Amazonas com Larry Rohter

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O caderno de viagem de hoje do NY Times traz uma matéria de Larry Rohter — aquele que o Lula ama :mrgreen: — sobre hospedagem de selva na Amazônia brasileira.

O destaque da matéria vai para o Anavilhanas EcoLodge, apresentado por Rohter como o mais luxuoso da nova safra de lodges. (O cara já foi várias vezes à Amazônia e se hospedou em muitos lugares, então acho que tem autoridade, sim.)

Sobram elogios também à Pousada Uacari, ao Amazon Riverside Hotel e ao Amazon Ecopark. Ele não chega a falar mal do Ariaú (deveria!!!!), mas o fato de só ter mencionado o hotel meio en passant (no lugar do destaque habitual) já me deixou mais satisfeito.

Para ler a matéria em inglês, clique aqui. Na tradução do Uol (para assinantes), aqui. Para ver as fotos do NY Times, aqui.

20 comentários

Um pouco antes do Carnaval estava pensando em ir ao Chile e até pedi umas sugestões nos posts de lá. Aconteceu que, como era milha, muito em cima da hora, o Chile não rolou e resolvi gastar essas milhas numa viagem que eu sempre quis fazer e cuja passagem é bem carinha: Amazonia. Fuçando aqui no site, encontrei esse post e, seguindo a sugestão, fui para o Anavilhanas. O lugar é incrível e promete o que cumpre, um hotel charmoso na selva. Viajei com meu marido e filha de 9 anos, foi uma das melhores ferias que já fizemos juntos ( e olha que a gente viaja bastante…) programação ótima, os guias super simpáticos, passeios lindos… Saí de lá feliz e grata ao Viaje na Viagem por ter nos levado até ali. Como tínhamos muitos dias e só consegui 4 no Anavilhanas, fizemos também reserva para o Tiwa achando que seria interessante conhecer outro pedaço da selva. Esse TIWA foi uma total decepção – a gente até deu o apelido de “mentiwa” – um hotel decadente, muito próximo a Manaus e com serviço péssimo… enfim, depois de sair do Anavilhanas, não deu prá encarar não. Das 3 noites reservadas, ficamos apenas uma – e ainda tivemos que pagar um “pacote” de dois dias cujos passeios nem fizemos pois chegamos a noite e fugimos de lá no primeiro barco. Deixo esse comentário primeiro para elogiar e agradecer ao Riq (posso chamar assim? rs,rs) por fazer esse trabalho tão bacana e ajudar tantos viajantes e segundo para colaborar com mais umas dicas e tentar ajudar que está pensando na selva. Bjs.

É Carla, a idéia é essa mesmo. Na próxima vez, com mais tempo, eu faço Filadélfia e Washington. Como falei, gosto dessa parte histórica, e nos EUA isso tá bem concentrado nesses dois lugares. A filadélfia com a parte da indpendência, e Washington com as guerras e prédio públicos, sem contar os museus. O turismo que quero fazer em NY é a cidade, caminhar, explorar, comer um Din Sun que já falaram aqui em outra oportunidade, comer hot dog na rua…essas coisas. Como diz o comandate…não pe conhecer, mas fazer uma visita bem feita! DC, pelo menos pra mim, vai ficar pra próxima mesmo.

As duas vezes que estive em Washington foi a partir de NY em finais de semana. Eu não achei tão pouco, mas achei muito cansativo. Um dia, nem pensar.

Essa frase que colocaram no UOL ficou tão ruim que eu li e não imaginei que fosse sobre este assunto, nem cliquei no link de tão anti-clima que achei a frase.

Thiago, vi que você já se decidiu a não fazer o bate-e-volta e vim só dar uma força pra você visitar Washington com um pouco mais de tempo quando tiver uma oportunidade. Em 1 dia não dá tempo de fazer praticamente nada… Vale visitar os museus, que são espetaculares – e gratuitos! E, se vocês estão indo para Nova York pela primeira vez e têm apenas 1 semana, o melhor que posso dizer é para vocês ficarem na cidade mesmo e procurarem aproveitar ao máximo. Pode acreditar: uma vida inteirinha é pouco para Nova York… 😉

Ah, pra quem gosta de pesca esportiva vou repetir aqui a opção perto de Manaus:

Pousada Tucuna Adventure
http://www.tucunaadventure.com.br

Não é lodge ou hotel de selva, mas é bastante simpatica pra quem quer ir ao Amazonas pra pescar ! Existe os hotéis de pesca no alto solimões, mas são muito distantes… e a Tucuna é uma opção mais “logistica” !

Naiara, eu não tenho um conhecimento muito profundo do assunto; só estive num hotel de selva, o Ariaú, e em 1999. Mas naquela época detestei quase tudo. Gostei dos passeios e da comida, mas achei o hotel totalmente equivocado. Samambaias de plástico nas passarelas, sofás plastificados nos quartos, pirâmide de meditação feita de plástico de box de banheiro com carpete roxo… nem pra kitsch servia. Ultimamente eu fiquei vontade de ficar na Pousada Uacari e no Tiwa (que, à distância, me parecem interessantes para dois perfis diferentes de turista). Quero também conferir o navio do Iberostar. Agora com essa matéria eu preciso ir também no Anavilhanas… Senti falta de alguma referência ao Juma Lodge (do qual uma vez tinham me falado bem). Mas enfim, gostaria de ter lido nesta matéria ALGUMA crítica ao Ariaú. Mas acho que quando chega um cara como o Larry Rohter no Ariaú eles já levam direto pra casa do Tarzan ou pra suíte do Bill Gates e o cara não vê o que passam os outros hóspedes…

Emília, deram destaque a essa matéria, sim. Só que, à la Uol, deram de chamada de capa uma frase perdida no meio do texto: “No inferno verde, não ligue o chuveiro e o ar condicionado ao mesmo tempo”. É interessante que esse NÃO foi o tom predominante na matéria. O cara o tempo todo enalteceu a evolução de conforto nos lodges amazônicos. A frase era só um disclaimer para mostrar que, mesmo assim, ninguém esperasse resorts 5 estrelas. No mais, acho o trabalho dele como correspondente no Brasil excelente, muitissíssimos furos acima da média. E o que ele fez pela divulgação da cachaça, não tem preço :mrgreen:

Dani G., chute: de repente o hotel vai ser construído por esse grupo italiano e administrado pela Accor. Eu já tinha lido esse papo de Mercure em outro lugar, já.

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