Nova York: Guia de baladas | Tudo o que você precisa saber para cair na night em NY

Rogéria Vianna
por Rogéria Vianna

Balada Nova York 230 Rooftop e TAO

Se Nova York é a cidade que nunca dorme, nada mais justo do que aproveitar ao máximo também quando a noite cai (e o cansaço deixa). A cidade tem uma infraestrutura de entretenimento poderosa e existe programação para todos os dias, então ninguém precisa ficar aflito à espera do fim de semana. O circuito de bares e clubs é imenso, diverso e incrível, com opções do jazz ao eletrônico, do intimista ao mega-luxuoso, da banda novata ao DJ celebridade. Tem para todos os gostos -- basta saber direitinho como, quando e onde ir.

Mas, antes de tudo, é absolutamente necessário entender o beabá da etiqueta baladeira.

  • Nova York: o beabá da balada

Proibido para menores

Não adianta pedir nem implorar: em Nova York, a entrada em bares e clubs só é permitida para maiores de 21 anos, sempre portando documentos. Mesmo que você tenha idade de quem curte a night desde os tempos do Dancin' Days, eles vão pedir para ver sua identidade/passaporte.

Horários

No Brasil, o horário para chegar nas baladas é depois da meia-noite. Em Nova York, o agito começa mais cedo, em torno das 22h e por volta das 23h30 você certamente já encontrará filas e dificuldade para entrar nos lugares. E não vá esperando dançar até o sol raiar, pois lá também se vira abóbora mais cedo: o horário de funcionamento das casas é até as 4 da manhã.

Drinks

Balada Nova York: drinks

Em Nova York, não existe cartão de consumação como em alguns estabelecimentos no Brasil. É preciso pagar a cada drink que você pedir. O que por um lado parece uma tremenda chatice, por outra é uma grande praticidade: na hora em que você se cansar, é só ir embora sem precisar pegar nenhuma fila para pagar. A gorjeta (tip) para o bartender não é uma gentileza, é uma obrigação. Se pagar sua bebida em cash, assim que ele devolver seu troco, deixe no balcão 1 ou 2 dólares se for refrigerante ou cerveja (garrafa ou draft) ou uns 3 dólares se for outra bebida. Não precisa entregar na mão do bartender. É só deixar ali como quem não quer nada e ele vai recolher em seguida. Mas, repito: deixe gorjeta se quiser garantir bom atendimento nas próximas rodadas e evitar alguma reação grosseira de quem está servindo. Água da torneira é sempre de graça, basta pedir.

Abrindo uma conta

Se você não quer usar dinheiro e decidir pagar em cartão, o bartender vai perguntar imediatamente: "Open a tab?”. O que ele quer dizer com isso? Se você quer “abrir uma conta”. Se sua resposta for yes, você precisa entregar seu cartão de crédito ao bartender (pode confiar) e tudo o que você beber durante a noite será adicionado nessa conta. É inacreditável como eles conseguem decorar os donos de cada cartão que fica lá, mas você vai ver como estará tudo certinho no fim. Nesse caso, você não precisa dar a gorjeta a cada drink, pode pagar tudo junto no final.

Quando você quiser ir embora, basta pedir “Close my tab”. O bartender vai entregar sua conta e você pode escolher se deixa a gorjeta (tip) em dinheiro ou se também quer pagá-la no cartão. Se for em dinheiro, assine seu comprovante, risque a área “Tip” e coloque apenas o valor total das bebidas em “Total”. Depois, calcule o valor das gorjetas de cada drink que pediu (conforme sugerido acima) e deixe o dinheiro junto com o seu comprovante assinado. Se quiser também pagar a gorjeta no cartão, escreva o valor a mão na área “Tip” da conta. Some os valores (conta e tip) e escreva o valor final na área “Total”. Em alguns lugares, o valor do serviço já vem sugerido e costuma ser 18% da conta. Se for assim, melhor respeitar e aceitar.

Happy Hour

A maioria dos bares de Nova York oferece happy hours com ótimas promoções em bebidas e petiscos. O horário vai normalmente das 16 às 19h (com algumas variações) e você pode economizar bastante se conseguir aproveitar.

Bares secretos

Speakeasy é o nome que se dá aos bares escondidos que surgiram na década de 1920, época da Lei Seca, que foi uma tentativa de proibir a venda de álcool nos Estados Unidos. Contornando a lei, os bares clandestinos funcionavam a todo vapor, em completo segredo. Alguns deles existem até hoje em Nova York e são bem difíceis de serem encontrados sem uma dica. Existem outros onde só se é aceito com reserva, então nem perca seu tempo de tentar entrar se não tiver feito a sua.

Cobrança de entrada

Em bares e pubs, a entrada é gratuita, a menos que tenha música ao vivo. Nos clubs, geralmente as mulheres entram de graça e os homens pagam para entrar ou é necessário reservar uma mesa com consumação mínima (que pode ser a partir de 500 dólares). Alguns lugares dificultam a entrada de grupos de homens sozinhos. Muitas vezes, rapazes desacompanhados abordam mulheres na fila pedindo para fingirem ser um casal para assim conseguirem entrar mais facilmente. Por isso, garotas, não se espantem se receberem um pedido desses. Uma boa tática para garantir entrada mais rápida, grátis ou com desconto é fazer contato com algum promoter e ele colocar seu nome na lista que fica na porta.

Dress Code

A noite de Nova York é para quem quer ver e ser visto e as pessoas investem pesado no look. Salto, brilho, blazer, alto estilo. E os doormen levam isso muito a sério, chegando a barrar quem eles não consideram 'à altura' do lugar. Por isso, verifique antes de ir se o local escolhido para a sua noite tem dress code. Na maioria deles, peças como tênis, regatas, bonés, camisas de times e sandálias rasteiras não são bem-vindas. Por isso, capriche na produção. Afinal, você está em uma das noitadas mais famosas do mundo e vai querer causar a melhor das impressões, não é?

Por dentro da programação

A melhor fonte de informação sobre que está acontecendo na cidade é a revista semanal Time Out New York. Ela traz agenda de festas, eventos e novos locais que valem a pena conhecer. A versão impressa é distribuída todas as quartas-feiras em cafés, lojas e estações de metrô (veja onde pegar a sua aqui). Você ainda pode acessar o site ou baixar o aplicativo para celular.

Endereços

Agora que você já está pronto para o agito, só falta o principal: onde ir. E aqui está uma listinha com sugestões que vão fazer você se jogar na noite.

  • Clubes

Balada Nova York: TAO

TAO Downtown

Aqui a balada é forte e a noite ferve.

No Meatpacking District, área famosa pela grande concentração de clubs, bares e restaurantes, opção é o que não falta. Começando pelo PH-D Lounge (355 W 16th St, entre 8th e 9th Ave), no topo do Dream Hotel e um dos mais concorridos da cidade. A poucos passos dali, fica o nightclub do restaurante TAO Downtown (92 Ninth Avenue com 16th St.), com decoração elegante e frequentado por celebridades, gente bonita e cheia de vontade de se divertir. A 1OAK (453 W 17th St, entre 9th Ave e 10th Ave) é famosa por sua enorme pista de dança, clientes famosos e DJ’s renomados. A Avenue (116 10th Ave, entre 17th e 18th St) é considerada uma das mais modernas, graças ao seu sistema de luzes e som.

Na área central do Meatpacking, encontramos o animadíssimo Plunge (18 9th Avenue, entre Little W 12th e 13th St), no rooftop do Gansevoort Hotel, com uma vista maravilhosa e teto retrátil sobre a pista de dança. O The Jane Ballroom (113 Jane St., entre Washington e West St.) é um club no saguão em estilo art-déco do The Jane Hotel. Vá cedo se quiser garantir a entrada. No topo do The Standard Hotel está o Le Bain(444 W 13th St, entre Washington St. e 10th Ave), balada bem diferente que tem uma piscina ao lado da pista de dança e um rooftop com uma vista de alucinar.

Na região do Chelsea está a Marquee (289 10th Avenue, entre 26th e 27th St), queridinha de quem curte música eletrônica e com uma movimentada agenda de apresentações de DJ’s famosos. A Lavo (39 E 58th St., entre a Madison e a Park Avenue) é uma das mais famosas da cidade e garante noites de pura animação com os hits do momento e gente jovem e bonita.

No Lower East Side, duas boas opções: o Webster Hall (125 E 11th st, entre 3rd e 4th Ave), uma das maiores e mais tradicionais casas de NY, onde também rolam grandes shows; e a concorrida The Box (189 Chrystie St, entre Stanton e Rivington St), que vai lhe proporcionar experiências únicas. Durante a noite acontecem várias performances ao vivo de dança, música e apresentações artísticas. Vá de cabeça aberta e preparado para tudo porque as surpresas podem ser grandes. Afinal, você está em New York, baby.

  • Bares

Balada Nova York: Apotheke

Apotheke

Alguns points fazem a noite valer a pena.

The Ides é o rooftop bar do Wythe Hotel (80 Wythe Ave com N 11th St), em Williamsburg. Bem frequentado, tem música agradável e uma vista linda de Manhattan. Ainda no Brooklyn, o Freehold (45 S 3rd St, entre Kent St e Wythe Ave) é um espaço bem eclético, com área ao ar livre com jogos e muita badalação no salão principal. O Apotheke (9 Doyers St, entre Pearl e Mott St.) é um bar que lembra uma antiga farmácia e é especializado em coquetéis e tem inspiração art déco.

Balada Nova York: Biergarten

Biergarten

O Boom Boom Room (848 Washington St, entre Little W 12th e W 13th St) é um bar requintado e de decoração impressionante que fica no topo do The Standard Hotel e proporciona uma vista de cair o queixo. Mas se você prefere algo mais descontraído, no térreo do mesmo prédio fica o Biergarten at Standard Hotel (848 Washington St, entre Little W 12th e W 13th St), com gente de pé, mesas compartihadas e jogos como ping-pong e pebolim/totó.

Balada Nova York: Fat Cat

Fat Cat

Se a ideia for curtir música ao vivo, essa lista não vai deixar você na vontade. O Pianos (158 Ludlow St, entre Stanton e Rivington St.) fica no Lower East Side e é um sucesso na região. Pequeno e simples, conquista pela boa música com shows de bandas locais ou artistas que estão despontando. Cobra um couvert de cerca de 10 dólares. O Fat Cat (75 Christopher St, entre Bleecker e W 4th St) é uma verdadeira instituição na noite nova-iorquina. É um ambiente bastante eclético, reunindo debaixo do mesmo teto mesas de jogos e apresentações dos melhores músicos de jazz da cidade. The Bowery Electric (327 Bowery, entre E 2nd e E 3rd St) é um bar bem despojado, sem nenhum luxo, mas que tem bons shows ao vivo e uma ótima seleção de música para quem gosta de dançar. O Cafe Wha? (115 MacDougal St com Minetta Ln) também é bem tradicional e precisa entrar na programação de quem curte música ao vivo. Sempre tem bons shows rolando por lá.

Balada Nova York: Brooklyn Bowl

Brooklyn Bowl

No Brooklyn, mais precisamente em Williamsburg, a sugestão é o Brooklyn Bowl (61 Wythe Avenue, entre N 11th e N 12th St), que é um 3-em-1: bar, boliche e casa de show. Pacote completo de diversão. Para encerrar, uma das maiores atrações de Harlem: o Red Rooster (310 Lenox Ave, entre W 125th e W 126th St), que tem música ao vivo todos os dias na área do bar e também no subsolo, em um espaço chamado Ginny’s Supper Club, onde acontecem maravilhosas apresentações de jazz. Vale a pena a viagem até lá.

  • Bares de jazz

Jazz Nova York: Smoke

Smoke

Ir a Nova York e não assistir a uma apresentação de jazz é um crime de lesa-viagem. Conheça os melhores lugares para curtir o ritmo.

Imagine assistir uma banda de jazz cujo saxofonista é ninguém menos que Woody Allen. Para viver essa experiência única, vá ao Cafe Carlyle (35 E 76th St, entre Madison e Park Av) e veja 'Woody Allen And His New Orleans Jazz Band’, às segundas-feiras. O preço é salgado (a partir de US$145/pessoa) mas quando você vai ter outra chance dessa? O Village Vanguard (178 7th Ave S, com Waverley Place) é uma das casas mais tradicionais de Nova York, em funcionamento desde 1935 e tem shows de grandes representantes do estilo. O Smalls (183 W 10th St., entre W 4th St e 7th Avenue S) tem como filosofia preservar as raízes históricas do jazz e tem apresentações ao vivo todas as noites. Parada obrigatória.

O Smoke (2751 Broadway, entre W 105th e W 106th St.) também merece respeito. Tem um clima aconchegante, boa acústica e shows todos os dias da semana. O Jazz at Lincoln Center (The Shops at Columbus Circle, 10 Columbus Circle 5th floor, esquina W 60th St) é um teatro imponente, com paredes de vidro e vista para a Columbus Circle. Não bastasse isso, ainda recebe os mais respeitados artistas em seu palco. E é claro que não dá para fazer uma lista dessa sem incluir o Blue Note (131 W 3rd St entre 6th Ave and McDougal St), há mais de 30 anos uma meca musical que virou selo de discos e tem artistas famosos na sua programação, sempre com lotação esgotada. Essencial para quem gosta de música.

  • Speakeasies (bares secretos)

Balada Nova York: Little Branch

Little Branch

Desvende o mistério da diversão nesses bares secretos.

Na época da Lei Seca havia diversos speakeasies em Nova York. De todos eles, apenas dois continuam em atividade e um deles é o The Back Room (102 Norfolk St, entre Rivington e Delancey St). Para chegar lá é preciso entrar numa casa sem identificação, descer escadas, tudo bem estranho, até chegar a uma porta de ferro. Atrás dela está esse tesouro de bar, com decoração vintage e apresentações musicais em algumas noites. Eles mantiveram até hoje o costume de servir bebidas em xícaras e cerveja escondida em sacos de papel.

O Please Don’t Tell (113 St Marks Place, entre 1st Avenue e Avenue A) é um cocktail bar bem pequeno e, para conseguir entrar, só fazendo uma reserva por telefone. Ao chegar lá, é preciso entrar em uma lanchonete de hot dog, ir numa cabine telefônica e quando sua ligação é atendida, a porta se abre.

O Angel’s Share (8 Stuyvesant St., entre 3rd Ave e E 9th St) tem um menu de coquetéis deliciosos. Mas para provar, primeiro é preciso conseguir entrar. Ele fica escondido atrás de uma porta insuspeita dentro de um restaurante japonês e muitas vezes tem fila de espera. Mesmo com tantos obstáculos, vale a pena insistir.

Já o Little Branch (20 7th Ave S, entre a Leroy St. e Varick St.) é um bar pequenininho mas com drinks excelentes. Se quiser conhecer, tente conseguir uma mesa porque a área do bar é bem reduzida. Para entrar, não precisa de palavra mágica: é só procurar o endereço e entrar na portinha guardada por um segurança.

  • Rooftop bars

Balada Nova York: 230 Fifth

230 Fifth

Os rooftop bars -- bares no terraço de prédios altos -- estão cada vez mais populares e, além da diversão, são verdadeiros observatórios, proporcionando vistas privilegiadas da cidade.

Nessa categoria, o 230 Fifth (230 5th Ave, entre E 26th e E 27th St) é certamente um dos mais famosos. Conta com dois pisos: no inferior, funciona um bar requintado que nos fins de semana se transforma em uma balada vibrante; no superior, a cereja do bolo: um bar ao ar livre com a melhor vista do Empire State Building que você pode ter. Prepare a câmera para muitas fotos. O Jimmy (27 Grand St, entre Thompson St e 6th Avenue) fica no topo do The James Hotel. Imponente, tem ares de pub retrô e vista 360º da cidade, de onde se pode ver os rios em Midtown, a Brooklyn Bridge e muito mais. Nos dias quentes, também dá acesso ao terraço onde fica a piscina.

O Mr. Purple (180 Orchard St, entre Stanton e E Houston St) é um dos mais novos de Nova York. Fica no Lower East Side, tem vista de Downtown e Midtown, piscina iluminada, ótima seleção musical e cardápio cheio de preciosidades de fornecedores renomados. O The Empire Rooftop (44 W 63rd St, entre Columbus Avenue e Broadway) fica no Hotel Empire e é uma ótima opção no Upper West Side: sempre animado, tem programação de shows de jazz, um menu apetitoso e vista para o Lincoln Center. The The Press Lounge (653 11th Ave com W 48th St) fica no Ink48 Hotel, tem vista 360º e os melhores ângulos do Hudson River. Tem deliciosos coquetéis, é supercharmoso e tem astral lá em cima (literalmente).

Leia mais:

9 comentários

Jussara santos

Parabéns ,as indicações são maravilhosas!!Assim fica bem mais fácil conhecer os melhores lugares.Obrigada.

Rafael Leick
Rafael LeickPermalinkResponder

Parabéns pela postagem! =) Ainda não conheço NY, mas tá nos planos.
O Amilton, do blog Turisteiro, contou lá no Viaja Bi! sobre NY para o público LGBT / gay. Acho que complementa e conversa com o conteúdo do post aqui:
http://viajabi.com.br/guia-gay-de-nova-york-eua-dicas-lgbt/
Continuem arrasando!
bjs

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

Simplesmente sensacional este guia!! E tô toda feliz que meus dois prediletaços estão na lista do jazz. <3 <3 <3

Tenho uma dica a acrescentar sobre a gorjeta, mas não sei se em NY é assim tb... Aqui no Havaí meus amigos que já foram bartender todos por unanimidade dizem que sempre se deve deixar a gorjeta em dinheiro, mesmo com a opção de pôr no cartão. De acordo com eles, em alguns bares/clubs quando você põe no cartão, a gorjeta total das transações em cartão da noite é rachada por todos os bartenders, e inclui os que trabalham bem e os marromeno (isso deixa alguns meio pissed off). Se você deixar em dinheiro, vai direto para a pessoa específica que te atendeu, sem chororô dos demais. Outra coisa: não deixar gorjeta em moeda, porque algumas pessoas consideram falta de educação. (Esse furo dei várias vezes sem saber e me surpreendi quando aprendi, pra ser sincera...)

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Guia Sensacional, gente! parabéns!!!

Eunicinha
EunicinhaPermalinkResponder

Excelente! Amo o PH-d, Boom Boom Room e Please Don't tell!!

Ana Lúcia Hanisch

Bom dia,
Meu sonho é fazer uma viagem onde possa dançar todas as noites com meu marido, músicas como Fox trote, e eatilo Tony Bennett e Michel Bublé.
Qual é o melhor lugar do mundo para isso?
Por favor, me.ajudem a realizar esse sonho...
Muito obrigada.
Ana Lúcia
PS: adoro o site de vc!! Tem me.ajudado a desfrutar os melhores momentos da.minha vida nos ultimos anos.
Parabéns e grande abraço

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana Lúcia! Tente o Swing 46: http://swing46.com/

Marcella
MarcellaPermalinkResponder

Olá, geralmente eles cobram entrada nesses rooftops ?obg

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcella! Normalmente não.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar