Óleo na praia: dicas para não perder sua viagem ao Nordeste

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Praia de Taipu de Fora

Taipu de Fora, três dias depois de receber óleo

Dicas para não perder sua viagem à praia

O Viaje na Viagem tem acompanhado a crise do óleo no litoral do Nordeste desde o início de outubro. Leitores têm mandado relatos do que encontram em praias de toda a região. Eu mesmo passei 40 dias de praia em praia na Bahia, entre outubro e novembro.

Neste post você vai entender como o óleo afeta (ou não) a sua experiência na praia e também como não perder sua viagem mesmo se chegar óleo durante a sua estada.

Óleo na praia: o básico

Fragmentos de óleo

Depois que o óleo é retirado, podem sobrar alguns fragmentos

Isso é o que a gente aprendeu em 2 meses de crise de óleo.

Minha praia vai ter óleo?

Não dá para saber. Uma praia que seja atingida hoje por uma quantidade expressiva de óleo pode estar completamente sem vestígio de óleo (inclusive fragmentos) em poucos dias. E uma praia que não tenha recebido nenhum fragmento de óleo até hoje pode ser a próxima vítima a qualquer momento.

Em compensação, sabemos que:

Toda ocorrência grave de óleo é limpa imediatamente

Assim que uma grande quantidade de óleo chega a uma praia, aparece ajuda oficial. Vem a Marinha, ou o Exército, ou os bombeiros -- que, junto com o Ibama, o ICMBio e a comunidade local, dão conta rapidinho de retirar o grosso.

O exemplo mais conhecido disso ocorreu na Praia dos Carneiros: todo mundo se lembra da população enrolando uma manta horrenda de óleo que deu na praia. No dia seguinte, a praia já estava visualmente limpa. E nas últimas semanas, segundo os relatos dos leitores, não há nenhum sinal de piche por toda a praia.

Isso aconteceu e continua acontecendo em muitos outros lugares que não ganharam o mesmo destaque de Carneiros na imprensa.

O óleo que atinge uma praia pode não atingir a praia vizinha

O óleo chega às praias em quantidade e intensidade variáveis. Há casos de praias que foram inexplicavelmente poupadas, mesmo sendo vizinhas de praias que sofreram várias reincidências.

O melhor exemplo desse caso é São Miguel dos Milagres: enquanto a vizinha Japaratinga tem sofrido com seguidas chegadas de manchas e fragmentos, as praias de São Miguel e Porto de Pedras (Patacho, Laje, Toque, São Miguel dos Milagres, Riacho, Marceneiro) estão invictas até hoje.

Porto de Galinhas também é um fenômeno: enquanto praias ao sul e ao norte da vila (Maracaípe, Cupe, Muro Alto) em algum momento receberam fragmentos, a praia central foi totalmente poupada.

Um fato curioso também ocorreu em Maragogi: enquanto os leitores em algum momento se queixaram de carimbar os pés na areia de todas as praias da cidade, as piscinas naturais permaneceram limpas e à prova de manchas na pele.

Desde 15 de novembro não há nenhuma ocorrência grave

Dá para se animar, mas não muito: este é um item do texto que pode ser apagado a qualquer momento. Já houve outros momentos em que as ocorrências de óleo pareciam ter cessado. Vamos acompanhar para ver se continua assim.

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As praias estão interditadas?

Uma praia só fica interditada quando é atingida por uma quantidade significativa de óleo -- e permanece interditada apenas enquanto a limpeza é feita, para que os banhistas não entrem em contato com um grande volume de material tóxico sem proteção adequada.

Depois que o grosso do óleo é retirado, o que costuma acontecer em até 24 horas, a praia é liberada para banho.

Por que as praias atingidas são liberadas para banho?

A água do mar de uma praia se renova inteiramente a cada ciclo de marés. A água que trouxe uma mancha de óleo esta manhã não estará mais na mesma praia à noite.

Governos da Bahia, de Pernambuco e de Alagoas já apresentaram laudos comprovando que a água de praias atingidas por óleo não contém concentrações relevantes de hidrocarbonetos.

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As pessoas estão entrando no mar?

Quando a praia está visualmente limpa (e todas estão, 99% do tempo), quem resiste? Nesta época o mar é cristalino e tem temperatura perfeita no Nordeste praticamente inteiro.

Mesmo com as praias visualmente limpas, porém, carimbar a sola do pé na areia (ou sair da água com uma pintinha de piche no corpo) tem sido inevitável em qualquer praia que tenha sofrido ocorrência recente de óleo.

Veja este vídeo, que eu gravei em Taipu de Fora, na Península de Maraú, alguns dias depois da praia ter sido atingida por óleo:

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Como fica o consumo de frutos do mar?

É preciso confiar na procedência. Na dúvida, é melhor abster-se.

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Estratégia para não perder a viagem

Praia da Vila

Porto de Galinhas: a praia da vila nunca recebeu óleo

Veja como minimizar os danos e aproveitar ao máximo suas férias na praia no Nordeste.

Vale a pena manter a viagem?

Todas as qualidades que fazem das praias do Nordeste as melhores do Brasil para ir no verão continuam lá:

  • O tempo firme no verão (quando a chuva é uma ameaça constante no Litoral Norte paulista e em Santa Catarina)
  • A temperatura perfeita da água (comparada à água fria ou gelada de outras regiões)
  • A brisa constante que ameniza o calor (enquanto o resto da costa parece um forno)
  • A ausência de engarramentos para chegar à praia (frente às dificuldades para se locomover na Região dos Lagos fluminense ou nas principais praias de Santa Catarina)
  • As paisagens únicas das praias nordestinas, com seus coqueirais, dunas e falésias

Para usufruir dessas qualidades das praias nordestinas no verão 2019/2020, porém, você precisa estar preparado para o perrengue de carimbar inadvertidamente a sola do pé com piche durante caminhadas na praia. Esse perrengue pode acontecer com pouquíssima ou bastante freqüência, dependendo da praia.

Cabe a você avaliar qual perrengue é pior. Quatro dias seguidos de tempo nublado e chuva ou carimbo no pé? Água gelada ou carimbo no pé? Calorão sem brisa ou carimbo no pé? Engarrafamento ou carimbo no pé? Você decide.

Quem está no Nordeste se arrependeu de ter ido?

Não tenho nenhuma pequisa científica para apresentar. Mas uma análise da amostra a que tenho acesso -- os relatos dos leitores do Viaje na Viagem que estiveram/estão nas praias no Nordeste e colaboram com o nosso dossiê dia a dia -- revela que:

  • Quem vai a uma praia e não vê vestígio de óleo, evidentemente, fica muito feliz: "Que bom que não cancelei a viagem!".
  • Quem vai a uma praia aparentemente limpa e acaba se sujando, na maioria das vezes relata apenas isso: "Parecia limpo, mas acabei carimbando o pé". Há poucos depoimentos realmente revoltados (o que acho incrível, já que caixa de comentários de internet costuma ser um grande "Reclame Aqui").
  • Pouquíssimos leitores relatam terem se recusado a entrar n'água ou a ficar na praia por causa de óleo. Essa reação normalmente acontece no próprio dia ou no dia seguinte de uma nova chegada de óleo na praia, quando os fragmentos são mais numerosos e visíveis.

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Como escolher seu hotel

Piscina Iberostar Praia do Forte

Piscina pra que te quero

Sabemos que existe a possibilidade da praia que você escolheu ser atingida por óleo um pouco antes da sua viagem ou durante a sua estada. Sabemos também que, depois de ser atingida por óleo, uma praia vai continuar apresentando pequenos fragmentos na areia (ocasionalmente na água) por dias a fio. Existe, portanto, a possibilidade de você não ter vontade de curtir a praia ou fazer passeios a praias vizinhas.

O melhor plano B para prevenir esta situação é escolher um hotel ou pousada com piscina bacana.

Aquele esquema de férias nordestinas com um passeio a uma praia diferente por dia pode ser arruinado por uma chegada inesperada de óleo. Escolha um hotel ou pousada em que você vai gostar de estar na área da piscina, caso seja necessário.

Resorts: normalmente a piscina é melhor que a praia...

Muita gente pergunta: "Como está a situação da praia do resort X? Devo cancelar a viagem?".

Titio Riq vai contar um segredinho: pela minha experiência, a maioria absoluta dos hóspedes de qualquer resort prefere curtir a piscina a ficar na praia. A praia em frente serve para uma rápida caminhada, talvez para um mergulho e... só. O point mesmo é a piscina, que costuma ser sensacional. A função da praia é fornecer a paisagem.

Isso acontece até nos resorts com praias ótimas. E aqui eu conto outro segredo: pouquíssimos resorts têm praias ótimas. Resorts precisam de terrenos enormes. E esses terrenos enormes, na maioria das vezes, estão localizados em trechos de praias que escaparam de ser loteados décadas atrás (exatamente porque não oferecem um banho nota 11).

Então, se o seu destino é um resort de praia -- qualquer resort de praia --, sossegue: a estrutura do resort vai garantir o sucesso das suas férias, mesmo que a praia em frente seja sorteada pela mancha zumbi.

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Como se proteger dos 'carimbos'

Sapatilhas aquáticas

Sapatilhas aquáticas

Há duas maneiras de evitar sujar o pé. Você pode caminhar de chinelo ou então usar sapatilhas aquáticas.

Em caso de carimbo, tire a mancha com óleo de cozinha e lenços higiênicos umedecidos. O óleo tira mais rápido, e o lenço umedecido, além de ajudar a retirar a sujeira, dá um acabamento gostoso ao serviço.

Passeios fora da praia

Pelourinho, Salvador

É bom lembrar que há inúmeros programas imperdíveis em todo o Nordeste que não envolvem praia. São passeios que devem entrar no seu roteiro mesmo com praias em perfeito estado -- e que vêm a calhar numa eventual situação de praia com óleo.

A maioria dessas atrações está nas capitais, mas há programas fora da praia em alguns vilarejos, também.

Destaques em ordem geográfica, de Norte a Sul:

São Luís: passeios fora da praia

São Luís o que fazer: Teatro Arthur Azevedo

Theatro Artur Azevedo, São Luís

As praias de São Luís estão há anos impróprias para banho -- sem relação com óleo. A pedida aqui sempre é explorar o Centro Histórico e atravessar a baía à cidade histórica de Alcântara.

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Jericoacoara: passeios fora da praia

Jijoca

Lagoa de Jijoca

Em Jericoacoara, os passeios de bugue não se dirigem a outras praias, e sim a lagoas, que estarão sempre a salvo da chegada de óleo. Para a Lagoa de Jijoca nem é preciso ir de bugue: há o transporte compartilhado por jardineiras o dia todo.

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Fortaleza: passeios fora da praia

Fortaleza: Theatro José de Alencar

Theatro José de Alencar, Fortaleza

O centro histórico de Fortaleza é bastante desfigurado, mas mesmo assim uma visita ao Theatro José de Alencar é fundamental.

No bairro da Varjota, o Museu da Fotografia, privado, é um dos mais interessantes surgidos no Nordeste nos últimos anos.

Fortaleza é um pólo de parques temáticos: além do parque aquático Beach Park, que está à beira-mar mas não depende do estado da praia, a cidade tem os parques de aventura I-Park e Engenhoca.

Compras podem ser consideradas diversão em Fortaleza. Tem todo um circuito que todo mundo faz -- da Feirinha da Beira-Mar (que se mudou provisoriamente para a orla de Iracema) ao Centro de Turismo, passando pelo Mercado Central e pela Ceart.

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Natal: passeios fora da praia

Natal: as dicas do Viaje na Viagem

Dunas de Genipabu

Natal tem lagoas, ao sul e ao norte da cidade.

As lagoas do norte oferecem atividades como esquibunda e tirolesa, e fazem parte do roteiro dos passeios de bugue que partem das dunas de Genipabu.

As lagoas do sul têm acesso para carros comuns e podem ser combinadas com uma passada pelo maior cajueiro do mundo.

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João Pessoa: passeios fora da praia

João Pessoa: centro cultural São Francisco

Centro Cultural São Francisco

Em João Pessoa, não deixe de visitar o Centro Cultural São Francisco, que começou a ser construído em 1589 e é composto de um convento e duas igrejas barrocas.

O pôr do sol ao som do Bolero de Ravel tocado por Jurandy do Sax acontece numa praia fluvial, a Praia do Jacaré.

E o bate-volta a Recife e Olinda é bastante factível: são duas horas de viagem.

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Recife: passeios fora da praia

Museu Cais do Sertão

Cais do Sertão

Em Recife não faltam passeios culturais para fazer depois da piscina.

No Recife Antigo, visite o museu Cais do Sertão (que homenageia a cultura nordestina a partir da figura de Luiz Gonzaga), o Paço do Frevo (que dá 'aulas' de frevo toda 3ª, sábado e domingo) e a Sinagoga Kahal Zur Israel (a primeira das Américas), e atravesse de barquinho no Marco Zero para visitar o Parque de Esculturas Francisco Brennand.

O bairro da Várzea guarda um tesouro (a Oficina Brennand, museu-ateliê do maior ceramista do Brasil) e uma curiosidade (o Instituto Ricardo Brennand, que funciona num castelinho de estilo medieval e tem uma senhora coleção de armas e armaduras -- além de importantes aquarelas de Frans Post retratando o Brasil holandês). No mesmo passeio (ou em outra tarde), passe na Fundação Gilberto Freyre e depois aprecie o casario antigo do bairro Poço da Panela.

Olinda vale no mínimo uma tarde: suba até o Alto da Sé, visite o Convento de São Francisco, a Casa do Boneco Gigante de Olinda e o Mosteiro de São Bento. (Se for num domingo de manhã, veja a missa com canto gregoriano no Mosteiro, às 10h.)

E num fim de tarde sem nuvens, faça o passeio de catamarã pelo rio Capibaribe.

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Aracaju: passeios fora da praia

São Cristóvão, Sergipe

São Cristóvão

Das capitais nordestinas do seu porte, Aracaju é a que tem mais programas não-praianos interessantes.

O Museu da Gente Sergipana é uma pequena jóia: não deixe de visitar. As cidades históricas de São Cristóvão (Patrimônio da Humanidade da Unesco) e Laranjeiras são altamente visitáveis (quando for a Laranjeiras, estique até o Parque dos Falcões em Itabaiana).

Aracaju também é uma base conveniente para fazer o passeio pela foz do Rio São Francisco. Já o passeio ao Cânion do Xingó, apesar de factível em tour organizado bate-volta, fica mais interessante quando você passa uma ou duas noites por lá (hospede-se em Piranhas, na margem alagoana).

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Praia do Forte: passeios fora da praia

Projeto Tamar Praia do Forte

Projeto Tamar, Praia do Forte

Em Praia do Forte, o Projeto Tamar é uma atração provavelmente mais importante do que a praia.

Vale a pena também visitar as ruínas do Castelo Garcia d'Ávila, da época do Brasil Colônia.

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Salvador: passeios fora da praia

Painel de Carybé no Museu Afro, Salvador

Painel de Carybé no Museu Afro, Pelourinho

Dá para passar uma semana em Salvador sem precisar ir à praia, tantas são as atrações históricas, culturais (e panorâmicas!) da cidade.

Só o Pelourinho requer pelo menos duas idas para ser esmiuçado completamente (querendo condensar tudo numa visita só, a gente tem um roteiro redondinho).

Uma ida ao Bonfim também pode render um passeio de uma tarde inteira, com almoço na Pedra Furada, visita ao Solar Amaro, sorvete na Sorveteria da Ribeira e pôr do sol na Ponta do Humaitá (sem falar que dá pra passar na Feira de São Joaquim e no Memorial de Irmã Dulce no caminho).

A Casa do Rio Vermelho, onde moraram Jorge Amado e Zélia Gattai, é um dos museus-memoriais mais emocionantes do Brasil. Outros dois artistas são homenageados em museus digitais: o Espaço Carybé das Artes e o Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, que funcionam em fortes na praia do Porto da Barra.

E uma escapada a Praia do Forte, para visitar o Projeto Tamar e o Castelo Garcia d'Ávila, sempre será um passeio compensador.

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Itacaré: passeios fora da praia

Cacau na Fazenda Vila Rosa, Itacaré

Cacau no pé na Fazenda Vila Rosa

O diferencial de Itacaré frente a outras praias nordestinas são as atividades de ecoturismo. Você pode fazer a trilha da cachoeira de Tijuípe e se aventurar no rafting em Taboquinhas. Uma segunda ida a Taboquinhas permite que você faça a excelente visita à Vila Rosa, que é fazenda de cacau e fábrica de chocolate.

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Ilhéus: passeios fora da praia

Ilhéus de Jorge Amado

Ilhéus de Jorge Amado

A tradição cacaueira e o legado de Jorge Amado são os destaques não-praianos de Ilhéus. Você pode fazer visitas a fazendas de cacau e percorrer o Circuito Jorge Amado no Centro da cidade. Dá também para visitar as cachoeiras de Itacaré.

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Porto Seguro e região: passeios fora da praia

Porto Seguro: Reserva da Jaqueira

Reserva da Jaqueira, Porto Seguro

Os principais passeios fora da praia do Sul da Bahia estão entre Porto Seguro e Belmonte.

Em Porto Seguro, a Cidade Histórica (ou Cidade Alta) vale a visita, e a Reserva Pataxó da Jaqueira é um programão: você passa uma manhã em contato com as tradições e a visão de mundo dos pataxó.

Já uma escapada a Belmonte permite apreciar antigos casarões restaurados à beira do Jequitinhonha e rende um pulinho ao curioso Museu das Cadeiras Brasileiras. Programando direitinho, também dá para fazer a travessia de voadeira a Canavieiras passando pelos canais do delta do Jequitinhonha.

Fora do front mais cultural, o Arraial d'Ajuda EcoParque é um parque aquático delicioso, de frente para o mar e repleto de verde entre as piscinas e toboáguas.

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Os relatos dos leitores

Ponta do Corumbau, Bahia

Ponta do Corumbau, BA

Desde o início da crise do óleo, leitores do Viaje na Viagem têm enviado seus relatos sobre a situação das praias em que estão. Os relatos estão organizados por destino. Clique na praia desejada para ver os depoimentos.

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11 comentários

Ana Luisa
Ana LuisaPermalinkResponder

Maravilha de dossiê!!!!

Régis
RégisPermalinkResponder

Excelente relato, super completo, pra galera perder o medo de umas manchinhas de óleo de uma vez por todas.

Luiz Dias Neto

Aqui em Fortaleza, isso é assunto superado. Ninguém fala mais nisso!

Marcelo de Carvalho

Cara, como te admiro. Eu queria escrever desse seu jeito, enciclopédico e objetivo.

Glauber
GlauberPermalinkResponder

Brilhante texto, como sempre!

Paula B.
Paula B.PermalinkResponder

Parabéns! Que texto maravilhoso. Uma visão ampla e realista da situação, valorizando o turismo nacional, valorizando as maravilhas do Nordeste, principalmente a delícia que é ir para o Nordeste no verão, mostrando opções ao eventual aparecimento do óleo justo no dia da viagem - pode ser um perrengue, sim, mas não é o final dos tempos. Uma visão otimista, nesses dias complicados.

Marcia Donaire

Fui à Maceió no final de outubro, confesso que com medo das manchas de óleo, mas tudo estava perfeito!!!! ❤️❤️❤️❤️

alberto gonçalves

Bigman...!!!!

ana
anaPermalinkResponder

o link para Uma visita ao Parque dos Falcões não está funcionando ; )

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana!

É este aqui:
https://www.viajenaviagem.com/2010/10/aracaju-um-passeio-ao-parque-dos-falcoes/

(Já estou trocando no texto também.)

roberto de oliveira

Moro em Salvador e tenho casa de praia em Guarajuba. Aqui não há mais óleo nas praias.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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