Charada da 6a.: bóia-cross (veja a resposta!)

Charada de 28 de outubro de 2011

Recebi esta foto de um trip que garante que este riozinho é muito usado para bóia-cross — lá chamado de tubing.

Como não consigo resistir a nada que tenha uma Bóia envolvida, emplacou como charada 🙂

Não consegui descobrir se o oriental que atravessa a ponte é turista ou nativo, ou se foi posto por photoshop para deixar a charada ainda mais complicada.

Ainda não googlei para ter mais informações, mas o autor da foto usa a palavra “meca” para descrever o lugar. Então deve ser bastante manjado em certos círculos.

Palpites e trollagens na caixa de comentários, please! Valendo!

RESPOSTA:

CAROLINA
CAROLINA

Eu não sei em que fuso horário está a Carolina, mas ela certamente é quem resolveu mais cedo uma charada na história do site: às 5h22 do Brasil! Sim, trata-se de Vang Vieng, uma meca de mochileiros (nas palavras do autor da foto, o Bruno Halpern) nas proximidades de Vientiane, no Laos.

Mas vou aproveitar que o próprio Bruno veio a post para explicar o lugar, e copiar o que ele escreveu:

O que menos se faz durante o tubing em Vang Vieng é bóia-cross. O que leva a maioria das pessoas ali é descer no rio com a bóia e ser “pescado” com uma vara com barbante por nativos na beira do rio Nam Song, que te levam até um bar de madeira na beira do rio. Como todo mundo sai mais ou menos na mesma hora, ficam todos no primeiro bar. Após tomar algumas Beerlao, cerveja local, caem de novo na água até serem pescados pelo próximo bar e assim sucessivamente. No final do dia, o tempo em cima da bóia é mínimo e a maioria voltar para a cidade de carro. Eu segui de bóia com meu amigo mais uma hora e meia pelo rio até a cidade, num frio de matar de final de tarde… mas valeu a pena porque a vista das montanhas e o rio pedregoso correndo é bem bonito… O ideal era só ter saído um pouquinho mais cedo pra não pegar tanto frio. A cidade também é um ótimo lugar para fazer outros esportes ao ar livre, como caiaque, trilhas, etc. Fica a cerca de uma hora e meia de Vientiane e três de Luang Prabang, sempre por estradas que devem deixar até aqueles catadores de caranguejo do Alasca com cinetose… Eu fui parar lá meio sem querer, pois só ia inicialmente à Luang Prabang, no Laos (e que recomendo muitíssimo). Mas tanta gente falou de lá que acabei indo… Dizem que fazer esse tubing é uma espécie de “rito de passagem” de todos os mochileiros que viajam muito tempo pelo Sudeste Asiático (não era meu caso, estava só por 20 dias) e de fato, a cidade é repleta deles. À noite, segue todo mundo pra pequenas ilhas do rio, separadas por estas pontes toscas de madeira, onde tem fogueira, música e festa até meia-noite ou 01:00, quando tudo tem que ser desligado… Depois vai todo mundo comer churrasquinho na vila… Abraços a todos!

Obrigadíssimo, Bruno! Parabéns, Carolina! E uma menção honrosa especialíssima ao Alessandro Ayres, que traduziu diretamente do laociano: Vang Vieng = vaivém; Nam Song = não vá de sunga!

:mrgreen:

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25 comentários

Barreiras – Ba, tem boía cross no rio de Ondas. A leve inclinação forma pequenas ondas o que propicia uma descida suave e constante. A região já começa a ser explorada por conter trilhas e algumas cachoeiras. É uma delícia, apesar das margens próximas à cidade já estarem desmatadas para construção de clubes e casas de férias.

Eu fui parar lá meio sem querer, pois só ia inicialmente à Luang Prabang, no Laos (e que recomendo muitíssimo). Mas tanta gente falou de lá que acabei indo… Dizem que fazer esse tubing é uma espécie de “rito de passagem” de todos os mochileiros que viajam muito tempo pelo Sudeste Asiático (não era meu caso, estava só por 20 dias) e de fato, a cidade é repleta deles. À noite, segue todo mundo pra pequenas ilhas do rio, separadas por estas pontes toscas de madeira, onde tem fogueira, música e festa até meia-noite ou 01:00, quando tudo tem que ser desligado… Depois vai todo mundo comer churrasquinho na vila…

O que menos se faz durante o tubing em Vang Vieng é boia-cross. O que leva a maioria das pessoas ali é descer no rio com a bóia e ser “pescado” com uma vara com barbante por nativos na beira do rio Nam Song, que te levam até um bar de madeira na beira do rio. Como todo mundo sai mais ou menos na mesma hora, ficam todos no primeiro bar. Após tomar algumas Beerlao, cerveja local, caem de novo na água até serem pescados pelo próximo bar e assim sucessivamente. No final do dia, o tempo em cima da bóia é mínimo e a maioria voltar para a cidade de carro. Eu segui de bóia com meu amigo mais uma hora e meia pelo rio até a cidade, num frio de matar de final de tarde… mas valeu a pena porque a vista das montanhas e o rio pedregoso correndo é bem bonito… o ideal era só ter saído um pouquinho mais cedo pra não pegar tanto frio… A cidade também é um ótimo lugar para faze routros esportes ao ar livre, como caiaque, trilhas, etc. Fica a cerca de uma hora e meia de Vientiane e 3 de Luang Prabang, sempre por estradas que deve deixar até aqueles catadores de caranguejo do Alasca com cinetose… Abraços a todos!

É uma cidade cênica do PROJAC, de uma novela que vão lançar ano que vem chamada “Aquela Bóia”

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