Fernando de Noronha, nossa Nova Zelândia | #ViajandoNasNotícias

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Noronha quando ir: sem swell

Praia do Sancho, Fernando de Noronha

No começo da semana, a Nova Zelândia curou seu último paciente de covid-19 e declarou-se um país livre de coronavírus.

No Brasil, outra ilha já vivia essa situação. Fernando de Noronha bloqueou o acesso de forasteiros, levou o isolamento social a sério e zerou os casos em meados de maio.

No turismo pós-covid, lugares como Fernando de Noronha valem ouro. Sem covid e naturalmente moldada para um turismo com distanciamento social, Noronha se candidata ao posto de destino mais cobiçado quando as viagens forem retomadas.

Mas não é preciso ser uma ilha para ostentar a invejável posição de Noronha no imaginário dos viajantes pós-pandemia. Qualquer destino que ofereça amplos espaços e pouca densidade demográfica, no litoral, na montanha, na chapada, no campo ou na floresta, vai galgar degraus na lista de prioridades dos viajantes brasileiros.

Claro que, para isso acontecer, o destino vai precisar também oferecer um histórico de covid baixa ou zero.

Alô destinos desse Brasil: se você acha que tem essas características que a gente descreveu, não apresse a sua reabertura. Preserve-se. Mantenha o vírus longe. Proteja sua comunidade. Os ganhos virão mais à frente -- e para todos.

Publicado em 11/6/2020

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