algum momento eu devo ter soltado um PQP em Portugues, e alguém na fila (já tinha uma meia dúzia de pessoas a esta altura na fila), falou assim: "REGALO!!!!!" Comecei a rir, pq na vdd os outros pinceis eram de brinde! E eu brasileira achando que estava sendo passada para trás! Essas situações ão muito boas para rdconhecermos nossas limitações e que não dá para saber de td!

Marina
MarinaPermalinkResponder

Eu e meu marido fomos ver uma apresentação de Flamenco, em Sevilha. O local era pequeno e o dono permitia que o público comprasse bebida num bar a uma ou duas casas de lá.
Em cima do horário da apresentação, fui "encher o refil" e, apressada, me dirigi a um homem vestido de preto que estava em frente ao balcão e expliquei - com todo meu portunhol - que estava na casa de flamenco e que queria levar uma taça de vinho para consumir durante o show.
Duas mulheres atrás do balcão pararam para observar a cena: eu falava sem parar e o homem fazia uma cara engraçada, até que ele resolveu me interromper para dizer que eu precisava pedir minha bebida para aquelas mulheres, que ele era o músico do show. Todos riram de mim e eu, morta de vergonha, só sabia pedir "pelamordedeus, me desculpa, moço!". Outro homem que estava logo atrás dele ainda falou, em tom de brincadeira, que era óbvio que eles, de preto, só poderiam ser garçons. Era o cantor.
Eu devo ter feito uma cara absurdamente Fail porque eles continuaram rindo, inclusive quando me viram na primeira fila do show. Até o dono da casa fez piada com a história.

Cristiane Pereira

Quando fui a Roma pela primeira vez, em 2001, uma amiga do trabalho indicou um amigo italiano, nascido em Roma - Mauro - para sair comigo. Tinham se conhecido em Jericoacoara e ele adorava o Brasil. Embora eu estivesse com amigos, Mauro seria uma ótima companhia, pois falava um pouco de português e gostava de mostrar a cidade. Nos comunicamos previamente pelo ICQ (sim, ainda existia ICQ, que muita gente nem deve saber o que é), ele foi super simpático e quando cheguei a Roma entrei em contato com ele. Saímos no meu segundo dia na cidade, ele foi um encanto, me levou ao Café Santo Eustáquio, super tradicional na cidade, ficamos lá de papo. Logo ele me perguntou se eu estava gostando da cidade. E eu, que tinha antes passado uns dias em Paris, respondi, na lata: "estou, né, Roma é muito confusa, bagunçada, Paris é mais organizada!". Toin oin oin oin oin... Percebi o fora que dei pq a cara dele não foi nada boa, e ele disse: "Roma é muito mais bonita e mais importante do que Paris, que, aliás, foi fundada pelos romanos". Imediatamente tentei consertar, pedi desculpas, elogiei os monumentos, disse que a cidade era linda, berço da história, que eu ainda não tinha entendido a cidade etc etc etc... mas fiquei muito sem graça! Foi péssimo! E aprendi: nunca, nunca fale mal de uma cidade para quem nasceu nela!

Ivana
IvanaPermalinkResponder

Qatar...Mulheres não podem nem usar saia/shorts direito, burcas para todos os lados...

Chego no aeroporto de moletom (pois estava friozinho no avião) e vou pegar um táxi. Dentro do táxi vou tirar o meu moletom e acaba vindo a blusa junto. Resultado: eu de sutiã em público nos meus primeiros 10 minutos no Oriente Médio. Só notei quando percebi o espanto do taxista muçulmano no retrovisor...

JESSE SATURNINO JUNIOR

Em julho de 2016, visitando a bela cidade de Cuzco, fui almoçar no Mercado Municipal. Comi algo que ainda não sei exatamente o que foi. Tava gostoso, mais não sei bem o que era. Mais o pior foi que tinha uma pequena tigela com algo que lembrava o vinagrete brasileiro. Pus uma colherada no meu prato. Era pimenta pura, e das fortes. Sinto o ardor até hoje.

Fernando Pereira

Eu e minha esposa estávamos indo de Roma a Florença pela A1 quando parei no pedágio que dá acesso a Florença e não tive atenção em qual guichê eu parei (depois eu descobri que cada guichê tem uma modalidade de pagamento, cartão de crédito, dinheiro...), pois bem, coloquei o biglietto no local indicado, a maquina informou que deveria pagar € 18,00. Fiquei uns 10 minutos buscando o local para depositar o dinheiro, daí descobri que aquela maquina só aceitava moedas kkkkkk, foi um desespero, comecei a procurar moedas no carro e não encontrava, foi aí que minha esposa, com tristeza, me disse que estava guardando as moedas para gastar na feirinha de Pisa, pagamos o pedágio e seguimos viagem. Hoje damos muitas risadas.

Leila Azevedo
Leila AzevedoPermalinkResponder

Final de uma viagem de 3 semanas pela Europa resolvemos dormir uma noite em Lisboa antes de voltar para Recife. Hotel bom, com uma banheira enorme, resolvi tomar um banho relaxante. No meio do meu banho começam a bater desesperados na porta do quarto falando em inglés, meu filho abriu e tinha um americano reclamando que estava pingando água no quarto dele. Meu filho me avisa e eu corro para sair do banho e sem pensar Tiro a tampa do ralo da banheira. Inundei o quarto do coitado. A culpa não foi minha, foi do hotel, mas a cara do homem do quarto inundado no dia seguinte no café da manhã era horrível.

Morenise Puperi

A minha pior gafe foi em Roma: dei 2 REAIS para o rapaz do hotel que me ajudou com as malas e fiquei com 2 EUROS no bolso! Na hora me atrapalhei e quando vi não dava mais tempo de trocar. Rsrsrsrs...

Laura Oliveira Mendes

Fui passar o Reveillon em NY com outras 3 amigas. Numa noite bem fria, pegamos um táxi para voltar para o hotel. O taxista, muito simpático, disse que era filho de portugueses. Ele percebeu que eu tremia de frio e prontamente ligou o aquecedor do carro e do assento. Uns minutos depois ele solta: - E o cú, já está aquecido? Fiquei em choque e as meninas caíram na gargalhada! O moço ficou morto de vergonha e tentou explicar que era pra saber se o assento já tinha esquentando! (Descobri depois que no português de Portugal não se fala bunda, e sim cú!)

Livia
LiviaPermalinkResponder

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk melhor de todas

Leila
LeilaPermalinkResponder

Uma carona que me deram. Tinha um papel preso no limpador de parabrisas. Eu tentei pegar pelo lado de dentro do carro.

Ligia Cortez
Ligia CortezPermalinkResponder

Em um returante na Itália, já estava me achando a própria Laura Pausini e pedi “due PENNIS” - compondo um plural que não existe. Tão logo falei, comecei a rir descontroladamente e o garçom pensou que eu fosse louca!

Maria Ivete
Maria IvetePermalinkResponder

HahahahaHahahahaHahahaha
Quase me engasguei de tanto rir!

Natália Turnes

Só enquanto eu estava lá vi várias pessoas pagando mico nesse locker, mas por outro motivo: não entendiam a placa q falava que alguns deles estão fora de funcionamento rs
Avisei depois que notei a fila kkk

João Camilo Cunha Neto

No banheiro de um restaurante em Paris, procurei como abrir a pia para lavar as mãos e não teve forma de conseguir. Quando desisti e ia saindo, meu pé tocou acidentalmente no dispositivo no chão e a água, milagrosamente, saiu da torneira. Cheguei tomar um susto. Lavei as mãos e sai aliviado. Ninguém viu, porque era um daqueles banheiros individuais, que a gente paga pra usar. Foi perto da igreja de Notre Dame de Paris.

João Camilo Cunha Neto

Em Londres, primeiro táxi que peguei, com três pessoas, fui último a entrar. Não achei onde sentar, fiquei de cócoras, e o motorista rindo. Numa curva, a mão bateu numa saliência e o banco abriu. Não sabia que o banco do quarto passageiro, era embutido no encosto do banco da frente. No fim, todos rimos.

Isabella
IsabellaPermalinkResponder

Programamos a viagem para Londres e eu queria assistir o balé na Royal Ópera. Marido sugeriu comprarmos o jantar também, para comemorarmos nosso aniversário de casamento. Fizemos tudo pela internet com antecedência. Chegou o grande dia, fomos lindos e empolgados. Começamos pelo jantar, nos sentindo muito chiques! Terminada a entrada e o prato principal, fomos tomar nossos lugares. Eram os ingressos mais baratos, afinal, não tínhamos tanta grana assim. Sentamos na última fileira, seguindo a numeração. Fomos abordados educadamente pelo "lanterninha", que pediu pra ver nossos bilhetes. Descobrimos que nossos lugares marcados eram de pé (stand position), atrás das cadeiras que ocupamos! Até o lugar de pé é numerado! Pedimos desculpas e assistimos 3h de balé em pé, com a cabeça quase encostando no teto do teatro!!! No intervalo do primeiro para o segundo ato, voltamos ao restaurante para a sobremesa, muito chiques. E no último intervalo, tomamos champanhe no foyer. Foi muito engraçado o contraste do jantar fino com nossos lugares de pé quase no teto do teatro! A gente ri demais disso até hoje!

Marilene Carvalho

Rindo eternamente! Kkkkkkkkkk

Luisa D'Acri
Luisa D'AcriPermalinkResponder

Estavamos em Veneza, cansadas e querrendo voltar ao hotel próximo a estação de trem. Já era bem tarde e estavamos tendo dificuldade de fazer o percurso correto. Converso com uma senhora no meu italiano enferrujado e ela me diz o quanto é mais fácil cortar o caminho com o a gôndola e que é barato, centavos de euro e que a ponte pra cruzar aquele canal estava longe. Ok. Minhas amigas ficam na dúvida mas o cansaço ganha. Os outros vão subindo e pagando. Eu com o dinheiro das três na mão, eu subo e estou bem na lateral da gôndola, minhas amigas acabaram no fundo, estava bem cheia. Eu tenho um ataque de pânico e meio agachada me agarro a madeira, segurando ainda o dinheiro.
A "travessia" foi só de cortar o canal e foi bem rápida...e eu só ouvia sem voz o cara reclamando dos turistas idiotas e folgados. E um outro falado pra pegar leve que dava pra ver que a "ela estava assustada".
Atracamos, consegui me levantar, colocar as moedas na mão do cara e pedir desculpas num italiano perfeito que não falava há anos. E sai dali com as pernas trêmulas e com a certeza de que não repito esse "atalho".

Edimara
EdimaraPermalinkResponder

Primeira vez que viajei sozinha para Europa fui para Itália e levei uma mala de 23kg. Em Roma escolhi uma estação perto do hotel e achei que podia fazer tudo de trem e metrô. Fui de trem de Milão para Roma. O meu hotel ficava perto da estação Cavour e cheguei na Termini. Era só uma estação. Só que domingo a Cavour estava fechada e resolvi ir andando para o hotel a partir da Estação Vittorio Emanuelle. Em Roma as ruas são antigas e as estações cheias de escadas. Foi osso chegar até o hotel carregando essa mala. Próxima vez pego um uber mesmo quando o hotel for a apenas 1km da estação Termini.

Edimara
EdimaraPermalinkResponder

Mico 2. Viajar sozinha e sabendo pouco inglês multiplicam os micos. Cheguei na estação em Milão e comprei um ticket do metrô e não sabia que tinha que guardar para sair na próxima estação. Usei na entrada e joguei o ticket fora. Quando cheguei no destino não conseguia sair e fui tentar explicar para o guarda que acabou abrindo para mim a catraca. Ele não ficou muito feliz e reclamou muito.

Luciana Pinheiro

Sempre rolam uns micos em viagens. Estar numa outra cidade ou país nos faz sair da rotina das previsibilidade, principalmente ter de se fazer compreender numa outra língua, daí coisas confusas e engraçadas acontecem.
Em Buenos Aires estamos jantando e percebo que não colocaram guardanapos na mesa. Pego meu mini dicionário, bem ruinzinho por sinal, e não encontro a tradução para a tal palavra. Daí me saio com o "papelzito". A cara do garçom foi a melhor, sem entender patavinas do que eu falava. Tive que apontar para outra mesa e mostrar o que eu queria. Até hoje meus amigos morrem de rir disso, e finalmente aprendemos que se chama servijeta...
Em Lisboa, primeiro vez na Europa, tagarelavamos tanto que esquecemos a porta do flat aberta quando saímos. Havia um desnível e a porta, que só havia sido encostada, abriu e ficou literalmente escancarada. Ficamos desesperados quando voltamos no final da tarde, mas estava tudo intacto. Como saímos um pouco antes da hora em que os quartos eram limpos (apenas no check-out), e estávamos no último andar, acho que se alguém mais viu a porta aberta, deve ter pensado que havia alguém limpando. O susto foi grande, mas hoje eu rio muito disso...
Em Roma estávamos comprando uns guarda-chuva-chuvas com um camelô e chegou a polícia. Acontece que o ambulante havia invadido uma área proibida próxima à zona turística da Via dei Imperi. Pensei que seríamos presos, mas eles só espantam os camelôs e depois vão embora. Na confusão, paguei com reais. O camelô voltou para pegar o material que havia caído no chão e reclamou comigo que não aceitava "aquele dinheiro". Hahaha...
E tenho muito mais micos pra lembrar... rsrs

Maryele
MaryelePermalinkResponder

A primeira em 2007 indo p Japão c meu pai que é japonês, eu tinha por volta dos 20 anos e conheci uma menina no aeroporto indo p Japão tbe ... ficamos amigas ... chegando em Londres vimos uma oriental e durante o check in pedimos p meu pai pedir p ela colocar nos duas juntas no vôo, ele pediu em japonês mas ela não entendeu nada pq era inglesa (só tinha os olhos puxados).
Em Praga um checo se dirigiu a nossa mesa e disse algo que não entendi eu disse yes yes ( pra ser educada)... quando fui interrompida por minha amiga que mora lá dizendo que ele tinha me chamado p ir p outro bar...ela então recusou em Tcheco (phyna) e continuamos ali rindo.
Na Argentina minha amiga preencheu o campo Apellido c o apelido dela msm e ficavam chamando ela daquela forma no hotel ... rimos dela até hoje.
Num vôo lowcost de Praga p Amsterdã eu e minha melhor amiga travamos uma conversa bem obscena (em português) e estávamos tranquilas ... quando fomos descer ... o rapaz de trás da gente nos deu tchau em português, nossa cara foi no chão.
Em Santiago do Chile perdi meu celular na esteira da aduana...voltamos no aeroporto 2 horas depois consigo recuperar o aparelho mas todo formatado... passei a viagem sem Whatsapp que precisava de um código da operadora PRA se4 ativado.
Enfim muitos micos e perrengues... Mas eu amo essa vida ❤

Isadora Casline

Primeira vez em Buenos Aires, eu e meu irmão fomos ao Senor Tango, onde tinha reservado jantar e show. Quando o garçom nos levou a nossa mesa já fui logo falando como era chique aquilo, aquela mesa toda montada e com velas e na minha empolgação , apoiei a Mao na mesa, que era um tampo na verdade e estava solto, e aquilo virou e foi água na cesta de pão, nas flores, molhando tudo, aquela beleza! Quando o garçom voltou e viu aquilo a cara dele foi a pior, eu não sabia onde enfiava a cara e pedi mil desculpas em português, enquanto meu irmão se dobrava de tanto rir!

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Já cometi as piores gafes, como ir fazer um cruzeiro de navio pelo Brasil e esquecer de levar a original da identidade, ir viajar e esquecer o cartão de crédito porque tirei da bolsa no dia anterior p comprar umas bobagens p a viagem, ir parar no aeroporto errado da cidade...a viagem super organizada e eu esquecia o basico! Pra todas dei um jeito, mas agora uso um check list.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar