Charada da 6a.: luz vermelha

Charada de 29 de janeiro de 2010

Não, não é só em Amsterdã que a região das moças de vida (nem tão) fácil acabou promovida a zona boêmia freqüentável por famílias e turistas. Em algumas outras cidades ao redor do mundo também aconteceu de a noite mais animada se mudar para esse pedaço que nunca dorme.

Uma dessas cidades é esta da foto. Quem sabe qual é?

Como eu acho que a charada vai ser matada rapidinho, vou distribuir menções a quem falar de outras cidades — e relatar causos de noitadas em lugares assim.

Valendo o Troféu da Bóia, três, dois, um, dada a largada!

RESPOSTA:

A. L.
A. L.

Pessoal, desculpem o atraso ainda maior do que o normal. O modem celular pelo qual acesso a internet em lugares çáiber-inóspitos faleceu na manhã de sábado, logo depois de eu responder a uma batelada de perguntas. Domingo passei o dia inteiro viajando, então só deu para responder agora mesmo. Como eu imaginava, a resposta veio rapidíssimo — o A.L. descobriu que esse Dollhouse fica em Hamburgo (quem jogasse no Google poderia ficar em dúvida também entre Zurique e Copenhague). A zona de Hamburgo se chama Reeperbahn (esta rua da foto é a Große Freiheit, ‘Grande Liberdade’) e é o lugar mais divertido da cidade — sobretudo para quem não quer nada com as moças de plantão. Mas conforme eu também imaginava, a charada da luz vermelha acendeu a luz verde (ops) para uma série de histórias deliciosas sobre bairros suspeitos de Honolulu a Paris, passando pelo interior de Minas. Se você não leu, vá à caixa de comentários e dê risadas com a Rosa, o Arthur Josef Mario (em vááárias participações hilárias ao longo da caixa), o Fernando, o Wander, o , a Lucia e o Beto. Finalmente, o Paulo Torres merece ser honrosissimamente mencionado por informar que os Beatles, antes da fama, passaram uma temporada trabalhando por ali — e por isso, em 2008, a esquina de Reeperbahn com Große Freiheit foi batizada de Beatles Platz. Parabéns, A.L.! Obrigado, pessoal! Vocês são o máximo! Semana que vem tem mais!

50 comentários

Queridos Trips e vencedor(a)(es) da Charada dessa sexta: nosso querido comandante, no esforço de sempre nos atualizar com suas dicas, está nesse momento impossibilitado de se conectar e de, portanto, proclamar quem vai levar a posse temporária do troféu e as menções honrosas. Desculpaê. :mrgreen:

    companheira marcie,

    muito obrigado pela informação sobre a situação do companheiro ricardo freire. aproveito para informar também que eu, josef mario, ausentei-me neste final de semana porque estava na uti do miguel couto. explico: o tema da charada me inspirou e na noite de sexta-feira fui a um altar do prazer, para descarregar minha tensão. após confabular pela oitava vez com mais uma companheira do santo ofício, tive um princípio de enfarte, tendo que ser socorrido às pressas. infelizmente a idade já não mais acompanha a vontade.

    mas informo que já estou bem e fui transferido para a enfermaria do miguel couto, onde a divido com cinco companheiros baleados, um companheiro motoboy que afundou a testa no meio-fio e carinhosamente já o apelidamos de “escadinha”, um companheiro com os documentos decepados pela companheira esposa ao flagrá-lo em ação com a vizinha, o qual também carinhosamente apelidamos de “cotoco” e um companheiro chefe do tráfico do borel, vigiado por dez companheiros pms.

    aliás, graças ao fato dos companheiros pms terem confiscado o iphone do companheiro chefe do tráfico do borel, pude acessar a companheira internet para avisar aos companheiros que estou passando bem.

    muito obrigado.

Eu sempre pensei q a casa rosa era na Rua Alice.Nunca ouvi falar de casa rosa no Catete,Flamengo e Largo do Machado.Pena , perdi.

    companheiro júlio,

    de fato, minha provecta idade e os incontáveis altares do prazer que frequentei tumultuaram a minha já desgastada memória. a casa que eu e o companheiro paulo francis frequentávamos na correia dutra pertencia a uma companheira francesa, que empregava suas companheiras compatriotas no santo ofício. está tudo escrito no livro do companheiro paulo francis, 1994 – trinta anos esta noite, cia. das letras, mais precisamente no capítulo “la vie en rose”.

    quanto à verdadeira casa rosa, realmente ficava na rua alice e frequentei-a por diversas vezes com o companheiro álvaro de campos, o qual, após broxar pela enésima vez, escreveu como forma de catarse seu célebre poema “arre, estou farto de semideuses, onde é que há gente no mundo?”

    muito obrigado.

Riq…deixa eu fazer uma pergunta off-topic: por onde anda aqueles seus relatos do carnaval de ssa, acho q de 2008 ou 2009…q c foi “atras do ile”..????

Rapaz, o companheiro Josef Mario (é sem acento?) é sensacional.

    companheiro gabebritto,

    agradeço pela parte que me toca. aproveito para informar que não tenho acento – no bom sentido.

    muito obrigado.

Grande charada!!!
Pessoal hoje não chutou muito para não se compremeter depois.
Não era uma rua em específico, mais em Vegas, em muitos locais você se encontra numa Red Light City, tem de tudo e pra todos os gostos e preços.
Valeu!!

Riq, percebi um probleminha no site. Quando entro na parte do blog, em mais recente, o último post é o do Havai. Porém pelo twitter descabri que os último dois (a charada e o japoneses são todos iguais) já estavam no ar, apesar de não figurarem na chamada. Isso sempre foi assim?
Sucesso!

    Talvez a sua rede não atualize automaticamente a página. Dê um refresh que aparece. Clicando em “blog” você sempre vai ver os últimos 10 posts publicados. São os mesmos que aparecem na aba “mais recentes” da home.

Eu sempre morri de medo de puteiro. Na única vez em que entrei num, era tão escuro e a mulherada tão horripilante que eu me mandei rapidamente sem nunca mais voltar. Ainda vaguei pelas rumorosas ruas da boca santista atrás de uma gata meio hippie que era o meu estilo na época. Também desisti depois de tê-la descoberto, linda, andando à minha frente, mas apavorante ao se virar pra mim, desdentada e exibindo uma ponteaguda barriga de lombrigas, cujo umbigo incontornável mostrava-se em baixo relevo sobre a blusa de banlon. Até hoje aquele umbigo frequenta os meus pesadelos. Demorei a perder a virgindade, mas foi numa lagoa numa praia semi-selvagem, com a minha namorada, que veio a se transformar na minha primeira vítima como serial-husband.

Bom, não é uma “zona”, mas aqui em Waikiki havia no início da década um gigolô q “marcava” suas mocinhas com sapatos de salto de acrílico. Todas que eram “suas funcionárias” calçavam um sapato assim. Os moradores sabiam e não ligavam, a polícia fazia vista grossa. Quando se via mocinhas de “sapatinho de cristal” podia saber que são de vida (nada) fácil. O problema: como o bairro é TST (Território Só p/ Turista), cansei de ver turistas japonesas com sapatos assim que nem percebiam a “gafe” que é andar com um sapato desses nas ruas mais internas do bairro… 😀

Não sei se continua assim q raramente vou a Waikiki à noite. Mas os sapatinhos sumiram. Será q as moças viraram abóbora? 😉

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